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20/02/2018
A cerveja-vinho é tudo que os bebedores indecisos estavam esperando
"É preciso muita cerveja até que se produza um bom vinho". Pelo menos era assim com o tradicional modo de produzir vinho. Entretanto, hoje em dia, o inverso está se tornando realidade: o vinho está sendo produzido dentro da própria cerveja."O perfil da cerveja vai geralmente ser adaptado para combinar com a qualidade das variedades de uvas envolvidas", afirma Brian Strumke, que em 2010 fundou a Stillwater Artisanal Ales com a missão de produzir uma cerveja única, capaz de competir com o vinho em uma mesa de jantar."O malte, a fermentação, o envelhecimento em carvalho ou o emprego do método dry-hopping [em que o lúpulo é adicionado durante a fermentação ou maturação], dependem daquilo que estamos combinando".Segundo a Stillwater, uma cerveja pinot noir é a candidata perfeita para ser envelhecida em carvalho, enquanto as cervejas riesling e sauvignon blanc ficam melhor no dry-hopping.Esses híbridos de cerveja-vinho geralmente são feitas a partir da base de cervejas saison ou sour [ácida] que são capazes de dar sustentação às uvas. Em alguns casos, a cerveja fermenta junto com as uvas desde o início; em outros, ela é colocada com a fruta para estender a fermentação e o envelhecimento. Os resultados são únicos, por vezes esquisitos, mas geralmente resultam em uma deliciosa mistura.Confira algumas cervejas-vinho dos EUAUm particular sucesso da Stillwater é a Oude Bae, uma sour amber ale envelhecida em carvalho francês com uvas pinot noir. Agradável e lindamente vinhosa, o primeiro gole revela um temor e uma riqueza atraentes em um sabor levemente picante.A Brasserie Cantillon produz a mais procurada e tradicional cerveja lambic belga, mas a sua Saint Lamvinus também tem um grande número de fãs. Os "nerds cervejeiros" insistem que a capacidade de envelhecimento das lambics é parecida com a de bons vinhos, então a infusão com as uvas é natural. Para produzi-la, uma mistura de lambics é envelhecida em barris por mais de um ano com uvas merlot. Isso produz uma tonalidade borgonha brilhante, com aroma intenso de frutas, e carvalho no paladar.Esta é provavelmente a cerveja-vinho mais acessível hoje em dia: uma nova IPA fermentada com suco de riesling da dinamarquesa Mikkler (que em breve abrirá seu primeiro bar em Nova Iorque). Essa fermentação começa com um toque tropical e frutado e termina com uma doce explosão de uvas.A Seattle?s Holy Mountain é um das mais confiáveis cervejarias no país e já começou o processo de envelhecer cerveja na madeira com uvas viníferas. O primeiro lote é uma cerveja de trigo envelhecida e fermentada com uvas carménère do Vale Walla Walla, região produtora do estado de Washington. O resultado é uma bebida com aromas de vinho frutado balanceado com uma adstringência áspera e tânica.A bucólica fazenda no Texas Jester King?s começou a investir pesado em cervejas produzidas com variedades como merlot, sangiovese e syrah. A Bière de Blanc du Bois é um excelente exemplo. Essa cerveja envelhecida em barril é refermentada com uvas blanc du bois, produzidas no Texas, depois de maduras. A complexidade do vinho branco encontra um final frutado e amadeirado.A cervejaria TRVE também não pode ser deixada de lado com a Ecate. Essa sour beer envelhecida com o bagaço da cabernet sauvignon (a parte que fica da fruta depois de ser esmagada para o vinho) mostra que é possível fazer algo muito bom do que seria considerado uma sobra. Cítrica, seca e maravilhosamente efervescente.Todos que já tiveram a chance de experimentar a Upright, uma joia do litoral do Pacífico, no noroeste dos EUA, sabem da singularidade que suas criações provocam. A Oregon Native é uma dessas brilhantes ofertas. Fermentada no barril em colaboração com o vinhedo Patton Valley, leva uvas pinot noir e leveduras de vinhos indígenas. Tem o aroma de frutas vermelhas típico do pinot, com um toque amadeirado. Na série Sole Composition, a Upright também lançou versões sem carbonatação, o que melhora as qualidades vinhosas desta bebida híbrida.
