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19/07/2018
Aveleda desafia o consumidor a olhar para o vinho a um outro nível
A conceituada marca de Vinhos Verdes Aveleda apresenta um novo conceito de comunicação que visa evidenciar toda a sua mestria na área da viticultura e na atenção que dedica a todos os pormenores da produção do vinho, dando especial enfoque à sua origem, ao início de todo este processo que começa na raiz, na vinha, na uva.Sob o mote "Pequenos Detalhes, Grande Vinhos", a marca Aveleda desafia o consumidor a olhar para o vinho a um outro nível, que vai muito além da garrafa. Para a marca, a grandeza de um vinho deriva do valor que se dá aos pequenos detalhes da sua produção e só através da soma de todas essas particularidades é possível produzir grandes vinhos. Todos os materiais de comunicação passam, assim, a refletir estas mensagens-chave.Com uma paixão genuína pelo vinho e pela vinha, a marca Aveleda pretende envolver o consumidor em todo o processo, desde o início, dando-lhe a conhecer um universo que muitas vezes não está à vista, mas que é igualmente deslumbrante. O terroir e a matéria-prima são fulcrais no carácter de um vinho e dar a conhecer ao consumidor estes detalhes, estes momentos do ciclo da vinha, torna-se um ato de partilha daquilo que é mais precioso para a marca.Para Beatriz Santos, gestora da marca Aveleda, "à medida que o vinho Português é cada vez mais valorizado pelo trade e pelo consumidor, é importante consciencializar para estes aspetos únicos dos nossos vinhos e da nossa prática vitícola. Este tipo de comunicação além de ser extremamente original porque rompe com os clichés da comunicação no setor do vinho, é um bom exemplo daquilo a que se chama "naked comms" - uma comunicação transparente, autêntica, "what you see is what you get".Acrescenta ainda que "as imagens que colocamos na nossa comunicação são nossas, das nossas vinhas, das nossas pessoas, da nossa Região. Estamos a partilhar com o público o nosso dia-a-dia, o cuidado com que cultivamos aquele vinho desde a sua raiz e o respeito pelas origens. Não é um Loureiro qualquer, é um Loureiro que cresceu naquele solo específico, que foi podado com aquele método especial e que foi colhido na altura perfeita, da forma perfeita, é um Loureiro por Aveleda".Preservando até hoje o seu cariz familiar, a marca Aveleda considera essencial esta aposta nas origens, onde o perfil do vinho é definido. Combinando dedicação, tradição e mestria, a produção dos vinhos da marca Aveleda centra-se neste conceito da "arte do detalhe", que se reflete intrinsecamente na qualidade dos seus produtos.António Guedes, administrador do Grupo Aveleda S.A., acrescenta ainda que "o cuidado que temos na seleção das parcelas, na preparação dos solos, o rigor com o qual levamos a cabo as operações mais importantes na vinha como a poda, as operações em verde e controlo da canópia. Estas são operações de extrema importância no perfil e qualidade de um vinho, mas que muitas vezes passam despercebidas. Na Aveleda costumamos reparar e aproveitar aquilo que a maioria facilmente descura como irrelevante ou banal. É nestes detalhes que muitas vezes se escondem os segredos para os grandes vinhos."Prestes a completar 150 anos de história e tradição, a marca Aveleda desempenha, desde o início, um importante papel na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, sendo um dos agentes que mais tem apostado no desenvolvimento e sustentabilidade da Região e sendo um dos seus principais embaixadores nos mercados externos
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19/07/2018
Domino's Pizza mantém ritmo que superou Google e Netflix
Um dos grandes fenômenos do mercado de fast food mundial deve manter o bom momento ao divulgar resultados trimestrais nesta quinta-feira. A rede de pizzarias americana Domino's deve anunciar lucros de 1,75 dólar por ação e faturamento de 783 milhões de dólares, segundo analistas. Um ano atrás, o lucro por ação era de 1,32 dólar, com vendas de 628 milhões de dólares. Ou seja: o aumento anual de lucro deve ser de 33% e o de faturamento, de 25%.Nos últimos 12 meses, as ações da companhia valorizaram 35%; em cinco anos, a alta foi de 350%, para um valor de mercado de 11 bilhões de dólares. É um resultado superior ao de companhias como Google e Netlix no período. Os resultados foram alcançado graças a uma grande transformação iniciada em 2010, depois que o CEO Patrick Doyle decidiu atacar de frente uma sucessão de críticas. Alguns clientes chegaram a chamar a pizza da Domino's de "a pior do mundo".A companhia também investiu em tecnologia como poucas empresas de comida jamais fizeram. Um aplicativo, por exemplo, permite aos clientes fazerem um pedido sem nenhum clique. Em alguns segundos o app pede a pizza cadastrada previamente. Em algumas lojas dos EUA também é possível ser identificado via smartphone ou smartwatch na porta do estabelecimento e, sem dizer nada, pegar a pizza pré-cadastrada no caixa.A Domino's tem 15.000 lojas espalhadas pelo mundo e, nos EUA, 60% dos pedidos são feitos online. O investimento em tecnologia impulsionou os resultados e o valor de mercado da companhia.No Brasil a companhia também vive ótimo momento sob comando do Grupo Trigo, o mesmo que controla a rede de restaurantes Spoleto. O grupo negocia a entrada de um investidor para manter o crescimento no país, com foco em São Paulo. A meta é abrir no estado pelo menos 200 pizzarias nos próximos anos, mantendo assim um crescimento de 26% no primeiro trimestre. A Domino's faturou 330 milhões de reais no Brasil em 2017. Por aqui, o foco no delivery e em promoções ajudou em meio à crise. O desafio é manter o ritmo.
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19/07/2018
Duas Rodas mais uma vez reconhecida como uma das empresas mais inovadoras do Brasil
A multinacional Duas Rodas, líder nacional na fabricação de aromas e ingredientes para a indústria de alimentos e bebidas, pelo terceiro ano consecutivo, é reconhecida como uma das empresas mais inovadoras do Brasil pelo Prêmio Valor Inovação Brasil 2018. Neste ano, a Duas Rodas está na 2ª posição entre as empresas mais inovadoras na área de alimentos, bebidas e ingredientes no País. A premiação, que está na quarta edição, é uma iniciativa do jornal Valor Econômico em parceria com a consultoria global Strategy& (PWC) que reconhece as companhias que se destacam no desenvolvimento de pesquisas e tecnologias.A escolha das empresas começa com um estudo que envolve companhias de 18 setores diferentes e aborda os investimentos em inovação e criação de novos produtos, além de analisar as melhores práticas e outros indicadores, como soluções e estratégias. Este levantamento gera o Anuário Inovação Brasil, que traz as 150 empresas mais inovadoras do país. No ranking geral, a Duas Rodas está entre as 50 mais inovadoras, com a 48ª posição. A Duas Rodas comemora o posicionamento no ranking do Valor Inovação Brasil 2018. Para o Presidente Leonardo Fausto Zipf, a premiação é um grande reconhecimento do investimento estratégico em pesquisa, desenvolvimento, infraestrutura e capital intelectual para inovar em produtos, processos e tecnologias. "A inovação é a forma mais consistente de dar sustentabilidade à empresa. Apostamos nas parcerias, na inovação colaborativa e na criação multidisciplinar para potencializar os nossos métodos e inovar com soluções cada vez mais eficientes e integradas às necessidades do mercado", afirma o executivo.O Diretor de Inovação e Tecnologia da empresa, Antonio Carlos Figueiredo Gonçalves, reforça que o ser humano é o grande diferencial no processo de inovação. "Todos são permanentemente estimulados a desenvolver novas formas de pensar e de fazer, em busca da melhoria de processos, de produtos e de tecnologias de produção e da informação."O evento de premiação ocorreu ontem à noite (4/7), no espaço de eventos Villa Blue Tree, localizado na Chácara Santo Antônio, em São Paulo (SP). Inovação ColaborativaO processo de inovação colaborativa e a geração de produtos de maior valor agregado estão na essência dos projetos de inovação para o mercado. Para isto, a Duas Rodas estrutura o desenvolvimento de novos produtos por meio do envolvimento de consumidores, colaboradores, clientes, parceiros, fornecedores e universidades, além da utilização de ferramentas de inteligência de mercado, big data e analytics."Dedicamos recursos para promover a inovação junto aos nossos clientes, através de avaliação das necessidades dos segmentos do mercado, geração conjunta de ideias, criação de soluções, avaliação de protótipos e adequação do produto final", acrescenta Leonardo.Com o foco neste desenvolvimento de projetos em sistema de co-criação, nasceu a Planta (www.planta.vc), a plataforma de inovação aberta que a Duas Rodas fomenta, e que funciona como uma ponte entre o desejo do consumidor e as indústrias de alimentos e bebidas. Trata-se de uma ferramenta, na qual qualquer pessoa pode dar a ideia de um novo produto, além de participar de desafios propostos por empresas do segmento. Todas as sugestões são analisadas por um comitê interno ou externo, dependendo do caso, que encaminha as mais viáveis para desenvolvimento, seguido de testes em fábrica e identificação de escalabilidade.Roadmap TecnológicoNo planejamento estratégico, a multinacional brasileira conta com um Roadmap tecnológico detalhado da área de inovação até 2020. Nos últimos três anos, a Duas Rodas apresentou mais de 960 itens novos ao portfólio, que representaram 15% do faturamento da companhia.Entre os novos projetos para 2018, está a implantação de um Centro de Inovação e Tecnologia, na unidade de São Bernardo do Campo (SP). O espaço será inaugurado no final deste mês de julho, com o objetivo de reforçar a atual estrutura da multinacional voltada à inovação, pesquisa, desenvolvimento e aplicação de produtos de diversas áreas de atuação da empresa. A Duas Rodas conta com uma equipe multidisciplinar com mais de 200 pesquisadores, com as mais variadas expertises técnicas necessárias, que trabalha no desenvolvimento de soluções tecnológicas no Innovation Center e em 7 outros laboratórios de pesquisa e desenvolvimento nas unidades da empresa na América Latina.Sobre a Duas Rodas:Presente em mais de 30 países, a Duas Rodas atua há mais de 92 anos na fabricação de ingredientes para as indústrias de alimentos e de bebidas no Brasil e no mundo. Com mais de 10 mil clientes, a empresa possui um portfólio com cerca de 3 mil itens divididos em três grandes mercados: o de Flavors, com aromas, extratos naturais, desidratados, condimentos e aditivos e soluções integradas; o de Food Service, com produtos de sorvetes, chocolates, confeitaria e panificação, com as marcas Specialitá, Selecta e Mix; e o de Animal Nutrition, com ingredientes de nutrição animal da marca Statera. Líder brasileira na fabricação de aromas e produtos para a indústria de alimentos e de bebidas, a Duas Rodas foi fundada por imigrantes alemães em Santa Catarina, onde funciona ainda hoje sua sede principal. A companhia conta atualmente com outras duas fábricas no Brasil (Sergipe e São Paulo), quatro na América Latina (Argentina, Chile, Colômbia e México), além de sete centros de pesquisa e desenvolvimento e um Innovation Center. Sustentabilidade é uma das estratégias de atuação da empresa, que conta com certificações internacionais como a FSSC 22000, SMETA, ISO 9001, ISO 14001, Orgânica, Kosher e Halal.
