Espanhol Português Inglês
Consumíveis Não Cons. Serviços Empresas
CADASTRE-SE AGORA MESMO!


Voltar

Artigos


07/02/2019
ABIMAPI E OUTRAS TRÊS ENTIDADES DO SETOR ALIMENTÍCIO ASSINAM ACORDO COM MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA REDUÇÃO DE AÇÚCAR EM PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS
Associação reitera compromissos com a saúde do consumidor, elevando o valor nutricional das categorias de biscoitos e bolos.A Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), juntamente com a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA), Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (ABIR) e a Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos) assinaram no dia 26 de novembro, um acordo junto ao Ministério da Saúde para a redução de açúcar nos alimentos industrializados. O objetivo é que o setor contribua com a redução do consumo de açúcares pela população brasileira para menos de 10% do total das calorias diárias ingeridas até 2022.As metas foram calculadas a partir de seis pilares: distribuição dos teores de açúcar; necessidade de redução dos níveis máximos de açúcar; redução de teores de açúcar livre não resultante em aumento no valor energético; percentual de produtos a serem reformulados para redução; redução dos teores de açúcar livre não resultante de adição ou substituição por adoçantes; e consumo de cada produto. A cada dois anos (2020 e 2022) serão avaliados os teores médio e máximo de açúcar dos alimentos que fazem parte do acordo.No caso dos biscoitos recheados, a indústria precisa alcançar o teor máximo de açúcares de 36,4 g/100g nos próximos dois anos. Em relação aos do tipo Maria e maisena, a meta é 25,6 g/100g até o final do ano de 2020 e 22,8 g/100g até o fim de 2022. Isso significa uma redução de até 62,4% do componente em questão.Já os bolos industrializados simples devem alcançar o teor máximo de açúcares de 34,2 g/100g em dois anos. Os bolos recheados e/ou com cobertura precisarão apresentar 50,0 g/100g até o final do ano de 2020. Rosquinhas, wafers, biscoitos doces secos e misturas para bolos também fazem parte do acordo.Há dez anos, a ABIMAPI em parceria com entidades congêneres, vem formalizando com o Ministério da Saúde termos de compromisso para reduzir quantidades de gorduras, sódio e açúcar nos alimentos processados. O resultado é a melhoria do valor nutricional dos alimentos. A atenção às questões que envolvem nutrição, saúde e bem-estar é uma tendência mundial. De acordo com a pesquisa global "O que há em nossa comida e em nossa mente", realizada em 2016, pela consultoria Nielsen, a população está reduzindo o consumo de certos alimentos que não são considerados nutritivos e isso é reflexo de quatro fatores principais: o envelhecimento global; a preocupação com uma alimentação saudável, como forma de evitar doenças crônicas; o entendimento de que os alimentos podem ser remédios, usados para evitar ou lidar com doenças existentes; e, em decorrência de tudo isso, a formação de consumidores mais conscientes.ABIMAPI E GLOBAL JUNIOR REALIZAM ESTUDO SOBRE OS PRINCIPAIS PAÍSES CONCORRENTES DO BRASIL NO SETOR ALIMENTÍCIOO time de exportação da ABIMAPI (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados), em parceria com a equipe de projetos da Global Júnior - programa de extensão do curso de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) - desenvolveu uma pesquisa de benchmarking, com o intuito de identificar os principais países concorrentes do Brasil de acordo com o setor representado pela entidade.Os tópicos abordados no estudo avaliaram priorização de mercado; perfil internacional; políticas públicas; análises de concorrência; fatores principais de competitividade, entre outros. De acordo com a análise, as categorias ABIMAPI movimentaram no país, entre 2015 e 2017, cerca de US$ 90 milhões em importações, tendo como principais mercados Itália, Bélgica e Polônia. Já em relação às exportações, no mesmo período, o movimento foi de US$ 113,2 milhões, com destinos como os Estados Unidos, Paraguai e Uruguai.Outro ponto importante foi a análise de incentivos fiscais, que muitas vezes pode colocar em risco as operações internacionais devido às barreiras tarifárias e a volatilidade do câmbio. Entre as desonerações tarifárias, a Turquia, por exemplo, possui taxas alfandegárias nulas para produtos feitos à base de trigo e licenças especiais de importação com imposto corporativo reduzido. Já a Itália possui Isenção de impostos aduaneiros e de qualquer impedimento à importação ou exportação intrabloco e as tarifas são reguladas, majoritariamente, pela União Europeia. No caso da Índia, o país participa do programa de recompensa monetária aos exportadores, benefício recebido para ser utilizado em pagamentos de impostos e taxas relacionados ao comércio internacional.O estudo constatou, também, que embora a Itália seja um concorrente histórico do Brasil no comércio internacional dos segmentos da ABIMAPI, a Índia e a Turquia têm surpreendido ao ganharem espaço e acirrarem a concorrência no setor. Esses países exportaram US$ 335 milhões e US$ 1,3 bilhão, respectivamente, justamente pelos incentivos governamentais e subsídios de agências nacionais de fomento à exportação.De acordo com Rodrigo Iglesias, diretor da área internacional da ABIMAPI, quando entramos no universo da competição entre empresas, o benchmarking é uma ferramenta valiosa. "Nossa função é utilizar esse instrumento para o dia a dia, melhorando progressivamente as estratégias de gestão, processos, serviços e de produtos", conclui.RECEITASLASANHA DE SALMÃO COM ESPINAFREIngredientesPara a montagem500g de massa fresca para lasanha, cozida al dente;salmão marinado e assado;molho bechamel ralo;espinafre refogado;200g de queijo mussarela ralado;queijo parmesão ralado para gratinar.Salmão800g de salmão fresco;2 colheres (sopa) de alho amassado;100ml de vinho branco seco;3 colheres (sopa) de folhas frescas de tomilho limão;sal e pimenta do reino branca a gosto;80ml de azeite de oliva.Espinafre refogado3 colheres (sopa) de azeite;1 colher (sopa) de alho amassado na hora;1 xícara (chá) de cebola bem picada;400g de folhas frescas de espinafre (sem talos);sal, noz-moscada ralada e pimenta a gosto.Molho bechamel50gramas de manteiga sem sal;50g de farinha de trigo peneirada;1 litro de leite integral frio;sal, pimenta do reino e noz-moscada ralada a gosto;200g de creme de leite UHT (opcional);50g de queijo parmesão ralado.Modo de preparoSalmãoMisture os temperos e deixe o salmão para marinar por 1 hora. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C por aproximadamente 20 minutos. Desmanche o salmão assado em pedaços médios e utilize na montagem.Espinafre refogadoLeve ao fogo o azeite e refogue rapidamente o alho e a cebola. Acrescente as folhas frescas de espinafre, tempere com sal, noz-moscada ralada e pimenta a gosto. Refogue rapidamente e utilize na montagem.Molho bechamelEm uma panela grande doure a farinha na manteiga. Junte aos poucos o leite frio e misture constantemente com o auxílio de um fouet até obter um creme. Em seguida, agregue os demais ingredientes e deixe levantar fervura. Retire do fogo, espere esfriar e bata rapidamente com um mixer. Utilize na montagem.MontagemEm um refratário médio, faça camadas com o molho bechamel, a massa, o espinafre, o molho bechamel, o queijo mussarela, a massa novamente, todo salmão, uma pequena porção de molho bechamel e a massa.Repita o procedimento até acabarem os ingredientes, terminando com o molho bechamel.Finalize polvilhando queijo parmesão e levando para assar em forno pré-aquecido a 180°C por aproximadamente 30 minutos ou até borbulhar nas laterais e gratinar. Retire do fogo, decore a gosto e sirva.Rendimento: 6 porções.Grau de dificuldade: médio.Tempo de preparo: 1h e 20 minutos.MACARRÃO DE FORNO COM BURRATAIngredientesMontagem500g de fusili de grano duro, cozido al dente;parmesão ralado para polvilhar a gosto;2 Burratas fatiadas ou mussarela fresca e cremosa;800g de molho de tomates;manjericão para polvilhar a gosto.Molho50ml de óleo;50ml de azeite;1 xícara (chá) de cebola cortada em cubos pequenos;4 colheres (sopa) de extrato de tomate bem firme;2 latas de tomate pelado cortado em cubos;500ml de água;1 envelope de caldo de legumes 0% de gordura;6 colheres (sopa) de salsa fresca bem picada;folhas de manjericão fresco a gosto;folhas de louro a gosto;sal e pimenta do reino a gosto.Modo de preparoMolhoEm uma panela aqueça o óleo, o azeite e refogue bem as cebolas. Acrescente o tomate em cubos, o extrato de tomate, o caldo de legumes e a água. Cozinhe em fogo médio com a panela tampada mexendo ocasionalmente até obter um molho encorpado. Junte os temperos verdes e utilize na montagem do prato.MontagemEm uma forma untada com azeite intercale camadas de massa com o molho e as fatias de burrata. Polvilhe com queijo parmesão ralado e leve ao forno para gratinar. Sirva bem quente.Rendimento: 6 porções.Grau de dificuldade: fácil.Tempo de preparo: 30 minutos.MACARRÃO AO MOLHO ALFREDO COM ANTEPASTO DE BERINJELAIngredientes500g de massa longa cozida al dente;2 xícaras (chá) de antepasto de berinjela ou a gosto;1 litro de molho Alfredo;50g de nozes tostadas.Antepasto de berinjela100ml de azeite;1 xícara (chá) de cebolas roxas cortadas em cubos;300g de erva doce cortada em cubos (funcho);3 colheres (chá) de alho bem picado;300g de tomate pelado sem sementes e cortado em cubos;1/2 lata de tomate pelado cortado em cubos;100g de salsão;250g de berinjela sem casca e cortada em cubos;50g de uva passas;20g de alcaparras cortadas ao meio;2 colheres (sopa) de mel ou melado de cana;30ml de vinagre de arroz;100ml de caldo de legumes;1 colher (chá) de pimenta dedo de moça sem semente;100g de azeitonas pretas fatiadas;6 colheres (sopa) de salsinha fresca bem picada;orégano e tomilho limão frescos a gosto;1 colher (chá) de raspas de limão (opcional);sal e pimenta a gosto.Molho Alfredo1 litro de creme de leite de fresco;150g de queijo parmesão ralado fino;sal, noz-moscada e pimenta a gosto.Modo de preparoMolho AlfredoLeve ao fogo médio uma panela com creme de leite e misture constantemente até obter um creme ralo. Desligue o fogo e junte o queijo parmesão. Tempere com sal, noz-moscada e pimenta a gosto. Utilize no preparo.Antepasto de berinjelaEm uma frigideira grande refogue a cebola, o funcho e a berinjela no azeite até que estejam transparentes. Junte os dentes de alho, os tomates, o salsão, as passas, as alcaparras e refogue até que estejam al dente. Acrescente o mel, o vinagre e ferva até evaporar. Adicione o caldo de legumes e a pimenta e deixe ferver em fogo alto até que todos os ingredientes estejam macios. Junte as azeitonas e tempere a gosto. Deixe esfriar, salpique com as raspas de limão e as ervas. Misture delicadamente, regue com azeite, coloque em um refratário e cubra com filme plástico. Deixe descansar por dois dias para aromatizar.MontagemMisture a massa com o molho Alfredo, coloque em um refratário e distribua pequenas porções de antepasto por cima.Rendimento: 6 porções.Grau de dificuldade: fácil.Tempo de preparo: 50 minutos.
[+ detalhes]
07/02/2019
CASA VALDUGA TEM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL PARA A TEMPORADA DA VINDIMA
Nos meses de janeiro, fevereiro e março, a colheita de uva transforma a Casa Valduga em um grande ponto de interesse para os turistas e visitantes que vão até a região do Vale dos Vinhedos, no Sul do país, para conhecer mais sobre todo o processo de elaboração dos seus renomados rótulos.Para os amantes do vinho, essa é uma grande oportunidade de passar dois ou três dias imersos no universo da vinícola, participando desde a colheita das uvas até a tradicional "pisa", onde começa o processo de produção de uma das bebidas mais populares do mundo.Neste ano, a temporada da vindima ocorre entre os dias 31 de janeiro a 03 de março, e conta com programações completas, que contemplam café da manhã sob os vinhedos centenários, oficina de capeletti e geleias, almoços, visita a unidade de vinificação, pisa das uvas, jantar especial de encerramento com acompanhamento de enólogo e atração especial.O Complexo Enoturístico da Casa Valduga foi um dos primeiros parques enoturísticos do Brasil, criado pela vinícola Casa Valduga para que os visitantes pudessem conhecer o processo de elaboração de seus espumantes, vinhos finos e um pouco da cultura italiana. O local oferece hospedagem, gastronomia e um espaço para degustação dos produtos da empresa (a Enoboutique).A Casa Valduga, localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves, RS, possui a maior adega de espumantes da América Latina e foi uma das primeiras vinícolas brasileiras a dominar e desenvolver o método tradicional (champenoise) para elaborar espumantes ícones. Investe em produtos com padrão de excelência reconhecidos mundialmente e busca sempre inovar nos conceitos de elaboração e apresentação de seus vinhos. casavalduga.com.br
[+ detalhes]
07/02/2019
COOPERATIVA VINÍCOLA GARIBALDI PROJETA 15% DE CRESCIMENTO NA SAFRA 2019
Expectativa é de que as 400 famílias associadas entreguem 23 milhões de quilos de uva.Os frutos do trabalho das 400 famílias associadas já começam a tomar conta da Cooperativa Vinícola Garibaldi - que espera receber 23 milhões de quilos de uva na Safra 2019, cerca de 15% a mais em relação ao período anterior. As projeções otimistas são embasadas pela soma de sinais favoráveis registrados ao longo do ano passado."Como tivemos um inverno rigoroso, a brotação foi bastante uniforme nos vinhedos, o que leva a crer que teremos uma produtividade acima da média. Durante a fase de floração, o excesso de umidade exigiu um cuidado maior a fim de evitarmos a incidência de doenças fúngicas. Tivemos, ainda, ocorrência de granizo e ventos fortes em áreas isoladas, mas que não afetaram os vinhedos de nossos associados. De qualquer maneira, trabalhamos métodos de manejo, como desfolha e desbrote, para minimizar o impacto de fenômenos climáticos adversos. Por isso, temos expectativa de receber uvas com qualidade e maturação adequadas", relata o enólogo da Cooperativa Vinícola Garibaldi Ricardo Morari.O recebimento das uvas iniciou no dia 3 de janeiro, com variedades como Chardonnay e Pinot Noir (para espumantes) e algumas tintas para suco, como Concord e Niágara, por exemplo. Estima-se que a safra 2019 originará aproximadamente 17 milhões de litros de bebidas derivadas da uva, entre espumantes, vinhos, sucos, frisantes e filtrados. Para dar conta dessa movimentação, no auge da safra o número de contratações extras pode chegar a até 50 pessoas, alocadas no recebimento das uvas, na cantina e, também, estagiários de enologia.Neste ano deve ser processado grande volume de uvas tintas Bordô e Isabel para a elaboração de suco integral. Já para os espumantes, carro-chefe da marca, haverá aumento geral na quantidade de uvas processadas de todas as variedades: Chardonnay, Pinot Noir, Prosecco, Moscatos e Riesling Itálico. "Boa parte desse acréscimo da quantidade de uvas brancas para espumante se deve a um trabalho de conversão de vinhedos realizados com nossos associados, a fim de atender a expansão das vendas de espumantes que temos alcançado nos últimos anos", explica Morari.Espumante rosé conquistando o gosto do consumidorOs espumantes em geral são produtos que estão adquirindo um status mais democrático, caindo no gosto do consumidor. Na Cooperativa Vinícola Garibaldi, a expectativa é que este tipo de bebida apresente altos índices de crescimento em 2019, consolidando-se no mercado brasileiro. Para atender a essa demanda, a marca oferece cinco espumantes rosés em seu portfólio, sendo um deles premium, além de uma opção de frisante.Cooperativa Vinícola GaribaldiSituada em Garibaldi, a 120 km de Porto Alegre, no coração da Serra Gaúcha - maior região vitivinícola do Brasil -, a Cooperativa Vinícola Garibaldi apresenta índices de crescimento superiores aos da média nacional, resultado de uma história de investimentos, de profissionalização, de união e de uma trajetória que carrega em sua bagagem o trabalho e a vida de milhares de pessoas.Com um quadro de 400 famílias associadas, investe permanentemente em manutenção e melhoria dos processos produtivos e na qualidade dos produtos. Com uma área de 32 mil metros quadrados de construção e capacidade de processamento que ultrapassa os 20 milhões de quilos, utiliza tecnologia e equipamentos europeus para a elaboração de seus vinhos e espumantes.Em 2018, foi a vinícola brasileira mais premiada, com 86 conquistas (medalhas, títulos e menções honrosas): Garibaldi Moscatel, eleito o "Melhor Espumante do Cone Sul" pelo concurso chileno Catad'Or Wine Awards; recorde de visitas no complexo enoturístico, com 128 mil turistas, Taça & Trufa (harmonização de chocolates, vinhos e espumantes), como nova atração do Garibaldi Experience; marca mais lembrada do varejo gaúcho na categoria "Melhor Fornecedor de Espumantes", segundo a premiação Carrinho Agas; e case de sucesso no 1º Congresso Internacional de Cooperativismo Agroindustrial, realizado em Buenos Aires, na Argentina. vinicolagaribaldi.com.br/pt/
[+ detalhes]
07/02/2019
DA VITTORIA - MASSAS ARTESANAIS EM AMBIENTE ACONCHEGANTE E CHARMOSO
A conceituada casa, instalada no coração da Vila São Francisco, em São Paulo, aposta em processos artesanais para garantir a qualidade de seus produtos.Espaço gastronômicoO Da Vittoria é um espaço gastronômico idealizado e comandado por Érica Amecucci, formada na ICIF - Italian Culinary Institute for Foreigners -, em Costigliole d?Asti, e na Le Cordon Bleu, de Florença, ambas na Itália. A chef de cozinha traçou seu caminho profissional em casas que são hoje grandes referências gastronômicas no Brasil, como o D.O.M., do chef Alex Atala, o Attimo e o Vito.A aposta nos processos artesanais para garantir a qualidade dos produtos oferecidos pode ser observada em todos os itens do cardápio, começando pelas massas - carro-chefe do espaço gastronômico -, fabricadas manualmente nas opções frescas e secas, em versões tradicionais ou saborizadas (como o Fettuccine de Curry), com os melhores ingredientes importados da Itália, incluindo a farinha e o tomate. "O Da Vittoria traz uma atmosfera aconchegante, inclusive na decoração e na escolha das músicas, além de contar com muitas coisas que remetem à minha paixão pela gastronomia. Tudo isso reflete minha convicção de como o cuidado com os detalhes é importante. Vem daí nossa preocupação com a escolha dos ingredientes e com o preparo artesanal de todos os nossos produtos", explica Erica. A casa oferece opções para o café da manhã e o lanche da tarde, como os waffles de massa de queijo, servidos com diferentes acompanhamentos. Para o almoço e jantar, estrelam gnocchi, fettuccines e cappelettis, que chegam às mesas no ponto ideal, além de cortes especiais da grife de produção sustentável de carnes Beef Passion. O pastel de Brie com geleia de damasco é uma das excelentes opções para acompanhar a variedade de bebidas disponibilizada pelo Da Vittoria. A proposta artesanal está impressa também nas cartas de bebidas. Da parede da câmara fria, instalada estrategicamente ao lado da porta de entrada, oito torneiras de chopes produzidos artesanalmente por cervejarias nacionais premiadas são mantidos e servidos na temperatura perfeita. O café, servido espresso ou coado na Hario V60, é de produção própria, cultivado na fazenda da família. O blend especial e exclusivo do Da Vittoria leva a assinatura da premiada barista Sílvia Magalhães. O Da Vittoria também aposta em apresentações de brass bands que acontecem no quintal à frente, espaço que conta com um lindo pé de acerola com frutas frescas disponíveis para os visitantes.Massas artesanais... e muito maisA aposta em processos artesanais é uma característica que pode ser observada em todos itens do cardápio no Da Vittoria.As massas, como já mencionado anteriormente, são o carro-chefe do espaço gastronômico, fabricadas manualmente nas opções frescas e secas, em versões tradicionais ou saborizadas, e elaboradas com os melhores ingredientes importados da Itália. Entre as opções disponíveis de massas artesanais, estão Fettuccine, Spaghetti e Gnocchi de Batata, com várias opções de molhos; além de Gnocchi de Batata Doce, com manteiga de sálvia; Gnocchi de Mandioquinha, com manteiga da sálvia; Ravioli de Cabra e Mel, com manteiga de sálvia; Ravioli de Búfala e Manjericão, com molho pomodoro; Pansotti de Brie com Damasco, com manteiga de sálvia; Cappeletti de Carne de Angus, com molho pomodoro; e Lasagna à Bolonhesa.A casa também oferece cortes tradicionais de carne, frango e peixe, como o Polpetone Recheado, com mussarela ou gorgonzola; Sobrecoxa Grelhada; Peixe do Dia; Fraldinha Wessel; e Bife Ancho Wessel. Entre os cortes nobres, as opções incluem Baby Beef e Castilha Passion, ambos de Angus australiano. O Da Vittoria também dispõe de risotos, saladas e entradas, como a Foccacia Artesanal e o Mix de Folhas, com aceto balsâmico ou mostarda e mel.Além das massas artesanais e carnes, o Da Vittoria dispõe de um menu de um criativo e harmonioso menu de lanches. As opções incluem Firenze (foccacia artesanal, peito de peru defumado, mussarela de búfala e pomodori); Mônaco (pão de centeio, antepasto de abobrinha, rúcula e cream cheese); Parma (Baguete, presunto Parma, Brie e rúcula); Pancetta (Baguete, pancetta cozida por três horas, chutney de abacaxi e rúcula); e Polpetone de gorgonzola ou mussarela, nas opções com pão semi-italiano, polpetone de angus recheado, pomodori e rúcula, ou foccacia artesanal com pomodori e cipolla e grana padano, ou ainda, foccacia artesanal com mussarela de búfala, pomodori e pesto.Para finalizar, vale a pena experimentar uma das opções do menu de sobremesas: salada de frutas especial com granola; bolo da vó, que a cada dia oferece uma opção diferente; cheesecake de frutas vermelhas especial; bolo de coco gelado; mini churros com doce de leite; iogurte com calda de frutas e granola; pannacota com calda de manga; doces no copinho; panqueca doce com Mapple ou calda de chocolate; e torta doce.As refeições podem ser acompanhadas de sucos naturais, refrigerantes ou vinho branco, tinto, rosé e espumantes. A carta de vinhos inclui títulos nacionais e internacionais.Todo o menu do Da Vittoria está disponível para consumo imediato ou para viagem.Menu especial O Da Vittoria preparou um menu especial para as festas de fim de ano, com diversas opções de pratos e sobremesas disponíveis sob encomenda.Entre as sugestões, massas, carnes, acompanhamentos e sobremesas. As opções de massas incluíram Mezzaluna de linguiça com uva passa e pêra ao limone; e Pansotti de três queijos ao molho pomodoro rústico. No menu de carnes, peru de festa com molho de castanhas portuguesas; Porchetta recheada com farofa de pão, nozes e alecrim; Mignon ao molho de vinho do porto com cogumelo paris; e Polpettone recheado com mussarela de búfala ou gorgonzola no molho pomodoro.Para acompanhar, salada de lentilha com lascas de bacalhau e pesto de manjericão; Cuscuz marroquino com ratatouille; Farofa de Milho com Damasco; Mini legumes na manteiga de sálvia; Arroz com amêndoas laminadas; e Quiche de tomate e cebola roxa.E, para a sobremesa, Cheesecake de frutas vermelhas; Torta Toffee (caramelo coberto com ganache de chocolate); e Rabanada de Brioche.O espaço gastronômico Da Vittoria funciona há dois anos, no bairro da Vila de São Francisco, na zona Oeste de São Paulo. Bem-vindos ao Da Vittoria!Da Vittoriadavittoria.com
[+ detalhes]
07/02/2019
DA VITTORIA - MASSAS ARTESANAIS EM AMBIENTE ACONCHEGANTE E CHARMOSO
A conceituada casa, instalada no coração da Vila São Francisco, em São Paulo, aposta em processos artesanais para garantir a qualidade de seus produtos.Espaço gastronômicoO Da Vittoria é um espaço gastronômico idealizado e comandado por Érica Amecucci, formada na ICIF - Italian Culinary Institute for Foreigners -, em Costigliole d?Asti, e na Le Cordon Bleu, de Florença, ambas na Itália. A chef de cozinha traçou seu caminho profissional em casas que são hoje grandes referências gastronômicas no Brasil, como o D.O.M., do chef Alex Atala, o Attimo e o Vito.A aposta nos processos artesanais para garantir a qualidade dos produtos oferecidos pode ser observada em todos os itens do cardápio, começando pelas massas - carro-chefe do espaço gastronômico -, fabricadas manualmente nas opções frescas e secas, em versões tradicionais ou saborizadas (como o Fettuccine de Curry), com os melhores ingredientes importados da Itália, incluindo a farinha e o tomate. "O Da Vittoria traz uma atmosfera aconchegante, inclusive na decoração e na escolha das músicas, além de contar com muitas coisas que remetem à minha paixão pela gastronomia. Tudo isso reflete minha convicção de como o cuidado com os detalhes é importante. Vem daí nossa preocupação com a escolha dos ingredientes e com o preparo artesanal de todos os nossos produtos", explica Erica. A casa oferece opções para o café da manhã e o lanche da tarde, como os waffles de massa de queijo, servidos com diferentes acompanhamentos. Para o almoço e jantar, estrelam gnocchi, fettuccines e cappelettis, que chegam às mesas no ponto ideal, além de cortes especiais da grife de produção sustentável de carnes Beef Passion. O pastel de Brie com geleia de damasco é uma das excelentes opções para acompanhar a variedade de bebidas disponibilizada pelo Da Vittoria. A proposta artesanal está impressa também nas cartas de bebidas. Da parede da câmara fria, instalada estrategicamente ao lado da porta de entrada, oito torneiras de chopes produzidos artesanalmente por cervejarias nacionais premiadas são mantidos e servidos na temperatura perfeita. O café, servido espresso ou coado na Hario V60, é de produção própria, cultivado na fazenda da família. O blend especial e exclusivo do Da Vittoria leva a assinatura da premiada barista Sílvia Magalhães. O Da Vittoria também aposta em apresentações de brass bands que acontecem no quintal à frente, espaço que conta com um lindo pé de acerola com frutas frescas disponíveis para os visitantes.Massas artesanais... e muito maisA aposta em processos artesanais é uma característica que pode ser observada em todos itens do cardápio no Da Vittoria.As massas, como já mencionado anteriormente, são o carro-chefe do espaço gastronômico, fabricadas manualmente nas opções frescas e secas, em versões tradicionais ou saborizadas, e elaboradas com os melhores ingredientes importados da Itália. Entre as opções disponíveis de massas artesanais, estão Fettuccine, Spaghetti e Gnocchi de Batata, com várias opções de molhos; além de Gnocchi de Batata Doce, com manteiga de sálvia; Gnocchi de Mandioquinha, com manteiga da sálvia; Ravioli de Cabra e Mel, com manteiga de sálvia; Ravioli de Búfala e Manjericão, com molho pomodoro; Pansotti de Brie com Damasco, com manteiga de sálvia; Cappeletti de Carne de Angus, com molho pomodoro; e Lasagna à Bolonhesa.A casa também oferece cortes tradicionais de carne, frango e peixe, como o Polpetone Recheado, com mussarela ou gorgonzola; Sobrecoxa Grelhada; Peixe do Dia; Fraldinha Wessel; e Bife Ancho Wessel. Entre os cortes nobres, as opções incluem Baby Beef e Castilha Passion, ambos de Angus australiano. O Da Vittoria também dispõe de risotos, saladas e entradas, como a Foccacia Artesanal e o Mix de Folhas, com aceto balsâmico ou mostarda e mel.Além das massas artesanais e carnes, o Da Vittoria dispõe de um menu de um criativo e harmonioso menu de lanches. As opções incluem Firenze (foccacia artesanal, peito de peru defumado, mussarela de búfala e pomodori); Mônaco (pão de centeio, antepasto de abobrinha, rúcula e cream cheese); Parma (Baguete, presunto Parma, Brie e rúcula); Pancetta (Baguete, pancetta cozida por três horas, chutney de abacaxi e rúcula); e Polpetone de gorgonzola ou mussarela, nas opções com pão semi-italiano, polpetone de angus recheado, pomodori e rúcula, ou foccacia artesanal com pomodori e cipolla e grana padano, ou ainda, foccacia artesanal com mussarela de búfala, pomodori e pesto.Para finalizar, vale a pena experimentar uma das opções do menu de sobremesas: salada de frutas especial com granola; bolo da vó, que a cada dia oferece uma opção diferente; cheesecake de frutas vermelhas especial; bolo de coco gelado; mini churros com doce de leite; iogurte com calda de frutas e granola; pannacota com calda de manga; doces no copinho; panqueca doce com Mapple ou calda de chocolate; e torta doce.As refeições podem ser acompanhadas de sucos naturais, refrigerantes ou vinho branco, tinto, rosé e espumantes. A carta de vinhos inclui títulos nacionais e internacionais.Todo o menu do Da Vittoria está disponível para consumo imediato ou para viagem.Menu especial O Da Vittoria preparou um menu especial para as festas de fim de ano, com diversas opções de pratos e sobremesas disponíveis sob encomenda.Entre as sugestões, massas, carnes, acompanhamentos e sobremesas. As opções de massas incluíram Mezzaluna de linguiça com uva passa e pêra ao limone; e Pansotti de três queijos ao molho pomodoro rústico. No menu de carnes, peru de festa com molho de castanhas portuguesas; Porchetta recheada com farofa de pão, nozes e alecrim; Mignon ao molho de vinho do porto com cogumelo paris; e Polpettone recheado com mussarela de búfala ou gorgonzola no molho pomodoro.Para acompanhar, salada de lentilha com lascas de bacalhau e pesto de manjericão; Cuscuz marroquino com ratatouille; Farofa de Milho com Damasco; Mini legumes na manteiga de sálvia; Arroz com amêndoas laminadas; e Quiche de tomate e cebola roxa.E, para a sobremesa, Cheesecake de frutas vermelhas; Torta Toffee (caramelo coberto com ganache de chocolate); e Rabanada de Brioche.O espaço gastronômico Da Vittoria funciona há dois anos, no bairro da Vila de São Francisco, na zona Oeste de São Paulo. Bem-vindos ao Da Vittoria!Da Vittoriadavittoria.com
