Espanhol Português Inglês
Novidade - Cotação Online
GUIA ONLINE
DE FORNECEDORES
Consumíveis Não Cons. Serviços Empresas
Busca Geral
Participe agora mesmo
CADASTRE-SE AGORA MESMO!


Últimas Edições


Veja mais Notícias

Últimas Notícias

17/08/2018
17 de agosto: Dia do Pão de Queijo_Forno de Minas produz 1.800 toneladas de pão de queijo por mês e exporta para 16 países
Dá vontade de comer todo dia. Sua história nos leva para as cozinhas mineiras do século XVIII. O cheirinho de quando está assando dá água na boca. E a primeira mordida comprova que toda a expectativa foi correspondida. Combina com tudo e vai bem em qualquer ocasião. Sim. Estamos falando do pão de queijo.Com origem em Minas Gerais, a iguaria ultrapassou as barreiras geográficas e ganhou o mundo. No Brasil, é encontrado em todos os cantos e, independentemente da naturalidade, já é consumido com frequência. Para quem mora fora do país, tem gostinho de saudade. Para os estrangeiros, que nunca haviam experimentado, surpreende. Por sua importância na gastronomia e cultura, o pão de queijo ganhou um dia comemorativo: 17 de agosto - Dia do Pão de Queijo.A Forno de Minas se orgulha de ter sido a primeira a comercializar pão de queijo congelado no mercado e participar do processo de torná-lo conhecido fora daqui. Então, sente-se guardiã do produto e deseja transformá-lo em global.Nesse sentido, cada fornada é um motivo a mais para continuar produzindo o genuíno pão de queijo, seguindo à risca a receita da Dona Dalva, fundadora da empresa. O sabor e o respeito pela receita original da iguaria sempre foram premissas. Além, claro, de estar alinhado à segurança alimentar. Por isso, seguindo orientações da Anvisa, há mais de 20 anos, a empresa mineira desenvolveu o próprio queijo em seu laticínio, com a formulação e paladar ideais para a receita e o controle de todo o processo de produção da principal matéria-prima - desde a origem do leite até o produto final.Segundo o CEO da Forno de Minas, Helder Mendonça, a qualidade e a tradição andam juntas. "Fazemos questão de utilizar queijo de verdade - nada de aroma -, produzido com todo o cuidado e sabor que os nossos clientes prezam e que o pão de queijo merece", explica.Atualmente, a indústria mineira produz 1.800 toneladas de pão de queijo por mês - o que corresponde a mais de 50 milhões de bolinhas - e já exporta para 16 países: Estados Unidos, Canadá, Portugal, Inglaterra, Chile, Peru, Uruguai, Emirados Árabes, Japão, Guatemala, El Salvador, Panamá, Costa Rica, Colômbia, China, Paraguai. O setor internacional é um dos que mais crescem na empresa, com metas de incremento de mais de 100% na receita da empresa até 2020.História do Pão de QueijoNinguém sabe ao certo quando a iguaria surgiu. Histórias contam que a receita foi criada em Minas Gerais, em meados do século XVIII, desde a época da escravidão. A origem do encontro entre polvilho e queijo - dois dos principais ingredientes - é divergente. Alguns apostam que, nas fazendas, era rotineiro servir aos senhores (donos das terras) o pão com café. Entretanto, a má qualidade da farinha fez com que as cozinheiras a substituíssem pelo polvilho. Surgindo, assim, os primeiros pães de queijo, assados no fogão a lenha e preparados com os ingredientes produzidos nas próprias fazendas.Mas essa não é a única versão da história... Há relatos de que, como só no século XX o trigo passou a ser cultivado em larga escala no Brasil, o derivado da mandioca (no caso, o polvilho), herança indígena, foi a opção encontrada.Independentemente de onde tenha surgido, o que ninguém discorda é que a mistura de queijo, polvilho, leite, ovos, sal e manteiga, tornou-se um hábito de consumo irresistível. Além de dar origem a um produto inovador, versátil, saboroso e prático, que se destaca pela saudabilidade: é glúten free, não contém aditivo e é consumido assado.O sabor, a qualidade e a agilidade no preparo são outros destaques, que permitem ser consumido em diversas ocasiões e maneiras. Quente ou frio; a qualquer momento, no café da manhã, no lanche da tarde, em festas e em coquetéis e com vários acompanhamentos ou recheios, frios, patês, sopas, geleias, café, vinho, refrigerante, suco, cerveja e chá.Sobre a Forno de Minas:A Forno de Minas nasceu do sucesso da receita caseira de pão de queijo da Dona Dalva. Com sede em Contagem (MG), foi fundada em 1990, e é gerida pela Dona Dalva, os filhos Helder e Hélida Mendonça e o sócio Vicente Camiloti. A companhia tem portfólio que atende o varejo e o food service - com linhas de fabricação de pão de queijo, panificados, massas frescas recheadas e lasanhas. A empresa possui também uma Indústria de Laticínios, que produz as matérias-primas para a fábrica e atua no mercado B2B de queijos. Atualmente, a Forno de Minas exporta para 15 países e conta com aproximadamente 1000 colaboradores, oito filiais no Brasil e uma subsidiária nos EUA.
[+ detalhes]
17/08/2018
35ª Feira Expoagas, a maior feira do setor, terá participação da M. Dias Branco
Durante os dias 21 a 23 de agosto, em Porto Alegre, a empresa fará exposição e degustação de seus produtos com stand exclusivoA M. Dias Branco, empresa líder no mercado brasileiro de biscoitos e massas, confirma presença em um dos maiores eventos do Sul do país. Com mais de trinta edições, a Expoagas, maior feira do setor de supermercados, acontecerá entre os dias 21 a 23 de agosto, das 15h às 21h, no Centro de Eventos Fiergs, em Porto Alegre.Em um stand de 100 m², o grupo conta com a apresentação das principais marcas do seu portfólio com atuação nas regiões Sul e Sudeste, como Isabela, Adria, Adria Plus Life, Vitarella, Finna, com a Farinha Industrial Finna Mix e Medalha de Ouro.Além de contar com o suporte de toda a área comercial da região durante o evento, os participantes poderão conferir a exposição dos produtos da M. Dias Branco e acompanhar os lançamentos da marca Isabela, biscoitos recheados Toons. No stand, também será oferecido degustação das massas Adria Grano Duro e demonstração de preparo para receitas de pães artesanais ao vivo e outros pratos feitos com farinha, pelas mãos da chef Neiva Terceiro.A Expoagas é realizada todo ano pela AGAS - Associação Gaúcha de Supermercados, visando construir relacionamentos melhores entre os fornecedores e supermercadistas e concretizar novas parcerias. O evento traz palestras, seminários e exposições de produtos de diversas outras marcas do segmento e tem expectativa de 48 mil participantes.Para mais informações acesse https://www.agas.com.brSobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de AlimentosContando com sessenta e cinco anos de existência, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. A Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinha e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks e bolos, mistura para bolos, bits de cereais, cobertos de chocolates, torradas e refrescos. Sediada em Eusébio (CE), a empresa é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil, é a sexta maior empresa de massas e a sétima de biscoitos no ranking global por faturamento. Suas operações geram mais de 20 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com fatores importantes para o desenvolvimento econômico e social do país.Sua história começou ainda na década de 40 quando o comerciante e imigrante português, Manuel Dias Branco inaugurou a Padaria Imperial, em Fortaleza (CE). Atualmente, a M. Dias Branco possui um moderno parque industrial com equipamentos de última geração, seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade, operando com um modelo de integração vertical que permite a produção de suas mais importantes matérias-primas, a farinha de trigo e a gordura vegetal, utilizadas no processo de produção de biscoitos e massas. Suas marcas são sinônimo de tradição e qualidade, estabelecendo um vínculo de confiança e respeito com o consumidor. A estrutura operacional da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos, com sede no Estado do Ceará, conta com 15 unidades industriais e 37 filiais comerciais distribuídas em diferentes Estados do País, garantindo uma cobertura nacional que possibilita a presença de suas marcas em todo o território nacional.
[+ detalhes]
17/08/2018
Viña Undurraga e os vinhos Terroir Hunter-T.H.
Meninas e meninos,Viña Undurraga e os vinhos Terroir Hunter-T.H. foi o que motivou o encontro com quem assina este projeto e toda a produção da Viña Undurraga; estou falando do respeitado agrônomo e enólogo chileno Rafael Urrejola, considerado pela revista Decanter um dos mais destacados do Novo Mundo.Degustamos 7 vinhos da Viña Undurraga, sendo 6 vinhos Terroir Hunter e o top Altazor que veio como prêmio aos que participaram da ocasião com Urrejola, patrocinada pelo importador dos vinhos da Viña Undurraga, a Inovini, divisão de vinhos finos da Aurora.1-T.H Chardonnay West Limari 2013 e 2014 ambos com bom frescor, passando parte do vinho em ovos de concreto e parte em barricas de carvalho francês novas. Untuosos e com bom corpo, o 2014 me agradou mais pela sua mineralidade mais expressiva.2-T.H Pinot Noir Leyda 2016 cerca de 40% do vinho passando por ovos e 60% barricas, olfato muito floral e a pimenta negra exuberante, depois de algum tempo surge um vegetal delicado, boa acidez.3-T.H.Syrah Leyda 2015 proveniente de vinhedos com pés francos, ou seja sem cavalos de uvas americanas. Especiarias abundantes inundam as narinas, principalmente as doces como cardamomo e nos moscada. A pimenta surge depois, mineral sutil, ótimo corpo, vinho que agrada muito.4-T.H.Carmenérè Peumo 2016 olfato de frutas quase me compota, sutil floral, talvez devido ao dulçor, boca confirmando a fruta, equilibrado e elegante.5-T.H.Carignan Maule 2015 vinho simplesmente espetacular! Frutado maduro, mineral, certa lembrança de carne fresca, especiarias principalmente as picantes como páprica e cravo. Em boca equilibrado em taninos, álcool e acidez, característica da cepa, longo e com bom corpo. Para mim, o melhor exemplar da série Viña Undurraga T.H.T.H. Carignan Maule 20156- Altazor 2014 é o top, corte que vem expresso no rótulo com 82% Cab. Sauvignon do alto Maipo, em Pirque de videiras de 1990; 10% Carmenérè de Colchagua com videiras de 1990 e 8% Carignan do Maule, com videiras do ano de 1958, 60 anos, portanto. Foi o vinho que mais me mostrou os terciários, talvez devido à Cab. Sauvignon, equilibrado, super potente, untuoso em boca, vinho para gastronomia sem dúvidas.Mas quero aproveitar também, e ao menos citar, o elogio que o Urrejola fez quanto ao uso dos vedantes, ou rolhas (já que também são de cortiça) chamados Diam, que foram projetados para tentar minimizar ao máximo o efeito do TCA-Tricloroanisol, ou melhor, explicando o bouchonée, odor extremamente desagradável lembrando ao mofo, ao pano molhado velho.Diam 10 para os vinhos T.H.Estes vedantes são na verdade cerca de 95% cortiça processada e 5% acrilato e poliuretano. A Diam utiliza a cortiça finamente moída, livre de lenhina e rica em suberina (cerca de 40 por cento do peso bruto total a cortiça), que depois é banhada em dióxido de carbono supercrítico), mas este assunto será tema de um texto específico.Visitei a Viña Undurraga, uma vinícola á frete de seu tempo em 2015 e já está na hora de ser convidado a voltar, pois há muitas novidades para conferir, provar e me deliciar, tanto com a própria vinícola, quanto com seus vinhos de uma grande e bem feita, com muita qualidade.Com bem sucedidas escolhas, como o projeto Terroir Hunter (T.H.), ações sócio ambientais e vinhos premiados, chilena é uma das mais premiadas do país e respeitadas no mercadoSobre a Inovini- A Aurora, tradicional importadora presente no mercado brasileiro desde 1946, lançou em 2009 a marca INOVINI, divisão dedicada exclusivamente ao mercado de vinhos finos. A empresa que já atuava na importação e distribuição desse segmento optou por criar uma área específica para que o segmento ganhasse maior foco dentro da companhia. Com isto, agregou novas marcas ao seu portfólio e trouxe um time de profissionais com sólida experiência de mercado. Serviços: Tel.: (11) 3623-2280 Site: www.inovini.com.br Facebook: https://www.facebook.com/inovini.importadoraAté o próximo brinde!Álvaro Cézar Galvão
[+ detalhes]
16/08/2018
15 passos importantes para seguir caso você queira se tornar um bom sommelier
Sommelier é o responsável pelo serviço de vinhos (e outras bebidas) num restaurante, embora muitas vezes também tenha atribuições administrativas como comprar e administrar o estoque de bebidas alcoólicas do estabelecimento. Mas, como tornar-se um profissional diferenciado nessa área?No livro Cork Dork ("obsessão por rolha", em tradução livre), ainda sem edição no Brasil, a norte-americana Bianca Bosker dá algumas pistas. Bianca decidiu entrar no mundo do vinho para entender a paixão quase insana, pelo tempo e dedicação exigidos, que move esses profissionais, definidos por ela como "os hedonistas mais masoquistas". Uma de suas primeiras surpresas foi descobrir que alguns dos futuros colegas (ao final, ela própria acabou abraçando a profissão) frequentam aulas de dança - para se deslocar com naturalidade pelo salão dos restaurantes - e de dicção - para melhor se comunicar com os clientes. Exagero? Talvez. Mesmo assim, isso mostra que ser um bom sommelier não é simplesmente ouvir o pedido, trazer o vinho e servi-lo aos clientes.Nem seria preciso mencionar que conhecimento técnico e teórico sobre vinho e sobre o trabalho que se espera do sommelier são pré-requisitos indispensáveis. E que isso pressupõe formação em cursos sérios e muitas horas de prática. Vale à pena registrar também que um bom sommelier nunca deixa de estudar e de aprender.As recomendações reunidas a seguir, que não têm a pretensão de esgotar o assunto, podem ser úteis para quem está começando na profissão. E dão uma ideia dos cuidados a serem tomados no dia a dia para executar seu trabalho da melhor forma possível.1) Para começarFoi-se o tempo em que terno (ou smoking) eram parte indispensável da indumentária. Hoje, tudo depende da proposta do estabelecimento (restaurante, bar) no qual se trabalha, que pode ser menos ou mais formal. Mas há regras que valem para todos. Pela natureza do trabalho que exerce, o sommelier não deve usar, por exemplo, perfume, loção pós-barba (no caso dos homens) e até mesmo desodorante com aromas muito intensos, porque isso interfere na avaliação dos vinhos (a dele próprio e a dos clientes que atende).2) Verificar o salão!Assim como, antes de iniciar um