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18/07/2018
Concurso Vinhos de Portugal: Douro, Dão e Alentejo se destacam
No período de 14 a 18 de maio de 2018, na cidade portuguesa de Santarém, teve lugar o concurso Vinhos de Portugal. Mais de 1300 rótulos, produzidos por mais de 350 vinícolas, foram provados e avaliados por um júri composto por 160 renomados especialistas internacionais, enólogos, jornalistas e sommeliers, 30 dos quais eram provenientes de países estrangeiros, como os EUA, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Brasil, França, China, Espanha, Coreia do Sul, Hong Kong, Taiwan, Angola, Rússia, Noruega, entre outros.A competição é anualmente promovida pela ViniPortugal como uma das muitas iniciativas da entidade para afirmar Portugal como grande produtor de vinhos de qualidade, e promover a excelência na grande variedade de vinhos produzidos pelas vinícolas portuguesas.O concursoDurante os três primeiros dias da competição, os vinhos inscritos foram provados às cegas pelos jurados. As taças contendo as amostras de vinho eram numeradas e os jurados, após a degustação de cada uma delas, destacaram as amostras atribuindo-lhes a pontuação que resultou na classificação de cada uma delas, conforme as principais características distintivas de cada categoria.Na etapa final, os vinhos classificados e suas respectivas pontuações são dados ao conhecimento dos jurados e do público geral, validando as devidas classificações.Mais uma vez, a qualidade dos vinhos portugueses teve grande destaque na competição, conquistando mais de 360 medalhas. Das comendas recebidas, os vinhos portugueses foram premiados com 36 na categoria Grande Ouro, 126 de Ouro e 207 de Prata, confirmando a excelência dos vinhos produzidos em Portugal.Os grandes vencedoresEntre os mais premiados, os vinhos da região do Douro receberam o maior número de medalhas, sete ao todo, incluindo o Grande Ouro do júri, seguida de perto pelas regiões do Dão, com seis medalhas, e do Alentejo, com cinco medalhas.Os rótulos premiados em cada categoria foram:- "O Melhor do Ano"Touriga Nacional Tinto (2015) | DOP Douro | Produtor: Quinta do Crasto, S.A.- "O Melhor do Ano Licoroso"DR Porto 30 Anos | DOP Licoroso Porto | Produtor: Agri-Roncão Vinícola Ltda.- "O Melhor do Ano Varietal Tinto"Touriga Nacional Tinto (2015) | DOP Douro | Produtor: Quinta do Crasto, S.A.- "O Melhor do Ano Branco Especial"Falcoaria Late Harvest (2014) | DOP do Tejo | Produtor: Casal Branco Sociedade de Vinhos S.A.- "O Melhor do Ano Varietal Branco"Alvarinho Deu La Deu Premium (2015) | DOP Vinhos Verdes | Produtor: Adega Cooperativa e Regional de Monção, CRL- "O Melhor do Ano Varietal Branco"Aveleda Reserva da Família Alvarinho (2016) | IGP Minho | Produtor: Aveleda, S.A.- "O Melhor do Ano Vinho Tinto"Passadouro Reserva Tinto (2015) | DOP Douro | Produtor: Quinta do Passadouro Sociedade Agrícola Ltda.- "O Melhor do Ano Vinho Branco"Private Selection Branco (2016) | IGP Alentejano | Produtor: Esporão Vendas & Marketing- "O Melhor do Ano Espumante"Flutt Branco Espumante (2015) | IGP Beira Atlântico | Produtor: PositiveWine Ltda.Eno Gourmet PremiumA Eno Gourmet Premium é uma loja online de vinhos portugueses que desenvolve sua vocação de promover sua carta de vinhos e produtos da culinária portuguesa por meio de seu portal virtual, através do qual você pode comprar o vinho de sua preferência e recebê-lo no conforto de sua casa.
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18/07/2018
Cooperativa Vinícola Garibaldi tem o melhor espumante do Cone Sul
Espumante Garibaldi Moscatel conquistou medalha no importante Catad?Or Wine Awards, no ChileDa Serra gaúcha para o mundo, os espumantes da Cooperativa Vinícola Garibaldi conquistam a opinião de especialistas em diversos concursos internacionais. Uma das recentes - e relevantes - distinções vêm do importante Catad?Or Wine Awards, realizado em Santiago, no Chile. Por lá, o espumante Garibaldi Moscatel recebeu medalha Gran Ouro e se consagrou com o troféu de ?Melhor Espumante do Cone Sul?. Com 23 anos de experiência, o Catad?Or Wine Awards é uma das mais importantes competições internacionais de vinhos da América Latina e, neste ano, reuniu cerca de 45 jurados para avaliarem mais de 600 amostras oriundas de 14 países.Com as novas premiações, a Cooperativa já soma 36 distinções recebidas em concursos nacionais e internacionais realizados em 2018. Esse desempenho é reflexo da otimização dos produtos - um processo que inicia com orientações às famílias associadas sobre cuidados nos vinhedos, passa pelos processos de vinificação e perdura até a chegada das garrafas ao mercado.Conheça o melhor espumante do Cone SulO Garibaldi Moscatel tem coloração clara com reflexos esverdeados e aspecto brilhante com ótima formação de perlage. No olfato apresenta aromas com notas de melão, maçã verde, flores brancas e um toque de mel. No paladar é suave e cremoso, com acidez equilibrada e refrescante.Confira as premiações do melhor espumante do Cone Sul em 2018Catad?Or Wine Awards - GRAN OURO E ?MELHOR ESPUMANTE DO CONE SUL? - Chile.Concurso Les Citadelles du Vin - OURO - França.Brazil Wine Challenge 2018 - OURO - Brasil.Seléctions Mondiales des Vins - OURO - Canadá.XVI Concurso Internacional de Vinhos - Bacchus 2018 - OURO - Espanha.CINVE - Concurso Internacional de Vinos y Espirituosos - PRATA - Espanha.Thessaloniki International Wine Competition - PRATA - Grécia.International Wine Challenge - PRATA - Inglaterra.VinAgora International Wine Competition - PRATA - Hungria.Sobre a Cooperativa Vinícola GaribaldiEm 2018, a Cooperativa Vinícola Garibaldi celebra a passagem de seu 87º aniversário, festejando a concretização de mais um ano em sua história - que começou a ser escrita pela união de diversas famílias de agricultores como alternativa para vencer as dificuldades econômicas do país na época. Atualmente, congrega 400 famílias associadas, distribuídas em 15 municípios da Serra gaúcha. Seu portfólio tem cerca de 60 produtos distribuídos em 15 linhas, entre vinhos tintos e brancos, espumantes de diversas variedades, linhas de exportação, frisantes, filtrados, sucos de uva e opções orgânicas.
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18/07/2018
Vendas de vinhos sobem 18,5% em 2018
As vendas de vinhos cresceam 18,5% nos primeiros quatro meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, diz a Associação do setor, o Ibravin, quando foram comercializados 107,9 milhões de litros. De olho na safra deste ano, que foi considerada uma das melhores da história, com a colheita de 663,2 milhões de quilos da fruta nas vinícolas gaúchas, principal região produtora do Brasil, o país será o quinto maior comprador de vinho do mundo em 2030, de acordo com estudos internacionais.-Tradicionalmente, o segundo semestre é melhor que o primeiro. O vinho brasileiro já tem 62% de participação de mercado e temos potencial para ampliar essa margem. Para a segunda metade do ano estamos investindo em estratégias promocionais muito fortes para trazer novos consumidores para a categoria - disse Diego Bertolini, gerente de promoção do Ibravin.Segundo a associação do setor, houve um incremento de mais de 15% no consumo da bebida no país nos últimos três anos.- Nas exportações, chegamos nos primeiros quatro meses com incremento de 44% sobre o mesmo período do ano anterior, e a projeção é de fechar o ano acima de 30%. No mercado interno as variáveis do ano são muitas, mas mesmo com as questões economias e políticas que estão por acontecer, acreditamos que teremos incremento sobre 2017 - lembrou Bertolini.O setor se reúne no início de agosto em um dos principais eventos do país, o ViniBraExpo, que chega a sua segunda edição com a participação de mais de 50 vinícolas de todas as regiões do país. O evento ocorre no Shopping Città, Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.A expectativa é receber mais de 4 mil pessoas entre profissionais e público geral nos dois dias de evento, o dobro do ano passado, e gerar mais visibilidade e negócios para um setor que vem registrando sucessivos recordes em sua produção.- O vinho brasileiro já é uma realidade há algum tempo, tendo sua qualidade reconhecida no exterior. Precisamos exaltar o belíssimo trabalho de vinícolas de distintas partes do país, que buscam, acima de tudo, a expressão de seus lugares - explica Gustavo Pacheco.Mas reduzir a elevada carga tribuitária do setor surge como um dos principais desafios do setor.- A tributação do vinho brasileiro é bastante alta. O vinho importado chega ao país com subsídio. Eles pagam tributos sobre o valor declarado na entrada, que é inferior ao praticado na ponta, na venda ao consumidor, e não precisam adiantar os impostos. Essa sistemática é diferente para os vinhos brasileiros. A indústria paga antecipadamente sobre uma projeção do que seria o valor final de venda. Precisamos mudar isso antes de perdermos ainda mais espaço - explica João Carlos Zanotto, conselheiro do Ibravin pela Associação Gaúcha Vinicultores (Agavi).