[+ detalhes]
07/02/2019
MEGA ALOHA DA MEGAG ALIMENTOS
A 6ª Edição do Mega Workshop para Clientes e Parceiros da Distribuidora de Alimentos Mega G, ocorreu no último dia 26 de novembro de 2018 para um público estimado de 1.200 pessoas. Com o slogan "O Clima e a Proposta de Aquecer o Mercado do Food Service", o evento superou as expectativas e encantou a todos mais uma vez. Uma exclusividade da MegaG aos seus clientes e parceiros.O evento, gratuito e temático, aumentou a temperatura no Expo Transamérica e a programação teve: palestras renomadas, shows dos chefs, visitação à praia da MegaG e muitas tendas com atrações diversas. Os convidados passaram um dia muito divertido e em família e ainda puderam fazer uma ação do bem doando um brinquedo na entrada do evento.A cenografia com temática do Havaí trouxe shows com bailarinos profissionais, escultura de areia e decoração especial. As receitas apresentadas tinham um toque tropical, com frutas, temperos típicos e frutos do mar.Os convidados degustaram marcas e produtos variados em 45 quiosques gourmet espalhados no salão de exposição. Houve apresentação de produtos, lançamentos e distribuição de brindes nas áreas destinadas aos parceiros. Os convidados trocaram contatos, tiraram dúvidas e aproveitaram o encontro com a indústria para fazer bons negócios.Entre os parceiros desta edição estavam: Ajinomoto, Anaconda, Arco Bello, Aurora, Brasa Burguer, BRF, Bunge, Bruzzo, Cargill, Cepêra, Ceratti, Coca-Cola, Coronata, Cristalina, D?Allora, Dona Benta, EasyChef, Ekma, Fricasa, Frigo Nosso, Golden Foods, Gomes da Costa, Harald, Heinz, Italac, Junior, Lactalis do Brasil, Laska, Marba, McCain, Melitta, Mirella, Dona Laura, Mult Beef, Pamplona, Prieto, Quatá, Rosa Branca, Scala, Seara, Sina, Tirolez, Tours, Tradição, Três Marias, Unilever, Vale Fértil, Vigor, SEBRAE-SP, Hotec e a revista Italian Food.Palestras e atraçõesA Oficina Show atraiu atenções e nela foram apresentadas novidades do mercado com muita animação e pizzas deliciosas. Foi um verdadeiro show gourmet dos grandes chefs. Isaías Soares, o time do Master Chef - Fabiano Olivares e Dutchello - e Guilherme Branzani fizeram apresentações durante todo o dia e passaram dicas valiosas ao público.No Food Truck do Senhor Pizza ocorreu um Mega Concurso em parceria com a Hotec. Os alunos de gastronomia mostraram seus dotes culinários apresentando receitas de pizzas doces maravilhosas; houve sorteios, banca julgadora e premiação especial. O espaço bombou de visitantes e além da apresentação dos alunos, tiveram aulas shows com muita animação.O auditório lotou com palestras de renomados consultores do mercado do food service e muito conteúdo de qualidade. Para abrir o ciclo, tivemos: Helena Andrade, consultora do SEBRAE-SP, que iniciou sua apresentação às 12:30h com o tema "Um Mar de Inovação para Conquistar mais Clientes". Ela mergulhou na onda da inovação para apresentar soluções de crescimentos às empresas presentes.Às 14h foi a vez do professor e consultor da Hotec, Roberto Loureiro, que ministrou uma apresentação sobre as diferenças entre liderança e chefia, dando uma verdadeira aula sobre esse polêmico tema. E, para finalizar a programação no auditório, às 15:30h, fechando com chave de ouro, o consultor do SEBRAE-SP. Mauro Pontilho, apresentou um tema focado em números e finanças para que todos embarcassem na onda da gestão financeira. Levantou, assim, discussões de suma importância para melhorar planejamentos e aumentar os lucros.As palestras foram um sucesso e os temas abordados foram de extrema valia para os participantes. No final de cada apresentação, houve dinâmicas com perguntas e respostas sobre os conteúdos abordados e distribuição de vales cestas de produtos aos convidados.No palco, a animação e participação das crianças foi empolgante. Os dançarinos embalaram a todos com os ritmos havaianos, ninguém ficou de fora do ula ula e, para dar uma "pitada de brasilidade", trouxeram uma bateria de escola de samba, um Mega Show com aquele jeitinho brasileiro e criativo do marketing da MegaG Alimentos.Além dos Shows, tiveram muitas gincanas com distribuição de brindes. A dupla de comediantes Regis Folgo e Rafael Marinho promoveram disputas animadíssimas, com direito a curiosidades e questões de conhecimentos gerais sobre o mercado. Nos intervalos, tinha a Mega Roleta Premiada, com interação e distribuição de brindes também.Foram distribuídos cerca de 100 vales cestas, entregues pelos patrocinadores diretamente. No final do evento, como de costume, foi realizado o Sorteio de Mega Prêmios, incluindo 01 Smart TV (ganhador Vander Alves - Don Pepper Esfiharia ), 01 churrasqueira (Ricardo Rafael - Sabara Pizza), 01 notebook (Olavo Eustaquio - Thunai Pizzaria), 01 abre pizza (Ronaldo Junior - Roberta Siedler Pães) e 01 Moto 0km (Renato Santos - Dinos Mercearia).Destaques também para as tendas de atrações e áreas de relacionamento: massagens, caricaturas, tatuagens, jogos eletrônicos e fotos, onde era possível registrar e levar uma pequena lembrança do evento. Tudo pensado com muito carinho pela equipe.A MegaG Alimentos e toda a sua equipe estão de parabéns pelo excelente evento.Foi bom participar de mais essa edição e conferir o crescimento e interesse do público em eventos como esse. Agora, fica a curiosidade de saber qual o próximo tema e o que eles vão trazer em 2019. Temos certeza que será um Mega Sucesso. Até lá! megag.com.br
[+ detalhes]
07/02/2019
NOVO EVENTO: VINEXPO SHANGHAI EM OUTUBRO 2019
A primeira edição da Vinexpo Shanghai terá lugar nos dias 23 e 24 de outubro de 2019, no Centro de Exposições e Convenções de Shanghai (SWEECC). Este novo evento será bienal e reflete a estratégia de expansão global do Grupo Vinexpo, que assim se tornará presente na China todos os anos, com a Vinexpo Hong Kong já ocorrendo a cada dois anos."Há 37 anos, a marca Vinexpo vem elevando o perfil do setor de vinhos e destilados em todo o mundo, tornando-se o parceiro internacional do setor. A Vinexpo Shanghai virá complementar a nossa exposição de sucesso, a Vinexpo Hong Kong, e nos levará a uma maior penetração no mercado chinês", disse Christophe Navarre, presidente do Conselho Fiscal da Vinexpo. O estabelecimento de um novo evento Vinexpo na China também se correlaciona com o notável crescimento do consumo de vinho no país, que deverá aumentar em mais de um terço, para quase US$ 23 bilhões no período 2016 a 2021, conforme revelado no último Relatório Vinexpo/IWSR, lançado no início deste ano. AChina irá se tornar, até 2021, o segundo mercado mais valioso do mundo, atrás dos EUA. Shanghai é um importante destino de importação - se não o maior! -, onde a Vinexpo irá reunir produtores mundiais de vinhos e destilados. Seu objetivo é criar novas soluções de desenvolvimento para seus clientes através da experiência de 20 anos do Grupo na região Ásia-Pacífico e continuando sua recente parceria chinesa de e-commerce com o gigante do varejo eletrônico e mais bem-sucedido da Ásia, o Alibaba. A Vinexpo Shanghai será dedicada a compradores chineses locais que encontrarão oportunidades para expandir seus portfólios por meio de um programa de reuniões de negócios, degustações e masterclasses, em conformidade com aos altos padrões de qualidade do Grupo. Desde a sua criação em Bordeaux, na França, em 1981, por iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria de Bordeaux Gironde, a Vinexpo tem sido um dos principais organizadores mundiais de eventos para a indústria de vinhos e destilados. Em 37 anos, a Vinexpo desenvolveu uma compreensão única do mercado e uma extensa rede de distribuidores-chave em todo o mundo. Atualmente, a marca exibe exposições em cinco locais (Bordeaux, Hong Kong, Nova York e, em breve, Shanghai e Paris) e o evento de turismo Vinexpo Explorer. O Grupo também publica todos os anos o Relatório Vinexpo/IWSR, que é a pesquisa mais abrangente sobre o consumo global de vinhos e bebidas espirituosas. vinexposhanghai.com
[+ detalhes]
07/02/2019
O VINHO E A SAÚDE: OS BENEFÍCIOS DA VARIEDADE CABERNET SAUVIGNON
By Fábio Góes, enólogo da Vinícola Góes.O assunto não é novidade, mas é sempre bom lembrar os poderes terapêuticos do vinho. Muitas pesquisas foram realizadas por universidades e centros que possuem nomes consagrados na presteza dos resultados e todos encontraram efeitos benéficos do vinho no organismo humano.O vinho tinto de alta qualidade pode vir de diversas origens, mas a uva Cabernet Sauvignon da família das vitiviníferas, produz uma bebida de paladar, aroma e características indiscutíveis. Essa uva é originária da região de Bordeaux, no Sudoeste da França, e é a variedade de maior prestígio no mundo inteiro. É conhecida como "a rainha das uvas tintas". Hoje, é cultivada na maior parte das terras em que se produz vinho. A Cabernet Sauvignon tem seus bagos muito escuros, pequenos e com uma casca espessa, por isso a bebida apresenta uma coloração rubi intenso e gostinho de frutas vermelhas.Além dessa realidade dos tatos, mais precisamente da visão e do paladar, a Cabernet Sauvignon traz substâncias que atuam como defesa à saúde humana. A variedade é rica em resveratrol, um polifenol que pode ser encontrado na casca ou na semente das uvas pretas e quanto mais intensa for a cor do vinho, maior será o conteúdo em polifenóis. Pesquisas indicam que ajudam a diminuir os níveis de lipoproteínas de baixa densidade, também conhecidas como colesterol LDL ou mau colesterol e aumentam os níveis de lipoproteínas de alta densidade, colesterol HDL, ou bom colesterol. Outra composição do vinho é o álcool, que em quantidade moderada, diminui o stress, reduz os radicais livres e as reações óxido-redutivas, implicadas no envelhecimento precoce.A frutose e a glicose também estão fortemente presentes nessas uvas, assim como os monossacarídeos (C6H12O6), que no metabolismo do corpo são as principais fontes de energias. A produção de hormônios é ativada com o iodo, elemento químico essencial para produção dessas glândulas. Outros elementos compostos são o potássio, que fortalece a contração muscular; o flúor, prevenindo a formação do tecido ósseo e dentário; a tiamina (vitamina B1), importante para o bom funcionamento do sistema nervoso, incluindo músculos e coração, auxilia as células na produção de combustível para que o corpo possa viver melhor sua atividade mental. A riboflavina e a niacina, vitaminas B2 e B3, são essenciais para uma aparência saudável da pele, boca e cabelo. Protege o fígado, os tecidos nervosos e o aparelho digestivo. Ajuda a regular a taxa de colesterol no sangue e favorece o metabolismo das gorduras. Os flavonóides e os taninos compostos no vinho são polifenóis que beneficiam vários órgãos do corpo. O primeiro contém alto potencial para a prevenção do câncer e das doenças cardiovasculares, com ações anti-inflamatória e antialérgica, por causa de suas propriedades antioxidantes. O segundo auxilia no combate a sensação de adstringência e têm a função bactericida e antiviral.Para finalizarmos esse conhecimento, o vinho feito da uva Cabernet Sauvignon se harmoniza com massas, sempre com molho ao sugo, e acompanha bem as carnes vermelhas e as de caças.
[+ detalhes]
07/02/2019
UM GIRO PELA HISTÓRIA DA GASTRONOMIA ITALIANA EM SÃO PAULO
A chegada dos imigrantes italianos para trabalhar nas lavouras de café proporcionou uma transformação na culinária paulista, criando uma identidade que perdura até hoje e que foi fundamental para estabelecer as raízes da gastronomia paulista e sua vocação como cidade gastronômica.Podemos conhecer um pouco dessa história, que ainda vive em São Paulo, através de um giro pelos mais antigos e tradicionais estabelecimentos gastronômicos constituídos pelos imigrantes italianos, que nos ilustram fragmentos da história da imigração e da gastronomia italiana em São Paulo. Este roteiro contempla opções de café da manhã, almoço e jantar para através desta vivência, conhecer mais sobre a relação que estes estabelecimentos têm com a cidade.No início do século XX, a economia de São Paulo crescia exponencialmente com o aumento das lavouras de café e isso demandava um crescimento na mão de obra para trabalhar nas lavouras. Essa demanda de mão de obra trouxe uma onda de imigrantes italianos, principalmente entre 1902 e 1920, que se estabeleceram por todo o Estado e também na capital paulista, trazendo consigo os conhecimentos da gastronomia italiana de suas respectivas regiões. Esse movimento continuou nas décadas seguintes, impulsionado também pelos pós-guerras, e trouxe uma demanda pela cozinha italiana que levou à abertura dos primeiros estabelecimentos. Padarias, cantinas, tratorias, pizzarias e doçarias que marcaram a história da cidade e ajudaram São Paulo a se tornar a Capital Mundial da Gastronomia.A proposta deste roteiro começa com a sugestão de café da manhã na "Padaria Basilicata", localizada na rua Treze de Maio, 596. Foi fundada em 1914, e até hoje é administrada pela mesma família, num dos bairros mais emblemáticos para a cultura italiana em São Paulo. Felipe Ponzio, trouxe da sua terra natal a receita de um pão que veio a se tornar a atração principal de seu estabelecimento comercial, sendo na época, e até os dias atuais, conhecido como "Pão Italiano Basilicata".Atualmente, passados 104 anos desde a sua criação, o estabelecimento vem se adequando com as mudanças do mercado de consumo, tendo em vista que precisam cada vez mais agradar consumidores exigentes e nostálgicos. Os consumidores querem consumir o mesmo sabor, maciez e textura do pão centenário.A sugestão de almoço que contempla esse roteiro histórico passa pelo restaurante mais antigo da capital paulista e um dos mais antigos do Brasil que, é claro, é um "ristorante italiano". O Carlino, fundado em 1881, no Largo do Paissandu, pelo toscano Carlo Cecchini, permanecendo sob seu comando até 1949, quando o também toscano Marcello Gianni assumiu a direção. Em 1978, ele passou a direção do restaurante para seu amigo Antonio Carlos Marino, filho de italiano e amante da cozinha mediterrânea, que é o carro chefe do ristorante. Hoje, o restaurante se encontra na rua Epitácio Pessoa, 85 - Vila Buarque. Seu cardápio apresenta uma ampla variedade de pratos italianos para todos os gostos, incluindo massas, carnes, frutos do mar, peixes e risotos.A imigração italiana teve papel fundamental não só na lavoura de café, mas também no desenvolvimento urbano da cidade de São Paulo. Uma prova viva e que desempenhou um papel fundamental nessa história foi o Edifício Martinelli, sonho do Comendador Giuseppe Martinelli, imigrante italiano bem sucedido que resolveu deixar sua marca erguendo o maior edifício da América do Sul nos anos 20 e que continuou sendo o maior da cidade até 1947, com seus 30 andares que são um marco arquitetônico do Brasil. O edifício passou por anos de abandono nos anos 70, sendo recuperado em 1979, pelo então prefeito Olavo Setúbal, se tornando não só um prédio público como também atração turística, com visitas guiadas. E nada melhor do que fazer uma vista à tarde ao Edifício Martinelli e depois aproveitar uma parada no seu café, o Café Martinelli Midi, um café inaugurado em 1993, mas que mantém as características do café original dos anos 20, com mesas originais de 1926, por exemplo. E, além da localização histórica privilegiada, o café já foi eleito o melhor de São Paulo por três anos consecutivos pela revista Veja. Seus destaques são o café espresso, uma iguaria típica italiana, e suas variações.A tradição dos restaurantes italianos em São Paulo é grande e uma das marcas da capital, alguns destes restaurantes já fazem parte da história da cidade. Nada como terminar o roteiro em uma pizzaria tradicional e a mais antiga da cidade. A Pizzaria Bruno, fundada em 1939, por João Machado Siqueira e Bruno Bartuchi, que está no mesmo endereço até hoje, localizada no Largo da Matriz - Freguesia do Ó. A receita da massa da pizza permanece a mesma desde o início. No começo eram servidos apenas quatro tipos de pizzas: mozzarella, alice, atum e calabresa. Passados 79 anos, a casa serve mais de 83 tipos de pizzas, sendo a primeira pizzaria a servir a tradicional pizza de frango com catupiry. Este roteiro da gastronomia italiana histórica em São Paulo mostra que a imigração italiana não só influenciou a gastronomia da cidade, como continua influenciando positivamente, com muita qualidade e sabor para todos os tipos de refeições. Uma prova de que o legado da culinária italiana tradicional tem muito a oferecer à cidade.O principal objetivo desta vivência é divulgar a identidade que caracterizou uma das principais bases do estilo de comer paulistano e que hoje possui forte tradição, fundida a todo o modelo gastronômico popular que a cidade de São Paulo possui e que a torna uma das maiores capitais gastronômicas do mundo. *Arlete Verratti, Diego Lima, Marcos Silva, Marcos Yokoyama, Vlademir Minharro e Wagner Gimenez - Alunos da Faculdade HOTEC, sob a supervisão da produção do texto de Carolina Costa, docente na mesma instituição.
[+ detalhes]
07/02/2019
VERÃO: A HORA E A VEZ DOS ESPUMANTES
O verão de 2019 promete ser o mais quente de todos os tempos. É nessa hora que os espumantes, servidos bem gelados, mostram sua versatilidade e adequação à estação mais ensolarada do ano.Quando chega o verão fica difícil pensar em beber um vinho tinto encorpado, daqueles que só de pensar já dá calor na alma. Claro que para espantar o calor, nada melhor do que vinhos que se possam beber bem gelados, como os espumantes, brancos e rosados, mas deixaremos estes dois últimos para outra oportunidade.Abordaremos agora os espumantes, que são vinhos que têm gás carbônico dissolvido no líquido e podem ser produzidos de inúmeras maneiras. Falando das técnicas mais utilizadas para adicionar o gás carbônico no vinho, a chamada carbonatação, vamos nos ater aos dois métodos mais usados para a produção de espumantes: o Champenoise (nome reservado aos vinhos produzidos na região de Champagne e que em outras regiões do mundo é chamado de Tradicional ou Clássico) e o Charmat.Ambos se utilizam de duas fermentações: a primeira, onde se produz um vinho tranquilo ou não efervescente e, a segunda, onde se adiciona açúcar e leveduras ao vinho tranquilo e se aprisiona o gás carbônico. No caso do método Champenoise, a segunda fermentação se dá na garrafa e no do método Charmat, em tanques pressurizados.Os bons espumantes feitos pelo método Champenoise costumam ser mais sérios, com aromas e sabores que remetem a brioche, frutas secas, amanteigado e tostado, o que os tornam mais apropriados para ocasiões mais formais e para harmonizações enogastronômicas. Claro que num momento ostentação, nada impede de se beber champanhe na praia ou no iate, mas isso é para poucos.Já os produzidos pelo método Charmat costumam ser mais frutados e festivos, com mais frescor e boa expressão varietal. São muito adequados para a praia, para se combinar com peixes fritos e petiscos de toda ordem e excelentes para os dias encalorados da maioria das cidades brasileiras.Ainda deve-se destacar que os espumantes feitos pelo método Charmat são mais acessíveis do que os produzidos pelo método Champenoise, uma vez que os custos de produção são consideravelmente menores, além de demandar muito menos mão de obra.Exemplos dos dois estilos não faltam, pois os espumantes hoje entraram definitivamente na vida dos brasileiros, sendo amplamente disponíveis e de preços que certamente se encaixarão em qualquer orçamento.No grupo do Charmat, podemos citar como exemplo o Prosecco, que é um espumante produzido na região do Veneto, na Itália, e muito apreciado por aqui. Além deste, nesta categoria brilham muitos espumantes brasileiros, que tem a vantagem de não serem submetidos aos transtornos das viagens de navio e ao calor dos portos.Segundo importantes enólogos brasileiros, o Charmat é o método ideal para a produção de espumantes no Brasil e o que se observa na prática é que eles têm razão, pois os espumantes resultam frutados, frescos e muito agradáveis.No grupo do Champenoise, estão importantes membros dessa categoria de vinhos, como o Champanhe, a Cava (espumantes espanhóis), os Franciacorta italianos, os portugueses da Bairrada, Távora-Varosa e Alentejo, e alguns brasileiros de respeito.Como se viu, razões não faltam para se beber um bom espumante nessa época do ano. Esta sim é uma boa maneira de se começar o ano. Feliz 2019!
[+ detalhes]
07/02/2019
VINDIMA GÓES CELEBRA A SAFRA 2019
Entre os dias 25 de janeiro a 17 de fevereiro ocorre a Vindima Góes 2019, festa que celebra a safra da uva e é possível colher e até pisar a fruta ao som de músicas típicas italianas e portuguesas.O passeio começa na sede da empresa, onde a história é contada diretamente entre o visitante e a Família Góes. Em seguida, todos são levados até os vinhedos por um trenzinho. Lá, os participantes conhecem os segredos do cultivo, as variedades de uvas e o que é necessário para se ter uma safra digna de comemoração e, consequentemente, um ótimo vinho. No tour, o turista tem a satisfação de colher o fruto na parreira e depois pisá-lo em uma enorme tina, como faziam os antepassados. Após a tradicional pisa da uva, há um brinde e, em seguida, um delicioso almoço tipicamente português, onde pode ser degustada a gama de produtos da vinícola.A festa não acaba por aí. Nesta edição, a empresa preparou um espaço com Ilhas Interativas. Um ambiente rural envolto pela Mata Atlântica onde estão dispostas Ilhas Interativas compostas por várias atividades, como por exemplo, wine bar, loja com os rótulos da vinícola, música ao vivo, apresentação de dança, espaço de doces, etc. Para os mais aventureiros, há uma trilha ecológica e para os que procuram descanso, há pontos confortáveis de repouso, entre outras alternativas de diversão. Os turistas passam o dia inteiro em clima de festa.O retorno à sede ocorre com o mesmo trenzinho que levou o visitante até a fazenda. vindimagoes.com.br
[+ detalhes]
07/02/2019
VINEXPO NEW YORK VOLTA PARA A BIG APPLE NOS DIAS 4 E 5 DE MARÇO, 2019
Retornando para seu segundo ano, a Vinexpo New York - principal exposição internacional para profissionais de vinho e bebidas espirituosas na América do Norte - acontecerá de 4 a 5 de março de 2019, no Centro de Convenções Jacob K. Javits. A exposição está estrategicamente organizada para garantir a criação e o crescimento de relações de negócios entre produtores internacionais e importadores, distribuidores, varejistas, corretores, representantes de e-commerce, compradores on-trade e sommeliers.Organizada em conjunto com a Diversified Communications, a Vinexpo New York é aberta exclusivamente para profissionais e conta com dois dias de reuniões de negócios, conferências educacionais, masterclasses, degustações e eventos de networking. Segundo Mary Larkin, vice-presidente executiva da Diversified Communications: "Após o notável sucesso da Vinexpo New York 2018, estamos entusiasmados por fazer parceria com a Vinexpo por mais um ano e receber de volta a indústria internacional de vinhos e destilados no maior mercado consumidor de vinho do mundo".Ofertas exclusivas, como o serviço gratuito de encontros One to Wine Meetings da Vinexpo, retornam a Nova York em 2019 e os expositores e participantes também podem esperar novos recursos, como o WOW! (World of Organic Wines), uma área de degustação e exposição dedicada exclusivamente a vinhos e bebidas espirituosas orgânicas e bio de todo o mundo. A programação completa de 2019 será anunciada em breve."Como a exposição do ano passado mostrou, a demanda do mercado americano é maior do que nunca", disse Christophe Navarre, presidente do Conselho Fiscal da Vinexpo. "Com uma lista de expositores em constante expansão, a Vinexpo New York será mais uma vez a melhor oportunidade para os importadores, distribuidores, sommeliers e outros profissionais do comércio dos EUA conhecerem centenas de produtores internacionais em um único local". Os expositores da Vinexpo New York representarão regiões produtoras de vinho de todo o mundo, incluindo muitos que estão lançando produtos para o mercado norte-americano pela primeira vez. Até o momento, os países que voltam a expor incluem: Argentina, Áustria, França, Alemanha, Grécia e Itália, além de Portugal, Rússia, África do Sul, Espanha e Estados Unidos. Novidade na feira de 2019, até agora, são os expositores da China, Romênia e Sérvia. vinexponewyork.com
[+ detalhes]
07/02/2019
VINHO NA ÍNDIA?