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20/02/2018
Startup tenta superar dificuldades de vender vinho pela internet
Em 2012, uma startup chamada Club W pretendia ajudar jovens a encontrar e comprar vinhos decentes na internet. Com garrafas de alguns vinicultores pequenos, uma plataforma web elegante e um algoritmo de recomendação simples, a empresa com sede em Los Angeles tinha um plano propício.Mas os resultados não corresponderam à expectativa. Então, quando os fundadores da empresa tentaram novamente, eles decidiram colocar a mão na massa.Se tem um produto que precisa do que o Vale do Silício chama de motor de descoberta, é o vinho. Veja os números: cerca de 25.000 vinhos diferentes estão à venda no momento, segundo a Nielsen, e 14 por cento deles chegaram ao mercado no ano passado. Nem mesmo o sommelier mais beberrão pode acompanhar esse ritmo, muito menos os consumidores comuns que, se tiverem sorte, encontram uma etiqueta que eles já tenham experimentado antes."Muitas pessoas se sentem intimidadas", disse Kristie Petrullo Campbell, consultora de vinhos e ex-sommelier do restaurante Jean Georges, em Manhattan. "Se elas entrarem em uma loja de vinhos e um vendedor se aproximar imediatamente, elas simplesmente se retraem."Winc, o novo nome da Club W, pretendia desmistificar o vinho e reduzir a cadeia de abastecimento, de forma semelhante à jogada da Warby Parker com os óculos ou da Casper com os colchões de espuma. A companhia eliminou distribuidores e revendedores e passou a oferecer uma rotação on-line de 50 a 100 vinhos com base em uma breve pesquisa que incluía perguntas como "O que você acha do sal?" e "Você gosta de cítricos?". Os preços ficaram em torno de US$ 13 por garrafa, e os membros que comprassem quatro garrafas por mês receberiam frete gratuito.O cofundador Brian Smith disse que a Winc se via como uma empresa de tecnologia. "Os clubes de vinho na época eram intragáveis", disse ele. "No entanto, o vinho como produto é realmente divertido. A facilidade de acesso era nossa essência."Dois problemas com o plano da Winc se tornaram evidentes aos poucos. Entre as pessoas que levavam o vinho a sério, sua abordagem foi considerada mais um marketing glorificado do que um conhecimento verdadeiro. Em segundo lugar, a competição já estava acirrada, e não faltavam rivais tentando decifrar o mesmo código digital. Abundavam lojas virtuais de vinhos e clubes mensais, e alguns deles eram comandados por sommeliers ou vinicultores (e um era dirigido por Martha Stewart). Pelo menos duas empresas montaram negócios extremamente semelhantes aos da Winc. A Plonk Wine Merchants, uma loja virtual, iniciou um serviço de assinatura mensal prometendo vinhos artesanais e exclusivos de todo o mundo. A Bright Cellars, com base em um algoritmo de recomendação elaborado por dois engenheiros formados no MIT, surgiu em 2014.A Winc precisava se diferenciar. No jargão publicitário, a empresa queria ter um diálogo mais profundo com sua tribo de amantes do vinho. Ela queria ser mais autêntica. Ela precisava, em suma, fazer seu próprio vinho.No terceiro trimestre de 2015, a Winc contratou sete vinicultores, liderados por Ryan Zotovich, que cresceu em uma família que produzia vinhos na Califórnia. Fiel à sua missão, a primeira oferta da equipe foi denominada WKND (fim de semana, em inglês), um vinho espumante. Foi uma medida ousada, mas era possível defendê-la com dados. A Winc havia acumulado uma pilha pequena, mas crescente, de informações sobre as preferências de seus clientes. Se usadas corretamente, essas pistas cibernéticas poderiam orientar sua produção e gerar uma maior parcela de "coincidências". Pelo menos, foi isso que os cofundadores da Winc disseram aos investidores quando apresentaram o plano (enquanto tomavam algumas taças, é claro)."Tínhamos uma conexão muito direta com os clientes, e isso realmente não existe no negócio do vinho?, explicou Smith. "Por isso, conseguimos aplicar uma espécie de engenharia reversa à produção de vinhos."
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19/02/2018
Essência do Vinho - Porto traz mais de 400 produtores ao Palácio da Bolsa
A 15.ª edição da Essência do Vinho (EV) vai realizar-se entre 22 e 25 de fevereiro, no Palácio da Bolsa, no Porto, mantendo a aposta na qualidade dos vinhos portugueses, disse o diretor do certame, Nuno Pires.Em declarações à agência Lusa, Nuno Pires, sublinhou a aposta em "manter a qualidade da apresentação do produto em detrimento do aumento do número de visitantes", que em 2017 atingiu "os 20 mil, sendo que 30% eram estrangeiros"."Quando se iniciou, em 2004, começou por ser um desafio, pois não havia em Portugal este género de conceito, procurando conferir aos vinhos portugueses uma imagem mais atual e mais moderna, tendo-se então conseguido reunir 60 produtores para participar no evento", recordou Nuno Pires.E de uma iniciativa que "foi um sucesso, ultrapassando todas as expectativas", o diretor da EV recorda que o certame "beneficiou com a aposta em atividades paralelas a que, de outro de modo, os consumidores não teriam acesso". Uma delas foi a introdução em Portugal do "show cooking', relacionado com o vinho", através da degustação partilhada de refeições confecionadas por 'chefs' convidados.Em 2006, acrescentou Nuno Pires, pensou-se em "aproveitar a presença dos principais produtores tradicionais, conjugando-a com a divulgação internacional, através de convites a líderes de opinião e compradores para virem ao evento"."Nesse ano, criou-se uma prova vinhos com um júri internacional e foi evidente a sensação de muita procura do evento por parte de estrangeiros", disse o responsável de uma iniciativa que "também aproveitou o 'boom' turístico" no Porto.Estados Unidos, Rússia, Polónia, Brasil, Coreia do Sul, Espanha, Inglaterra, França e Dinamarca são alguns dos países com presença confirmada de 'wine experts' e importadores no certame de 2018.Caso a Angola confirme também a presença, "como sucedeu nas edições anteriores", fica assegurada a representação no evento de