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05/12/2018
Harald Chocolates é reconhecida pela Excelência no Atendimento e cresce 20 pontos percentuais em share
Especialização da equipe de atendimento e cozinha experimental são essenciais para aproximação com consumidorSão Paulo, 05 de dezembro de 2017 - Mais do que uma equipe de atendimento, um time de especialistas em chocolate. Essa foi a base da estratégia responsável por fazer a Harald Chocolates fabricante especializada em soluções e ingredientes para a fabricação de bolos, trufas e outros doces conquistar um aumento de 20 pontos percentuais de share no mercado entre a Páscoa de 2016 e 2017. E ainda ser a vencedora na categoria Atendimento Integrado do XVII PrêmioABT, premiação realizada pela Garrido Marketing e do IBMR - Instituto Brasileiro de Marketing de Relacionamento, que valoriza as melhores práticas de relacionamento com o cliente.Case de sucessoEm um momento de crise econômica, a Harald Chocolates viu na aproximação com o consumidor uma maneira de melhorar suas vendas e aumentar sua participação no mercado. Para isso, além do tradicional serviço de atendimento ao consumidor via telefone, foram incorporados novos canais de comunicação, como o WhatsApp e os Plantões de Atendimento. A empresa já estava presente nas redes sociais, mas com pouca participação do público.Para melhorar a percepção que os clientes tinham sobre a marca e aumentar sua fidelidade foi criado um programa de especialização das equipes de atendimento em diferentes etapas em conjunto com a empresa SC Serviços ao Consumidor. Na estratégia, foi adotada a Cozinha Experimental, para testar receitas, desenvolver novas técnicas e experimentos culinários. A partir disso, a equipe de atendimento foi treinada para aprender sobre o uso dos produtos da empresa, novas receitas e as técnicas culinárias essenciais. Com os conhecimentos adquiridos, eles passaram a fazer parte do Programa de Apoio Técnico, que ensina e esclarece as dúvidas mais frequentes dos consumidores.Houve uma maior aproximação com o consumidor, através da escuta ativa, consulta regular e adequação da comunicação às necessidades dos clientes. Toda a informação recolhida passou a ser aproveitada em novos formatos, como posts de Facebook, dicas presentes nas embalagens dos produtos e aulas na cozinha experimental.Além dos novos meios de comunicação, o 0800 da empresa foi reformulado e, para representar o novo momento no relacionamento com seus clientes, o SAC recebeu um novo nome e passou a ser chamado de Casa do Consumidor. Estamos muito felizes com o resultado do Prêmio e também com a nossa participação no mercado brasileiro, afirma a Gerente de Marketing da Harald Chocolates, Sheila Mattos.Mais de 18 milhões de pessoas impactadasCom isso, a Harald conseguiu mais de 20 pontos percentuais em share no mercado de coberturas entre a Páscoa de 2016 e a de 2017, segundo a KantarWorldpanel. Houve também um aumento de 30% nas menções positivas da marca nas redes sociais. O resultado foi possível com um significativo aumento dos elogios e diminuição de reclamações. No Facebook, houve um crescimento de 1.490% no alcance e de 1.300% no envolvimento da página. Desde o início do projeto, foram mais de 18 milhões de pessoas impactadas pelos conteúdos da Harald, número equivalente à população do Chile.XVII PrêmioABTO evento de premiação aconteceu no dia 23 de novembro e contou com a participação das maiores lideranças do atendimento e relacionamento do Brasil. O PrêmioABT tem como objetivos identificar, reconhecer, valorizar e disseminar as melhores práticas, desenvolvidas por empresas e profissionais que buscam a Excelência no Relacionamento com o Cliente. A ação é uma realização da Garrido Marketing e do IBMR - Instituto Brasileiro de Marketing de Relacionamento. Foram 32 categorias. Mais informações em www.premioabt.com.brSobre a Harald ChocolatesPaixão pelo chocolateApesar de a Harald atuar há 35 anos no mercado, sua essência e paixão pelo chocolate nasceram há mais de 100 anos, em 1888, quando a família Neugebauer imigrou da Alemanha para o Brasil e iniciou negócios em Porto Alegre (RS) abrindo, em 1903, a primeira fábrica de chocolates no País com o sobrenome da família.Fundada em 1982 em São Paulo, a Harald passou a contar com um parque industrial moderno em Santana de Parnaíba, onde 600 colaboradores produzem todos os chocolates da marca, que são exportados para mais de 30 países, além de serem vendidos em todo o Brasil.Atualmente, a Harald conta ainda com 90 representantes comerciais, dois Chefs Chocolatiers, cinco Técnicos Chocolatiers e 60 Instrutores de Culinária, que realizam 3 mil cursos anualmente. Tudo para levar o melhor produto aos seus mais de 8 mil clientes: panificadoras, confeiteiros e aos transformadores de chocolate profissionais autônomos que fazem trufas, bolos e bombons para vender.Em 2015, a Harald passou a fazer parte do grupo japonês Fuji OilGroup, com o objetivo de desenvolver ainda mais sua linha de produção e penetração no mercado nacional e internacional. Com visões semelhantes, ambas companhias têm como valores oferecer segurança e qualidade aos consumidores e ao meio ambiente, comprometimento, inovação e trabalho dedicado às pessoas. Mais informações no site: www.harald.com.brFoto no artigo: Esquerda para direita, executivos da Harald: Taro Takahashi CFO, Sheila Mattos Marketing Manager (segurando o troféu), Ernesto Neugebauer - CEO e Carlos Munhoz Trade MKT Coordinator.
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24/11/2017
Descubrimiento más antiguo de la elaboración de vino
Un grupo de científicos descubrieron una de las evidencias más antiguas de la elaboración de vino después de detectar señales químicas de la bebida alcohólica en fragmentos de tarros de barro de casi 8.000 años de antigüedad en dos lugares a unos 50 kilómetros de la capital de Georgia, Tiflis.El hallazgo muestra que este importante hito cultural ocurrió antes de lo previamente conocido en la región del Cáucaso sur, en la frontera de Europa del Este con Asia Occidental. Hasta ahora, la evidencia más antigua de elaboración de vino era cerámica proveniente de las montañas Zagros en el noroeste de Irán que data del 5400-5000 a.C."El alcohol tenía un rol importante en sociedades en el pasado al igual que ahora", dijo el arqueólogo de la Universidad de Toronto Stephen Batiuk, uno de los investigadores del estudio publicado en Proceedings of the National Academy of Sciences."El vino es fundamental para la civilización como la conocemos en Occidente", añadió. "Como una medicina, lubricante social, sustancia que altera la menta y un artículo altamente valorado, el vino se volvió el centro de los cultos religiosos, farmacopeas, cocinas, economías y sociedades en el antiguo Cercano Oriente", explicó.Los investigadores realizaron análisis bioquímicos para hallar componentes residuales del vino que los objetos hubieran absorbido. Patrick McGovern, arqueólogo biomolecular de la Universidad de Pensilvania, halló evidencia de ácido tartárico, un indicio de fabricación relacionada con la uva euroasiática, así como tres ácidos orgánicos asociados: málico, succínico y cítrico.Los objetos fueron hallados en dos poblaciones neolíticas, en las que tal vez vivían unas 60 personas entre ambas, que consistían en pequeñas casas de barro. Los habitantes cosechaban trigo, criaban ovejas, cabras y ganado, y usaban herramientas simples hechas de hueso y vidrio volcánico llamado obsidiana.Los tarros grises, algunos decorados con imágenes simples de racimos de uvas y un hombre bailando, miden 80 centímetros de alto y 40 de ancho. Evidencia de vino fue hallada en ocho tarros, la más antigua del 5980 a.C.De todas formas, este no es el indicio más antiguo de una bebida alcohólica. Previamente se halló evidencia en China de una bebida fermentada que era una mezcla de arroz, miel y fruta y que databa de alrededor del 7000 a.C.Fuente: El país
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26/10/2017
Comer massa pode? Depende dos ingredientes do seu prato. Fique de olho
As massas são um dos grandes vilões da dieta. Isso é verdade, em parte. Segundo especialistas, os verdadeiros carrascos mesmo são os molhos que acompanham o prato. Portanto, na semana em que se comemora o Dia da Massa, o recado é: coma, mas com atenção aos ingredientes e com moderação.As massas são uma fonte de carboidrato, assim como as batatas e o arroz, por exemplo. Existe essa ideia de que devemos cortar o carboidrato para emagrecer, mas ele é a principal fonte de energia do nosso corpo e não devemos excluí-lo totalmente da nossa alimentação. O que torna as massas vilãs são os ingredientes que colocamos nelas, em geral muito calóricos, como molho branco ou quatro queijos, o parmesão ralado e outros ingredientes como bacon ou presunto. Uma massa com um molho simples de tomate, por exemplo, pode perfeitamente ser consumida por quem está tentando perder peso ? diz Gabriella Gachet, nutricionista do Vigilantes do Peso.Além de dar preferência aos molhos menos gordurosos, comer massas integrais também é a saída para quem luta contra a balança.Massas feitas com farinha integral são as mais recomendáveis porque preservam as vitaminas do complexo B e as fibras, que se perdem na massa comum. Para quem apresenta inchaço ou distensão abdominal após consumo de farinha de trigo, pode optar pelas massas feitas de grão de bico ou de quinoa por exemplo ? orienta a nutricionista Larissa Cohen.O ideal é nunca misturar carboidratos e consumir massa com verduras e legumes ou carnes magras.DicasNão deixe o macarrão cozinhar demais, cozinhe sempre um ou dois minutos a menos do tempo indicado na embalagem. Não coloque óleo na água do cozimento.Acrescente cenoura ao molho de tomate. A cenoura não altera o sabor do molho e ainda acrescenta mais fibras e vitaminas.Para os dias mais quentes, opte por uma salada de macarrão fria, com legumes, atum e ovos cozidos.Experimente substituir algumas folhas de massa de lasanha por fatias finas de berinjela ou abobrinha.Já existem muitas receitas de nhoque que substituem a batata por abóbora ou aipim, o que pode tornar seu prato ainda mais nutritivo.Você pode preparar seu próprio molho de tomate em casa e congelar em porções menores para usar sempre que quiser.
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25/10/2017
Começou a 6ª Settimana della Cucina Regionale Italiana, em SP
97 espumantes premiados, 97 Medalhas de Ouro. O alto padrão dos espumantes brasileiros mais uma vez foi revelado na principal degustação às cegas do produto no país. O X Concurso do Espumante Brasileiro, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), é o maior da história com 308 amostras de 80 vinícolas. Desta vez, todos os classificados entre os 30% em cada categoria, conforme normas internacionais, alcançaram pontuação correspondente a Medalha de Ouro, ou seja, de 88 a 91 pontos.Depois de 10 anos com um crescimento quase exponencial em número de amostras, atingimos um recorde, superamos as 300 amostras, o que demonstra a importância do espumante para o Brasil e nos coloca com responsabilidade para produzirmos sempre com mais qualidade, safra após safra, destaca o presidente da ABE, Edegar Scortegagna. O enólogo disse que é preciso refletir e, cada vez mais, buscar qualidade. O espumante brasileiro atingiu um alto nível, onde não podemos nos permitir cometer erros. Devemos manter o alto padrão de qualidade reconhecido mundo afora. E para isso, precisamos buscar matéria prima correta e modernizar nossas vinícolas, pois hoje podemos afirmar, sem medo, que o espumante brasileiro está entre os melhores do mundo, enfatiza.Considerado a principal janela para o mundo dos espumantes brasileiros, o X Concurso do Espumante Brasileiro reuniu um júri formado por 53 profissionais entre enólogos, sommeliers e jornalistas especializados. As degustações aconteceram nos dias 18 e 19 de outubro, na Câmara da Indústria e Comércio de Garibaldi (CIC), integrando a programação da Fenachamp 2017. A divulgação dos resultados e entrega das medalhas ocorreu em coquetel realizado na noite do dia 20 de outubro no CTG Sentinela da Serra, no Parque da Fenachamp, em Garibaldi (RS).Participaram espumantes elaborados por vinícolas de sete estados brasileiros, sendo eles: Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, numa demonstração da diversidade da produção nacional. Os espumantes foram degustados às cegas, seguindo normas internacionais, dentro de suas categorias: espumantes de segunda fermentação (charmat e tradicional) e espumantes de primeira fermentação (moscatéis). O concurso seguiu as normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos (UIOE).Prêmio Destaque Cleber AndradeO 10º Concurso do Espumante Brasileiro seguiu o formato da edição anterior, prevendo uma distinção especial concedida a espumantes que se sobressaírem em suas categorias. O objetivo é exaltar ainda mais a produção nacional. Este ano, o prêmio carrega o nome de Cleber Andrade, uma homenagem que a ABE presta ao ex-presidente e um dos enólogos mais marcantes que o Brasil já teve.O Destaque Cleber Andrade foi entregue a seis espumantes, um em cada categoria. Para isso, ao final do concurso, foi realizada uma degustação de preferência entre os produtos que conquistaram Medalha de Ouro e melhores medianas, a fim de destacar a preferência dos jurados.DESTAQUESDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Brut elaborado pelo método charmatPonto Nero Espumante Brut - Domno do Brasil Indústria e Comércio de BebidasDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Brut elaborado pelo método tradicionalMonte Paschoal Dedicato Espumante Champenoise BrutBasso Vinhos e EspumantesDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Brut RoséCave Amadeu Espumante Brut Rosé - Vinícola GeisseDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Nature e Extra-BrutDon Guerino Cuvée Espumante Extra Brut - Don Guerino Vinhos FinosDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante MoscatelMonte Paschoal Dedicato Espumante Moscatel RoséBasso Vinhos e EspumantesDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Demi-SecConde de Foucauld Espumante Demi-Sec BrancoCooperativa Vinícola Aurora
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24/10/2017
Agora é a vez dos vinhos brancos, rosés e espumantes
Com a chegada da primavera, os vinhos tintos não saem completamente de cena, mas cedem o protagonismo para os brancos e rosés, que são mais refrescantes e, portanto, combinam melhor com temperaturas elevadas. As opções presentes no mercado são variadas, o que tende a agradar a todos os paladares. Para facilitar a escolha do consumidor, o sommelier Rogério Santos, do Barbacoa Campinas, e a coordenadora do Empório Giovannetti, instalado na unidade Cambuí da rede de choperias homônima, Ivonete Castro, dão dicas de rótulos com preços de até R$ 200, que são ideais para serem degustados em dias e noites de calor, de preferência acompanhados de refeições mais leves.Uma das boas sugestões para a primavera e também para o verão, segundo Ivonete, é o Cambridge Ice, um vinho do Porto branco que deve ser degustado bem gelado ou, para surpresa de muitos, até com uma pedra de gelo. Trata-se de uma bebida para ser apreciada nas mesmas ocasiões em que abrimos um espumante. Como esse vinho tem um grau de doçura um pouco maior que os outros tipos de Porto, a pedra de gelo ajuda a atenuar o dulçor, tornando a bebida mais agradável ao paladar, explica. O vinho tem preço de R$ 175 (garrafa) e R$ 30 (taça), e pode ser adquirido no Empório para ser degustado no local ou levado para casa.Outra boa opção para brindar às estações mais quentes do ano é o espumante português Terras do Demo Malvasia Fina Bruto, produzido na região de Távora-Varos. Ivonete destaca que a bebida, bastante fresca e frutada, deve ser servida a uma temperatura em torno de 5°C, para que suas características sejam valorizadas. Nada influi tanto na apreciação de um vinho quanto a sua temperatura. Quanto mais adequada esta for, melhor será a experiência gustativa do consumidor, ensina. O branco Terras do Demo Malvasia Fina Bruto, acrescenta Ivonete, harmoniza muito bem com peixes, mariscos, ostras ? como, por exemplo, o prato de frutos do mar grelhados presente no cardápio da casa ? e carnes de aves, como a isca de frango empanado. O preço da garrafa é R$ 139,90.De Portugal também vem o espumante rosé Terras do Demo Touriga Nacional Bruto, da mesma região de Távora-Varos. Este apresenta igualmente paladar fresco e frutado, mas com algumas notas florais. Deve ser servido a uma temperatura próxima de 5ºC, preferencialmente na companhia de peixes, mariscos, ostras e carnes de aves. Preço: R$ 139,90.Viva a acidez!Uma das propriedades mais apreciadas no vinho branco é a sua acidez. Quando bem equilibrada, essa característica torna a bebida ainda mais especial, contribuindo desse modo para a construção de excelentes momentos. De acordo com o sommelier do Barbacoa, duas uvas bem conhecidas dos brasileiros apresentam esse atributo: a Chardonnay e a Sauvignon Blanc, variedades originárias da França, mas que se adaptaram perfeitamente ao Chile, país vizinho que nos fornecesse ótimos exemplares.A Chardonnay, detalha Rogério Santos, normalmente proporciona bebidas mais untuosas, frutadas e com acidez moderada. ?Já a Sauvignon Blanc costuma gerar vinhos mais frescos, frutados e com acidez mais elevada?. Para acompanhar saladas e carpaccio ? ambas opções encontradas no buffet de saladas do Barbacoa ? e também camarão grelhado, o sommelier recomenda o ?Nimbus Single Vineyard Sauvignon Blanc?, um chileno do Vale de Casablanca. Além de rica acidez, a bebida oferece delicadas notas minerais. O preço, tanto para consumo no local como para viagem é R$ 140.Do Chile vem, ainda, o Ventisquero Reserva Chardonnay, um branco com acidez muito amigável e que harmoniza à perfeição com peixes, frutos do mar, carnes brancas e queijos não curados. O preço é R$ 89. Por fim, o sommelier do Barbacoa recomenda um vinho rosé, o Berne IGP Esprit Méditerranée, um francês originário da Provance. Durante muito tempo, nós brasileiros tínhamos um pouco de preconceito com o vinho rosé. Havia a ideia equivocada de que se tratava de uma bebida feminina. Hoje, sabemos que não é nada disso. Esse vinho é leve, refrescante e eclético. É uma ótima companhia para um dia quente e harmoniza muito bem com filé de peixe grelhado, como os presentes no cardápio do Barbacoa ? linguado, pintado, bacalhau e salmão, pontua Rogério Santos. Preço: R$ 99.Giovannetti CambuíA casa, localizada no Cambuí, bairro boêmio de Campinas, foi fundada em 1997. Ocupa um imóvel histórico de 1,7 mil m², que foi restaurado pelo Grupo Giovannetti. O bar e restaurante tem capacidade para 700 pessoas e conta com salão principal, onde está instalado o Empório, áreas ao ar livre e espaço para recreação infantil. O almoço, diariamente, é em sistema de buffet, com cobrança por peso ou por pessoa. A partir das 16h, o cliente tem à escolha pratos boêmios, executivos e triviais, além de pizzas, salgados ? como o Milionário (kibe) e o Portuga (bolinho de bacalhau), lanches e porções. A happy hour conta com uma mesa de frios com mais de 20 itens selecionados, além de chope com preço promocional, de segunda a quinta-feira, das 16h às 20h.ServiçoEndereço: Rua Padre Vieira, 1277, Cambuí ? Campinas/SPTelefone: (19) 3234-9510Horário de funcionamento: Todos os dias, das 11h até o último clienteSite: www.giovannetti.com.brBarbacoa CampinasO Barbacoa Campinas opera com serviço à la carte no almoço e no jantar. No cardápio estão mais de 15 cortes exclusivos de carnes nobres entre os quais o Carré de Cordeiro e o T-bone, e também pescados e outras opções, além de sobremesas e uma carta de vinhos com mais de 200 rótulos. As carnes acompanham uma guarnição à escolha do cliente e o pedido dá direito ao buffet de saladas, com mais de 30 itens. Com capacidade para 150 pessoas, o restaurante conta com três ambientes intimistas ? Adega Barbacoa, Salão Principal e Espaço Gourmet. Na Adega, o cliente encontra vinhos da mais alta procedência para degustar no local ou para viagem. Já o Espaço Gourmet, é uma área privativa ideal para a realização de eventos sociais ou corporativos.ServiçoEndereço: Avenida Guilherme Campos, 500, Parque D. Pedro Shopping (Entrada das Águas) ? Campinas/SPTelefone: (19) 3209-1641Horário de funcionamento: Todos os dias, das 10h até o último clienteSite: www.barbacoa.com.br
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23/10/2017
Dia do Enólogo: descubra as peculiaridades da profissão
O Enólogo é figura responsável por todo o processo de fabricação do vinho. Sabe qual a diferença entre enólogo, enófilo e sommelier?um caminho demo­rado e cheio de com­plexidades. Começa no plantio, cultivo e colheita, passa por pro­cessos de esmagamento, fermentação e filtração, chegando ao tão cultuado envelhecimento em barris de madeira selecionada até chegar ao engarrafamento para consumo.A descrição é do pro­cesso de produção do vi­nho, mas ontem (22 de Outubro), foi o dia dedicado a uma figura importante na fabricação do alcoólico: o enólogo, responsável pela elaboração do vinho. Mas para quem aprecia a bebi­da, algumas dúvidas quan­to a nomenclaturas podem surgir.Por exemplo: um enó­logo faz a mesma coisa que um sommelier? É a mesma profissão? E onde entra a figura do enófilo? O Imparcial foi atrás das respostas para essas dúvi­das e mostra as diferenças entre os termos e seus re­ais significados.EnólogoPouco conhecida, a palavra Enólogo (do grego ?oinos?, que significa vinho e ?logia?, que significa estudo ou aprofundamento) conceitua o responsável por acompanhar todo o processo ? desde o plantio ao armazenamento -, de fabricação do vinho.É ele quem gerencia e administra a análise do solo e seus métodos de irrigação, escolhe as mudas e determina o plantio, a poda e a colheita. Feita a colheita, é ele quem define a mistura das uvas, o tempo de amadurecimento e a hora de colocar o vinho no mercado.SommelierA palavra sommelier tem origem francesa, do termo sommier. Assim era chamada a pessoa responsável pelos animais de carga, que puxavam os carros que transportavam comidas e bebidas, entre outros elementos. Com o tempo, o termo foi sendo destinada às pessoas que trabalhavam a serviço do produto vendido, nesse caso, o vinho.A atividade essencial do sommelier é dentro de estabelecimentos como restaurantes e bistrôs. Eles são responsáveis pela escolha e compra do vinho, pelo armazenamento da bebida e também por criar as cartas, que são basicamente, os cardápios de alcoólicos. O profissional também recomenda aos clientes qual vinho melhor harmoniza com o prato escolhido, se tornando parte importante do negócio gastronômico.EnófiloBastante confundida com o enólogo, a figura do enófilo é fácil de ser encontrada, pois é a ponta final de toda a produção do vinho. Se você, que está lendo essa matéria, consome regularmente a bebida, em restaurante e até mesmo em casa, e conhece um pouco sobre os processos de produção do alcoólico, você já pode se considerar um enófilo.Do grego (?eno? que significa ?vinho? e ?phylo?, que significa ?proximidade?, ?admiração?), enófilo significa apreciador de vinhos. De forma simplificada, enófilo são todos aqueles que gostam de consumir, que fazem anotações sobre os vinhos que tomam ou que frequentam confrarias e encontros, mas que não têm responsabilidade alguma sobre sua elaboração.