voo, pilotos e comissários checam os itens de segurança do avião, cabe ao sommelier verificar as condições de seu ambiente de trabalho, antes mesmo de o restaurante abrir as portas. As taças (de vinho e de outras bebidas) e decanters devem estar limpos e em local pré-determinado, que facilite o serviço. O estoque deve ser verificado (provavelmente há rótulos que se esgotaram) e os vinhos devem estar "adegados" de forma adequada. Há restaurantes que se dão ao luxo de manter uma adega maior, para o estoque, e outra no próprio salão, com os vinhos que normalmente têm mais saída ou que são vendidos em taça, o que facilita o serviço. Infelizmente, são exceções.3) Carta de vinhosA carta de vinhos deve contemplar uma seleção eclética em termos de regiões, uvas e faixas de preço. Obviamente, de um restaurante italiano espera-se uma carta focada, principalmente, em vinhos italianos. Ainda assim, é desejável que disponha de algumas garrafas de outras procedências para atender solicitações específicas dos clientes. Se o sommelier for o responsável pela compra dos vinhos/bebidas, o que nem sempre é o caso, não custa lembrar que ele/ela deve ser absolutamente ético nessa escolha.4) Carta de Vinhos IIOfertas em meias-garrafas e de vinhos em taça são sempre bem-vindas, inclusive para atender situações em que nem todos os comensais bebem vinho ou para servir um casal em que um prefere tinto e o outro, branco.5) Carta de Vinhos IIIDe preferência, nunca deixar na carta vinhos que não estão mais disponíveis.6) Saber a safra é importanteSe na carta não constar a safra dos vinhos oferecidos (e é altamente recomendável que conste), é bom ter à mão uma relação com as que estão disponíveis, para não ter que ir até a adega verificar a informação se o cliente perguntar.7) "Não dar aula!"Abordar o cliente de forma adequada. Não ser nem arrogante nem displicente. Primeiro, ouvir o que ele tem a dizer. Não dar "aula" de vinho, mas prestar as informações que forem solicitadas por ele.8) Quem paga a conta é o clientRespeitar sempre a escolha do cliente, mesmo que não concorde com ela. Esse ponto é particularmente sensível no que tange à seleção do vinho em função do prato escolhido. Se o cliente não consultar o sommelier e pedir um Tannat para acompanhar o "Linguado a belle meunière", não cabe ao profissional fazer cara feia ou tentar dissuadi-lo com argumentos técnicos. A decisão do cliente é soberana. É ele quem paga a conta e, por extensão, o salário de todos os profissionais do estabelecimento.9) Só indicar se solicitadoEm princípio, o sommelier só deve sugerir um vinho se for especificamente solicitado pelo cliente. Mesmo nesse caso, deve preocupar-se em entender seu gosto ("só bebo tinto"), idiossincrasias ("detesto rosés") e limitações financeiras, para evitar constrangê-lo ao sugerir, por exemplo, um vinho mais caro do que ele gostaria de pagar.10) ComportamentoO sommelier deve permanecer junto à mesa apenas pelo tempo necessário para efetuar o serviço. Obviamente, se um cliente antigo tomar a iniciativa de puxar conversa, esse tempo será maior. Mas é bom não se esquecer dos outros clientes e de que ninguém gosta de se sentir tratado como se fosse de "segunda classe". Também por isso, não ficar de costas para o salão, ignorando clientes que solicitam atenção.11) AtitudeCabe ao sommelier tomar a iniciativa de abrir o vinho corretamente, servi-lo na temperatura e taça adequadas e decantá-lo se for o caso. Aqui a competência é do sommelier, a menos que o cliente faça alguma objeção do tipo "prefiro que este vinho não seja decantado". Aí, vale o dito no item 8.12) ReposiçãoRepor o vinho nas taças no ritmo adequado ao longo da refeição, ou seja, nem muito lento (sinaliza falta de atenção) nem muito rápido (dá a impressão de querer forçar o cliente a pedir outra garrafa).13) Nome dos vinhosSe possível, o sommelier deve aprender pelo menos a pronunciar corretamente o nome dos vinhos listados na carta, ainda que difíceis, como no caso dos alemães.14) Vinhos raros e carosNo caso de o cliente trazer um vinho raro e muito caro de casa, cabe ao sommelier solicitar a garrafa quando o cliente chegar e fazer o serviço normalmente, sem chamar a atenção.15) Cuidado com as redes sociais!Ainda que sejam ferramentas úteis para networking, é preciso muito cuidado ao usar as redes sociais. Por exemplo, jamais postar fotos ou comentários a respeito dos clientes e dos vinhos que consumiram, a não ser, é claro, se autorizado pelo próprio.Recado final para os clientes: não tenham medo de recorrer ao sommelier. Ele é um profissional qualificado que está a seu serviço e para que a sua experiência no estabelecimento seja a melhor possível.*Com contribuições de Arthur Azevedo e Nelson Luiz Pereira, ambos diretores e professores da Associação Brasileira de Sommeliers - SP. Nelson é também um dos sommeliers mais experientes de São Paulo.
[+ detalhes]
16/08/2018
Empresário vende casa, investe em pizzaria e prevê faturamento de R$ 45 milhões
Nivaldo e Guto Covizzi seguiram trajetórias diferentes após a falência da fábrica de doces do pai; entretanto, mesmo trabalhando para terceiros durante anos, a dupla não desistiu do sonho de abrir o próprio negócioBrasileiros são apaixonados por pizza! A ideia de saborear uma fatia cheia de queijo derretido causa ?água na boca? de muita gente. E o sócio fundador da rede de pizzaria Bella Capri, Nivaldo Covizzi, de 51 anos, sabe muito bem disso.Natural do município paulista de Mirassol, o paulistano com descendência italiana sempre gostou muito do prato, mas, até o ano de 1998, viveu um ?pequeno empecilho? que acabou inspirando seu lado empreendedor. Tudo porque Covizzi precisava se deslocar com a esposa até o município vizinho para experimentar um belo pedaço de pizza, já que sua cidade não tinha nenhuma rede de pizzaria .Assim, a dificuldade em apreciar o prato uniu-se à vontade de empreender, que alimentava desde a infância, fez com que Nivaldo, ao lado da esposa, tomasse a decisão de vender a casa em que moravam para investir na primeira pizzaria na cidade de Mirassol. Nascia a Bella Capri.Vinte anos depois, o ousado plano do casal traz bons frutos. Afinal, somente no ano passado, a marca faturou R$ 30 milhões. E a expectativa para 2018 é um faturamento de R$ 45 milhões.Antes da rede de pizzaria "Bella Capri"Antes da decisão de vender a casa para abrir o próprio negócio, muita coisa aconteceu na vida de Nivaldo. Conforme lembra, ele e o irmão mais novo, Guto Covizzi - que hoje também é sócio da Bella Capri -, nasceram em uma família com boas condições financeiras."Nosso avô, João Covizzi, junto do nosso pai, Nivaldo, e de nosso tio fundaram uma fábrica de doces em meados da década de 1950. Como nascemos entre 1960 e 1970, a fábrica estava muito bem estruturada. Fomos criados em ?berço de ouro?. Até que, no início dos anos 1980, o negócio faliu", relembram os irmãos.O orçamento apertado fez com que a família fosse morar nos fundos da casa da avó materna, provisoriamente. Entretanto, a medida se prolongou e se manteve por cinco anos. Com a retomada da estabilidade da renda doméstica e já morando em um novo lar, o pai Nivaldo abriu uma pequena fábrica de doces, em 1988.Os irmãos, que já eram rapazes de 21 e 17 anos, ficaram responsáveis por ajudar o pai com as entregas dos produtos. A empresa cresceu, conquistou o mercado e passou a conseguir bons lucros."Nessa época, eu me lembro claramente do meu pai nos aconselhando sobre como é importante a gente se cercar de colaboradores competentes e, se possível, ainda mais capacitados do que nós, pois, assim, aprenderíamos mais e mais", diz Guto.Mas, mais uma vez a família teve uma ?surpresa?. Como milhões de brasileiros na década de 1990, os Covizzi foram impactados com o Plano Collor, então a fábrica de doces ?quebrou?, o que fez com que os irmãos tivessem que buscar trabalho em outras empresas.Mesmo com o baque vivido, o pai da família não deixou de incentivar os filhos profissionalmente. "Como ?nascemos? no meio de uma pequena indústria de doces fundada por nossos avós, desde cedo, nosso pai nos falou sobre a importância de ter o negócio próprio e, de certa forma, isso sempre me acompanhou pela vida", relembra Nivaldo.Mudança de trajetória para chegar à pizzaCom a quebra da fábrica de doces da família, Nivaldo foi trabalhar em uma empresa da região para ser representante comercial de pilhas e, em menos de seis meses, foi promovido a supervisor de vendas da companhia.Em 1994, foi contratado por uma multinacional para ser o gerente regional de vendas, onde permaneceu por quatro anos até o momento em que aquela ideia de ter o próprio negócio pode ser colocada em prática com a Bella Capri.Já o irmão mais novo, Guto Covizzi, conseguiu um emprego apenas em 1992 como temporário no fim do ano, na função de repositor de mercadorias das Lojas Americanas. "Fui trabalhar no departamento de brinquedos. Era uma loucura! Nunca abasteci e vi tantos brinquedos na vida, vendia muito", conta.Após quatro anos na empresa, o irmão mais novo dos Covizzi foi promovido a gerente geral da loja no município de Blumenau, em Santa Catarina. Durante a trajetória profissional, passou a trabalhar para o Grupo Carrefour, que adquiriu as Lojas Americanas, e seguiu carreira na empresa, sempre mudando de local.Além da cidade catarinense, Guto passou pelos municípios paulistanos de São José do Rio Preto, Catanduva, Araraquara, Jundiaí, Vinhedo, São Paulo e Araçatuba. Desse modo, por causa da distância dos familiares e com a oportunidade de ter o próprio negócio, ele desistiu da carreira em 2003, virando sócio de Nivaldo na pizzaria.Finalmente: o negócio se transformou em rede de pizzariaApós o sucesso na região do interior de São Paulo e o pioneirismo na cidade de Mirassol, os irmãos começaram a estudar a possibilidade de transformar o negócio em franquia em 2006. E, mesmo com o conhecimento do mercado de pizzaria , a ideia foi colocada em prática apenas um ano depois, com sucesso.Hoje, após 11 anos da decisão, a marca conta com 25 unidades abertas e emprega mais de 500 trabalhadores. Ademais, outros cinco estabelecimentos serão inaugurados em breve pelo interior paulista.
[+ detalhes]
16/08/2018
Qualificação foi o grande diferencial das feiras da Informa Exhibitions no primeiro semestre
Investimentos constantes em inovação e novas formas de se relacionar com o público atraem cada vez mais tomadores de decisão para os eventosA Informa Exhibitions recebeu em suas 11 feiras realizadas no primeiro semestre deste ano a presença expressiva de um público qualificado e com poder de decisão para a realização de negócios. Para citar alguns exemplos, na FEIMEC, voltada para a indústria de máquinas e equipamentos, 85% dos visitantes tinham este perfil e na 25ª Agrishow, uma das maiores feiras de agronegócio do mundo, o índice foi de 80%, resultando também no aumento de 22% nos negócios consolidados na edição deste ano, o que representa um volume de R$ 2,7 bilhões. Este bom resultado, que também se repetiu nos demais eventos organizados no período, é fruto de investimentos constantes em inovação e novas formas de se relacionar com o público."O mercado de feiras vive um novo momento. Nossa principal preocupação é oferecer ao nosso público experiências e oportunidades para gerar novos negócios, expandir horizontes, conteúdo e capacitação", explica Marco Basso, presidente da Informa Exhibitions.Ainda de acordo com o executivo, todos os eventos estão cumprindo estas premissas, entregando ampla visitação, eventos técnicos e de qualificação e promovendo novas tecnologias e tendências. A Fispal Food Service, que recebeu 51 mil profissionais do setor, reuniu uma série de atrações que garantiram a interatividade com o público presente. O Fórum Gestão a Mesa, realizado em parceria com a Abrasel, reuniu mais de 450 participantes para a atualização profissional. Palestras na Arena à La Carte, atrações como Academia de Gelatos, Escola de Gelados e competições como Desafio SEBRAE Like a Chef apresentaram tendências e trouxeram propostas inovadoras para o setor de alimentação fora do lar.A Fispal Tecnologia, apresentou o Demonstrador da Indústria 4.0 e diversas atrações que trouxeram mais dinamismo, inovações e tendências do setor como a Arena da Cerveja Artesanal - que foi realizada pela primeira vez. A FEIMEC também se destacou com o aumento do mix de expositores e produtos, chegando ao número de 956 marcas, o que representa 91% a mais que na edição anterior. "Nossas feiras conectam pessoas 365 dias por ano. Esta é a essência de tudo o que fazemos e, para isso, estamos trabalhando para desenvolver e entregar novas soluções para visitantes e expositores", diz Araceli Silveira, vice-presidente de Marketing da Informa Exhibitions. Segundo a executiva, a empresa vem investindo fortemente nos últimos três anos em conteúdo digital. "Esta é uma fórmula que encontramos para transformar os nossos eventos em voz do setor envolvendo todos os públicos por meio de diferentes canais", comenta. "Nosso objetivo é ir além da realização de negócios porque atualmente o visitante busca tendências, experiência e conhecimento", completa.Por causa desta busca constante em inovação e melhoria contínua no conteúdo das suas feiras, a Informa Exhibitions recebeu neste ano a premiação em duas categorias do programa GE Awards que reconhece as melhores práticas para criação de uma excelente experiência do cliente em seus eventos, além de ferramentas que ajudam a melhorar a competitividade da Informa Exhibitions no mercado global de eventos. Também foi a grande vencedora do Prêmio UFI de Marketing que, desde 2001, reconhece iniciativas exemplares de marketing ligadas a indústria de feiras e negócios.Sobre a Informa Exhibitions A Informa Exhibitions cria comunidades e conecta pessoas e marcas em todo o mundo e, aliando as entregas de suas feiras com uma nova estratégia digital, gera oportunidades e relacionamentos 365 dias por ano. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 200 profissionais, a empresa conta em seu portfólio com marcas como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, Futurecom, ABF Franchising Expo, FuturePrint, Feimec, Expomafe, Plástico Brasil, High Design Home & Office Expo, entre outros, totalizando 17 eventos setoriais. No mundo, atua em 150 escritórios em 57 países e é líder em inteligência de negócios, publicações acadêmicas, conhecimento e eventos, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. http://www.informaexhibitions.com.br/
[+ detalhes]