Há muito que já se foi o tempo da França, Itália e alguns outros poucos países europeus serem considerados como os únicos produtores de bons vinhos. Hoje, grandes produtos podem ser encontrados nos quatro cantos do mundo, da Califórnia até a Nova Zelândia, passando pela América e África do Sul. Todas essas regiões já fazem produtos conhecidos, muitos deles de excelente qualidade, muitas vezes superiores aos produtos franceses e merecedores de medalhas e reconhecimento oficial pelos mais altos profissionais do setor. Outros países também começam a ingressar nesse mundo encantador de Baco e Dionísio. A China, segunda área de viticultura do mundo, está trabalhando fortemente e bons produtos não deverão demorar a aparecer. Até a Etiópia já possui alguns vinhos razoáveis! Em recente viagem, fomos conhecer o mercado vitivinícola da... Índia.A VITIVINÍCOLA INDIANAUm pouco de história. Acredita-se que a viticultura tenha sido introduzida na Índia pelos comerciantes persas em algum momento do quarto milênio a.C. Os primeiros plantios foram usados principalmente para uvas de mesa ou suco de uva e não na produção de uma bebida alcoólica. Durante o período védico do 2º e 1º milênios, as tribos arianas da região eram conhecidas pela sua indulgência na bebida e parece provável que o vinho fosse uma bebida corrente. A primeira menção conhecida de vinhos à base de uva foi nos escritos de Chanakya, também chamado de Vichnugupta (371 a.C. - 283 a.C.), um estadista e filósofo indiano dos séculos IV e III a.C., que serviu como primeiro-ministro de Chandragupta Máuria (340 a.C - 298 a.C.), o fundador do Império Máuria. Em seus escritos, Chanakya condena o uso do álcool, enquanto registra que o imperador apreciava um estilo de vinho de uva conhecido como Madhu. Nos séculos que se seguiram, o vinho tornou-se a bebida privilegiada da nobreza indiana ou classe Kshatriya(1), enquanto a casta inferior bebia tipicamente álcool feito de trigo, cevada e painço. Sob o domínio do Império muçulmano Mughal, o álcool era proibido de acordo com as leis dieteticas islâmicas. No entanto, há relatos escritos sobre, pelo menos, um governante Mogol, Jahangir (1569 - 1627), nome imperial de Nur-ud-din Mohammad Salim, governante do Império Mogol entre os anos de 1605 e 1627, que gostava de vinho de conhaque. No século XVI, os colonos portugueses de Goa introduziram o vinho do tipo porto e a produção de vinhos fortificados logo se espalhou para outras regiões. Sob o domínio britânico durante a era vitoriana, a viticultura e a vinificação foram fortemente encorajadas como fonte doméstica para os colonos britânicos. Os vinhedos foram plantados extensivamente nas regiões de Baramati, Caxemira e Surat. Em 1883, na Exposição Internacional de Calcutá, os vinhos indianos foram exibidos e tiveram recepção favorável. A indústria vinícola indiana estava atingindo um pico no momento em que a epidemia de filoxera(2) chegou ao país e devastou seus vinhedos. Foi um longo caminho para a indústria vitivinícola indiana se recuperar da devastação no final do século XIX. A opinião pública e religiosa desfavorável sobre o álcool se desenvolveu e culminou na década de 1950, quando muitos dos Estados da Índia proibiram o uso do álcool. Os vinhedos foram arrancados ou incentivados a se converterem para a produção de uvas e passas. Algumas áreas, como Goa, continuaram produzindo vinho, mas o produto era normalmente muito doce e altamente alcoólico. O ponto de virada da moderna indústria vinícola indiana ocorreu no início dos anos 80, com a fundação do The Tonia Group, no Estado de Goa. Com a assistência de produtores franceses, o Grupo Tonia começou a importar variedades de uvas vitis vinifera, como Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Pinot blanc, Pinot noir e Ugni blanc, e começou a fazer vinhos e espumantes. Outras vinícolas logo se seguiram à medida que o surgimento da crescente classe média da Índia impulsionou o crescimento e o desenvolvimento da indústria vinícola indiana. Hoje, as duas principais vinícolas indianas são a Sula Wines e a Grover Vineyards. Legenda do mapa - As principais regiões vinícolas da Índia estão ao Norte - Kashmir e Punjab - e ao Sul - Maharashtra, Andhra Pradesh, Tamil Nadu, Karnataka e Goa.Geologia e clima. Embora uma grande parte do subcontinente indiano não seja ideal para a viticultura, a grande diversidade de clima e geologia cobre algumas áreas com terroir adequado para a viticultura prosperar. O verão na Índia tende a ser muito quente e propenso a monções. Muitas das regiões vinícolas também se enquadram na faixa climática tropical. Os vinhedos são, então, plantados em altitudes mais elevadas, ao longo de encostas, para se beneficiar do ar mais fresco e de alguma proteção contra o vento. A altitude dos vinhedos da Índia normalmente varia de 200 metros em Karnataka, 300 metros em Maharashtra, 800 metros ao longo das encostas do Sahyadri e 1.000 metros na Caxemira. A temperatura de verão pode ficar tão alta quanto 45°C e as mínimas de inverno podem cair até 8°C. Durante o pico da estação de crescimento, entre junho e agosto, a precipitação média é de 625 a 1.500 mm. Os vinhedos na Índia variam desde o clima mais temperado do Estado de Punjab, no Noroeste, até o Estado de Tamil Nadu, no Sul. Algumas das maiores áreas produtoras estão localizadas em Maharashtra, Karnataka, perto de Bangalore e Telangana, perto de Hyderabad e no vilarejo de Titari (Distrito de Ratlam, no Estado de Madhya Pradesh), onde se encontra a Ambi Vineyard. Dentro da região de Maharashtra, os vinhedos são encontrados no Planalto do Decão (Deccan Plateau) e ao redor de Baramati, Nashik, Pune, Sangli e Solapur. A cidade de Nashik, no Estado de Maharashtra, passou a ser chamada de Capital do Vinho da Índia.O alto calor e a umidade da metade oriental do país limita a atividade vitícola. O calor e a umidade da região vinícola da Índia ditam muitas das escolhas vitícolas que são feitas nos vinhedos. A irrigação é essencial e amplamente utilizada. As condições tropicais geralmente promovem altos rendimentos, o que requer podas frequentes durante todo o ano. A colheita normalmente ocorre em fevereiro e geralmente é feita à mão. Nas regiões vitivinícolas muito quentes de Tamil Nadu, Karnataka e Andhra Pradesh, as videiras podem produzir uma cultura duas vezes por ano. O Sul da Índia é o lar de variedades de uvas de mesa indígenas que também podem ser usadas na produção de vinho, sendo Anabeshahi, Arkavati e Arkashyam as mais comuns. As uvas populares não nativas incluem o Bangalore Blue (Isabella) e o Gulabi (Black Muscat). A uva turca Sultana é a mais amplamente plantada na Índia, cobrindo mais da metade dos 148.000 hectares plantados no país. Além das variedades francesas, inicialmente importadas pelo Grupo Tonia, pode-se também encontrar hoje a Sauvignon blanc, a Zinfandel, a Chenin blanc e a Clairette Blanche.Os xátrias, kshatriya, chátrias ou chatrias (em híndi ????????, transl. k?atriya, do sânscrito ?????? transl. k?atra) formam uma das quatro castas no hinduísmo. Constituem a ordem dos altos postos militares e na sua maioria governantes do tradicional sistema social védico-hindu e suas famílias, tal como definido pelos Vedas e pelo Código de Manu. Os Senhores Krishna, Buda e Mahavira pertenceram a esta casta.(2) Filoxera é o nome comum do hemíptero da família Phylloxeridae, da espécie Daktulosphaira vitifoliae (Fitch, 1854), por vezes designada pelo seu sinônimo taxonômico Phylloxera vastatrix (Planchon, 1868). A partir do último trimestre do século XIX, a filoxera constituiu-se como a praga mais devastadora da viticultura mundial, alterando profundamente a distribuição geográfica da produção vinícola e provocando uma crise global na produção e comércio dos vinhos que duraria quase meio século. O vocábulo filoxera é usado indistintamente para designar o inseto e a doença dos vinhedos que é causada pela infestação. De origem norte-americana, a filoxera está hoje presente em todos os continentes, sendo um dos exemplos mais marcantes do efeito humano sobre a dispersão das espécies, já que, em poucas décadas, esta espécie evoluiu de um habitat localizado para uma distribuição global, com uma rapidez que, ainda hoje, não deixa de surpreender.Nashik. Antiga cidade sagrada na região Noroeste de Maharashtra, Nashik é situada nas margens do rio Godavari e é mais conhecida por ser um dos locais de peregrinação hindu, o de Kumbh Mela. O Khumba Mela ou Kumbh Mela é o principal festival do hinduísmo, que ocorre quatro vezes a cada 12 anos na Índia, rodando por quatro cidades: Allahabad, Ujjain, Nashik e Haridwar. Localizada a cerca de 190 km ao Norte de Mumbai, a capital do Estado ainda é chamada de Capital do Vinho da Índia, já que metade dos vinhedos e vinícolas da Índia estão localizados em Nashik. Fica, em média, a 584 metros do nível do mar, o que lhe confere variação de temperatura ideal, particularmente em invernos. Nashik tem um terreno montanhoso exuberante e fica na borda ocidental do Planalto de Decão, uma formação vulcânica. A localização tropical e a altitude elevada da cidade combinam-se para proporcionar uma versão relativamente branda de um clima tropical úmido e seco. As temperaturas aumentam ligeiramente em outubro, mas isso é seguido pela estação fria de novembro a fevereiro. A estação fria apresenta temperaturas amenas de cerca de 28°C durante o dia, mas noites frias, com temperaturas médias de 10°C e ar extremamente seco.Das 78 vinícolas que existem em toda a Índia, 45 estão em Nashik. A maior é a Sula Vineyards.Na época da colheita, a cidade se torna o lar de vários festivais de vinho, como a India Grape Harvest (IGH), a SulaFest etc.. O vinho da região é protegido pela Lei de Indicação Geográfica de Bens (Registro e Proteção), de 1999, do Governo da Índia. Foi registrado pelo Controlador Geral de Patentes de Design e Marcas Registradas sob o título Nashik Valley Wine. Sob as estipulações de proteção, pelo menos, 80% das uvas usadas para fazer vinho devem ser produzidas no Distrito de Nashik e fabricadas e engarrafadas com etiqueta dentro do Distrito. O solo consiste em laterita vermelha, com boas condições de drenagem e geralmente com propriedades químicas adequadas para o cultivo de uvas para vinho. A qualidade da água também é indicada como ideal para o crescimento de uvas para produção de vinhos de qualidade.Em Nashik, de um total de cerca de 73.000 hectares dedicados a produção de uvas em geral, cerca de 8.000 hectares estão plantados com uvas viníferas. As variedades de uvas cultivadas no Vale de Nashik são: Chenin blanc, Sauvignon blanc, Zinfandel, Cabernet Sauvignon, Shiraz, Chardonnay, Merlot, Riesling, Viognier, Tempranillo, Malbec, principalmente, e também as uvas Thompson Seedless.O famoso Stephen Spurrier comenta sobre a vitivinicultura indiana: "Trata-se de uma indústria em franco crescimento que, tudo indica, deverá ser bem sucedida. Certamente, no decorrer dos últimos 10 a 12 anos que tenho vindo à Índia, a qualidade dos vinhos melhorou drasticamente. Eu acho que, em breve, eles vão ter visibilidade fora da Índia".SULA VINEYARDS PVT. LTD.A Sula e sua história. A Sula Vineyards é a maior produtora de vinho da Índia e uma das mais populares produtoras de vinhos premium do país. Foi fundada em 1998, por Rajeev Samant, com o objetivo de levar vinho de qualidade para a Índia.Rajeev Suresh Samant, hoje com 52 anos, nasceu em Mumbai. Completou sua educação na Universidade de Stanford, onde recebeu um diploma de bacharel em Economia, seguido por um mestrado em Engenharia de Gestão (Engineering Management). Ingressou, então, na Oracle Corporation, na época como um dos gerentes mais jovens da área financeira. Depois de alguns anos, se demitiu e decidiu voltar para a Índia e começar um negócio próprio. Antes, viajou pelo mundo todo durante um ano e, ao retornar, optou por viver uma vida rural. Começou a cultivar mangas, rosas, madeira de teca e uvas de mesa no terreno de 20 acres de sua família, em Nashik. Em 1996, Rajeev percebeu que Nashik tinha o clima perfeito para o cultivo de uvas para vinho. Sua determinação cresceu e voltou para a Califórnia, onde se encontrou com Kerry Damskey, um enólogo eminente e fundador da empresa de consultoria Terroirs Inc., que entusiasticamente concordou em ajudá-lo a iniciar uma vinícola. Em 1997, a dupla deu o passo revolucionário de não apenas ser a primeira a cultivar uvas para vinho nessa região, mas também plantar varietais, como os franceses Sauvignon Blanc (originário da região da Bordeaux) e Chenin Blanc (nativo do Vale do Loire), que nunca haviam sido plantados antes na Índia. Em 1998, a Sula Vineyards foi fundada, lançando seus primeiros vinhos em 2000. A Sula Vineyards Pvt. Ltd. desenvolveu-se de forma admirável como uma vinícola de classe mundial. Hoje, é a maior produtora de vinho da Índia, com uma participação de mercado de 65%. É também a única empresa de vinhos da Índia a estar presente em todos os segmentos de preços e produtos. Seu restaurante de tema italiano serve prazerosos pratos para serem apreciados com os seus vinhos. Também possui um belíssimo resort, chamado Beyond by Sula, com aproximadamente 32 quartos com varandas.Os vinhedos da propriedade da Sula estão localizados nos cenários idílicos de Nashik, no Norte de Maharashtra, a cerca de quatro horas de distância de Mumbai. Além de revolucionar a indústria do vinho na Índia, a principal contribuição da Sula foi colocar o Vale do Nashik como uma região produtora de vinho premium no mapa mundial do vinho como uma das principais regiões produtoras de vinho e turismo da Ásia.A empresa também possui uma grande importadora, oferecendo vinhos, bebidas alcoólicas e cerveja engarrafada no país de origem para preservar a integridade e a expressão do terroir. Suas principais representadas são Hardys, Ruffino, Remy Cointreau e Asahi - a cerveja no1 do Japão. Também oferece vinhos de novas e velhas regiões do mundo, como África do Sul, Argentina, Austrália, Chile, França, Itália e Nova Zelândia, todos com garantia de qualidade assegurada pela Sula Selections, a divisão de importações da empresa. Até importa do Brasil a cachaça Pitú!!!A Sula também oferece cursos profissionais de vinhos WSET.É um verdadeiro pioneiro em vinhos indianos e recebeu o prêmio Quality Winery da Índia.Os vinhos da Sula. Os vinhos produzidos pela Sula Vineyards podem ser divididos em diversas categorias. A Reserve Collection é composta por cinco vinhos: Rasa Shiraz, Rasa Cabernet Sauvignon, Dindori Reserve Shiraz, Dindori Reserve Viognier e Chenin Blanc Reserve. Os Premium Reds incluem quatro produtos: Cabernet Shiraz, Satori Merlot-Malbec-Tempranillo, Zinfandel e Mosaic Grenache Syrah.Os Premium Whites, também contam com quatro vinhos: Sauvignon Blanc, Riesling, Chenin Blanc e Mosaic Chenin Sauvignon. Os Premium Rosé são dois: Zinfandel Rosé e Mosaic Grenache Syrah Rosé. Os espumantes incluem quatro produtos: Brut Tropicale, Brut, Brut Rosé e SulaSeco, sendo este último produzido pelo método Charmat (de tanque) e os três primeiros pelo método tradicional. A Sula também faz um vinho para sobremesa, o Late Harvest Chenin Blanc.A Sula ainda produz óleo de sementes de uva, vinho tipo Porto (Port Wine 1000 Gold), whisky (Eclipse) e brandies (Janus e J). Nossa sommelière Rosa Oliveira experimentou os melhores.Rasa Shiraz. Pode ser considerado o vinho de referência, emblemático, da empresa. O Rasa Shiraz é um vinho tinto potente que pode ser apreciado no momento do seu lançamento ou pode até envelhecer graciosamente durante 6 a 8 anos. Tem aromas complexos de frutas silvestres escuras, baunilha, carvalho, fumo, especiarias e mocha(*). O vinho é encorpado, intenso e rico, com taninos suaves e um final longo. O vinho envelhece 14 meses em barricas de carvalho francês e depois é amadurecido em garrafas, antes do lançamento.O Rasa Shiraz conquistou o prestigiado Prêmio Prata - Syrah du Monde (França), em 2014.Mocha é o nome dado a um tipo de grão de café com um sabor achocolatado, menor e mais redondo do que a maioria dos outros tipos de grãos da espécie Coffea arabica, nativa da Etiópia, mas originalmente cultivada no Iêmen e de lá exportado para o porto de Mocha, de onde deve ter vindo a associação do café expresso ao nome Mocha. Na Europa, o café mocha pode se referir tanto ao café com chocolate ou simplesmente ao café feito com grãos de mocha.Rasa Cabernet Sauvignon. É um produto relativamente novo no portfólio da Sula, sendo 100% feito à base de Cabernet Sauvignon. Este vinho tinto apresenta aromas complexos de frutas silvestres escuras, especiarias, groselha preta, azeitonas e tabaco. É encorpado, intenso, com boa estrutura e taninos suaves. Passa por envelhecimento de 15 a 18 meses em barricas de carvalho francês e americano (não foram divulgados maiores detalhes). O vinho pode ser apreciado jovem ou com idade entre 5 e 8 anos.Dindori Reserve Shiraz. Dindori é uma aldeia em Nashik! Um vinho tinto intenso e potente, com taninos suaves e sabores de frutas silvestres de bagas escuras, baunilha, especiarias doces e um final longo. Basicamente, é feito com uvas Shiraz, mas 10% de Cabernet Sauvignon é misturado ao vinho para propiciar maior estrutura. O vinho é envelhecido durante 10 a 12 meses em barricas de carvalho americano.O Dindori Reserve Shiraz foi destaque, em 2016, como Editors ?Choice da Wine Enthusiast, com 92 pontos. Também foi classificado em 83° lugar pela Wine Enthusiast "Top 100 Wines of the Year", em 2016.Na categoria dos Premium Whites, o Sauvignon Blanc é um must. Este é o vinho emblemático da Sula. Concebido a partir de 100% de uvas cultivadas em Nashik, este branco fresco é seco e herbáceo, apoiado com aromas de frutos tropicais e uma acidez vibrante. Os sabores são exclusivamente típicos de Nashik e, sem dúvida, Sauvignon Blanc. Este vinho é considerado como o primeiro Sauvignon Blanc da Índia. Ganhou a Medalha de Prata no Decanter World Wine Awards (UK) 2011; Medalha de Prata no Decanter Asia Wine Awards (HK) 2012; foi destaque como "Best Buy" pela Wine Enthusiast 2016 (EUA), com 89 pontos, e Medalha de Bronze na International Wine Challenge 2017. Sem dúvida nenhuma, um belo palmarés para um vinho indiano!Brut Tropicale. Este espumante foi o primeiro Blanc de Noir da Índia. O vinho tem um tom rosa coral, com aromas de pêssego e maracujá. É bem equilibrado, com boa acidez e sabores de maracujá e frutas vermelhas. É produzido pelo processo tradicional ou clássico (método champenoise).O vinho é envelhecido sur lies (sobre as leveduras) por um período de 18 meses. Ganhou o Prêmio de Melhor Espumante Indiano no India Wine Awards.Quando você está procurando um espumante leve para recepcionar pessoas, para abrir um jantar, nada como um bom Blanc de Blancs, ou seja, um espumante elaborado só com uvas brancas, normalmente Chardonnay. O Cava, por exemplo, espumante espanhol, em sua grande maioria, é elaborado somente com uvas brancas locais. O Blanc de Noirs é um tipo totalmente oposto ao citado acima. É elaborado somente com uvas tintas no vinho-base, normalmente uvas Pinot Noir. É um espumante de corpo, gastronômico, ou seja, um espumante para ser levado à mesa. É um tanto pesado para bebericá-lo sem comida.Brut. O vinho tem aromas complexos de maçãs, peras e notas tostadas de brioche. Na boca, o vinho é bem equilibrado, com uma acidez viva e um final longo. Tal como o anterior, é produzido pelo método clássico ou tradicional e, também, é envelhecido sur lies (sobre as leveduras), por um período de 12 a 18 meses.É considerado como o melhor vinho espumante da Índia e ganhou, em 2014, o India Wine Consumers Choice Award. Brut Rosé. Este vinho espumante rosé tem aroma de frutas vermelhas complementadas por notas autolíticas tostadas. Na boca, o vinho é cremoso, com bom equilíbrio e uma pequena quantidade de açúcar para equilibrar a acidez. Como os precedentes, é produzido pelo método clássico e envelhecido em borras de levedura durante uma média de 9 a 12 meses. Ganhou vários prêmios como melhor escolha para o consumidor indiano.Sula Vineyards Pvt. Ltd.Estrada Gangapur-Savargaon, Portão 36/2422 222 - Vila GovardhanNashik, Maharashtra - Índiasulawines.cominfo@sulawines.comGROVER ZAMPA VINEYARDS LTD.A Grover Zampa e sua história. Kanwal Grover (1925 - 2011) foi um empresário indiano, importador de equipamentos de alta tecnologia para o programa espacial e para a produção de material para o Ministério da Defesa. Sua empresa importava produtos diretamente e exclusivamente da França. Com suas constantes visitas à França, se apaixonou pela gastronomia francesa e seu gosto pelo vinho cresceu. Sua paixão por grandes vinhos nasceu e continuou crescendo enquanto trabalhava no exterior, no início dos anos 1960. Inicialmente, pensava em atrair mais engenheiros franceses para a Índia e acreditava que produzindo vinhos de qualidade seria uma maneira certa de fazê-los ficar no país. Assim, em uma de suas viagens à França, no início dos anos 70, visitou algumas vinícolas. O processo e a beleza da vinificação convenceram-no a transformar sua paixão em uma dedicação à vida: o sonho da Grover Vineyards iniciou-se nessa paixão. Mas para realizar seu sonho de criar vinhedos premium na Índia, Kanwal Grover precisava contar com um técnico francês experiente. Conheceu Georges Vesselle, o então diretor técnico da Champagne Mumm, e durante o primeiro jantar eles perceberam que nasceram no mesmo dia, do mesmo ano, 1925! Para comemorar isso, Georges Vesselle abriu uma garrafa de Bouzy Rouge 1925 de sua adega privada.A amizade única fez com que Vesselle aceitasse o desafio de cultivar variedades de uvas francesas na Índia. Eles foram os pioneiros da produção de vinho na Índia, explorando o país para encontrar a região mais apropriada para cultivar variedades de uvas francesas.Georges Vesselle (1923 - 2009). Foi prefeito de Bouzy - um pequeno município do departamento de Marne, na França - durante 25 anos e diretor das famosas casas de champagne Mumm, Perrier Jouet e Heidsieck Monopole. Também participou ativamente de muitas inovações vitícolas, tais como a introdução de helicópteros na região de Champagne para tratamentos fitossanitários, a máquina de plantio a laser e a cultura in vitro. Nos anos 80, foi um dos pioneiros do desenvolvimento da vitivinicultura indiana. Teve cinco filhos: Xavier, Véronique, Sylvie, Eric e Bruno. Os dois últimos, também apaixonados pela vitivinicultura, se associaram com o pai, em 1993, e dirigem até hoje a Maison Champagne Georges Vesselle, em Bouzy, na França. Quando Georges Vesselle se aposentou, Kanwal Grover teve que procurar por um novo especialista. Enquanto viajava em Bordeaux, em 1994, foi ao Cos d'Estournel, o famoso Grand Cru, e conheceu Bruno Prat, que o apresentou a Michel Rolland, um dos mais influentes enólogos do mundo. Não foi fácil convencer Rolland, que já estava ocupado trabalhando com vinícolas argentinas e chilenas. Ele achava que Kanwal Grover, na época com 60 anos, estava louco por aceitar o desafio de fazer vinho na Índia. Mas a natureza e a paixão genuínas de Kanwal Grover impressionaram Rolland e ele aceitou ir à Índia e conhecer a vinha. Michel Rolland levou as melhores tradições francesas para criar os melhores vinhos indianos. Desde 1995, Michel Rolland tem assessorado a Grover Vineyards a refazer todo o manejo de seus vinhedos, usando métodos mais eficientes e naturais, reduzindo os rendimentos para melhorar a qualidade dos frutos e a concentração de sabores. Ele também aconselhou a modernização das instalações da vinícola. Desde então, continua levando sua experiência para a Grover Zampa.Com sua experiência, a vinícola indiana continua a produzir vinhos suaves, ricos, opulentos e distintos.Michel Rolland (1947, Libourne, França). Verdadeiro monstro sagrado na área vinícola, Michel Rolland é um enólogo baseado em Bordeaux, com centenas de clientes espalhados em 13 países, tendo influencia direta em muitos vinhos produzidos ao redor do mundo. "São suas consultorias fora da França que o diferenciam de todos, com exceção de um punhado de compatriotas". Nascido em uma família de produtores de vinho, cresceu na propriedade da família, o Château Le Bon Pasteur, em Pomerol, na França. Depois do ensino médio, Rolland cursou a EVO (École de Viticulture et d'?nologie La Tour Blanche), em Bordeaux, com o incentivo de seu pai. Graduou-se em 1972.A presença de sua assinatura em qualquer garrafa é garantia de sucesso para a vinícola que o contrata. Sua marca registrada é um produto fortemente frutado e aroma influenciado pelo carvalho, uma preferência compartilhada pelo influente crítico Robert Parker. Michel Rolland é proprietário de várias vinícolas na região de Bordeaux, tais como Château Bertineau Saint-Vincent, em Lalande de Pomerol; Château Rolland-Maillet, em Saint-Émilion; Château Fontenil, em Fronsac; e Château La Grande Clotte, em Lussac-Saint-Émilion, bem como parcerias em joint ventures com Bonne Nouvelle, na África do Sul; Val de Flores, na Argentina; Rolland Galarreta, na Espanha; e Yacochuya (Salta) e Clos de los Siete, na Argentina.Hoje, a Grover Zampa é gerenciada por Kapil Grover (62 anos), filho de Kanwal Grover. Sob sua capacidade de liderança, os vinhedos se expandiram de 40 hectares para 160 hectares e a vinícola pode produzir 1,85 milhão de litros de vinho por ano. Através de seu respeito pelas tradições, Kapil leva adiante o objetivo de produzir vinhos de qualidade premium. Como seu pai, que iniciou a viticultura no país, ele é um inovador. Utilizando técnicas modernas, aprimorou significativamente os processos na vinícola e, posteriormente, na qualidade do vinho.Karishma Grover, filha de Kapil, traz uma nova perspectiva, é a nova geração. Se juntou recentemente à Grover Vineyards para levar a vinícola adiante em sua expansão e objetivo de produzir vinhos de alta qualidade. Desde 2011, o consultor Mathias Pellissard também colabora com a equipe e, através do conhecimento que adquiriu de suas experiências internacionais, agora dedica-se a produção de vinhos de qualidade e premium para a Grover Zampa Vineyards. Durante sua carreira, supervisionou 22 safras em 10 países diferentes, como Nova Zelândia, Austrália, África do Sul, EUA, China e Moldávia, para citar alguns.Karishma Grover (1985). Filha mais velha de Kapil Grover, Karishma criou um lugar para si mesma na adega e na indústria do vinho em geral. Esta jovem, graduada no curso de Viticultura e Enologia da Universidade da Califórnia - Davis, é quem primeiro defendeu o cultivo da uva Viognier na empresa. Ela sentiu que essa uva se daria bem na Índia e seria ótimo poder contar com a sua "expressividade de frutos". Foi depois de um estágio em Napa Valley, que se juntou à vinícola Grover Zampa de Bangalore, trabalhando ao mesmo tempo na Índia e em Bordeaux, na França, com o renomado consultor de vinhos Michel Rolland. Karishma gosta de desafios e está ativamente envolvida nos departamentos de marketing e relações públicas da empresa. Suas prioridades são manter um alto nível de qualidade e continuar educando os hindus na cultura do vinho. Com ela, a Grover Wines está trabalhando para enfrentar os dois desafios.Hoje, a Grover Zampa possui duas localizações: uma em Nandi Hills, em Karnataka, e outra em Nashik Valley, em Maharashtra. A proteção natural das colinas de Nandi e as encostas de socalcos* de Nashik oferecem clima fresco, solo fértil e condições perfeitas para o cultivo da videira. "Os melhores vinhos são feitos com os melhores vinhedos", costumava dizer o fundador Kanwal Grover, que também gostava de salientar que a sua equipe qualificada trabalha escrupulosamente usando práticas sustentáveis aliadas à coleta manual seletiva. A atenção diária é dada para evitar riscos. "Os nossos vinhos continuam apelativos, mas distintos em estilo, aplicando técnicas de viticultura e vinificação atualizadas, que captam a essência da fruta da vinha".A Asian Wine Review, que se auto define como sendo "o guia mais confiável do mundo para o vinho asiático" - e com toda razão, já que é o único! - deu à Grover Zampa, em 2018,o prêmio de Vinícola do Ano. "A vinícola deste ano conta uma história maravilhosa de verdadeira ambição e convicção de que grandes vinhos podem ser produzidos na Índia. Com mais de duas décadas de experiência em vinificação e melhorias contínuas na qualidade do vinho, a Grover Zampa tem todos os motivos para se orgulhar de receber este prestigioso prêmio", disse Eddie McDougall, presidente da Asian Wine Review.A indústria do vinho da Índia ainda é um pouco incipiente. O Financial Times diz que o país inteiro tem apenas cerca de 50 vinícolas no total e, como aponta o The Drinks Business, os destilados ainda são a bebida preferida do país.Ainda assim, McDougall diz que acha que o vinho indiano está em ascensão. "A produção indiana de vinho tem crescido constantemente na última década. Com investimentos saudáveis, tanto locais como estrangeiras, fica claro que a ambição da Índia em produzir bons vinhos está constantemente presente e bem apoiada", acrescentou. "É compreensível que o crescimento da produção esteja sendo impulsionado por um punhado de vinícolas bem financiadas, mas o crescimento no espectro das butiques criou uma crescente valorização do sofisticado estilo de vinho. O futuro da produção de vinho na Índia é promissor e incrivelmente progressivo". Durante uma degustação, o vinho Art Collection Rosé 2017 foi eleito o melhor de sua categoria e o Vijay Amritraj Reserve Collection Red 2015, uma mistura de Cabernet Sauvignon, Shiraz e Viognier, conquistou uma Medalha de Ouro. Em 2014, um Sauvignon Blanc da Grover Zampa também fez história ao conquistar o primeiro troféu internacional da Índia no Decanter Asia Wine Awards.Em abril de 2018, Vivek Chandramohan assumiu o posto de CEO da Grover Zampa. A família Grover ainda possui 24% das ações. No ano passado produziram 220.000 caixas de vinho, ficando, assim, em segundo lugar, atrás da Sula Vineyards, que produziu mais de 1.000.000 de caixas.Terraceamento, também chamado cultivo em terraços ou cultivo em socalcos, é uma técnica agrícola e de conservação do solo empregada em terrenos muito inclinados, permitindo o seu cultivo e, simultaneamente, o controle da erosão hídrica.Baseia-se na criação de terraços através do parcelamento de rampas niveladas. A técnica requer muita mão de obra e conhecimento técnico, ao mesmo tempo que permite pouca mecanização, dada a dificuldade na utilização de máquinas em áreas mais íngremes. Quando bem planeado e bem construído, o terraceamento reduz as perdas de solo e de água decorrentes da erosão e previne a formação de sulcos e grotas. Os terraços são comuns no Sul e no Sudeste da Ásia, na China e no Japão, sendo utilizados principalmente na produção de arroz. Este tipo de construção rural também é utilizada na região do Douro para o cultivo da vinha, de onde é produzido o famoso vinho do Porto. Na região dos Andes, na América do Sul, técnicas de terraceamento também foram utilizadas em larga escala pelos Incas.Os vinhos da Grover Zampa. Em sua visita a Grover Zampa de Nashik, a nossa sommelière Rosa Oliveira foi recebida por Sushant Soni, Hospitality Manager. A empresa possui nada menos do que 10 linhas de produtos: Insignia, Chêne, Auriga, Vijay Amritraj (Reserve Collection Red e Reserve Collection White), Soirée ( Brut e Brut Rosé), La Reserve (Red e Blanc), Art Collection (Merlot, Cabernet Shiraz, Chenin Blanc, Sauvignon Blanc, Shiraz, Shiraz Rosé e Viognier), Zampa (Chenin Blanc, Rosé, Sauvignon Blanc, Syrah e Syrah Cabernet), OTH One Tree Hill (Red e White) e Santé (Chenin Blanc, Rosé e Shiraz). A degustação foi generosa: foram apresentados oito vinhos! Todos produtos de boa e/ou ótima qualidade. Insígnia 2015. Insígnia é uma edição limitada de um vinho único, amadurecido e fermentado em barricas de carvalho francês durante 24 meses. Em colaboração com Michel Rolland, este vinho tinto premium é produzido com uvas Shiraz 100%, escolhidas a dedo.Apresenta cor vermelha cereja escuro e possui um buquê lindo e complexo, com perfume de bagas pretas e vermelhas.Com aromas de bagas pretas e vermelhas, Insígnia é um vinho seco, com corpo médio e camadas de complexidade. Os taninos maduros e o carvalho fundem-se perfeitamente no vinho, desdobrando um final longo e suave. No palato, é um vinho seco elegante, com corpo médio, tendo camadas de complexidade, levando você a uma trilha sinuosa de frutas, café, chocolate e uma pitada de pimenta preta. A temperatura de serviço é de 16°C a 18°C e é ótimo para acompanhar um assado leve ou carne vermelha, kebabs, algum queijo leve ou, até mesmo, culinária asiática levemente temperada.Chêne Grande Reserve 2015. Inspirado no símbolo da força, compromisso e alegria que o carvalho representa, o Chêne Grande Reserve é um vinho tinto gracioso, envelhecido por um período mínimo de 15 meses em barricas de carvalho francês. É um blend de Tempranillo e Shiraz. O vinho já ganhou vários prêmios e menções honrosas, além de elogios consecutivos nos prêmios Decanter e Hong Kong International, no ano de 2012 e 2013, respectivamente. Recebeu o Prêmio Diamante no Indian Wine Awards 2017 (Melhor Indian Super Premium Wine) e Prata no Concurso Internacional de Vinhos e Espirituosos, de Hong Kong, em 2015. Elogiado no Decanter Asia Wine Awards 2016.Possui cor rubi profunda e intensa, com notas sutis e elegantes no nariz, e abre para aromas de frutas escuras maduras, como amora, groselha e ameixas, complementadas por notas encantadoras de especiarias e buquês de carvalho bem integrados, com baunilha, alcaçuz, chocolate e grãos de café torrados.No palato, o vinho tem uma abundância de frutos escuros e nuances de baunilha e canela na boca, com uma grande estrutura, taninos bem equilibrados, acidez e um final elegante.A temperatura de serviço é de 16°C a 18°C e pode ser apreciado todos os dias com uma grande variedade de pratos, desde assados, guisados e carnes grelhadas à pratos de arroz, legumes grelhados e massas. Vijay Amritraj Reserve Collection Red 2015. Inspirada nos talentos lendários e no estilo de jogo icônico de Vijay Amritraj (1953), um ex-tenista, comentarista esportivo e ator da Índia. Amritraj foi o primeiro indiano a se tornar totalmente profissional no esporte e é considerado um dos maiores da história do esporte indiano. Foi premiado com o Padma Shri, a quarta maior honraria civil da Índia, em 1983. A coleção Grover V/A exemplifica o melhor que a Índia tem para oferecer ao mundo. Tão inspirador como o próprio homem, o vinho é amplo, contudo liso ao palato e graciosamente bem arredondado para entregar uma experiência rica do terroir indiano. Sendo ele um vinho tinto que apresenta cor vermelho escuro com uma tonalidade púrpura jovem. Tem aroma perfumado e elegante, com frutas escuras, especiarias, pimenta, geleia de amora e violetas. A diversidade vem das inspirações variadas e uma mistura graciosa única de Shiraz, Cabernet Sauvignon e Viognier, que é rica em fruta e macia na textura, justaposta com um carvalho francês e os poderosos sabores de amora e groselha preta.No palato, apresenta taninos bem equilibrados, frutos pretos e notas de especiarias, com sutis notas de violeta.A sua temperatura de serviço é de 16°C a 18°C e acompanha a cozinha asiática apimentada, bons cortes de carne vermelha, caça, galinha e queijo forte.O Vijay Amritraj Reserve Collection Red ganhou a Medalha de Prata no Vinho da Ásia, The Silk Route Awards 2016, e de Bronze no Decanter Asia Wine Awards 2016.A versão branca do Vijay Amritraj, o Reserve Collection White 2015 é feito de uva Viognier, fermentado em barril. É um vinho muito elegante, de cor amarelo palha,com a quintessência dos aromas de pêssego, mel e damasco seco (como esperado dos melhores Viognier!), com um nariz floral e notas de baunilha da integração do carvalho francês. No palato, é rico e poderoso, com longa persistência, terminando em notas frutadas. Deve ser servido refrigerado em 8°C a 10°C e harmoniza muito bem com frutos do mar, peixes de rio, cozinha indiana costeira, cabra e queijo azul, tortas e sobremesas de frutas. O Vijay Amritraj Reserve Collection White ganhou o Prêmio Diamante como Melhor Vinho Branco Indiano, no India Wine Awards 2017, e Medalha de Ouro na premiação Vinho Feminino Sakura Japan 2017. Foi elogiado no Decanter Asia Wine Awards 2016.Zampa Soirée Brut 2016. Elaborado a partir da uva Chenin Blanc (variedades) éum vinho branco espumante elegante, com brilhantes tons dourados de palha e um nariz fresco que revela aromas cítricos e florais. Bolhas pequenas persistentes, notas frutadas e cremosidade, exemplificam o modo artesanal com elegância. Notas frescas de brioches e damascos secos contribuem para o longo final deste vinho glamoroso. Ganhou Medalha de Prata no Vinho da Ásia - The Silk Route Awards 2016 -e Ouro no Sakura Japan Women's Wine Awards 2016.Revela um nariz de limão fresco e floral, com notas de pão torrado e frutas brancas, como a pera. No palato, notas de limão, cremoso, limpo, ácido crocante, perlage fina e persistente, com acabamento seco em estilo brut clássico.A temperatura de serviço é de 6°C e é brilhantemente servido como aperitivo. Excelente combinação com cozinha indiana, japonesa, chinesa ou tailandesa, com especiarias moderadas.Zampa Soirée Brut Rosé 2016. Produzido com uva Shiraz, é um vinho espumante rosé delicado de cor rosa pálido, tem aroma de frutas vermelhas, cerejas brilhantes, com uma pitada de morango e caráter de levedura sutil para dar a complexidade de aroma e apelo. No palato, o vinho é leve e cremoso inicialmente e segue com frutas vermelhas, cereja e morango que definem o caráter da fruta e dão ao vinho persistência e duração do sabor. O final refrescante, longo e elegante, complementa as suas ocasiões alegres e festivas.Medalha de Bronze no Decanter Asia Wine Awards 2016.A temperatura de serviço é de 6°C e é perfeito para acompanhar uma refeição com carne branca ou uma sobremesa com gratinado de fruta vermelha. Também é um ótimo aperitivo.La Réserve 2014. O La Reserve é um blend de Cabernet Sauvignon e Shiraz.Durante uma degustação na Alemanha, em agosto de 2005, Steven Spurrier, o renomado especialista em vinhos da famosa revista de vinhos inglesa Decanter, classificou o La Reserve como o Melhor Vinho do Novo Mundo.Ganhou Medalha de Ouro no The Silk Route Awards 2016 e Bronze no Decanter Asia Wine Awards 2016. Apresenta tonalidade roxo granada muito profunda. O La Reserve tem um potente buquê de deliciosas frutas vermelhas e pretas maduras, com um toque requintado de especiarias. Este vinho tinto encorpado combina graça e esplendor no paladar, os taninos são suaves e os sabores intensos com chocolate, grãos de café e baunilha. O final é longo, amplo e quase mágico.A melhor temperatura para servir esse vinho é 16°Ca 18°C. Trata-se de um vinho atrativo, que complementa bem o borrego assado, o lombo, os pratos de massa, os patês, os queijos macios de sabor forte e também as especialidades indianas, como os kebabs e o biryani de borrego.La Réserve Blanc. Elogiado no Decanter Asia Wine Awards 2016 e Medalha de Bronze no Concurso Mundial de Vinhos e Bebidas Alcoólicas de Nova York 2015, apresenta cor amarelo palha, com notas perfumadas de madressilva, damasco e abacaxi. Rico e poderoso, com uma longa persistência, termina com notas de frutas tropicais, cítricas e macias de carvalho. É criado com a mesma paixão que o La Reserve Red, com dedicação à qualidade e respeito pelas tradições. É produzido a partir de uma seleção de cachos de uvas Viognier, colhida a dedo. No palato, é rico e poderoso, com final longo, finalizando com notas de frutas tropicais, cítricas e de carvalho macio.Servir refrigerado a 8°C - 10°C e é melhor saboreado com queijo azul, frutos do mar e carnes brancas ou como aperitivo.Grover Zampa VineyardsB-12, 2nd Floor, Jer Mansion400 050 - Waman Pundlik Warde Marg, Tata BlockBandra West - Mumbai - Índiagroverzampa.itAdega NashikGat No. 967 / 1.026422 402 - At Post Sanjegaon, Taluka IgatpuriNashik - Índia Adega de Bangalore63, Raghunathapura561 203 - Devanahalli Road, DoddaballapurBangalore - ÍndiaCONCLUSÃOOs vinhos da Índia podem não ser verdadeiros Grand Cru, mas uma coisa deve ser reconhecida, eles caminham a passos largos na ciência vitivinícola e, em um futuro não muito distante, terão produtos de nível mundial, no mesmo patamar que os vinhos neozelandeses, sul africanos e de nossos hermanos da Argentina e do Chile!