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18/10/2017
Chef Luiz Filipe, do Evvai, o próximo Salvatore Loi
Anote esse nome: chef Luiz Filipe de Azevedo e Souza. Com apenas 28 anos, é ele quem comanda a cozinha e arranca suspiros que se ouvem pelo salão do Evvai, restaurante italiano aberto em julho, em São Paulo, e responsável por servir pratos que chamam atenção tanto pela aparência quanto pelo sabor nada monótono. Dada a cozinha autoral que tem praticado com muita técnica e também criatividade, apesar da pouca idade, o chef Luiz Filipe revelou-se o ponto fora do curva. Um talento lapidado pelo grande chef sardenho Salvatore Loi, Luiz tem tudo para ser o? próximo Loi. Loi, para quem ainda não o conhece, é provavelmente o melhor chef italiano da atualidade do Brasil. Cozinheiro daqueles que causam comoção nos paladares ávidos por pratos de alta qualidade e exímia execução. Loi passou anos à frente das caçarolas do Fasano antes de partir para carreira solo. Hoje, ele está à frente do imperdível Modern Mamma Osteria, que vive com filas na porta e encanta com suas foccacias e pastas. Dentre eles, o irresistível nhoque de espinafre com recheio de queijo.Como todo mestre, Loi teve um assistente que o acompanhou por anos, da pia à boca do fogão. E quem foi seu aprendiz? Luiz Filipe, hoje o chef do Evvai. Indiscutivelmente talentoso e promissor, o chef Luiz Filipe, formado em Gastronomia pela Anhembi Morumbi e ICC de Nova York, concedeu a entrevista abaixo ao PRAZERICES. Leia os principais trechos: PRIMEIRO EMPREGOSou formado em Gastronomia pela Anhembi Morumbi e pelo ICC de Nova York. Meu primeiro emprego na área foi ao lado do Loi, no Fasano. Depois eu trabalhei com ele no Girarrosto, Mozza Bar, Ristorantino e Salvatore Loi. No Fasano comecei como estagiário, depois passei para pia na parte da manhã e auxiliava na produção e açougue, garde manger em logo depois da saída dele, passei pelo fogão. No Girarrosto trabalhava nas carnes. Minha primeira posição de gestão foi no Mozza Bar, como sub-chef. Depois veio o Ristorantino e Salvatore Loi. Ele me proporcionou todas as plataformas possíveis para o meu aprendizado. Conheci a cultura italiana e me aproximei dela através dele. O Loi me ensinou todas as bases da cozinha clássica italiana, que ele domina perfeitamente. COZINHA AUTORALExiste muita licença poética na minha cozinha. Eu não sou italiano. Sou um brasileiro apaixonado pela cozinha italiana. De certa forma, acabei quebrando certas leis da cozinha italiana para proporcionar outros resultados. Me dou o luxo de usar ingredientes locais, não usuais, sempre inspirado na tradição e base que aprendi com o Loi. Eu procuro muito explorar os contrastes. Temperaturas diferentes, amargos e ácidos, texturas. A comida não pode ser entediante na boca e tem que transgredir apenas o sensorial do sabor.ENTENDA O EVVAIO Evvai foi concebido para atender diversos públicos. O cardápio possui apenas receitas autorais. Da já famosa (e deliciosa) polenta taragna com ovo mollet defumado e bacalhau até o belíssimo risotto al nero. Algumas bem complexas em sabor e outras bem simples. Ainda que com personalidade, tenho uma massa com molho de tomate no cardápio. Não existe ao brasileiro um prato tão confortável ao paladar quanto uma massa ao molho de tomate. A proposta em si é aproximar o cliente do fine dining com uma abordagem menos complicada.UM DELÍRIO DE ALHO PORÓAcho que o alho poró confitado consegue transmitir bastante do que eu acredito. Aparentemente simples, é extremamente complexo em sabor e técnica. Partindo apenas do vegetal, juntei dois resultados extremamente divergentes entre si em um prato só. A textura do legume confitado e macio pelo longo cozimento e baixa temperatura acrescido de extrato do legume queimado na brasa. O extrato do legume, além das notas defumadas da grelha, traz certa acidez.SOBREMESAS ITALIANAS REVISTADASA panacotta que sirva vem com diferentes géis feitos a partir do extrato de variadas frutas por cima. A ideia é que cada garfada traga algo diferente. A ideia é ter vários pontos de sabores distintos. Já a zeppole, doce típico italiano, bem comum em Nápoles e tradicionalmente servido no dia de San Giuseppe, com creme de confeiteiro e amarena, foi revisitado na cozinha do Evvai. Parti então da massa, que é a alma da receita, e fui buscar outro sabor. Chegamos ao chocolate e avelã.CARTA DE DRINKSSe chegar ao Evvai sem reserva, um conselho é aproveitar a espera para experimentar um dos drinks do bartender Jean Da´laqua, a exemplo dos Negroni e Americano da foto abaixo.EVVAI ? Rua Joaquim Antunes, 108, São Paulo, 11-3062-1160. É recomendado fazer reserva. Horários: de segunda a quinta, das 12h às 15h e das 19h à meia-noite; sexta-feira das 12h às 15h e das 19h à 01h; sábado das 12h às 16h e das 19h à 01h; domingo das 12h às 17h. Mais informações pelo site.
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10/10/2017
Cidade recebe evento de Gastronomia Italiana
Uma pizza ou quem sabe um bom espaguete, pratos tradicionais na Itália, mas que já se tornaram comuns em terras brasileiras. Com o intuito de buscar um resgate da culinária italiana, bem como de suas manifestações culturais, acontece em São João del-Rei, o 2º Festival de Gastronomia Italiana ? Colônia Viva, que começa na próxima quinta-feira, 12, e segue até o domingo,15. O evento que acontecerá no Aeroporto Municipal, contará com a presença de chefs de destaque em âmbito nacional como Mário Tacconi, Felipe Leroy, Martinho Caetano e Renâ Souza. A programação contemplará ainda, oficinas, feira italiana com pratos típicos do país e apresentações musicais. Há espaço também para as artes plásticas, onde o artista italiano Guido Boletti, irá realizar nos dias, a exposição intitulada Nel Blu Dipinto di Blu, cuja inspiração foram as canções compostas pelo músico também italiano, Domenico Modugno.De acordo com um dos organizadores, Ronildo Oliveira, a intenção é que o festival seja inserido no calendário cultural de eventos da cidade, fortalecendo também a identidade do povo italiano que chegou em São João no ano de 1888. O evento visa reforçar a importância dos imigrantes italianos como construtores de uma história. Promover a interação gastronômica e cultural da cidade. Assim como divulgar o roteiro agroturístico Colônia Viva, que inclui as propriedades rurais típicas das colônias: Felizardo, Recondengo, Marçal, Giarola e Bengo não somente em âmbito local, mas nacional. Ainda segundo Oliveira, na 1ª edição que aconteceu em 2015, o público estimado foi de 5 mil pessoas, e a expectativa é que nesse ano o número seja ainda mais expressivo.ProgramaçãoNa quinta-feira, 12, as atividades têm início às 9h, com a oficina de Boas práticas de fabricação e manipulação de alimentos, que será ministrada pela chef Érika Timponi. Às 10h, André Gonzaga será o responsável pela oficina de Cerveja Artesanal. O público poderá prestigiar a partir das 11h, a feira italiana, que contará com os produtos típicos da culinária do país europeu, como massas, pizzas e vinhos. Já à noite, às 20h, tem início a apresentação da banda Sinfônica do Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.Na sexta-feira,13, começa às 9h, a oficina de Sustentabilidade e reaproveitamento de alimentos, apresentada por Stelamare Ferreira. Às 10h, Aline Timponi irá transmitir seus conhecimentos culinários na oficina Brigadeiros de abóbora, café e cachaça. No período da tarde haverá o concurso de ?Melhor receita de pizza?, às 13h, onde o preparo acontecerá na presença de um júri técnico que escolherá a melhor receita e o três primeiros colocados irão conquistar troféus. A partir das 17h, os presentes poderão degustar o melhor da comida italiana. Às 20h, tem início o show da banda são-joanense Clube da Seresta.No sábado, 14, haverá as duas últimas oficinas que são as de Plantas alimentícias não convencionais, às 9h, com Cristina Schittini e a de Pizzas Clássicas, às 10h, com o chef Martinho Caetano, seguida pela feira italiana, às 11h. Já as apresentações musicais ficam à cargo da Banda Salesiana meninos e meninas do Dom Bosco, às 18h, e com a banda Magnata?s Show que sobe ao palco às 20h.No domingo, dia de encerramento do evento, a programação começa às 9h com a Feira Italiana e, às 17h, tem a apresentação do espetáculo de dança ?Tarantella Folclórica? com a Cia. de dança Sabrina Margotti. A tarantela é um ícone da cultura da Itália, caracterizada por ser uma dança festiva e animada.InscriçõesAs oficinas são gratuitas e possuem 30 vagas cada uma. As inscrições podem ser feitas até a quarta-feira,11, através do e-mail vertentesculturaleventos@gmail.com, onde devem ser informados o nome da oficina almejada, nome completo e CPF.
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09/10/2017
De passagem por Manaus, especialista português desmistifica a bebida tradicional
Enólogo Português Mario Neves possui quase cinquenta anos de carreira viajando pelas principais vinícolas ao redor do mundo.Um dos principais especialistas no mundo dos vinhos está em Manaus. O português Mario Neves carrega na bagagem quase cinco décadas viajando pelas principais vinícolas ao redor do planeta. De passagem pela capital amazonense onde participou do Amazonas Wine Meeting, evento que reuniu amantes da bebida na Galeria Cristal do Manauara Shopping na última sexta-feira (6), ele aproveita para desmistificar algumas dúvidas sobre os vinhos e dá dicas de como harmonizar a bebida com pratos na nossa região.Tida como uma das mais tradicionais e prestigiadas bebidas do mundo, o vinho tem em sua história registros que datam de pelo menos seis mil anos. Segundo Neves, os vinhos eram batizados com o nome do local onde eram produzidos e sua produção tinha como objetivo servir de acompanhamento para as refeições. Essa característica é também um dos principais fatores para a existência de uma rica variedade da bebida.Qualquer refeição, almoço ou jantar, as pessoas bebiam vinho. Uma coisa interessante é que em regiões como Portugal, Espanha, França e Itália, há centenas de anos, as pessoas não podiam comer sem beber vinho e uma das partes interessantes é que nessas regiões há uma diversidade de vinho muito grande, isso por que quando os vinhos surgiram eram para acompanhar os pratos típicos de cada região, conta Neves.Com o passar dos anos, a enocultura passou a se espalhar pelos quatro cantos do globo. Na América do Sul, as regiões mais frias como Argentina, Chile e Sul do Brasil passaram a produzir a bebida, que nesse momento deixou de ser mera acompanhante para ser a protagonista. Nos países do novo mundo, entre os quais a Argentina está incluída, o grande crescimento do vinho se deu por encararem a bebida não como acompanhamento da comida, mas como bebida prazer, para se beber sem comida. O estilo de vinho para ser acompanhado com comida é substancialmente diferente do estilo de vinho feito para ser bebido só, esclarece. Isso, aliado as condições geográficas, impactam diretamente no sabor do produto final. Apesar dessas diferenças, o enólogo esclarece o mito de que vinhos europeus seriam superiores aos produzidos por aqui. O que pode diferenciar a qualidade dos vinhos europeus para os produzidos nos países do novo mundo é a questão geográfica. Às vezes pode chover na altura da safra e isso é o pior inimigo para qualidade do vinho, explica o especialista.Vinho bom é vinho caro?O principal mito que cerca o universo dos vinhos é o de que vinho bom é vinho caro. A ideia parte de que o valor está diretamente associado a qualidade do produto final, o que segundo Neves, não se justifica. O enólogo derruba o mito, explicando que os critérios usados hoje em dia para avaliação não se baseiam apenas no preço.Hoje em dia, os vinhos no mundo são avaliados pela relação preço-qualidade. Pode ver que há vinhos melhores avaliados com preços menores. Eu mesmo tive a experiência de provar um dos vinhos mais caros do mundo, o Chateau Petrus, em encontro com os amigos, onde estávamos fazendo uma prova dele e comparando com um vinho tinto português que custava algo em torno de 50 vezes menos e gostamos mais do vinho português.
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05/10/2017
Cocipa e Vinícola Pizzato promovem degustação de vinhos em Adamantina
Dirigentes da vinícola gaúcha ampliam ao público as informações sobre vinhos e espumantes.Uma ação promovida em parceria pela Cocipa (Cooperativa de Consumo de Inúbia Paulista) e a Pizzato Vinhas e Vinhos, de Bento Gonçalves (RS), propiciou uma noite especial aos apreciadores de vinhos, na loja de conveniência do Auto Posto Cocipa, em Adamantina, nesta terça-feira (3).A Pizzato Vinhas e Vinhos ampliou ao público local as informações sobre seus vinhos e espumantes, que integram a carta de bebidas da Adega Cocipa, em Inúbia Paulista. A exposição detalhada sobre os vinhos e espumantes com os rótulos Pizzato e Fausto foi realizada pela diretora comercial da vinícola, Jane Pizzato.Márcio Eduardo Cavalaro, gerente administrativo da Cocipa, foi o anfitrião da noite. Agradeço a vinda da Jane Pizzato, possibilitando estreitar essa relação com a Cocipa e o nosso público consumidor, em especial junto aos apreciadores de vinho, disse. Agradeço também a participação do público, para quem dirigimos essa ação e assim pôde conhecer um pouco mais sobre vinhos e espumantes, completou.A mobilização local, que reuniu os apreciadores de vinhos, foi articulada pelo advogado Sílvio Graboski, de Adamantina, que se dedica ao estudo dessas bebidas e publica em sua fanpage, O Santo Vinho. Agradeço a oportunidade dada pela Cocipa e espero que essa reunião realizada em Adamantina possa ser o início de uma confraria, destacou. Que a gente possa, ao tomar vinho celebrar a amizade, reforçou Graboski.Saberes e prazeresJane Pizzato, diretora comercial da Pizzato Vinhas e Vinhos, fez uma ampla exposição sobre os vinhos e espumantes Pizzato e Fausto, detalhando um lote especial de sete rótulos produzidos na Serra Gaúcha, com informações sobre as uvas predominantes em cada formulação, as notas de degustação possíveis de serem identificadas em cada bebida e as sugestões de harmonização, entre pratos diversos, carnes, frios, queijos e outros acompanhamentos.Na noite de degustação, o público apreciou as sete sugestões, acompanhadas de queijos, salame e uma massa ao sugo especialmente produzida para o evento, servidos no espaço da loja de conveniência do Auto Posto Cocipa, em Adamantina. Ao final foi realizado um sorteio de brindes aos presentes.Segundo Jane, as bebidas sob o rótulo Pizzato são concentradas, complexas e com boa capacidade de amadurecimento. São produzidas a partir dos vinhedos mais antigos, de propriedade da Família Pizzato, permitindo que se explore a máxima de que os vinhos melhoram com o amadurecimento.Os vinhedos do rótulo Pizzato estão localizados em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, em uma região turística conhecida como Vale dos Vinhedos. Lá, estão as instalações da vinícola e a Família Pizzato, com vinhedos desde 1968. Os vinhos são elaborados a partir de uvas de algumas variedades selecionadas, comprovadamente provenientes dessa região, e que passam por critérios de qualificação analítica e sensorial, e podem ostentar um selo identificador de origem e de parâmetros de qualidade, o selo da D.O.V.V. (Denominação de Origem Vale dos Vinhedos).Já os vinhos do rótulo Fausto se originam do vinhedo instalado na localidade de Doutor Fausto de Castro, em Dois Lajeados, também na Serra Gaúcha, existente desde 1985. As condições gerais de clima nessa região, em especial, são um misto entre os climas da Serra Gaúcha e do Planalto Gaúcho, com topografia de relevo menos acidentado, com maior circulação de ar.Segundo Jane Pizzato, essas características de clima e geografia se refletem na personalidade das bebidas Fausto. As características das bebidas Fausto tendem mais para o frutado, jovem e de corpo médio, elaboradas com as uvas deste vinhedo, disse. O processo de vinificação prioriza a coleta de estrutura e manutenção de aromas secundários frutados provenientes de uvas de baixa produção por planta, explicou.Ampliação da Adega CocipaA Adega instalada no Supermercado Cocipa, em Inúbia Paulista, está passando por melhorias, com ampliação e modernização da estrutura. Os investimentos estão em andamento e seguem o programa de expansão e modernização da loja, que tem permitido criar novas áreas de vendas e ampliar os fatores de conforto, mobilidade e diversidade, para o público regional que realiza suas compras na Cocipa.Mesmo com a intervenção no espaço, a Adega mantém seu funcionamento e atendimento ao público. Em breve o espaço totalmente reformulado deverá ser apresentado ao público consumidor, reforçando o compromisso da Cocipa com a qualidade dos seus produtos e serviços, e sua relação com o cliente cooperado.