países de quatro dos cinco continentes estejam no Porto.Vinte mil foram os visitantes em 2017, sendo que 30% eram estrangeiros, um registo que, segundo Nuno Pires, "dificilmente será ultrapassado", dado que a logística se mantém no Palácio da Bolsa, onde a organização quer aproveitar o "cenário mágico" do edifício para fazer aquilo a que se propôs desde o início: "posicionar a imagem de Portugal e dos vinhos portugueses".Frisando que a ideia "nunca foi criar um evento elitista", o responsável explica a criação dos filtros "pela dimensão e curiosidade" que ganhou e pelo facto de a organização querer proporcionar uma "visita confortável e fácil ao nível da prova dos vinhos".A organização conta reunir em 2018 "cerca de 3000 vinhos de 400 produtores de todo o país" e anuncia mais uma edição da prova dos "TOP 10 Vinhos Portugueses", que serão sujeitos a "avaliação por um júri de especialistas de várias nacionalidades", para a eleição dos 10 melhores vinhos nacionais.Organizada em parceria com a Associação Comercial do Porto, no campo gastronómico esta edição da EV contará também com 'chefs' com estrela Michelin e harmonizações com tapas.Pode adquirir os seus bilhetes em www.essenciadovinhoporto.com, a entrada de um dia tem o valor de 20? e inclui copo oficial de provas Riedel. No local e nos dias de realização do evento, a entrada terá o custo de 25?.Informações:22 de fevereiro / 15:00 - 20:0023 de fevereiro e 24 de fevereiro / 15:00 - 21:0025 de fevereiro / 15:00 - 20:00Local: Palácio da Bolsa, Rua Ferreira Borges n/s, 4050-253 Porto - PortugalBilheteira online (aberta até às 15h de 21 de fevereiro)Entrada 1 dia - 20 ? (preço de compra online)Bilheteira no local do evento: Entrada 1 dia - 25 ?Inscrições nas atividades paralelas:Inscrições em atividades paralelas:
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19/02/2018
Três séculos depois, Portugal tornou-se o principal mercado do vinho do Porto
Trezentos e quarenta anos depois da primeira exportação oficial registada na alfândega (em 1678), Portugal tornou-se o mais importante mercado mundial do vinho do Porto. Durante séculos, o vinho fortificado proveniente do vale do Douro e expedido a partir da barra do Douro teve como destino o mercado britânico. Em 1963, os franceses assumiram a posição de liderança. Por poucas décadas. No ano passado a geografia do vinho do Porto alterou-se de novo. Mesmo que os franceses continuem a ser os principais clientes em quantidade, com 26,2 milhões de garrafas adquiridas contra 16,9 milhões vendidas no mercado nacional, o volume de negócios realizado em Portugal chegou aos 73,7 milhões de euros, cerca de 800 mil euros mais do que as vendas para França.Os agentes do sector explicam esta mudança histórica recorrendo a diferentes factores, mas há um consenso sobre a sua principal causa: o turismo. "É óbvio que o crescimento do vinho do Porto no mercado nacional se explica pelas compras dos turistas, mesmo que não tenhamos dados em concreto sobre esse comportamento", diz Manuel Cabral, presidente do Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP). No ano passado passaram pelas caves de vinho do Porto cerca de 1,4 milhões de turistas, que, de acordo com uma avaliação da Associação de Empresas de Vinho do Porto e Douro (AEVP) gastaram entre 10 a 20 euros em cada visita - na estimativa do grupo Symington, que gere espaços mais caros como as caves da Graham?s 1890, esse valor rondou os 30 euros. E, para lá do consumo no local, "grande parte dos visitantes compram vinho do Porto?, diz António Filipe, director geral do grupo, recorrendo por vezes a serviços de entrega das compras no país de destino.Não é apenas em Gaia ou no Porto que o turismo influenciou o dinamismo do mercado interno. "Também em Lisboa se regista um aumento das vendas", explica Jorge Dias, que dirige a Gran Cruz, a maior empresa do sector. De comum a todos os pontos de venda há um perfil de procura que tem como alvo os vinhos do Porto de categorias superiores. É esse perfil que justifica a liderança do mercado nacional em valor: enquanto em Portugal o preço médio por litro atingiu 5,8 euros, em França não ultrapassou os 3,70. Por cá, os preços médios estão longe de atingir os valores registados em mercados mais exigentes como o dos Estados Unidos (9,16 euros por litro) ou do Canadá (9,52 euros). Mas estão acima do preço médio global (cinco euros). "O que aconteceu com a liderança de Portugal é bom porque o preço médio é bom", afirma Isabel Marrana, que dirige a AEVP.E é bom porque sendo Portugal o segundo mercado do vinho do Porto em volume, o factor preço fez com que em 2017 o negócio global tenha crescido 2,6% em valor, situando-se na ordem dos 380,2 milhões de euros. Com este registo, as empresas podem assim compensar o continuado declínio das vendas em volume. Em 2008, o mercado mundial de vinho do Porto andava na ordem dos 118 milhões de garrafas, mas no ano passado tinha-se reduzido para 101 milhões. As quebras na quantidade acabaram assim por ser compensadas pela valorização dos vinhos enquadrados nas "categorias especiais" (vinhos com indicação de idade, Portos Vintage, LBV ou Colheitas). Há oito anos, as empresas do sector venderam 21,9 milhões de garrafas destas categorias que geraram um volume de negócios de 132,9 milhões de euros; em 2017 as vendas em quantidade pouco tinham crescido (22,7 milhões de garrafas), mas as receitas aumentaram 22% para 162 milhões de euros."Temos conseguido um crescimento muito sustentado dos preços das categorias especiais", diz Manuel Cabral. Até porque, ao contrário do que acontecia há 10 ou 20 anos, o conceito de vinhos do Porto topo de gama já não depende em exclusivo dos Porto Vintage. ?Antes, o Vintage era o rei do vinho do Porto e hoje em dia esse estatuto é mais discutível?, acrescenta o presidente do IVDP. Boa parte da expansão das categorias especiais tem por isso sido sustentada pelos vinhos do Porto envelhecidos em casco (o chamado estilo tawny), até porque o último grande ano Vintage do sector foi declarado em 2011. No ano