[+ detalhes]
30/10/2018
A TRAJETÓRIA DA PIZZA, DO FORNO À MESA, SUA SIMBOLOGIA E SIGNIFICADOS
A correria do cotidiano nos impõe refeições com horários bem definidos, minutos contados para o retorno ao serviço, para o início da aula, para "não se perder tempo" ...Contudo, geralmente, no final de semana temos a pizza. Você já parou para pensar o que vem embutido ao efetuar o pedido de sua pizza?A singularidade humana se inicia na opção de sua pizzaria favorita. A escolha pelo estabelecimento comercial necessita atender aos seus requisitos básicos: atendimento e cordialidade, sabor, qualidade, preço, tradição, localização, rapidez na entrega - se delivery - e aconchego e higiene, se salão. A escolha do sabor também faz parte do ritual (se é que podemos assim nos referir!). Serão respeitados os sabores já "catalogados" na preferência do grupo. Nossa mente armazena os sabores e sensações, buscando repetir a experiência, se positiva, e excluir, se negativa.Opta-se então por manter os sabores preferidos. Quando uma nova sugestão surge, raramente se "arrisca". Sim, arriscar é o termo! Quem nunca leu e releu o cardápio e acabou escolhendo a de sempre? A espera da pizza... Se estamos em casa, preparamos rapidamente a mesa, pois a pizza pode chegar a qualquer momento! Esse sentimento de ansiedade, misturado logicamente com o de fome, faz parte do ritual de quase "humanizar" a pizza, já que esta passa a ser esperada como um convidado que irá sentar-se à nossa mesa. Aguarda-se ansiosamente a campainha tocar para anunciar tão importantechegada. Se estamos no restaurante, o mesmo acontece. O fato da mesa já estar posta não exime a ansiedade da espera. Porém, nos restaurantes, pelo fato de todos estarem à mesa, acontece o primeiro grande fenômeno da refeição: o de aproximar a família e os amigos. Todos estão ali, mesmo que com seus celulares - apontados como um dos principais vilões das relações humanas do século XXI -, todos estão ali... E assim, cumpre-se a ideia cultural de que a comida reúne as pessoas.Enfim, a tão esperada pizza chega. E com ela, o anúncio olfativo de que deve estar deliciosa! Sim, comemos primeiramente com os olhos os outros alimentos... a pizza é exceção... Já sabemos que deve estar maravilhosa, apenas sentindo o cheiro da pizza quentinha, mesmo escondida pela embalagem. É o que acontece quando você entra com a embalagem da pizza em um elevador com outras pessoas. E a pizza desperta também o sentimento de alegria. Quer ver? Como não sorrir quando o garçom se aproxima de nossa mesa com este tesouro nas mãos?E, com a pizza na mesa, ocorre a mais bela lição... a de repartir o alimento. Divide-se a pizza para todos. É assim que se come. Em um mundo do self service, o coletivo se sobrepõe, até porque não é possível todos pegarem a sua fatia ao mesmo tempo. E todos estão à mesa, já que o desejo de comer a pizza quentinha é quase unanimidade. Ao que vai servir, é preciso cuidado e zelo com cada fatia, pois ninguém quer que o recheio se desfaça. E assim, saboreia-se a delícia de estarmos à mesa com o grupo. É o momento de colocar a conversa em dia, de sorrir com os "causos", de experimentar um pedaço da fatia do outro, de esquecer os problemas e de ser feliz...* Beatriz de Carvalho Pinto Rampim é Diretora Pedagógica do Grupo Educacional Hotec.
[+ detalhes]
30/10/2018
AZEITES
Conhecido e produzido desde a Antiguidade, o azeite é um dos principais alimentos da cultura de muitos países, não apenas do Mediterrâneo. Mas na culinária italiana, o azeite é um elemento básico e assim tem sido durante milhares de anos.Ouro líquidoO azeite é o quarto símbolo da tradicional trilogia dos ícones da Tavola Italiana - Vino, Panne e Sale; sem o azeite de oliva não há cozinha italiana. O azeite dá sabor, aroma e cor, integra os alimentos, personaliza e identifica um prato. O azeite faz parte da cultura e do desenvolvimento do país; a culinária italiana gira em torno do azeite de oliva, sendo que a grande maioria dos pratos sem esse ingrediente fundamental seria impensável.O azeite é produzido a partir da azeitona, fruto advindo das oliveiras, cujo cultivo está presente em 18 das 20 regiões italianas, sendo principalmente difundido nas ilhas e nas regiões meridionais, particularmente Puglia, Calábria, Sicília, Basilicata e Sardenha, onde atinge 88% da produção nacional. Os azeites extra virgens da Toscana, Úmbria, Vêneto e Ligúria são listados como alguns dos melhores do mundo.Com seus 19 Conselhos Reguladores de Denominações de Origem Protegida, a Itália é o segundo maior produtor de azeite do mundo - o primeiro é a Espanha - e o primeiro exportador de azeite embalado. Para se ter uma ideia, os azeites italianos embalados representam 74% da demanda dos Estados Unidos, 72% da demanda canadense e 59% da demanda japonesa. Segundo dados da Associação Italiana da Indústria de Azeite (Asociación Italiana de la Industria Oleícola - ASSITOL), a produção de óleo de bagaço de azeitona na safra 2017/18 cresceu 135% em relação a safra anterior. De acordo com o Instituto de Serviços para o Mercado Agrícola Alimentar (Istituto di Servizi per il Mercato Agricolo Alimentare - ISMEA), a produção atingiu aproximadamente 428.900 toneladas, com crescimento particularmente significativo, especialmente nas regiões do Sul. Na safra 2017/2018, o crescimento foi particularmente importante, especialmente nas regiões do Sul do país. Na Itália, o azeite de oliva não é importante apenas economicamente, mas faz parte da sua cultura. A atribuição de significados simbólicos e religiosos, bem como as celebrações artísticas e literárias fizeram do azeite um verdadeiro arquétipo cultural. Símbolo de fertilidade e renascimento, de resistência, de paz e valor, o azeite e o óleo produzido a partir dele, representam na mitologia, na religião e nas cerimônias sagrados, elementos naturais de força e purificação.A importância da oliveira encontra sua mais alta consagração na Bíblia, quando o fim do Dilúvio foi simbolizado pelo voo de uma pomba branca carregando um ramo de oliva em seu bico. Na Grécia antiga, os atletas vencedores das competições esportivas recebiam uma coroa de ramos de oliveira entrelaçados e uma ampola com o seu óleo. As raízes da cultura da oliveira remontam a pré-história e, mais precisamente, ao tempo em que as populações que habitavam essa área geográfica iniciaram seu lento e revolucionário processo de civilização, cujo passo fundamental foi a domesticação de espécies animais e vegetais nativas. Nativa da Ásia Menor, a planta da oliveira se espalhou pelo Ocidente e por toda a bacia do Mediterrâneo graças aos fenícios e aos gregos. O clima e a fertilidade da terra propiciaram uma grande difusão do cultivo da oliveira; o uso da planta e de seus frutos encontraram tantas aplicações que a oliveira logo se tornou indispensável.Na Itália, graças aos gregos, a olivicultura se espalhou principalmente nos territórios da Magna Grécia e especialmente nas áreas de Sibari e Taranto. No resto da Itália, a oliveira foi cultivada apenas no território de Venafro e ao longo da costa da Ligúria. Foi com os romanos que a oliveira se espalhou por toda a Itália e além dela, de modo que rapidamente o azeite se tornou um dos elementos mais procurados em todo o território imperial, tanto para a iluminação como para a gastronomia.Nos tempos antigos, além do cozimento, o azeite de oliva era amplamente utilizado na medicina, como evidenciado por numerosos textos clássicos disponibilizados na Europa por traduções árabes.Hipócrates de Coo (460 a.C.), o pai da medicina ocidental, foi provavelmente o primeiro médico a entender as virtudes terapêuticas do azeite de oliva, usado sozinho ou em composição com outras substâncias. Teofrasto (371 a.C.), cientista e filósofo sucessor de Aristóteles, considerado o maior botânico da Antiguidade, muitas vezes mencionou o azeite de oliva e suas virtudes terapêuticas em seus escritos. Dioscorides Pedani, médico naturalista grego do século I d.C., dedicou um longo capítulo de seus escritos às virtudes do azeite de oliva, descrevendo pela primeira vez em nível científica os benefícios associados a seus possíveis usos. Entre os latinos, os primeiros a descrever as ações medicinais e os benefícios à saúde do azeite de oliva foram Cato e Plínio, o Velho.Na culinária, o azeite de oliva representava um elemento fundamental, junto com o vinho e o trigo, embora seu uso, com exceção de um breve período durante a longa era imperial, fosse predominantemente prerrogativa das classes abastadas. No "De re coquinaria", ou Ars Magirica, ou ainda, Apicius Culinaris, um compêndio de receitas culinárias da Roma antiga, de autoria do gastrônomo Marcus Gavius Apicius (25 a.C. - 37 d.C.), um dos textos mais importantes para o estudo da culinária romana na época imperial, 60% das receitas transcritas pela gastronomia latina citam o azeite de oliva entre os ingredientes fundamentais.Em 1300, o azeite de oliva era o produto principal de todas as culturas da bacia Mediterrânea e, 200 anos mais tarde, em 1492, os exploradores espanhóis levaram a árvore para as Américas. De Sevilha, as primeiras oliveiras chegaram as Antilhas, antes de propagarem-se pelo resto do continente americano. Em cerca de 1600, já se podia observar olivais na Argentina, Chile, México, Peru e na área que seria mais tarde conhecida como a Califórnia. As oliveiras também apareceram nas Índias ocidentais.A oliveira continuou sua expansão fora da área do Mediterrâneo, implantando-se em regiões bastante distantes de seu lugar de origem, tais como África do Sul, Austrália, Japão e China. O azeite de olivaComo já mencionado, o azeite é produzido a partir da azeitona, fruto advindo das oliveiras, que pertence à família das oleáceas. Existem mais de 30 espécies diferentes e os botânicos chamam a oliveira cultivada de Olea europaea L. Os nomes mais comuns usados na bacia Mediterrânea derivam de duas fontes únicas, o oleum, termo originário dos povoados do mar Egeu, que passou diretamente do grego ao latim olea, e do hebráico zait ou sait, que passou para o árabe zaitum. Outras fontes dizem que o nome foi legado diretamente pelos árabes (az + zait = sumo de azeitona). Os italianos chamam de oliva; os espanhóis dizem olivo ou olivera e, na Andaluzia, aceituno (oliveira cultivada) ou azebruche (para as oliveiras selvagens) e, em Portugal, a oliveira cultivada é chamada de oliveira, enquanto que a selvagem é o zambugeiro. A oliveira é uma árvore de porte médio, que raramente ultrapassa os seis metros de altura. Tem folha persistente, tronco contorcido de casca grossa e ramos relativamente delgados. As folhas são compridas (de 3 a 9 cm de comprimento) e estreitas, verdes escuras na página superior e verdes acinzentadas ou esbranquiçadas na página inferior. As flores, reunidas em cachos, são pequenas, brancas e aromáticas. Os frutos são constituídos por um caroço, que contém a semente, e por uma camada externa carnuda. Esse fruto, a azeitona, possui alto teor em óleo, o qual é extraído em lagares, obtendo-se a partir dele, o azeite de oliva.A azeitona é uma fruta invernal cuja colheita, dependendo da região, escalona-se de outubro até fevereiro. Durante sua maturação, a cor passa do verde ao violeta, até chegar ao preto. A qualidade do óleo é determinada pelas condições climáticas, as características do solo e de seu cultivo, o método de colheita, o processo de prensagem e a duração entre a colheita e a extração do óleo ou a prensagem. Pode ser colhida em diferentes estágios da sua maturidade, escolha que também determina o aroma e a qualidade futura do azeite. Tradicionalmente, a colheita é efetuada de forma manual, o que garante que sejam colhidas somente as azeitonas no ponto exato de maturação, de modo que os frutos não sejam danificados ao cair no chão ou que não fiquem por vários dias no chão ou armazenados antes de serem processados. É importante que a fruta, uma vez colhida, seja encaminhada o mais rapidamente possível até o moinho; por ser tão frágil, com o decorrer dos dias, tem a tendência em oxidar-se e sua acidez aumenta. Além disso, a azeitona impregna-se facilmente dos odores do lugar onde está estocada. Depois de serem lavadas, as azeitonas são esmagadas até a obtenção de uma pasta. Durante essa fase do processo, deve-se tomar muito cuidado para evitar o aquecimento da polpa acima de 35°C. Dessa pasta extrai-se uma mistura de óleo e água, cuja operação de separação é feita por centrifugação, seguida por filtração para remover as impurezas. Essas operações devem ser efetuadas em ritmo acelerado porque, mais uma vez, o produto pode oxidar-se, aumentando sua acidez e desenvolvendo gosto rançoso. Como mencionado, se a cadeia produtiva não for perfeitamente asséptica, o óleo corre o risco de impregnar-se com algum gosto parasitário no processo. Cinco quilos de olivas são necessários para produzir um litro de azeite. O IOOC (International Olive Oil Council) estabeleceu várias categorias de azeite, as quais correspondem, em suas grandes linhas, às definidas pela Comunidade Econômica Europeia. As três grandes categorias de azeite de oliva são extra virgem, virgem e, simplesmente, azeite de oliva ou puro. O azeite de oliva extra virgem é obtido da primeira prensagem, a frio, sem químicos e nem mesmo água. Possui aroma e sabor inconfundíveis, frutado. Sua acidez expressa em ácido oléico é, no máximo, de 1%. É, obviamente, o óleo da melhor qualidade, com a maior quantidade de benefícios para a saúde. É, justamente, chamado de extra virgem por não passar por nenhum tratamento químico ou térmico, sendo o mais puro suco da azeitona.O azeite de oliva virgem é obtido por prensagem mecânica adicional, após a primeira prensagem que dá origem ao extra virgem. Não são usados nem calor nem químicos, apenas água como auxiliar na prensagem. Sua acidez expressa em ácido oléico está entre 1% e 2%. Pode ser usado para misturar com o óleo refinado, para adicionar flavor e baixar sua acidez. Os principais atributos do azeite de oliva virgem incluem: amendoado, que lembra frutos secos; frutado, que reflete um conjunto de sensações de aromas diferentes para cada variedade da azeitona; amargo, com sabor mais ou menos intenso percebido na parte posterior da língua e característico de uma azeitona mais verde; doce, que dá uma sensação doce na boca, notada na parte anterior da língua, e que mascara o sabor amargo e picante; denso, devido a viscosidade ou aspereza presentes em alguns tipos; fragrante, que após a avaliação sensorial no aspecto olfativo é identificado como limpo, fresco e com riqueza de aroma (a fragrância do azeite é um atributo positivo e varia de acordo com a variedade da azeitona e com o método de processamento); herbáceo, com aromas e sabores de ervas recém cortadas; maçã, um atributo positivo que marca os azeites com aroma e sabor que lembram maçã; picante, que quando ingerido produz uma sensação de ardor na garganta, um atributo positivo que significa que a azeitona usada é a do começo da colheita; e verde, com aroma de ervas recém cortadas ou de folhas das oliveiras, obtido de azeitonas processadas com os talos, as folhas e as ramas verdes.O óleo de oliva refinado é extraído quimicamente com solventes, em alta temperatura, a partir da pasta que sobra após as primeiras prensagens a frio. Não possui mais gosto, sabor ou flavor até que seja adicionado outro óleo de maior qualidade. A acidez não pode ser superior a 1,5%, após a adição de outro óleo. Na ausência de mistura com outros óleos, é comercializado para uso industrial, como por exemplo, para a fabricação de sabonetes, cosméticos e outros. Não apresenta nenhum ou quase nenhum benefício para a saúde, já que a presença dos princípios ativos é quase inexistente. É comercializado como azeite de oliva ou azeite de oliva puro.Os italianos consomem 40% de azeite extra virgem, 50% de azeite virgem e refinado e 10% de bagaço de azeitona, proveniente das muitas variedades de azeitonas que podem ser encontradas na península.Entre os principais tipos de azeitonas italianas estão a Biancolilla, cultivada no Centro-Leste da Sicília, cujo óleo de cor clara exala aroma de folhas, amêndoas e maçã verde, tendo notas amargas e picantes; a Carolea, cultivada na Calábria, que produz um óleo de cor clara, amarelo dourado com reflexos esverdeados, apresentando aroma de fruta madura, intensidade média e gosto amargo e picante; a Coratina, cultivada na Puglia, de cor amarelo dourado muito intenso com nuances verdes, tendo aroma de especiarias, com toques de alcachofra e ervas, que lembram alecrim e menta, e sabor com forte amargor e picante; a Frantoio, cultivada na região Central da Itália, que apresenta cor dourada com reflexos esverdeados e aroma frutado com notas de grama e flores, sendo o seu sabor harmoniosamente picante e amargo com notas de alcachofra; a Leccino, cultivada na Toscana e na Úmbria, visualmente de cor verde com reflexos dourados, cujo óleo tem aroma intenso e sabor frutado, amargo; a Moraiolo, cultivada na região Central da Itália, com aroma de intensidade média e sabor forte de ervas frescas, alcachofra e levemente frutado, sendo uma das azeitonas usadas para a produção de azeite com Denominação de Origem Protegida; a Ogliarola Barese, cultivada na Puglia, de sabor frutado médio, ligeiramente amargo e um pouco picante; a Pendolino, cultivada na Itália Central, variedade que proporciona alto rendimento em óleo e excelente sabor frutado; a Rosciola, também cultivada na Itália Central, com aroma suave e sabor delicado; a Taggiasca, cultivada na Ligúria, de tamanho pequeno comparando às outras e cujo óleo, de cor amarelo pálido, apresenta sabor ligeiramente frutado; e a Nocellara del Belice, azeitona típica da Sicília, de cor esverdeada e com suave sabor de avelã verde, amargo e picante, cujo aroma frutado lembra alcachofra e tomate verde. Outras variedades incluem a Bosana (Sardenha); Canino (Lácio); Casaliva (Vêneto); Cassanese (Calábria); Cellina di Nardó (Puglia); Dolce Agogia (Úmbria); Dritta (Abruzzos); Grignan (Vêneto e Lombardia); Ottobratica (Calábria); e Pisciottana (Campânia). Características e componentesTípico da dieta mediterrânea e um produto antigo e valioso, o azeite é, de acordo com a legislação italiana, o produto obtido por prensagem da fruta Olea Europaea leccino. Presente em todas as áreas limítrofes do mar Mediterrâneo, a oliveira tem suas raízes na cultura italiana há milhares de anos e, por alguns anos, tem sido exportada com sucesso para a América e a Oceania. Seu crescimento e propagação estão ligados principalmente ao clima, ou seja, a temperatura e umidade e, embora seja altamente exportado, predomina o consumo e a produção de azeite nas zonas autóctones.A União Europeia é, sem dúvida, o maior produtor e o maior consumidor mundial de azeite. Este produto, que está sempre entre os ingredientes básicos da cozinha mediterrânea, espalhada por todo o território europeu, tornou-se parte da tradição culinária de um número crescente de consumidores que descobriram e valorizaram as suas qualidades intrínsecas. Os benefícios do azeite para a saúde resultam dos seus compostos ativos. Historicamente, a folha da oliveira é empregada como remédio popular para combater a febre e outras enfermidades, como a malária. Publicações mostram que o extrato da folha de oliveira tem a capacidade de reduzir a pressão sanguínea, aumentar o fluxo do sangue nas artérias coronárias, melhorar as arritmias e prevenir os espasmos dos músculos intestinais. O composto amargo, a oleuropeina, principal membro da família dos secoiridóides na Olea Europaea l., demonstrou ser um potente antioxidante, dotado de propriedades anti-inflamatórias. A oleuropeina foi descoberta em 1908 e suaestrutura foi caracterizada como um éster de ácido elenólico e dihidroxifeniletanol. Em 1970, diversos artigos abordaram a atividade antiviral e bactericida do enolato cálcico (obtido por hidrólise da oleuropeina). Posteriormente, novos artigos informaram que a oleuropeina também apresentava atividade antimicrobiana frente a vírus, retrovírus, bactérias, leveduras, fungos, mofos e outros parasitas. Outros efeitos clínicos da oleuropeina são a potencialização da proteção celular e do organismo, através de uma resposta mediada por macrófagos; a inibição da agregação plaquetária e da produção de eicosanóides; e a redução, em torno de 30%, do nível de LDL. Experiências clínicas comprovaram que um suplemento de oleuropeina (como o extrato da folha de oliveira) pode contribuir beneficamente no tratamento de uma grande variedade de enfermidades infecciosas e crônicas, tais como sintomas de gripe e resfriados, síndrome de fadiga crônica, artrite reumatoide, tuberculose, malária, pneumonia, gonorreia, infecções do trato urinário, diarreias severas, envenenamento do sangue, infecções dentárias e herpes. Além da oleuropeina, o extrato da folha de oliveira contém outros compostos fenólicos constitutivos da folha, tais como ácido vanílico, ácido caféico, ácido p-cumarico, e flavonóides, como catequina, rutina e luteolina-7-glucosídeo, os quais também apresentam alta atividade antioxidante. Já a azeitona contém ácidos oléico, linoléico, palmítico e esteárico, sais minerais, traços de vitamina A e D e oleoeuropeosídio. Enquanto a maior parte do azeite (> 95%) é constituída por ácidos graxos ligados ao glicerol, os chamados triglicérides, há um elevado número de componentes que apenas estão presentes em pequenas quantidades. No entanto, estes componentes secundários desempenham um papel importante, sendo que alguns deles são benéficos para a saúde, enquanto outros melhoram a estabilidade do próprio azeite e, outros ainda, são responsáveis pelo seu paladar único. Os componentes secundários do azeite podem ser subdivididos em tocoferóis, fenóis, compostos aromatizantes, hidrocarbonetos e esteróis.O azeite contém ?-tocoferol, um tipo de tocoferol com a mais elevada atividade de vitamina E, em quantidades que variam entre 1,2 a 43mg/100g. Em média, a quantidade presente no azeite é de cerca de 12 a 25mg/100g; outras fontes determinam valores ainda mais elevados, de 24 a 43mg/100g. O processo de cultura, a maturidade dos frutos, as condições e o tempo de armazenamento têm especial importância para o azeite. Outros tocoferóis (? e ?) estão presentes apenas na forma de traços.A polpa das azeitonas contém compostos fenólicos, na sua maioria hidrossolúveis. No entanto, o azeite contém ainda algumas pequenas quantidades de fenóis. A classe dos fenóis inclui uma série de substâncias diferentes, das quais fazem parte os compostos fenólicos simples, como o ácido vanílico, o ácido gálico, o ácido cumárico e o ácido caféico, além do tirosol ou hidroxitirosol. Em média, estes fenóis simples representam 4,2mg/100g no azeite extra virgem e 0,47mg/100g no azeite refinado. Além disso, o azeite contém secoiridóides, como a oleuropeina e o ligstrosido (2,8mg/100g no azeite extra virgem e 0,93mg/100g no azeite refinado, respectivamente), ou moléculas mais complexas, como lignanos (4,15mg/100g no azeite extra virgem e 0,73mg/100g no azeite refinado, respectivamente), além de flavonóides, como a apigenina ou a luteolina. O teor do azeite em compostos fenólicos depende da forma de cultura e da maturidade dos frutos na colheita; por exemplo, a concentração de hidroxitirosol, tirosol e luteolina é maior quanto maior for o grau de maturidade das azeitonas, enquanto que o teor total em compostos fenólicos e ?-tocoferol diminui quanto maior for o grau de maturidade. Mais de 70 compostos contribuem para o aroma e o paladar das azeitonas e do azeite, entre os quais se encontram produtos resultantes da degradação oxidativa dos ácidos graxos insaturados, designadamente os aldeídos, como o hexanal, nonanal, 1-hexanol ou o 2,4-decadienal. Além disso, os hidrocarbonetos alifáticos e aromáticos, os alcoóis, as cetonas, os éteres e ésteres, assim como os derivados do furano e do tioterpeno, contribuem de forma apreciável para o aroma e o paladar do azeite.O principal hidrocarboneto contido no azeite é o esqualeno, um triterpeno e um produto intermédio do processo de biossíntese do colesterol. O azeite extra virgem contém uma quantidade de esqualeno próxima dos 400 a 450mg/100g, enquanto que o azeite refinado contém cerca de 25% menos. Alguns estudos concluíram que os níveis de esqualeno do azeite extra virgem se situam em cerca de 200 a 700mg/100g. Além do esqualeno, encontram-se igualmente no azeite outros hidrocarbonetos, como a provitamina A (?-caroteno), embora em quantidades ínfimas.Os esteróis são componentes essenciais da membrana celular, sendo produzidos tanto pelos animais como pelas plantas. A cadeia de esteróis apresenta uma característica comum a todos os esteróis, residindo as diferenças na cadeia lateral. O colesterol é exclusivamente um esterol animal. Até o momento, foram identificados mais de 40 fitoesteróis. No azeite extra virgem, o número de esteróis encontrados pelos diferentes grupos varia entre 113 a 265mg/100g de azeite. Dois dos fatores que influenciam este valor são o processo de cultura e o grau de maturidade das azeitonas. O principal esterol do azeite é o ?