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18/07/2018
CASALE DI PIZZA AS DELICIAS DA SABOROSA CUCINA ITALIANA
Elegante e moderna, a forneria italiana Casale di Pizza oferece uma experiência gastronômica tipicamente italiana, em um ambiente confortável e em um cenário perfeito para passar ótimos momentos em família.Valorização da culturaA valorização da cultura italiana é um marco da Casale di Pizza, forneria italiana localizada em Moema, São Paulo, SP, que oferece um local acolhedor e de arquitetura simples para saborear pratos tipicamente italianos, cujos ingredientes selecionados fazem a diferença.A Casale di Pizza reflete o espírito da família Benassi, sempre reunida à mesa, com muita alegria e prazer pela culinária italiana. Suas receitas são preparadas com extrema dedicação e carinho pelo chef pizzaiolo Reinaldo Benassi, o primeiro em São Paulo a ser formado pela tradicional Scuola Italiana Pizzaioli.O amor de Reinaldo Benassi pela gastronomia italiana vem de família e ele nunca mediu esforços para se aperfeiçoar e aprimorar-se na arte de cozinhar com dedicação, carinho e maestria. Com isso, foi o primeiro em São Paulo a formar-se na Academia Italiana de Pizza, o maior ponto de referência para quem deseja se tornar um chef pizzaiolo, em um estreito aprendizado com um mestre que lhe passou os segredos e detalhes para criar uma verdadeira e incomparável pizza italiana.Além de um grande chef pizzaiolo, Reinaldo Benassi também se transformou em um exímio e diferenciado criador de massas. Todo esse know how, permitiu a criação de um cardápio diferenciado, que inclui opções de massas artesanais, pizzas clássicas, especiais e doces, preparados com ingredientes selecionados e em sua grande maioria importados. A Casale di Pizza trabalha para que cada prato seja realmente diferenciado e especial. As pizzas possuem massa crocante, de fino sabor, juntamente com uma seleção dos mais tenros tomates, que dão base a deliciosas coberturas que, levadas ao forno à lenha com temperatura ideal, proporcionam aos mais exigentes paladares uma sensação única de prazer e satisfação.São mais de 40 sabores no menu, destacando-se entre as opções, a Carcamano, que leva fatias de linguiça calabresa artesanal, salsa, cebola roxa, pimenta dedo de moça e erva doce; a Grandíssima, com mussarela, leve toque de gorgonzola, geleia de figos frescos e fatias de presunto cru; e a Quatro Formaggi, feita com queijos mussarela, emmental, mascarpone e parmesão. Para abrir o apetite, a sugestão é a famosa entrada Delicinha, uma massa brotinho fechada e recheada com Catupiry, mascarpone, parmesão, azeite extra virgem, sal grosso e alecrim.Com capacidade para 132 lugares, o espaço também recebe grupos para confraternizações, aniversários e eventos.Além disso, a cada quarenta dias, a casa abre suas portas para o curso ministrado pela Scuola Italiana Pizzaioli, indicado para iniciantes que buscam uma formação profissional de pizzaiolo, profissionais que querem enriquecer seu currículo e proprietários de pizzarias que desejam aprimorar seus conhecimentos.Menu tipicamente italianoA Casale di Pizza é um pedaço da Itália em São Paulo. Os Benassi jamais abrem mão do padrão de qualidade para oferecer o que há de melhor em pizzas, massas e em todas as delícias que compõem seu irresistível cardápio, composto por entradas, saladas, massas e, o carro-chefe da casa, as famosas pizzas! As entradas são compostas por receitas de famílias tradicionais e trazidas da Itália há mais de 100 anos! Entre as opção, estão Berinjela ao Forno (fatias de berinjela cobertas com mussarela, Catupiry, gorgonzola e uma leve pitada de alho); Corniccione Limone (massa fina e crocante com molho de azeite e limão siciliano, levemente apimentado); Corniccione Tradizionale (massa fina e crocante com molho de tomate e parmesão regados com azeite); Delicinha (massa brotinho fechada, com Catupiry, mascarpone, parmesão, azeite extra virgem, sal grosso e alecrim); Focaccia (massa fina de pizza com alecrim e sal grosso regados com azeite); e Rotolina Parma (molho de tomate, mussarela, abobrinha fatiada e parmesão), Rotolina Calabresa (mussarela, calabresa e tomate italiano picado) ou Rotolina Aliche (mussarela, aliche e tomate italiano picado).As saladas oferecidas pela Casale di Pizza são uma combinação perfeita de ingredientes, como a Caprese, que une folhas de rúcula, fatias de tomate-cáqui e mussarela de búfala, com molho genovese; ou a Tuna Salad, que harmoniza alface americana, lascas de atum, mussarela de búfala fresca e tomate-cereja com molho balsâmico; ou, ainda, a Carpaccio Especial, um verdadeiro deleite para o paladar!O cardápio de massas oferece uma opção mais irresistível do que a outra para quem quer degustar as delícias da cozinha italiana! As opções incluem Agnolotti Verde (ricota, nozes e passas); Capeletti di Carne; Caneloni (presunto e queijo); Fusili (ao sugo, calabresa e bolonhesa); Linguine (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); Lasanha ao sugo; Limone integral (cenoura, mussarela, ricota, gengibre, raspas de limão siciliano); Rondeli (requeijão e mussarela); Ravioli (mussarela de búfala e manjericão); Reginete (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); Espaguete (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); Tortelli verde 5 queijos; Tortelloni (mussarela e peperoni); Talharim (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); e Zuca (abóbora, ricota, requeijão e rúcula).Pizzas especiais, gourmet, clássicas e docesO cardápio de pizzas oferecido pela Casale di Pizza merece um capítulo à parte! A harmonização de ingredientes, a massa crocante e as deliciosas coberturas transformam as pizzas em verdadeiras obras de arte que deliciam os olhos e o paladar! O cardápio de pizzas especiais da casa oferece uma seleção para todos os gostos e paladares. Escolha a de sua preferência entre Abobrinha (fatias frescas de abobrinha italiana sobre cream cheese, parmesão e leve toque de alho); Alcachofra (Catupiry e coração de alcachofra com azeitonas); Argentina (molho de tomate, mussarela e alho frito); Berinjela (mussarela, fatias de berinjela gratinada no azeite e parmesão); Bon Vivant (peito de peru, mussarela de búfala e azeitonas); Brócolis (molho de tomates italianos rústicos, com uma leve camada de mussarela, burrata e pesto de manjericão); Calabria (fatias de calabresa artesanal pré-assadas sobre mussarela); Carpaccio Speciale (fatias de carpaccio, alface americana, folhas de rúcula, palmito e cenoura ralada); Casale (mussarela de búfala, fatias de tomate-caqui e presunto cru); Cremona (molho de tomate italiano, atum especial em pedaços com gotas de gorgonzola); Da Nona (queijo emmental, fatias de berinjela, abobrinhas grelhadas e parmesão); Di Parma (molho de tomates italiano selecionados, finas lascas de Parma coberta com mussarela especial e tomates fatiados); Do Rei (leve toque de mussarela, escarola fresca, calabresa artesanal curtida em ervas de Provence, salpicada com parmesão); Finocchio (linguiça calabresa artesanal, erva doce refogada no azeite e queijo petit suisse); Margherita Gourmet (mussarela, tomate-cereja, parmesão em lascas e folhas de manjericão gigante); Margherita Speciale (mussarela de búfala, fatias de tomate e manjericão); Moema (mussarela de búfala, folhas de rúcula fresca e tomate seco); Pescador (cream cheese, alho poró e salmão defumado); Pesto & Pomodori (molho pesto, mussarela, tomate-cereja, folhas de manjericão e alho refogado); Sorpresa (mussarela, sorpresa veneziana e folhas de rúcula regadas com limão siciliano); Tonno (atum especial em pedaços, tomate picado, azeitonas pretas e alcaparras); Verona (mussarela, abobrinha grelhada, queijo Taleggio, queijo gorgonzola italiano e alho frito, opcional); e Zucchini (mussarela de búfala coberta com abobrinha grelhada e parmesão).Já o cardápio de pizzas gourmet dispõe de opções tentadoras e irresistíveis, como a Azzurra (mussarela de búfala, coração de alcachofra, tomate seco, tomate-caqui e salsinha); Burrata (molho de tomates italianos rústicos, com uma leve camada de mussarela, burrata e pesto de manjericão); Calabresa Especial Apimentada (calabresa artesanal, rodelas de cebola e azeitonas pretas); Caprese (mussarela, tomate-caqui, fatias de mussarela de búfala, pesto de azeitonas pretas e folhas de manjericão); Carbonara (molho de tomate, mussarela, gorgonzola, panceta, confit de tomates cerejas e cebola caramelada); Carcamano (fatias de linguiça calabresa artesanal, salsa, cebola roxa, pimenta dedo de moça e erva doce); Casale (mussarela de búfala, fatias de tomate-caqui e presunto cru); Di Casa (queijo mascarpone, alho-poró, parmesão e tomate seco); Do Pedro (queijo brie derretido, mussarela de búfala, folhas de rúcula fresca e presunto cru); Funghi & Poró (mussarela com deliciosa combinação de shitake e shimeji refogados no azeite e alho-poró); Grandíssima (mussarela, leve toque de gorgonzola, geleia de figos frescos e fatias de presunto cru); Originale (mussarela de búfala, fatias de queijo brie e presunto cru); Putanesca (molho de tomate fresco temperado com alcaparras, atum, anchovas italianas, fatias de tomate, manjericão e fios de queijo parmigiano); Quatro Formaggi (queijos mussarela, emmental, mascarpone e parmesão); e Vero Itália (polpa de tomate, calabresa pré-assada, mussarela de búfala e azeitonas pretas).A Casale di Pizza também oferece pizzas clássicas, mas com um toque especial. Entre as opções: 4 Queijos (Mussarela, gorgonzola, provolone e Catupiry); Aliche (filés de anchova importados sobre molho de tomate e parmesão); Atum (atum especial sobre molho de tomate fresco e cebola); Calabresa (calabresa artesanal, rodelas de cebola e azeitonas pretas); Calzone (tradicional pizza fechada com mussarela, presunto picado, ovos e Catupiry); Catupiry (autêntico catupiry e azeitonas pretas); Escarola (escarola refogada salpicada com filés de anchovas italianas, coberta de mussarela); Frango (autêntico catupiry e peito de frango levemente desfiado e refogado com leve toque de cebola e salsa); Margherita (mussarela, fatias de tomate e folhas de manjericão); Mozzarella (molho de tomate fresco, mussarela e orégano); Napolitana (mussarela coberta com molho de tomate fresco, fatias de tomate e parmesão); Palmito (palmitos selecionados, mussarela e azeitonas pretas); Pepperoni (mussarela, fatias de pepperoni levemente apimentado e toque de alho refogado); Piemontese (lombo canadense fatiado, mussarela e um leve toque de alho frito); Pizzaiolo (calabresa artesanal processada, pimenta cumari, finas fatias de tomate caqui, coberta com parmesão especial); Portuguesa (leve toque de mussarela, presunto Sadia, ovos, cebola e azeitonas pretas); e Sardenha (filés de anchovas italianas sobre mussarela e fatias de tomate).Para a sobremesa, pizzas doces... simplesmente irresistíveis! A de Chocolate, por exemplo, é elaborada sobre um fino disco de pizza, com camadas de chocolate com morangos. Já a de Banana tem como complementos açúcar, canela e rum.E, para acompanhar todas essas saborosas opções do menu, a Casale di Pizza dispõe de carta de vinhos com uma ótima variedade para satisfazer os paladares mais exigentes, além de também contar com o maravilhoso chopp gelado, entre outras bebidas. Tudo preparado com muito cuidado e dedicação; e um atendimento impecável!Casale di Pizzacasaledipizza.com.br