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04/10/2017
Peterlongo dá voz ao consumidor
Público avaliará produtos da vinícola. Degustação será comandada por Pascal Marty, criador do Opus One.Ao invés de salas fechadas, um ambiente aberto, descontraído, agradável. No lugar de um curso, uma avaliação de seis produtos da Peterlongo em uma degustação às cegas conduzida pelo winemaker da vinícola, o enólogo francês Pascal Marty. O Tasting Peterlongo acontecerá no sábado, 14 de outubro, das 16h às 18h, em frente ao Castelo Peterlongo, em Garibaldi (RS), a Capital Brasileira do Espumante. Ao término, todos receberão certificado de participação. Ingressos já podem ser adquiridos no varejo da vinícola ou pelo site Sympla. O investimento é de R$ 50 por participante.O objetivo é gerar uma experiência diferenciada ao público apreciador de vinhos (sommeliers, enólogos, enófilos, membros de confrarias etc) ou leigos no assunto. Vamos reunir pessoas que têm em comum o gosto pela bebida, mas que estão dispostas a compartilhar uma vivência que foge o tradicional e que valoriza o trabalho do enólogo. Ou seja, vamos unir a técnica da degustação com a socialização do vinho, porém de um jeito leve e até divertido, destaca Marty, que terá a companhia da enóloga da Peterlongo, Deise Tempass.Cada um dos produtos será degustado às cegas por todos os participantes ao mesmo tempo. As notas serão registradas por cada degustador em uma ficha que segue os padrões da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Ao final, as fichas serão recolhidas e as notas computadas. Queremos saber qual é a opinião do consumidor. Tenho certeza que o resultado será motivo para novos encontros, afirma Luiz Carlos Sella, sócio diretor da vinícola. Os rótulos somente serão divulgados ao final da avaliação. Entre os seis produtos, um será exclusivo, escolhido especialmente para o Tasting Peterlongo. Cepas & Cifras opinaA experiência que será protagonizada pela Peterlongo deveria ter adesão de outras vinícolas. Ou mesmo de concursos que têm a pretensão de escolher a melhor bebida. Uma falha desses tastings é a formação do júri onde, na maior parte das vezes, são convidados apenas enólogos ou técnicos. O ideal seria ter uma mescla dos dois públicos reunindo, sim, os especialistas, mas também consumidores. Com isso, a nota alcançada por um vinho seria uma média mais próxima do que o mercado espera. Sei de alguns estabelecimentos no Sul que também testam as bebidas com diferentes tipos de público. Eis aí, quem sabe, uma forma de o Brasil conseguir desenvolver mais rapidamente o bom hábito de beber vinho e fazer com que todo o mercado avance.
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25/09/2017
Vinícola da Croácia armazena garrafas nas profundezas do mar Adriático
Na península croata de Peljesac, a Edivo Vina armazena seus vinhos de uma forma incomum: em espaços subaquáticos que podem ser visitados pelos turistas em mergulhos acompanhados por guiasNada de caves com temperatura controlada artificialmente . Na Croácia, um dos melhores vinhos do país envelhece é no fundo do Mar Adriático, onde o ambiente marinho se encarrega de personalizar as garrafas com conchas, resultando produto para lá de exclusivo. E saboroso! Essa maravilha fica próxima à capital Dubrovnik, em Drace, na Edivo Vina que está aberta a visitantes. Atualmente, além de atrair os apreciadores de vinhos, a vinícola também oferece tours para que os turistas mergulhem para buscar a garrafa que será degustada. Quem preferir, claro, pode apenas passear pelas praias belíssimas da região antes de erguer um brinde. Os especialistas da Edivo Vina, explicam que a produção do vinho segue o processo tradicional nas primeiras etapas. Só após três meses de envelhecimento, a bebida é colocada em jarros de barro (chamados ânforas) que são depositados no fundo do mar, em gaiolas, e permanecem na água por um ou dois anos.Outros cuidados são necessários para garantir que o vinho mantenha o padrão de qualidade. Além de uma rolha e do jarro de argila, as garrafas têm duas camadas ou ficam envolvidas em borracha a fim de evitar vazamentos. Ao final, o vinho único, com aroma de pinho, é vendido por nada menos que 270 euros.
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18/09/2017
25ª Expo São Roque Vinhos e Alcachofras traz gastronomia, arte, cultura e lazer ao interior
Com o tema - Tempos e Ritmos. A festa promoverá um mergulho nos hits clássicos que marcaram épocaCentenas de milhares de pessoas já conheceram a tradição dos vinhos de São Roque/SP e os pratos deliciosos feitos com alcachofra. O clima serrano da cidade, a apenas 60 km de São Paulo, é convidativo e a Expo São Roque Vinhos e Alcachofras, que chega em 2017 à 25ª edição, é a oportunidade para se encontrar (ou reencontrar) com estes sabores. Além disso, a festa conta com muita arte, cultura e lazer.Entre os dias 6 de outubro e 5 de novembro (sempre às sextas, sábados, domingos e nos feriados dos dias 12/10 e 02/11), o Recanto da Cascata em São Roque, local do evento, deve receber cerca de 80 mil pessoas, segundo as estimativas da organização. O tema da festa neste ano é ?Tempos e Ritmos?, um mergulho nos anos 50, 60, 70 e 80, dos anos dourados até o pop dançante.Uma das estrelas da festa, é claro, é o vinho, que terá destaque em workshops. O enólogo Fábio Goés vai contar um pouco sobre a história da bebida, as harmonizações perfeitas com os mais variados pratos e como degustar os melhores vinhos.A outra estrela da festa, é claro, é a alcachofra. A culinária com base na mais famosa das flores comestíveis estará nos restaurantes dentro do recinto, que servirão alcachofra recheada, à milanesa, no yakissoba, no pastel, na salada, e em diversos outros pratos. O visitante também poderá participar de workshops gratuitos de gastronomia com o chef Osley José, especialista na iguaria.Outra atração de destaque da Expo São Roque é a Pisa da Uva, essa é uma outra viagem no tempo que remete à tradição de pisar nas uvas, um dos primeiros processos para a elaboração e produção do vinho. O público será convidado todos os dias a colocar os pés em enormes tinas cheias de uvas.Quem puder visitar a Expo São Roque nas sextas-feiras, terá ainda mais atrações. Às 14 horas um bingo gratuito vai distribuir vários brindes. Logo depois, é a vez de do famoso Baile da Saudade, relembrando os hits que marcaram gerações.Celebrando São RoquePromovida pelo Sindicato da Indústria do Vinho de São Roque com o apoio da Prefeitura da Estância Turística, a Expo São Roque reúne enogastronomia, diversão, compras, shows e manifestações artísticas. O passeio fica ainda mais interessante pela presença de diversas vinícolas da cidade, que terão estandes onde será possível conhecer mais sobre o vinho e fazer algumas degustações.De acordo com o presidente do Sidusvinho Fernando Pereira Leite, o foco da Expo São Roque é divulgar o potencial turístico da cidade, com destaque às vinícolas e a gastronomia à base de alcachofras. Nossa região possui um grande potencial turístico, com restaurantes de renome nacional, hotéis, vinícolas e o artesanato. Nosso objetivo é fomentar o turismo, apresentando ao público o melhor da nossa cidade, conhecida nacionalmente como a Terra do Vinho, ressalta o presidente.Serviço25ª Expo São Roque Vinhos e AlcachofrasData: 06 de outubro a 05 de novembro (todas as sextas, sábados e domingo feriados), das 10 às 20h Local: Recanto da Cascata - Av. Antônio Maria Picena, 34 - Vila Junqueira, São RoqueIngressos: Sextas-feiras, R$ 10,00; Sábados, domingos e feriados (12/10 e 02/11), R$ 28,00 (após as 16h R$ 10,00) Mais informações: Telefone - 11-4712-3231Site - www.exposaoroque.com.brFacebook - https://www.facebook.com/exposaoroque/
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14/09/2017
Vinícola Castanho lança Tour do Vinho no dia 23 de setembro
A partir do dia 23 de setembro (sábado), às 11h, quando será lançado o Tour do Vinho da Vinícola Castanho, os amantes de vinhos e espumantes poderão conhecer em detalhes como é o cultivo de uva e a produção artesanal da bebida da tradicional empresa jundiaiense. Para finalizar o passeio, uma imperdível degustação dos produtos da casa.As vagas são limitadas e, para participar, é necessário comprar o ingresso pelo site: https://goo.gl/j8TPwy. O valor é R$ 45 por pessoa.A partir de setembro, sempre no terceiro sábado de cada mês, os visitantes farão um tour guiado durante o qual visitarão os vinhedos, a adega e a produção dos vinhos. Além disso, conhecerão um pouco mais da história da família Leme da Silva, que fundou a Vinícola Castanho e há quase 50 anos contribui com a economia e o turismo de Jundiaí.O administrador da empresa, Ricardo Leme da Silva, terceira geração a trabalhar com a bebida, explica que a ideia de criar o Tour do Vinho surgiu da vontade de promover o produto jundiaiense e ensinar os apreciadores, principalmente os iniciantes, a harmonizá-lo corretamente com as refeições. ?Nosso objetivo é contribuir com quem está começando a consumir vinho, fortalecer o turismo no nosso bairro, o Castanho, e valorizar a região como produtora?, comenta.Programação:- passeio nos vinhedos e adega, com o guia João Leme da Silva, proprietário e enólogo da Vinícola Castanho- produção do vinho e história da propriedade- degustação e harmonização de vinhos e espumantes: Serra dos Cristais Brut, Luar Moscato, Bordô Seco, Luar Merlot Tannat, Luar Cabernet Sauvignon e Espumante Serra dos Cristais MoscatelRota Turística - A Vinícola faz parte da Rota do Castanho, que fica ao sul de Jundiaí e integra as atrações da Rodovia Tancredo de Almeida Neves, conhecida como Estrada Velha de São Paulo. Os turistas e moradores locais que fazem a rota podem conhecer a propriedade, seus vinhedos e produção de vinho e ainda outros lugares, como um sítio de produção de orgânicos e um espaço de lazer com 52 mil m2.Para Silva, Jundiaí tem bastante potencial a ser explorado no âmbito do turismo rural, já que grande parte das 1200 pessoas que a Vinícola recebe por final de semana vem de São Paulo e Região Metropolitana. ?Os turistas vêm em família e, geralmente, passam o dia inteiro na cidade, conhecem vários pontos turísticos e apreciam este contato com a zona rural, bem-diferente de sua realidade.?A VinícolaHoje, a Vinícola Castanho é conhecida pela produção de vinhos, mas foi com a tradicional cachaça Ponte Torta ? relançada há um ano -, que a empresa teve início. Em 1961, Aristides Leme da Silva trabalhava em uma fábrica de bebidas, onde aprendeu as técnicas de produção de vinhos, licores e destilados.Trabalhar como empregado não bastava para ele. O sonho de Aristides era abrir seu próprio negócio e, em um impulso em busca de concretizar seu objetivo, saiu do emprego. Em sociedade com um amigo, passou a fabricar a cachaça.A produção era distribuída em bares e a tradição oral da família conta que toda cidade conhecia e gostava da bebida. Em 1968, Aristides deixou a sociedade e fundou a Vinícola Castanho, com a intenção de revisitar suas origens, e passou a produzir vinhos também.Desde então, a empresa produz e comercializa vinhos tintos, secos e brancos, licores, cachaças, espumantes, entre outros produtos
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11/09/2017
Sparkling Wine Fair - Festival de vinhos e espumantes em Brasília
Sparkling Wine Fair reúne na próxima sexta-feira 32 vinícolas, que vão apresentar seu trabalho ao público que poderá degustar mais de 100 rótulos nos dias 15 e 16 de setembro, no Pontão do Lago Sul em Brasília. A Sparkling Wine Fair se prepara para uma edição ainda maior que a estreia feita em 2016, quando levou, em dois dias de evento, mais de duas mil pessoas ao Pontão do Lago Sul. O público pôde provar 100 rótulos de 20 vinícolas do mundo inteiro. Já para esta edição de 2017, a feira reunirá 32 vinícolas ? um crescimento de mais de 50% ? que passeiam entre os espumantes do Brasil e do mundo, como a Santa Augusta, Aurora, Perini, Vidigal Wines, Terra Serena e Bodega Dante Rabino.Os parceiros também chegam em maior número este ano, com o ParkShopping sendo o centro comercial oficial, assim como o Quality Hotel & Suites Brasília, como hotel do evento. O número de expositores também passa dos 25, trazendo nomes que são destaques na cidade em diversos segmentos.A feira também reforça seu conceito de trazer lançamentos exclusivos e novidades, como a vinícola Santa Augusta, que participa pela primeira vez com rótulos Brut branco e rosé, Demi Sec Branco e Rosé, Moscatel, além do vinho Mestria e o grande destaque, o Rosé Nature, composto das uvas Cabernet Suavignon, Merlot, Malbec, Montepulciano e Cabernet Franc. A importadora Segala & Perini traz com exclusividade para a SWF, os rótulos da espanhola Bodegas Lopez Morenas. Os rótulos são o Poderío Brut, Branco e Rosé; e o Faena Brut e Branco.Já a vinícola Aurora apresentará sua linha de espumantes Procedências, ressaltando a qualidades das uvas locais, remetendo às comunidades gaúchas e seus produtores associados. O selo conta com três opções, elaboradas pelo método Charmat longo, que consiste em um processo de maior contato com as leveduras na segunda fermentação.São eles o Chadornnay Brut, elaborado com uvas Chardonnay cultivadas na comunidade de Lajeadinho; Pinot Noir Branco Brut, feito com castas Pinot Noir das famílias estabelecidas em Tuiuty; e o Aurora Procedências Rosé Brut, produzido pelo corte Pinot Noir vinificada em rosé, de Tuiuty e de Riesling Itálico, vindo de Monte Belo do Sul.Os espumantes da espanhola Bodega Lopez Morenas, importados pela Segala & Perini, também chegam com exclusividade com três rótulos do Faena/Poderio: Moscatel Branco e Rose e Brut Branco. Os primeiros são elaborados com uva Moscatel, fermentação natural, aroma frutado e um sabor único que os fazem diferentes com graduação alcoólica de 7%. Já o Faena/Poderio Brut Branco traz uvas Pardina e Eva, e mais presença no paladar. Sua graduação alcoólica é de 11.5%.GASTRONOMIAEntre as principais novidades na gastronomia, a dupla de empresários César Santos e Betta Doelinger traz grandes restaurantes, o Nikkei Ceviche e Sushi e o Sallva Bar & Restaurante como expositores. A casa nipo-peruana oferecerá o clássico Ceviche Peruano (R$ 25,00), Sashimi de Salmão Trufado (R$ 30,00) e o exclusivo Tartar de salmão SWF, feito com salmão molho especial de azeite trufado e chips de banana da terra (R$ 25,00), assinados pelo chef Marcelo Fugita e executados pelo chef Miguel Ojeda.O Sallva Bar & Restaurante marca presença com um lounge, onde convidados serão recepcionados pelo sócio proprietário Christiann Silva com o carro-chefe da casa, Bolinho de arroz com grana padano e geleia de pimenta. Além disso, o espaço também promoverá o espumante Sallva, feito em parceria com a vinícola Zanella.Pelo segundo ano consecutivo, o Empório Leninha Camargo entra com um mega estande, trazendo um cardápio especial para a feira. Entre os destaques estão o Tarte de presunto Ementhal, o Tarte de frango e requeijão cremoso, a Trilogia de tomates ao pesto genovês o Duo de azeitonas marinadas em ervas, além do lançamento da linha e doces do empório. ?Teremos o lançamento da linha de doces do tempo da vovó,remodelados, com o doce de limão galego com doce de leite, figos recheados e rosas com fita de côco?, destaca.Se juntam ainda ao time a La Panière Pães Artesanais, Dona Osmá Produtos Gourmet, Haciendas, Congeladin, Aqui Tem Doce, Renata Mandelli Art&Food, Crepe de Paris, Grand Cru, Sweet Chic, Lalé Pocket Cakes, Pura e Tarsitano ? Sabor de Origem, que faz sua estreia com uma seleção de queijos artesanais de Minas Gerais, vendidos em peças de vários tamanhos e em bandejas para consumo durante o evento.ESTRUTURANos espaços, a SWF 2017 se mostra mais ligada também à moda de Brasília, com os lounges exclusivos do Estilozzo e do Comunidade VIP, veículos especializados do ramo e que levarão para dentro do projeto, ativações surpresas durante os dois dias. A editora Caras também traz um peso maior para a edição com cobertura nacional para o evento e um ambiente dentro da feira.De olho no público jovem que tem cada vez mais aprendido e apreciado espumantes do mundo inteiro, a iFly Brasília também entra como parceira dessa segunda SWF com um estande voltado para o simulador de voo, na outra margem do Lago Paranoá.Para agregar tanta novidade, o arquiteto Beto Carril assina um novo formato para a feira, visando o conforto para o público e visibilidade para os participantes. ?Visamos espaços acolhedores tanto na circulação em composição com os espaços dos estandes e aconchego para quem estará circulando?, explica ele adiantando também que a comodidade para a área de alimentação ganhou uma atenção especial: ?Colocamos a área concentrada em duas extremidades, deixando assim o ambiente bem ventilado, e o amplo visual do Lago livre para ser apreciado?.Os ingressos estão à venda por R$ 90,00 na Scotch House da 403 Sul, Loja Raia 3 da 205 Sul, Prime Vinho & Cultura no Brasil 21, Estação dos Vinhos na 413 Norte. Nos dias do evento, que espera reunir três mil pessoas, elas custarão R$ 120,00, sujeito à disponibilidade.A SWF 2017 é apresentada pelo Pontão do Lago Sul, Terracap, Editora Caras, Rio Quente Resorts e Jaguar. Como patrocinadores estão a Saccaro, que assinará os lounges do Estilozzo e da Caras, BierFass, Sallva ? Bar & Ristorante e novamente a Eletromec, loja especializada em adegas, que patrocina a Sparkling desde a primeira edição.As empresas apoiadoras de 2017 são a Loja Líder (assinando os espaços da Eletromec e Comunidade VIP), iFly Brasília, Grupo César Serra, Luxo de Festa, Prime Vinho & Cultura, Weppa ? Marketing Promocional, MaisX Consultoria, Virgínia D?arc Decorações e Eventos, Fauzi ? Marketing Esportivo, Renata Mandelli ? Art& Food, Inbrasília e Embassy Brasília.Os principais apoios institucionais são da escola de idiomas Cultura Francesa, Brasil Espumantes, IBRAVIN (Instituto Brasileiro do Vinho), do Governo de Estado do Rio Grande do Su,l da Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer do Distrito Federal, do Governo de Brasília e da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).
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05/09/2017
Febre na Europa e proibido no Brasil, vinho azul vai ser lançado em breve nos EUA
Um dos grandes hits do verão europeu em 2016 e proibido no Brasil desde o início deste ano, o vinho azul produzido pela vinícola espanhola Gik vai começar a ser vendido em breve nos Estados Unidos, o maior mercado consumidor de vinhos do mundo. Pra quem está por fora da nova tendência no segmento de bebidas alcoólicas fermentadas, a gente explica: lançado no ano passado pela Gik, o Gik Blue é feito com uvas brancas e tintas produzidas na região de Castilla-La Mancha, no centro da Espanha, e leva em sua composição outras plantas que soltam pigmentos azuis e adoçantes.Criado com a ideia de atrair os mais jovens e para ser servido gelado, a fim de pegar carona na febre dos espumantes feitos sob medida para serem bebidos com uma ou mais pedrinhas de gelo, o Gik Blue atraiu a ira de especialistas que o consideram uma aberração estritamente comercial e de outros produtores do setor vitivinícola espanhol, principalmente aqueles que atuam na terra de Dom Quixote há séculos e prezam pela tradição, e chegou a ser temporariamente barrado das prateleiras por lá.Para evitar maiores transtornos, a solução encontrada pelo pessoal da vinícola foi focar no mercado americano, que hoje responde pela maioria maciça de suas exportações. Se o plano der certo, a Gik espera usar o status que pode conquistar nos Estados Unidos para tentar entrar novamente em outros países onde já teve ou ainda naqueles em que pode vir a ter dificuldades. Lembrando que por aqui o vinho azul foi barrado em janeiro pelo Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento por conter corante. (Por Anderson Antunes)
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31/08/2017
Conheça os vinhos do melhor enólogo português do ano
Jorge Serôdio Borges faz, no Douro, vinhos inspirados na Borgonha Demorou para Jorge Serôdio Borges ocupar este espaço. Ele foi eleito o enólogo do ano (neste mesmo, da graça de 2017) pela prestigiosa Revista de Vinhos portuguesa e já estamos em fins de agosto. E, como é de se esperar de um enólogo do ano, faz vinhos incríveis no Douro, onde sua família vive há gerações. Vem de uma linhagem de produtores de Porto, mas saiu da faculdade bem quando a revolução dos tranquilos surgiu por ali. Entrou na onda.Poucos anos depois de tomar um empréstimo para montar a Wine & Soul, sua própria vinícola, com a mulher, a também enóloga Sandra Tavares, já co-assinava um ícone contemporâneo, o Pintas, que homenageia o primeiro cachorro do casal. A safra 2013 deste vinho (R$ 775, na Adega Alentejana), feito com mais de 20 castas típicas, explica bem seu sucesso: gire a taça e sinta fruta negra madura, aroma de especiarias e de caixa de charuto. Ponha na boca e sinta os taninos finíssimos e abundantes, a alta adstringência, a concentração e a duração longuíssima. E uma fruta discreta, que não assusta, mas instiga. Esse já é unanimidade, então vale mais a pena falar de outro. Ou melhor, outros, que exemplificam bem os microclimas durienses, com nuances e variações de estilo.Vide o Manoella Vinhas Velhas 2012 (R$ 775), um fenômeno e um ?incompreendido?, como afirma Borges. ?Pensa-se na região e espera-se fruta madura, concentração.? Mas o que ele entrega mesmo é flor, jasmim para ser mais preciso, e chá verde. Delicado e elegante, é desses que fala baixinho com precisão, há de se prestar atenção e certamente haverá recompensa. Suas uvas vêm de um vinhedo que está na propriedade da família desde 1838 e que é cercado por florestas, o que dá um caráter totalmente distinto da pungência do Pintas, um Douro clássico. E, por isso mesmo, vem na garrafa de Borgonha.Na mesma linha, o Guru Douro White 2014 (R$ 374), um corte criado para ser um branco que se diferenciasse como (mais uma vez) os Borgonha, para envelhecer. Seu aroma de pavê de abacaxi não denúncia a acidez que dará o ar da graça na boca.Mas, como o preço das belezuras descritas acima não ajuda muito, sugiro que se dê uma chance ao caçula da Quinta da Manoella, o Manoella Tinto (R$ 184), feito à moda do Douro com pisa a pé em lagares, que traz a cereja como estandarte. Ou ainda o rótulo de entrada da Wine & Soul, o Passa Douro 2014 (R$ 114), que é alegre e fácil, frutinha negra no nariz, veludinho na boca.