passado, os Vintage renderam ao sector 13,9 milhões de euros, enquanto os LBV (Late Bottled Vintage) atingiram 22,7 milhões, os Porto 10 anos 41,5 milhões e os Porto 20 anos 16,4 milhões de euros. Como sinal da mudança do mercado mundial do sector em relação a vinhos mais raros e caros, note-se o desempenho da categoria "mais de 40 anos": no ano passado venderam-se 85.464 garrafas destes vinhos mais velhos que renderam 5,6 milhões de euros. Ou seja, cada garrafa foi vendida a um preço médio de 68,5 euros.Numa época em que "os vinhos fortificados têm sido muito castigados pelo volume de álcool e pelo elevado teor de açúcar, o registo do vinho do Porto é interessante", diz Isabel Marrana. Mas para lá das contas gerais das empresas há uma realidade menos positiva que afecta em especial os produtores durienses." A queda dos volumes comercializados preocupa-me porque ameaça a sustentabilidade da produção", nota Jorge Dias. O administrador da Gran Cruz, empresa da multinacional La Martiniquaise que nos últimos anos investiu 70 milhões de euros no sector, nota que "para a produção, uma pipa de vinho vale o mesmo dinheiro, seja para um Porto normal ou para um Porto luxuoso". A redução dos quantitativos de produção de vinho do Porto pode assim afectar a viabilidade de muitos produtores.Para as empresas, a aposta nas categorias especiais parece ser o grande vector do vinho do Porto dos próximos anos. No geral, os seus stocks de vinhos velhos estão garantidos, seja através de uma política de gestão de activos perspectivada a longo prazo, como acontece nas empresas do grupo Symington, na Sogevinus (Cálem, Burmester, e Kopke, entre outras) ou na Ramos Pinto, seja através da aquisição de companhias de menor dimensão mas com stocks valiosos de vinhos velhos, como aconteceu com a compra da Krohn pelo grupo Fladgate Partnership (Taylor?s e Fonseca). De resto, nos últimos anos as empresas reforçaram os seus stocks globais, "que andarão hoje num rácio de stock sobre as vendas de 3,74?, diz António Filipe - de acordo com a Lei do Terço, as empresas só podem vender um terço dos vinhos que tenham armazenados. Mas estas opções de gestão não resolvem o problema suscitado por Jorge Dias.No ano passado, a Gran Cruz, que domina o mercado francês, conseguiu resistir à queda de 5,3% no volume de vendas para a França. A sua exportação estagnou, depois de obter ligeiros crescimentos nos últimos anos. A razão deste desempenho? "Apostamos na promoção", diz Jorge Dias. Lutar contra a queda das vendas em mercados importantes como o da França, Holanda ou Bélgica exige outra atitude, diz o líder da Gran Cruz. "Nós estamos aqui confortavelmente e não fazemos nada, quando temos de perceber que o mundo mudou e é preciso estar atento às necessidades das pessoas", acrescenta Jorge Dias, dando como exemplo uma bebida que há alguns anos estava "moribunda" e hoje, após intensas campanhas de marketing, se tornou um objecto de culto: o gin.
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16/02/2018
Itália quer candidatar vinho Amarone a Patrimônio da Unesco
Após a pizza napolitana, a Itália tentará o reconhecimento da Unesco para outro item da sua gastronomia: o vinho Amarone. O presidente da região do Vêneto, Luca Zaia, anunciou no sábado (3) que tentará requisitar que o tradicional vinho Amarone seja reconhecido como patrimônio mundial. "O mérito do sucesso de Amarone é devido aos produtores venezianos que correm por todos os continentes. Eles são os verdadeiros pioneiros da internacionalização [do vinho]", disse Zaia.De acordo com Zaia, o Amarone é o "cartão de visitas" da região, e sua forma de preparo deveria ser reconhecida em todo o mundo. Atualmente, o vinho é produzido através de um processo chamado "appassimento", que transforma as uvas normais em uvas-passas, sendo deixadas para fermentar por cerca de cinco meses.Completando 50 anos de história, o Amarone é um dos vinhos mais tradicionais da Itália. Em dezembro de 2017, a "Arte dos Pizzaiolos Napolitanos" foi escolhida como novo Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Unesco, sendo a primeira vez na história que o preparo de um alimento vira um patrimônio mundial.O reconhecimento da pizza fez com que a França iniciasse uma campanha para que a baguete também recebesse o título.
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16/02/2018
Vinícola Aurora comemora 87 anos de fundação, com faturamento de R$ 515 milhões em 2017
A Vinícola Aurora comemorou 87 anos de história, no dia 14 de fevereiro. A data foi celebrada com a implantação de dois robôs no recebimento das uvas, um na matriz e outro na unidade Vinhedos, ao lado da qual será inaugurada a pedra fundamental da construção da nova fábrica, com início de atividades previsto para 2019. "Somos a primeira vinícola do mundo a implantar robôs nesse setor", comemora Itacir Pedro Pozza, presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Vinícola Aurora.Os dois novos robôs, produzidos na Alemanha, chegam para eliminar o trabalho braçal do descarregamento dos caminhões com uvas, e poderão descarregar até 3 BINs por minuto, ou seja, 1,2 toneladas de uvas em 60 segundos. Nessa implantação foram investidos R$ 10 milhões. Os robôs de safra somam-se aos 4 robôs japoneses que a vinícola já tem em operação na expedição dos produtos acabados.Outros R$ 20 milhões a Aurora irá investir em uma nova fábrica, que começa a ser construída neste mês, com 14 mil metros quadrados de área construída no Vale dos Vinhedos, para concentrar a produção e a expedição dos sucos de uva e vinhos de mesa. Dessa forma, a matriz ganhará mais fôlego e capacidade para expandir a produção dos vinhos e espumantes finos. "É um marco na história da Aurora", afirma o presidente. "Esse conjunto de medidas constituem as mais significativas inovações na empresa nos últimos 50 anos", avalia. Além disso, a Aurora irá investir em novas linhas de envase, com alta capacidade produtiva.Com um faturamento de R$ 515 milhões em 2017, a vinícola registrou crescimento de 5% em um ano de crise na economia do