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18/07/2018
OS VEGETAIS E HORTALIÇAS NA CULINÁRIA ITALIANA
Quando falamos em culinária italiana, os produtos típicos que vêm à nossa mente são massas, queijos e o famoso gelato. No entanto, ignoramos um dos alimentos mais característicos dessa gastronomia: os vegetais.A culinária italianaQuem não conhece a famosa pizza, o vinho e as massas tradicionais da culinária italiana? País que sediou um dos maiores acontecimentos da história, como o Império Romano e o Renascimento, e trouxe um passado histórico riquíssimo, inclusive, na culinária.Tendo uma tradição culinária vasta, a gastronomia italiana adquiriu uma popularidade impressionante, não somente no país de origem, mas em todo o mundo. O segredo está nas técnicas sofisticadas, originalidade e uma maneira simples de produção, que resultaram em pratos especiais que sobreviveram ao tempo e evoluíram. Sem contar com o clima familiar, pois a culinária italiana está muito relacionada com o cotidiano da população que reside no país; os italianos gostam de sentar-se à mesa e apreciar o momento.A culinária italiana é uma das mais saborosas do mundo, com pratos que envolvem os mais variados tipos de vegetais, carnes e massas.Os vegetais e hortaliças ocupam lugar de destaque nessa gastronomia e é fácil explicar o por que. Harmonização e balanceamento são as palavras chave nos pratos das famílias e dos restaurantes italianos. Os vegetais são fundamentais nesse sentido. Enquanto a maior parte da população mundial não ingere a quantidade recomendada, a Itália é considerada o segundo maior consumidor de vegetais e hortaliças da Europa.O relevo, o clima temperado mediterrâneo, o solo rico em nutrientes e a variedade de espécies, são fatores que favorecem o cultivo de vegetais. Batatas, cenouras, aspargos, berinjelas, tomates e brócolis são os tipos mais populares. Seja em saladas, em acompanhamentos ou na elaboração de caldos, o uso dos vegetais é muito importante para a Dieta Mediterrânea e traz como resultado uma refeição saborosa, harmônica e balanceada, durante o ano todo.A variedade é um ponto importante, já que um prato colorido é sinônimo de saúde. Vegetais e hortaliças são considerados alimentos antioxidantes, que atuam na prevenção de diversos tipos de doenças, combatendo o envelhecimento precoce e fortalecendo o sistema imunológico. Além disso, são boas fontes de vitaminas, minerais e fibras.Paixão por vegetaisA cozinha mediterrânica é a alma de toda a cozinha italiana, já que inclui em quase todos os pratos azeite, vários tipos de vegetais e ervas aromáticas.Os pratos italianos caracterizam-se pela forte presença de carboidratos, representados pela massa e arroz. As massas são sempre conjugadas com molhos e geralmente confeccionadas a partir dos mais diversos vegetais. São estes ingredientes que fazem da gastronomia italiana uma das melhores combinações nutricionais.Na Itália, existem mais de 25 milhões de hectares de terras agrícolas que produzem uma grande variedade de vegetais, incluindo muitos que se tornaram verdadeiros símbolos da culinária italiana. Os exuberantes molhos de tomate devem seu sabor aos tomates italianos, as oliveiras das regiões do Sul fornecem um aperitivo de primeira classe e, claro, se falamos de terra cultivada, temos que mencionar milhões de hectares de vinhas (mesmo que não sejam vegetais), onde nascem os melhores vinhos italianos.Por tudo isso, os vegetais constituem uma grande e importante parte da gastronomia italiana, principalmente pelo aroma e sabor que incorporam às refeições. Os vegetais estão sempre presentes nos pratos italianos. Berinjelas, pimentões, abobrinhas, aspargos, espinafres, abóbora, alcachofra e tomate são ingredientes indispensáveis. Na cozinha tradicional italiana, as receitas modernas incluem vegetais grelhados e salteados, nomeadamente de berinjela, pimentão e abobrinha. Segundo pesquisas, 91% dos italianos adoram vegetais e, o mais impressionante para nós brasileiros, é que os jovens são a força motriz do seu consumo nos últimos 10 anos. As pesquisas mostram, ainda, que dos quase 50 milhões de italianos que gostam de vegetais, sete de dez os consomem porque são saborosos e não apenas porque são saudáveis. O crescimento de vegetarianos e veganos na Itália também contribui para o aumento do consumo de vegetais, os quais não podem mais ser considerados como um acompanhamento nas refeições. Segundo pesquisas, para seis de cada dez italianos, os vegetais são o prato principal do seu cardápio diário. Em média, os italianos consomem vegetais uma vez por dia, embora 20% deles consumam dez porções de vegetais por semana. No ranking de maior consumo, as mulheres estão em primeiro lugar - consomem vegetais com mais frequência do que os homens - e, geograficamente, o Norte da Itália confirma-se como um dos pilares do consumo de vegetais.Ingredientes indispensáveisVegetal é um termo gastronômico/nutricional que se refere a diferentes partes de uma planta (as folhas, os frutos, as raízes, os brotos das hastes jovens) que são usados na nutrição humana. Os vegetais são usados de várias maneiras: como um prato em si, como um acompanhamento para carne, peixe e queijo, como um ingrediente de recheios e, ainda mais raramente, como um ingrediente doce. Dependendo do tipo, 90% a 95% do seu peso consiste em água e contém quantidades elevadas de fibras, que dão saciedade, esvaziamento gástrico lento e melhoram a função intestinal.Como em toda a cozinha mediterrânica, os vegetais estão presentes em muitas receitas e a moderna culinária italiana incorpora, no mínimo, um ou dois vegetais chave para acompanhar quase todos os pratos de uma refeição.Mas quais são os vegetais mais cultivados e consumidos na Itália? A lista é ampla e variada, sendo que muitos deles não são saboreados no Brasil.Abóbora (Zucca)A abóbora é um vegetal típico do outono italiano. Devido a seu sabor que tende para o doce, a abóbora é utilizada no preparo de pratos doces e salgados e, também, para mostardas e compotas. Adequada para aqueles que seguem uma dieta baixa em calorias, possui ainda propriedades diuréticas e depurativas. A abóbora pode ser encontrada em vários tamanhos e formas, bem como sua pele manchada pode ter cores diferentes. Sua polpa é farinhenta e de vários tons de laranja, dependendo da variedade. Possui sabor adocicado e deve ser consumida cozida. Suas flores e sementes podem ser salgadas e torradas, servindo também como alimento. Na Itália, é cultivada sobretudo nas áreas de Mântua, Piacenza e Verona. Este vegetal está presente em vários pratos italianos, sendo ideal em risotos, sopas e como recheio de tortelli. A abóbora assada com uma pitada de óleo é um dos pratos saborosos e de baixa caloria muito utilizado pelos italianos. Mas o mais famoso prato italiano com abóbora é o tortelloni feito com massa de abóbora e ovo, além da mostarda da abóbora de Mantua.Abobrinha (Zucchina) A abobrinha, é uma espécie da família Cucurbitaceae, cujos frutos são utilizados imaturos. A planta que produz a abobrinha é nativa da América Central e do Sul e pertence à mesma família de melões, pepinos e abóboras amarelas.A Itália é um dos principais produtores de abobrinha da Europa e do mundo. Este vegetal não é apenas produzido, mas também consumido de maneira maciça e de diferentes formas. É popular e comumente usada na cozinha italiana. As abobrinhas podem ser verde escura ou verde clara, com formato semelhante ao de um pepino. Quando usadas na culinária, são colhidas com menos de 8 cm, quando as sementes ainda são suaves e imaturas. As abobrinhas são os vegetais perfeitos do verão italiano. Pode ser servida grelhada, cozida, recheada, assada, cozida a vapor, frita ou como parte de outras receitas. São excelentes consumidas cruas e ideais para serem cozidas como acompanhamentos leves de carne, peixe, ovos e queijo. Podem ser fervidas inteiras, picadas ou em pedaços por alguns minutos, cozidas no vapor, grelhadas (fatiadas), amassadas e fritas. É usada como ingrediente de minestrone, macarrão e risoto, sendo também famosa como recheio de pizza ou de omeletes. Um dos tradicionais prato italianos é o quiche de abobrinha, uma torta saborosa em que o ingrediente principal, a abobrinha, pode ser combinada com muitos outros ingredientes, como queijo, camarão e outros vegetais. Acelga da costa (Bietola da costa)Também conhecida na Itália como bieta ou bida ou, simplesmente, costa, é uma variedade da acelga comum. Trata-se de um vegetal da família Chenopodiacee, tendo caule herbáceo e grandes folhas verdes brilhantes, com costelas centrais intensas. Possui sabor adocicado e suas folhas e a parte tenra e carnuda do caroço são comestíveis. Na culinária italiana, a acelga pode ser utilizada como os cardos, ou seja, aproveitando-se apenas as costelas, sem usar a lâmina. A acelga verde é praticamente usada como o espinafre; na verdade, é preferida por ter sabor mais doce. Pode ser usada no preparo da Valtellina pizzoccheri ou ser cozida e refogada ema panela, com tempero à gosto. É amplamente usada como substituto do espinafre. Bem lavadas, são fervidas em água salgada, sem cozinhá-las. Podem ser cobertas com manteiga e parmesão ou colocadas no forno com queijo e bechamel.Agretti (Agretti)De origem italiana, o agretti (não há vegetal similar no Brasil) é uma jovem muda de um vegetal de primavera, rico em sais minerais e propriedades purificantes. Suas folhas, em forma de agulha, são filiformes e lembram a cebolinha, mas se distinguem desta por serem mais finas, mais planas e cheias quando cortadas. São de um verde brilhante, tendo base avermelhada e dura, quase pungente. O sabor é azedo, semelhante ao espinafre.Tradicionalmente, o agretti é cozido e servido com azeite e gotas de limão, que acentuam seu gosto mineral. Também é excelente com alho, tomate e anchovas.Aipo (Sedano)Pertencente à família Umbellifera, o aipo é um alimento amplamente utilizado na culinária italiana. É usado principalmente, juntamente com a cenoura e a cebola, no preparo de refogados, onde é considerado um ingrediente básico.