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30/08/2017
Sommelier esclarece as principais características presentes nos rótulos dos vinhos
Região produtora, graduação alcoólica, DOC, Reserva, são várias as informações que valem a pena ser entendidasAlguns curtem beber um bom vinho em boa companhia. Outros levam à sério a bebida e gostam de buscar informações para "decifrar" tudo que está escrito no rótulo do produto. O sommelier Rodrigo Bertin, criador do projeto Vinho Mais, conta que bastam algumas dicas para aprender a analisar o rótulo de um vinho. "O primeiro passo é verificar se é um vinho do velho mundo, ou seja, da Europa, ou do que chamamos de Novo Mundo, que são todos os outros continentes, incluindo Ásia e Oceania", esclarece o especialista. No entanto, ele destaca que as regras apontadas são apenas convenções, e podem variar conforme a marca. "Um produtor de vinho pode criar o rótulo que achar melhor, mas, a maioria, segue um determinado padrão", completa o sommelier.Independentemente da origem, do tipo e da qualidade do vinho, existem algumas informações comuns a todos os rótulos. "A primeira delas é a safra, que mostra de que ano é o vinho", explica Rodrigo Bertin, alertando que 80% de tudo o que é produzido deve ser consumido ainda jovem. "Nem sempre o vinho mais antigo é o melhor, salvo raras exceções. Por isso, dizemos que na maioria dos casos, o vinho branco deve ser consumido em até três anos, e o vinho tinto, em até cinco".A graduação alcoólica e o volume da garrafa também são informações obrigatórias em todos os rótulos da bebida. "A graduação alcoólica dá uma ideia do quanto encorpado é o vinho. São mais leves quando com menos de 12,5% de graduação, e mais encorpados quando com mais de 13,5%. O volume padrão das garrafas é de 750 ml, mas há as meias garrafas, com 375ml, e as opções de 1,5 l, mais incomuns", diz o sommelier.Velho Mundo x Novo MundoSegundo o especialista, os vinhos franceses, italianos, e de outros países da Europa, trazem o nome da vinícola em destaque. "Os rótulos dos vinhos dos continentes americano e africano, por exemplo, geralmente nomeiam o vinho e o usam como marca, deixando o nome da vinícola em menor destaque, mais embaixo, enquanto os europeus apenas se orgulham do nome da vinícola", comenta Rodrigo. O especialista ainda ressalta que a região de produção, indicada abaixo do nome da vinícola, é característica dos vinhos europeus. "Normalmente, os rótulos do Velho Mundo não colocam nem mesmo a uva utilizada, pressupondo que o consumidor vai saber qual é só de ver a região, diferente dos rótulos do Novo Mundo, que sempre indicam se é merlot, cabernet sauvignon, malbec, entre outras", afirma o sommelier.Ele ensina também que os vinhos da Europa costumam ter uma sigla que funciona como Apelação de Origem. "A sigla DOCG, por exemplo, significa Denominação de Origem Controlada e Garantida, e indica uma qualidade criteriosa de avaliação do vinho", explica o especialista, destacando que as bebidas de fora do Velho Mundo costumam não ter a sigla, que também pode ser IGT (ou IGP) e DOC (ou DOP).O sommelier conta ainda que tanto os vinhos do Velho Mundo quanto os do novo podem apresentar classificação de qualidade, como Reservado (usado apenas no Novo Mundo), Varietal, Roble, Crianza, Reserva (ou Riserva em italiano), Gran Reserva e, por último, a classificação Premium ou Reserva Especial. "Os rótulos do Velho Mundo seguem regras muito rígidas do governo dos países, que controlam a qualidade do vinho que consta essas classificações, mas, no caso do Novo Mundo, o padrão é menos rígido e pode haver variação na qualidade apesar do nome", esclarece Rodrigo Bertin.Questionado se o maior controle e tradição dos vinhos europeus faz deles melhores, o especialista não hesita. "Existem vinhos melhores ou piores em todos os continentes, de todas as uvas e estilos", conta, reforçando que a definição de qual vinho é melhor deve ser feita por quem bebe. "No fim das contas, é você quem define pelo seu paladar qual vinho prefere", explica o sommelier.
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29/08/2017
Vender vinhos pede uma boa dose de poesia
Da primeira vez que Muito esteve com Marcelo Papa, o renomado enólogo da vinícola chilena Concha Y Toro, responsável pela assinatura dos vinhos das linhas mais conceituadas da empresa, a Casillero Del Diablo e a top Marques de Casa Concha, a Bahia ? mais precisamente a praça de Salvador ? figurava entre as apostas da empresa em relação aos rótulos que têm sua digital. Passados quase dois anos, algumas coisas mudaram, e para melhor. Papa foi alçado ao cargo de diretor técnico da empresa ? orienta mais de 11 enólogos ? e tem sido chamado na imprensa e entre os colegas de ?o enólogo mais poderoso do Chile?. Celebridade? Ele diz que não ? modesto e reservado, prefere falar de vinhos do que de holofotes. Não só isso, seus vinhos têm ganhado mercado em vários países, inclusive no Brasil, onde, em plena retração, aumentaram as vendas. A aposta em Salvador deu certo e representa hoje o quarto maior mercado no país ? em 2015 estava em quinto no ranking. Papa esteve em São Paulo e Salvador no início deste mês para falar de seus vinhos e apresentar sua mais nova criação: a edição limitada da linha super premium Marques de Casa Concha. Trata-se de um chardonnay e um pinot noir produzidos com uvas da região do Vale do Biobío, uma experiência inovadora no terroir específico da região homônima ao rio que corta a área, com uvas escolhidas a dedo. Papa recebeu a Muito para uma entrevista exclusiva durante almoço no restaurante Lafayette, que mais pode ser chamada de uma aula. A dinâmica desta conversa você confere a seguir.O que o traz novamente ao Brasil e a Salvador?O Brasil é um mercado muito importante para o Marques de Casa Concha. Para que fique mais claro: hoje em dia, o Chile é responsável por 27% do mercado (da produção da vinícola) ? das 150 mil caixas, 33 mil vendemos em Chile. O mercado número dois nos últimos anos é a Ásia, temos crescido bastante na Ásia, fundamentalmente na China. Em terceiro lugar se mantém o Canadá. E o Brasil, hoje em dia, passou os EUA na comercialização, está em quarto lugar. O Marques é uma marca madura em vários mercados. E as pessoas, os consumidores, têm muita confiança na marca. É uma marca que, além da confiança da boa qualidade, tem bom custo-benefício, e tentamos entregar o melhor. Portanto, aqui no Brasil é um trabalho que fazemos ano a ano. Nos últimos 30 anos! (risos). Ao final, tudo vai somando e transformando o Marques em uma marca muito reconhecida. E Salvador, que há um ano era o quinto mercado no Brasil, agora está em quarto lugar. Cresceu 10% em dois anos. Na frente, só São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.O que você acha que explica esse aumento de consumo aqui na Bahia?Há dois anos, quando vim à Bahia, fizemos várias degustações com clientes [empresários, distribuidores], demos treinamento aos vendedores em supermercados. Tudo isso soma e entrega mais confiança ao consumidor. Mas há trabalhos de promoção da marca durante todo o tempo. O vinho é reconhecido como de qualidade. Tudo soma um pouco. [É servido um vinho branco, Marques de Casa Concha chardonnay].Como você descreve esse vinho, Marcelo?Esse é um chardonnay 2016 do Vale do Limarí. No Vale do Limarí fazemos o chardonnay e o pinot noir. É uma zona muito fresca, brisas que vêm do mar, incidência de luz matinal. A temperatura é baixa e o solo é calcário. É um terroir de boa qualidade para chardonnay e pinot noir. Este é um chardonnay que não é tropical, de solo calcário, temperatura fria, me encanta. Muito complexo, muito bom. Aqui você não vai encontrar muita fruta [no nariz e na boca] porque não é uma área para isso. No chardonnay de alta complexidade você vai encontrar aromas mais minerais. É 100% fermentado na barrica. Em comparação aos da Califórnia, por exemplo, que são muito opulentos, frutados, doces. Esse é um chardonnay seco, para comer. Harmonizaria com o que quiser: com frutos do mar, praticamente com todos, exceto com ceviche, que é muito ácido ? e que seria melhor com sauvignon blanc. Mas, se deixar o ceviche de lado, com frutos de mar funciona espetacularmente.Mas e frutos do mar mais picantes, como o que muitas vezes temos na Bahia?Para mim, com uma comida muito picante prefiro a cerveja. Quando falo em picante, penso em curry, algo parecido. Este [chardonnay] se come com um risoto de frutos do mar, com polvo grelhado, com camarões, pescados de um modo geral... com polenta. Funciona extraordinariamente com um queijo camembert [faz expressão de satisfação], assim esse vinho é top. É um vinho superversátil. No Japão vendemos muito esse chardonnay porque a comida japonesa funciona muito bem com chardonnay e também com pinot noir ? mas fundamentalmente com chardonnay. Não com sauvignon blanc, que é muito ácido.Quando se elabora um vinho, há um pouco de poesia ou é estritamente técnico?Eu penso que é estritamente técnico. Fazer vinho é estritamente técnico. Mas vendê-lo e promovê-lo tem um pouco mais de poesia, de ideias, criatividade... Nós, enólogos, temos paladar muito treinado, muito técnico. Mas quando entregamos uma ideia a um consumidor queremos somente que ele desfrute esse vinho. Não se trata de que ele identifique que tem esse aroma, que seja fruta tal... O que importa é entregar um vinho rico e bom! E, no caso do Marques, que tenha o caráter do lugar onde foi elaborado. Por exemplo: este vinho é um chardonnay de Limarí? Sim, então tem que ser um chardonnay de Limarí, tem que ter as características do local. Solo calcário, não tropical. E que o consumidor o desfrute, perceba isso.Você é daqueles que acreditam que a maior parte do vinho está no vinhedo ou que 50% estão no vinhedo e 50% na vinícola?Oitenta por cento estão no vinhedo. Na bodega (vinícola), 20%, com sorte, não mais que isso. Mas o mais importante é a cabeça do enólogo, quando descobre ou decide como enfrentar um determinado vinhedo para vinificar. Poderia ser um chardonnay de Casa Blanca, Leyda, Limarí, Maipo... [regiões vitivinícolas do Chile] de qualquer lugar. Mas, vamos dizer, eu decido ir a Limarí, neste vinhedo, que tem condições específicas, porque meu conceito é o de que eu quero fazer um vinho calcário, mineral, salino, fresco. Por isso que eu digo que 80% estão nas parreiras que estão no vinhedo.Você está falando de terroir, que é o que dá a identidade do vinho. Mas hoje se fala muito em tendência de produção e consumo de vinho e as adaptações das vinícolas a isso...Tendência vai haver sempre. É como a moda, uma hora tem cós largo, antes era mais curto, uma hora é contrária... moda. No vinho: mais barrica, menos barrica, mais madeira, menos madeira. Mas o que importa é a qualidade. Há 15 anos a moda era mais madeira. Bem, agora estamos com menos madeira. Com o tempo tem que adaptar, mudar. Por exemplo, há 15 anos esse vinho teria 30% de barricas novas, teria mais madeira. Agora temos 20%. Não é que não tenha madeira, que a moda agora é menos madeira e não tem nada. Não: sempre será 100% fermentado em barrica e 100% de Limarí deste vinhedo. Mas mudamos um pouco a porcentagem, para irmos um pouco com a moda. O que importa é a qualidade. A tendência pode ser mais madeira, menos madeira, corta mais tarde, corta mais cedo... mas a tendência eternamente na Concha y Toro é a de que somos capacitados para produzir vinho de qualidade. Para nós, é a qualidade do vinhedo e do vinho. Mais madeira e menos madeira passa a ser secundário.Quais são as principais tendências hoje?Há três tendências: uma é a do uso de menor quantidade de madeira nova, no fundo tem um vinho mais equilibrado. Dois, a colheita um pouco mais cedo, para conseguir legar um álcool ligeiramente mais baixo, não adentrando na madureza da fruta ? colhe um pouco antes, mais com boa madureza. E, por fim, a terceira tendência é respeitar a origem da melhor forma possível, porque o vinho reflete o lugar. Essa é, na minha opinião, a tendência mais importante. [São servidos entrada, camarões cozidos. Marcelo prova com chardonnay e exclama: ótimo! E pede então um peixe robalo para almoço].Você trabalha com vinhos elaborados, de alta qualidade. Mas há também o processo de estandardização do vinho, produzido em larga escala. Os vinhos mais populares da Concha Y Toro são o Reservado e o Frontera. Qual a diferença?São vinhos com que eu pessoalmente não trabalho. Eu vinifico Casillero del Diablo e Marques de Casa Concha. Frontera e Reservado não tenho tanta afinidade para falar. Mas entendo que Frontera é uma ligeira melhor seleção de uva do que o Reservado. Mas eu prefiro não comentar porque não sou o responsável pela linha. Frontera e Reservado são mesclas [variedade de uvas misturadas] bastante grandes. Então é muito difícil encontrar um caráter de um determinado lugar [terroir] ou uva porque são mesclas de muitos lugares. Portanto, são mais fáceis, redondos, frutosos, para as pessoas que estão começando. [Marcelo pede para que o pessoal que o acompanha fale um pouco sobre a diferença entre Frontera e Reservado. É dito que são diferenças bem sutis, que estes são vinhos de entrada, mais fáceis de tomar, não passam por barrica, não têm seleção de uva, como acontece com a linha Marques].Uma curiosidade: você acha que a carmenère é realmente a uva emblemática do Chile?Não necessariamente. Carmenère é uma variedade que está no Chile há mais de 130 anos e que, em alguns lugares, produz vinhos de grande qualidade. Porém, quando afora carmenères de impacto nessas zonas de boa qualidade, se foi plantando em distintas zonas não tão boas. Então, nos últimos anos se teve uma oferta de tinto carmenère e, assim, um pouco não tão controlada, nem tão consistente. Alguns muito verdes e alguns muito maduros. Mas é porque foi exitoso o começo e os produtores começaram a plantar carmenère em lugares que não necessariamente eram tão bons. Hoje estamos [o Chile] correndo atrás e estamos plantando carmenère novamente em uma zona top, específica. Portanto, devemos encontrar nos próximos anos uma qualidade de carmenère mais consistente no Chile. Esperamos, como país, entregar uma qualidade mais consistente, estamos trabalhando nisso.Outra curiosidade sobre enólogos: você tem ideia de quantas garrafas de vinho você bebe por ano?Muitas [risos]. Em uma semana, umas quatro garrafas de vinho... Mas sempre com comida. Vinho é para comida. [Os pratos são servidos e a entrevista é brevemente interrompida. Pergunto qual seu vinho preferido, ele diz que gosta muito dos vinhos do Limarí. Em bate-papo coletivo à mesa, fala-se sobre seu trabalho como diretor técnico da vinícola, de futebol ? ele torce para o Audax. A entrevista finalmente é retomada ainda durante o almoço, quando também é servido o Marques de Casa Concha tinto cabernet sauvignon].Agora você pode descrever esse tinto?Esta é a marca Marques de Casa Concha que nasce no começo dos anos 70, 73, 74, por aí. Como um vinho somente tinto. Foi um cabernet sauvignon de Maipo ? que nesse tempo só tinha Marques de Casa Concha em Maipo na etiqueta [rótulo]. Em 1976, 1977, agregou na etiqueta o nome da uva cabernet sauvignon. Esse é um vinho original da marca, é como a alma mater. Se fala de Marques, se pensa: cabernet sauvignon. O cabernet sauvignon representa cerca de 45% a 50% da totalidade da produção do Maipo. É um vinho muito importante, o mais importante do Marques, do Vale do Maipo, o mais relevante. Os melhores tintos cabernet do Chile se produzem em Maipo. É um típico cabernet sauvignon de Maipo. Tem que pensar o seguinte: influência forte da Cordilheira dos Andes, altura, solo é aluvial com muita pedra e muita areia. Um vinho muito suave, fresco e com muito cassis, o 2015 [cheira a bebida na taça]. Muito licor de cassis, que é típico de Maipo. Mas os taninos são firmes e suaves [pausa para prova]. Ótimo! Vinho redondo, suave, de muito caráter. É um vinho que, para mim, o mais importante é que é predominantemente seco.Em sua opinião, provar bem um vinho e entendê-lo é algo que se pode aprender ou é um talento da pessoa, algo que nasce com ela?Se aprende. Se aprende, mas para ter talento tem que gostar. Quando alguém gosta muito de algo, adquire talento. Quando há essa pessoa que se diz que ?tem muito talento para algo? é porque gosta muito daquilo que faz.O que você diz para quem está iniciando no mundo dos vinhos? O que se deve considerar quando se vai provar a bebida?Interessante. Se alguém deseja se iniciar no mundo do vinho, no caso da Concha Y Toro, ele deve começar com Frontera e Reservado. Deve ser. Mas aí não vai encontrar a precisão do mundo dos vinhos, porque aí são vinhos todos muito parecidos. Não se encontra um terroir. Então, após um período, tem que dar um passo acima ? se é que se gosta realmente de vinho. Tem que ir um passo acima e buscar o vinho por origem. Por exemplo: provou um chardonnay do Limarí. ?Ah, gostei?. Depois prova um chardonnay de Casablanca [região produtora do Chile], que é mais tropical, mais aromático. ?Gostei mais do Casablanca do que Limarí?. Então, o que o consumidor tem que buscar é a origem do vinho que ele está provando, para poder então conseguir comparar. Isso é muito importante. [A sobremesa já está no final, assim como esta entrevista].E os vinhos da edição limitada que você estará lançando em São Paulo este ano? Qual é a principal inovação desses rótulos?O Marques tem vinhos clássicos, superclássicos, em estilo e em tipicidade. Mas deixamos um espaço da linha Marques para explorar. Há cinco anos, havia cabernet sauvignon cortado muito cedo, cerca de 200 mil garrafas. Há três anos, fizemos um vinho de mescla, de maceração carbônica. Fizemos também 200 mil garrafas. Agora, estamos fazendo um de Biobío, a 600 km ao sul de Santiago. Limarí fica 400 km ao norte de Santiago, para fazer chardonnay e pinot noir. Então, vamos fazer essa comparação de Limarí com Biobío: o Biobío é frio continental versus frio costeiro de Limarí. E também Limarí é calcário e Biobío é basalto. Vamos fazer um ?cara a cara?. Uma experiência de terroir. [A equipe da Muito se despede do enólogo, não sem antes o fotógrafo ganhar uma garrafa de chardonnay autografada por Marcelo Papa. Ele diz que pretende voltar à cidade, que considera ?muito linda?. Na Bahia, a edição limitada do Marques de Casa Concha do Biobío está à venda no e-commerce www.conchaytoro.com.br].