país, mantendo sua liderança no mercado interno em suco de uva integral, vinhos finos e coolers (marca Keep Cooler). A vinícola recebeu 72 mil toneladas de uvas na safra 2017, colhidas nas propriedades dos 1.100 produtores associados que formam a cooperativa, e espera receber volume semelhante e de alta qualidade na colheita de 2018, que se encerra no início de março."A Aurora é a maior vinícola do Brasil e tem o compromisso de continuar crescendo e se modernizando", afirma Hermínio Ficagna, diretor-geral da Vinícola Aurora.A vinícola possui um portfólio de 13 marcas próprias e mais de 200 itens, além de marcas de terceiros que elabora para clientes. Exporta para mais de 20 países e concentra seu foco de expansão das vendas externas em 2018 na Ásia, com potencial de ampliação de negócios com a China (país comprador há 2 anos) e Japão, seu cliente há 20 anos que dobrou suas importações de produtos da Aurora nos últimos dois anos.O mercado chinês tem se mostrado receptivo aos espumantes Moscatel. "A Ásia segue sendo o foco da Vinícola Aurora nas exportações de 2018", informa Rosana Pasini, gerente de exportações da empresa.Cooperativa Vinícola AuroraVisite o site: www.vinicolaaurora.com.brSAC: 0800 701 4555Matriz Bento Gonçalves (RS): (54) 3455-2000Filial São Paulo: (11) 3051-6124Escritórios e representantes em todo o território nacional
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15/02/2018
Promoção da Isabela oferece viagens a Paris, jantar com o chef Jacquin e frigobar
Já pensou em jantar com o chef francês Erik Jacquin, com um menu criado e preparado por ele, ganhar um lindo frigobar retrô e ainda viajar para Paris, a capital mundial da gastronomia, com um acompanhante? A Isabela, marca de massas, biscoitos e torradas da M. Dias Branco lança a promoção "Momento Inesquecível Isabela", que pode te proporcionar tudo isso.Para participar da promoção, basta comprar R$ 10 em produtos da marca, entre eles um pacote de torradas (item obrigatório) nos sabores Tradicional, Integral, Multigrãos ou Light, e cadastrar o número da sorte no website www.promoisabela.com.br. A promoção será iniciada em 15 de fevereiro e terá duração de 3 meses.Serão sorteados 90 frigobares retrô, sendo um por dia. Ao fim da promoção, 15 participantes, sendo cinco de cada um dos estados da região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), serão sorteados para participar de um jantar especial com Jacquin, com menu criado e preparado pelo próprio chef francês. Como serão cinco consumidores de cada estado, isso proporcionará a todos os estados a chance de ter vencedores, de forma igualitária.E será no jantar especial com Erick Jacquin que acontecerá o grand finale: um consumidor de cada estado, entre os 15 finalistas, será sorteado para viajar para Paris, com tudo pago, podendo levar um acompanhante. Ao idealizar a promoção, Isabela teve a preocupação de criar condições igualitárias, elegendo a mesma quantidade de vencedores por estado. Além disso os três ganhadores finais serão duplamente premiados, com o jantar exclusivo e a viagem! A promoção, é válida para os consumidores do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estados nos quais a marca Isabela atua."Isabela sempre foi uma marca que prezou pela tradição da gastronomia. Nossos consumidores são diferenciados, buscam as melhores opções para suas famílias. Ao escolher os prêmios da promoção Momento Inesquecível Isabela, procuramos opções que realmente os encantassem", explica Martim Ibrahim Bernardara, diretor de marketing da M. Dias Branco. Para mais informações sobre a Isabela, acesse www.isabela.com.br.Sobre a IsabelaLíder em vendas na categoria de biscoitos na Região Sul do Brasil, a marca Isabela, que pertence ao portfólio da M. Dias Branco S.A Indústria e Comércio de Alimentos, atua no mercado há mais de 60 anos. A marca é Top of Mind de massas e biscoitos há 26 anos consecutivos segundo a Revista Amanhã (RS) e foi contemplada pela 17ª vez consecutiva como a marca preferida e mais lembrada na categoria Biscoitos do Prêmio Marcas de Quem Decide 2017 segundo o Jornal do Comércio. Com o slogan "A vida é mais com Isabela", possui mais de 70 produtos em seu portfólio, entre eles as crocantes e fresquinhas Torradas e os deliciosos biscoitos Leite sabor Chocolate, Leite Vitamina de Frutas, Maria Chocolate e Wafer Lanchinho - disponível nos sabores chocolate e morango.Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de AlimentosContando com mais de sessenta anos de existência, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado da BM&FBovespa. A Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinha e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks e bolos, mistura para bolos e torradas. Sediada em Eusébio (CE), a empresa é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil, é a sexta maior empresa de massas e a sétima de biscoitos no ranking global por faturamento. Suas operações geram mais de 16,5 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com fatores importantes para o desenvolvimento econômico e social do país. Sua história começou ainda na década de 40 quando o comerciante e imigrante português, Manuel Dias Branco inaugurou a Padaria Imperial, em Fortaleza (CE). Atualmente, a M. Dias Branco possui um moderno parque industrial com equipamentos de última geração, seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade, operando com um modelo de integração vertical que permite a produção de suas mais importantes matérias-primas, a farinha de trigo e a gordura vegetal, utilizadas no processo de produção de biscoitos e massas. Suas marcas são sinônimo de tradição e qualidade, estabelecendo um vínculo de confiança e respeito com o consumidor. A estrutura operacional da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos, com sede no Estado do Ceará, conta com 12 unidades industriais e 29 filiais comerciais distribuídas em diferentes Estados do País, garantindo uma cobertura nacional que possibilita a presença de suas marcas em todo o território nacional.