-sitosterol, que representa até 90% a 95% da porcentagem total de esteróis. O campesterol e o estigmasterol constituem cerca de 3% e 1%, respectivamente. Os estanóis são esteróis saturados, praticamente ausentes nas dietas típicas.Finalmente, a casca da oliveira contém olivile, uma matéria branca e fusível a 70°, não azotada e que se dissolve nos álcalis.O azeite de oliva é o mais utilizado não apenas por ser de melhor qualidade, mas também por ser o mais saudável. É um dos poucos alimentos cujas características e qualidades permanecem inalteradas ao longo dos milênios. Não é por acaso que é considerado um dos principais alimentos da dieta mediterrânea, oficialmente registrada desde novembro de 2010 na lista representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Principais produtores mundiais Os principais produtores de azeite estão localizados na região mediterrânea, que concentra aproximadamente 95% da produção mundial. Os três maiores produtores são Espanha, com aproximadamente 50% do total mundial, seguida pela Itália, com 22% e Grécia com 14%. Apesar de Portugal ser o principal fornecedor de azeites para o Brasil, sua representatividade mundial como produtor de azeite é muito pequena, sendo de pouco mais de 1% da produção global.A Espanha é, sem dúvida, o maior produtor de azeite do mundo. Sua produção está concentrada em Andaluzia, responsável por cerca de 70% da produção de azeite do país. Nessa região, a província de Jaén responde por 50% da produção espanhola, sendo a maior região produtora do mundo. A maior parte da produção da Espanha é comercializada no mercado internacional a granel, principalmente para a Itália. Recentemente, o país tem se preocupado com a qualidade da sua produção, criando diversas zonas demarcadas para certificação (DOP - Denominação de Origem Protegida). A Espanha é também a sede do COI (Comitê Oleícola Internacional), importante órgão regulador de azeite no mundo.Diferente da Espanha, as oliveiras na Itália não se concentram em uma determinada região; praticamente todo o país possui produção de azeite. A nota dominante é a diversidade. Modos de produção, de colheita, resultados de cor e sabor são apenas algumas das variações por regiões. Tais diferenças estão muito relacionadas com o clima e com as particularidades do terreno. A generalidade do terroir na Itália, mais seco e quente, gera árvores mais altas e frutos maiores, colhidos cedo, quase verdes. O seu óleo é mais amargo e marcante e, por isso, é habitual fazer a mistura de inúmeras variedades até atingir um equilíbrio. É o país que mais possui variedades de azeitona, com mais de 400 tipos, algumas delas mencionadas anteriormente neste artigo.A Grécia é o terceiro maior produtor de azeite de oliva no mundo e quando se trata do consumo per capita, os gregos ficam em primeiro lugar, consumindo cerca de 20 litros por ano por pessoa. O óleo de oliva grego possui apenas nove variedades de azeitona e em quase sua totalidade o azeite é produzido a partir de um mesmo cultivar, o Koroneiki, encontrado ao longo de todo o país. Esta variedade é um óleo muito estável, mantendo o sabor e frescor por longo período, utilizado em blends, já que não possui sabor tão forte e distinto. A produção se encontra basicamente nas mãos de pequenos produtores familiares, o que ajuda a compreender o consumo tão elevado, pois 42% do consumo origina-se de produções próprias e o restante, em sua maioria, é comercializado a granel, tanto para o consumidor final quanto para empresas que o utilizam em blends. Uma baixa porcentagem do óleo grego é envasado, apesar da qualidade do azeite grego ser boa, pois 70% do azeite produzido na Grécia é extra virgem. Depois de Espanha, Itália e Grécia, a Tunísia é o quarto maior produtor mundial de azeite de oliva. O país conta com 56.000.000 de oliveiras. Como o país é um dos poucos que produz muito mais do que consome, cerca de dois terços da produção total é exportada. O azeite é enviado a granel para outros países do Mediterrâneo, onde é misturado, engarrafado e comercializado como sendo originário do país importador. A Turquia, conhecida como a região do berço da oliveira, está entre os cinco maiores produtores de azeite do mundo e é também um importante produtor de azeitonas. É, depois da Tunísia, o país da bacia do Mediterrâneo que menos consome o produto, possuindo excedente para exportação a granel que, como na Tunísia, é misturado ao azeite do importador e comercializado como sendo local.Portugal é também um país com tradição no azeite e a oliveira está presente em praticamente todo as regiões. Não é um produtor relevante no cenário mundial. Sua produção sofreu declínio no século XX e, inclusive, o volume atual é insuficiente para o consumo interno, havendo necessidade de importação. Entretanto, o azeite português é muito apreciado no Brasil, um dos maiores mercados consumidores do mundo, o que faz com que o país tenha uma exportação significativa em relação a sua produção. Recentemente, o país tem elevado a qualidade de seus azeites, criando as marcas DOP e Premium, que têm se destacado em concursos internacionais.A França apresenta uma produção de azeite reduzida. Sua produção interna é pequena em relação ao consumo, que é de 90 mil toneladas. Entretanto, seus produtores primam pela qualidade e o azeite francês é exportado e premiado. Existem sete regiões demarcadas (AOP - Appellations d?Origine Proteggé) na França, todas ao Sul, ao redor de Provence.O Brasil não possui tradição no comércio de azeite, mas está iniciando sua produção. Não é uma produção relevante e constante; ainda é pouca e, às vezes, incerta, por problemas climáticos. Por enquanto, a produção está concentrada na serra da Mantiqueira (entre São Paulo e Minas Gerais) e no Rio Grande do Sul. O aprendizado é constante e espera-se em alguns anos uma produção relevante.A indústria chilena de azeite tem conseguido unir o uso de tecnologia moderna com uma seleção das melhores variedades de azeitonas, como Arbequina, Arbosana, Koroneiki, Frantoio, Leccino, Coratina e Picual, obtendo azeites de excelente qualidade, saborosos e aromáticos, capazes de competir com os melhores azeites do mundo. Atualmente, o Chile possui aproximadamente 30 produtores de azeite com mais de 17.000 toneladas de azeite de oliva extra virgem. Os azeites extra virgem chilenos são produzidos sob um trabalho delicado e cuidadoso de colheita, que tenta preservar a integridade natural da fruta. Todo o processo é desenvolvido no campo: a colheita, a extração do azeite e o engarrafamento, chegando à mesa dos consumidores azeites frescos, de qualidade superior e verdadeiramente extra virgens.A produção de azeite no Uruguai é recente e quase artesanal, voltada para a produção de azeite de qualidade em um esforço de pessoas ligados a famílias europeias, principalmente da Itália,com tradição na produção de azeite. Boa parte dos produtores possuem também empreendimentos turísticos associados. Com terras férteis e virgens, capacidade técnica e um grande investimento financeiro com a injeção de capital estrangeiro de países produtores europeus, a Argentina marca sua presença para o consumidor refinado de azeite, apresentando produtos de alta qualidade e sabor diferenciado. A produção de azeite na Argentina está concentrada na região vinícola de Mendonza e é voltada à produção de azeite de alta qualidade.É importante ressaltar que o azeite apresenta diferenciações de sabor e características em grande parte devido aos diferentes tipos de variedades de azeitonas usadas na sua elaboração. Há mais de mil variedades de azeitonas catalogadas no mundo inteiro. O azeite pode conter apenas uma variedade de azeitona, denominado monovarietal, ou ser resultado da combinação harmoniosa de diversas variedades, denominado como blend de varietais ou multivarietal. Geralmente, as grandes empresas de azeite utilizam um blend de varietais, de tal forma que as suas marcas tenham características e personalidade própria. Entretanto, ultimamente, vem se observando entre estas empresas um crescente número de lançamentos de azeites monovarietais, bem como de outras apresentações diferenciadas, como versões orgânicas, obtidos de olivais com práticas de cultivo orgânico; reserva especial, feito de azeitonas selecionadas ou de regiões específicas; e azeite novo ou de primeira colheita, produzido a partir de azeitonas colhidas na etapa inicial de colheita. Os azeites gourmets, normalmente produzidos por pequenos proprietários ou cooperativas de pequenos produtores, geralmente produzem monovarietais ou blends de variedades da sua região produtora.Nos países da União Europeia há uma regulamentação para regiões produtoras de azeites, que certifica os produtores com selos de qualidade de origem, denominados de DOP (Denominação de Origem Protegida), prática semelhante a empregada em vinhos. Um azeite com certificado DOP assegura que o produto além de ter sido produzido em uma região geográfica delimitada, utilizou variedades específicas de azeitonas, com práticas regulamentadas de cultivo e processamento, bem como o produto final possui determinadas características avaliadas e aprovadas por análises laboratoriais e painéis de degustadores especializados. Adicionalmente ao fato destes produtos terem qualidades e características de sabor e aroma, que tendem a se repetir ao longo das sucessivas safras, os produtos DOP geralmente são comercializados com preços superiores aos demais azeites.Algumas marcas de azeites informam em seus rótulos as variedades de azeitona que compõe o produto, mas esta prática ainda não é muito usual. Produtos no qual não se mencionam as variedades em seus rótulos normalmente são multivarietais.
[+ detalhes]
30/10/2018
BODEGAS SALENTEIN - CORAÇÃO E ALMA DO VALLE DE UCO
A Bodegas Salentein fica na província de Mendoza, a região vinícola mais importante da Argentina, com cerca de 150.000 hectares de vinhedos e mais de 900 vinícolas. Lar dos vinhos Portillo, Killka e Salentein, a Bodegas Salentein criou uma nova visão de qualidade e caráter para esta região notável.No Valle de Uco, a Salentein cultiva mais de 800 hectares de vinhedos, em uma área total de quase 2.000 hectares, divididos em três fincas localizadas na parte superior do Valle do Uco, em altitudes de 1.050 a 1.700 metros. As três fincas são:? El Oasis (1.050 a 1.200 metros de altitude), esta quinta foi a primeira propriedade Salentein e tem as vinhas mais velhas, com mais de 30 anos.? La Pampa (1.200 a 1.300 metros).? San Pablo (1.700 metros, ou 5.577 pés), tem uma história vitícola que remonta ao século XVII, quando fazia parte de uma fazenda chamada De Arriba, propriedade dos jesuítas.São terrenos ondulados e elevados, apresentando uma série de vantagens: solos aluviais rochosos, irrigação com água pura das calotas de neve derretendo, temperaturas noturnas mais frias - a amplitude térmica da região varia em 16°C, desde máximas diurnas a mínimas noturnas - que permitem maior tempo de espera e resultam em um melhor equilíbrio de açúcares e acidez na fruta. São condições perfeitas para a produção de vinhos de classe mundial, sob a batuta do principal enólogo da Argentina, o lendário Jose Galante.BOX: JOSÉ GALANTE, CHIEF WINEMAKERDe muitas maneiras, José Galante é o pai da vinificação moderna, na Argentina. Nasceu e cresceu em Mendoza e aprendeu seu ofício com seu pai e seu avô, que eram produtores de uva e de vinho. Frequentou a Escola de Enologia da Universidade Juan Agustin Maza (UJAM), e teve a sorte de estudar com Francisco Oreglia, autor dos primeiros livros focados especificamente na produção de vinhos na Argentina.Antes de ingressar na Bodegas Salentein como enólogo-chefe em 2010, Galante liderou o Grupo Catena Zapata por mais de 30 anos e trabalhou com inúmeros consultores internacionais de vinhos. Na década de 1990, foi para os Estados Unidos se juntar a Paul Hobbs, agora consultor da Salentein, na Simi Winery, por um curto período de tempo. "Essa foi uma revelação para mim", diz Galante. "O foco incansável na qualidade, em fazer um vinho do Novo Mundo que desafiaria o melhor do Velho Mundo, inspirou-me a fazer o mesmo na Argentina." Para atingir esse objetivo, viajou mais tarde para a Espanha e a França para estudar as técnicas de vinificação dos países e aplicá-las ao terroir argentino.Se juntou a Bodegas Salentein para poder fazer vinho com a notável fruta que a vinícola cultiva no Valle de Uco. "O vinho é um produto do terroir e das pessoas", diz Galante. "Na Salentein, tenho os dois vinhedos que estão entre os melhores do mundo e uma empresa e equipe totalmente focadas em apoiar nosso objetivo de fazer os melhores vinhos da Argentina. Cultivamos não apenas uvas maravilhosas, mas também estamos cultivando uma cultura de excelente vinho".Para Galante, um senso aguçado de observação, paciência e criatividade são características que todo bom enólogo deve ter. Jose Galante é apaixonado por sua profissão. Ajudou a transformar o vinho argentino. Seus vinhos ganharam prêmios no mundo inteiro. Em 2015, Galante celebrou sua 40ª safra na Argentina, com uma turnê pelos Estados Unidos. A bodegaA magnífica bodega, concebida tanto para a forma como para a função em forma de cruz, permite um manuseio suave e personalizado das uvas, reduzindo a distância que o vinho precisa percorrer entre as etapas da vinificação. Cada uma das alas - com cerca de 18 x 20 metros - é uma pequena adega com dois níveis. O térreo abriga tanques de aço inoxidável e cubas de madeira francesa para fermentação e armazenamento, e no nível subterrâneo - oito metros abaixo - para o envelhecimento de vinho em barricas de carvalho. Antigos índios andinos, cujas oferendas à deusa da fertilidade e da vida foram apresentadas em buracos cavados na terra, inspiraram os níveis subterrâneos da bodega para o envelhecimento do vinho. Os dois níveis permitem que o vinho flua dos tanques para as barricas por simples gravidade. As quatro alas convergem em uma câmara central circular, que se assemelha a um anfiteatro antigo. A câmara central tem 11 metros de diâmetro e 18 metros de altura, com uma abertura circular acima, que permite que uma luz sutil penetre no porão subterrâneo. Em um sentido mais profundo, a forma e os materiais da bodega são uma expressão espiritual - uma catedral de vinho - que honra a história e a cultura desse vale argentino. Killka, o centro culturalCom o nome de uma palavra andina que significa "abertura" ou "portal", o centro cultural Killka é realmente uma porta de entrada para o mundo do vinho e da arte. Um complexo artístico e cultural verdadeiramente inovador, adjacente a Bodegas Salentein, que possui duas salas de exposição de arte - uma para coleção permanente e outra para exposições temporárias -, uma sala de conferências e eventos de última geração, uma loja de vinhos, um restaurante, uma pousada e uma capela trabalhada com técnicas ancestrais.A Posada SalenteinA Posada Salentein foi pioneira como o primeiro hotel vinícola no Valle do Uco. A Posada é um oásis de boas vindas, que combina a arquitetura tradicional das fazendas rurais de Mendoza com um conforto de classe mundial. Os vinhos Os vinhos da Bodegas Salentein dividem-se em duas grandes categorias: Vinhos de luxo e Vinhos jovens. Os vinhos pertencentes a primeira denominação são bem estruturados e elegantes, caracterizados pela sua cor profunda e aromas e sabores ricos e complexos. Todos os vinhos são envelhecidos em barricas de carvalho francês e os prêmios ganhos são incontáveis. São elaborados sob a supervisão de Jose Galante. Aqueles que se enquadram na denominação Vinhos jovens atendem a um conceito que incorpora a filosofia da Bodegas Salentein de fazer vinhos Premium, com uma personalidade jovem e moderna, e a prevalência de sabores de frutas frescas e aromas resultantes da alta altitude do vale; são linhas inovadoras que se destacam pelas suas cores brilhantes e profundas e pela sua simpatia (friendliness). O responsável por essa linha é Gustavo Bauzá. Vinhos de luxo Salentein Gran Valle de Uco Blend ou Gran VU Blend. Mistura única de Malbec e Cabernet Sauvignon; tem cor vermelho profundo, com aromas intensos e complexos que lembram frutas negras, alcaçuz e mentol. Na boca, o vinho é elegante e bem estruturado com taninos maduros e aveludados. Apresenta notas de frutas negras, especiarias e uma nota muito sútil de grafite; grande volume e um final longo e persistente. Esse vinho representa perfeitamente a sabedoria de José Galante com o espírito visionário do fundador da bodega, Mijndert Pond. Salentein Primus (Salentein Primum, nos EUA). Ícone de vinhos varietais da Bodegas Salentein, Primus é feito com as melhores uvas dos seus vinhedos no Valle de Uco, capturando perfeitamente esse terroir abençoado. É feito a partir de uvas colhidas de parcelas individuais selecionadas em diferentes altitudes. São vinhos de edição limitada, produzidos apenas em safras onde são obtidos vinhos de qualidade excecional. Varietais: Malbec, Merlot, Pinot Noir e Chardonnay. Salentein Single Vineyard. Estes vinhos expressam o profundo conhecimento do terroir do Valle do Uco, baseado em duas décadas de vivência e agricultura. Cada vinho vem de um único lote selecionado, que ao longo dos anos produziu vinhos com grande personalidade e expressão varietal que os tornaram únicos. Vinhos únicos de um lugar especial! Varietais: Malbec, Pinot Noir, Chardonnay e Sauvignon Blanc de colheita tardia. Salentein Numina Gran Corte (blend). Expressa o espírito das vinhas onde a Bodegas Salentein se estabeleceu no Valle de Uco, misturado com as melhores uvas Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot de pequenas parcelas selecionadas de sua propriedade mais antiga. Reserva Salentein. Vinhos varietais dos vinhedos localizados entre 1.050 e 1.700 metros de altura, onde solos pedregosos, alta amplitude térmica, excelente exposição solar e as águas puras dos Andes dão as condições ideais para produzir vinhos que são a expressão máxima do Valle do Uco . Varietais: Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Sauvignon Blanc e Chardonnay. Vinhos jovens Killka. É o centro cultural, artístico e gastronômico da Bodegas Salentein, que se tornou um importante destino para os amantes do vinho e da arte de todo o mundo. Os vinhos combinam a inspiração do produtor com a criatividade dos artistas representados na coleção de arte de Killka. Esta nova linha destaca-se pelo seu carácter frutado, boa estrutura e expressão varietal, que se obtém quando se produzem vinhos 100% varietais, por meio de cortes selecionados de diferentes alturas e solos, atingindo a melhor expressão do terroir. Varietais: Malbec, Cabernet Sauvignon, Chardonnay e blend. Portillo. Os vinhos da marca Portillo tomaram seu nome da histórica passagem montanhosa que liga os Andes ao Valle de Uco, usada pelo lendário herói General San Martin, que libertou a América Latina, assim como pelo cientista Charles Darwin quando estudou a teoria da evolução. Hoje, Portillo é também a melhor maneira de entrar no fascinante terroir do Valle de Uco através do vinho. Portillo, um vinho jovem e distinto, que expressa em cada uma das suas variedades frescas, a cor, os aromas e um sabor especial dado pela tradição da Bodegas Salentein, com um estilo pessoal e próprio. Varietais: Malbec, Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Rosé Malbec, Sauvignon Blanc e Chardonnay. A Bodegas Salentein - coração e alma do Valle de Uco - é um verdadeiro templo do vinho que, sem dúvida, deve ser visitado por todo e qualquer amante do vinho. O seu time de enólogos merece um destaque todo especial:Jose "Pepe"Galante (enólogo chefe), Paul Hobbs (consultor) e Gustavo Bauzá (enólogo sênior).FINAL, MINI BOX COM LOGOBodegas Salentein Route 89, km 14 - Los ArbolesTunuyán, Mendoza - Argentinabodegasalentein.com
[+ detalhes]
30/10/2018
CA'D'ORO COZINHA CLÁSSICA E RECEITAS CONSAGRADAS DO NORTE DA ITÁLIA
Quem pensa que a cozinha italiana de verdade se resume apenas a pizzas e massas com bastante molho, está enganado. A gastronomia italiana é mais rica e diversificada do que se imagina e pode ser apreciada em todo o seu esplendor no Restaurante Ca'd'oro, que oferece um menu especializado na culinária do Norte da Itália.Ícone gastronômicoO Ca'd'Oro é um dos grandes ícones de São Paulo nos cenários hoteleiro e gastronômico. Tudo teve início em 1953, com a fundação do restaurante de mesmo nome na rua Barão de Itapetininga, centro novo da capital paulista, considerado um dos endereços mais elegantes da época na cidade. Quem começou a empreitada foi Fabrizio Guzzoni, recém-chegado da Itália e membro de uma família com vasta experiência em hotelaria na Europa. O nome Ca?d?Oro foi dado em homenagem a um belo palácio de Veneza.Era diferente de tudo o que existia em São Paulo, onde naqueles tempos culinária italiana era sinônimo de pizzarias e cantinas típicas do Sul da Itália, com massas regadas a muito molho de tomate, polpetas e bracholas, nos bairros do Brás, do Bixiga e da Mooca. O Ca'd'Oro inovou ao trazer para o Brasil pela primeira vez a gastronomia do Norte da Itália - pouco conhecida por aqui -, na qual se destacam carnes de caça (coelho, perdiz, javali e codorna), assados, molhos de vinho, polentas e risotos.Essa culinária, natural das regiões do Piemonte, da Lombardia, do Vêneto e da Ligúria, tem alguma influência francesa, com ingredientes mais delicados, ervas aromáticas, cogumelos, trufas, açafrão e manteiga. No Ca'd'Oro, foram lançados pratos como o coelho ao vinho tinto com risoto, o ossobuco com polenta, o ravióli de abóbora ao forno, o javali ao vinho tinto e o fettuccine al triplo burro, além do carpaccio. Em pouco tempo, o restaurante virou um dos favoritos da boêmia artística e da elite de São Paulo, com uma cozinha clássica e receitas consagradas.Com o sucesso da empreitada, logo surgiu o Hotel Ca'd'Oro, em 1956, ao qual o restaurante foi incorporado. Na década seguinte, o empreendimento cresceu e se transformou no Grand Hotel Ca'd'Oro. Este foi considerado o primeiro hotel cinco estrelas da cidade de São Paulo, localizado entre as ruas Avanhandava e Augusta, região da Consolação - no mesmo quarteirão onde se encontra atualmente.O Ca'd'Oro teve entre seus hóspedes figuras ilustres das artes e da política, como Jorge Amado, Vinicius de Moraes, Luciano Pavarotti, Elis Regina, Nelson Mandela e Di Cavalcanti, além de vários ex-presidentes do Brasil e até membros de monarquias europeias. Já o restaurante manteve seu alto reconhecimento entre a crítica especializada. Depois de uma extensa reforma, o hotel foi reaberto em outubro de 2016, com um design mais moderno, mas sem abrir mão de suas tradições e história. No comando, segue a família Guzzoni, agora na quarta geração de hoteleiros.O atual restaurante Ca'd'Oro segue a mesma linha. Com uma decoração requintada, que mistura painéis de madeira, confortáveis poltronas e uma iluminação agradável, estão em destaque belos quadros e esculturas clássicas, além de um piano original do século XIX. Feito na Europa, é tocado nas noites de terça a sábado e nas tardes de domingo. Outro detalhe da tradição do restaurante é o sousplat que enfeita cada uma das mesas, de madeira e com o brasão do Ca'd'Oro.Culinária do Norte da ItáliaCom mais de seis décadas de tradição, o Ca'd'Oro prova que a gastronomia italiana é mais rica e diversificada do que geralmente se conhece no Brasil. O cardápio oferece saborosos antepastos, massas frescas, risotos, frutos do mar, carnes, aves e sobremesas, sempre com destaque para as receitas do Norte da Itália e com o toque do jovem e muito experiente chefe de cozinha Frabrizio M. Guzzoni.Ao lado do restaurante encontra-se o bar, que apresenta um menu bem elaborado de drinques e uma carta de vinhos com destaque para ótimos rótulos italianos e portugueses. Entre as criações está o Grotta Azzurra, feito com vodka, licor de pêssego, limão, lima da pérsia e curaçau blue. Outra boa pedida é o Terra Brasilis, que leva cachaça envelhecida, drambuie, suco de limão, gengibre e mel. As opções de petiscos para compartilhar são variadas. Há desde batata frita ao tartufo, até burrata italiana com tomatinhos confit. O antepasto que leva o nome da casa vem com carpaccio, bresaola, presunto cru San Daniele, mortadela, alcachofras e parmesão.Se os drinques, petiscos e antepastos já dão água na boca... espere para conhecer alguns dos pratos servidos. Um deles é o Gran bollito misto alla Piemontese; o carro chefe do Ca'd'Oro. Carnes especiais e legumes cozidos, cada um no seu tempo, e acompanhados de três molhos: mostarda de Cremona, verde e raiz forte. Este prato é servido diretamente na mesa em um carrinho muito especial, onde as carnes e legumes são escolhidos e cortados ao gosto do cliente.Outro destaque é o Ossobuco alla milanese con risotto. Conta a lenda que um jovem ajudante de um dos vidraceiros que trabalhavam para o canteiro do Duomo de Milão no século XV, abusava demais do uso do açafrão para produzir as cores que seriam usadas nos vitrais. O chefe, cansado do desperdício, um dia desabafou: "e vai chegar o dia que você vai colocar até no arroz!". Dito e feito, assim nasceu o prato típico milanês do risoto de açafrão. Quando o Ca?d?Oro abriu suas portas em 1953 e trouxe em seu cardápio o Risotto à Milanesa, muitos não gostaram e disseram na época ter gosto similar a remédio, porém um prato de sucesso na Europa mais cedo ou mais tarde viria também a fazer sucesso no Brasil - e foi por isso que Guzzoni insistiu para que permanecesse no cardápio. O risoto é acompanhado de ossobuco, carne macia de canela do vitelo e que acompanha um osso com o tutano, assado lentamente ao toque de Gremolata.O Quaglie alla bergamasca con polenta, um dos pratos que representa a alma da casa. Vale destacar que a gastronomia do Norte da Itália é muito focada nas famílias camponesas que viviam na região. Culturalmente, sempre foi costume dessas famílias caçarem para alimentar suas famílias e aves como codornas, faisões e perdizes eram encontradas frequentemente em suas mesas. No Ca'd'Oro é tradição desde a sua abertura servir codornas à moda de Bergamo, assadas com pancetta, sálvia e vinho branco, sempre acompanhadas de polenta.No cardápio do Ca'd'Oro não poderia faltar a famosa Bresaola. Produzida na região lombarda da Valtellina, a Bresaola é um embutido frio, preparado com carne de boi (e não de porco como os presuntos). É temperada com ervas aromáticas e tem um teor de gordura baixíssimo. Prove com um fio de azeite e raspas de parmiggiano!O Brasato di manzo al vino com gnocchi alla piemontese é um prato preparado com um corte de carne cozida lentamente no vinho Barolo e geralmente servida com polenta ou gnocchi. No Ca'd'Oro utiliza-se a picanha, que é marinada por 24 horas antes do cozimento, acrescentado-se funghi porcini para dar mais sabor no final, além de gnocchi artesanal.O Asparagi alla milanese con uovo di ruspante al aroma di tartufo é um prato tradicional da Lombardia. É preparado com aspargos verdes cozidos no consommé com ovo estrelado, parmesão e manteiga ao aroma de trufas.Para finalizar os destaques do restaurante Ca'd'Oro, o Casoncelli alla bergamasca. O casoncelli possui origem antiga, que data de 1366, e sendo um prato camponês, era preparado com aquilo que se tinha em casa, triturado e usado para rechear a massa. Inclusive alguns manuscritos históricos colocam a cidade de Bergamo como o berço da massa recheada. Existem algumas pequenas variações em relação ao recheio, porém o que não se muda é o molho à base de manteiga e sálvia, que valoriza o recheio. No Ca'd'Oro, o casoncelli é recheado com vitelo, codeguim (embutido italiano) e um toque de amaretti.Tradição e exclusividadeAlém dos destaques mencionados acima, o Restaurante Ca'd'Oro oferece em seu cardápio outras opções tradicionais e exclusivas da culinária do Norte da Itália.Entre as massas frescas, tradição da casa desde 1953, estão o Agnolotti di magro della nonna al burro e salvia (massa fresca recheada com misto de queijos magros e espinafre); Ravioli di carne al pomodoro e basilico (recheio de carne com molho de tomate e manjericão); Mezzelune di brie al pomodoro e aroma di limone (ravióli com recheio de queijo brie e rúcula em molho de tomate fresco e aroma de limão siciliano); e Tagliolini al Mare (massa artesanal puxada em molho de tomate cereja, camarões, lulas, mexilhões e polvo). As massas seca de grano duro incluem Spaghetti alla carbonara (feito em sua maneira mais clássica, com guanciale dourado, ovos, queijo Pecorino e pimenta do reino); e Spaghetti integrale alla caponata (massa integral preparada com berinjela, abobrinha, pimentão, tomate, cebola e azeitonas).Entre os risottos, as opções Risotto ai porcini (risoto com funghi porcini); Risotto con brie, prosciutto San Daniele (risoto de brie e presunto italiano); e Risotto con gamberi, pomodorini e basilico (risoto com camarões, tomatinhos confitados no azeite e manjericão) são imperdíveis.Já o menu de pescados é composto por Grigliata mista di pesce alle erbe con verdure fresche (misto de peixe e frutos do mar grelhados ao aroma de ervas com legumes frescos); Gamberoni al champagne con aspargi e risotto (camarões servidos em um molho suave de champagne com risoto e aspargos); Limanda al vino bianco e capperi (linguado ao molho de vinho branco com alcaparras e purê de batatas); Salmone in crosta di erbe aromatiche con risotto al limone (salmão grelhado em crosta de ervas com risoto ao limão siciliano); e Haddock Scozzese con riso di mandorle e passa (haddock defumando e gratinado sobre bechamel com arroz de amêndoas e passas). O menu de carnes é composto por Anatra alla Colleoni (peito de pato ao forno em crosta de ervas do campo, servido com aspargos frescos, purê de batata e três Colleoni); Confit di anatra all'arancia con risotto di pere (coxa e sobrecoxa de pato confitadas e servidas em leve molho de laranja, acompanhadas de risoto de pêras); Tournedo en Boite com patate lionese (filé mignon alto servido em molho de vinho do porto, acompanhado de batatas com cebola e presunto italiano); Controfiletto alla griglia (a mais nobre parte do contra filé de Angus, acompanhado de verduras grelhadas e mostarda Dijon ao mel); Ossobuco alla milanese con risotto (canela de vitelo de leite assado lentamente ao toque de Gremolata); e Costolette d´agnello con tagliolini al tartufo nero (costeletas de cordeiro grelhadas acompanhadas de massa artesanal na manteiga trufada).Para finalizar, o cardápio de sobremesas inclui pudim de leite com calda de caramelo; cassatas de sorvete especiais da casa, com crocante e com frutas cristalizadas; cheesecake de Negresco com frutas vermelhas; mil folhas de baunilha com calda de frutas vermelhas; brownie de chocolate e nozes, servido quente com sorvete de creme; Pêras cozidas no vinho e especiarias, acompanhadas de sorvete de creme; e, logicamente não poderia faltar o Tiramisu Ca'd'Oro, sobremesa italiana clássica à base de mascarpone, amaretto, café e chocolate. O Restaurante Ca'd'Oro está localizado no térreo do Hotel Ca'd'Oro; disponibiliza 80 lugares e funciona todos os dias, das 12h às 15h30, para o almoço, e das 19h às 23h, para o jantar.LOGORestaurante Ca'd'Orocadoro.com.br
[+ detalhes]
30/10/2018
ENÓLOGO, ENÓFILO & SOMMELIER?