Produtos Prontos



Veja mais Artigos

Artigos

20/07/2018
A CAMPÂNIA
A Campânia (em italiano: Campania) é uma região do Sul da Itália, com cerca de5,8 milhões de habitantes e área de 13.595 quilômetros quadrados. Sua capital é Nápoles. Tem limites a Oeste e Sudoeste com o mar Tirreno, a Noroeste com o Lácio, ao Norte com Molise, a Nordeste com Apúlia e a Leste com Basilicata. Tem a mais alta densidade populacional das regiões italianas, mas é a segunda, após a Lombardia, em número total de habitantes.Esta região é composta das seguintes províncias: Avelino, Benevento, Caserta, Nápoles e Salerno.Tem 350 km de litoral, que inclui os golfos de Nápoles, Salerno e Policastro. As ilhas de Ischia, Procida, Vivara, Capri e Nisida são também uma parte da Campânia.O nome Campânia é derivado do latim Campania Felix e significado terras fertéis! A região oferece algumas das mais belas paisagens da Itália, como o belo Parque Nacional de Cilento, a Ilha de Capri, a Península de Sorrento e a Costa Amalfitana, que são famosos em todo o mundo.Nápoles, a capital da Campânia, foi o centro do governo Bourbon até a unificação da Itália, em 1860. A região é extremamente rica em cultura e história. Nápoles é famosa por sua comida, vinho, música e arquitetura. O imponente Palácio de Caserta e os locais históricos próximos, como Pompéia, Herculano e Paestum, também são mundialmente conhecidos.A região também ostenta o único vulcão da parte continental da Europa a ter entrado em erupção nos últimos 100 anos. O Vesúvio está ameaçadoramente atrás da cidade de Nápoles.A região tem clima agradável e um litoral extenso e belíssimo. Inicialmente ocupada pelos gregos, que ali estabeleceram diversas colônias, foi logo incorporada ao poderoso Império Romano e, posteriormente, caiu sob o domínio de normandos, espanhóis e franceses até a unificação da Itália.Alguns dos destinos turísticos mais importantes da Itália ficam na Campânia: NápolesCapri IschiaProcida Pompéia Herculano e o Vesúvio Sorrento Positano Costa Amalfitana Amalfi Ravello Salerno Pesto Caserta Pozzuoli.Com todas essas diferentes influências e paisagens de tirar o fôlego, a Campânia é interessantíssima para o viajante. A Baía de Nápoles é linda e seu litoral oferece passeios inesquecíveis, como as ilhas de Capri, Ischia e Procida, e as cidadezinhas de Sorrento, Positano, Amalfi e Ravello, na famosa Costa Amalfitana. A inigualável Pompéia, cidade romana soterrada por uma erupção do vulcão Vesúvio, é o mais importante sítio arqueológico da Europa, mas a Campânia tem outros de grande relevância, como Herculano, também da era romana, Pesto e Pozzuoli, ambos do período grego.Todos esses lugares são tão atraentes que muita gente deixa de conhecer Nápoles, o que pode ser um grande erro, uma vez que a cidade tem não só um museu arqueológico, que é dos mais ricos do mundo, mas também castelos, palácios, charmosos recantos à beira-mar e um centro histórico cheio de jóias do período Barroco. Perto da capital, a Campânia tem, inclusive, um imenso palácio real construído especialmente para concorrer com o de Versailles, do rei Louis franceses: é Caserta, lembrança eterna dos tempos de glória em que Nápoles foi capital do Reino das Duas Sicílias e morada de grandes nomes da arte, da ciência e da história ocidental.QUEIJOS DA CAMPÂNIAGraças as suas terras férteis e clima ameno, a Campânia tornou-se o habitat perfeito para o pastoreio de búfalos, a partir do qual é possível obter vários produtos, como laticínios e queijos. É, de fato, a terra dos búfalos e cerca de 60% a 70% da população bufalina Italiana está na região. Obviamente, essa presença marcante tem uma influência direta sobre os queijos produzidos na região; falar de queijo na Campânia significa, principalmente, falar de mozzarella e, em particular, da famosa Mozzarella di Bufala Campana D.O.P. A relativa abundância de leite de búfalas deu à luz a uma bela variedade de queijos típicos; do leite desses plácidos animais também são obtidos os seguintes queijos: Bocconcini alla panna di bufala P.A.T., Burrini e Burrata di bufala P.A.T., Caciocavallo di bufala P.A.T., Mozzarella nella mortella P.A.T., Provola affumicata di bufala P.A.T. e a Ricotta di Bufala Campana D.O.P. A região ainda é conhecida por outros queijos, sendo os mais notáveis a Mozzarella S.T.G, o Provolone del Monaco D.O.P., o Caciocavallo Irpino di grota P.A.T., o Fiordilatte P.A.T., diversos tipos de Pecorino (particularmente, o Pecorino de Carmasciano, Ricota e Scamorza).Mas, o que significam esses P.A.T., S.T.G. e outras abreviações? D.O.P., I.G.P., P.A.T., S.T.G. ???Tudo corria bem até o início dos anos 2000, quando a palavra do dia se tornou globalização e criou um certo caos nos mercados e na economia, dando vida ao fenômeno da falsificação... global também. A Comunidade Europeia foi praticamente forçada a se proteger por meio da emissão de medidas e regulamentos que protegiam a produção de alimentos; era necessário respeitar o consumidor, as tradições locais e o desenvolvimento da noção de território de origem. Assim, criou-se um sistema único para a proteção de produtos típicos, tanto dentro da própria União como internacionalmente, o que permitiria ao consumidor reconhecer um produto típico de forma clara e simples através de marcas de proteção.Em reconhecimento as culturas e tradições locais, a Comunidade Europeia emitiu três níveis de proteção para produtos típicos.: D.O.P., I.G.P. e S.T.G.D.O.P. ou DOP (Denominazione di Origene Protetta). É uma marca registrada da proteção legal da denominação atribuída pela Comunidade Europeia (CE) a alimentos cujas características específicas dependem essencial ou exclusivamente do território em que são produzidas.O ambiente geográfico inclui fatores naturais (clima, características ambientais) e fatores humanos (técnicas de produção transmitidas ao longo do tempo, artesanato, know-how) que, combinados, tornam possível obter um produto inimitável fora de uma área específica produtiva.Para que um produto seja D.O.P. as fases de produção e processamento devem ocorrer em uma área geográfica definida. Quem faz D.O.P. deve cumprir as regras rigorosas de produção estabelecidas na especificação de produção. O cumprimento dessas regras é garantido por um órgão de controle específico. Com os produtos da marca D.O.P. o elo entre o território e a produção é indissolúvel: se mudasse até mesmo uma característica do lugar de origem, o produto final não seria mais o mesmo.I.G.P. ou IGP (Indicazione Geografica Protetta). Indica uma marca de origem que é atribuída pela Comunidade Europeia aos produtos agrícolas e alimentares para os quais determinada qualidade, reputação ou outras características dependem da origem geográfica e cuja produção, transformação e/ou elaboração se processa em área geográfica determinada. Para obter o I.G.P., portanto, pelo menos uma fase do processo de produção deve ocorrer em uma área particular. Quem produz I.G.P. deve cumprir as regras rigorosas de produção estabelecidas na especificação de produção. O cumprimento dessas regras é garantido por um órgão de controle específico.A marca I.G.P, assim como a D.O.P., implica uma ligação com o território de origem, mas de uma maneira menos rígida e obrigatória. Na verdade, algumas etapas do processamento também podem ser executadas em um local diferente do certificado.S.T.G. ou STG (Specialità Tradizionale Garantita). É uma marca de origem destinada a proteger produções que são caracterizadas por composições tradicionais ou métodos de produção. Esta certificação, regida pelo regulamento CE 2082/92, ao contrário de outras marcas, como D.O.P. e I.G.P., destina-se a produtos agrícolas e produtos alimentícios que possuem uma "especificidade" vinculada ao método de produção ou à composição vinculada à tradição de uma área, mas que não são necessariamente produzidos apenas nessa área.A marca S.T.G., portanto, não se refere tanto a um local específico de produção, mas a um produto obtido através de matérias-primas tradicionais de um território, ou ao uso de técnicas tradicionais de produção / processamento, ligadas a usos ou costumes específicos.Esta categoria inclui muitos queijos italianos, mas não todos. Na realidade, há muitos que são excluídos do registro especial, apesar de serem produzidos de acordo com as antigas tradições leiteiras ou com uma forte ligação territorial.Espaço para produtos de nicho... Após o lançamento desta subdivisão, a agricultura italiana teve de enfrentar o cenário da política agrícola da União Europeia, confrontando-se em condições claramente desfavorecidas. A agricultura moderna, extremamente voltada para a mecanização, requer extensões planas de terra que faltam na Itália, seja para a configuração natural orográfica, seja para a florescente antropização do território. Além disso, produtos de nicho italianos não encontraram espaço. Produções limitadas em termos quantitativos e relativas a áreas muito restritas, tais como não justificar uma D.O.P. ou um I.G.P., encontraram muitas reservas com a União Europeia, que temia que se confundissem. Para reagir a esta situação, o Ministério de Políticas Agrícolas, Alimentares e Florestais decidiu, em 2000, salvaguardar os setores de nicho, melhorando os produtos agrícolas ou pecuários que forem processados de acordo com receitas antigas através de um rótulo específico.P.A.T. (Prodotti Agroalimentari Tradizionali). São uma coisa totalmente italiana, a última categoria de alimentos combinada com uma política de qualidade no campo agroalimentar. Elas refletem novas necessidades e tendências, tanto dos consumidores quanto dos pequenos produtores locais. O "sistema" de produtos tradicionais é regulamentado pelo D.M. de 18 de julho de 2000, publicado no suplemento original n0. 130 do Jornal Oficial n0. 194, de 21 de agosto de 2000, "Lista nacional de produtos agro-alimentares tradicionais". O ministério, no entanto, desistiu de um papel ativo na iniciativa, delegando a tarefa às regiões e preservando apenas um papel oficial.Para produtos tradicionais, entende-se aqueles produtos agro-alimentares típicos e bens, com características tradicionais, cujos procedimentos nos métodos de processamento, preservação e maturação são consolidados ao longo do tempo.O requisito para ser reconhecido como P.A.T. deve ser "obtido com métodos de processamento, preservação e envelhecimento consolidados ao longo do tempo, homogêneos em todo o território em questão, de acordo com as regras tradicionais, por um período não inferior a vinte e cinco anos".Os P.A.T. são produtos incluídos em uma lista especial, elaborada pelo Ministério de Políticas Agrícolas, Alimentares e Florestais com a colaboração das regiões. A lista é regularmente atualizada com base na compilação de fichas técnicas que identificam os novos produtos. Para a identificação: a descrição das características salientes, as metodologias do processamento, a conservação, a maturação.Mozzarella di Bufala Campana D.O.PA mozarela, também grafada muçarela ou mussarela (do italiano, mozzarella) é uma variedade de queijo de massa filada com origem na comuna de Aversa, na região italiana da Campânia. Sua receita tradicional indica o uso exclusivo de leite de búfala, produzindo o queijo em formato de bolotas conservadas em soro, brancas e bem macias. Na Itália, apenas esse tipo de queijo é reconhecido oficialmente como mozzarella, recebendo o selo de certificação de origem. São produzidas, em média, cerca de 35 mil toneladas deste queijo por ano em território italiano.No Brasil, o nome desse queijo foi apenas aportuguesado nas últimas décadas. Até a primeira década do século XXI, no Brasil, era principalmente escrito, popular e comercialmente, mussarela; forma que, embora não dicionarizada, seguia portaria governamental ("Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade", Portaria 364, de 4 de setembro de 1997, que internalizara a Resolução Mercosul GMC 78, de 1996, segundo a qual a denominação poderia ser mozzarella ou mussarela). O dicionário Houaiss, lançado em 2001, trouxe o aportuguesamento "muçarela" que, apesar de sem tradição ou uso, seria a grafia mais correta, de acordo com esse dicionário. A escrita mussarela, porém, ainda é a mais encontrada em supermercados e pizzarias. Além disso, mussarela consta no Dicionário Aulete, no Dicionário de Usos do Português do Brasil, no Dicionário da UNESP e no dicionário português Priberam.Em Portugal, tem mais uso a forma mozarela (igualmente preferida pelo brasileiro Aurélio). O vocabulário da Academia Brasileira de Letras traz ainda a variante muzarela, com pouco uso. O dicionário Priberam também traz a variante moçarela, também com pouco uso.