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05/12/2017
Harald Chocolates é reconhecida pela Excelência no Atendimento e cresce 20 pontos percentuais em share
Especialização da equipe de atendimento e cozinha experimental são essenciais para aproximação com consumidorSão Paulo, 05 de dezembro de 2017 - Mais do que uma equipe de atendimento, um time de especialistas em chocolate. Essa foi a base da estratégia responsável por fazer a Harald Chocolates fabricante especializada em soluções e ingredientes para a fabricação de bolos, trufas e outros doces conquistar um aumento de 20 pontos percentuais de share no mercado entre a Páscoa de 2016 e 2017. E ainda ser a vencedora na categoria Atendimento Integrado do XVII PrêmioABT, premiação realizada pela Garrido Marketing e do IBMR - Instituto Brasileiro de Marketing de Relacionamento, que valoriza as melhores práticas de relacionamento com o cliente.Case de sucessoEm um momento de crise econômica, a Harald Chocolates viu na aproximação com o consumidor uma maneira de melhorar suas vendas e aumentar sua participação no mercado. Para isso, além do tradicional serviço de atendimento ao consumidor via telefone, foram incorporados novos canais de comunicação, como o WhatsApp e os Plantões de Atendimento. A empresa já estava presente nas redes sociais, mas com pouca participação do público.Para melhorar a percepção que os clientes tinham sobre a marca e aumentar sua fidelidade foi criado um programa de especialização das equipes de atendimento em diferentes etapas em conjunto com a empresa SC Serviços ao Consumidor. Na estratégia, foi adotada a Cozinha Experimental, para testar receitas, desenvolver novas técnicas e experimentos culinários. A partir disso, a equipe de atendimento foi treinada para aprender sobre o uso dos produtos da empresa, novas receitas e as técnicas culinárias essenciais. Com os conhecimentos adquiridos, eles passaram a fazer parte do Programa de Apoio Técnico, que ensina e esclarece as dúvidas mais frequentes dos consumidores.Houve uma maior aproximação com o consumidor, através da escuta ativa, consulta regular e adequação da comunicação às necessidades dos clientes. Toda a informação recolhida passou a ser aproveitada em novos formatos, como posts de Facebook, dicas presentes nas embalagens dos produtos e aulas na cozinha experimental.Além dos novos meios de comunicação, o 0800 da empresa foi reformulado e, para representar o novo momento no relacionamento com seus clientes, o SAC recebeu um novo nome e passou a ser chamado de Casa do Consumidor. Estamos muito felizes com o resultado do Prêmio e também com a nossa participação no mercado brasileiro, afirma a Gerente de Marketing da Harald Chocolates, Sheila Mattos.Mais de 18 milhões de pessoas impactadasCom isso, a Harald conseguiu mais de 20 pontos percentuais em share no mercado de coberturas entre a Páscoa de 2016 e a de 2017, segundo a KantarWorldpanel. Houve também um aumento de 30% nas menções positivas da marca nas redes sociais. O resultado foi possível com um significativo aumento dos elogios e diminuição de reclamações. No Facebook, houve um crescimento de 1.490% no alcance e de 1.300% no envolvimento da página. Desde o início do projeto, foram mais de 18 milhões de pessoas impactadas pelos conteúdos da Harald, número equivalente à população do Chile.XVII PrêmioABTO evento de premiação aconteceu no dia 23 de novembro e contou com a participação das maiores lideranças do atendimento e relacionamento do Brasil. O PrêmioABT tem como objetivos identificar, reconhecer, valorizar e disseminar as melhores práticas, desenvolvidas por empresas e profissionais que buscam a Excelência no Relacionamento com o Cliente. A ação é uma realização da Garrido Marketing e do IBMR - Instituto Brasileiro de Marketing de Relacionamento. Foram 32 categorias. Mais informações em www.premioabt.com.brSobre a Harald ChocolatesPaixão pelo chocolateApesar de a Harald atuar há 35 anos no mercado, sua essência e paixão pelo chocolate nasceram há mais de 100 anos, em 1888, quando a família Neugebauer imigrou da Alemanha para o Brasil e iniciou negócios em Porto Alegre (RS) abrindo, em 1903, a primeira fábrica de chocolates no País com o sobrenome da família.Fundada em 1982 em São Paulo, a Harald passou a contar com um parque industrial moderno em Santana de Parnaíba, onde 600 colaboradores produzem todos os chocolates da marca, que são exportados para mais de 30 países, além de serem vendidos em todo o Brasil.Atualmente, a Harald conta ainda com 90 representantes comerciais, dois Chefs Chocolatiers, cinco Técnicos Chocolatiers e 60 Instrutores de Culinária, que realizam 3 mil cursos anualmente. Tudo para levar o melhor produto aos seus mais de 8 mil clientes: panificadoras, confeiteiros e aos transformadores de chocolate profissionais autônomos que fazem trufas, bolos e bombons para vender.Em 2015, a Harald passou a fazer parte do grupo japonês Fuji OilGroup, com o objetivo de desenvolver ainda mais sua linha de produção e penetração no mercado nacional e internacional. Com visões semelhantes, ambas companhias têm como valores oferecer segurança e qualidade aos consumidores e ao meio ambiente, comprometimento, inovação e trabalho dedicado às pessoas. Mais informações no site: www.harald.com.brFoto no artigo: Esquerda para direita, executivos da Harald: Taro Takahashi CFO, Sheila Mattos Marketing Manager (segurando o troféu), Ernesto Neugebauer - CEO e Carlos Munhoz Trade MKT Coordinator.