Até pouco tempo atrás essas três palavras não faziam parte da linguagem dos brasileiros. Tradicionais consumidores de pinga e cerveja, o vinho não fazia, nem um pouco, parte do nosso cotidiano. Somente algumas pessoas mais abastadas, e esnobes em geral, declaravam se deliciar com a bebida e, com a altivez peculiar delas, olhavam de baixa para cima o infeliz que declarava abertamente não gostar desse precioso líquido. Claro, nesse mundo de Dionísio as coisas são bastante relativas e, muitas vezes, o termo precioso aqui usado é simplesmente incorreto, uma vez que existem mais vinhos ruins do que vinhos bons. Esmagar uvas é fácil, transformar isso em um vinho decente já é outro passo, bem diferente.Vivi boa parte de minha vida no Languedoc, no meio dos vinicultores, a poucos quilômetros da cidade de Pezenas, terra de Molière. A casa dos meus pais era cercada de parreiras, de produtores de vinho. Mas em nossa vizinhança não se produzia vinhos bons e a maior parte da recolta da uva era mandada para as cooperativas locais para ser transformada em álcool! Não se pode esquecer que a França é um país de incentivos governamentais, sem subsídios pouco se faz. Não é raro o governo ter pago subsídios aos agricultores para plantar determinados produtos para, 30 anos depois, voltar a limitar a produção desse mesmo produto, pagando novos subsídios, às mesmas pessoas, para arrancar o que foi pago para plantar antes! Isso ocorreu muito, no passado, com o vinho.Nas cooperativas locais pode se encher jerricans de vinho de cinco litros ou mais, em verdadeiras bombas de gasolina, perdão, de vinho, por alguns poucos euros. Esse mesmo produto, de quinta categoria, pode também ser engarrafado em botelhas padrão, com belas etiquetas, comercial e legalmente certas e... mercadologicamente fantásticas. O produto com essa bela apresentação poderá, assim, ser exportado e vendido com margens largamente maiores do que as registradas na venda ao litro, a granel. Recentemente, visitei um estande em uma feira, em São Paulo, oferecendo para degustação diferentes vinhos. Reconheci vários provenientes da minha região, de cooperativas vizinhas e todos considerados como, no mínimo, medíocres. Questionei o importador que, com um sorriso amarelo, me pediu para falar bem baixinho para não prejudicar as vendas dele! Curiosamente, os connaisseurs e sommeliers presentes degustavam os produtos como se fossem um elixir dos deuses..., enquanto era somente uma verdadeira piquette*, como se costuma falar em francês. Não é porque a etiqueta é escrita em francês que o vinho, automaticamente é um grand cru, longe disso.Um público com conhecimento limitado, como é o caso no Brasil, é facilmente enganável.Esse fato é amplamente aproveitado por vários comerciantes locais, os quais com poucas palavras, quase que poéticas, enganam facilmente os iniciantes. Se uma pessoa degustar um vinho e falar para os presentes que o mesmo tem notas de amêndoas, existe uma grande probabilidade dos presentes acharam que, de fato, o vinho degustado tem notas de amêndoas. O mais interessante é observar que se esse mesmo apresentador declarar que o vinho tem notas de blueberry, muitos dos presentes que nunca comeram blueberry na vida, nem até sabe que em português a palavra é mirtilo, irão concordar com o organizador da degustação!No rodapé:*Piquette é uma palavra, da linguagem familiar, que significa um vinho de baixa qualidade. Na verdade, é uma bebida obtida pela adição de água nos bagaços secos. Não há tradução possível porque essa bebida não é vinho e isso explica por que seu marketing é proibido.De uns anos para cá a frequência dos e-mails recebidos oferecendo vinhos aumentou de forma exponencial. Diariamente, são dezenas de mensagens enviadas por sommeliers - das mais diversas formações! -, oferecendo pérolas raras por preços que os próprios fabricantes consideram ultrajantes, de tão caros que são vendidos. Com um pouco de atenção, até um leigo poderia entender que, por exemplo, um vinho oriundo das vinícolas da Puglia não pode ter na sua etiqueta o rótulo IGP Terra Siciliane, não é? Essa aberração foi recentemente oferecida por uma sommelière de grande empresa de e-commerce de vinho. Não sei se é falta de conhecimento de vinhos da sommelière ou, quem sabe, somente de geografia. Sólidas noções, para não dizer conhecimento, de geografia são indispensáveis para ser um sommelier. Afinal, é básico saber que uvas cultivadas em lugares diferentes dão vinhos totalmente diferentes. De qualquer forma, é o dia a dia do nosso jovem mercado.Vamos tentar definir as três simples palavras: enólogo, enófilo e sommelier. Apesar das diferenças, essas três figuras têm um ponto em comum: a paixão pelo vinho! O PREFIXO ENOO prefixo eno é um elemento de formação de palavras que exprime a ideia de vinho; vem do grego oinos (????? transl. Oínos), uma palavra que poderia ser usada para duas bebidas distintivamente diferentes, extraídas da uva: o vinho fermentado e o não fermentado.Vejamos algumas palavras que começam com eno: Enócoa: é um jarro de vinho, uma das formas mais populares da cerâmica grega. Há muitas formas diferentes de enócoa, mas a mais antiga é a olpé (????), com um perfil em forma de S da base ao topo. Enóleo: preparado medicamentoso em que o vinho é excipiente; enolado, enolatura. Enolismo: estado de alcoolismo próprio de quem bebe grande quantidade de vinho. Enologia: é a ciência que estuda tudo o que está relacionado com a produção e conservação de vinho, desde o plantio, escolha do solo, vindima, produção, envelhecimento, engarrafamento e venda. Enografia: é a ciência humana que estuda as propriedades dos vinhos de uma determinada região, definida geograficamente, e que se caracterizam pela relação com o solo, o clima, as castas, as práticas vitícolas e enológicas utilizadas nessa região, a legislação a que estão submetidos, bem como suas relações com o homem, sejam elas econômicas, religiosas, gastronômicas, culturais, etc. Enomel: bebida composta de vinho e mel. Enômetro: instrumento para avaliar o teor alcoólico dos vinhos e outros líquidos, e o peso específico dos vinhosvinometro. Enometria: conhecimento da qualidade de um vinho por meio do enômetro. Enométrica: relacionado com a enometria. Enoteca: loja especializada na comercialização de vinhos. Enoterapia: (medicina) tratamento à base de vinho (banhos, massagens, etc.). Enotiônico: epiteta relativo ao ácido sulfoviníco (sulfato de etila). Enoturismo: é um segmento da atividade turística que se baseia na viagem motivada pela apreciação do sabor e aroma dos vinhos e das tradições e cultura das localidades que produzem esta bebida. O enoturismo envolve o visitante na cultura e nos detalhes da bebida. E, obviamente, enólogo, cuja definição será dada mais adiante. ENOLOGIAA palavra é formada pelo radical eno, que acabamos de ver, significa vinho, e o sufixo logia que significa estudo, conhecimento, saber. O sufixo logia vem do grego antigo legein (??????), falar. Significa, um campo de estudo, o estudo de um assunto em particular, algo dito ou a maneira de dizer (anestesiologia, biologia, climatologia, enologia, etimologia, fisiologia, etc., etc., etc.)A enologia é uma ciência moderna que reúne o conhecimento científico sobre as diversas áreas para se estudar as questões relacionadas com o vinho. As disciplinas de base para a formação do enólogo incluem a entomologia, fisiologia, matemática, estatística, geologia, botânica, microbiologia, física, marketing, economia, climatologia, química, entre outras, além das disciplinas voltadas para a prática da enologia, como a vinificação, viticultura, marketing de vinhos, operações unitárias relacionadas a elaboração dos vinhos, controle de qualidade e análise sensorial.O vinho é uma bebida antiga e ao longo dos séculos acabou por figurar em lugar de destaque na mesa de nobres de todo o mundo; por este motivo, passou a necessitar de profissionais que cuidassem para que a bebida chegasse a níveis nunca antes imaginados.Para apurar ainda mais os processos de produção, de modo a deixar os vinhos superiores, naturalmente foram surgindo pessoas capazes de interferir positivamente nesse processo, conseguindo entregar vinhos realmente melhores e superiores aos vinhos comuns.Essas pessoas podem ser consideradas como sendo os primeiros enólogos de que se tem notícia, dando origem a uma ciência importantíssima nos dias de hoje, a enologia.Bebida das mais importantes de todas que existem no mundo, o vinho ganhou ainda mais status perante as outras bebidas ao ganhar uma ciência para cuidar de praticamente tudo relacionado à sua produção e à sua conservação.Essa ciência - a enologia -, passou a ser responsável por observar e acompanhar todo o processo de produção dos vinhos de alta qualidade do mundo, desde o plantio das uvas, passando pelo envelhecimento em barricas de madeira, até o vinho chegar às prateleiras do mundo.Apesar da importância da enologia, uma pessoa que deseja se formar como enólogo terá poucas opções de faculdades para realizar seus estudos, sendo que as principais do mundo estão localizadas na França e na Itália.Em Portugal, a UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (utad.pt) - ministra a única Licenciatura em Enologia desse país. É um curso diurno, com duração de três anos (seis semestres). Ao lado de disciplinas mais gerais, tais como física, bioquímica, matemática, química analítica e orgânica, entre outras, são estudadas outras mais específicas, tais como viticultura, ciências do solo, ecologia e fisiologia da videira, genética, práticas de viticultura e enologia, análise e controle analítico de vinhos, análise sensorial, microbiologia e bioquímica das fermentações, vinificação, engenharia enológica e várias outras.Na América do Sul, o polo vinícola de Mendoza, na Argentina, oferece algumas alternativas de formação. A UCCUYO - Universidad Católica de Cuyo (uccuyo.edu.ar) - oferece uma Licenciatura en Enologia, com duração de cinco anos; e a UMAZA - Universidad Juan Agustín Maza (umaza.edu.ar) oferece diploma similar, em quatro anos. Segundo alguns, a melhor delas localiza-se em Mendoza, Argentina. No Brasil, a única que oferece bacharelado em enologia é a UNIPAMPA - Universidade Federal do Pampa - Campus de Dom Pedrito (unipampa.edu.br/dompedrito/). É um curso de nove semestres, 3.195 horas. Existem outras instituições que oferecem cursos de tecnólogo e técnico em enologia. O IFRS - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - Campus Bento Gonçalves (bento.ifrs.edu.br) - oferece o curso de Tecnologia em Viticultura e Enologia, com duração de seis semestres; o Campus CAVG, em Pelotas, RS, oferece o mesmo curso. O IFSP - Instituto Federal Sertão Pernambucano - Campus Petrolina Zona Rural (ifsertao-pe.edu.br) - tem curso de Tecnólogo em Viticultura e Enologia, com duração de três anos (seis semestres ou 2.820 horas). O IFSP - Instituto Federal São Paulo - Campus de São Roque (srq.ifsp.edu.br) - também tem curso de Tecnologia em Viticultura, com duração de seis semestres.ENÓLOGOFica claro, então, o que é um enólogo, i.e. um profissional que estudou enologia!O enólogo é um profissional com características definidas, dentro do perfil ocupacional da indústria e para as tarefas de coordenação, supervisão e execução, sendo responsável pela produção e por todos os aspectos relacionados com o produto final desejado.O enólogo é um profissional de nível superior, que elabora o vinho nas vinícolas. Este cargo exige formação complexa; normalmente é formado em Agronomia e Química, com posterior curso de especialização, específico da área. Pode, também, ter bacharelado em enologia, mas como já vimos, por aqui existem poucas universidades que oferecem esse curso.Alguns enólogos não são formados na escola, aprenderam o metier diretamente no campo, pela experiência, e são geralmente filhos ou filhas de produtores tradicionais; nasceram no vinho.De qualquer forma, o enólogo é um estudioso, um cientista dos vinhos. Todo o processo começa com esse profissional, já que é responsável por todas as fases de elaboração do vinho. Ele não somente sabe as técnicas para transformar a uva em vinho, como também é responsável por todas as decisões sobre sua produção. Participa da análise do terroir, da escolha de castas e das mudas, do método de irrigação, da melhor forma de cultivo, até a técnica da poda e a melhor técnica para a colheita das uvas. Também está presente em todo o processo pós-colheita, definindo as técnicas de vinificação, estabilização, envelhecimento, engarrafamento, controle de qualidade, análise química, análise sensorial dos vinhos e o melhor momento de colocar o vinho no mercado, levando em consideração a safra e as características do vinho elaborado. Ele é quem decide, por exemplo, o corte (a mistura) de diferentes vinhos, ou o tempo de estágio da bebida em barricas de carvalho, ou não.A degustação de vinhos é decisiva para o enólogo no processo de elaboração do produto final, pois é nessa etapa que são avaliadas as características que o vinho possui, ou que poderá possuir. Desta forma, o profissional é capaz de decidir quais as escolhas que devem ser tomadas para melhorar o produto. "O enólogo pode provar vinhos para os juntar e criar um lote a partir de diferentes castas e, mais tarde, provar o resultado dessa associação e fazer várias experiências até chegar a um determinado resultado. O vinho é um ato de criação que reflete a personalidade do enólogo que lhe transmite uma parte do seu carácter".Por isso, ele será geralmente encontrado atuando dentro das vinícolas; é o enólogo, e apenas ele, quem assina os vinhos.Por ser o grande responsável por trás do vinho, o enólogo, muitas vezes, acaba sendo, também, encarregado pelo departamento de marketing da bebida, atuando diretamente na sua venda e comercialização.As legislações específicas de todos os países são as que estabelecem níveis de preparação e, consequentemente, a obtenção do título que os profissionais precisam para a elaboração dos vinhos e derivados.Para exercer a profissão no Brasil, um enólogo precisa ter certificação técnica ou diploma de nível superior. A Lei nº 11.476, de 29 de maio de 2007, regulamenta as profissões de enólogo e de técnico em enologia.Os vinhedos produzem uvas, a empresa produz o vinho, porém a elaboração do vinho (para bem ou para mal) fica a cargo deste profissional. A ABE - Associação Brasileira de Enologia - tem sede em Bento Gonçalves, RS, no Rio Grande do Sul. enologia.org.brENÓFILOAqui, o radical eno é associado ao sufixo filo, o qual vem do grego ?????, cujo significado é que gosta, que ama, que é amigo. O significado de enófilo é, então, fácil de entender: que gosta, que ama, que é amigo do vinho. Da mesma forma, são formadas palavras, tais como anglófilo, cinófilo, discófilo,francófilo, hidrófilo, etc., etc.Enófilo é todo mundo que gosta de vinho. Geralmente, é um consumidor final, que aprecia, hedonicamente, a bebida. Existem os enófilos mais avançados e os mais iniciantes. Um amador que, muitas vezes, se interessa pelo assunto a ponto de tornar-se um especialista nele. Escreve livros, dá palestras, frequenta confrarias, degustações e feiras. Ele cumpre a função mais divertida da cadeia: ele bebe. Em geral, de maneira moderada e com um grau de apreciação mais elevado do que a média, graças a seus conhecimentos adquiridos e a prática. Para receber essa denominação, não é necessário ter nenhuma formação na área. É preciso apenas conhecer, gostar de apreciar um bom vinho e entender suas peculiaridades.O enófilo costuma sempre estar se atualizado para fazer melhores escolhas durante a compra. Normalmente, são apreciadores que buscam conhecimento independente em diversos temas de vinicultura, como harmonizações, tipos de uva, particularidades de cada região, história do vinho e métodos de produção da bebida.Para um enófilo, é importante saber sobre as principais características presentes nos vinhos para ter maior autonomia no consumo e compra da bebida. Além de buscar informações em blogs e revistas especializadas, o enófilo pode ampliar seu conhecimento fazendo algum curso de aprofundamento técnico e até viagens (enoturismo!) para regiões vinícolas, a fim de estudo e, claro, para entretenimento.Alguns enófilos se aprofundam tanto na história, elaboração e consumo dos vinhos que são reconhecidos como formadores de opinião e consultores em vinhos, mas, de modo geral, a maioria são curiosos e despretensiosos apreciadores da bebida. Luis Groof, autor de quatro livros de crônicas, diretor de peças de teatro, engenheiro e dono de uma das melhores lojas de vinhos de Curitiba, PR, tem uma frase famosa para diferenciar o enólogo do enófilo: "Não sou enólogo; enólogo é um sujeito que diante do vinho toma decisões. Eu, diante de decisões tomo vinho".SOMMELIERO que é um sommelier? Sendo uma palavra francesa, nada melhor do que procurar nos dicionários da língua as várias, porém consistentes, definições. Vejamos as principais encontradas:- pessoa responsável da adega de vinhos e licores em um restaurante;- profissional encarregado da adega e do serviço de vinhos em um restaurante (Larousse);- aquele que tem a cargo os vinhos e os licores em um restaurante.Essas definições, dos famosos Larousse, Bescherelle e CNRTL (Centre National de Ressources Textuelles et Lexicales), são claras.Em inglês são parecidas, mas um tanto limitativas:- waine waiter;- a waiter in a restaurant who has charge of wines and their service: a wine steward;- a waiter, as in a club or restaurant, who is in charge of wines.O substantivo sommelier. A palavra deriva do vocábulo da língua francesa. Na Europa medieval, o deslocamento dos senhores feudais e dos príncipes era sempre seguido de uma comitiva numerosa. Parte dessa comitiva, que ficava na retaguarda, era formada pelos subalternos que transportavam alimentos e bebidas, panelas e caldeirões, talheres, copos e pratos. Essas mercadorias vinham dentro de fardos e constituíam a soma, somme, em francês, isto é, o conjunto de víveres com que se alimentavam os nobres de seu séquito. Por isso mesmo, os animais de transporte e as viaturas eram chamados sommiers. Por uma evolução linguística natural, os oficiais encarregados do transporte desses bens passaram a ser chamados, inicialmente, de sommerliers.Até hoje, a palavra bête de somme (literalmente animal de carga) é usada e se refere a um animal usado por humanos como meio de transporte de materiais carregados sobre o dorso do animal. O termo pode ser empregado para um animal individual ou em referência a uma determinada espécie. Muitas espécies de ungulados (latim científico: ungulata) são utilizadas tradicionalmente como animais de carga, incluindo elefantes, camelos, dromedários, iaques, renas, búfalos, lhamas, cavalos, burros, etc.De lá para cá, o nome evoluiu, bem como as suas funções específicas. A palavra sommelier passou a ter o significado que conhecemos nos dias de hoje a partir do século XIX. Mais especificamente, somente a partir de 1812 é que o termo sommelier começou a indicar os profissionais especializados em bebidas alcoólicas nos restaurantes. O sommelier tem uma série de atribuições e conhecimentos, mas não faz vinho. É o profissional responsável pela gestão, pelo manejo, pela promoção e pela indicação de vinhos. Pode atuar em restaurantes, bares, importadoras e demais estabelecimentos que comercializam a referida bebida. O trabalho do sommelier. A atuação desses profissionais começa com a escolha e, muitas vezes, a compra dos vinhos, e, por extensão, das outras bebidas alcoólicas (cervejas artesanais, saquês, etc.). Ele monta a carta de vinhos e, para tanto, tem estreito relacionamento com os viticultores para conhecer perfeitamente os vinhos e ter plena segurança na hora de aconselhar os clientes. Ele recebe as encomendas de vinhos, armazena adequadamente os produtos (garrafas) e cuida da administração e rotação da adega.Com os clientes, ele dirimi as dúvidas existentes com relação aos diferentes vinhos da carta e apresenta sugestões de harmonizações, ajudando o cliente a escolher o vinho apropriado ao seu paladar e... ao seu bolso. Dependendo do restaurante, o próprio sommelier é quem abre a garrafa, indica as taças mais adequadas e serve as bebidas na temperatura ideal.No entanto, para ser considerado um sommelier é preciso mais do que paixão pelo vinho, é preciso formação e muito estudo. A pessoa deve buscar uma formação profissional em locais certificados, investir de forma permanente no seu aprimoramento, atualização constante (é um campo com novidades diárias!) e, claro, amar o que faz! Este é o profissional do vinho. Podemos dizer que o sommelier consegue aliar a paixão pelo vinho que o enólogo possui e boa parte do conhecimento e interesse que um bom enófilo sempre está buscando, agregando importantes conceitos relacionados ao serviço de vinho, como também de outras bebidas. Para seguir carreira, é bom ter formação em gastronomia e realizar alguns cursos especializados na área. Alguma formação em gastronomia é necessária, particularmente em grandes casas estreladas, para poder oferecer harmonizações de qualidade. Como recomendar uma bebida se mal sabe o que vem no prato?O sommelier precisa, também, de bastante psicologia para atender todos os tipos e comportamentos de clientes! Ao final das contas, é o sommelier o responsável pela qualidade das bebidas em um estabelecimento.Ele também pode atuar fora dos bares e restaurantes, em outras casas especializadas. Podeprestar serviços de consultoria a hotéis e adegas, promover cursos de iniciação ao mundo dos vinhos para leigos e específicos para aqueles que já conhecem algo e querem aprimorar e aprofundar os conhecimentos sobre a bebida. Além disso, o sommelier planeja e organiza o serviço de vinhos em empresas de eventos gastronômicos, hotelaria, supermercados, enotecas e em comissariado de companhias aéreas e marítimas. Um dos mercados de atuação mais importante desse profissional são as importadoras, desde a física até o e-commerce. Neste caso, ele ministra degustações e cursos, realiza a produção de conteúdos sobre o mundo do vinho e presta consultorias. Claro, aqui sua atuação é 100% focada em resultados comerciais, ou seja, achar argumentos para convencer as pessoas a comprar. Aqui, entramos em terreno de areia movediça, porque não se trata mais de aconselhar, mas sim, de vender e, somente vender. No e-commerce é frequente encontrar dezenas de produtos sem nenhuma qualidade sendo enaltecidos por palavras poéticas e apetitosas, formuladas pelo sommelier(ière) da casa. Legislação. A profissão ganhou maior destaque em 2011, quando ganhou apoio da legislação com a Lei n° 12.467, de 26 de agosto de 2011. Por causa de veto parcial de dois trechos do projeto de lei, para ser sommelier não é preciso ter formação específica, ou seja, a exigência de diploma é facultativa.A lei apenas prevê a assinatura como sommelier na Carteira de Trabalho e Previdência Social. Ponto a favor da classe que passa a ter seus direitos garantidos. BOX: A lei n° 12.467, de 26 de agosto de 2011Art. 1o - Considera-se sommelier, para efeitos desta Lei, aquele que executa o serviço especializado de vinhos em empresas de eventos gastronômicos, hotelaria, restaurantes, supermercados e enotecas e em comissariaria de companhias aéreas e marítimas. Parágrafo único. (VETADO). É opcional aos estabelecimentos referidos no caput deste artigo a oferta da atividade exercida pelo provador de vinho ou degustador. Art. 2o - (VETADO). Somente podem exercer a profissão de sommelier os portadores de certificado de habilitação em cursos ministrados por instituições oficiais públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, ou aqueles que, à data de promulgação desta Lei, estejam exercendo efetivamente a profissão há mais de 3 (três) anos. Art. 3o - São atividades específicas do sommelier: I - participar no planejamento e na organização do serviço de vinhos nos estabelecimentos referidos no art. 1o desta Lei; II - assegurar a gestão do aprovisionamento e armazenagem dos produtos relacionados ao serviço de vinhos; III - preparar e executar o serviço de vinhos; IV - atender e resolver reclamações de clientes, aconselhando e informando sobre as características do produto; V - ensinar em cursos básicos e avançados de profissionais sommelier. Art. 4o - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. ABS - Associação Brasileira de Sommeliers. Fundada em 1989, a Associação Brasileira de Sommeliers - São Paulo (ABS-SP) - é a entidade de maior credibilidade e melhor fonte idônea de informações sobre os vinhos produzidos e comercializados no Brasil. Esse reconhecimento é fruto de mais de 20 anos de atividades ininterruptas e regulares, sempre voltadas para o interesse do consumidor e para o aprimoramento dos profissionais que atuam ou pretendem atuar no mercado brasileiro de vinhos. Filiada a Association de la Sommellerie Internationale (ASI), a ABS-SP oferece ampla gama de cursos, sendo hoje a principal fonte de formação de sommeliers profissionais do país. Além de sommeliers, os cursos da ABS-SP formam profissionais interessados em desenvolver seu trabalho em outros segmentos e aspectos do negócio do vinho, tais como venda e marketing de vinhos, etc. Como parte importante de suas atividades, a ABS-SP promove regularmente cursos e degustações destinados aos amantes do vinho em geral. São pessoas dos mais diversos setores de atividade que compartilham a paixão pelo vinho e que desejam simplesmente ampliar seus conhecimentos a respeito desse tema literalmente inesgotável, em ambiente que propicia congraçamento sadio e estimula a troca de opiniões e de experiências. Em razão de seu prestígio, a ABS-SP recebe frequentemente em sua sede produtores e enólogos, que vem apresentar seus vinhos a consumidores e profissionais. Ressalte-se que a moderna sede da ABS-SP foi concebida para oferecer condições ideais tanto para a realização de cursos, como para as degustações que nela ocorrem. Também por força de sua representatividade no mundo do vinho, a ABS-SP participa ativamente dos concursos Estadual e Brasileiro de Sommeliers, sendo os primeiros realizados em sua própria sede. Além disso, promove cursos de especialização em diversas regiões do país, contribuindo, assim, para a difusão da cultura do vinho. Tanto os cursos realizados em sua sede, como os que são promovidos em outras cidades de São Paulo, por meio de suas regionais e mesmo em outros Estados, são ministrados por um quadro de instrutores que reúne alguns dos profissionais mais experientes e qualificados do país, sempre com apoio de modernos recursos didáticos tanto na parte prática, como na parte teórica. A ABS-SP desenvolve ainda, regularmente, atividades voltadas para a harmonização entre vinhos e comida. E, além de realizar periodicamente jantares de congraçamento de seus associados, patrocina ou co-patrocina atividades culturais relacionadas ao enoturismo, como viagens com visitas a regiões produtoras no Brasil e no exterior.Cursos de sommeliers. A qualidade de um curso é diretamente função do seu conteúdo, do número de horas ministradas, do corpo docente e, de suma importância, da parte prática, ou seja, das degustações orientadas. Esses pontos, aliás, são válidos para todo e qualquer curso. Cursar administração na Faculdade Getúlio Vargas tem, obviamente, mais valor do que cursar em alguma instituição desconhecida, o mesmo acontece com todas as disciplinas: medicina, engenharia, direito, etc., etc. e, obviamente, nos cursos de sommeliers! Enquanto Getúlio Vargas, Mauá, PUC, Mackenzie, USP e outras possuem renome, muitas outras são empresas meramente interessada em lucrar. Assim, existem cursos e... cursos. No Brasil, existem três cursos de ótimo ou bom nível: ABS, SENAC e WSET.O curso de Formação de Sommeliers e Profissionais da ABS é dividido em três módulos. O Modulo I - Fundamentos do Vinho - dará uma sólida base teórica sobre os mais diferentes aspectos do vinho: degustação, viticultura, vinificação, adegas e tudo o mais que um profissional precisa saber, em profundidade e com muita precisão. A duração deste módulo é de 35 (trinta e cinco) semanas, com aulas ministradas uma vez por semana. Todas as aulas são acompanhadas com degustações de vinhos. Investimento: R$ 4.850 (em até nove parcelas).Módulo II - Países - é uma viagem virtual por todos os países produtores, do Velho e do Novo Mundo, que serão conhecidos nos mínimos detalhes: uvas, clima, geografia, solo e técnicas de vitivinicultura particulares de cada um. Ao longo desse módulo serão degustados vinhos representativos de cada país, com ênfase na tipicidade e em suas principais características. A duração deste módulo é de 43 (quarenta e três) aulas. Todas as aulas são acompanhadas com degustações de vinhos. Investimento: R$ 5.100 (em até 10 parcelas).Módulo III - Serviço - dá ao aluno uma visão real e abrangente da profissão, além de propiciar eficiente e intensivo treinamento prático em tudo o que diz respeito a atuação do sommelier no restaurante ou em outros locais em que exerça sua atividade. Além de todos os aspectos que envolvem o serviço do vinho, esse módulo abordará outros temas que também fazem parte do escopo de responsabilidades dos sommeliers profissionais, tais como chocolate, café, chá, cerveja, whisky, conhaque, coquetelaria, sake, charuto, queijos, água e pães. Sempre que pertinente, haverá degustação