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22/08/2017
Santo André terá novo restaurante italiano do chef Arthur Sauer
Os amantes da gastronomia da região, mais precisamente da cozinha italiana, vão ganhar mais uma opção para saborear boas receitas da culinária em Santo André. Está previsto para começar a funcionar em outubro, no bairro Jardim, o restaurante Capo, do renomado chef Arthur Sauer, que falou sobre a novidade, em primeira mão, nesta segunda-feira (21), durante entrevista ao RDtv.O empreendimento será o primeiro do ramo em sua cidade natal e deve gerar pelo menos 15 empregos diretos. O espaço, que conta com a participação de mais dois sócios, funcionará nas esquinas das ruas das Paineiras e Caneleiras. Será o quarto estabelecimento de Sauer, que também é proprietário de hamburgueria nos Jardins, e duas unidades de restaurante italiano, em Perdizes e Pinheiros, todos em São Paulo.?A cozinha é italiana, mas é para ser um gastrobar, onde a pessoa pode fazer um happy houer e depois jantar?, diz o chef, que ficou famoso ao vencer a primeira temporada do programa de culinária do SBT, Cozinha Sob Pressão, em 2015.Sauer revela que já era conhecido dentro do meio gastronômico antes de participar do reality show, de uma forma mais interna, junto aos profissionais do setor. Não foi à toa que trabalhou em restaurantes famosos como o Cantaloup, Le Vin, La Tambouille e grupo Fasano (Parigi, Gero Rio e Fasano Al Mare). No entanto, ao vencer o desafio da TV, o reconhecimento foi ampliado permitindo contato mais direto com os clientes e abriu novas projeções de negócios.?Hoje eu cozinho muito mais em eventos do que em meus próprios restaurantes. Mas claro, sempre acerto uma receita ou outra, tento melhorar alguns pratos e ouço muito a opinião dos meus cozinheiros?, ressalta, ao acrescentar algumas agendas com sua participação, entre elas, o 1º Gourmet Solidário de Santo André, na qual preparou sopa de abóbora.Além disso, também assinou recentemente jantar promovido pelo prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, para os chefes do Executivo da região com presença do gestor da capital, João Doria. Na TV gazeta, por exemplo, participa todas as segundas-feiras do Cozinha Amiga, onde sempre prepara uma receita de chef, na qual o objetivo é que as pessoas possam executar o prato em casa. ?Eu pego muita técnica e procuro usar ingredientes simples?, aponta.Atualmente também participa todas as sextas-feiras, da 2ª edição do Clube ABC Gourmet, no Shopping ABC, evento que teve início em março e se estenderá até 15 de dezembro. No espaço funciona uma cozinha compartilhada onde as pessoas preparam, com orientação do chef, os próprios pratos. São 60 pessoas a cada sexta-feira, das 19h30 às 20h30.?Eu gosto que eles façam a massa, os recheios e os molhos, tudo do zero. Eu não quero deixar fácil pra eles?, afirma. Para participar as pessoas precisam gastar R$ 300 no shopping, que dão direito a troca de dois ingressos.Na oportunidade Sauer também esclareceu que o ramo gastronômico é amplo e envolve um conjunto de pessoas para a realização da atividade e não apenas o chef de cozinha. ?Tem de 25 a 30 profissões ligadas a gastronomia, indiretamente. O design de roupa, a pessoa que desenha o prato, tem o crítico, o jornalista. Todas elas são profissões que não necessariamente precisam trabalhar diretamente com comida?.
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24/07/2017
Napolitano Rossopomodoro abre casa em SP fora do Eataly
Há uma frase popular atribuída aos habitantes de Nápoles, a cidade italiana reconhecida mundialmente por suas redondas fumegantes, que diz o seguinte: ?Vivemos em um sociedade onde a pizza chega na sua casa mais rápido que a polícia.? Verdade ou não, ela define a sensação de se pedir uma pizza no Rossopomodoro, casa fundada em Nápoles há cerca de 30 anos e hoje com 150 unidades espalhadas pelo mundo ? muitas delas dentro do Eataly. Seja em Milão, Nova York ou São Paulo, ela é servida poucos minutos após o pedido. E sempre chega à mesa com massa leve e fina. Isso sem falar na quantidade (e qualidade) satisfatória de molho de tomate.Para a maioria das pessoas, o Rossopomodoro é a pizzaria napolitana do Eataly, em qualquer que seja o lugar do mundo. No entanto, o napolitano Rossopomodoro é mais que uma pizzeria. Há massas variadas e ótimos petiscos no menu. E mais: ele não pertence (pasmem!) ao complexo gastronômico italiano. Marca do Grupo Sebeto SPA-Italia, o Rossopomodoro simplesmente opera dentro da Disney dos apaixonados pela cucina italiana.Eis que hoje, sexta-feira (21/07), o Rossopomodoro inaugura sua segunda unidade no Brasil e primeira fora dos muros do Eataly São Paulo. Localizada na Rua Pedroso Alvarenga 909, no Itaim Bibi (SP), a autêntica casa napolitana estreia com ingredientes certificados da região de Nápoles e garantidos pelo DOP, DOC e DOCG. Ou seja, eles têm denominação de origem garantida, controlada ou protegida ou todas as alternativas combinadas.Rossopomodoro tem mais de 150 unidades pelo mundoNa prática, isso garante que as criações são feitas com ingredientes italianos de alta qualidade. Por conta desta premissa, a cada estação, novidades exclusivas com sabores típicos serão lançadas. Outra boa notícia é que dá para comer pizza e pasta em qualquer horário entre meio-dia e 23h.Antepasto, salada e massa revelam um Rossopomodoro além da pizzaBEBIDASDa carta de bebidas, além de clássicos como Bellini, Aperol Spritz, Negroni e Campari, há ainda requintadas Caipirinhas Fusion preparadas pelo barman napolitano Enzo de Angelis. Entre brancos e tintos, a carta de vinhos abraça todo o território italiano.MASSASMassas fazem parte do cardápio do RossopomodoroDas panelas para a mesa, o cardápio do Rossopomodoro traz o Spaguetto al Pomodoro que leva pasta de gragnano com molho cremoso de tomate fresco. Há também o La Parmigianella de berinjela gratinada. Para começar, vá de La Tiella ? fritura típica napolitana de terra e mar.PIZZAAndrea Conte, sub-chef pizzaiolo do Rossopomodoro em SP e a pizza Margherita VeraceA pizza napolitana é uma unanimidade no mundo todo e no Brasil não é diferente. Por aqui, elas são preparadas pelo maestro pizzaiolo Rosario Minucci e sua equipe. A massa é feita artesanalmente, com fermentação de pelo menos 24 horas. Essa espera permite que os amidos se transformem em açúcares simples perfeitamente digestíveis, tornando a pizza macia e suave.Entre as mais pedidas, destaque para a imperdível Margherita Verace (receita responsável pelo sucesso da pizza Rossopomodoro na Itália e no mundo). Para compartilhar, vá de foccacia. Os preços variam de R$ 35 a R$ 55.Durante a semana, é possível experimentar o almoço-executivo que conta com antipasto e prato principal.SOBREMESANada de petit gâteau. Na casa napolitana, o dolce surge na forma de Torta Caprese de Chocolate e Amêndoas com Sorvete ao Leite de Búfala. Há ainda a Calda-Calda, uma espécie de bolinho de chuva com Nutella.Rossomopomodoro Cucina e Pizzeria NapoletanaRua: Pedroso de Alvarenga, 909 ? Itaim ? São PauloCapacidade: 110 pessoas. Possui acesso a deficiente físico. Aceita todos os cartões de crédito, débito. Estacionamento com manobrista R$25. Horário de funcionamento (incluindo feriados): das 12 às 23hs (segunda a domingo). Não é necessário fazer reserva. Possui Wi-Fi. Cadeirões e fraldário.
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31/05/2017
Dificuldades na Gestão de Pessoas no Setor de Alimentação
A base mais difícil numa gestão dentro da Área de Alimentação é com certeza a equipe de funcionários, ter uma equipe bem entrosada, motivada e aplicada é uma missão desafiadora para todo administrador.Cada Serviço de Alimentação procura sempre desenvolver o seu próprio modelo de gestão, muitos profissionais conseguem desenvolver este processo com mais facilidade, outros tendem a demorar um pouco mais de acordo com suas experiências e habilidades pessoais.Quando estudamos o comportamento humano conseguimos ver além do que nos é solicitado, um bom modelo para isso é sabermos o como e o quando o nosso colaborador se sente motivado em estar ali naquele local trabalhando conosco.O quanto o funcionário se sente a vontade em estar no restaurante, e o quanto ele se mostra motivado a indicar, até mesmo promover este restaurante onde ele é parte da equipe que faz o trabalho acontecer. As etapas e processos da formação de um eficiente quadro de mão de obra devem ser realizados com base de como o serviço funciona e de quais são os objetivos ou o propósito do Restaurante.Uma boa prática é estar sempre consciente que funcionários são seus colaboradores e são pessoas com necessidades particulares e diferentes. Esta parte é a mais exigente pelo fato de não levarmos em conta que as pessoas têm manias, hábitos e que muitas vezes são difíceis de abandonar. Em analise realizada junto ao setor, verificamos práticas que podem auxiliar no desenvolvimento de uma boa gestão de pessoal Setor de Alimentação: - Fale com a equipe! Comunique-se para garantir ao grupo a assimilação dos objetivos e o propósito do Restaurante. É muito importante também ouvir o que cada um tem a dizer . Estabeleça uma relação de confiança entre o gestor e a equipe, mantenha canais de comunicação entre o Restaurante e os colaboradores, sempre procurando manter relações de confiança e respeito;- Procure identificar os fatores que afetam o bem-estar, a motivação e a satisfação dos seus funcionários. O completo entendimento do seu quadro de colaboradores é fundamental para que sejam desenvolvidas atividades, projetos que estejam de acordo com as necessidades do colaborador e que possam efetivamente auxiliar no aumento da produtividade, criando forças na busca por bons resultados;.- Invista nas habilidades e nos conhecimentos dos seus funcionários. Entender as suas competências auxilia no desenvolvimento de suas atividades diárias como forma de garantir a eficiência e o bom trabalho em equipe; - Promova programas de capacitação com base em um plano de carreiras e nas metas estipuladas pelo Restaurante. E por fim mas não menos importante, incentive a busca pela constante capacitação e reciclagem do seu colaborador
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26/05/2017
EXPOVINIS 2017
EXPOVINIS 2017 - Única feira de vinhos no Brasil reconhecida mundialmente mostra panorama do mercado em 2017Principal portal de contato entre o mundo do vinho e a América do Sul, o ExpoVinis Brasil 2017 persiste em meio ao atual cenário econômico e confirma sua 21ª edição, que será realizada entre 6 e 8 de junho no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo (SP).Entre as empresas participantes estão vinícolas do Brasil reunidas pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) - Casa Venturini, Peterlongo, Rasip/RAR, Don Guerino, Vinícola Batalha, Vinícola Aracuri, Capoani, Zanella, Don Candido, Cavalleri, Sanjo, Lucano, Campos de Cima, Marco Luigi e Dom Pedrito -, além de Pericó e Laurentia, que participam com espaços próprios.Também já confirmaram presença produtores de Portugal (AEP), Chile (Wines of Chile), Itália (Câmara do Comércio Ítalo-Basileira), Eslovênia, Reino Unido, Argentina e Espanha, e as importadoras Premium, Casa Flora, Adega Alentejana, Bodegas Selecionadores de Vinhos, Vino Italia, Vinissimo e Galeria dos Vinhos.O ExpoVinis é a única feira de vinhos realizada no Brasil que integra o calendário mundial de eventos dedicados aos tintos, brancos, rosés e espumantes; reúne, anualmente, empresários e produtores dos principais países da indústria vitivinícola. Recebeu, em sua última edição, um público formado 95% por profissionais do setor. Dos mais de 8 mil visitantes em 2016, 75% eram influenciadores ou responsáveis diretos pela compra em seus estabelecimentos. É também o único evento do País a promover discussões sobre o setor, encabeçadas por importantes nomes do mundo do vinho.Reforçando esse protagonismo no desenvolvimento e qualificação do segmento, o ExpoVinis 2017 vai montar o ?Terroir do Conhecimento?, um ?wine lounge? onde serão ministrados conteúdos relevantes e de interesse do público visitante (restaurantes, sommeliers, varejo), que poderá participar gratuitamente (as inscrições serão realizadas previamente).Entre as novidades de sua 21ª edição, a feira atende a uma demanda do público e traz a Loja ExpoVinis: os visitantes poderão comprar vinhos na saída do evento, de forma que estendam a experiência vivida no ExpoVinis. Na loja, os apreciadores encontrarão até 5 rótulos diferentes de cada expositor.Também novo é o Wine Bar ExpoVinis, espaço onde o público poderá adquirir vinhos em taças para degustações mais completas, ampliando seu contato com o vinho e, ao mesmo tempo, reduzindo, para o expositor, o volume de degustações em seu stand, otimizando os contatos que a feira promove e a movimentação do público nos espaços das marcas. Cada expositor terá direito a expor 1 rótulo para comercialização em taça no Wine Bar.As aguardadas degustações gratuitas voltam a ser realizadas em 2017 e serão comandadas pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP) e a Enocultura. A grade de temas e horários será divulgada em breve em www.expovinis.com.br.?Acreditamos que essas implementações estejam alinhadas com as características e interesses do setor brasileiro de vinho e contribuirão para que o ExpoVinis se consolide, cada vez mais, como o principal evento brasileiro do segmento vitivinícola e cumpra o seu compromisso com o mercado divulgando o vinho, aproximando pessoas e potencializando a realização de negócios?, resume Clélia Iwaki, diretora do evento, que organizado pela Informa Exhibitions.O acesso à feira também traz novidades: a partir deste ano, os visitantes que são profissionais do setor devem adquirir o ticket para participar do evento, preferencialmente entre 13 e 16 horas. O consumidor final terá acesso à feira exclusivamente mediante aquisição de convites e em horário estrategicamente definido após a visitação dos profissionais: a partir das 16 horas.Os valores são:- profissionais do setor: R$ 30,00;- consumidor final: entre R$100,00 e R$ 130,00 nos lotes antecipados e R$ 150,00 na feira.Todos os visitantes pagantes terão direito a uma taça para degustação e 10% de desconto nas compras realizadas na Loja ExpoVinis. TOP TEN EXPOVINIS BRASILUm dos concursos mais aguardados e respeitados no Brasil, o TOP TEN ExpoVinis é outra atração com novidades. Este ano, o resultado será anunciado no segundo dia do evento, 7 de junho, e os expositores terão a possibilidade de inscrever amostras de acordo com a metragem de seu espaço na feira: a cada 10m², dois vinhos poderão ser inscritos em qualquer uma das categorias que formam o TOP TEN.São elas: Espumantes nacionais, Espumantes Importados, Brancos Nacionais, Brancos Importados, Rosados, Tintos Nacionais, Tintos Novo Mundo, Tintos Velho Mundo I (Portugal e Espanha), Tintos Velho Mundo II (Itália, França e outros) e Fortificados e Doces.Como tradicionalmente acontece, o júri será capitaneado pelo especialista Jorge Lucki, único membro brasileiro da tradicional Académie Internationale du Vin. SERVIÇO:ExpoVinis Brasil 2017 | 21º Salão Internacional do Vinho6 a 8 de junhoDias 6 e 7, das 13 às 21 horas. Dia 8, das 13 às 20 horas.O evento é aberto ao consumidor final nos 3 dias de realização, a partir das 16 horas.Expo Center Norte - Rua José Bernardo Pinto, nº 333, Vila Guilherme / São Paulo - Pavilhão BrancoInformações sobre horários do Fórum ExpoVinis, palestras e degustações, acesse: www.expovinis.com.brDivulgação: CH2A Comunicação
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25/05/2017
Fispal Food Service - A tendência é o autoatendimento: feira apresenta tecnologias que trazem mais autonomia para bares, restaurantes e clientes
Conectadas às novidades tecnológicas, as feiras Fispal Food Service, Fispal Sorvetes e Fispal Café, levarão aos visitantes de sua 33ª edição uma série de soluções não apenas para restaurantes, cafés, bares, sorveterias e demais estabelecimentos dedicados à alimentação, como também para os clientes, cada vez mais antenados em opções modernas.Com criações como o WonderFi, inovação em serviço de internet inteligente, e o Robô Cube, máquina automatizada de sorvete que faz todo o serviço ao toque de uma tela, o evento traduz sua aposta em uma das tendências do segmento para os próximos anos: a autonomia compartilhada entre consumidores e estabelecimentos. Para atender a quem está do outro lado do balcão, a Fispal Food Service irá apresentar uma série de lançamentos em ?autoatendimento? através de dispositivos touch. Um deles é o FACILITE, sistema que estará disponível para pizzarias, padarias, lanchonetes, restaurantes e bares, e com o qual o cliente poderá realizar o pedido de forma rápida e conveniente: diretamente do Smartphone. É de forma semelhante que funciona o Goomer (foto à esquerda), um tablet que fica na mesa para que o cliente visualize o cardápio do estabelecimento e faça o pedido quando quiser e da forma que mais gosta. Na prática, é um garçom dedicado e disponível 100% do tempo. Isso reduz atrasos de atendimento, melhora a qualidade do serviço e aumenta as vendas. Ainda na onda do ?ao toque de uma tela?, outros destaques da edição prometem conquistar os consumidores diretamente pelo estômago. É o caso do Robô Cube (foto à direita), que traz um sistema altamente tecnológico para (auto)servir guloseimas como sorvete, açaí e frozen yogurt. O cliente faz o pedido no painel, selecionando tamanho, estilo (mesclado ou em camadas), sabores e cobertura, e, após efetuar o pagamento, recebe a sobremesa em copos colecionáveis. Dos doces para os salgados, os amantes da culinária japonesa também serão surpreendidos pelas Sushitops, máquinas para a produção rápida de sushis e nigiris, duas das especialidades nipônicas mais adoradas pelos brasileiros. ?Como mais importante evento do segmento de alimentação, a Fispal Food Service busca antecipar as tendências que atendam às demandas de empreendedores e clientes. Nosso compromisso será sempre com a expansão do setor, por meio de novidades que acompanham o movimento de modernização dos processos e, claro, da relação dos participantes deste amplo universo do food service?, comenta Clélia Iwaki, Group Director da feira.Outro lançamento superaguardado é o WonderFi, uma poderosa ferramenta para promover ações de marketing em estabelecimentos que disponibilizam o ? sempre! ? almejado serviço de WiFi. Ao ser conectado no celular do cliente, o software capta informações e automatiza a comunicação com o consumidor. Um dos pontos fortes do serviço é o incentivo da avaliação do estabelecimento pelo cliente no site Tripadvisor, com o objetivo de manter sua posição em crescimento no ranking avaliativo. Além disso, o WonderFi registra as visitas dos clientes e envia convites ou alertas sobre promoções via e-mail, funcionando como um serviço de pós-venda automatizado. Compra coletivaEntre os destaques trazidos pela feira, está a primeira plataforma online direcionada às compras coletivas Business to Business: a Ganhejunto, desenvolvida para reunir e tornar mais vantajosas as operações de pequenas e médias empresas, com um processo aprimorado que oferece diversas vantagens. Por meio de um serviço de geolocalização, o sistema cria grupos formados pelas empresas compradoras ? por critérios como volume de compra e perímetro logístico ? que, por sua vez, convidam fornecedores cadastrados na plataforma para participar da Ordem de Compra, formando um cenário de compra coletiva que permite a obtenção de melhores condições comerciais. Cada cliente tem autonomia para negociar forma de pagamento, data de entrega e quantidade do pedido com o fornecedor individualmente. Com o serviço, os benefícios tornam-se amplos para todos os participantes: compradores adquirem alto poder de negociação e conquistam preços mais competitivos; fornecedores reduzem os custos com logística, distribuição e comissões de venda. Fispal Food Service | Fispal Sorvetes | Fispal CaféA Fispal Food Service, Fispal Sorvetes e Fispal Café acontecem paralelamente e ao ExpoVinis Brasil ? principal evento de vinhos na América Latina. As feiras são complementares e formam um panorama completo do setor, trazendo um amplo cenário das inovações e tendências em produção, insumos, maquinário e acessórios. O salão internacional do vinho complementa o calendário de feiras voltadas à cadeia produtiva de alimentos e bebidas, apresentando os destaques do promissor mercado vitivinícola aos profissionais já envolvidos na cadeia de food service, ampliando, assim, os intercâmbios que as feiras promovem.Sobre a Informa ExhibitionsA Informa Exhibitions é uma unidade negócios do Grupo Informa, maior organizador de eventos, conferências e treinamentos do mundo, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. O grupo possui 100 escritórios espalhados por 40 países, empregando cerca de 9000 funcionários em todo o mundo. Nos últimos quatro anos, a Informa Exhibitions investiu cerca de R$ 400 milhões no Brasil em aquisições de eventos, marcas e títulos no segmento de exposições e feiras de negócios. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 230 profissionais, a empresa possui em seu portfólio eventos como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, FutureCom, ABF Franchising Expo, Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, Feimec, ExpoMafe, Plástico Brasil, High Design Expo, entre outros, perfazendo um total de 23 feiras setoriais. www.informaexhibitions.com.br SERVIÇOFispal Food Service | Fispal Sorvetes | Fispal Café6 a 9 de junho de 2017De 6 a 8, das 13 às 21 horas; dia 9, das 13 às 20 horasExpo Center - Norte Rua José Bernardo Pinto, nº 333, Vila Guilherme / São PauloInformações, credenciamento e novidades: www.fispalfoodservice.com.br E-mail: fispalfoodservice@informa.comA feira tem entrada franca e é exclusiva para os profissionais do setor(necessário apresentar identidade e comprovante profissional).