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24/11/2017
Descubrimiento más antiguo de la elaboración de vino
Un grupo de científicos descubrieron una de las evidencias más antiguas de la elaboración de vino después de detectar señales químicas de la bebida alcohólica en fragmentos de tarros de barro de casi 8.000 años de antigüedad en dos lugares a unos 50 kilómetros de la capital de Georgia, Tiflis.El hallazgo muestra que este importante hito cultural ocurrió antes de lo previamente conocido en la región del Cáucaso sur, en la frontera de Europa del Este con Asia Occidental. Hasta ahora, la evidencia más antigua de elaboración de vino era cerámica proveniente de las montañas Zagros en el noroeste de Irán que data del 5400-5000 a.C."El alcohol tenía un rol importante en sociedades en el pasado al igual que ahora", dijo el arqueólogo de la Universidad de Toronto Stephen Batiuk, uno de los investigadores del estudio publicado en Proceedings of the National Academy of Sciences."El vino es fundamental para la civilización como la conocemos en Occidente", añadió. "Como una medicina, lubricante social, sustancia que altera la menta y un artículo altamente valorado, el vino se volvió el centro de los cultos religiosos, farmacopeas, cocinas, economías y sociedades en el antiguo Cercano Oriente", explicó.Los investigadores realizaron análisis bioquímicos para hallar componentes residuales del vino que los objetos hubieran absorbido. Patrick McGovern, arqueólogo biomolecular de la Universidad de Pensilvania, halló evidencia de ácido tartárico, un indicio de fabricación relacionada con la uva euroasiática, así como tres ácidos orgánicos asociados: málico, succínico y cítrico.Los objetos fueron hallados en dos poblaciones neolíticas, en las que tal vez vivían unas 60 personas entre ambas, que consistían en pequeñas casas de barro. Los habitantes cosechaban trigo, criaban ovejas, cabras y ganado, y usaban herramientas simples hechas de hueso y vidrio volcánico llamado obsidiana.Los tarros grises, algunos decorados con imágenes simples de racimos de uvas y un hombre bailando, miden 80 centímetros de alto y 40 de ancho. Evidencia de vino fue hallada en ocho tarros, la más antigua del 5980 a.C.De todas formas, este no es el indicio más antiguo de una bebida alcohólica. Previamente se halló evidencia en China de una bebida fermentada que era una mezcla de arroz, miel y fruta y que databa de alrededor del 7000 a.C.Fuente: El país
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27/10/2017
Dom Sebastião é a 1ª pizzaria de MT a virar franquia; saiba quanto custa abrir uma
O Dom Sebastião completou dez anos de existência no último dia 23, e para comemorar e continuar trabalhando, os proprietários lançam ainda este ano uma franqueadora do negócio. A primeira franquia abre as portas em meados de novembro, no Pantanal Shopping, e promete ter produtos de mesma qualidade que os da matriz.Durante estes dez anos sempre foi nossa intenção franquear. Não é um projeto novo, é um projeto antigo. Mas precisou de dez anos pra gente amadurecer os conhecimentos do ramo, pra poder finalmente montar a franqueadora, explicou Paulo Leite, pai do chef Paulo Vitor e um dos sócios do Dom Sebastião.A primeira franquia será inaugurada no mês de novembro, no Pantanal Shopping, e na mesma data será lançada a franqueadora. Depois de lá, a intenção é ir para o interior do estado de Mato Grosso e para Rondônia, onde o Dom já conta com vários clientes. Vale lembrar que a empresa será a primeira pizzaria do estado a se tornar uma franquia.Mato Grosso é um estado muito rico, o interior é muito rico, e essas pessoas que produzem essa riqueza estão muito conectadas com o mundo. Não só com Cuiabá, São Paulo, Rio, mas com o mundo, afirma o sócio. Então elas não querem mais comer o produto sem qualidade. Elas querem comer uma boa pizza, um bom prato, um bom sanduíche, um bom salgado. Essas pessoas começam a ficar exigentes no consumo. Não da mais pra ter um alimento amador, garante.A franquiaO Dom Sebastião vai trabalhar com três tipos diferentes de modelo de negócio, com um custo inicial de R$200 mil: o primeiro, com o menor investimento, será o quiosque. Mas com todo o padrão Dom Sebastião. Então, se a gente tem 80 produtos que vendemos aqui, o quiosque vai ter uma quantidade menor?, explica Paulo.O segundo modelo será o de loja para shopping, galeria comercial ou de rua, e o terceiro, para hotel, já que desde 2015 o Dom comanda o restaurante do Hotel Transamérica, e desde 2016 o do Hotel Intercity.De acordo com Paulo, o quiosque inaugurado no Univag em agosto de 2017 foi um protótipo. A gente testou uma série de coisas pra poder chegar nesse ponto de franquiar, explica.Desta forma, o principal objetivo agora é vender franquias similares ao quiosque. Focar em lojas pequenas com todos esses produtos que ele falou. Começando com a pizza, porque nós temos hoje um equipamento que nos permite trabalhar dentro de um shopping, num quiosque, onde a gente não precisa colocar um forno a lenha com exaustão. Os equipamentos são muitos compactos, e temos um portfólio rico dentro de um espaço pequeno, explica o chef Paulo Vitor. Segundo ele, o espaço mínimo para uma loja dessas é de 26 metros quadrados.O empresário que se interessar em comprar a franquia deve entrar em contato com os proprietários do restaurante. Segundo Paulo Leite, é necessário uma conversa para que ambos os lados saiam satisfeitos.A pessoa vai fazer um investimento, colocar recursos dela e é um sonho de ter um negócio, então tem que ter muita responsabilidade dos dois lados, afirma. Por este motivo, antes de fechar qualquer negócio, o Dom precisa disponibilizar aos compradores da franquia uma Circular de Oferta de Franquia (COF), com todo o detalhamento, tendência de mercado, tendência de vendas, legislação tributária sobre o comércio e diversas outras informações.No caso do Dom Sebastião, especificamente, uma das vantagens é que o franqueado não precisa ser chef ou saber cozinhar, já que todos os produtos serão feitos pela matriz e enviados pré-prontos para a franquia. A franquia vende conhecimento. A pessoa que vai comprar vai ter todo o conhecimento adquirido em dez anos repassado para ela. Os riscos dessa pessoa diminuem muito, finaliza o sócio.