de vinhos e/ou produtos relacionados aos temas abordados em aula. A duração deste módulo é de 23 (vinte e três) semanas. Investimento: R$ 4.000 (em até sete parcelas). A formação completa, os três módulos, requer um investimento total de cerca de R$ 14.000.O curso de Formação de Sommelier do SENAC tem como objetivo desenvolver o aluno para realizar análise sensorial, servir diferentes tipos de vinhos, elaborar cartas e gerir estoques de vinho. São 144 horas de aula e o investimento total é bem mais acessível: R$ 3.780 (preço promocional) em quatro (boleto) ou oito parcelas (cartão).O curso WSETÒ é composto de três níveis e chamado de Qualificação em Vinhos WSETÒ. O Nível 1 custa R$ 1.250, o Nível 2 R$ 3.400 e o Nível 3, R$ 5.990, perfazendo um total de R$ 10.640.Obviamente, qualquer que seja o curso, precisa também querer aprender e estudar, não se limitando a dormir nos cursos. Uma total dedicação é necessária, não somente nas salas de aulas como também em casa, com leituras suplementares e, conforme disponibilidade, com degustações extras.Não raramente, o sommelier é um garçom talentoso, com relação ao assunto que estudou e se especializou. OUTRAS FIGURAS DO MUNDO DO VINHOAo lado do enólogo, enófilo e sommelier existem outras pessoas cujos conhecimentos são específicos ao mundo dos vinhos. Vejamos alguns deles a seguir.Ampelógrafo e ampelografia: a ampelografia (do grego clássico ???????, ' vinha' + ??????, 'descrição') é a disciplina da botânica e da agronomia que estuda, identifica e classifica as variedades, em geral denominadas castas de videira, com base na descrição morfométrica das características dos vários órgãos da planta. As características observadas incluem, tradicionalmente, a forma e coloração das folhas e dos cachos e bagos de uva e a morfologia das estruturas apicais dos rebentos da videira; mas recentemente estas observações, em geral complexas e sujeitas a subjetividade, estão sendo progressivamente substituídas pela determinação do perfil genético das plantas com base no estudo dos seus DNA e RNA. Para padronizar as observações, a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIVV) estabeleceu os 88 descritores que devem ser obtidos em um estudo morfométrico completo e que são requeridos para o registro de uma casta. Com base nesse critério, são reconhecidas no mundo cerca de 5.000 castas diferentes de Vitis, das quais estima-se que mais de 10.000 sejam cultivadas, as quais, com a respectiva sinonímia e variantes linguísticas, correspondem a mais de 40.000 nomes registrados. Entre os ampelógrafos - os que se dedicam a ampelografia! - mais conhecidos deve-se mencionar o francês Victor Rendu (1809 - 1877), que publicou em 1857 uma obra, ainda hoje indispensável na disciplina, a Ampélographie française, contendo um conjunto de soberbas litografias coloridas à mão da autoria de Eugene Grobon. Outro francês, Pierre Galet, professor da École Nationale Supérieure Agronomique de Montpellier, escreveu a obra intitulada Ampélographie Pratique, incluindo 9.600 castas de vinha, sendo traduzida para o inglês em 1979, tendo aparecido uma versão atualizada em 2000. Carole Meredith, da University of California, no campus de Davis, foi pioneira no uso dos perfis genéticos para a identificação de castas de videira. Entre as descobertas mais famosas que obteve com o seu método está a determinação de que as vinhas Zinfandel, Primitivo e Crljenak Ka?telanski pertencem a uma única casta; e a identificação das castas ancestrais da Sangiovese como sendo as Ciliegiolo e Calabrese Montenuovo. Estes estudos têm fornecido interessantes conclusões sobre a história da viticultura e os padrões de migração e comércio que lhe estão associados.Viticultor: a viticultura é a ciência que estuda a produção e cultivo da uva, que poderá ser destinada para o consumo in natura, para a produção de suco, para a vinificação ou para a produção de uva passa. O viticultor é o profissional responsável pelo cultivo da uva, é quem cuida dos vinhedos durante todo o ciclo da videira. Ele conhece a fundo as diferenças dos terroirs, as técnicas de manejo do solo e de irrigação, as variedades de uva, bem como sabe qual a melhor forma de cultivo de cada variedade e a forma de colheita o menos agressiva possível às frutas.Vinicultor: a vinicultura já é mais especifica, sendo a ciência cujo objetivo é a elaboração dos vinhos em si, ou seja, o vinicultor é quem dá a destinação vinícola para as uvas, ou seja, é ele o responsável por transformar a uva em vinho. O seu trabalho engloba todas as etapas de elaboração do vinho a partir do momento em que as uvas são colhidas, do seu transporte ao engarrafamento do produto final, e sua consequente comercialização.É importante dizer que em muitos lugares onde se produz vinho, esses dois tipos de trabalho são feitos concomitantemente - muitas vinícolas e bodegas exercem tanto a função viticultora quanto vinicultora. Isso exige uma estrutura maior e qualificação específica dos funcionários para que exerçam a função exata em cada processo. Existem também lugares que apenas cultivam uvas, portanto, viticultores, e outros que apenas elaboram vinhos, isto é, vinicultores. O que se nota com tudo isso é que ambos os profissionais são essenciais para a fabricação de um bom vinho. Sem o trabalho do viticultor não há uva para a produção de vinhos e sem o trabalho do vinicultor a uva não pode ser transformada em vinho.Muitas vezes, o viticultor é o proprietário da vinícola e também enólogo. Este ser duplo seria o vitivinicultor.Mestre de adega ou Maître de Chai: o maître de chai é a pessoa responsável pelo desenvolvimento e envelhecimento do vinho. Por extensão, é a pessoa encarregada do gerenciamento de uma adega. Na França, o acesso a esta profissão está sujeito a obtenção de um BTSA (Brevet de Technicien Supérieur Agricole) Viticultura enologia ou um DNO (Diplome National d? Oenologie). Este profissional trabalha diretamente com o enólogo durante a produção do vinho. Excelente provador, elabora as diferentes cuvées e decide sobre o engarrafamento. Além disso, tem total responsabilidade pela organização da adega (normas de higiene, gerenciamento de estoque, declaração administrativa). Muitas vezes, sua experiência lhe dá acesso a um cargo de diretor técnico. A profissão é hoje representada por homens e mulheres. Pierrette Trichet foi a primeira mestre de adega, em Cognac, na empresa Rémy Martin, em 2003.Tanoeiro ou toneleiro: a tanoaria é uma arte ancestral que consiste no fabrico de vasilhames em madeira para o armazenamento do vinho. Desenvolvia-se junto das zonas ribeirinhas, intimamente ligadas às regiões de produção vinícola. A palavra é sinônimo de tanoa que, por sua vez, vem do termo da língua bretã tanu, que significa carvalho.O tanoeiro ou toneleiro é um artesão dedicado ao fabrico de barris, pipas ou tonéis para embalar, conservar e transportar mercadorias, principalmente líquidos como o vinho.Os barris podem ser feitos de várias espécies de madeira (carvalho, castanho, mogno, acácio ou eucalipto), mas são os de carvalho que melhor conservam o produto. A madeira ideal para conservar bebidas é a proveniente de carvalhos que tenham aproximadamente 150 anos. Após o abate da árvore, a madeira deve ficar cerca de três anos para secar ao ar livre.No livro "Os segredos do vinho para iniciantes e iniciados" há a seguinte citação sobre a origem da tanoaria: "A invenção do barril de madeira foi obra dos gauleses, povo celta que habitava o território da atual França. (...) A madeira adotada por eles foi o carvalho, árvore do gênero Quercus, (que em celta significa quer + kuez, árvore nobre). Tinha a seu favor o fato de ser bem dura, resistente, durável, maleável e impermeável, apresentando incontáveis vantagens em relação a frágil ânfora, até então empregada".Enográfilia ou, em francês, ?nographilie: ainda chamada de oenosémiophilie, refere-se a coleção de rótulos de vinhos. Esta coleção pode ser puramente enófila, a classificação sendo efetuada por região, denominação e domínio; ou temática, os rótulos sendo, então, classificados de acordo a categoria de ilustração de animais, edifícios, obras de arte, trajes tradicionais, veículos.Placomusófilo: é um colecionador das tampas metálicas que ficam entre a rolha e a gaiola nas garrafas de champagnes, espumantes e frisantes. Em francês, muselet, de lá o "musófilo" na palavra. A placa de muselet é a peça metálica redonda, localizada na parte superior da rolha de uma bebida efervescente (champagne, espumante, crémant, cerveja, etc.), que evita que a gaiola, feita com fios metálicos, machuque a rolha. É frequentemente chamada de cápsula, embora esse termo se refira a muitos outros tipos de fechamento de garrafas podendo conter uma grande variedade de bebidas. Existem inúmeros tipos de placa de muselet, sendo que, na França, as mais conhecidas e renomadas são colocadas em champagnes. Aliás, muitos placomusófilos se limitam a colecionar somente esses.As placas encontradas em espumantes e crémant, as colocadas em certas garrafas de cerveja e outras bebidas, também tem seus adeptos. Existem lojas e revistas especializadas no assunto. Negociações e trocas são também amplamente praticadas via internet, mas somente as placas realmente antigas e raras atingem cotações de algumas centenas de euros.A palavra placomusophile foi criada por Claude Maillard, de Vertus, vilarejo da Côte des Blancs (uma área de vinhas da Champagne), no ano de 1980.Em francês, um buttappoenophile é o nome dado a um colecionador de rolhas de garrafas de vinho. Este é um dos itens de coleção mais popular. Seja como uma forma de lembrar do vinho bebido, para usar como decoração, ou ainda como um registro numérico dos vinhos consumidos, muitos enófilos colecionam esses vedantes, tanto os de cortiça quanto os sintéticos. Há, inclusive, quem anote nelas a data e local onde o vinho foi bebido.FINALMENTE, EXISTE TAMBÉM O ENOCHATO!Infelizmente, não se pode esquecer, para encerrar o assunto, o famoso enochato, palavra composto do radical eno - que já conhecemos -e do sufixo chato. Já adivinharam de quem se trata?É, esse também existe e pode ser qualquer um de nós! O enochato é aquela espécie da qual todos nós conhecemos um exemplar (ou vários). Ele chega nas festas ou nos restaurantes, pega uma taça, certifica-se de que tem bastante gente olhando, faz cara de entendido, gira o copo no sentido horário e com inclinação de 39º, funga dentro da taça, revira os olhos, fala um monte de coisas complicadas e depois olha para as outras pessoas presentes com ar superior, como se elas fossem a ralé da humanidade por não entenderem de vinhos, tanto quanto ele.Ele pode ser qualquer um, inclusive alguns desses enólogos, enófilos, sommeliers, críticos e colunistas (os enopomposos!) Nada mais chato do que um esnobe do vinho, que fala pomposamente, como se fosse o único ungido a entender termos herméticos! É justamente por causa dos enochatos e também dos enopomposos, com sua sofisticada linguagem para valorizar cachê, que o vinho tem a fama de complicado, sofisticado, exclusivo de gente rica, metida e chata. Felizmente, existe um antídoto! Basta que ninguém mais preste atenção às macaquices deles frente a uma taça de vinho. Sem plateia, o enochato murcha, perde a pose e sai de fininho! BOX: O METIER DE SOMMELIER VISTO POR JOVENS SOMMELIERS FRANCESESO site francês fichemetier.com entrevistou alguns jovens sommeliers. A seguir, reproduzimos as perguntas e as respectivas respostas dadas pelos entrevistados.Em que consiste a profissão do sommelier?Bernard: "Este trabalho consiste em ser um especialista em vinhos, porque somos responsáveis pela lista de vinhos de um restaurante. Para fazer isso, devemos nos fornecer junto aos produtores de vinho, organizar e gerenciar a adega e nos certificar de responder às perguntas e expectativas dos clientes".Carole: "Esta profissão consiste em ser responsável pelos vinhos de um restaurante. Você tem que encomendá-lo, saber como mantê-lo a uma boa temperatura em nossas caves e aconselhar os clientes sobre as diferentes opções disponíveis para eles".Philippe : "Ser um sommelier é aconselhar e fazer degustar vinhos pelos os clientes. Por isso, é importante gerir a adega do estabelecimento, as encomendas e recepções dos vinhos".O que vocês mais gostam nessa profissão?Bernard: "É muito gratificante poder praticar uma profissão que amamos e que nos fascina".Carole: "Eu gosto do lado humano deste trabalho, estar em contato com os enólogos e clientes".Philippe : "Apaixonado por vinhos, este trabalho me dá a oportunidade de conhecer novos produtores de vinho, provar e, por sua vez, transmitir esse conhecimento aos clientes".Do que você menos gosta no seu trabalho?Bernard: "Você tem que ter muita paciência para atender alguns clientes muito exigentes".Carole : "Permanecer de pé por longas horas".Philippe : "A carga horária é muito pesada".Quais são as qualidades necessárias para praticar essa profissão?Bernard: "Você tem que ser um conhecedor, ser apaixonado e saber transmitir essa paixão".Carole: "Deve ser absolutamente segura sobre o assunto, sem a mínima hesitação, e ter habilidades interpessoais".Philippe: "Conhecer bem os vinhos e outras bebidas espirituosas, mas também gostar de estar em contato com os clientes e saber responder as suas perguntas".Quais conselhos vocês dariam para as pessoas que desejam ingressar nessa profissão?Bernard: "O conhecimento de várias línguas estrangeiras é muito importante para praticar/exercer esta profissão".Carole: "Diria que é importante ter facilidade de relacionamento para se tornar um sommelier".Philippe: "Acima de tudo, seja apaixonado pelo mundo do vinho e não hesite em compartilhar seus conhecimentos".Na França, a remuneração inicial de um sommelier é de 1.500 euros, bruto, mensal.Para se tornar sommelier diversos tipos de formação são possíveis e, obviamente, levam a diferentes graus de conhecimento. Existem cursos técnicos (CAP) que necessariamente irão necessitar de uma formação complementar (MC) e cursos com o BP que formam sommeliers profissionais, porém após ter completado os estudos secundários e trabalhado no mínimo um ano em estabelecimentos do ramo; a duração, neste caso, é de dois anos, tempo integral.? CAP (Certificat d?Aptitude Professionnelle) - Commercialisation et services en hôtel-café-restaurant;? BAC Professionnel Commercialisation et Service en Restauration;? MC (Mention Complémentaire) Sommellerie; ? BP (Brevet Professionnel) Sommellerie...fichemetier.fr
[+ detalhes]
30/10/2018
MACELLAIO BURGER - HAMBÚRGUER À MODA ITALIANA
O nome da nova hamburgueria Macellaio Burger vem de Il Macellaio, do italiano "O Açougueiro", e traz no nome a tradição da família Landi, proprietária da rede de açougues Nobreza, que teve seu início na região da Vila Zelina, em São Paulo, SP. Desde seu bisavô, de origem italiana, os Landi se especializaram na manipulação de carnes in natura. Com todo esse conhecimento, a Macellaio Burger tem no blend exclusivo os ingredientes certos para oferecer um dos melhores hambúrgueres da cidade.O consultor, chefe Aimar de Paula, especialista em carnes, principalmente em hambúrguer, mesclou carnes especiais para chegar ao blend perfeito e, também, elaborou o cardápio de molhos e acompanhamentos com ingredientes e matérias-primas de primeira linha. Na Macellaio Burger o cliente monta o seu sanduíche por um preço único, escolhendo entre seis opções de pães (clássico com gergelim, brioche, francês, australiano, semi ciabatta e integral multigrãos); a carne, que pode ser bovina ou suína, além da opção vegetariano; queijo, cobertura, como a cebola caramelada com vinho tinto ou o crispe de Parma; vegetais, maioneses e molhos. Ainda para acompanhar, têm as porções de batata (rústica com alho confitado, batata frita crinkle com cheddar e bacon), palitos de muçarela e onion rings. Entre as sobremesas, destaque para o bolo de chocolate com brigadeiro de Jack Daniel's. Para beber, as opções incluem refrigerantes tradicionais e o orgânico, da Wewi, sucos de frutas, chope Heineken e cervejas Eisenbahn e Sol.Contrapondo ao ambiente claro e bem iluminado do açougue, o da Macellaio Burger é moderno, com decoração industrial aparente, com vigas, iluminação indireta e intervenções artísticas de Tiana Lago, artista plástica de Salvador. O projeto foi inspirado na atmosfera dos restaurantes nova-iorquinos contemporâneos e marca a estreia da arquiteta e urbanista paulistana Mariana Verducci no segmento gastronômico. O conceito visual da fachada, com seus painéis de grafite, e a utilização de materiais como vidros, metais e tijolos de demolição, criam um ambiente amplo e sofisticado, mais um dos diferenciais da hamburgueria. @macellaioburger
[+ detalhes]
30/10/2018
MENDOZA E O MALBEC
Mendoza é a capital da província de... Mendoza, na Argentina. Está localizada na parte Centro-Norte da província, em uma região de contrafortes e altas planícies, no lado Leste dos Andes. Tem uma população de pouco mais de 115.000 habitantes, com uma população metropolitana de quase 1,1 milhão, tornando a Grande Mendoza a quarta maior área metropolitana do país. A Ruta Nacional 7, a principal estrada entre Buenos Aires (1.047km) e Santiago (363km), atravessa a cidade. É uma parada quase que obrigatória para os alpinistas a caminho do Aconcágua (a montanha mais alta fora da Ásia, com 6.961 metros) e para os viajantes mais aventureiros interessados em montanhismo, caminhadas, cavalgadas, rafting e outros esportes. No inverno, os esquiadores chegam à cidade para acessar os Andes.Duas das principais indústrias da área de Mendoza são a produção de azeite e de vinho. A região ao redor da Grande Mendoza é a maior área produtora de vinho da América Latina. Como tal, Mendoza é uma das nove grandes Capitais do Vinho e a cidade é um destino emergente de enoturismo e base ideal para explorar as centenas de vinícolas da região. A região em que a cidade está situada é semidesértica, sendo que a água só é encontrada nos oásis, onde os rios que descem dos cumes dos Andes derramam suas turbulentas correntes de água. Dentro das principais cidades foram construídos drenadores, encarregados de regar as árvores nas calçadas das ruas.Mendoza possui clima árido e continental, as temperaturas apresentam uma grande oscilação anual e as precipitações são escassas. O verão é quente e úmido, com temperatura média girando em torno de 25°C, e é a época mais chuvosa do ano. O inverno é frio e seco, com temperatura média abaixo dos 10°C, geadas noturnas ocasionais e escassas precipitações. A ocorrência de neve e de chuva com neve não são raras e ocorrem, geralmente, uma ou duas vezes por ano, embora com pouca intensidade nas zonas mais baixas da cidade.Os vinhos de uva Malbec da Argentina são originários das regiões vinícolas de alta altitude de Mendoza (Luján de Cuyo e do Vale do Uco). Esses distritos estão localizados no sopé da Cordilheira dos Andes, entre 850 e 1.400 metros de altitude. Essa uva é originária da região Sudoeste da França, mas foi na Argentina que melhor se desenvolveu e ganhou notoriedade mundial. As condições climáticas favoráveis da Argentina, além do solo e de outros fatores, favoreceram o desenvolvimento de uvas Malbec de excelente qualidade, conferindo às vinícolas a possibilidade de produzir grandes vinhos. Obviamente que não são apenas as condições climáticas, geográficas e geológicas que fazem com que o vinho seja bom, mas principalmente a união desses fatores ao conhecimento do homem, que é o responsável pela produção do bom vinho.A uva Malbec é originária da região Sudoeste da França, especificamente da região de Cahors, próximo a Bordeaux (que também cultiva esse tipo de uva), onde é conhecida pelo nome de Auxerrois, Grifforin ou Gros Noir, e é cultivada até os dias de hoje. Na segunda metade do século XIX, os vinhedos europeus sofreram muito com o ataque de uma praga, chamada Filoxera (inseto sugador que impede o desenvolvimento das videiras, especialmente das brotações e reduz a atividade fotossintética), que devastou grande parte dos vinhedos da França e de outros países da Europa. Nessa mesma época, o visionário argentino Domingo Faustino Sarmiento contratou o francês Michel Aimé Pouget, que levou para a Argentina diversos tipos de uvas, dentre elas a Malbec, que passou a ser cultivada principalmente na região de Mendoza e se adaptou muito bem a essa região. BOX: MALBEC WORLD DAYO Dia Mundial do Malbec foi estabelecido em 2011, pela Wines of Argentina (winesofargentina.org), entidade responsável pela imagem do vinho argentino no mundo. Neste mesmo dia em 1853, o engenheiro agrônomo e enólogo francês Michel Aimé Pouget (1821-1875) levou para Mendoza as primeiras mudas das uvas Malbec. Esta se adaptou muito bem as condições climáticas da região e se tornou casta símbolo do país. Atualmente, a Argentina é o maior produtor mundial de Malbec, com cultivos em todas as regiões do país.Mas foi somente no final do século XX, na década de 90, que ocorreu a grande revolução do vinho Malbec na Argentina, quando Nicolas Catena produziu o primeiro vinho 100% Malbec, maturado por 24 meses em barris de carvalho francês.De acordo com os especialistas, o excepcional desenvolvimento da uva Malbec na região de Mendoza ocorreu em razão do conjunto favorável de diversos fatores, tais como geográficos, climáticos e geológicos.O clima desértico continental, o solo seco e pobre, a grande luminosidade solar, a baixa umidade, a alta altitude, além da grande amplitude térmica (temperatura alta durante o dia e baixa durante a noite) fazem com que o vinho Malbec Argentino tenha características peculiares excepcionais.Além disso, a maior exposição da uva ao sol altera a sua maturidade e reduz a sua acidez, tornando-a moderada, o que faz com que o vinho não amarre na boca, é o que os especialistas chamam de (taninos maduros).As condições favoráveis do terroir local contribuem para que os vinhos produzidos nessa região sejam reconhecidamente bons, mas o correto cultivo das videiras também é essencial, pois o aproveitamento máximo de tudo o que o conjunto de condições favoráveis pode oferecer depende do conhecimento e do cuidado que o homem tem e aplica no cultivo do seu vinhedo.Aproveitando as condições favoráveis, Nicolas Catena inovou e revolucionou o vinho Malbec quando, em 1996, começou a plantar vinhedos dessa uva em terrenos de maior altitude, a aproximadamente 1.400m acima do nível do mar. O experimento foi surpreendente e a safra de estreia do vinho produzido com as uvas deste vinhedo (de maior altitude), o Adrianna Malbec 2004, conquistou a nota 98+ do renomado crítico Robert Parker. Esse mesmo vinho, safra 2012, foi eleito o melhor Malbec da Argentina pelo guia Descorchados 2015, tendo recebido a nota 97 (mais alta nota dada a um vinho argentino nesse ano).O reconhecimento oficial da excelente qualidade dos Malbecs Argentinos foi conquistado quando as uvas Malbec da região de Luján de Cuyo foram certificadas pela Denominação de Origem Controlada (DOC). Luján de Cuyo, na região de Mendoza, foi o primeiro lugar na América do Sul a obter essa denominação, que obriga os produtores a manter um alto nível de qualidade dos vinhos.Com todas essas condições favoráveis, não é de se espantar que a uva Malbec seja a uva fina mais plantada atualmente na Argentina. Mas não é só na Argentina que a encontramos. Essa variedade de uva também é plantada, em menores quantidades, no Chile, na África do Sul, na Austrália, no Canadá, nos Estados Unidos, na Itália, na Espanha, na França, no Marrocos, na Suíça, dentre outros países.CaracterísticasDa uva Malbec resulta um vinho denso, vermelho escuro com tons violáceos, perfumado e normalmente com aroma de frutas, como ameixa e cereja, e notas florais. Seus taninos são geralmente macios e menos potentes do que os da Cabernet Sauvignon e da Tannat.A coloração do vinho Malbec é intensa: escura, puxando para o vermelho escuro, para o violeta escuro. Quando o vinho passa por um período em barril de carvalho, fica mais estruturado e, no paladar, de modo geral, mais gostoso de beber, com sabor vivo e sem amarrar na boca.O aroma do vinho, por sua vez, varia muito de acordo com a área onde a uva foi plantada, bem como do local de origem do barril de carvalho. No geral, entretanto, o vinho Malbec tem aromas que lembram frutas vermelhas e ameixas maduras.Apesar das características serem parecidas, é importante ressaltar que no mercado de vinhos existem diversos tipos de vinhos Malbec e que as características podem mudar de acordo com o terroir, da origem do barril de carvalho, bem como em razão dos diferentes sistemas de cultivo do vinhedo, do rendimento obtido, do momento da colheita, das leveduras utilizadas, do tipo de maceração, do tempo em barril de carvalho e, até mesmo, do clima, dentre inúmeros outros fatores.Um dos diferenciais dos Malbecs argentinos é a sua agradável textura na boca. Segundo os especialistas, o cultivo da uva em altitudes mais elevadas, com grande variação de temperatura (noites frias e dias quentes), aumenta a intensidade do sabor e dos aromas e faz com que o vinho tenha uma textura mais aveludada e um sabor muito agradável.A uva Malbec pode ser usada para produzir vinhos varietais, ou seja, vinhos feitos com apenas uma variedade de uva (ou com a predominância de um tipo de uva - percentual mínimo exigido pela legislação de cada país) ou, vinhos de cortes, também chamados de assemblage (em francês), que são vinhos elaborados com mais de uma variedade de uva.Como os varietais exigem apenas a predominância de uma determinada uva, é comum encontrarmos vinhos com a informação 100% Malbec para diferenciá-los dos varietais que tem apenas a predominância de determinada uva.Os Malbecs tintos são os vinhos que mais se destacam. Mas além dos tintos, com a uva Malbec também são elaborados vinhos rosés, que são vinhos frescos, frutados, leves, ideais para o clima mais quente.HarmonizaçãoComo não é um vinho tinto agressivo, o Malbec é muito versátil no quesito harmonização.Não há como pensar no Malbec argentino sem associá-lo imediatamente ao churrasco. Combina muito bem com as carnes argentinas, especialmente com a carne bovina e de cordeiro. Se quiser variar, acompanhe-o com pato confit, feijoada, cogumelos ou um belo carré de cordeiro mal passado em crosta de ervas.Vai bem também com massas com molhos vermelhos, risotos com funghi, queijos fortes, hambúrguer de picanha, arroz de rabada e lasanha bolonhesa.Os espumantes rosés, por sua vez, são ideais para aperitivos, mas também acompanham muito bem frutos do mar, peixes e carnes brancas leves.Novos MalbecsMendoza produz 75% de todos os Malbec que podem ser encontrados nas prateleiras, mas seria um erro acreditar que todos eles são iguais. As cinco principais subzonas da região de Mendoza oferecem produtos sensivelmente diferentes.Até recentemente, o modelo de Malbec oferecido pela Argentina em geral, e Mendoza em particular, podia ser resumido como vermelhos amigáveis, suculentos e maduros, com taninos doces e texturas sedosas. Essa fórmula provou ser bem sucedida no mundo todo, especialmente no gigantesco mercado consumidor norte-americano, onde o Malbec argentino se tornou a última moda. Mas, os tempos mudam! Nos últimos anos, os produtores argentinos se envolveram bem mais com a utilização de barris de carvalho e com tecnologias de vinificação mais moderna, descobrindo ao longo do caminho que, na realidade, não há apenas um Malbec, mas muitos e, como toda grande variedade no mundo, fortemente influenciada por onde as uvas crescem, o seu terroir. BOX: O QUE É TERROIR?É uma palavra francesa, intraduzível. Há algum tempo atrás, porém, a OIV (Office international de la Vigne et du Vin) chegou a uma definição oficial sobre seu significado. "O terroir vitivinícolo é um conceito que se refere a um espaço no qual se desenvolve um conhecimento coletivo das interações entre um ambiente físico e biológico identificável e as práticas vitivinícolas aplicadas, proporcionando características distintas aos produtos originários deste espaço. O terroir inclui características específicas do solo, da topografia, do clima, da paisagem e da biodiversidade".Essa definição, quase que incompreensível, não ajuda muito. O Larousse deixa as coisas um pouquinho mais claras! "Terroir é uma palavra francesa sem tradução em nenhum outro idioma. Significa a relação mais íntima entre o solo e o micro clima particular, que concebe o nascimento de um tipo de uva, que expressa livremente sua qualidade, tipicidade e identidade em um grande vinho, sem que ninguém consiga explicar o por quê".Em função disso, existe toda uma nova geração de Malbec que não é focada somente em um estilo, mas que começou a basear seus sabores em suas origens. Mendoza, por exemplo, produz três quartos do Malbec que a Argentina oferece ao mundo; pode ser dividida em cinco sub-regiões que representam apenas 10% do total de vinhedos plantados em Mendoza, mas estão entregando sabores e texturas que são totalmente sem precedentes e apenas esperando para serem descobertos. Das dezenas de vinícolas que existem em Mendoza, eu, acompanhada pela equipe de redação da Editora Insumos, visitamos quatro empresas. Outras não foram incluídas no roteiro pelo total desinteresse das mesmas ou, simplesmente, por desleixo no atendimento.A seguir, apresentamos aquelas que se diferenciaram pelo atendimento, interesse e qualidade.