É também um ingrediente importante em caldos de legumes e carne, assados, sopas e saladas. Também pode ser consumido cru, depois de retirado os filamentos, acompanhado de vinagrete.O aipo é um grande aliado para saciar a fome, sendo recomendado para consumo a qualquer hora do dia. Sua parte mais doce é a interna, chamada de coração. Também é muito apreciado como aperitivo e petisco; e pode ser servido como "recipiente" para queijo, preferencialmente tipo faixa azul ou de cabra, acompanhado de nozes.Alcachofra (Carciofo)A alcachofra é uma planta espinhosa cultivada na Itália e em outros países para uso alimentar e, secundariamente, medicinal. Do ponto de vista botânico, a alcachofra é uma inflorescência em forma de cesto, de cor verde acinzentada; existem variedades que tendem para o violeta. As brácteas, ou seja, as escamas compactas que formam a cabeça da flor podem ter ou não espinhos. Também variam dependendo do tamanho. As folhas são grandes, oblongo-lanceoladas, tendo extremidades espinhosas dependendo da variedade. As flores são reunidas em um cesto de forma esferoidal, cônica ou cilíndrica de 5 a 15 cm de diâmetro e são azul-violeta. A parte comestível da alcachofra é a base das brácteas e do receptáculo, este último chamado comumente de coração. Na Itália, as alcachofras e suas receitas são consideradas patrimônio cultural. A relação dos italianos com as alcachofras vem do tempo dos etruscos e romanos, que os exaltavam em deliciosos pratos com mel ou vinagre.As alcachofras, quando muito macias, podem ser comidas cruas, com óleo, limão e hortelã, ou cozidas e temperadas com azeite, sal e pimenta, ou empanadas e fritas. Também são excelentes à sauté, salteados em uma panela com alho, óleo e pimenta. São usadas, ainda, em sopas, massas, omeletes e saladas. As alcachofras maduras recheadas com uma mistura de migalhas de pão, queijo e óleo e assados são um prato italiano clássico.As alcachofras também podem ser comercializadas congelados e prontos para uso, conservadas em vinagre, em óleo, etc.Alho (Aglio)O alho é um vegetal da família Liliacerae, sendo encontrado na forma de raiz; seu bulbo, vulgarmente conhecido como cabeça, é constituído por vários dentes, os quais são empregados como condimento culinário e como medicamento há centenas de anos em todo o mundo. Seu inconfundível sabor e cheiro, encontra uso muito amplo e versátil na culinária como aromatizante ou como ingrediente principal de algumas receitas, como o tradicional pesto genovês. O alho pode ser consumido cozido, cru, seco ou fresco. Este último possui aroma mais intenso e é encontrado nos meses do verão italiano. É especialmente utilizado para fazer conservas de alho marinado. Na culinária italiana, seu principal emprego é como tempero e como ingrediente de molhos. No entanto, algumas receitas clássicas, vêm o alho como ingrediente chave, entre elas a Aioli (maionese de azeite com alho esmagado); o renomado pesto genovês; o pesto alla trapani; a tradicional bagna cauda piemontesa; a agliata, um molho obtido pelo esmagamento de alguns dentes de alho, adicionado de sal e azeite (pimenta à gosto) e misturado com um pouco de pão ralado embebido em vinagre branco até obter um molho cremoso e suave, que pode dar sabor a carnes e peixes cozidos. É também um ingrediente indispensável da saborosa bruschetta, sendo "esfregado" cru no pão torrado.Alho-porró (Porro)O alho-porro (Allium ampeloprasum L.) é uma planta herbácea bienal pertencente à família Liliaceae. Possui gosto muito semelhante à cebola, substituindo-a com frequência. A parte comestível é representada pela parte terminal das folhas (a parte branca), enquanto a parte verde das mesmas folhas é comumente descartada. Além de muito apreciado na culinária, também é usado para fins medicinais. É um vegetal de outono e inverno, cultivado em estufas e em campos abertos.O alho-poró é usado na culinária italiana como vegetal e como erva aromática. É usado cru, como condimento, ou cozido em várias preparações ou, ainda, para refogar, substituindo a cebola. Mais delicado do que a cebola, pode substituí-la também em sopas, caldos, risotos, omeletes, tortas, ensopados, cremes e molhos. Cortado em rodelas finas, pode ser consumido cru em pinzimonio ou usado para enfeitar e aromatizar saladas. O alho-porro também é usado como erva aromática em preparações de carne cozida, sopas de peixe e para aromatizar carne de porco e cordeiro. Também é usado para embalar alimentos durante o cozimento, como peixe, por exemplo peixe. Pode, ainda, ser fervido e gratinado com manteiga e queijo, ou simplesmente temperado, depois de fervido, com azeite e limão.Aspargos (Asparagi) Originários da Antiguidade, os aspargos são a parte comestível de uma planta herbácea perene, primaveril, o Asparagus officinalis. São brotos jovens que surgem na base dos rizomas lenhosos, tendo forma alongada, consistência carnuda e sabor bastante delicado, que se assemelha ao da alcachofra; seu sabor muda ligeiramente dependendo do tipo: verdes, brancos, violetas ou selvagens. Delicados, perfumados e ideais para enriquecer cada prato, os aspargos são um dos símbolos gastronômicos da chegada da primavera na Itália. Várias são as tradicionais receitas italianas de aspargos. Este vegetal de haste suculenta é usado em sopas, saladas, recheios e cozidos ou, ainda, acompanhados por ovos, manteiga, parmesão ou molhos e vinagrete. Os aspargos brancos, verdes e violetas são adequados para todas as preparações; para omeletes e sopas são preferíveis os aspargos selvagens.Seja qual for a forma que forem preparados, possuem sabor característico e são uma grande fonte de fibras e antioxidantes. Para fervê-los, os italianos utilizam um pote especial chamado "asparagiera".Berinjela (Melanzana)A berinjela, é um vegetal de verão. Apresenta grande variedade de formas e cores, de acordo com as variedades da planta da família Solanaceae, a mesma das batatas, tomates e pimentões. As muitas variedades se distinguem pela forma, alongadas, redondas ou ovais, e pela cor. A polpa é carnuda, branco-esverdeada, e seu sabor característico e bastante picante. Deve ser consumida absolutamente cozida.É difícil imaginar a culinária italiana sem a berinjela. A primeira referência à berinjela na Sicília data de 1309; hoje, dezenas de variedades de berinjela são cultivadas na Itália. A beringela possui a propriedade de absorver muito bem gorduras alimentares, incluindo o óleo, o que permite o preparo de pratos muito ricos e saborosos. As berinjelas são usadas na culinária em receitas à parmegiana, siciliana caponata, recheadas, fritas, empanadas ou como ingrediente de molhos para cobertura de massas, ou ainda, cozidas e grelhadas.Borragem (Borragine)A borragem (Borago officinalis L.), é uma planta herbácea anual mediterrânea, nativa do Sul da Europa e do Oeste da Ásia. Também chamada de Borrana pelos italianos, é uma planta muito difundida e que possui muitas propriedades; estudos estão em andamento sobre os seus possíveis efeitos carcinogênicos. As folhas da borragem são consumidas cozidas. É um alimento básico para os tradicionais pansotti, da Ligúria. Seu óleo é extraído das sementes por prensagem a frio.A borragem é uma erva com sabor semelhante ao do pepino. Suas folhas frescas são usadas em saladas para substituir os pepinos. Atualmente, alguns chefs usam as folhas apenas escaldadas em água fervente, como substituto para o espinafre fresco, embora seja sempre recomendado cozê-las. É excelente em sopas, acrescentando um sabor característico, bem como para aromatizar chá gelado. Cardos (Cardo)O cardo (Cynara cardunculus altilis) é um vegetal do inverno italiano semelhante ao aipo, mas pertencente à família das alcachofras. Até mesmo o seu sabor é semelhante ao da alcachofra, característico e amargo, porém com nuances que lembram o aipo. Ao contrário da alcachofra, os cardos são consumidos pelos caules, os quais são muito longos: de 60 a 150 cm.Os cardos podem ser consumidos cozidos, gratinados no forno ou fritos. O primeiro cozimento, de duas a quatro horas, geralmente é feito no leite ou na água.No Piemonte, são acompanhamentos da famosa Bagna cauda. Na Sardenha, os cardos selvagens são utilizados na produção de licores ou produzidos em óleo.Cebola (Cipolla)A cebola (Allium cepa) é uma das mais antigas espécies hortícolas, atualmente cultivada em todas as partes do mundo. É amplamente utilizada na culinária e rica em propriedades terapêuticas como descongestionante para a faringe, desintoxicante para o fígado, para o intestino, para anemia, antibiótico e vermífugo. A parte comestível da planta é o bulbo, do qual as escamas (ou túnicas) são consumidas cruas ou cozidas.A cebola é um dos aromas mais usados na culinária de todos os países. Seu sabor particular proporciona preparações saborosas e realça outros ingredientes utilizados em vários pratos nacionais e internacionais. Na culinária italiana, a cebola é usada como ingrediente no preparo de muitos pratos, tanto como base (frita) para sopas, minestrone e risoto, carne e molhos, como para compor saborosas saladas, ou como protagonista, como é o caso da sopa de cebola, cebolas recheadas, cebolas cozidas e omelete de cebola, ou ainda, os saborosos anéis de cebola fritos.As cebolas também são cada vez mais populares entre os queijos e, as cebolas pequenas, também podem ser preparadas em conserva, para acompanhar aperitivos cozidos ou simples.Cenoura (carota)A cenoura (Daucus carota) é uma das hortaliças mais populares e comuns do mundo. Além de dar cor aos pratos, possui muitas propriedades nutricionais. Na culinária italiana, seu uso é variado, podendo ser um ingredientes no preparo de purê de batatas, sucos, sopas, sobremesas, etc., além de ser consumida crua, em saladas, ou refogada com aipo e cebola. Pode ser cortada de várias formas e se tornar uma bela