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23/05/2017
A POLÊMICA SOBRE A LEI DA GORJETA NOS RESTAURANTES
Por Percival Maricato.O ato de conceder gorjeta é muito antigo, utilizado em várias atividades com o propósito de gratificar um prestador de serviço, com um valor não incluído no preço estipulado pelo produto.Nos bares e restaurantes, espontânea ou sugerida como ?taxa de serviço não obrigatória?, a gorjeta vinha provocando inúmeras polêmicas.O principal motor de incompreensão esteve no fato da Justiça do Trabalho interpretar a gorjeta dada pelo cliente ao garçom, como remuneração paga pelo estabelecimento. Em muitos casos o empresário sequer tinha ciência do total de gorjetas recebidas por seus funcionários. Uma vez que o juiz considerava gorjeta como sendo remuneração, sobre o total recebido pelo funcionário, a empresa era condenada a pagar encargos: FGTS, INSS, férias acrescidas de 1/3 e 13º salário, em alguns casos horas extras e adicional noturno.Portanto, o empresário combinava de pagar um salário ao funcionário ou pagava conforme a convenção coletiva de trabalho (CCT), mas na reclamação o juiz decidia que esse salário era o dobro ou bem mais. A exemplo, se o garçom recebesse R$ 1.000,00 por mês como gorjeta com repasse total, a empresa ainda teria que pagar valores expressivos de encargos sobre essa verba. Se o garçom ganhasse por vários anos a gorjeta sem que a empresa lhe pagasse os encargos, ao final este reclamava e a empresa sofria condenações difíceis de serem cumpridas, devido ao valor acumulado e sobre o qual incidia correção monetária, juros, multas e verbas previdenciárias. A maioria das empresas sempre concordou em repassar a totalidade das gorjetas para os funcionários, mas jamais em pagar sobre o valor da gorjeta, dada voluntariamente pelo cliente. No sentido de evitar divergências e manter a harmonia, imprescindível para criar um clima de paz e tranquilidade, os empresários e trabalhadores fizeram um acordo: as empresas reteriam da receita da gorjeta valores suficientes para pagar os encargos: férias, 13°, FGTS e INSS.O INSS é pago diretamente a União, mas beneficia o trabalhador com melhor aposentadoria no futuro. Trata-se de proposta com a qual todos os sindicatos laborais concordaram; fizeram-se convenções coletivas com essa cláusula em todo o país.No entanto, essa fórmula foi mal compreendida, trabalhadores e clientes nem sempre entendiam, acabando por acusar os empresários do setor de apropriação de parte da gorjeta dos funcionários. Claro que há maus empresários, como em qualquer setor de atividade, mas a maioria preferia seguir a convenção, para não ter problemas com a equipe, de quem dependia o bom atendimento ao cliente, e para evitar problemas com as fiscalizações dos sindicatos, promotores, fiscais do Ministério do Trabalho e Justiça do Trabalho ou mesmo passivo trabalhista.As denúncias continuaram e também as condenações da Justiça do Trabalho, que não aceitava as convenções coletivas. Para resolver a questão, empresários (no caso da ABRASEL com votação favorável de presidentes das 27 seccionais existentes pelo país), e trabalhadores representados (sindicatos, federações e confederações) por suas entidades, se mobilizaram para apoiar uma lei que regulamentasse a gorjeta.O resultado após muitos anos de debate foi a Lei nº 13.419, que entrou em vigor dia 13 de maio deste ano, com o propósito de regulamentar a distribuição da gorjeta.Com conteúdo muito semelhante às convenções coletivas existentes, a lei permite que as empresas que estão no SIMPLES retenham 20% e as que estão fora desse sistema de tributação (lucro real e lucro presumido), retenham 33% da receita da gorjeta para pagar os encargos referidos. O percentual destas últimas é maior por terem elas que pagar INSS, que no SIMPLES já é recolhido com percentual único sobre faturamento. Ou seja, todo o valor arrecadado como gorjeta será pago ao trabalhador ou encargos em seu benefício.Vale ressaltar, que a lei é genérica e não especifica certos detalhes:· Não informa se no período atual prevalece a convenção ou a lei, ambas em vigor.· Divisão - não esclarece quanto da gorjeta será deferida a cozinha e quanto ao salão, e como será distribuída entre os funcionários, se proporcional ao saláriofixo pago pela empresa (chefs/maítres ganham mais) ou de forma igualitária.Para disciplinar esta distribuição a lei previu a possibilidade de se ter assembleias de funcionários. Haverá ainda comissões de empregados para fiscalizar a aplicação das regras. A União foi a mais beneficiada, pois passa a receber 8% de INSS do trabalhador sobre o montante arrecadado como gorjeta e também receberá INSS das empresas que estão fora do simples; incluindo imposto de renda de muitos trabalhadores cuja remuneração ultrapassa o teto de isenção. Será recolhido FGTS, verba controlada pela União e que será disponibilizada ao trabalhador somente no caso de demissão sem justa causa, na aposentadoria ou em situações específicas.A gorjeta continua voluntária; pode até ser sugerida como taxa de serviço, mas continua não obrigatória, fica a critério do cliente, que pode deixar 10%, mais ou menos. O estabelecimento insere essa sugestão na nota de consumo (como consta na lei), a que é entregue para ser conferida pelo cliente. O cliente, mesmo pagando a gorjeta, tem direito à nota fiscal, mas sem o valor da gorjeta, pois este não conta como faturamento do estabelecimento, é totalmente entregue ao funcionário ou pago como encargos.Após a adequação à lei certamente haverá mais harmonia, empresários e funcionários terão mais segurança jurídica. A União deve dar-se por satisfeita, por receber FGTS, INSS e imposto de renda, além de aumentar a arrecadação do FGTS, dessa imensa massa salarial. O cliente também pode ficar mais tranquilo, por saber que a gorjeta vai beneficiar o trabalhador. ABRASEL-SP - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes ? São PauloPercival Maricato ? Presidente e advogado especialista no setor
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09/05/2017
Fidelizar para o sucesso
Há poucos dias, foi divulgado o resultado da mais recente sondagem do Open Table (a maior plataforma de reservas dos Estados Unidos) sobre fidelização, o que me inspirou para este artigo.Simples: o consumidor está disposto a entregar sua fidelidade em troca de cuidado, atenção e, sim, mimos!Às vezes, acho que a gente agrega complexidade a determinados assuntos nas nossas empresas justamente para fugir deles: se algo é muito mais complicado do que podemos resolver, então, o negócio é não resolver e pronto!Aí, a gente se depara com um dos mais importantes desafios de um restaurante fidelizar clientes e descobre que alguns pequenos itens free, reservar as mesas melhores, dar uns brindes no aniversário e interagir com o cliente fazem toda a diferença!Então, se algo tão importante tem respostas razoavelmente simples, onde está o pulo do gato?Certamente, a resposta está em, ao menos, dois pontos: conhecer o cliente muito mais intensamente do que conhecemos, executar muito mais eficientemente do que executamos e praticar a empatia muito mais do que praticamos.Por mais que pareça contraditório, o contato com milhares de estabelecimentos ao longo dos anos nos mostra que esses três fundamentos não estão entre os pontos fortes de donos, gestores e Chefs no Brasil.Em tempos de experiência de consumo acima de tudo, este certamente é um dos caminhos mais prováveis para o sucesso!
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04/05/2017
É possível recuperar o sabor original do tomate?
Muitos consumidores reclamam que os tomates perderam o gosto e estão cada vez mais sem graça. Uma capa recente da prestigiada revista americana Science levantou essa questão, apontando alterações genéticas industriais como as principais culpadas.A boa notícia é que cientistas estão se empenhando para reverter esse quadro, com o apoio de produtores que buscam distribuir, em larga escala, frutos tão apetitosos quanto os tomates do passado, cujo gosto se caracterizava por compostos com sabores amargos, doces e ácidos - uma mistura que tornou a iguaria tão popular durante séculos.A Trebeschi (www.trebeschi.com.br) investe em pesquisa e tecnologia para cultivar frutos de qualidade, ressaltando os sabores mais marcantes do alimento, como a doçura do sweet grape, entre outros. É incrível observar a variedade de opções de tomates ? e como os sabores podem variar!Edson Trebeschi, presidente da empresa, considera que essa ?cruzada pelo sabor? deve ser encarada como prioridade por todos os produtores. Ele está disponível para entrevistas no estande da marca (Rua 10/H, estande 351 ? Pavilhão Branco), nas quais pode abordar os pontos abaixo:- Quais são os tipos de tomate comercializados no Brasil e o que diferencia cada um deles?- Como era o sabor original do tomate? Por que ele sofreu alterações ao longo dos anos? Outros alimentos também passam por isso?- O que os produtores estão fazendo para retomar esse sabor? Quais avanços já foram feitos no Brasil e em outros países?- Como o fruto é produzido atualmente? Quais componentes são utilizados para garantir o sabor e a segurança do alimento?- Quais os principais nutrientes do tomate e por que ele é importante na dieta?Entre outras questões.Sobre a TrebeschiA Trebeschi é uma das principais produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil. Com plantações em 20 municípios do Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, assegura o abastecimento de alimentos de qualidade o ano inteiro às principais capitais e a diversos países da América do Sul, já que a diversificação geográfica impede que o clima afete a produção. Há 22 anos, a empresa investe nas mais inovadoras tecnologias do campo para levar às prateleiras produtos que unem sabor, sustentabilidade e segurança.Presente nas maiores redes de varejo do país, a Trebeschi é licenciada para comercializar os Minitomates Turma da Mônica, os Tomates Ana Maria Braga e tem parte dos alimentos destinada às marcas próprias, que adquirem produtos da empresa e os revendem com outras embalagens. Além disso, produz milho, pimentão, sweet palermo, minipepino e batata-doce.Mais informações: www.trebeschi.com.brTREBESCHI N0 APAS SHOW 2017 - Rua 10/H, estande 351 ? Pavilhão Branco
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04/05/2017
Índice GS1 de Atividade Industrial apresenta forte alta em abril
O Índice GS1 de Atividade Industrial, que mede a intenção de lançamento de novos produtos pela indústria nacional, apresentou forte alta em abril, com avanço de 28,6% relativo a março, para o dado livre de efeito sazonal. Na comparação com o mesmo período de 2016, o dado é 2,6% menor, queda muito mais branda do que a acumulada no primeiro trimestre de 2017 para a mesma base de comparação (-19,8%). Abril/17 comparado a Março/17 Abril/17 comparado a Abril/16 Acumulado no ano até Abril/17 ORIGINAL 2,3% -2,6% -15,6% DESSAZONALIZADO 28,6% - - ?O forte desempenho do Índice em abril é um sinal de que setores industriais importantes estão se preparando para alguma recuperação de demanda. Neste sentido, é possível que passemos a observar resultados mais fortes para a produção industrial brasileira nos próximos meses?, aponta Virginia Vaamonde, CEO da GS1 Brasil.Entenda o Índice GS1Índice antecedente de produção industrial que mede a intenção de lançamento de novos produtos no Brasil, por meio dos pedidos de códigos barras pelas empresas. ORIGINAL ? dado bruto reflete as solicitações de GTIN mês a mês. DESSAZONALIZADO ? série livre de efeito sazonal, exclui efeitos típicos de meses específicos e permite uma avaliação mais intuitiva de tendência do crescimento da série entre os meses (ex. comportamento histórico de aumento de pedidos por conta de datas comemorativas). O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial será divulgado: Todo 1º dia útil do mês Primeiro indicador antecedente de Indústria a ser divulgado Poder explicativo adicional ? não direto ? com significância estatística Relacionado com Inovação ? portfólio de produtos das empresas Setores relacionados com CNAE ? Divisão 10 a 33 Número Índice (Base: média de 2012 = 100) [if !supportLists]·[endif]Saiba mais em: https://www.gs1br.org/educacao-e-pratica/Paginas/indice.aspxSobre a Associação Brasileira de Automação-GS1 BrasilA Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados. Mais informações em www.gs1br.org.
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19/04/2017
Cardápio energizante: como vencer o cansaço e a fraqueza causados pela má alimentação
Dieta reforçada é fundamental para combater o esgotamento provocado pela rotinaSe existe uma sensação que acompanha a vida moderna ela é, sem dúvidas, a falta de tempo. Mal acabamos de nos despedir da sexta feira e logo temos que encarar uma nova semana. Em meio a tantas obrigações a cumprir, não é incomum termos a impressão de que apenas dois dias não foram suficientes para recarregar as energias. Embora esse efeito seja relativamente normal e a segunda feira acabe gerando certo desânimo em muitas pessoas, existe uma linha tênue que separa o cansaço eventual da fadiga crônica. Ironicamente, um dos fatores mais determinantes nessa questão é justamente um dos mais negligenciados atualmente: a qualidade da alimentação.Mal nutrido, o corpo fica sem energia e passa a dar sinais de alerta que, muitas vezes, são banalizados por quem enfrenta o problema. Resultado: stress, indisposição para cumprir as atividades do dia a dia, má qualidade do sono, fome exacerbada ou falta de apetite e diversos outros sintomas que, se ignorados, podem acarretar em sérios problemas de saúde. Quer saber se essa é a razão por trás do seu cansaço constante e o que fazer para contornar tal situação? Saiba mais agora:Sinais do descompassoCom o ritmo de vida moderno é extremamente comum termos que nos dividir entre diversas tarefas. Casa, trabalho, estudo, filhos... Tamanha correria requer, naturalmente, mais energia do corpo. Porém, em virtude do próprio estilo de vida acelerado, nem sempre essa demanda é suprida pela dieta. Quem nunca deixou de tomar o café da manhã para não se atrasar ou trocou o almoço por um lanche para ir ao banco, por exemplo? Apesar de parecerem atitudes inofensivas, quando as más escolhas da dieta se tornam constantes, a oferta de combustível para o organismo pode ficar baixa, resultado em sintomas como cansaço, fraqueza e dificuldade de concentração. Porém, com distinguir a falta de energia ocasional de uma deficiência nutricional mais severa?De acordo com a nutricionista Joanna Carollo, existem alguns sinais que podem sugerir um distúrbio dessa ordem ?Embora a fadiga crônica possa ter varias causas, quando o problema está relacionado à alimentação desbalanceada, o corpo emite sinais bem evidentes: além do cansaço físico, cãibras e dores musculares, o indivíduo pode apresentar unhas e cabelos quebradiços, pele seca, tremores, tontura, entre outros. Isso porque nutrientes essenciais como vitaminas e sais minerais podem estar em falta, comprometendo o bom funcionamento do organismo. Se o indivíduo se sente frequentemente esgotado, mesmo após uma boa noite de sono, por exemplo, é importante buscar ajuda médica para investigar o problema?. Além disso, a especialista da Nova Nutrii pondera que o individuo pode fazer uma análise sobre seus hábitos alimentares ?Refletir se as escolhas do dia a dia são suficientemente boas, ou seja, nutritivas e condizentes com o estilo de vida. Não basta apenas ?comer para matar a fome?, é preciso ver se as refeições estão de fato suprindo a necessidade energética e vitamínica. O curioso é que nós costumamos ter consciência de que nosso desempenho não é o mesmo quando não nos alimentamos bem. Ainda assim, muitas pessoas sacrificam a alimentação saudável em virtude da rotina?.Forneça ?combustível? de qualidadeCarollo explica que a fadiga crônica ligada à deficiência nutricional não significa, necessariamente, uma alimentação insuficiente, mas, muitas vezes, pouco qualificada. ?Como sabemos, os alimentos são a nossa fonte majoritária de energia. Porém, assim como um carro, precisamos de um combustível de qualidade. Se você não coloca uma boa gasolina e não cuida da manutenção, por mais que o veiculo esteja ?abastecido?, uma hora vai apresentar um problema mais grave, capaz de prejudicar seu funcionamento. Nosso organismo trabalha da mesma forma, mesmo que nos alimentemos frequentemente, se essas refeições não suprirem determinados nutrientes, o corpo vai perdendo ?potência??. A nutricionista lista alguns desses itens essenciais para o organismo e sua relação com o cansaço crônico:Minerais que afugentam a fraqueza:A deficiência de minerais como o Magnésio, Ferro e Potássio pode desencadear sintomas como fraqueza, tremores, alterações no ritmo cardíaco, cãibras, náuseas, vômitos, perda do apetite, dificuldade de concentração e aprendizado, sonolência, enfraquecimentos das unhas e cabelos (inclusive a queda), irritabilidade, palidez, inapetência, baixa na imunidade e, em casos mais severos, problemas de saúde como a anemia. Isso porque esses minerais são responsáveis, dentre outras coisas, pela produção de energia, contração muscular, oxigenação das células, formação dos glóbulos vermelhos, e fortalecimento do sistema imune.Onde encontrar: ?Sementes de abóbora, espinafre, couve, arroz integral e amêndoas são ricas em Magnésio. Já o Ferro está presente, sobretudo, nas proteínas animas como fígado bovino. Também é possível encontra-lo nos vegetais, como leguminosas e hortaliças verde-escuras, porém, o Ferro presentes nas carnes é melhor absorvido pelo organismo. Já o Potássio pode ser obtido através do consumo de bananas, beterraba, feijão e alguns peixes, como o salmão e o atum.?Vitaminas que turbinam a energiaGanham destaque a Vitamina A, as Vitaminas do complexo B (em especial a B12), a Vitamina C e a Vitamina D. Dentre outras funções, essas vitaminas são responsáveis pelo bom funcionamento neurológico, produção de glóbulos vermelhos, regulação da suprarrenal (glândula responsável pela resposta ao stress), manutenção do bom humor e ação imuno-moduladora. A deficiência de algum desses nutrientes pode levar a insônia, depressão, irritabilidade, dores de cabeça frequentes, problemas gastrointestinais, problemas de equilíbrio, enfraquecimento da memória, fraqueza muscular e inflamações frequentes. Onde encontrar: ?Proteínas animais como fígado, ovos e peixes são boas fontes tanto de Vitamina A, quanto de Vitaminas do complexo B. Porém, também é possível encontrar esses nutrientes em fontes vegetais como a cenoura, a abóbora e vegetais folhosos como a couve. A Vitamina C pode ser encontrada em abundância em cítricos como a acerola, a laranja e o morango, mas também está presente em vegetais como o brócolis e o pimentão. Apesar de poder ser encontrada em peixes gordos (salmão, atum, etc.), o aporte de Vitamina D merece mais atenção, já que é um pouco mais difícil de ser suprido somente através da alimentação normal. Justamente por isso, em alguns casos, a suplementação desse nutriente é bem vinda. Ainda assim, para que o organismo seja capaz de produzir a vitamina, é essencial tomar sol moderadamente e com frequência.?Hábitos que roubam energiaAlém de apostar numa alimentação rica nesses nutrientes, é importante afastar alguns hábitos que podem sabotar a energia. Muitos deles estão ligados, inclusive, ao estilo de vida moderno e que devem ser combatidos tanto em prol do desempenho, quanto da saúde. Portanto, evite:Abusar do café: bebidas estimulantes podem ser uma alternativa naqueles dias nos quais nos sentimos menos motivados. Porém, se você se sente ?dependente? do café (ou de outra bebida rica em cafeína) para encarar uma atividade, pode estar ?mascarando? um problema maior. Embora a bebida ajude a manter a mente alerta, é preciso investigar qual problema está relacionado à falta de energia e concentração;Trocar refeições por lanches industrializados: o mesmo vale para o abuso de alimentos altamente processados e refinados. Além de serem pobres em nutrientes, estes alimentos são rapidamente absorvidos pelo organismo, provocando picos de glicose que favorecem a fome exagerada, ganho de peso e inchaço;Ficar muitas horas sem comer: Dificulta o controle da ingestão calórica, pois com poucas refeições, o indivíduo tende a comer mais. Com isso, ele corre o risco de comer além da conta e fazer escolhas pouco saudáveis. Resultado: digestão ?pesada?, sonolência e indisposição;Consumir poucas fibras: As fibras possuem um papel importante para boa digestão e tem total relação com a oferta de energia. Como são absorvidas lentamente, controlam a liberação de glicose, evitando picos e mantendo a energia estável. Porém, é fundamental lembrar que a hidratação adequada é indispensável para que este benefício seja alcançado.Pessoas muito ativas precisam de suplementação?Quando a dieta é balanceada, dificilmente um indivíduo sofrerá da fadiga crônica motivada por uma deficiência nutricional. E embora seja relativamente simples afastar essa possibilidade, muitas pessoas tem dificuldade de seguir uma alimentação saudável e natural no dia a dia, seja pela impossibilidade de preparar as próprias refeições, seja pela falta de tempo para procurar opções mais adequadas. O grande problema é que quanto mais ativa for uma pessoa, maior será sua demanda nutricional. Justamente por isso, muitos podem questionar se é necessário (e válido) apostar na suplementação.Joanna enfatiza que o melhor caminho é sempre a alimentação balanceada, mas considera que esses produtos podem ter um papel importante na vida de pessoas que não conseguem obter esses nutrientes unicamente por meio da dieta ?Não só pela oferta de energia, mas principalmente pelo aporte de vitaminas e sais minerais que muitas vezes não podem ser totalmente supridos ao longo do dia pelo cardápio. Suplementos alimentares podem ser uma alternativa para facilitar a rotina dessas pessoas. Porém, como essa questão é totalmente individual, é fundamental buscar orientação profissional para verificar quais nutrientes devem ser suplementados e em quais quantidades.?Fonte: Nova NutriiDivulgação: Agência Carti