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26/10/2017
Comer massa pode? Depende dos ingredientes do seu prato. Fique de olho
As massas são um dos grandes vilões da dieta. Isso é verdade, em parte. Segundo especialistas, os verdadeiros carrascos mesmo são os molhos que acompanham o prato. Portanto, na semana em que se comemora o Dia da Massa, o recado é: coma, mas com atenção aos ingredientes e com moderação.As massas são uma fonte de carboidrato, assim como as batatas e o arroz, por exemplo. Existe essa ideia de que devemos cortar o carboidrato para emagrecer, mas ele é a principal fonte de energia do nosso corpo e não devemos excluí-lo totalmente da nossa alimentação. O que torna as massas vilãs são os ingredientes que colocamos nelas, em geral muito calóricos, como molho branco ou quatro queijos, o parmesão ralado e outros ingredientes como bacon ou presunto. Uma massa com um molho simples de tomate, por exemplo, pode perfeitamente ser consumida por quem está tentando perder peso ? diz Gabriella Gachet, nutricionista do Vigilantes do Peso.Além de dar preferência aos molhos menos gordurosos, comer massas integrais também é a saída para quem luta contra a balança.Massas feitas com farinha integral são as mais recomendáveis porque preservam as vitaminas do complexo B e as fibras, que se perdem na massa comum. Para quem apresenta inchaço ou distensão abdominal após consumo de farinha de trigo, pode optar pelas massas feitas de grão de bico ou de quinoa por exemplo ? orienta a nutricionista Larissa Cohen.O ideal é nunca misturar carboidratos e consumir massa com verduras e legumes ou carnes magras.DicasNão deixe o macarrão cozinhar demais, cozinhe sempre um ou dois minutos a menos do tempo indicado na embalagem. Não coloque óleo na água do cozimento.Acrescente cenoura ao molho de tomate. A cenoura não altera o sabor do molho e ainda acrescenta mais fibras e vitaminas.Para os dias mais quentes, opte por uma salada de macarrão fria, com legumes, atum e ovos cozidos.Experimente substituir algumas folhas de massa de lasanha por fatias finas de berinjela ou abobrinha.Já existem muitas receitas de nhoque que substituem a batata por abóbora ou aipim, o que pode tornar seu prato ainda mais nutritivo.Você pode preparar seu próprio molho de tomate em casa e congelar em porções menores para usar sempre que quiser.
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25/10/2017
Começou a 6ª Settimana della Cucina Regionale Italiana, em SP
97 espumantes premiados, 97 Medalhas de Ouro. O alto padrão dos espumantes brasileiros mais uma vez foi revelado na principal degustação às cegas do produto no país. O X Concurso do Espumante Brasileiro, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), é o maior da história com 308 amostras de 80 vinícolas. Desta vez, todos os classificados entre os 30% em cada categoria, conforme normas internacionais, alcançaram pontuação correspondente a Medalha de Ouro, ou seja, de 88 a 91 pontos.Depois de 10 anos com um crescimento quase exponencial em número de amostras, atingimos um recorde, superamos as 300 amostras, o que demonstra a importância do espumante para o Brasil e nos coloca com responsabilidade para produzirmos sempre com mais qualidade, safra após safra, destaca o presidente da ABE, Edegar Scortegagna. O enólogo disse que é preciso refletir e, cada vez mais, buscar qualidade. O espumante brasileiro atingiu um alto nível, onde não podemos nos permitir cometer erros. Devemos manter o alto padrão de qualidade reconhecido mundo afora. E para isso, precisamos buscar matéria prima correta e modernizar nossas vinícolas, pois hoje podemos afirmar, sem medo, que o espumante brasileiro está entre os melhores do mundo, enfatiza.Considerado a principal janela para o mundo dos espumantes brasileiros, o X Concurso do Espumante Brasileiro reuniu um júri formado por 53 profissionais entre enólogos, sommeliers e jornalistas especializados. As degustações aconteceram nos dias 18 e 19 de outubro, na Câmara da Indústria e Comércio de Garibaldi (CIC), integrando a programação da Fenachamp 2017. A divulgação dos resultados e entrega das medalhas ocorreu em coquetel realizado na noite do dia 20 de outubro no CTG Sentinela da Serra, no Parque da Fenachamp, em Garibaldi (RS).Participaram espumantes elaborados por vinícolas de sete estados brasileiros, sendo eles: Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, numa demonstração da diversidade da produção nacional. Os espumantes foram degustados às cegas, seguindo normas internacionais, dentro de suas categorias: espumantes de segunda fermentação (charmat e tradicional) e espumantes de primeira fermentação (moscatéis). O concurso seguiu as normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos (UIOE).Prêmio Destaque Cleber AndradeO 10º Concurso do Espumante Brasileiro seguiu o formato da edição anterior, prevendo uma distinção especial concedida a espumantes que se sobressaírem em suas categorias. O objetivo é exaltar ainda mais a produção nacional. Este ano, o prêmio carrega o nome de Cleber Andrade, uma homenagem que a ABE presta ao ex-presidente e um dos enólogos mais marcantes que o Brasil já teve.O Destaque Cleber Andrade foi entregue a seis espumantes, um em cada categoria. Para isso, ao final do concurso, foi realizada uma degustação de preferência entre os produtos que conquistaram Medalha de Ouro e melhores medianas, a fim de destacar a preferência dos jurados.DESTAQUESDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Brut elaborado pelo método charmatPonto Nero Espumante Brut - Domno do Brasil Indústria e Comércio de BebidasDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Brut elaborado pelo método tradicionalMonte Paschoal Dedicato Espumante Champenoise BrutBasso Vinhos e EspumantesDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Brut RoséCave Amadeu Espumante Brut Rosé - Vinícola GeisseDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Nature e Extra-BrutDon Guerino Cuvée Espumante Extra Brut - Don Guerino Vinhos FinosDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante MoscatelMonte Paschoal Dedicato Espumante Moscatel RoséBasso Vinhos e EspumantesDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Demi-SecConde de Foucauld Espumante Demi-Sec BrancoCooperativa Vinícola Aurora
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