decoração para qualquer prato. Chicória (Radicchio)A chicória é um dos mais famosos vegetais da gastronomia italiana, pelo seu sabor inconfundível e seus muitos usos em várias receitas. Pode-se encontrar três variedades de chicória: vermelha, verde clara e branca. Do primeiro grupo, as mais famosas são de Treviso, Verona e Chioggia. Além disso, a chicória pode ser mais doce ou amarga, dependendo do período em que é cultivada. A "precoce" é mais doce e a "tardia" mais amarga.Desde os tempos romanos e gregos, este vegetal está associado a propriedades curativas e, até mesmo, soníferas. Mitos à parte, a chicória contém quantidades importantes de potássio, fósforo, sódio, ferro, magnésio, manganês, cálcio, vitaminas e aminoácidos, alem de contribuir com apenas 14 calorias por 100 gramas, o que a torna altamente nutritiva e valorizada nos mais variados tipos de pratos. Na culinária, os vários tipos de chicória são usadas, principalmente, no preparo de saladas cruas e mistas, em pinzimonio, grelhado, sauté ou como ingrediente principal de risotos. Seu uso é cada vez mais ampliado a preparações especiais, como em biscoitos com chicória. Na culinária do Sul da Itália, a chicória é frequentemente combinada com pratos de legumes. A chicória vermelha presta-se muito bem para dar um leve toque de amargor às saladas ou, se cozida, em risotos, como o clássico risoto com gorgonzola e chicória.Couve-flor (Cavolfiore)Vegetal típico do inverno italiano, a couve-flor é uma das variedades mais comuns de repolho. Possui forma arredondada e cor branca, tendo inflorescência compacta, com peso que varia de 1 a 1,5 kg. Graças ao perfeito equilíbrio dos seus componentes, a couve-flor apresenta efeito benéfico para a saúde de todo organismo e contém poucas calorias. O seu suco também é usado para fins terapêuticos.É amplamente consumida na culinária italiana como acompanhamento, sendo fervida e temperada com azeite e vinagre (ou limão); conservada em picles; gratinada com molho bechamel; frita; e como condimento para massas ou sopas.Quando tenra e fresca, é excelente crua, cortada em fatias muito finas e combinada com outros vegetais em saladas. Uma das variedades de couve muito utilizada na culinária italiana é a couve de Bruxelas (Cavolini di Bruxelles) que, apesar do nome, é nativa da Itália, tendo sido introduzida na Bélgica por legionários romanos. Esta couve miniatura possui folhas redondas que formam brotos arredondados, verde-claros, constituindo saborosos pratos.A culinária italiana prepara a couve de Bruxelas de maneira simples e fácil: cozida e temperada como qualquer salada. A maneira italiana mais clássica de prepará-las é assá-las no forno com bechamel, manteiga e parmesão.Couve lombarda (Verza)A couve lombarda é uma variedade de repolho, um vegetal de inverno utilizado em várias receitas da culinária italiana, tanto na forma crua como cozida. É um ingrediente da Casoeula, uma receita típica Lombarda, e de Valtellina Pizzoccheri. Possui folhas enrugadas e encrespadas, com nervuras proeminentes de cor verde intenso; as folhas internas são branco-amareladas. A parte comestívelpode ser esférica ou subesférica, achatada ou cônica. O peso varia de 1 a 2 kg. O sabor é intenso e característico e as folhas são crocantes.A couve lombarda pode ser preparada crua, estufada ou brasa e é ingrediente de muitos tipos de sopas, com macarrão ou arroz, e de preparações como a Cassoeula, prato típico da Lombardia.Dente-de-leão (Tarassaco)O dente-de-leão é uma erva perene, que cresce espontaneamente. É difundida e conhecida na cultura popular italiana por suas propriedades e, na culinária, por seu típico sabor amargo. Todas as partes da planta, desde as folhas, até as raízes e as flores são usadas. Seu suco, ou látex, é muito amargo. O principal uso do dente-de-leão na culinária italiano é no preparo de saladas; oferecendo excelente combinação com o agrião, devido a suas folhas mais tenras. Suas folhas também podem ser cozidas, sendo consumidas com azeite e vinagre ou cozidas em uma panela com azeite e alho. São, também, muito usados como ingrediente principal de sopas e omeletes. Os brotos das flores e os botões podem ser armazenados em salmoura ou em vinagre para serem usados como uma espécie de alcaparras. Uma parte muito boa e pouco conhecida é a raiz do dente-de-leão, que pode ser cozida e temperada com azeite, oferecendo um prato delicioso.Escarola (Scarola)Muitas vezes confundida com a chicória e embora sejam do mesmo gênero, o Cichorium, a escarola é um vegetal com sabor fresco e delicado, do qual as folhas são comestíveis. A variedade belga possui a forma de um grande charuto de cor creme, porque é cultivada no escuro, técnica que permite que as folhas permaneçam brancas e mais doces ao palato. Pode ser consumida crua ou cozida.Espinafre (Spinaci)O espinafre é um vegetal com folhas verdes carnudas, típico do inverno italiano; está entre os vegetais frescos mais usados na culinária italiana. Famosa por seu conteúdo de ferro, fornece excelentes valores nutricionais ao organismo.O espinafre é um alimento precioso na culinária italiana, sendo utilizado no preparo de receitas saborosas e, também, para ser consumido cru, em saladas, utilizando-se espinafres ainda jovens, tenros e com folhas suaves.A culinária italiana utiliza o espinafre como ingrediente de várias receitas. Quando crus, são um dos ingredientes do vinagrete; quando cozidos, são ideais para orecheio de croquetes, tortas salgadas ou massas frescas, como o famoso ravioli de ricota e espinafre, sendo ainda usados para pudins ou flans. Muitas receitas da tradição italiana utilizam o espinafre como ingrediente principal, como o erbazzone, o bolo Pasqualina e o strangolapreti do Trentino.Pepino (Cetriolo)O pepino (Cucumis sativus) é um vegetal pertencente à família Cucurbitaceae, cultivado desde a Antiguidade para fins alimentícios. Composto por 96% de água e quase sem calorias, é um vegetal tipicamente de verão, para ser consumido cru em saladas. É também o ingrediente principal do molho grego feito com iogurte e alho, chamado Tzatziki.Na Itália, os pepinos são consumidos predominantemente crus, em refrescantes saladas de verão.Pimenta (Peperoncino)A pimenta, assim como o pimentão, pertence ao gênero Capsicum L., plantas da família Solanaceae. Existem centenas de espécies de pimentas que podem ser picantes, doces ou ornamentais. A capsaicina contida nelas é o alcaloide que determina sua ardência. É um condimento muito popular e há muitas preparações à base de pimenta, como páprica, tabasco, curry ou chutney. Na culinária italiana, a pimenta pode ser consumida fresca, seca, defumada, cozida ou crua para dar sabor e aromatizar qualquer tipo de prato feito de carne, peixe, macarrão ou molhos. Na Itália, é amplamente utilizada como base de pratos regionais, principalmente em todo o Sul da península. Na Calábria, por exemplo, é ingrediente para a típica nduja; e na Basilicata, é usada no farelo de pimentas. Pelo sabor que dá aos pratos, a pimenta é um "culto" na cozinha italiana. O espaguete temperado simplesmente com alho, óleo e pimenta, é um prato italiano riquíssimo em sabor.Algumas variedades de pimenta são recomendadas para consumo imediato e outras, como a Habanero, por exemplo, podem ser secas e moídas. Desta forma, aumenta a concentração de capsaicina e, portanto, sua ardência. Um excelente tempero para qualquer prato é o óleo de pimenta, que pode ser facilmente preparado em casa. Pimentão (Peperone)O pimentão é um vegetal da família Solanaceae. De todos os vegetais que o verão italiano oferece, os mais coloridos e saborosos são os pimentões. O pimentão italiano é mundialmente conhecido não só pela sua qualidade, mas também pela sua versatilidade em várias receitas, constituindo um ingrediente básico nas receitas da Itália. Um condimento sem igual, superado apenas pelo seu uso como ingrediente principal. A palavra italiana para pimentão é peperone e seu plural é peperoni. O pimentão adiciona cor, textura e doçura e seu sabor distinto combina bem com outros ingredientes italianos. É encontrado nas variedades verde, vermelha, amarela, laranja, branca e roxa. O pimentão verde é menos doces e um pouco mais amargo do que o pimentão vermelho, amarelo ou laranja. Comparado ao pimentão verde, o pimentão vermelho possui mais vitaminas e nutrientes e contêm licopeno. O sabor do pimentão pode variar dependendo do armazenamento e das condições de cultivo.O pimentão pode ser consumido cru, em saladas, no pinzimonio ou no Bagna Caoda, um prato típico do Piemonte à base de anchovas, onde o pimentão e outros vegetais são mergulhados. Outro prato típico italiano feito com pimentão é o Peperonata, no qual todas as variedades são adequadas para o seu preparo, que pode incluir ainda batatas e carne moída, refogados em molho de tomate, doce e azedo. Outra receita tradicional da culinária italiana é o pimentão recheado. Para esta receita, o pimentão arredondado é mais indicado, podendo ser recheado à vontade com carne, salsicha, atum, outros vegetais e assados no forno. O pimentão também é um dos vegetais presentes na caponata, um prato típico da culinária da Sicília, que consiste em beringela salteada em um refogado de tomate e cebola em azeite, temperado com alcaparras, vinagre e açúcar. Refogado, frito ou recheado, as receitas italianas de pimentões oferecem uma experiência gastronômica única.Repolho (Cavolo)Pertencente à família Cruciferous, o repolho (Brassica Oleracea) é um vegetal típico do inverno italiano, tendo folhas ou inflorescências, que ainda não amadureceram, comestíveis. São ideais para uma dieta saudável e equilibrada.Na culinária italiana, o repolho é usado para o preparo de sopas, minestrone e risotos. Pode ser consumido cru, em saladas, ou cozido, como acompanhamento de diversos pratos. Uma das formas mais típicas de consumo é cozido em um pouco de água salgada com adição de vinagre e servido quente com manteiga derretida, pimenta e sal.Existem muitas variedades cultivadas que diferem em forma, cor e sabor. Uma delas é o repolho preto, também chamado de "repolho preto da Toscana" ou "repolho caneta". O repolho preto é um vegetal de inverno com múltiplas propriedades: prevenção de várias formas de câncer, úlcera gástrica e colite ulcerativa, além de apresentar baixas calorias. Esta variedade de repolho, típica da culinária toscana, possui uma folha longa, verde intenso com reflexos quase azuis, tendo