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19/04/2017
Mudança de Comando
iFood Anuncia Novo CEO04/04/2017 O iFood, plataforma de delivery online de comida, anuncia Carlos Eduardo Moyses como o novo CEO. O executivo assume o posto com o desafio de manter o crescimento anual de mais de 100%, resultado registrado pela empresa nos últimos anos. Moyses trabalha há cinco anos no mercado de delivery online, atuando três anos como CEO da Just Eat no Brasil e os últimos dois anos como CFO do iFood, após a fusão das duas empresas, em 2014. "Estou extremamente animado e confiante com o desafio. Vamos trabalhar cada vez mais para entregar valor agregado aos restaurantes, parceiros fundamentais no nosso negócio, e nossos usuários podem esperar grandes inovações", afirma Carlos
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23/03/2017
PROWEIN 2017 - Vinícola Aurora atrai compradores na feira de Dusseldorf
Qualidade dos vinhos e liderança da Aurora no mercado brasileiro chamam a atenção dos compradores internacionaisNo primeiro dia da Prowein Düsseldorf - a maior feira de vinhos do mundo, que abriu neste domingo e segue até terça-feira - a Vinícola Aurora confirma suas expectativas de ampliar suas exportações. Esta é a nona participação da Aurora nesta feira. "A qualidade de nossos vinhos surpreende mais a cada ano", afirma a gerente de exportação e importação da Vinícola, Rosana Pasini, presente no evento e animada com a grande possibilidade de bons negócios. "O Brasil ainda é visto como novo na produção de vinhos e isso chama a atenção dos compradores, que experimentam nossos produtos e se encantam com a qualidade", pondera Rosana. "Além disso, todos que passam pelo estande têm interesse em falar com a Vinícola Aurora por ser a maior do Brasil", conclui a gerente de exportações, informando que já nesse primeiro dia foram realizadas reuniões com compradores de 11 países.A Vinícola Aurora integra o estande do Projeto Wines of Brasil, organizado pelo Instituto Brasileiro do Vinho - Ibravin com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Nesta 23ª edição da Prowein Düsseldorf, a Vinícola lança vinhos que completam a sua linha de exportações Brazilian Soul: Brazilian Soul Premium Selection Chardonnay, Brazilian Soul Premium Selection Merlot e Brazilian Soul Cabernet Sauvignon. ?Lançamos os Brazilian Soul aqui na Prowein, em 2013 e, em poucos meses, tínhamos essa linha distribuída em diversos países da Europa", lembra Rosana. Os vinhos tintos, brancos e espumantes da marca Aurora, inclusive o Aurora Pinto Bandeira Extra Brut Método Tradicional com Indicação de Procedência, reforçam a participação da maior vinícola brasileira nessa feira.Cooperativa Vinícola Aurora Visite o site: www.vinicolaaurora.com.brSAC: 0800 701 4555Matriz Bento Gonçalves (RS): (54) 3455-2000Filial São Paulo: (11) 3051-6124DIvulgação: ECO de Informação - assessoria e projetos em comunicação
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29/08/2016
IFOOD E TICKET - AUMENTOS ABUSIVOS DEVEM SER COMBATIDOS
Em épocas de crise, é justo que as empresas se defendam, mas há que se ter limites. No entendimento da ABRASEL SP, as repetidas reclamações contra as empresas IFOOD e Ticket podem configurar práticas abusivas. A IFOOD aumentou de 6% para 12% sua taxa de intermediação em Delivery (aumento de 100%). É abuso em si mesmo, e também porque sabidamente essa empresa adquiriu diversas outras e se colocou na chamada ?posição econômica dominante?, a tal ponto que impõe valores e só por isso não é deixada de lado pelos estabelecimentos. Por sua vez, a Ticket, além de ameaçar com mais aumentos na taxa, também tem cobrado outras administrativas que nunca foram cobradas e são abusivas, mesmo que haja contratos. Também essa empresa tem posição econômica dominante no mercado, impossível para o pequeno empresário ficar sem receber seus vales. Quanto ao IFOOD, a ABRASEL SP está exigindo a abertura de processo já existente no CADE, apontando essas práticas abusivas e no qual irá intervir se examinado os autos, elas se confirmarem. Também pode atuar contra a Ticket, mas em qualquer situação deste tipo, onde é grande a responsabilidade da entidade e do advogado, é preciso provas, carta informando aumento valores, cobranças, recibos de pagamento, ameaças de rescisão de contrato, etc. Informações repassadas a ABRASEL e seus advogados são mantidas em sigilo e jamais usadas sem autorização de quem às fornece. Os empresários do setor, conforme conclusão das reuniões feitas na Fispal deste ano tem que ter preocupação de impedir aumento de custos, já que é muito difícil repassá-los aos preços, isto tem reduzido o número de clientes. Ao final, práticas abusivas de fornecedores ou quem quer que seja inclusive aumento de impostos, acaba reduzindo todo o mercado e prejudicando empresários, trabalhadores, fisco, fornecedores, consumidores e o país. Devemos, pois lutar contra essas distorções apontadas. Informe a ABRASEL.
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23/08/2016
Mega Evento dia 28/11/2016 Clube Hebraica
Um Mega Evento para você, inscreva-se!Encontro anual gratuito para clientes ativos.Dia 28/11/2016 ? segunda-feiradas 10:30h às 18:30hLocal: Clube Hebraica (mapa abaixo)Entrada: 1 pacote de fraldas geriátricas (Mega Ação do Bem)Um dia especial para você se atualizar e se divertir com:? Exposição de parceiros? Degustações e almoço? Atividades interativas? Arena com Mega Chefs? Ciclo de palestras? Distribuição de kits de produtos? Sorteios de prêmios no final do eventoE muito mais, não perca tempo!
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01/07/2016
CANELA PIZZA SHOW
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01/07/2016
ENTREVISTA - GIULIO ADRIANI
A ARTE DE CRIAR PIZZASGiulio Adriani foi apresentado a mim pelo grande Jonathan Goldsmith como um dos mais criativos Pizzamakers dos EUA (é como se denomina por lá um pizzaiolo com formação, habilidades e, principalmente, que tem um enorme prazer em repassar seus conhecimentos e técnicas). Criou uma pizza que movimentou o mercado de NY e é um dos maiores especialistas em fazer focaccia, produto ainda pouco conhecido no Brasil. Italiano criado entre Roma e Nápole, aprendeu a fazer pizzas com os mestres pizzaiolos mais renomados da Itália e foi um dos responsáveis pela influência da pizza napolitana nos EUA, segundo Pete Lachapelle, movimento que devolveu à pizza americana valores que estavam desaparecendo com a revolução do fast food. Mas antes vamos falar da sua inspiração, origem e formação.Giulio, hoje você é muito conhecido em todos os países que amam a arte de fazer pizza. Como foi para você o primeiro contato com a pizza e o que te fez pensar em estudar e fazer dela o seu ofício?Quando eu era criança, visitava uma pequena e incrível pizzaria em Ostia (Roma) onde o dono, Salvatore Corridore, era um velho mestre da pizza Napolitana. Eu ficava fascinado pelo movimento das mãos e um dia eu pedi a ele para tentar!Foi amor a primeira vista. Então, eu pedi ao meu pai (que era seu contador) para pedir-lhe se eu poderia trabalhar nos finais de semana. Meu pai disse ok, mas você tem que estudar... eu continuei trabalhando durante todo o tempo na universidade usando isso para financiar minhas férias de surfe... Então quando eu terminei a universidade, decidi que pizza era o meu trabalho e fui aperfeiçoar meu ofício em Nápoles com o Gaetano Fazio e, mais recentemente, Antonio Starita.Para quem nasceu na Itália e viveu em Nápoles, supõe-se que não seria difícil encontrar mestres para ensinar as melhores técnicas e receitas para fazer uma pizza. Quais foram os seus mestres e o que você procurava neles?Minha família é de Nápoles e eu cresci entre Nápoles e Roma, mas achar um mestre foi muito difícil. Pizzaiolos da velha guarda não querem muito entregar seus segredos e aprender o ofício era um longo processo normalmente passado de pai para filho. A maior parte do tempo devíamos ?roubar? segredos com nossos olhos.Mas eu tive sorte, porque encontrei Salvatore. Ele me preparou fantasticamente. Mas quando eu conheci Gaetano Fazio, tive uma explosão! O Gaetano é um "livro de pizza" com muitas histórias. Outro mestre influente foi Alfredo Folliero e recentemente Antonio Starita, que definitivamente levou-me a um novo patamar. Todos eles têm muita experiência e podem criar produtos consistentes em qualquer lugar. Isto é o que me impressiona. Poder ser consistente em todo lugar.O que você destaca neste aprendizado que fez a diferença na sua trajetória?A dedicação e atenção a detalhes. Cada pizza é uma peça de arte e você tem que amá-la e nunca comprometer a qualidade. Todos os meus mestres disseram-me a mesma coisa, mesmo que eles usassem técnicas levemente diferentes.Na época em que você se mudou para os EUA e conhecendo o mercado americano de pizzas, qual foi sua impressão?Quando cheguei em NY havia a explosão da pizza Napolitana. Foi um momento incrível onde todas as TVs e jornais estavam fascinados por este "novo" estilo (para eles). As pessoas faziam fila em minha pizzaria para prová-la e compará-la com as boas pizzas que apareciam em filmes de cinema e todo mundo escolhia sua favorita. Eu imediatamente entendi que era um bom momento para viajar pelos Estados Unidos. E que o futuro seria brilhante.Uma das suas especialidades é a Pizza Napolitana, qual a diferença dela em relação as pizzas de outras regiões da Itália?A Pizza Napolitana é a mãe de todas as pizzas. Mas na Itália nós também temos outros estilos normalmente mais crocantes. A pizza Napolitana deve ser macia e suculenta e esta é a maior diferença. O tempo de cozimento que deixa uma pizza Napolitana fresca é de apenas 60 segundos.Já vi algumas reportagens americanas sobre uma pizza chamada Montanara, conte-nos sobre este sucesso?Isto foi o ponto mais importante da minha carreira. A massa é levemente frita e, então, coberta e finalizada em um forno à lenha para absorver e evaporar o excesso de óleo. Quando eu criei esta pizza tive fila na porta por três meses, foi votada a melhor pizza de NY e copiada por muitos outros. Eu também recebi o Green Card por isso!Em Las Vegas, na Pizza Expo, sua focaccia foi eleita entre os brasileiros, inclusive eu, e vários americanos como a melhor. Sabemos que você virá para o São Paulo Pizza Show, nos dias 28 e 29 de setembro, vamos prová-la aqui?É claro que farei! Aquela pizza é chamada Pizza al Metro. É uma peça de um metro de comprimento cozida diretamente na pedra do forno e não em uma fôrma. A massa é muito hidratada e tem um fundo crocante, o topo também é crocante e macio, como um travesseiro, e muito saboroso, muito leve para digerir!!Você já veio para o Brasil para atestar algumas pizzarias com o selo da AVPN. O que achou das pizzarias daqui e qual comparação você faz entre os mercados Italiano, americano e brasileiro?Eu amo a pizza brasileira. Fiquei impressionado ao ver todos estes antigos imigrantes Italianos, que transformaram a pizza Italiana e que usaram fornos à lenha e antigas técnicas Italianas. São Paulo é o mais excitante mercado de pizza no mundo e acho que está totalmente pronto para a explosão da pizza Napolitana. (A pizza aqui é muito melhor do que o estilo de NY, mas não conte isso aos americanos).Quais as sugestões que você daria para as pessoas que já trabalham ou querem entrar nesse mercado de pizzarias?Ame sua pizza, ame seu ofício, acredite nele e nunca comprometa a qualidade. Pizza é um negócio muito lucrativo, porém os clientes são muito sensíveis a falta de qualidade.
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01/07/2016
FRANQUIAS EM PIZZARIAS
FRANQUIAS DE PIZZARIASVocê planeja trabalhar com um negócio no ramo da alimentação? Se a sua intenção é investir em um negócio que seja estável no mercado e que ofereça bons lucros financeiros, uma das alternativas mais interessantes são as pizzarias, as quais comercializam um produto que é bem aceito em todas as regiões do Brasil, logo, se forem bem administradas e oferecerem pizzas de qualidade são garantia de sucesso. Começar um negócio do zero é muito mais trabalhoso, pois o empresário terá que cuidar de todos os detalhes que envolvem a sua abertura, desde a criação da estrutura física até o desenvolvimento de um modo de operação que seja eficaz para atender as necessidades do seu público consumidor. Você quer pular esta etapa?Neste caso, pode-se optar pelas franquias de pizzarias, que oferecem praticidade para os empresários, pois permite trabalhar com uma marca que já está estabelecida no mercado e tem um método de operação funcional e definido, além de ter o público-alvo determinado. As franquias são tipos de negócios que estão cada vez mais ganhando o mercado, deixando de ser um ?sonho? e se tornando realidade para alguns empreendedores. Isso acontece porque as empresas que estão conseguindo bons resultados começam a trabalhar na modalidade franquia, o que permite que os interessados consigam trabalhar com a marca por uma taxa de franquia mais baixa. Para trabalhar com franquias de pizzarias é recomendado fazer uma pesquisa para descobrir quais são as marcas que estão em harmonia com o seu capital de investimento e habilidades profissionais. Mas, o que é franquia?Conceitos básicosFranquia, franchising ou franchise é uma estratégia utilizada em administração que tem, como propósito, um sistema de venda de licença na qual o franqueador (o detentor da marca) cede ao franqueado (o autorizado a explorar a marca) o direito de uso da sua marca, patente, infraestrutura, know how e direito de distribuição exclusiva ou semi exclusiva de produtos ou serviços. O franqueado, por sua vez, investe e trabalha na franquia e paga parte do faturamento ao franqueador sob a forma de royalties. Eventualmente, o franqueador também cede ao franqueado o direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistemas desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem ficar caracterizado vínculo empregatício.É obrigatória a apresentação de uma circular de franquia pelo franqueador, indicando as condições gerais do negócio jurídico. Embora possibilite retorno mais rápido, a compra de uma franquia geralmente exige um investimento inicial alto, pois é preciso prever custos com local de instalação, equipamentos e pessoal.A primeira empresa a implementar o sistema de franchising no Brasil foi o Yázigi, em 1950, atualmente Yázigi Internexus, uma rede de escolas de idiomas.De acordo com a Lei 8.955/94, o conceito de franquia é definido da seguinte forma: ?Franquia empresarial é o sistema pelo qual um franqueador cede ao franqueado o direito de uso da marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semi exclusiva de produtos ou serviços e, eventualmente, também ao direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistema operacional desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante a remuneração direta ou indireta, sem que, no entanto, fique caracterizado vínculo empregatício.?Os principais termos que são encontrados quando se aborda o tema de franquia são:Franqueador: pessoa jurídica que autoriza terceiros (os franqueados) a fazerem uso restrito de uma marca cujos direitos são próprios. Nos sistemas mais avançados também são transmitidos padrões e conhecimentos necessários para a operação bem sucedida do negócio. O conhecimento transmitido permite a um franqueado implantar, operar e administrar seu próprio negócioFranqueado: pessoa física ou jurídica que adquire uma franquia.Franquia: pessoa jurídica que participa de determinada rede, utilizando-se do sistema de franquias de um franqueador. O termo ainda designa sistema ou contrato de franquias.Território: área de atuação de uma franquia, determinada em contrato firmado entre as partes, com garantia de exclusividade ou preferência do franqueado.Royalties: remuneração do franqueador em contra partida à cessão e manutenção dos direitos da franquia ao franqueado.Fundo de propaganda: fundo cooperado, administrado pelo franqueador, podendo ter também a participação de franqueados, constituído especificamente para viabilização de ações de marketing e publicidade da rede.Circular de oferta de franquia: documento obrigatório por lei de franquias 8.955, que contém todos os dados e informações necessárias para o candidato a franqueado poder analisar a oportunidade de investimento em determinada franquia.Existem três tipos básicos de franchising: de distribuição (o franqueado comercializa um produto fabricado pelo franqueador, sob a marca do qual é titular o último, beneficiando-se de assistência técnica e comercial); de serviços (o franqueado presta um serviço, através de uma marca ou nome comercial licenciados pelo franqueador, com base nas diretrizes estipuladas pelo último); e de indústria (o franqueado fabrica, ele próprio, o produto a comercializar, sob uma marca ou nome comercial, segundo as indicações do franqueador).Optar por uma franquia apresenta várias vantagens, bem como também alguns inconvenientes! sendo as principais as seguintes: Possibilidade de abertura de negócio sem necessidade de experiência empresarial no setor. Redução do risco envolvido, face a utilização de conceito de negócio já experimentado e com sucesso. Benefício e aproveitamento de marca já com notoriedade no mercado. Formação inicial e de forma contínua. Existência de ferramentas de gestão, informação disponível sobre volume de vendas, número de clientes, percentagem de lucros obtida, percepção das preferências, hábitos de consumo, gestão do ciclo de rotação dos estoques e das necessidades de reposição. Aproveitamento dos canais de distribuição e logística existentes, permitindo a adoção de preços competitivos e com ganhos de escala nas encomendas. Os estudos de mercado elaborados são compartilhados na rede existente, permitindo investimentos em publicidade financeiramente sustentáveis. Melhor acesso na compra, ou aluguel de espaço, em resultado da existência de marca reconhecida. Apoio técnico, administrativo e de gestão, inclusive na seleção do espaço, de acordo com critérios de área, localização e acessibilidades. Sinergias na resolução de problemas que em outras unidades da rede já tenham ocorrido. Aproveitamento do recrutamento de recursos humanos, pois é mais acessível trabalhar em rede conhecida, do que em unidade do mesmo ramo, mas com pouca notoriedade. Para o franqueador, operar com franquias é, antes de mais nada, uma possibilidade de expandir os seus negócios, sua imagem de marca e seus lucros, sem quase nenhum investimento. Por isso, nascem muitas franquias regionais que não vão para frente! O franqueado financia grande parte da expansão, não necessitando o franqueador de capital avultado. Concentra-se na produção e desenvolvimento de novos produtos e serviços. Os franqueados atingem resultados superiores aos obtidos por unidade própria, sendo parceiros altamente moralizados e motivados. Existe a criação de um canal de distribuição fluido, eficiente e diferenciado. A imagem da marca sai cada vez mais reforçada, pois é associada ao know how, à força do trabalho e aos relacionamentos locais do franqueado. Existe