É um dos produtos típicos mais famosos da Campânia, cuja primeira aparição nas crônicas gastronômicas remonta ao século XII, quando os monges do mosteiro de San Lorenzo, em Cápua, criaram um queijo chamado "mozza" ou "provatura" (quando é defumado) e costumavam oferecer a mozza aos peregrinos. Existem vários documentos do século XIV que testemunham a comercialização dos produtos lácteos dos búfalos nos mercados napolitano e de salerno. No entanto, foi preciso esperar até o ano de 1570 antes que a expressão mozzarella aparecesse pela primeira vez no famoso texto de Bartolomeo Scappi, um cozinheiro da corte papal.A fama da mussarela também está ligada à pizza, sendo um dos principais ingredientes.A mozzarella di bufala campana é feita de leite de búfala. Tradicionalmente, os búfalos são criados nos pastos da Campânia e do Lazio e seu leite é usado para produzir este delicioso queijo. O leite é aquecido a baixa temperatura e depois misturado com uma levedura natural. O leite começa a engrossar em cerca de meia hora. Neste ponto, a coalhada é dividida em pequenos pedaços e depois deixada para descansar em um soro quente por cerca de quatro horas ou até que seja criado ácido láctico suficiente para puxar e virar o queijo. A filação do queijo é baseada no calor e no movimento da água. É feito em grandes tanques cheios com partes iguais de coalhada e água a 100°C. A massa filata é, então, picada ou cortada (tritata o mozzata, daí o nome mozzarella) à mão ou com uma máquina. Os produtos obtidos são deixados para resfriar em água durante cerca de vinte minutos. Eles são, então, transferidos para tanques cheios de água salgada, onde são armazenados por diferentes períodos de tempo de acordo com as preferências.Outros queijos mas? não de leite de búfala!Deixando de lado os queijos bufalinos, os outros produtos queijeiros de maior destaque da Campânia são: Mozzarella S.T.G., Fiordilatte P.A.T., Provolone del Monaco D.O.P., Caciocavallo Irpino di grota P.A.T. e diversos tipos de Pecorino (particularmente, o Pecorino de Carmasciano).Mozzarella S.T.G. É um queijo fresco com pasta filada, feito de leite de vaca. Nativo do Centro e Sul da Itália, a mussarela espalhou-se rapidamente pelo mundo inteiro. É produzido em toda a Itália e, também, na Campânia. Geralmente, a mozzarella tem uma forma esférica, mas também pode ter outras formas. As características distintivas deste queijo são a sua suavidade, a superfície branca, lisa, brilhante e leitosa e a fina crosta. Tipicamente, tem uma estrutura fibrosa com camadas sobrepostas que liberam um líquido leitoso no momento do corte ou se pressionadas levemente.A mozzarella (de leite de vaca) e Fior di latte são, basicamente, o mesmo produto, sendo que a maior diferença é no formato.O fior di latte é um queijo fresco com massa fiada; a mais famosa da Campânia é a de Agerola, uma pequena cidade cujo leite foi considerado muito saudável pelo médico grego Galeno. Para produzir um bom fior di latte, é preciso usar leite de vaca de primeira qualidade. O leite deve ser proveniente de mais de uma ordenha e deve ser fornecido imediatamente ao laticínio, geralmente dentro de 24 horas após a primeira ordenha. A produção do fior di latte da Campânia consiste em trabalhar o leite da mesma forma que a mussarela da vaca é trabalhada; a única diferença está na forma e consistência do produto. A forma pode variar; na verdade, pode ser ligeiramente arredondada ou pode ter um pequeno nó ou uma trança. Não tem crosta, é branco como o leite, com algumas nuances amareladas, tem uma pele macia e suave e a sua consistência é tão macia que, quando cortada, libera o líquido leitoso característico; o sabor é fresco e semelhante ao leite levemente ácido.Provolone del Monaco D.O.P. As origens do nome Provolone del Monaco ainda são incertas, tanto que até hoje para a sua interpretação costuma-se recorrer a tradição oral, que tem legado muitas lendas relacionadas à maneira de chamar esse queijo. A lenda mais comum diz que o nome deriva do manto que os pastores usavam para se proteger do frio durante a viagem das colinas de Vico Equense a Nápoles, na época o principal mercado para seus produtosO que é certo é que o autêntico Provolone del Monaco é produzido em Arola, uma aldeia pertencente a comuna de Vico Equense, na província de Napoli, a caminho de Salerno, e é obtido a partir do processamento de leite de vaca Agerolese. É feito de acordo com uma receita passada de geração em geração, desde o século XVIII, quando algumas famílias de pastores de Vomero - um dos bairros situados nas alturas de Napoli - se mudaram para as cordilheira dos Montes Lattari por causa do processo de urbanização. Foi apenas entre os pastos verdes da região de Vico Equense e de Arola, em particular, que eles acharam o lugar ideal para se especializaram no processamento desse tipo particular de Caciocavallo. Embora seja produzido em vários municípios da província de Nápoles, o autêntico Provolone del Monaco é aquele embalado em Arola, a aldeia de Vico Equense, onde o queijo se originou. Desde 2010, o Provolone del Monaco é comercializado com a prestigiada certificação D.O.P. Para poder se gabar dessa marca, cada queijo deve atender a requisitos rigorosos relacionados à forma, às características organolépticas e à área de produção. Em particular, cada um deles deve envelhecer por pelo menos seis meses, tendo a forma de um melão alongado ou uma pêra sem cabeça, pesando entre 2,5 e 8 quilos e ser produzido em um dos 13 municípios da província de Nápoles, indicado no Disciplinar de Produção do Consorzio di Tutela del Provolone del Monaco D.O.P.É um queijo semiduro de massa filada, envelhecido, produzido na área da Península de Sorrento com leite cru de gado Agerolese. É obtido aquecendo o leite para obter uma coalhada mais cozida em comparação com a produção de Caciocavallo tradicional. Sua maturação deve ocorrer lentamente, sem conservantes ou fermentos. Caracteriza-se pelo método particular de maturação, que prevê a suspensão das formas, ligadas aos pares com ligações apropriadas, em ambientes frios e ventilados e longe da luz solar. A superfície de cada Provolone é marcada pelas cordas de ráfia com o qual estão pendurados, subdividindo o produto em seis segmentos mínimos. A casca, dura e lisa, apresenta pequenas rachaduras; a massa é amarela dura e cremosa, caracterizada pelas chamadas lágrimas, que podem ser identificadas nas formas mais temperadas, nos ligeiros olhos de perdiz (pequenos olhos alongados) que os pontilham. Distingue-se pelo sabor doce e aromático que tende a tornar-se cada vez mais determinante e apimentado com a prolongação da maturação, que não deve ser inferior a seis meses. No final do período de maturação, as formas devem manter um peso que respeite as disposições do Disciplinar. Uma vez cortado, deve ser mantido na geladeira por até 90 dias.É um queijo de produção limitada, em torno de 40 toneladas por ano. Metade deles é processada no território de Vico Equense e de Arola; nessas duas áreas o produto é mais valorizado e, frequentemente, vendido com reserva antecipada!Consumido principalmente como um queijo de mesa, é apreciado pelos paladares mais refinados. Pode enriquecer diferentes preparações gastronômicas, mas a combinação clássica com pão caseiro realça as suas características aromáticas e gustativas. Acompanha vinhos tintos muito encorpados e envelhecidos, como por exemplo, o Montevetrano, com o Colli di Salerno IGT.Caciocavallo Irpino di Grotta P.A.T.O Caciocavallo é o queijo mais típico e difundido nas áreas montanhosas e de colinas do Sul da Itália. É quase que omnipresente, porém com diferenças muito sútis, muitas vezes irreconhecíveis pelo consumidor não especializado em queijos! O Caciocavallo Irpino di Grotta P.A.T. é originário da região de Irpinia e, em particular, das zonas de Valle dell?Ufita, Valle dell?Ofanto, Terminio Cervialto e Alta Irpinia. Na realidade, Irpinia é um distrito dos Apeninos, ao redor de Avellino, uma cidade na Campânia cerca de 50 km a Leste de Nápoles. Era o território da antiga tribo Hirpini; sua extensão corresponde a província de hoje de Avellino.Este Caciocavallo Irpino de Gruta P.A.T. (Prodotto Agroalimentare Tipico Tradizionale) é um queijo filado, produzido com leite proveniente de fazendas pequenas e médias e de vacas de cor marrom. A maturação, de 45/60 dias a seis meses, ocorre, tracionalmente em grutas.Durante o período de primavera-verão o gado fica no pasto e a produção de leite é maior. Durante este período, a grande variedade de gramíneas que compõem as pastagens confere ao leite uma grande variedade de aromas, que irão intensificar-se durante o amadurecimento do queijo. Produtos dessa época (abril/maio) são particularmente apreciados. Quando a época do pasto acaba, a comida dos rebanhos é baseada principalmente em forragem e farinha da fazenda (no entanto, a silagem é excluída da alimentação). Os únicos ingredientes que entram na composição desses queijos são: leite integral cru, sal, coalho de vitela, cabrita ou de cordeiro. A forma é esférica e o peso de cerca de 2 a 2,2 kg; no final da maturação terá cerca de 1,8 kg. O amadurecimento vai de 45/60 dias até mais de seis meses. Depois de um primeiro ciclo de secagem, o que pode ocorrer em locais tradicionais, frescos, mas não antes do 45/60 dd, as peças de queijo são levadas para maturar/envelhecer nas típicas grutas de tufo (rochas calcárias porosas), onde desenvolve um microclima e uma microflora propícios para a maturação do queijo em tempos de cura longos, podendo ir até dois anos. Nessas caverna naturais de tufo, os queijos são amarrados em pares e pendurados "a cavalo" em vigas de madeira. A umidade varia entre 80% e 90%, enquanto a temperatura quase constante entre o inverno e o verão varia entre 100C e 150C.A massa é de cor amarelo-palha, que tende a acentuar com o envelhecimento, com buracos raros, semidura ao tato e homogênea. Se pouco maduro, tem um delicado aroma de leite; com maior envelhecimento, destaca-se o cheiro de grama-feno. Muito aromático, agradável, de picante à muito picante nas formas mais temperadas. Apresenta uma persistência gustativa inimitável.No palato, especialmente com maior envelhecimento, todas as características organolépticas sobressaiem: aroma de grama recém cortada, de flores amargas, de baunilha e especiarias e, por vezes, ligeiramente picante. Tem casca fina e lisa, com uma cor palha marcada; é coberto com mofo branco devido ao envelhecimento em grutas.Acompanha bem um vinho tinto bem estruturado, melhor se for um Taurasi DOGC ou um Aglianico Irpiniano, ou com um vinho branco, como um DOGC Greco di Tufo ou Fiano di Avellino DOGC, no tipo doce e ligeiramente picante. Excelente quando servido com acácia ou mel de castanha. O Caciocavallo Irpino di Grotta P.A.T. ganhou o Prêmio Roma 2014 como melhor queijo de leite cru italiano.Como mencionado mais acima, a forte presença de rebanho de búfalos na Campânia contribuiu de forma decisiva no desenvolvimento de outros produtos queijeiros elaborados com leite de búfala, tais como Bocconcini alla panna di bufala P.A.T., Burrini e Burrata di bufala P.A.T., Caciocavallo di bufala P.A.T., Mozzarella nella mortella P.A.T., Provola affumicata di bufala P.A.T.,Ricotta di Bufala Campana D.O.P. e Scamorza di bufala P.A.T. Deixaremos eles de lado, para uma futura oportunidade.
[+ detalhes]
18/07/2018
CASALE DI PIZZA AS DELICIAS DA SABOROSA CUCINA ITALIANA
Elegante e moderna, a forneria italiana Casale di Pizza oferece uma experiência gastronômica tipicamente italiana, em um ambiente confortável e em um cenário perfeito para passar ótimos momentos em família.Valorização da culturaA valorização da cultura italiana é um marco da Casale di Pizza, forneria italiana localizada em Moema, São Paulo, SP, que oferece um local acolhedor e de arquitetura simples para saborear pratos tipicamente italianos, cujos ingredientes selecionados fazem a diferença.A Casale di Pizza reflete o espírito da família Benassi, sempre reunida à mesa, com muita alegria e prazer pela culinária italiana. Suas receitas são preparadas com extrema dedicação e carinho pelo chef pizzaiolo Reinaldo Benassi, o primeiro em São Paulo a ser formado pela tradicional Scuola Italiana Pizzaioli.O amor de Reinaldo Benassi pela gastronomia italiana vem de família e ele nunca mediu esforços para se aperfeiçoar e aprimorar-se na arte de cozinhar com dedicação, carinho e maestria. Com isso, foi o primeiro em São Paulo a formar-se na Academia Italiana de Pizza, o maior ponto de referência para quem deseja se tornar um chef pizzaiolo, em um estreito aprendizado com um mestre que lhe passou os segredos e detalhes para criar uma verdadeira e incomparável pizza italiana.Além de um grande chef pizzaiolo, Reinaldo Benassi também se transformou em um exímio e diferenciado criador de massas. Todo esse know how, permitiu a criação de um cardápio diferenciado, que inclui opções de massas artesanais, pizzas clássicas, especiais e doces, preparados com ingredientes selecionados e em sua grande maioria importados. A Casale di Pizza trabalha para que cada prato seja realmente diferenciado e especial. As pizzas possuem massa crocante, de fino sabor, juntamente com uma seleção dos mais tenros tomates, que dão base a deliciosas coberturas que, levadas ao forno à lenha com temperatura ideal, proporcionam aos mais exigentes paladares uma sensação única de prazer e satisfação.São mais de 40 sabores no menu, destacando-se entre as opções, a Carcamano, que leva fatias de linguiça calabresa artesanal, salsa, cebola roxa, pimenta dedo de moça e erva doce; a Grandíssima, com mussarela, leve toque de gorgonzola, geleia de figos frescos e fatias de presunto cru; e a Quatro Formaggi, feita com queijos mussarela, emmental, mascarpone e parmesão. Para abrir o apetite, a sugestão é a famosa entrada Delicinha, uma massa brotinho fechada e recheada com Catupiry, mascarpone, parmesão, azeite extra virgem, sal grosso e alecrim.Com capacidade para 132 lugares, o espaço também recebe grupos para confraternizações, aniversários e eventos.Além disso, a cada quarenta dias, a casa abre suas portas para o curso ministrado pela Scuola Italiana Pizzaioli, indicado para iniciantes que buscam uma formação profissional de pizzaiolo, profissionais que querem enriquecer seu currículo e proprietários de pizzarias que desejam aprimorar seus conhecimentos.Menu tipicamente italianoA Casale di Pizza é um pedaço da Itália em São Paulo. Os Benassi jamais abrem mão do padrão de qualidade para oferecer o que há de melhor em pizzas, massas e em todas as delícias que compõem seu irresistível cardápio, composto por entradas, saladas, massas e, o carro-chefe da casa, as famosas pizzas! As entradas são compostas por receitas de famílias tradicionais e trazidas da Itália há mais de 100 anos! Entre as opção, estão Berinjela ao Forno (fatias de berinjela cobertas com mussarela, Catupiry, gorgonzola e uma leve pitada de alho); Corniccione Limone (massa fina e crocante com molho de azeite e limão siciliano, levemente apimentado); Corniccione Tradizionale (massa fina e crocante com molho de tomate e parmesão regados com azeite); Delicinha (massa brotinho fechada, com Catupiry, mascarpone, parmesão, azeite extra virgem, sal grosso e alecrim); Focaccia (massa fina de pizza com alecrim e sal grosso regados com azeite); e Rotolina Parma (molho de tomate, mussarela, abobrinha fatiada e parmesão), Rotolina Calabresa (mussarela, calabresa e tomate italiano picado) ou Rotolina Aliche (mussarela, aliche e tomate italiano picado).As saladas oferecidas pela Casale di Pizza são uma combinação perfeita de ingredientes, como a Caprese, que une folhas de rúcula, fatias de tomate-cáqui e mussarela de búfala, com molho genovese; ou a Tuna Salad, que harmoniza alface americana, lascas de atum, mussarela de búfala fresca e tomate-cereja com molho balsâmico; ou, ainda, a Carpaccio Especial, um verdadeiro deleite para o paladar!O cardápio de massas oferece uma opção mais irresistível do que a outra para quem quer degustar as delícias da cozinha italiana! As opções incluem Agnolotti Verde (ricota, nozes e passas); Capeletti di Carne; Caneloni (presunto e queijo); Fusili (ao sugo, calabresa e bolonhesa); Linguine (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); Lasanha