sua costela mais clara. A superfície da folha é cheia de bolhas. Seu cheiro é ácido.O repolho preto é um ingrediente fundamental da culinária toscana e da famosa ribollita, uma sopa de feijão com pão amanhecido e vários vegetais. É também excelente para o preparo de sopas e, muitas vezes, é combinado com feijão.Na Toscana, também é usado para o preparo de Cavolo nero con le fette (repolho preto em fatias); e de bruschetta, onde é usado em pão torrado. Ou, ainda, bem cozido e refogado em uma panela com alho e óleo.Outra variedade muito apreciada na culinária italiana é o repolho romanesco (Cavolo romanesco), também conhecido como repolho de brócolis romanesco, repolho romano ou, simplesmente, brócolis. O brócolis surpreende pela perfeição do design de suas florzinhas, que são repetidas como fractais. surpreende pela perfeição do design de suas florzinhas, que se repetem como fractais. É uma das hortaliças de uso mais antigo. Sempre presente na culinária italiana, dependendo da preparação, além das cabeças, também se utilizam as folhas mais tenras, que são excelentes e definitivamente melhoram o sabor de qualquer preparação à base de couve-flor.De cor verde clara brilhante, possui formas muito especiais e sabor doce. O brócolis romano, assim como toda variedade de repolho, pode ser consumido cru, temperado com azeite, sal e limão; ou cozido de várias maneiras: cozido e refogado em uma panela, frito ou usado em sopas.Rúcula (Rucola)A rúcula é conhecida desde a Antiguidade pelo seu perfume aromático e sabor ligeiramente picante e absolutamente inconfundível, bem como por suas propriedades estimulantes, depurativas, digestivas e afrodisíacas. Apreciada por seu sabor picante, as folhas frescas de rúcula são amplamente utilizadas em saladas e molhos; para enriquecer sanduíches e pizzas; realçar alguns queijos macios; e ideais com carpaccio de carne ou bresaola. Quando cozida, combina perfeitamente com macarrão, arroz, ovos cozidos, recheios de carne e sopa de legumes.Suas sementes também podem ser usadas, por exemplo, para substituir sementes de mostarda, ou para fazer óleo. Batida com pinhões e queijo parmesão, é um dos ingredientes básicos da clássica salada misticanza. O pesto de rúcula é um excelente molho para complementar vários tipos de massa, além de ser um ótimo acompanhamento de arroz e batatas. Tomate (Pomodoro)O famoso pomodoro, ou tomate para nós brasileiro, são frutos carnudos de uma planta de solanácea nativa da América Latina. Possuem características muito diferentes dependendo da variedade, em termos de cor, forma, tamanho e características de sabor. Na Europa, foi cultivado por muito tempo apenas para fins ornamentais, uma vez que os frutos não eram considerados comestíveis. Recebeu poderes misteriosos e afrodisíacos e, por essa razão, foi empregado em poções mágicas pelos alquimistas dos séculos XVI e XVII. Hoje, são considerados aliados preciosos da saúde, sendo a base de muitos pratos da cozinha mediterrânea.Dependendo da variedade, o tomate é amplamente usado em saladas, sopas, molhos, condimentos, conservas, sucos e coquetéis, como o famoso Bloody Mary. São saborosos recheados e com mussarela, o chamado "caprese", um dos pratos típicos da gastronomia italiana à base de tomate.A Itália se orgulha de ser o principal produtor de tomates da Europa. O país produz entre seis e sete milhões de toneladas de tomates por ano em suas principais regiões de cultivo: Emilia Romagna e Campagna, no Sul; Puglia, no Norte, e Sicília. A cultura italiana divide os tomates em duas classes: insalata e Pomodori. Insalata são os tomates adequados para uso em saladas, consumidos crus; são arredondados, de superfície lisa e/ou divididos em uma espécie de segmentos. Pomodori são os tomates para cozinhar, incluindo-se uma série de receitas, inclusive, o molho de tomate. Para esta finalidade culinária, os tomates são piriformes (em forma de pedra), alongados, muito carnudos e de uma cor vermelha intensa.Também são usados para fabricação de tomates secos e conservas, sendo os mais adequados os que possuem frutos pequenos, vermelhos ou amarelos, redondos, ovais ou piriformes, muitas vezes agrupados. Um dos tipos mais utilizados na preparação de molhos é o San Marzano. Também chamado depomodoro San Marzano ell'Agro Sarnese-Nocerino, é considerado como o melhor tomate do mundo para o preparo de molhos. É a variedade de tomate que produz um dos molhos de tomate mais apreciados na culinária italiana, particularmente no uso empizzas. O tomate San Marzano apresenta tamanho médio, com formato retangular, muitas vezes terminando-se em ponta. Apresenta baixo conteúdo de glicose e acidez e é o mais adequado para conservação e enlatados.Comparados com os mais conhecidos tomates de Roma, os tomates San Marzano são mais finos e pontiagudos em sua forma. A carne é muito mais grossa, com menos sementes, e o gosto é muito mais forte, mais doce e menos ácido, sendo descrito como agridoce.O tomate é bastante colorido, saboroso e versátil, sendo, portanto, usado em abundância na culinária italiana. O molho de tomate é um pilar da cozinha italiana, saladas de tomate com queijo ou simplesmente tomates em conserva compõem o sabor autêntico da Itália.Usado para temperar massas ou consumido cru em saladas, o tomate deve sempre ser acompanhado por um pouco de azeite extra virgem ou um copo de vinho tinto, ampliando a assimilação pelo organismo das vitaminas lipossolúveis e aumentando a atividade antioxidante do licopeno.Topinambour (Topinambour)Abandonado há anos e atualmente reavaliado pela culinária italiana, o topinambour tem sido, durante décadas, um alimento substituto da batata. É um tubérculo comestível, com polpa carnuda e esbranquiçada, que oferece um sabor delicado e doce, semelhante à alcachofra e próximo ao sabor e consistência da batata. Sem similar conhecido no Brasil, o topinambour pode ser consumi cru, em saladas, cortado em fatias finas e temperado com óleo, salsa e cebola, ou cozido. Assim como as batatas, pode ser frito ou usado, utilizado para fazer panquecas ou purê, com adição de manteiga. Na culinária piemontesa são típicos da bagna cauda e do fondue.Os tubérculos de topinambour mais adequados para uso na culinária devem ser firmes, com casca acastanhada violeta, sem dentes ou lesões. Os melhores são alongados, cor-de-rosa e lisos.Vagem (Fagiolini)Também chamados de Bobis, boby, bobby ou cornetti, são as vagens imaturas do feijão Phaseolus vulgaris, da família Papilionaceae. Na variedade boby, estes grãos possuem cor verde profunda e forma alongada e fina; a semente é branca. Crescem em plantas anãs ou trepadeiras; De alguma dessas plantas são consumidas as vagens (feijão verde) e de outras as sementes (feijão). As vagens e sementes são consumidas em saladas com cebola ou alho, temperadas com azeite e vinagre ou limão. Na Puglia, são encontradas como especialidades em óleo. Quando cozidas em uma panela, com tomate, por exemplo, devem primeiro ser fervidas um pouco al dente (por cerca de 5/8 minutos). Podem ser usadas no preparo de omeletes, tortas salgadas ou servidas como primeiros pratos, acompanhadas de batatas cozidas. A culinária italiana possui muitas elaborações com vegetais e hortaliças. Espinafre, tomate, cardo, aspargo, abobrinha, berinjela e outros citados acima, são apenas alguns deles. Versatilidade é a magia que faz desses vegetais o principal ingrediente da culinária italiana.O tempero certo para cada pratoHá temperos que nos lembram certas gastronomias e o italiano, no qual o sabor, o bom produto e as nuances intensas prevalecem, é um deles. É claro que na culinária italiana, o equilíbrio entre ingredientes é essencial, assim como as suas especiarias, que dão um toque especial a cada prato. As mais utilizadas são orégano, sálvia, manjericão, tomilho, erva-doce, hortelã, estragão, salsa e alecrim. Se há um tempero essencial na culinária italiana, é o manjericão. Seja para o famoso pesto genovês ou como um condimento nas pizzas, o manjericão dá sabor fresco e envolvente que o torna um dos temperos mais usados na culinária italiana. Além das duas elaborações anteriores, o manjericão é perfeito para fazer um óleo que serve para dar sabor a um bom cozido ou a uma salada. O orégano também é um dos temperos mais usados na culinária italiana e serve como um intensificador de sabor para todos os tipos de pratos. Pode ser usado fresco e seco para ser adicionado em molhos, ensopados ou mesmo em saladas. Outro dos usos mais comuns do orégano é para marinar peixes ou aves e, além disso, pode-se adicionar um pouco de orégano a uma sopa ou a um caldo. O alecrim é um tempero muito especial e poderoso, com um toque amargo, por isso, é preciso saber como dosar. E, a culinária italiana o faz perfeitamente, utilizando- o em guisados de carne ou peixe. É, também, uma das especiarias mais utilizadas na culinária italiana para aromatizar os mais variados tipos de arroz.O tomilho é, junto com o orégano, uma das principais especiarias da culinária italiana. Normalmente, é usado em salsichas ou para temperar molhos, aos quais também pode-se acrescentar alecrim ou louro, por exemplo. A culinária italiana o adiciona em caçarolas e caldos de peixe e legumes. Assim como o orégano, amplia o sabor dos outros ingredientes, com um toque especial.A cebolinha, como o próprio nome sugere, lembra a cebola, embora com um sabor mais apurado. Sua aparência em nada lembra a cebola; possui galhos longos e uma poderosa tonalidade verde. A culinária italiana a utiliza em praticamente todos os tipos de elaborações, tanto para temperar, quanto para decorar os pratos. É ideal para peixes com cozimento curto, tortilhas e ovos mexidos, sopas, acompanhamentos de queijo ou para decorar todos os tipos de pratos frios. A salsa também é amplamente utilizada na culinária italiana para acompanhar todos os tipos de pratos, aos quais traz um pequeno toque familiar de frescor. Por esta razão, é o acompanhamento ideal para molhos de peixe e pratos leves de verão, como o linguine a le vongole. É também frequentemente acompanhado de alho.A sálvia é um tempero muito aromático, mas também muito amargo, que deve ser usado em pequenas quantidades e, se possível, fresco. Na cozinha italiana, é usada juntamente com manteiga finamente fatiada para o preparo de molhos ou recheios de massas, especialmente o ravioli. Também pode ser adicionada a guisados de carne, como o saltimbocca alla romana.