uma descentralização da estrutura, gerando benefícios em termos de custos fixos menores do que com unidades próprias. Possibilita ganhos acrescidos em economias de escala. O sistema possibilita expansão de mercado de forma rápida, pois a abertura de novos espaços é célere. Viabiliza ações de promoção e de marketing de forma conjunta e coordenada. Lembre-se que toda franquia disponibiliza a famosa COF (Circular de Oferta de Franquia), nela estarão contidas as informações mais importantes para o franqueado, desde a forma de atuar no mercado, divulgação, taxas de franquia, tempo que existirá o vínculo, dentre outras considerações importantes. Por isso, o ideal é que você leve o documento para casa e estude por alguns dias, obtendo total certeza de que o empreendimento é o que você deseja e precisa.Antes de mencionar as principais franquias de pizzarias/pizzas existentes é bom salientar que existem franquias regionais, nacionais e multinacionais. É evidente que optar por uma marca de sucesso e projeção internacional é uma garantia de sucesso, enquanto que escolher uma marca genuinamente regional apresenta um risco maior. Uma franquia da Domino's Pizza deve apresentar maior retorno do que uma franquia da Pizzaria Adalberto, de Chuí, RS! Existem ótimas alternativas entre esses dois opostos.As grandes franquias mundiaisAs três maiores franquias de pizzas a nível mundial são a Pizza Hut, a Domino's Pizza e a Papa John?s Pizza. As duas primeiras já são bem conhecidas no Brasil, enquanto que a terceira ainda não apareceu de fato, embora a sua entrada tenha sida anunciada diversas vezes em Belo Horizonte, BH.Pizza Hut. Yum! Brands é a maior empresa de restaurantes do mundo, com mais de 40.000 restaurantes em mais de 130 países. Suas marcas KFC®, Pizza Hut® e Taco Bell® são líderes globais em alimentação nas categorias de frango, de pizza e de comida mexicana. A empresa está empenhada em acelerar o crescimento da marca no país. Como a Pizza Hut® é uma marca muito forte da empresa na América Latina, a expectativa é que o Brasil se torne um dos maiores mercados de Pizza Hut® no mundo, a exemplo da China e da Índia e dos demais mercados emergentes nos quais a marca está presente. O foco é o desenvolvimento por meio das lojas Express nos principais shoppings e lojas Delivery nas principais regiões de sua cidade. A meta é triplicar de tamanho nos próximos anos.Para se tornar um franqueado Pizza Hut, nove passos devem ser seguidos.1- O candidato deverá fazer uma apresentação em Power Point, em inglês e em português, que deve conter os seguintes dados: currículo dos sócios, plano de disponibilidade financeira (cada loja possui um valor de investimento aproximado de R$ 1.000.000,00), plano de crescimento na cidade e região nos próximos cinco anos, contendo o mínimo de cinco lojas (lembrando que nesse plano podem ser incluídos os modelos Express (shopping center) e lojas Delivery (rua). Esse mínimo de lojas por região pode ser superior quando se trata de uma cidade com mais de 1.000.000 de habitantes.2 - Será apresentado o perfil do candidato no comitê de diretoria YUM! com a sua defesa sobre a cidade e região para expansão. Em caso positivo, prossegue o fluxo normal do processo.3 - O candidato assinará um contrato de confidencialidade de troca de informações entre as partes e, posteriormente, é contratada uma empresa terceirizada para análise geral do perfil do candidato. Essa avaliação é feita para todos os sócios que constarão no contrato. Nessa etapa, o candidato terá um desembolso financeiro e esse valor pode variar de acordo com o perfil dos candidatos. O candidato será avisado do valor e o processo só prosseguirá com o OK via e-mail.4 - Todos os sócios deverão passar por uma entrevista com o comitê de diretores YUM! no Brasil.5 - É enviado ao comitê internacional do Grupo YUM! todo o material do candidato para sua homologação como novo franqueado Pizza Hut na devida região pretendida (prazo de resposta de 30 dias).6 - O candidato receberá uma carta de aprovação como novo franqueado Pizza Hut.7 - O candidato receberá uma circular de ofertas de franquia via correio, com prazo de assinatura e de reenvio para a empresa de 10 dias úteis.8 - Após o envio da circular de ofertas de franquia com as devidas assinaturas para a central, será emitido o contrato de franquia definitivo.9 - Previsão da data de inauguração da loja. As opções em termos de investimento dependem do tipo de unidade a ser montada: Delco (restaurante com entrega em domicílio e venda para viagem, geralmente sem mesas e serviços) cerca de R$ 780 mil, Delco com mesas (restaurante com entrega em domicílio e venda para viagem, com mesas) cerca de R$ 850 mil, Pizza Hut Red Roof (restaurante com assentos, serviço na mesa, sem entrega em domicílio) R$ 1,6 milhão e Food Court/Express (restaurantes localizados em praça de alimentação de shopping centers ou centros comerciais, sem assentos privativos, com menu limitado) cerca de R$ 630 mil.A Pizza Hut começou com franchising em 1959, possui pouco menos de 500 unidades próprias e mais de 5.500 unidades franqueadas, ou seja, possui tanto um pleno domínio do negócio pizza quanto do sistema de franchising. É um nome conhecido no mundo inteiro.Domino's Pizza. A Franquia Domino's Pizza figura entre as mais populares dos Estados Unidos, estando no mercado há mais de 30 anos. A empresa foi fundada na década de 1960, mas se tornou uma rede franqueadora apenas no início dos anos 1980. Ficou conhecida e muito bem quista pelos consumidores em razão da velocidade que produz e entrega as pizzas em, no máximo, 30 minutos. É a maior rede de pizzaria delivery do mundo. A marca Domino's está baseada em cinco pilares que norteiam o posicionamento da marca no Brasil e no mundo: sabor, preço, velocidade, delivery e promoção. Isto quer dizer que, mesmo sendo uma marca conhecida mundialmente, a Domino's sabe da importância de agir localmente, de acordo com a particularidade de cada lugar. Esse formato testado e aprovado em mais de 12.000 lojas em 75 países faz da Domino's um dos maiores cases de sucesso do mundo. A Domino's tem um compromisso: entregar uma pizza de qualidade, feita com uma massa especial que retém o calor por muito mais tempo e que chega rápido na casa do cliente. A qualidade dos produtos, a experiência e a constante busca por excelência é o que faz a rede crescer ano após ano.No Brasil, a tradicional massa aberta a mão ganhou recheios com ingredientes locais - como o requeijão e a banana. Sempre seguindo os padrões e a certificação da matriz internacional. O segredo de todo esse sucesso está na qualidade e na agilidade do preparo e da entrega. Este é o know how de quem entrega pizzas quentinhas há mais de 50 anos. Mas esse sucesso só acontece porque usa sua experiência mundial para promover ações locais, com promoções que enchem os olhos e o paladar dos clientes. Para quem está pensando em abrir uma franquia de pizzaria delivery, a franquia Domino's pode ser uma opção lucrativa, mas não muito barata. O preço total da instalação para uma loja padrão de rua, de 150m², está na faixa de R$ 700.000, sem taxa e sem custo de ponto. A taxa de franquia minima é de R$ 20.000 e a taxa de royalties a ser paga é de 6% do faturamento bruto. Pode-se esperar um faturamento médio mensal em torno de R$ 115/145.000, com uma margem de lucro entre 15% e 18%. Para funcionar a franquia Domino?s requer uma média de 10 pessoas por loja e de um capital de giro de, no mínimo, R$ 20.000. A taxa de propaganda é de 4% do faturamento bruto.Com o objetivo de manter o seu padrão de qualidade, a empresa oferece treinamento para a produção das pizzas, uso dos equipamentos, atendimento aos clientes, gestão de negócios e financeira, gestão da qualidade, implantação de loja, informática (internet, extranet e intranet), marketing, produtividade, RH e seleção, treinamento e motivação da equipe de vendas.Oferece também amplo apoio aos seus franqueados, tais como: assistência na avaliação e na negociação do ponto, loja-escola para treinamento operacional e gerencial, consultoria de negócios para a melhoria do ponto de venda e a manutenção dos padrões exigidos pela vigilância sanitária, distribuidora e fábricas próprias, parceria com grandes empresas, associação de franqueados para gerenciar a verba da propaganda nacional e apoio nas ações de marketing de ponto de venda. Ela realmente oferece todo o suporte para instruir o franqueado desde a documentação contratual, passando pela construção, planejamento, abertura, acompanhamento mensal e marketing local.www.dominos.com.br/franquiaAs grandes franquias nacionaisAs três grandes franquias brasileiras são a Babbo Giovanni, a Dídio Pizza e a Patroni. Ao lado dessas três marcas mais famosas existem muitas outras, porém de atuação quase que exclusivamente regional, sendo a maioria delas micro franquias, i.e. de empresários que tiveram sucesso com um só estabelecimento e querem angariar franqueados baseando-se nessa única experiência.Babbo Giovanni. Você quer trabalhar com uma marca tradicional no mercado? Então, o negócio certo para você pode ser a franquia de pizzaria Babbo Giovanni, que tem praticamente 100 anos de história. A empresa foi criada pela família italiana Tussatos, tendo sido fundada em 1917, mas se tornou uma rede de franquias apenas em 2015, contando com mais de 60 unidades franqueadas em todo o Brasil. A marca tem o objetivo de expandir os seus negócios em todo o território nacional. A Babbo Giovanni admite que um grupo de pessoas invista no negócio, desde que um dos sócios tenha dedicação exclusiva ao restaurante.Para montar uma franquia de pizzaria Babbo Giovanni é necessário arcar com um valor de R$ 500.000. Estima-se que o rendimento médio mensal de cada unidade é de R$ 100.000. O retorno do capital empregado no negócio acontece em um prazo de 24 meses de atividade. A empresa apóia o franqueado na escolha do ponto comercial, oferece treinamento para a produção dos alimentos, administração e gestão do sistema online.Os valores servem como base de cálculo, uma vez que para uma ideia real do total de investimentos necessários é preciso levar em conta fatores variáveis, como o estado que se encontra o imóvel da futura franquia, o valor da reforma do prédio, entre outros. Caso o restaurante opte por também servir almoço, deve-se incorporar aos investimentos uma ampliação da cozinha e mais alguns refrigeradores, em torno de 30 mil. O custo do estoque inicial também é variável e depende do tamanho do restaurante, oscilando entre R$ 25 a R$ 45 mil, com prazo de pagamento de até 21 dias, dependendo do fornecedor.Quer começar de forma mais simples? Com R$ 160 mil pode-se ter um Babbo Giovanni Delivery, incluso todos os investimentos. É uma ótima maneira para começar um negócio de sucesso. Pode funcionar com quatro funcionários e em apenas 75 m², com baixo aluguel, pois por definição é o delivery que vai ao cliente, raramente alguém vai para o ponto. O delivery irá entregar pizzas e outros produtos. Só precisa trabalhar à noite, custo muito baixo, administração informatizada, fácil de tocar após a sedimentação do negócio. Com isso, o franqueado iniciante pode ambientar-se ao ramo, solidificando a pizzaria e em dois anos poderá abrir uma unidade com salão para 120 pessoas, sendo que 80% poderão ser financiados. E tem chance de começar a funcionar em 45 dias!À título de royalties, os franqueados Babbo Giovanni pagam mensalmente 4% do faturamento bruto do restaurante. Esse valor remunera o uso e manutenção do nome, acesso a tecnologia e sua evolução, suporte total ao funcionamento do franqueado e treinamento a novos funcionários dos mesmos.A Babbo Giovanni tem um fundo de publicidade para o qual cada franqueado colabora mensalmente com 2% de seu faturamento. Esse valor pode ser abatido, desde que o franqueado gaste comprovadamente em publicidade em sua região e com a autorização prévia do franqueador Babbo Giovanni®.Os franqueados têm a liberdade de compra de equipamentos e insumos, desde que, por razões de higiene e legislação, sejam aprovados pelo Departamento Técnico do franqueador. Pode acontecer que os franqueados sejam obrigados a aderir a contratos master de fornecimento e marketing, previstos no contrato de franquia.A Babbo Giovanni trabalha com territórios exclusivos e fornece toda a assistência para obtenção do melhor ponto comercial. Também há manuais para suporte rápido e dúvidas à disposição dos franqueados.Devido a preocupação com o meio ambiente, as pizzarias franqueadas utilizam como combustível para alimentação dos fornos um produto conhecido como ?briquete?, que é uma lenha ecologicamente correta, feita de biomassa de madeira, de fácil manipulação, baixa umidade, grande capacidade de armazenamento e alta densidade energética. O ?briquete? apresenta alto poder calorífico e regularidade térmica, gerando menos fumaça e maior eficiência durante a combustão. Usar "briquetes" como combustível é uma forma de preservar o meio ambiente, pois cada metro cúbico de "briquetes" representa menos árvores cortadas; aproveita e recicla os resíduos agroindústrias; podem substituir combustíveis fósseis; poluem menos, geram menos fumaça e são mais eficientes na combustão.Contando com um sistema de ultima geração, abrangendo Frente de Caixa e Retaguarda online, com controle de estoque, contas a pagar e receber, além de todos os relatórios necessários para uma ótima gestão do negócio. O acesso a estas informações é feito de qualquer lugar com internet, seja ele de casa, escritório ou, até mesmo, a partir um notebook quando em férias, dando muito mais flexibilidade na administração e acompanhamento do investimento.www.babbogiovanni.com.br/franquia.phpDídio Pizza. A Dídio Pizza é uma rede de pizzarias delivery fundada pelo empresário Elídio Biazini, em 1994, que começou a operar como franquia em 2006. Atualmente, a rede conta com mais de 30 unidades franqueadas, principalmente na região Sudeste, tendo interesse em levar os seus serviços para o Sul, Centro-Oeste e Nordeste. A Dídio Pizza não exige nenhuma experiência anterior no mercado de alimentação ou varejo. O franqueado e sua equipe terminam o treinamento de 45 dias totalmente aptos a trabalhar como verdadeiros profissionais do ramo. Enquanto ocorre o treinamento, a equipe da Dídio Pizza buscar e aprova o ponto comercial, negocia o contrato de aluguel do imóvel, desenvolve o projeto arquitetônico, solicita alvarás de funcionamento e abertura da empresa, equipa a loja com todo mobiliário e matérias-primas e cuida do visual e merchandising.Para iniciar uma unidade da franquia Dídio Pizza, o franqueado deve contar com um investimento inicial de cerca de R$ 300.000, para uma loja de 85 (mínimo) a 100m2. A taxa de franquia é de R$ 45.000, os royalties são de 9% sobre o faturamento bruto e tem uma taxa de propaganda de 2% (sobre o bruto). O ticket médio de uma franquia Dídio Pizza gira em torno de R$ 65 e projeta-se um faturamento de R$ 890 mil para o primeiro ano de atividade. Uma unidade opera, normalmente, com cerca de 12 funcionários. O prazo estimado para retorno do investimento inicial é de 26 a 30 meses.Como já mencionado, a empresa oferece orientação para o empresário escolher o melhor ponto comercial, treinamento de atendimento aos clientes, produção dos alimentos, contratação de funcionários, além de auxílio na gestão financeira.www.didio.com.br/franquia/Patroni Pizza. O sucesso da primeira loja no bairro do Paraíso, em São Paulo, em 1984, levou a Patroni Pizza ao bairro do Itaim Bibi, também localizado na capital paulista, porém com uma operação baseada no sistema de rodízio de pizzas. A marca foi ficando cada vez mais conhecida e o sucesso motivou, em 1997, a ampliação da Patroni Pizza para o setor de fast food em shopping centers. Os resultados superaram as expectativas e, em 2003, começou a trabalhar com franchising. Fundada há 30 anos, a Patroni é a maior rede de franquia do segmento de pizzarias no Brasil. Em 2008, a rede criou o personagem Don Patroni, que representa toda a credibilidade, tradição e história da marca. Ele assina os produtos exclusivos da rede e, também, as plataformas de oferta em campanhas nacionais e locais, além de produtos criados em parcerias co-branding, que oferecem ao consumidor uma experiência de consumo exclusiva de pizzas artesanais, carnes e massas gratinadas em forno à lenha.A Patroni está presente em 18 Estados brasileiros, em todas as regiões demográficas do Brasil, com um total de 192 lojas. Neste cenário, a Patroni mantém uma base sólida de produtos exclusivos, trabalhados com grande desempenho nos três Days Parts - almoço, happy hour e jantar - em função de seu mix avantajado (pizzas, massas, carnes e petiscos), além de preços competitivos e um patamar de rentabilidade da operação vantajosa para seus franqueados. A Patroni possui sua própria central de produção e logística. As lojas recebem os produtos já processados e embalados. O fato de produzir em grandes quantidades permite controlar o custo médio dos insumos, assim as lojas Patroni possuem grande poder de competitividade nas praças de alimentação e excelente margem de lucratividade. A Patroni possui mais de 20 prêmios conquistados. Tricampeã da Melhor Franquia de Alimentação do Brasil, eleita pela PEGN - Editora Globo -, Melhor Culinária Rápida do Brasil - Hours Concours pela Alshop, selo de excelência em franchising desde 2005, entre outros. De forma conservadora e oferecendo treinamento e apoio operacional, além de acompanhamento de performance com método exclusivo de diagnóstico Patroni, a rede pretende atingir, em 2017, um total de 400 lojas.A Patroni Pizza é uma das empresas mais tradicionais do segmento no Brasil e estabeleceu as suas bases em dois pilares, que são as pizzas de boa qualidade e bom atendimento ao público consumidor, oferecendo os seus serviços no próprio estabelecimento comercial e também pelo sistema delivery. O cardápio da empresa é variado, contando com os sabores tradicionais italianos, até as versões brasileiras de pizza.A abertura de lojas da rede gera, em média, 15 empregos diretos por cada ponto inaugurado. Buscando interessados para investir neste espaço, a marca disponibiliza três modelos de negócios: o Patroni Classic, destinado ao público das classes C e D, com investimento inicial mínimo de R$ 400 mil; o Patroni Premium, com foco nas classes A e B (R$ 450 mil); e o modelo compacto, Patroni Expresso, perfeito para ser implantado em locais com alta movimentação de pessoas, requerendo um investimento inicial de R$ 150 mil. Para Rubens Augusto Júnior, presidente da rede, a Patroni Expresso surgiu para ser uma opção de franquia mais acessível para quem quer investir no setor de alimentação. Ele afirma que um dos fatores que levou à criação do modelo foi a procura de empreendedores com interesse na marca, mas com capital muito aquém do necessário para abrir um restaurante (Classic ou Premium). As unidades da Patroni Expresso vendem pedaços de pizza, sanduíches e salgados, além de bebidas e sobremesas. Refeições completas, como as oferecidas nos modelos Classic e Premium, não estão no cardápio. A Patroni Expresso também foi a alternativa encontrada pela franqueadora para abrir unidades fora dos shopping centers. A meta da Patroni é implantar operações compactas em estádios de futebol, estações de metrô, centros empresariais e casas de show, entre outros locais.A taxa de franquia é de R$ 45.000, os royalties a serem pagas são de 6% (5% no modelo Patroni Expresso) sobre o faturamento bruto e a taxa de propaganda é de somente 1%. O faturamento médio e a previsão de retorno do investimento dependem, obviamente, do modelo de franquia escolhido; no caso da opção Patroni Expresso deve se considerar um faturamento médio de R$ 60.000 e uma previsão de retorno de cerca de 18 meses.Hoje, com 192 unidades espalhadas pelo país e faturamento anual de R$ 335 milhões, a Patroni Pizza pode ser considerada como um investimento seguro para qualquer candidato a franqueado, que ainda poderá contar com um total apoio nos mais variados tópicos, bem como um amplo treinamento em todas as atividades ligadas ao ramo. www.patronifranquias.com.brAo lado dessas grandes franquias, mais conhecidas, existem dezenas de outras opções, normalmente com atuação mais regional. No site da Franquia Agora (O franchising em tempo real), os interessados poderão encontrar várias informações sobre todos os tipos de franquias, nos mais diversos ramos de atividades, com destaque para 30 franquias de pizzarias. ­ (www.franquiaagora.com.br/tipos-de-franquias/franquias-de-pizzarias-81)
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