ao sugo; Limone integral (cenoura, mussarela, ricota, gengibre, raspas de limão siciliano); Rondeli (requeijão e mussarela); Ravioli (mussarela de búfala e manjericão); Reginete (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); Espaguete (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); Tortelli verde 5 queijos; Tortelloni (mussarela e peperoni); Talharim (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); e Zuca (abóbora, ricota, requeijão e rúcula).Pizzas especiais, gourmet, clássicas e docesO cardápio de pizzas oferecido pela Casale di Pizza merece um capítulo à parte! A harmonização de ingredientes, a massa crocante e as deliciosas coberturas transformam as pizzas em verdadeiras obras de arte que deliciam os olhos e o paladar! O cardápio de pizzas especiais da casa oferece uma seleção para todos os gostos e paladares. Escolha a de sua preferência entre Abobrinha (fatias frescas de abobrinha italiana sobre cream cheese, parmesão e leve toque de alho); Alcachofra (Catupiry e coração de alcachofra com azeitonas); Argentina (molho de tomate, mussarela e alho frito); Berinjela (mussarela, fatias de berinjela gratinada no azeite e parmesão); Bon Vivant (peito de peru, mussarela de búfala e azeitonas); Brócolis (molho de tomates italianos rústicos, com uma leve camada de mussarela, burrata e pesto de manjericão); Calabria (fatias de calabresa artesanal pré-assadas sobre mussarela); Carpaccio Speciale (fatias de carpaccio, alface americana, folhas de rúcula, palmito e cenoura ralada); Casale (mussarela de búfala, fatias de tomate-caqui e presunto cru); Cremona (molho de tomate italiano, atum especial em pedaços com gotas de gorgonzola); Da Nona (queijo emmental, fatias de berinjela, abobrinhas grelhadas e parmesão); Di Parma (molho de tomates italiano selecionados, finas lascas de Parma coberta com mussarela especial e tomates fatiados); Do Rei (leve toque de mussarela, escarola fresca, calabresa artesanal curtida em ervas de Provence, salpicada com parmesão); Finocchio (linguiça calabresa artesanal, erva doce refogada no azeite e queijo petit suisse); Margherita Gourmet (mussarela, tomate-cereja, parmesão em lascas e folhas de manjericão gigante); Margherita Speciale (mussarela de búfala, fatias de tomate e manjericão); Moema (mussarela de búfala, folhas de rúcula fresca e tomate seco); Pescador (cream cheese, alho poró e salmão defumado); Pesto & Pomodori (molho pesto, mussarela, tomate-cereja, folhas de manjericão e alho refogado); Sorpresa (mussarela, sorpresa veneziana e folhas de rúcula regadas com limão siciliano); Tonno (atum especial em pedaços, tomate picado, azeitonas pretas e alcaparras); Verona (mussarela, abobrinha grelhada, queijo Taleggio, queijo gorgonzola italiano e alho frito, opcional); e Zucchini (mussarela de búfala coberta com abobrinha grelhada e parmesão).Já o cardápio de pizzas gourmet dispõe de opções tentadoras e irresistíveis, como a Azzurra (mussarela de búfala, coração de alcachofra, tomate seco, tomate-caqui e salsinha); Burrata (molho de tomates italianos rústicos, com uma leve camada de mussarela, burrata e pesto de manjericão); Calabresa Especial Apimentada (calabresa artesanal, rodelas de cebola e azeitonas pretas); Caprese (mussarela, tomate-caqui, fatias de mussarela de búfala, pesto de azeitonas pretas e folhas de manjericão); Carbonara (molho de tomate, mussarela, gorgonzola, panceta, confit de tomates cerejas e cebola caramelada); Carcamano (fatias de linguiça calabresa artesanal, salsa, cebola roxa, pimenta dedo de moça e erva doce); Casale (mussarela de búfala, fatias de tomate-caqui e presunto cru); Di Casa (queijo mascarpone, alho-poró, parmesão e tomate seco); Do Pedro (queijo brie derretido, mussarela de búfala, folhas de rúcula fresca e presunto cru); Funghi & Poró (mussarela com deliciosa combinação de shitake e shimeji refogados no azeite e alho-poró); Grandíssima (mussarela, leve toque de gorgonzola, geleia de figos frescos e fatias de presunto cru); Originale (mussarela de búfala, fatias de queijo brie e presunto cru); Putanesca (molho de tomate fresco temperado com alcaparras, atum, anchovas italianas, fatias de tomate, manjericão e fios de queijo parmigiano); Quatro Formaggi (queijos mussarela, emmental, mascarpone e parmesão); e Vero Itália (polpa de tomate, calabresa pré-assada, mussarela de búfala e azeitonas pretas).A Casale di Pizza também oferece pizzas clássicas, mas com um toque especial. Entre as opções: 4 Queijos (Mussarela, gorgonzola, provolone e Catupiry); Aliche (filés de anchova importados sobre molho de tomate e parmesão); Atum (atum especial sobre molho de tomate fresco e cebola); Calabresa (calabresa artesanal, rodelas de cebola e azeitonas pretas); Calzone (tradicional pizza fechada com mussarela, presunto picado, ovos e Catupiry); Catupiry (autêntico catupiry e azeitonas pretas); Escarola (escarola refogada salpicada com filés de anchovas italianas, coberta de mussarela); Frango (autêntico catupiry e peito de frango levemente desfiado e refogado com leve toque de cebola e salsa); Margherita (mussarela, fatias de tomate e folhas de manjericão); Mozzarella (molho de tomate fresco, mussarela e orégano); Napolitana (mussarela coberta com molho de tomate fresco, fatias de tomate e parmesão); Palmito (palmitos selecionados, mussarela e azeitonas pretas); Pepperoni (mussarela, fatias de pepperoni levemente apimentado e toque de alho refogado); Piemontese (lombo canadense fatiado, mussarela e um leve toque de alho frito); Pizzaiolo (calabresa artesanal processada, pimenta cumari, finas fatias de tomate caqui, coberta com parmesão especial); Portuguesa (leve toque de mussarela, presunto Sadia, ovos, cebola e azeitonas pretas); e Sardenha (filés de anchovas italianas sobre mussarela e fatias de tomate).Para a sobremesa, pizzas doces... simplesmente irresistíveis! A de Chocolate, por exemplo, é elaborada sobre um fino disco de pizza, com camadas de chocolate com morangos. Já a de Banana tem como complementos açúcar, canela e rum.E, para acompanhar todas essas saborosas opções do menu, a Casale di Pizza dispõe de carta de vinhos com uma ótima variedade para satisfazer os paladares mais exigentes, além de também contar com o maravilhoso chopp gelado, entre outras bebidas. Tudo preparado com muito cuidado e dedicação; e um atendimento impecável!Casale di Pizzacasaledipizza.com.br
[+ detalhes]
18/07/2018
OS VEGETAIS E HORTALIÇAS NA CULINÁRIA ITALIANA
Quando falamos em culinária italiana, os produtos típicos que vêm à nossa mente são massas, queijos e o famoso gelato. No entanto, ignoramos um dos alimentos mais característicos dessa gastronomia: os vegetais.A culinária italianaQuem não conhece a famosa pizza, o vinho e as massas tradicionais da culinária italiana? País que sediou um dos maiores acontecimentos da história, como o Império Romano e o Renascimento, e trouxe um passado histórico riquíssimo, inclusive, na culinária.Tendo uma tradição culinária vasta, a gastronomia italiana adquiriu uma popularidade impressionante, não somente no país de origem, mas em todo o mundo. O segredo está nas técnicas sofisticadas, originalidade e uma maneira simples de produção, que resultaram em pratos especiais que sobreviveram ao tempo e evoluíram. Sem contar com o clima familiar, pois a culinária italiana está muito relacionada com o cotidiano da população que reside no país; os italianos gostam de sentar-se à mesa e apreciar o momento.A culinária italiana é uma das mais saborosas do mundo, com pratos que envolvem os mais variados tipos de vegetais, carnes e massas.Os vegetais e hortaliças ocupam lugar de destaque nessa gastronomia e é fácil explicar o por que. Harmonização e balanceamento são as palavras chave nos pratos das famílias e dos restaurantes italianos. Os vegetais são fundamentais nesse sentido. Enquanto a maior parte da população mundial não ingere a quantidade recomendada, a Itália é considerada o segundo maior consumidor de vegetais e hortaliças da Europa.O relevo, o clima temperado mediterrâneo, o solo rico em nutrientes e a variedade de espécies, são fatores que favorecem o cultivo de vegetais. Batatas, cenouras, aspargos, berinjelas, tomates e brócolis são os tipos mais populares. Seja em saladas, em acompanhamentos ou na elaboração de caldos, o uso dos vegetais é muito importante para a Dieta Mediterrânea e traz como resultado uma refeição saborosa, harmônica e balanceada, durante o ano todo.A variedade é um ponto importante, já que um prato colorido é sinônimo de saúde. Vegetais e hortaliças são considerados alimentos antioxidantes, que atuam na prevenção de diversos tipos de doenças, combatendo o envelhecimento precoce e fortalecendo o sistema imunológico. Além disso, são boas fontes de vitaminas, minerais e fibras.Paixão por vegetaisA cozinha mediterrânica é a alma de toda a cozinha italiana, já que inclui em quase todos os pratos azeite, vários tipos de vegetais e ervas aromáticas.Os pratos italianos caracterizam-se pela forte presença de carboidratos, representados pela massa e arroz. As massas são sempre conjugadas com molhos e geralmente confeccionadas a partir dos mais diversos vegetais. São estes ingredientes que fazem da gastronomia italiana uma das melhores combinações nutricionais.Na Itália, existem mais de 25 milhões de hectares de terras agrícolas que produzem uma grande variedade de vegetais, incluindo muitos que se tornaram verdadeiros símbolos da culinária italiana. Os exuberantes molhos de tomate devem seu sabor aos tomates italianos, as oliveiras das regiões do Sul fornecem um aperitivo de primeira classe e, claro, se falamos de terra cultivada, temos que mencionar milhões de hectares de vinhas (mesmo que não sejam vegetais), onde nascem os melhores vinhos italianos.Por tudo isso, os vegetais constituem uma grande e importante parte da gastronomia italiana, principalmente pelo aroma e sabor que incorporam às refeições. Os vegetais estão sempre presentes nos pratos italianos. Berinjelas, pimentões, abobrinhas, aspargos, espinafres, abóbora, alcachofra e tomate são ingredientes indispensáveis. Na cozinha tradicional italiana, as receitas modernas incluem vegetais grelhados e salteados, nomeadamente de berinjela, pimentão e abobrinha. Segundo pesquisas, 91% dos italianos adoram vegetais e, o mais impressionante para nós brasileiros, é que os jovens são a força motriz do seu consumo nos últimos 10 anos. As pesquisas mostram, ainda, que dos quase 50 milhões de italianos que gostam de vegetais, sete de dez os consomem porque são saborosos e não apenas porque são saudáveis. O crescimento de vegetarianos e veganos na Itália também contribui para o aumento do consumo de vegetais, os quais não podem mais ser considerados como um acompanhamento nas refeições. Segundo pesquisas, para seis de cada dez italianos, os vegetais são o prato principal do seu cardápio diário. Em média, os italianos consomem vegetais uma vez por dia, embora 20% deles consumam dez porções de vegetais por semana. No ranking de maior consumo, as mulheres estão em primeiro lugar - consomem vegetais com mais frequência do que os homens - e, geograficamente, o Norte da Itália confirma-se como um dos pilares do consumo de vegetais.Ingredientes indispensáveisVegetal é um termo gastronômico/nutricional que se refere a diferentes partes de uma planta (as folhas, os frutos, as raízes, os brotos das hastes jovens) que são usados na nutrição humana. Os vegetais são usados de várias maneiras: como um prato em si, como um acompanhamento para carne, peixe e queijo, como um ingrediente de recheios e, ainda mais raramente, como um ingrediente doce. Dependendo do tipo, 90% a 95% do seu peso consiste em água e contém quantidades elevadas de fibras, que dão saciedade, esvaziamento gástrico lento e melhoram a função intestinal.Como em toda a cozinha mediterrânica, os vegetais estão presentes em muitas receitas e a moderna culinária italiana incorpora, no mínimo, um ou dois vegetais chave para acompanhar quase todos os pratos de uma refeição.Mas quais são os vegetais mais cultivados e consumidos na Itália? A lista é ampla e variada, sendo que muitos deles não são saboreados no Brasil.Abóbora (Zucca)A abóbora é um vegetal típico do outono italiano. Devido a seu sabor que tende para o doce, a abóbora é utilizada no preparo de pratos doces e salgados e, também, para mostardas e compotas. Adequada para aqueles que seguem uma dieta baixa em calorias, possui ainda propriedades diuréticas e depurativas. A abóbora pode ser encontrada em vários tamanhos e formas, bem como sua pele manchada pode ter cores diferentes. Sua polpa é farinhenta e de vários tons de laranja, dependendo da variedade. Possui sabor adocicado e deve ser consumida cozida. Suas flores e sementes podem ser salgadas e torradas, servindo também como alimento. Na Itália, é cultivada sobretudo nas áreas de Mântua, Piacenza e Verona. Este vegetal está presente em vários pratos italianos, sendo ideal em risotos, sopas e como recheio de tortelli. A abóbora assada com uma pitada de óleo é um dos pratos saborosos e de baixa caloria muito utilizado pelos italianos. Mas o mais famoso prato italiano com abóbora é o tortelloni feito com massa de abóbora e ovo, além da mostarda da abóbora de Mantua.Abobrinha (Zucchina) A abobrinha, é uma espécie da família Cucurbitaceae, cujos frutos são utilizados imaturos. A planta que produz a abobrinha é nativa da América Central e do Sul e pertence à mesma família de melões, pepinos e abóboras amarelas.A Itália é um dos principais produtores de abobrinha da Europa e do mundo. Este vegetal não é apenas produzido, mas também consumido de maneira maciça e de diferentes formas. É popular e comumente usada na cozinha italiana. As abobrinhas podem ser verde escura ou verde clara, com formato semelhante ao de um pepino. Quando usadas na culinária, são colhidas com menos de 8 cm, quando as sementes ainda são suaves e imaturas. As abobrinhas são os vegetais perfeitos do verão italiano. Pode ser servida grelhada, cozida, recheada, assada, cozida a vapor, frita ou como parte de outras receitas. São excelentes consumidas cruas e ideais para serem cozidas como acompanhamentos leves de carne, peixe, ovos e queijo. Podem ser fervidas inteiras, picadas ou em pedaços por alguns minutos, cozidas no vapor, grelhadas (fatiadas), amassadas e fritas. É usada como ingrediente de minestrone, macarrão e risoto, sendo também famosa como recheio de pizza ou de omeletes. Um dos tradicionais prato italianos é o quiche de abobrinha, uma torta saborosa em que o ingrediente principal, a abobrinha, pode ser combinada com muitos outros ingredientes, como queijo, camarão e outros vegetais. Acelga da costa (Bietola da costa)Também conhecida na Itália como bieta ou bida ou, simplesmente, costa, é uma variedade da acelga comum. Trata-se de um vegetal da família Chenopodiacee, tendo caule herbáceo e grandes folhas verdes brilhantes, com costelas centrais intensas. Possui sabor adocicado e suas folhas e a parte tenra e carnuda do caroço são comestíveis. Na culinária italiana, a acelga pode ser utilizada como os cardos, ou seja, aproveitando-se apenas as costelas, sem usar a lâmina. A acelga verde é praticamente usada como o espinafre; na verdade, é preferida por ter sabor mais doce. Pode ser usada no preparo da Valtellina pizzoccheri ou ser cozida e refogada ema panela, com tempero à gosto. É amplamente usada como substituto do espinafre. Bem lavadas, são fervidas em água salgada, sem cozinhá-las. Podem ser cobertas com manteiga e parmesão ou colocadas no forno com queijo e bechamel.Agretti (Agretti)De origem italiana, o agretti (não há vegetal similar no Brasil) é uma jovem muda de um vegetal de primavera, rico em sais minerais e propriedades purificantes. Suas folhas, em forma de agulha, são filiformes e lembram a cebolinha, mas se distinguem desta por serem mais finas, mais planas e cheias quando cortadas. São de um verde brilhante, tendo base avermelhada e dura, quase pungente. O sabor é azedo, semelhante ao espinafre.Tradicionalmente, o agretti é cozido e servido com azeite e gotas de limão, que acentuam seu gosto mineral. Também é excelente com alho, tomate e anchovas.Aipo (Sedano)Pertencente à família Umbellifera, o aipo é um alimento amplamente utilizado na culinária italiana. É usado principalmente, juntamente com a cenoura e a cebola, no preparo de refogados, onde é considerado um ingrediente básico.