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22/05/2018
VINDIMA GÓES 2018 - UMA EDIÇÃO ESPECIAL QUE INICIA AS COMEMORAÇÕES DOS 80 ANOS DA VINÍCOLA GÓES
Empresas são como pessoas, traçam planos, compartilham momentos, superam crises, escrevem sua história e evoluem com o tempo. Assim pode ser definida a trajetória da Vinícola Góes, tradicional empresa brasileira, que em 2018 completa 80 anos de história.Desde 1938, de geração em geração, a família de Gumercindo Góes, um dos pioneiros produtores de vinho do Brasil, mantém a dedicação e cuidado na produção das uvas e elaboração de seus vinhos para agradar o paladar brasileiro. Para festejar o octogésimo aniversário, a Vinícola Góes terá diversos momentos de comemoração ao longo do ano, em agradecimento a todos que estão e estiveram compartilhando com a empresa e com seus produtos os bons momentos ao longo de suas vidas.O primeiro destes momentos é a XII Edição da Vindima, a VINDIMA GÓES 2018, evento muito aguardado por visitantes e turistas de todos os Estados que visitam anualmente a vinícola, trazendo família e amigos. A trajetória da Vinícola Góes é contada pelos membros da família e da equipe da Vinícola, dando início ao encontro. Posteriormente, o visitante é levado por um charmoso trenzinho até o vinhedo. Durante o trajeto, é possível se desconectar da cidade grande, aproveitar o clima da região e participar de um bate papo descontraído, onde são apresentadas as curiosidades da região, do plantio e da colheita da uva, reforçando a importância da cultura vitivinícola em São Roque.Chegando aos vinhedos, os participantes podem colher as uvas diretamente das videiras. Em seguida o processo da elaboração do vinho é apresentado no interior da área de produção. O enólogo Fábio Góes é quem revela os segredos da produção de boas safras.Ainda no interior da fábrica, se inicia um dos marcos de todo o evento, a tradicional Pisa da Uva. Todos são guiados para reviver a história da produção do vinho, de forma nostálgica e encantadora, pisando as uvas ao som de músicas típicas, despertando recordações emocionantes, em meio a muita animação e felicidade.Para finalizar o passeio, todos são convidados a fazer um brinde de celebração da farta colheita e desfrutar, em meio ao ambiente das videiras, um almoço típico português, acompanhado de toda a linha de produtos da Vinícola Góes. O retorno à sede conclui o passeio, que sempre reserva algumas surpresas. Referência no setor vitivinícola brasileiroFundada em São Roque, interior de São Paulo, a Vinícola Góes iniciou suas atividades oficialmente em 1938. Localizada na Estrada do Vinho, a empresa atua no setor vitivinícola brasileiro, produzindo os mais variados tipos de vinhos tintos, brancos, finos e frisantes, além do chopp de vinho e sucos de uva. Além disso, mantém ainda um campo experimental, onde são testadas diversas variedades de uvas, desde as europeias, como Cabernet Sauvignon, Merlot Tannat e Chardonnay, até as desenvolvidas no Brasil pela EMBRAPA, como a Lorena, Violeta, entre outras. A Vinícola Góes conta com modernos equipamentos de vinificação e estocagem, com capacidade de produção de 10 milhões de litros/ano. Seus vinhos são distribuídos nas principais capitais brasileiras e estão entre as marcas mais lembradas na produção nacional.Impulsionando ainda mais a vitivinicultura, as festas do vinho, realizadas pela empresa ajudaram a divulgar os produtos da Vinícola Góes por todo o cenário nacional. Todo esse patrimônio empresarial é dirigido pelos filhos e netos de Gumercindo Góes, a terceira e quarta geração do patriarca Nhô Dito Góes, que começou como um simples lavrador e, juntamente com outros pioneiros, transformou Canguera no Vale nas Adegas e a Vinícola Góes em uma das principais vinícolas da cidade. Há cinco anos, a empresa iniciou pesquisas para produzir uvas nobres em São Roque. Já é possível colher as safras e os enólogos estão trabalhando para o desenvolvimento de um novo vinho, feito inteiramente em terras paulistas. Muito antes do enoturismo se transformar em uma alternativa de lazer, Gumercindo Góes, fundador da empresa, já sabia do caráter social do vinho e do prazer que proporcionava. Assim, a Vinícola Góes foi uma das pioneiras a apresentar o tour guiado pela fábrica, oferecendo aos visitantes um passeio no parreiral para conhecer todas as etapas da produção de um vinho, o chamado enoturismo, que vem crescendo consideravelmente a cada ano. Além do agradável passeio, os visitantes podem degustar toda a gama de produtos Góes, recepcionados por enólogos e especialistas da empresa.Atualmente, a Vinícola Góes recebe cerca de dois mil turistas por final de semana, de diversas regiões do Brasil, interessados em conhecer o universo do vinho, resgatando a tradição história e potencializando o comércio na região. Todo o trabalho e qualidade de seus vinho, rendeu à Vinícola Góes várias premiações. Na primeira safra, em 1963, obteve um de seus principais prêmios, em primeiro lugar com seu vinho Rosado Licoroso. Em 1973, ano do último concurso oficial de vinhos realizado, foi o grande premiado, sendo agraciada pelo 1º prêmio de vinho tinto de mesa seco, o mais importante prêmio concedido na festa do Vinho. Na 22ª Avaliação Nacional de Vinhos, o vinho Cabernet Franc, produzido exclusivamente com uvas paulistas, foi escolhido como um dos 16 melhores vinhos do Brasil.A Góes é considerada a marca de vinhos mais conhecida do Estado de São Paulo e por dois anos consecutivos foi prêmio Top of Mind da revista Consumidor Moderno. Além disso, a Vinícola recebeu diversos prêmios em Concursos Nacionais de Vinho. vinicolagoes.com.br
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22/05/2018
VINHOS DE VERÃO
É um engano pensar que vinhos são apropriados somente para o inverno, ao redor de uma crepitante lareira. O verão, que tem no sol sua fonte de calor, é também uma estação apropriada para se beber ótimos vinhos.Difícil pensar no consumo de vinhos no verão, uma praia movimentada, com todos em volta bebendo cervejas geladas. Será mesmo?Por que não quebrar paradigmas e levar seu vinho branco ou rosé, tranquilo ou espumante, um baldinho e gelo, para passear na praia? Pode ter certeza que será um sucesso. E não só na praia, como também na piscina, ou na montanha, em síntese, em qualquer lugar. Então, vamos pensar em qual vinho devemos comprar para essa estação do ano, uma vez que nem todos os vinhos brancos são adequados. Claro que em nosso mercado será muito fácil encontrar vinhos chilenos, argentinos e uruguaios em menor proporção, com maior facilidade. Mas seria muito pouco nos prendermos aos Sauvignon Blanc e Chardonnays de que frequentemente nos lembramos. Tem mais opções interessantes para a estação. Começamos por Portugal, cujos vinhos estão disponíveis nos bons supermercados e nas importadoras. Para o verão, a primeira opção será pensar nos refrescantes, deliciosos e frutados Vinhos Verdes. Com baixo teor alcoólico e acidez elevada, são perfeitos para acompanhar petiscos, peixes e frutos do mar. E, além de tudo, são vinhos de ótima relação preço/qualidade. A Espanha nos dá ótimas opções em brancos, com ótima fruta, grande frescor e muita personalidade. Pense nos vinhos da Galícia, mais especificamente, de Rías Baixas, baseados na Alvarinho, uma uva muito interessante, que também tem dado bons vinhos no Brasil e no Uruguai. Ainda na Espanha, em Rueda, a Verdejo é um uva que dá origem a vinhos frutados, herbáceos, frescos e muito saborosos. E não se esqueça da Catalunha, que tem na Xarel.lo sua máxima expressão. É uma uva cujos vinhos são marcados pela elevada acidez, mineralidade, bom corpo e muita expressão. Quando se fala em vinhos brancos, a Riesling é referência obrigatória. Antes restrita à Alemanha, onde, obviamente, grandes exemplares são produzidos, e hoje, felizmente, bastante disponíveis no mercado brasileiro, a Riesling dá vinhos muito interessantes na Nova Zelândia e na Austrália, também encontrados em nosso mercado. Falando de espumantes, tem muita coisa boa disponível. Prefira os espumantes mais simples, em geral produzidos pelo método Charmat, porque são mais frutados, mais frescos e com menor caráter da levedura. Esses espumantes ainda tem a vantagem de serem mais econômicos. Para finalizar, falamos dos rosés, que hoje deixaram de ser discriminados e já fazem parte da mesa dos brasileiros. Pense em Provence, África do Sul e, porque não, no Brasil, cujos rosés frescos e frutados estão cada vez mais interessantes. Um brinde e um 2018 cheio de sucesso, realizações e ótimos vinhos...* Arthur Azevedo é presidente da Associação Brasileira de Sommeliers (SP), consultor e editor do website Artwine. (www.artwine.com.br)
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21/05/2018
16ª EDIÇÃO DO CONCURSO MUNDIAL DE BRUXELAS ABRE INSCRIÇÕES NO BRASIL
Destinado a produtores de vinhos e destilados, o Concurso Mundial de Bruxelas dá início à seleção de produtos nacionais.Estão abertas as inscrições para o 16º Concurso Mundial de Bruxelas - Edição Brasil -, um dos mais importantes concursos de vinhos e destilados do mundo. Há 25 anos, a premiação seleciona mundialmente os melhores vinhos e destilados, com o intuito de oferecer ao consumidor final a garantia de um produto de qualidade.Os valores de inscrição com desconto para o primeiro lote estavam disponíveis até o dia 15 de novembro de 2017.Aqui no Brasil, o concurso é organizado pela empresa belga Vinopress, em parceria com a revista Vinho Magazine, e tem como objetivo dar visibilidade para o crescimento da qualidade dos produtos nacionais, aumentando assim suas vendas. De acordo com pesquisas realizadas com os produtores que possuem o selo do concurso, os produtos laureados com a medalha do Concurso Mundial de Bruxelas têm um aumento de até 30% nas vendas.A cada edição, o evento é realizado em um novo local, sempre com o intuito de valorizar diversas regiões produtoras. Em 2018, a 16ª edição será realizada no mês de abril, em Recife, PE, Estado em que se concentram diversos produtores de destilados e grandes vinícolas. ?Nosso objetivo para este ano é atingir o número de 500 rótulos concorrendo, entre vinhos, cachaças e outros destilados. Destes, apenas 30% recebem o selo?, explica Zoraida Lobato, organizadora do concurso no Brasil.O evento tem a coordenação dos jornalistas Eduardo Viotti, do Brasil, e Baudouin Havaux, da Bélgica. Os jurados são especialistas em vinhos e destilados, enólogos, jornalistas e formadores de opinião, que representam diferentes países, entre eles Alemanha, Bélgica e Brasil. Para mais informações: concurso@marketpress.com.br ou facebook.com/concursomundialdebruxelas/
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21/05/2018
GEORGES AUBERT MOSCATEL GANHA MEDALHA DE OURO EM CONCURSO DE ESPUMANTES
Em seu relançamento através da CRS Brands, o clássico espumante da Serra Gaúcha, uma das marcas pioneiras da bebida no Brasil, já está de novo entre os melhores do país.O Concurso Espumante Brasileiro 2017, promovido há 10 anos pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), acaba de premiar os melhores produtos da categoria no país. Em evento realizado no município de Garibaldi, RS, entre os dias 18 e 20 de outubro, a marca pioneira de espumante Georges Aubert, relançada pela CRS Brands em junho deste ano, já foi agraciada com medalha de ouro.Entre mais de 300 espumantes de 80 vinícolas diferentes inscritos no concurso deste ano, foi a versão Moscatel que ganhou destaque. Opção para quem prefere uma bebida mais suave e frutada, o espumante tem 7,5% de teor alcoólico e sabor adocicado que se harmoniza com a acidez natural das uvas Moscatel. Ideal para ser saboreado com doces e frutas.Considerado a principal janela para o mundo dos espumantes brasileiros, o X Concurso do Espumante Brasileiro reuniu um júri formado por 53 profissionais entre enólogos, sommeliers e jornalistas especializados. Ao todo, foram 97 espumantes que alcançaram a pontuação máxima correspondente a medalha de ouro, ou seja, de 88 a 91 pontos, conforme normas internacionais.Para o diretor comercial e de marketing da CRS Brands, Lourenço Filho, ser agraciado com tão importante premiação denota que a empresa acertou em relançar a marca Georges Aubert. ?Para a CRS é motivo de orgulho receber a medalha de ouro com um produto que tem apenas poucos meses de mercado?, afirma. "É um importante reconhecimento para o trabalho cuidadoso que a empresa tem feito com esta marca tão importante para a história do espumante brasileiro".O "brasileiro de alma francesa", criado em 1951, pelo francês Georges Aubert, celebra o momento de renovação com a mesma tradição e qualidade em outras três opções de rótulos, além do Moscatel, para brindar com estilo em todos os momentos: Brut, Brut Rosé e Demi Sec.A CRS Brands, que se destaca entre as mais expressivas indústrias brasileiras de bebidas alcoólicas da América Latina, é também detentora de diversas marcas, como Chuva de Prata; vinhos Dom Bosco e Massimiliano; Sidra Cereser; vermute Cortezano; vodcas Kadov e Roskoff; aguardente 88; aperitivo com malte whisky Chanceler e, agora, a grande novidade dos espumantes Georges Aubert. Com unidades fabris em Jundiaí, SP, e em Suape, PE, que juntas somam capacidade para armazenar até 20 milhões de litros, seus produtos são exportados para mais de 40 países na América Latina, África e Ásia. espumantesgeorgesaubert.com.br
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