É também um ingrediente importante em caldos de legumes e carne, assados, sopas e saladas. Também pode ser consumido cru, depois de retirado os filamentos, acompanhado de vinagrete.O aipo é um grande aliado para saciar a fome, sendo recomendado para consumo a qualquer hora do dia. Sua parte mais doce é a interna, chamada de coração. Também é muito apreciado como aperitivo e petisco; e pode ser servido como "recipiente" para queijo, preferencialmente tipo faixa azul ou de cabra, acompanhado de nozes.Alcachofra (Carciofo)A alcachofra é uma planta espinhosa cultivada na Itália e em outros países para uso alimentar e, secundariamente, medicinal. Do ponto de vista botânico, a alcachofra é uma inflorescência em forma de cesto, de cor verde acinzentada; existem variedades que tendem para o violeta. As brácteas, ou seja, as escamas compactas que formam a cabeça da flor podem ter ou não espinhos. Também variam dependendo do tamanho. As folhas são grandes, oblongo-lanceoladas, tendo extremidades espinhosas dependendo da variedade. As flores são reunidas em um cesto de forma esferoidal, cônica ou cilíndrica de 5 a 15 cm de diâmetro e são azul-violeta. A parte comestível da alcachofra é a base das brácteas e do receptáculo, este último chamado comumente de coração. Na Itália, as alcachofras e suas receitas são consideradas patrimônio cultural. A relação dos italianos com as alcachofras vem do tempo dos etruscos e romanos, que os exaltavam em deliciosos pratos com mel ou vinagre.As alcachofras, quando muito macias, podem ser comidas cruas, com óleo, limão e hortelã, ou cozidas e temperadas com azeite, sal e pimenta, ou empanadas e fritas. Também são excelentes à sauté, salteados em uma panela com alho, óleo e pimenta. São usadas, ainda, em sopas, massas, omeletes e saladas. As alcachofras maduras recheadas com uma mistura de migalhas de pão, queijo e óleo e assados são um prato italiano clássico.As alcachofras também podem ser comercializadas congelados e prontos para uso, conservadas em vinagre, em óleo, etc.Alho (Aglio)O alho é um vegetal da família Liliacerae, sendo encontrado na forma de raiz; seu bulbo, vulgarmente conhecido como cabeça, é constituído por vários dentes, os quais são empregados como condimento culinário e como medicamento há centenas de anos em todo o mundo. Seu inconfundível sabor e cheiro, encontra uso muito amplo e versátil na culinária como aromatizante ou como ingrediente principal de algumas receitas, como o tradicional pesto genovês. O alho pode ser consumido cozido, cru, seco ou fresco. Este último possui aroma mais intenso e é encontrado nos meses do verão italiano. É especialmente utilizado para fazer conservas de alho marinado. Na culinária italiana, seu principal emprego é como tempero e como ingrediente de molhos. No entanto, algumas receitas clássicas, vêm o alho como ingrediente chave, entre elas a Aioli (maionese de azeite com alho esmagado); o renomado pesto genovês; o pesto alla trapani; a tradicional bagna cauda piemontesa; a agliata, um molho obtido pelo esmagamento de alguns dentes de alho, adicionado de sal e azeite (pimenta à gosto) e misturado com um pouco de pão ralado embebido em vinagre branco até obter um molho cremoso e suave, que pode dar sabor a carnes e peixes cozidos. É também um ingrediente indispensável da saborosa bruschetta, sendo "esfregado" cru no pão torrado.Alho-porró (Porro)O alho-porro (Allium ampeloprasum L.) é uma planta herbácea bienal pertencente à família Liliaceae. Possui gosto muito semelhante à cebola, substituindo-a com frequência. A parte comestível é representada pela parte terminal das folhas (a parte branca), enquanto a parte verde das mesmas folhas é comumente descartada. Além de muito apreciado na culinária, também é usado para fins medicinais. É um vegetal de outono e inverno, cultivado em estufas e em campos abertos.O alho-poró é usado na culinária italiana como vegetal e como erva aromática. É usado cru, como condimento, ou cozido em várias preparações ou, ainda, para refogar, substituindo a cebola. Mais delicado do que a cebola, pode substituí-la também em sopas, caldos, risotos, omeletes, tortas, ensopados, cremes e molhos. Cortado em rodelas finas, pode ser consumido cru em pinzimonio ou usado para enfeitar e aromatizar saladas. O alho-porro também é usado como erva aromática em preparações de carne cozida, sopas de peixe e para aromatizar carne de porco e cordeiro. Também é usado para embalar alimentos durante o cozimento, como peixe, por exemplo peixe. Pode, ainda, ser fervido e gratinado com manteiga e queijo, ou simplesmente temperado, depois de fervido, com azeite e limão.Aspargos (Asparagi) Originários da Antiguidade, os aspargos são a parte comestível de uma planta herbácea perene, primaveril, o Asparagus officinalis. São brotos jovens que surgem na base dos rizomas lenhosos, tendo forma alongada, consistência carnuda e sabor bastante delicado, que se assemelha ao da alcachofra; seu sabor muda ligeiramente dependendo do tipo: verdes, brancos, violetas ou selvagens. Delicados, perfumados e ideais para enriquecer cada prato, os aspargos são um dos símbolos gastronômicos da chegada da primavera na Itália. Várias são as tradicionais receitas italianas de aspargos. Este vegetal de haste suculenta é usado em sopas, saladas, recheios e cozidos ou, ainda, acompanhados por ovos, manteiga, parmesão ou molhos e vinagrete. Os aspargos brancos, verdes e violetas são adequados para todas as preparações; para omeletes e sopas são preferíveis os aspargos selvagens.Seja qual for a forma que forem preparados, possuem sabor característico e são uma grande fonte de fibras e antioxidantes. Para fervê-los, os italianos utilizam um pote especial chamado "asparagiera".Berinjela (Melanzana)A berinjela, é um vegetal de verão. Apresenta grande variedade de formas e cores, de acordo com as variedades da planta da família Solanaceae, a mesma das batatas, tomates e pimentões. As muitas variedades se distinguem pela forma, alongadas, redondas ou ovais, e pela cor. A polpa é carnuda, branco-esverdeada, e seu sabor característico e bastante picante. Deve ser consumida absolutamente cozida.É difícil imaginar a culinária italiana sem a berinjela. A primeira referência à berinjela na Sicília data de 1309; hoje, dezenas de variedades de berinjela são cultivadas na Itália. A beringela possui a propriedade de absorver muito bem gorduras alimentares, incluindo o óleo, o que permite o preparo de pratos muito ricos e saborosos. As berinjelas são usadas na culinária em receitas à parmegiana, siciliana caponata, recheadas, fritas, empanadas ou como ingrediente de molhos para cobertura de massas, ou ainda, cozidas e grelhadas.Borragem (Borragine)A borragem (Borago officinalis L.), é uma planta herbácea anual mediterrânea, nativa do Sul da Europa e do Oeste da Ásia. Também chamada de Borrana pelos italianos, é uma planta muito difundida e que possui muitas propriedades; estudos estão em andamento sobre os seus possíveis efeitos carcinogênicos. As folhas da borragem são consumidas cozidas. É um alimento básico para os tradicionais pansotti, da Ligúria. Seu óleo é extraído das sementes por prensagem a frio.A borragem é uma erva com sabor semelhante ao do pepino. Suas folhas frescas são usadas em saladas para substituir os pepinos. Atualmente, alguns chefs usam as folhas apenas escaldadas em água fervente, como substituto para o espinafre fresco, embora seja sempre recomendado cozê-las. É excelente em sopas, acrescentando um sabor característico, bem como para aromatizar chá gelado. Cardos (Cardo)O cardo (Cynara cardunculus altilis) é um vegetal do inverno italiano semelhante ao aipo, mas pertencente à família das alcachofras. Até mesmo o seu sabor é semelhante ao da alcachofra, característico e amargo, porém com nuances que lembram o aipo. Ao contrário da alcachofra, os cardos são consumidos pelos caules, os quais são muito longos: de 60 a 150 cm.Os cardos podem ser consumidos cozidos, gratinados no forno ou fritos. O primeiro cozimento, de duas a quatro horas, geralmente é feito no leite ou na água.No Piemonte, são acompanhamentos da famosa Bagna cauda. Na Sardenha, os cardos selvagens são utilizados na produção de licores ou produzidos em óleo.Cebola (Cipolla)A cebola (Allium cepa) é uma das mais antigas espécies hortícolas, atualmente cultivada em todas as partes do mundo. É amplamente utilizada na culinária e rica em propriedades terapêuticas como descongestionante para a faringe, desintoxicante para o fígado, para o intestino, para anemia, antibiótico e vermífugo. A parte comestível da planta é o bulbo, do qual as escamas (ou túnicas) são consumidas cruas ou cozidas.A cebola é um dos aromas mais usados na culinária de todos os países. Seu sabor particular proporciona preparações saborosas e realça outros ingredientes utilizados em vários pratos nacionais e internacionais. Na culinária italiana, a cebola é usada como ingrediente no preparo de muitos pratos, tanto como base (frita) para sopas, minestrone e risoto, carne e molhos, como para compor saborosas saladas, ou como protagonista, como é o caso da sopa de cebola, cebolas recheadas, cebolas cozidas e omelete de cebola, ou ainda, os saborosos anéis de cebola fritos.As cebolas também são cada vez mais populares entre os queijos e, as cebolas pequenas, também podem ser preparadas em conserva, para acompanhar aperitivos cozidos ou simples.Cenoura (carota)A cenoura (Daucus carota) é uma das hortaliças mais populares e comuns do mundo. Além de dar cor aos pratos, possui muitas propriedades nutricionais. Na culinária italiana, seu uso é variado, podendo ser um ingredientes no preparo de purê de batatas, sucos, sopas, sobremesas, etc., além de ser consumida crua, em saladas, ou refogada com aipo e cebola. Pode ser cortada de várias formas e se tornar uma bela decoração para qualquer prato. Chicória (Radicchio)A chicória é um dos mais famosos vegetais da gastronomia italiana, pelo seu sabor inconfundível e seus muitos usos em várias receitas. Pode-se encontrar três variedades de chicória: vermelha, verde clara e branca. Do primeiro grupo, as mais famosas são de Treviso, Verona e Chioggia. Além disso, a chicória pode ser mais doce ou amarga, dependendo do período em que é cultivada. A "precoce" é mais doce e a "tardia" mais amarga.Desde os tempos romanos e gregos, este vegetal está associado a propriedades curativas e, até mesmo, soníferas. Mitos à parte, a chicória contém quantidades importantes de potássio, fósforo, sódio, ferro, magnésio, manganês, cálcio, vitaminas e aminoácidos, alem de contribuir com apenas 14 calorias por 100 gramas, o que a torna altamente nutritiva e valorizada nos mais variados tipos de pratos. Na culinária, os vários tipos de chicória são usadas, principalmente, no preparo de saladas cruas e mistas, em pinzimonio, grelhado, sauté ou como ingrediente principal de risotos. Seu uso é cada vez mais ampliado a preparações especiais, como em biscoitos com chicória. Na culinária do Sul da Itália, a chicória é frequentemente combinada com pratos de legumes. A chicória vermelha presta-se muito bem para dar um leve toque de amargor às saladas ou, se cozida, em risotos, como o clássico risoto com gorgonzola e chicória.Couve-flor (Cavolfiore)Vegetal típico do inverno italiano, a couve-flor é uma das variedades mais comuns de repolho. Possui forma arredondada e cor branca, tendo inflorescência compacta, com peso que varia de 1 a 1,5 kg. Graças ao perfeito equilíbrio dos seus componentes, a couve-flor apresenta efeito benéfico para a saúde de todo organismo e contém poucas calorias. O seu suco também é usado para fins terapêuticos.É amplamente consumida na culinária italiana como acompanhamento, sendo fervida e temperada com azeite e vinagre (ou limão); conservada em picles; gratinada com molho bechamel; frita; e como condimento para massas ou sopas.Quando tenra e fresca, é excelente crua, cortada em fatias muito finas e combinada com outros vegetais em saladas. Uma das variedades de couve muito utilizada na culinária italiana é a couve de Bruxelas (Cavolini di Bruxelles) que, apesar do nome, é nativa da Itália, tendo sido introduzida na Bélgica por legionários romanos. Esta couve miniatura possui folhas redondas que formam brotos arredondados, verde-claros, constituindo saborosos pratos.A culinária italiana prepara a couve de Bruxelas de maneira simples e fácil: cozida e temperada como qualquer salada. A maneira italiana mais clássica de prepará-las é assá-las no forno com bechamel, manteiga e parmesão.Couve lombarda (Verza)A couve lombarda é uma variedade de repolho, um vegetal de inverno utilizado em várias receitas da culinária italiana, tanto na forma crua como cozida. É um ingrediente da Casoeula, uma receita típica Lombarda, e de Valtellina Pizzoccheri. Possui folhas enrugadas e encrespadas, com nervuras proeminentes de cor verde intenso; as folhas internas são branco-amareladas. A parte comestívelpode ser esférica ou subesférica, achatada ou cônica. O peso varia de 1 a 2 kg. O sabor é intenso e característico e as folhas são crocantes.A couve lombarda pode ser preparada crua, estufada ou brasa e é ingrediente de muitos tipos de sopas, com macarrão ou arroz, e de preparações como a Cassoeula, prato típico da Lombardia.Dente-de-leão (Tarassaco)O dente-de-leão é uma erva perene, que cresce espontaneamente. É difundida e conhecida na cultura popular italiana por suas propriedades e, na culinária, por seu típico sabor amargo. Todas as partes da planta, desde as folhas, até as raízes e as flores são usadas. Seu suco, ou látex, é muito amargo. O principal uso do dente-de-leão na culinária italiano é no preparo de saladas; oferecendo excelente combinação com o agrião, devido a suas folhas mais tenras. Suas folhas também podem ser cozidas, sendo consumidas com azeite e vinagre ou cozidas em uma panela com azeite e alho. São, também, muito usados como ingrediente principal de sopas e omeletes. Os brotos das flores e os botões podem ser armazenados em salmoura ou em vinagre para serem usados como uma espécie de alcaparras. Uma parte muito boa e pouco conhecida é a raiz do dente-de-leão, que pode ser cozida e temperada com azeite, oferecendo um prato delicioso.Escarola (Scarola)Muitas vezes confundida com a chicória e embora sejam do mesmo gênero, o Cichorium, a escarola é um vegetal com sabor fresco e delicado, do qual as folhas são comestíveis. A variedade belga possui a forma de um grande charuto de cor creme, porque é cultivada no escuro, técnica que permite que as folhas permaneçam brancas e mais doces ao palato. Pode ser consumida crua ou cozida.Espinafre (Spinaci)O espinafre é um vegetal com folhas verdes carnudas, típico do inverno italiano; está entre os vegetais frescos mais usados na culinária italiana. Famosa por seu conteúdo de ferro, fornece excelentes valores nutricionais ao organismo.O espinafre é um alimento precioso na culinária italiana, sendo utilizado no preparo de receitas saborosas e, também, para ser consumido cru, em saladas, utilizando-se espinafres ainda jovens, tenros e com folhas suaves.A culinária italiana utiliza o espinafre como ingrediente de várias receitas. Quando crus, são um dos ingredientes do vinagrete; quando cozidos, são ideais para orecheio de croquetes, tortas salgadas ou massas frescas, como o famoso ravioli de ricota e espinafre, sendo ainda usados para pudins ou flans. Muitas receitas da tradição italiana utilizam o espinafre como ingrediente principal, como o erbazzone, o bolo Pasqualina e o strangolapreti do Trentino.Pepino (Cetriolo)O pepino (Cucumis sativus) é um vegetal pertencente à família Cucurbitaceae, cultivado desde a Antiguidade para fins alimentícios. Composto por 96% de água e quase sem calorias, é um vegetal tipicamente de verão, para ser consumido cru em saladas. É também o ingrediente principal do molho grego feito com iogurte e alho, chamado Tzatziki.Na Itália, os pepinos são consumidos predominantemente crus, em refrescantes saladas de verão.Pimenta (Peperoncino)A pimenta, assim como o pimentão, pertence ao gênero Capsicum L., plantas da família Solanaceae. Existem centenas de espécies de pimentas que podem ser picantes, doces ou ornamentais. A capsaicina contida nelas é o alcaloide que determina sua ardência. É um condimento muito popular e há muitas preparações à base de pimenta, como páprica, tabasco, curry ou chutney. Na culinária italiana, a pimenta pode ser consumida fresca, seca, defumada, cozida ou crua para dar sabor e aromatizar qualquer tipo de prato feito de carne, peixe, macarrão ou molhos. Na Itália, é amplamente utilizada como base de pratos regionais, principalmente em todo o Sul da península. Na Calábria, por exemplo, é ingrediente para a típica nduja; e na Basilicata, é usada no farelo de pimentas. Pelo sabor que dá aos pratos, a pimenta é um "culto" na cozinha italiana. O espaguete temperado simplesmente com alho, óleo e pimenta, é um prato italiano riquíssimo em sabor.Algumas variedades de pimenta são recomendadas para consumo imediato e outras, como a Habanero, por exemplo, podem ser secas e moídas. Desta forma, aumenta a concentração de capsaicina e, portanto, sua ardência. Um excelente tempero para qualquer prato é o óleo de pimenta, que pode ser facilmente preparado em casa. Pimentão (Peperone)O pimentão é um vegetal da família Solanaceae. De todos os vegetais que o verão italiano oferece, os mais coloridos e saborosos são os pimentões. O pimentão italiano é mundialmente conhecido não só pela sua qualidade, mas também pela sua versatilidade em várias receitas, constituindo um ingrediente básico nas receitas da Itália. Um condimento sem igual, superado apenas pelo seu uso como ingrediente principal. A palavra italiana para pimentão é peperone e seu plural é peperoni. O pimentão adiciona cor, textura e doçura e seu sabor distinto combina bem com outros ingredientes italianos. É encontrado nas variedades verde, vermelha, amarela, laranja, branca e roxa. O pimentão verde é menos doces e um pouco mais amargo do que o pimentão vermelho, amarelo ou laranja. Comparado ao pimentão verde, o pimentão vermelho possui mais vitaminas e nutrientes e contêm licopeno. O sabor do pimentão pode variar dependendo do armazenamento e das condições de cultivo.O pimentão pode ser consumido cru, em saladas, no pinzimonio ou no Bagna Caoda, um prato típico do Piemonte à base de anchovas, onde o pimentão e outros vegetais são mergulhados. Outro prato típico italiano feito com pimentão é o Peperonata, no qual todas as variedades são adequadas para o seu preparo, que pode incluir ainda batatas e carne moída, refogados em molho de tomate, doce e azedo. Outra receita tradicional da culinária italiana é o pimentão recheado. Para esta receita, o pimentão arredondado é mais indicado, podendo ser recheado à vontade com carne, salsicha, atum, outros vegetais e assados no forno. O pimentão também é um dos vegetais presentes na caponata, um prato típico da culinária da Sicília, que consiste em beringela salteada em um refogado de tomate e cebola em azeite, temperado com alcaparras, vinagre e açúcar. Refogado, frito ou recheado, as receitas italianas de pimentões oferecem uma experiência gastronômica única.Repolho (Cavolo)Pertencente à família Cruciferous, o repolho (Brassica Oleracea) é um vegetal típico do inverno italiano, tendo folhas ou inflorescências, que ainda não amadureceram, comestíveis. São ideais para uma dieta saudável e equilibrada.Na culinária italiana, o repolho é usado para o preparo de sopas, minestrone e risotos. Pode ser consumido cru, em saladas, ou cozido, como acompanhamento de diversos pratos. Uma das formas mais típicas de consumo é cozido em um pouco de água salgada com adição de vinagre e servido quente com manteiga derretida, pimenta e sal.Existem muitas variedades cultivadas que diferem em forma, cor e sabor. Uma delas é o repolho preto, também chamado de "repolho preto da Toscana" ou "repolho caneta". O repolho preto é um vegetal de inverno com múltiplas propriedades: prevenção de várias formas de câncer, úlcera gástrica e colite ulcerativa, além de apresentar baixas calorias. Esta variedade de repolho, típica da culinária toscana, possui uma folha longa, verde intenso com reflexos quase azuis, tendo sua costela mais clara. A superfície da folha é cheia de bolhas. Seu cheiro é ácido.O repolho preto é um ingrediente fundamental da culinária toscana e da famosa ribollita, uma sopa de feijão com pão amanhecido e vários vegetais. É também excelente para o preparo de sopas e, muitas vezes, é combinado com feijão.Na Toscana, também é usado para o preparo de Cavolo nero con le fette (repolho preto em fatias); e de bruschetta, onde é usado em pão torrado. Ou, ainda, bem cozido e refogado em uma panela com alho e óleo.Outra variedade muito apreciada na culinária italiana é o repolho romanesco (Cavolo romanesco), também conhecido como repolho de brócolis romanesco, repolho romano ou, simplesmente, brócolis. O brócolis surpreende pela perfeição do design de suas florzinhas, que são repetidas como fractais. surpreende pela perfeição do design de suas florzinhas, que se repetem como fractais. É uma das hortaliças de uso mais antigo. Sempre presente na culinária italiana, dependendo da preparação, além das cabeças, também se utilizam as folhas mais tenras, que são excelentes e definitivamente melhoram o sabor de qualquer preparação à base de couve-flor.De cor verde clara brilhante, possui formas muito especiais e sabor doce. O brócolis romano, assim como toda variedade de repolho, pode ser consumido cru, temperado com azeite, sal e limão; ou cozido de várias maneiras: cozido e refogado em uma panela, frito ou usado em sopas.Rúcula (Rucola)A rúcula é conhecida desde a Antiguidade pelo seu perfume aromático e sabor ligeiramente picante e absolutamente inconfundível, bem como por suas propriedades estimulantes, depurativas, digestivas e afrodisíacas. Apreciada por seu sabor picante, as folhas frescas de rúcula são amplamente utilizadas em saladas e molhos; para enriquecer sanduíches e pizzas; realçar alguns queijos macios; e ideais com carpaccio de carne ou bresaola. Quando cozida, combina perfeitamente com macarrão, arroz, ovos cozidos, recheios de carne e sopa de legumes.Suas sementes também podem ser usadas, por exemplo, para substituir sementes de mostarda, ou para fazer óleo. Batida com pinhões e queijo parmesão, é um dos ingredientes básicos da clássica salada misticanza. O pesto de rúcula é um excelente molho para complementar vários tipos de massa, além de ser um ótimo acompanhamento de arroz e batatas. Tomate (Pomodoro)O famoso pomodoro, ou tomate para nós brasileiro, são frutos carnudos de uma planta de solanácea nativa da América Latina. Possuem características muito diferentes dependendo da variedade, em termos de cor, forma, tamanho e características de sabor. Na Europa, foi cultivado por muito tempo apenas para fins ornamentais, uma vez que os frutos não eram considerados comestíveis. Recebeu poderes misteriosos e afrodisíacos e, por essa razão, foi empregado em poções mágicas pelos alquimistas dos séculos XVI e XVII. Hoje, são considerados aliados preciosos da saúde, sendo a base de muitos pratos da cozinha mediterrânea.Dependendo da variedade, o tomate é amplamente usado em saladas, sopas, molhos, condimentos, conservas, sucos e coquetéis, como o famoso Bloody Mary. São saborosos recheados e com mussarela, o chamado "caprese", um dos pratos típicos da gastronomia italiana à base de tomate.A Itália se orgulha de ser o principal produtor de tomates da Europa. O país produz entre seis e sete milhões de toneladas de tomates por ano em suas principais regiões de cultivo: Emilia Romagna e Campagna, no Sul; Puglia, no Norte, e Sicília. A cultura italiana divide os tomates em duas classes: insalata e Pomodori. Insalata são os tomates adequados para uso em saladas, consumidos crus; são arredondados, de superfície lisa e/ou divididos em uma espécie de segmentos. Pomodori são os tomates para cozinhar, incluindo-se uma série de receitas, inclusive, o molho de tomate. Para esta finalidade culinária, os tomates são piriformes (em forma de pedra), alongados, muito carnudos e de uma cor vermelha intensa.Também são usados para fabricação de tomates secos e conservas, sendo os mais adequados os que possuem frutos pequenos, vermelhos ou amarelos, redondos, ovais ou piriformes, muitas vezes agrupados. Um dos tipos mais utilizados na preparação de molhos é o San Marzano. Também chamado depomodoro San Marzano ell'Agro Sarnese-Nocerino, é considerado como o melhor tomate do mundo para o preparo de molhos. É a variedade de tomate que produz um dos molhos de tomate mais apreciados na culinária italiana, particularmente no uso empizzas. O tomate San Marzano apresenta tamanho médio, com formato retangular, muitas vezes terminando-se em ponta. Apresenta baixo conteúdo de glicose e acidez e é o mais adequado para conservação e enlatados.Comparados com os mais conhecidos tomates de Roma, os tomates San Marzano são mais finos e pontiagudos em sua forma. A carne é muito mais grossa, com menos sementes, e o gosto é muito mais forte, mais doce e menos ácido, sendo descrito como agridoce.O tomate é bastante colorido, saboroso e versátil, sendo, portanto, usado em abundância na culinária italiana. O molho de tomate é um pilar da cozinha italiana, saladas de tomate com queijo ou simplesmente tomates em conserva compõem o sabor autêntico da Itália.Usado para temperar massas ou consumido cru em saladas, o tomate deve sempre ser acompanhado por um pouco de azeite extra virgem ou um copo de vinho tinto, ampliando a assimilação pelo organismo das vitaminas lipossolúveis e aumentando a atividade antioxidante do licopeno.Topinambour (Topinambour)Abandonado há anos e atualmente reavaliado pela culinária italiana, o topinambour tem sido, durante décadas, um alimento substituto da batata. É um tubérculo comestível, com polpa carnuda e esbranquiçada, que oferece um sabor delicado e doce, semelhante à alcachofra e próximo ao sabor e consistência da batata. Sem similar conhecido no Brasil, o topinambour pode ser consumi cru, em saladas, cortado em fatias finas e temperado com óleo, salsa e cebola, ou cozido. Assim como as batatas, pode ser frito ou usado, utilizado para fazer panquecas ou purê, com adição de manteiga. Na culinária piemontesa são típicos da bagna cauda e do fondue.Os tubérculos de topinambour mais adequados para uso na culinária devem ser firmes, com casca acastanhada violeta, sem dentes ou lesões. Os melhores são alongados, cor-de-rosa e lisos.Vagem (Fagiolini)Também chamados de Bobis, boby, bobby ou cornetti, são as vagens imaturas do feijão Phaseolus vulgaris, da família Papilionaceae. Na variedade boby, estes grãos possuem cor verde profunda e forma alongada e fina; a semente é branca. Crescem em plantas anãs ou trepadeiras; De alguma dessas plantas são consumidas as vagens (feijão verde) e de outras as sementes (feijão). As vagens e sementes são consumidas em saladas com cebola ou alho, temperadas com azeite e vinagre ou limão. Na Puglia, são encontradas como especialidades em óleo. Quando cozidas em uma panela, com tomate, por exemplo, devem primeiro ser fervidas um pouco al dente (por cerca de 5/8 minutos). Podem ser usadas no preparo de omeletes, tortas salgadas ou servidas como primeiros pratos, acompanhadas de batatas cozidas. A culinária italiana possui muitas elaborações com vegetais e hortaliças. Espinafre, tomate, cardo, aspargo, abobrinha, berinjela e outros citados acima, são apenas alguns deles. Versatilidade é a magia que faz desses vegetais o principal ingrediente da culinária italiana.O tempero certo para cada pratoHá temperos que nos lembram certas gastronomias e o italiano, no qual o sabor, o bom produto e as nuances intensas prevalecem, é um deles. É claro que na culinária italiana, o equilíbrio entre ingredientes é essencial, assim como as suas especiarias, que dão um toque especial a cada prato. As mais utilizadas são orégano, sálvia, manjericão, tomilho, erva-doce, hortelã, estragão, salsa e alecrim. Se há um tempero essencial na culinária italiana, é o manjericão. Seja para o famoso pesto genovês ou como um condimento nas pizzas, o manjericão dá sabor fresco e envolvente que o torna um dos temperos mais usados na culinária italiana. Além das duas elaborações anteriores, o manjericão é perfeito para fazer um óleo que serve para dar sabor a um bom cozido ou a uma salada. O orégano também é um dos temperos mais usados na culinária italiana e serve como um intensificador de sabor para todos os tipos de pratos. Pode ser usado fresco e seco para ser adicionado em molhos, ensopados ou mesmo em saladas. Outro dos usos mais comuns do orégano é para marinar peixes ou aves e, além disso, pode-se adicionar um pouco de orégano a uma sopa ou a um caldo. O alecrim é um tempero muito especial e poderoso, com um toque amargo, por isso, é preciso saber como dosar. E, a culinária italiana o faz perfeitamente, utilizando- o em guisados de carne ou peixe. É, também, uma das especiarias mais utilizadas na culinária italiana para aromatizar os mais variados tipos de arroz.O tomilho é, junto com o orégano, uma das principais especiarias da culinária italiana. Normalmente, é usado em salsichas ou para temperar molhos, aos quais também pode-se acrescentar alecrim ou louro, por exemplo. A culinária italiana o adiciona em caçarolas e caldos de peixe e legumes. Assim como o orégano, amplia o sabor dos outros ingredientes, com um toque especial.A cebolinha, como o próprio nome sugere, lembra a cebola, embora com um sabor mais apurado. Sua aparência em nada lembra a cebola; possui galhos longos e uma poderosa tonalidade verde. A culinária italiana a utiliza em praticamente todos os tipos de elaborações, tanto para temperar, quanto para decorar os pratos. É ideal para peixes com cozimento curto, tortilhas e ovos mexidos, sopas, acompanhamentos de queijo ou para decorar todos os tipos de pratos frios. A salsa também é amplamente utilizada na culinária italiana para acompanhar todos os tipos de pratos, aos quais traz um pequeno toque familiar de frescor. Por esta razão, é o acompanhamento ideal para molhos de peixe e pratos leves de verão, como o linguine a le vongole. É também frequentemente acompanhado de alho.A sálvia é um tempero muito aromático, mas também muito amargo, que deve ser usado em pequenas quantidades e, se possível, fresco. Na cozinha italiana, é usada juntamente com manteiga finamente fatiada para o preparo de molhos ou recheios de massas, especialmente o ravioli. Também pode ser adicionada a guisados de carne, como o saltimbocca alla romana.
[+ detalhes]
22/05/2018
VINDIMA GÓES 2018 - UMA EDIÇÃO ESPECIAL QUE INICIA AS COMEMORAÇÕES DOS 80 ANOS DA VINÍCOLA GÓES
Empresas são como pessoas, traçam planos, compartilham momentos, superam crises, escrevem sua história e evoluem com o tempo. Assim pode ser definida a trajetória da Vinícola Góes, tradicional empresa brasileira, que em 2018 completa 80 anos de história.Desde 1938, de geração em geração, a família de Gumercindo Góes, um dos pioneiros produtores de vinho do Brasil, mantém a dedicação e cuidado na produção das uvas e elaboração de seus vinhos para agradar o paladar brasileiro. Para festejar o octogésimo aniversário, a Vinícola Góes terá diversos momentos de comemoração ao longo do ano, em agradecimento a todos que estão e estiveram compartilhando com a empresa e com seus produtos os bons momentos ao longo de suas vidas.O primeiro destes momentos é a XII Edição da Vindima, a VINDIMA GÓES 2018, evento muito aguardado por visitantes e turistas de todos os Estados que visitam anualmente a vinícola, trazendo família e amigos. A trajetória da Vinícola Góes é contada pelos membros da família e da equipe da Vinícola, dando início ao encontro. Posteriormente, o visitante é levado por um charmoso trenzinho até o vinhedo. Durante o trajeto, é possível se desconectar da cidade grande, aproveitar o clima da região e participar de um bate papo descontraído, onde são apresentadas as curiosidades da região, do plantio e da colheita da uva, reforçando a importância da cultura vitivinícola em São Roque.Chegando aos vinhedos, os participantes podem colher as uvas diretamente das videiras. Em seguida o processo da elaboração do vinho é apresentado no interior da área de produção. O enólogo Fábio Góes é quem revela os segredos da produção de boas safras.Ainda no interior da fábrica, se inicia um dos marcos de todo o evento, a tradicional Pisa da Uva. Todos são guiados para reviver a história da produção do vinho, de forma nostálgica e encantadora, pisando as uvas ao som de músicas típicas, despertando recordações emocionantes, em meio a muita animação e felicidade.Para finalizar o passeio, todos são convidados a fazer um brinde de celebração da farta colheita e desfrutar, em meio ao ambiente das videiras, um almoço típico português, acompanhado de toda a linha de produtos da Vinícola Góes. O retorno à sede conclui o passeio, que sempre reserva algumas surpresas. Referência no setor vitivinícola brasileiroFundada em São Roque, interior de São Paulo, a Vinícola Góes iniciou suas atividades oficialmente em 1938. Localizada na Estrada do Vinho, a empresa atua no setor vitivinícola brasileiro, produzindo os mais variados tipos de vinhos tintos, brancos, finos e frisantes, além do chopp de vinho e sucos de uva. Além disso, mantém ainda um campo experimental, onde são testadas diversas variedades de uvas, desde as europeias, como Cabernet Sauvignon, Merlot Tannat e Chardonnay, até as desenvolvidas no Brasil pela EMBRAPA, como a Lorena, Violeta, entre outras. A Vinícola Góes conta com modernos equipamentos de vinificação e estocagem, com capacidade de produção de 10 milhões de litros/ano. Seus vinhos são distribuídos nas principais capitais brasileiras e estão entre as marcas mais lembradas na produção nacional.Impulsionando ainda mais a vitivinicultura, as festas do vinho, realizadas pela empresa ajudaram a divulgar os produtos da Vinícola Góes por todo o cenário nacional. Todo esse patrimônio empresarial é dirigido pelos filhos e netos de Gumercindo Góes, a terceira e quarta geração do patriarca Nhô Dito Góes, que começou como um simples lavrador e, juntamente com outros pioneiros, transformou Canguera no Vale nas Adegas e a Vinícola Góes em uma das principais vinícolas da cidade. Há cinco anos, a empresa iniciou pesquisas para produzir uvas nobres em São Roque. Já é possível colher as safras e os enólogos estão trabalhando para o desenvolvimento de um novo vinho, feito inteiramente em terras paulistas. Muito antes do enoturismo se transformar em uma alternativa de lazer, Gumercindo Góes, fundador da empresa, já sabia do caráter social do vinho e do prazer que proporcionava. Assim, a Vinícola Góes foi uma das pioneiras a apresentar o tour guiado pela fábrica, oferecendo aos visitantes um passeio no parreiral para conhecer todas as etapas da produção de um vinho, o chamado enoturismo, que vem crescendo consideravelmente a cada ano. Além do agradável passeio, os visitantes podem degustar toda a gama de produtos Góes, recepcionados por enólogos e especialistas da empresa.Atualmente, a Vinícola Góes recebe cerca de dois mil turistas por final de semana, de diversas regiões do Brasil, interessados em conhecer o universo do vinho, resgatando a tradição história e potencializando o comércio na região. Todo o trabalho e qualidade de seus vinho, rendeu à Vinícola Góes várias premiações. Na primeira safra, em 1963, obteve um de seus principais prêmios, em primeiro lugar com seu vinho Rosado Licoroso. Em 1973, ano do último concurso oficial de vinhos realizado, foi o grande premiado, sendo agraciada pelo 1º prêmio de vinho tinto de mesa seco, o mais importante prêmio concedido na festa do Vinho. Na 22ª Avaliação Nacional de Vinhos, o vinho Cabernet Franc, produzido exclusivamente com uvas paulistas, foi escolhido como um dos 16 melhores vinhos do Brasil.A Góes é considerada a marca de vinhos mais conhecida do Estado de São Paulo e por dois anos consecutivos foi prêmio Top of Mind da revista Consumidor Moderno. Além disso, a Vinícola recebeu diversos prêmios em Concursos Nacionais de Vinho. vinicolagoes.com.br
[+ detalhes]
22/05/2018
VINHOS DE VERÃO
É um engano pensar que vinhos são apropriados somente para o inverno, ao redor de uma crepitante lareira. O verão, que tem no sol sua fonte de calor, é também uma estação apropriada para se beber ótimos vinhos.Difícil pensar no consumo de vinhos no verão, uma praia movimentada, com todos em volta bebendo cervejas geladas. Será mesmo?Por que não quebrar paradigmas e levar seu vinho branco ou rosé, tranquilo ou espumante, um baldinho e gelo, para passear na praia? Pode ter certeza que será um sucesso. E não só na praia, como também na piscina, ou na montanha, em síntese, em qualquer lugar. Então, vamos pensar em qual vinho devemos comprar para essa estação do ano, uma vez que nem todos os vinhos brancos são adequados. Claro que em nosso mercado será muito fácil encontrar vinhos chilenos, argentinos e uruguaios em menor proporção, com maior facilidade. Mas seria muito pouco nos prendermos aos Sauvignon Blanc e Chardonnays de que frequentemente nos lembramos. Tem mais opções interessantes para a estação. Começamos por Portugal, cujos vinhos estão disponíveis nos bons supermercados e nas importadoras. Para o verão, a primeira opção será pensar nos refrescantes, deliciosos e frutados Vinhos Verdes. Com baixo teor alcoólico e acidez elevada, são perfeitos para acompanhar petiscos, peixes e frutos do mar. E, além de tudo, são vinhos de ótima relação preço/qualidade. A Espanha nos dá ótimas opções em brancos, com ótima fruta, grande frescor e muita personalidade. Pense nos vinhos da Galícia, mais especificamente, de Rías Baixas, baseados na Alvarinho, uma uva muito interessante, que também tem dado bons vinhos no Brasil e no Uruguai. Ainda na Espanha, em Rueda, a Verdejo é um uva que dá origem a vinhos frutados, herbáceos, frescos e muito saborosos. E não se esqueça da Catalunha, que tem na Xarel.lo sua máxima expressão. É uma uva cujos vinhos são marcados pela elevada acidez, mineralidade, bom corpo e muita expressão. Quando se fala em vinhos brancos, a Riesling é referência obrigatória. Antes restrita à Alemanha, onde, obviamente, grandes exemplares são produzidos, e hoje, felizmente, bastante disponíveis no mercado brasileiro, a Riesling dá vinhos muito interessantes na Nova Zelândia e na Austrália, também encontrados em nosso mercado. Falando de espumantes, tem muita coisa boa disponível. Prefira os espumantes mais simples, em geral produzidos pelo método Charmat, porque são mais frutados, mais frescos e com menor caráter da levedura. Esses espumantes ainda tem a vantagem de serem mais econômicos. Para finalizar, falamos dos rosés, que hoje deixaram de ser discriminados e já fazem parte da mesa dos brasileiros. Pense em Provence, África do Sul e, porque não, no Brasil, cujos rosés frescos e frutados estão cada vez mais interessantes. Um brinde e um 2018 cheio de sucesso, realizações e ótimos vinhos...* Arthur Azevedo é presidente da Associação Brasileira de Sommeliers (SP), consultor e editor do website Artwine. (www.artwine.com.br)
[+ detalhes]
21/05/2018
16ª EDIÇÃO DO CONCURSO MUNDIAL DE BRUXELAS ABRE INSCRIÇÕES NO BRASIL
Destinado a produtores de vinhos e destilados, o Concurso Mundial de Bruxelas dá início à seleção de produtos nacionais.Estão abertas as inscrições para o 16º Concurso Mundial de Bruxelas - Edição Brasil -, um dos mais importantes concursos de vinhos e destilados do mundo. Há 25 anos, a premiação seleciona mundialmente os melhores vinhos e destilados, com o intuito de oferecer ao consumidor final a garantia de um produto de qualidade.Os valores de inscrição com desconto para o primeiro lote estavam disponíveis até o dia 15 de novembro de 2017.Aqui no Brasil, o concurso é organizado pela empresa belga Vinopress, em parceria com a revista Vinho Magazine, e tem como objetivo dar visibilidade para o crescimento da qualidade dos produtos nacionais, aumentando assim suas vendas. De acordo com pesquisas realizadas com os produtores que possuem o selo do concurso, os produtos laureados com a medalha do Concurso Mundial de Bruxelas têm um aumento de até 30% nas vendas.A cada edição, o evento é realizado em um novo local, sempre com o intuito de valorizar diversas regiões produtoras. Em 2018, a 16ª edição será realizada no mês de abril, em Recife, PE, Estado em que se concentram diversos produtores de destilados e grandes vinícolas. ?Nosso objetivo para este ano é atingir o número de 500 rótulos concorrendo, entre vinhos, cachaças e outros destilados. Destes, apenas 30% recebem o selo?, explica Zoraida Lobato, organizadora do concurso no Brasil.O evento tem a coordenação dos jornalistas Eduardo Viotti, do Brasil, e Baudouin Havaux, da Bélgica. Os jurados são especialistas em vinhos e destilados, enólogos, jornalistas e formadores de opinião, que representam diferentes países, entre eles Alemanha, Bélgica e Brasil. Para mais informações: concurso@marketpress.com.br ou facebook.com/concursomundialdebruxelas/
[+ detalhes]


DESEJA RECEBER NOSSA NEWSLETTER?
DIGITE SEU E-MAIL ABAIXO E CADASTRE-SE




Lançamentos

Telefone:

+55 11 5524-6931

Fique conectado:

Curta nossa Fanpage:
facebook.com/Revista-Pizzas-Massas

© EDITORA INSUMOS LTDA.

Av. Sargento Geraldo Santana,
567 – 1º andar
CEP 04674-225
São Paulo, SP - Brasil

001
script>