[+ detalhes]
30/10/2018
OITO FORMAS DE COMER COMO UM ITALIANO
O segredo não está só na massa, mas também na paixão durante o processo e na hora de comer.Ao mergulhar nas profundezas da cozinha italiana vai perceber que o melhor se faz com amor e respeitando os sabores originais. Não abuse dos molhos, tenha atenção às massas que coloca queijo parmesão e não corte a pasta com garfo e faca! Tenha em mente que um bom prato italiano não se faz da adição, mas sim da subtração, ou seja, pensa-se naquilo que se pode tirar e não no que acrescentar.Para sentar-se à mesa como um italiano tem que acreditar que a comida tem magia. Afinal, na gastronomia italiana, não se juntam apenas ingredientes em uma panela. É como uma poção mágica - da soma dos ingredientes surge algo mais - e isso pode explicar por que os italianos comem melhor do que ninguém.Com base no livro Pasta, Pane, Vino: Deep Travels Through Italy's Food Culture, de Matt Goulding, a revista Condé Nast Traveller (CNT) mostra oito formas de comer como um italiano e tirar o maior proveito de uma das gastronomias mais populares do mundo.Torne cada refeição únicaAs refeições não são só para encher o estômago, são também uma oportunidade de se reunir com a família ou amigos, partilhar, debater e de se desconectar das distrações do dia a dia. Torne cada refeição um evento: sente-se com as pessoas à sua mesa, se comer fora, peça o que lhe der mais prazer e não tenha pressa. Na Itália, as refeições podem (e devem) durar duas ou três horas.Faça você mesmoLiberte-se da rotina do restaurante e mergulhe mais fundo na despensa. Compre 100 gramas de três ou quatro tipos de salame, junte queijo, azeitonas, pimentões assados, alcachofras, um pedaço de focaccia e uma garrafa de vinho. Arrume tudo em um cesto e faça um piquenique em uma praça ou parque.Adoce as suas manhãsSe quiser comer como um italiano não precisa esperar pela hora da sobremesa para atacar os doces. É que os italianos começam o dia de uma forma muito doce:bolos recheados, cannoli com crosta de pistache e croissants com chocolate.Aprenda com quem sabeA avó (nonna) é quem conhece bem os ingredientes, quem cria receitas e a razão pela qual a comida continua a ter um papel importante na vida dos italianos.Domine o mercadoMais do que grandes cozinheiros, os italianos são compradores geniais, motivados pela crença de que têm o dever de regressar do mercado com a melhor carne, peixe e produtos possíveis. Independentemente do que for comprar, seja um tomate ou um quilo de sardinha, não deixe de ser exigente, seletivo e implacável na busca pela perfeição.Seja moderadoEm uma cultura onde o parmesão em muitas massas (especialmente naquelas à base de frutos do mar) é um sacrilégio e onde até uma fatia de limão pode ser vista como um ataque ao marisco, ser moderado é importante. É a moderação que une as diferentes regiões italianas e caracteriza a sua gastronomia. Saboreie a simplicidade e a oportunidade de estar em um mundo onde o menos é quase sempre mais.Organize o menuO menu italiano tem cinco categorias: antipasti (entradas), primi (pasta, arroz e sopa), secondi (prato principal), contorni (vegetais) e dolci (sobremesa). Na melhor das hipóteses, terá espaço para três, por isso, escolha bem.Mangia! Mangia!A única coisa mais perigosa do que a falta de paciência na Itália é a falta de apetite. Onde quer que vá, espere que insistam que coma. Comer com entusiasmo é uma maneira fácil de mostrar e ganhar respeito, por isso, o melhor será soltar o cinto.
[+ detalhes]
30/10/2018
SANTA JULIA - CERTIFICADA FAIR FOR LIFE
A Bodega Santa Julia faz parte do Grupo Família Zuccardi, uma empresa familiar, fundada em 1963, pelo Engº Alberto Zuccardi, que começou a plantar vinhedos em Maipú (província de Mendoza), experimentando um sistema de irrigação projetado por ele e baseado em um método usado na Califórnia. Cinquenta anos após o início desta jornada, há três gerações reunidas em torno da paixão pelo vinho. José Alberto Zuccardi e Sebastián Zuccardi foram reconhecidos em diferentes mídias como personalidades de grande influência na viticultura argentina. Julia é a única filha de José Zuccardi e a Bodega Santa Julia, como o nome deixa transparecer, foi criada em sua homenagem. A Bodega Santa Júlia representa o compromisso da família em atingir os mais altos níveis de qualidade e manter uma constante capacidade de inovação, através de práticas sustentáveis que contribuem para o cuidado com o meio ambiente e sendo úteis para a comunidade em que vivem.A seguir apresenta-se um pequeno resumo da linha do tempo da Bodega Santa Julia. 1950 - O Engº Alberto Zuccardi começa a experimentar novos sistemas de irrigação em Mendoza.1963 - Implanta um vinhedo na região de Maipú para mostrar aos produtores da área a funcionalidade de um sistema de irrigação criado por ele.1982 - Decide dedicar parte de seus esforços na produção de castas de alta qualidade. Julia nasce.1990 - Primeiras exportações da marca Santa Julia. Ruben Ruffo se junta como enólogo da Bodega Santa Julia e é responsável pelo desenvolvimento e crescimento de seus vinhos.1995 - Nos vinhedos de Santa Rosa, inicia-se o plantio de variedades não tradicionais na Argentina: Caladoc, Ancellotta, Graciano, Bourbulenc, Aglianico, Albariño, Falangina, etc.1997- Inauguração de uma unidade vinícola experimental para realizar micro vinificações de 3.000 e 5.000 kg.2000 - Foi um ano de início de novos projetos para os quais, progressivamente, incorporou-se novas gerações da Família.2001 - A Bodega Santa Julia foi a primeira vinícola a abrir um centro de visitantes com restaurante próprio. Hoje, o projeto é dirigido por Julia Zuccardi.2003 - Inicia-se o desenvolvimento do projeto de espumantes. Um novo desafio que, hoje em dia, acompanha a linha do vinho.2004 - Com o objetivo de produzir vinhos da forma mais natural possível, a Bodega Santa Julia consegue a primeira certificação de vinhas orgânicas.2013 - Dois dos seus principais vinhedos são certificados Fair For Life. Isso permite um desenvolvimento mais justo das atividades socioeconômicas de seus trabalhadores.Para a Bodega Santa Julia, ser natural, cuidar do meio ambiente e crescer em harmonia com a comunidade da qual faz parte tem sido os seus pilares fundamentais, desde o início. Não trabalham somente no cuidado da terra, mas também nas pessoas que trabalham e na comunidade onde trabalham. Aqui, o vinho não é apenas o fruto da terra, clima ou variedade que é cultivada, mas é fundamentalmente a expressão do grupo de pessoas envolvidas na sua preparação. Por isso, ficam na constante procura da sustentabilidade de cada aspecto do seu trabalho.Santa Julia é um exemplo claro da combinação de estilo e diversidade únicos que podem ser encontrados nos solos de Mendoza. Do trabalho na vinha e em cada uma das etapas de elaboração, a Bodega Santa Julia tem um compromisso autêntico com a produção sustentável e com o cuidado de todos os detalhes que permitem obter vinhos que conquistam consumidores em todo o mundo. As uvas trabalhadas pela Bodega Santa Julia são cultivadas em quatro diferentes vinhedos.Finca Maipu - Maipu, Mendoza - Altitude 650 metros. 180 hectares. Localizada a 40 km da cidade de Mendoza, possui as castas Malbec, Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc e Torrontés.Finca Santa Rosa - Santa Rosa, Mendoza - Altitude 620 metros. 475 hectares. Estes vinhedos produzem grande qualidade de uvas Bonarda, Tempranillo, Viognier e Syrah, entre outras.Finca Vista Flores - Vista Flores, Valle de Uco - Altitude 950 metros. 43 hectares.Finca La Ribera - Vista Flores, Valle de Uco - Altitude 950 metros. 85 hectares.Das uvas destes dois vinhedos resultam vinhos frescos e vibrantes, com grande estrutura e profundidade na boca.A Bodega Santa Julia foi a primeira vinícola da Argentina que conquistou a certificação Fair For Life. Este reconhecimento lhe permite comercializar seus vinhos no exterior com o selo Fair For Life e garante ao consumidor final que a vinícola atendeu a rigorosos padrões de qualidade, bem como que os trabalhadores de toda a cadeia produtiva desfrutam de boas e justas condições de trabalho.Além disso, uma porcentagem do preço pago pelo consumidor retorna diretamente aos trabalhadores, através de uma comissão que decide o uso do retorno para o bem dos próprios trabalhadores.A Bodega Santa Julia foi premiada na Argentina Wine Awards 2017, concurso organizado pela Wines of Argentina e pela Argentina Wine Corporation. A AWA é considerada a competição mais influente do vinho argentino na América Latina. Após a meticulosa prova cega realizada por 12 juízes internacionais e sete juízes nacionais, foram anunciados os reconhecimentos, dos quais apenas 17 obtiveram o troféu, a mais alta distinção. Entre eles, dois foram para Bodega Santa Julia em suas respectivas categorias.Tanto antes, quanto depois da visita, fomos convidados para uma pequena degustação. Uma mais seletiva, sentados, em ambiente fechado, e outro em ambiente externo, a típica "degustação" para turistas. Da Bodega Santa Julia foram oferecidos três vinhos: Santa Julia Magna Corte 2016, Malbec del Mercado 2016 e Julia Espumante Dulce Natural.O Santa Julia Magna Corte 2016 é uma composição varietal com 50% de Cabernet Sauvignon, 40% de Malbec e 10% de Syrah. Cada uma das variedades traz ao blend as suas particularidades e transforma o conjunto em um vinho complexo, único e irrepetível. As uvas são oriundas do Valle de Uco e a colheita é feita entre a terceira semana de março e a segunda semana de abril. Tem teor alcoólico de 13%, uma acidez total de 5,4g/l e açúcar residual de 2,3g/l. Passa por processo de fermentação clássico, com pre-fermentação à frio durante cinco dias, entre 250 a 27°, e uma maceração de 20 dias com pigeage e delestagem perio?dicos. A maturação é feita em barricas de carvalho francês de primeiro, segundo e terceiro uso durante 10 meses, em separado, antes do blend final. Ainda passa por mais um mínimo de 10 meses de repouso em caves.Apresenta coloração vermelho violáceo, profundo e vivaz, com reflexos azulados. Tem aromas de frutas vermelhas e pretas, como cerejas, cassis, ameixas e amoras, integrado com os aromas de maturação em barris, como baunilha, tabaco e chocolate. A entrada na boca é sedosa, o vinho tem boa estrutura, com marcada presença de frutos vermelhos, taninos suaves e doces, acabando em longo final na boca.O Malbec del Mercado 2016 é feito com uvas 100% Malbec, provenientes do Valle de Uco, cuja colheita é feita manualmente, normalmente, na última semana de abril. Apresenta teor alcoólico de 13,5%, uma acidez total de 5,6g/l e açucar residual de 2g/l.As uvas selecionadas foram desengaçadas e moídas para extração do mosto, seguido de um processo de maceração à frio por cinco a sete dias, antes da vinificação clássica com leveduras indígenas e fermentados a 25°C (77°F). A maceração continua por 20 dias, com remontagem diária e delestage.O produto final, o vinho, apresenta cor rubi, com tons violáceos. No nariz, tem aroma típico de Malbec, como violetas e frutas pretas e vermelhas, que lembram cerejas, ameixas e amoras. Na boca, percebem-se taninos suaves e acidez equilibrada, com final frutado e de especiarias.Segundo os especialistas da Bodega Santa Julia, é um vinho que harmoniza bem com vegetais e queijos frescos; outros já consideram que é um vinho que casa bem com carnes vermelhas grelhadas! Vai entender!O Julia Espumante Dulce Natural é um blend de Chenin Blanc, Chardonnay e Malbec, que lhe propicia uma suave e elegante tonalidade rosa.As uvas vem dos vinhedos de Santa Rosa e são colhidas nas duas primeiras semanas do mês de março. Apresenta baixo teor alcoólico, de 7%, uma acidez total de 7,5g/l e açucar residual de 85g/l. Os cachos são prensados inteiros. Processo de fermentação a 15°C a 17°C durante 10 dias e fermentação interrompida por choque térmico, deixando, assim, uma doçura natural no vinho.O espumante tem cor salmão elegante, com perlagem fino e persistente. Os aromas exalados são de frutas frescas, como morango, laranja, abacaxi e manga. Tem sabor cremosa e refrescante, com bom volume na boca . Bem equilibrado, limpo e com grande final. Julia é um espumante doce por natureza, suave e fresco.No conjunto, não foram vinhos excepcionais, mas sim, bons vinhos para um consumo diário.Gostaríamos de ter experimentado alguns outros produtos, tais como o Santa Julia Reserva, algum Santa Julia (+) e o Tintillo. Uma pena!
[+ detalhes]
30/10/2018
SARDENHA
A Sardenha ou, em italiano Sardegna, é uma ilha do mar Mediterrâneo ocidental e uma região autônoma da Itália insular, com uma área de 24.100 km², cuja capital é Cagliari ou, Casteddu em sardo. Em 2017, tinha cerca de 1.7 milhão de habitantes.Situada a Oeste da península Itálica e ao Sul da Córsega, entre o mar Tirreno, que banha a costa oriental, e o mar da Sardenha na costa ocidental, é a segunda maior ilha do Mediterrâneo, após a Sicília. O estatuto especial de autonomia da Itália, semelhante ao de Vêneto e da Sicília, instituído em 1948, está consagrado na constituição italiana e garante, além da autonomia administrativa das instituições locais, a proteção das particularidades linguísticas e culturais.GeografiaCom uma extensa linha costeira (1.849 km), a maior parte da costa é alta e rochosa, com troços longos e relativamente direitos, com muitos cabos imponentes, algumas baías largas e profundas, existindo numerosas ilhotas e ilhas menores. O território é predominantemente constituído por montanhas e colinas, com altitudes geralmente entre 300 e 1.000 metros. O maior maciço montanhoso, o Gennargentu, encontra-se na parte Centro-Oriental da ilha e tem o seu ponto mais alto, a Punta La Marmora (1.834 metros). As formações montanhosas são constituídas principalmente por granito, xisto, basalto, arenito e calcário dolomita. As áreas montanhosas e planaltos estão separados por extensos vales aluviais e planícies, sendo as mais importantes as de Nurra, a Noroeste, e de Campidano, a mais extensa, no Sudoeste, entre Oristano e Cálhari. Os principais rios são o Tirso, com 151 km, o Flumendosa, com 127 km, e o Coghinas, com 115 km. Existem, pelo menos, 54 barragens que são usadas para irrigação agrícola e produção de eletricidade. As mais importantes são a de Omodeo e de Coghinas. O único lago natural de água doce é o de Baratz, no Noroeste, perto de Alghero. Existem várias lagoas de água salgada pouco profundas ao longo da linha costeira. As ilhas mais importantes são: Asinara, San Pietro, Sant'Antioco e as do arquipélago de Maddalena.Contrariamente a Itália continental e a Sicília, a Sardenha não é propensa a sismos.ClimaO clima é mediterrânico, com temperaturas geralmente suaves, até mesmo no inverno, com primaveras e outonos quentes, verões que podem ser muito quentes, chegando mesmo aos 45°C, o que é propício à ocorrência de incêndios frequentes. Em contrapartida, as temperaturas mais baixas nunca são inferiores a 0°C. A temperatura média anual na costa é de 18°C, variando entre 14°C e 20°C na generalidade da ilha. Ao contrário da vizinha Córsega, a chuva é escassa (entre 400 e 500 mm anuais, repartidos por uma média de 40 dias de chuva) e as secas são frequentes. A média anual de dias de sol é de aproximadamente 300, concentrando-se a chuva predominantemente no outono e inverno, com chuvas intensas na primavera.No centro da ilha, o clima tende a ser mais rigoroso, chegando a ocorrer neve no inverno. No Sul, a seca pode durar vários meses, à semelhança do Norte da África (a Tunísia encontra-se a aproximadamente 200 km).DemografiaCom uma densidade populacional e 69 hab/km², pouco mais do que 30% da média nacional italiana, a Sardenha é a quarta região menos povoada da Itália. A distribuição da população era anômala, comparada com as outras regiões da Itália junto ao mar, pois ao contrário da tendência geral, as zonas costeiras eram menos densamente povoadas do que o interior. As razões históricas para isso incluem os frequentes assaltos de Sarracenos na Idade Média, que tornavam as costas inseguras, a importância econômica da pastorícia no interior e a natureza pantanosa das planícies costeiras, as quais só foram secas no século XX. A situação foi invertida com a expansão do turismo costeiro - hoje, todos os principais centros urbanos se encontram junto à costa, enquanto o interior está esparsamente povoado.Box: SupercentenáriosEm outubro de 2004, vários cientistas da Universidade de Montreal foram à Sardenha para estudar uma particularidade local recentemente constatada por médicos da ilha: um número importante de homens supercentenários (de idade igual ou superior a 110 anos), algo raro, pois habitualmente são as mulheres que chegam a essa idade tão avançada e na Sardenha o número de homens supercentenários supera o das mulheres. Segundo os dados verificados por esses estudiosos, não havia registro de quaisquer homens supercentenários no Canadá. O fenômeno também foi objeto de estudo do Groupe d'Étude de Démographie Appliquée (grupo de estudo de demografia aplicada) da Universidade Católica de Louvain, da Bélgica, no âmbito do projeto europeu FELICIE. Várias explicações são dadas para o fenômeno, como o ar das montanhas ou o regime alimentar, mas também fatores genéticos.As línguas mais faladas na Sardenha são o italiano e o sardo, uma língua românica claramente distinta do italiano, mais próxima do latim, com influências do fenício, do etrusco, de outras línguas do oriente próximo e, inclusive, do basco. Embora esteja em decréscimo de falantes, principalmente nos jovens de Cagliari, o italiano, devido a razões oficiais, ainda é muito falado. Cerca de 85% da população compreende o sardo, havendo 8% a 9% que não fala italiano, embora este número esteja em decréscimo. Praticamente, todos os sardos são bilíngues, ou seja, usam o italiano e, pelo menos, outra língua. Mais de um milhão de habitantes fala ao menos uma variante do sardo.EconomiaOs recursos econômicos da Sardenha são principalmente de dois tipos: os tradicionais, como a pecuária, e os novos, como o turismo. Apesar destes, a taxa de desemprego é usualmente muito alta, sobretudo entre os jovens. O setor primário é muito importante, especialmente a criação de cabras e ovelhas e a fabricação de queijos, mas também a agricultura em geral e o setor dos vinhos, que têm ganhado fama internacional.A pecuária está muito implantada na Sardenha, sobretudo nas regiões montanhosas, Tendo grande importância não só econômica como social. Os rebanhos são principalmente de ovinos e caprinos, que produzem carne e leite que usada na fabricação de queijo. Em 1999, a ilha tinha 189.000 caprinos. A Sardenha é o principal exportador de queijo para os Estados Unidos e Canadá.Estão recenseados aproximadamente 15.000 produtores de ovinos e caprinos, os quais procuram aumentar a produção de produtos de maior valor agregado, principalmente os de Denominação de Origem Controlada (DOC) e outros tipo de Indicação Geográfica Protegida (IGP).A agricultura é muito diversificada, encontrando-se desde trigo e outros cereais, à frutas (citrinos, cereja, etc.) e vegetais, como alcachofra, açafrão, azeitona para produção de azeite, cortiça, vinha, etc. O vinho é produzido desde os tempos nurágicos. A pesca é também uma atividade importante, embora não tanto como se esperaria em uma ilha - por razões históricas, não há uma tradição marítima assim tão forte. No entanto, é de alguma importância a pesca de enguias, que se pratica desde a Antiguidade, e do atum. Os atuns de Portoscuso são exportados para todo o mundo, com destaque para o Japão.A Sardenha dispõe de vastos recursos minerais, existindo um pouco de minas por toda a ilha. No entanto, a maior concentração encontra-se no Sudoeste. Há vestígios de explorações mineiras com mais de 8.000 anos, cuja riqueza contribuiu desde cedo para atrair comerciantes e invasores. As atividades mineiras mais importantes são o carvão (em Carbonia e Bacu Abis), antimônio (Villasalto), ouro (Furtei), bauxita (Olmedo), chumbo e zinco (Iglesiente, Nurra). Há também explorações de prata.A extração de granito é uma indústria florescente no Norte da ilha. A região de Gallura tem cerca de 260 empresas que exploram 60 pedreiras de onde é extraído 75% de todo o granito italiano.As principais indústrias da ilha são químicas. As mais importantes resultaram de um plano de desenvolvimento econômico posto em prática nos anos de 1960, baseado em monocultura industrial. A crise mundial da indústria química teve grande repercussão na ilha e esses efeitos foram amplificados pelo abaixamento de produção nas minas de alumínio, carvão e chumbo.A economia da região está atualmente muito focada no setor terciário, o qual está muito desenvolvido e é responsável por 67,8% dos empregos. As principais atividades são o comércio, serviços, tecnologias da informação, administração pública e turismo.O turismo é o setor mais importante da ilha, com 2.721 empresas ativas e 189.239 quartos (dados de 2008). Em 2008, passaram 11.896.674 passageiros pelos aeroportos da ilha (mais de 1,4% que no ano anterior, apesar da crise internacional). No mesmo ano houve 12.290. 414 turistas (mais de 1,1% que no ano anterior).A ilha é particularmente famosa pelas suas praias, mas existem outros lugares interessantes. Entre os locais mais procurados pelos turistas encontram-se a Costa Smeralda, a vila catalã de Alghero, o maciço montanhoso de Gennargentu e suas aldeias e o pequeno porto de Bosa, dominado por uma fortaleza. Recentemente, foram construídos numerosos complexos hoteleiros no Sudeste (Villasimius e Muravera) e Sul-Sudoeste (Pula e Chia, na comuna de Domus de Maria).Em 1994, o arquipélago de La Maddalena foi classificado como parque nacional marinho, com 15.046 hectares de superfície marítima e 180 km de costas.O desenvolvimento das infraestruturas turísticas, o clima e os vestígios arqueológicos (nurago, etc.), fazem da Sardenha um destino atrativo para mais de 10 milhões de turistas anualmente, 80% dos quais em julho e agosto.
[+ detalhes]
30/10/2018
VINÍCOLA RUCA MALEN COMPLETA 20 ANOS E CELEBRA A DATA RENOVANDO SUA IMAGEM
A Bodega Ruca Malen nasceu em 1998 e desde a sua primeira colheita, em 1999, trabalha com o objetivo de alcançar a mais alta qualidade, fazendo vinhos com estilo, elegância e distinção. Em 2015, a Molinos Rio de la Plata adquiriu a vinícola e a partir desse momento foi dado impulso ao seu crescimento e profissionalização da produção.A renovação da sua identidade convida o consumidor a abrir-se ao incerto. Esta campanha é dirigida a pessoas curiosas que têm mais dúvidas que certezas e cuja atitude perante a vida é sempre buscar mais. Este é o espi?rito inquieto de seus fundadores: Jean Pierre Thibaud que, com 75 anos, decidiu empreender a Ruca Malen, e Jacques Louis de Montalembert. Ambos eram bem sucedidos e já tinham triunfado em suas carreiras profissionais, quando decidiram empreender a arriscada aventura de uma vinícola própria. Naquela época, Jean Pierre deixou a presidência da Bodega Chandon Argentina, depois de 10 anos, enquanto Jacques Louis tinha uma longa tradição de vinificação na região da Borgonha.Agora, a Ruca Malen completa 20 anos e renova a imagem de todos os seus rótulos. Após um sólido crescimento ao longo de todos estes anos, a marca decidiu dar um perfil mais ousado aos seus vinhos para seduzir os consumidores do mundo vínico. A vinícola passará por essa nova etapa com o espi?rito inquieto que a define desde a sua origem. Para acompanhar esta mudança, Noelia Torres, com apenas 38 anos, se juntou a empresa para liderar a equipe enológica que trabalhará para dar um perfil mais fresco aos vinhos. A jovem enóloga Noelia Torres, recentemente premiada como segundo melhor enólogo sub-40 da Argentina, no WineMaker Sub40 de 2017, lidera os novos rumos da Ruca Malen, com o objetivo de dar aos vinhos da casa um novo perfil, mais fresco. Com a sua equipe concentra-se toda a experiência que a bodega já colheu, mantendo a mais alta qualidade e estilo elegante, dando-lhe valor e buscando um perfil renovado, de fruta fresca e taninos suaves, embora complexos e equilibrados, de acordo com o novo perfil da marca. Desenvolverá novas propostas para os seus consumidores, em consonância com as novas tendências.Nos últimos anos, Noelia Torres liderou a vinícola Viña Cobos e teve oportunidade de trabalhar com Paul Hobbs, um nome que dispensa apresentações no mundo vinícola, que a declarou como uma das principais referências no mundo do vinho em nível internacional: "A visão de Noelia é baseada na máxima atenção aos detalhes, desde a uva no seu local de origem, o processo de produção na bodega, até o vinho pronto". A Ruca Malen comemora 20 anos e quer continuar fazendo história, tornando-se uma das vinícolas mais representativas dos vinhos argentinos da alta gama. Esta nova imagem é focada em consumidores curiosos por natureza, que não gostam de estar sempre no mesmo lugar e sempre se animam com a ideia de quebrar as regras. "Temos certeza de que a chegada da Noelia nos ajudará a alcançar os desafios propostos, bem como a transmitir a nova imagem da vinícola. É por isso que trabalharemos para estar cada vez mais perto dos consumidores", disse Ezequiel Acosta, diretor comercial do negócio de vinhos Molinos Rio de la Plata.A Ruca Malen tem várias novidades dentro das suas linhas de vinhos e espumantes. Primeiramente, redefiniu a identidade dos rótulos de seus vinhos. Yauquén e Ruca Malen são agora Ruca Malen e Ruca Malen Reserva. A nova imagem também atingirá o seu segmento top de linha. Sua linha de vinhos ícone Kinien terá uma renovação de seus rótulos em suas apresentações: Cabernet Sauvignon, Malbec e o blend Don Raúl. Os espumantes também serão foco de desenvolvimento nesta nova etapa. Ao clássico Ruca Malen Brut, também com rótulo renovado, foi adicionado, no ano passado, o sofisticado Ruca Malen Extra Brut, com aromas cítricos, frutas brancas e vermelhas, com notas florais, tornando-se um companheiro ideal para coquetéis e aperitivos.A Ruca Malen oferece visitas guiadas que incluem um piquenique, almoço ou tapas no seu jardim. Também oferece degustações simples, jogos com misturas e degustações verticais. Tem guias turísticos que falam perfeitamente inglês, francês e português. Estão empenhados e com total sucesso em fazer da Bodega Ruca Malen a melhor lembrança de uma estadia em Mendoza.Entre os vinhos degustados, principalmente no restaurante, podemos destacar os seguintes:Ruca Malen - Reserva Chardonnay 2016. Elaborado a partir de uvas colhidas manualmente, provenientes de vinhedos localizados em Tupungato (1.100 metros de altitude), Valle de Uco, plantados em 1997. O mosto é obtido por prensagem pneumática dos cachos inteiros e descansa a 10°C, por 24 horas, em tanques de aço inox. Quarenta e cinco por cento do vinho que fermentou, em barricas de carvalho francês, é mantido nelas por oito meses. O vinho restante é deixado em tanques de aço inoxidável. Em ambos os casos, o vinho permanece em contato com as leveduras durante esses oito meses, com battonage periódico para manter as leveduras em suspensão. Esse contato traz redondeza, untuosidade e suavidade. Depois, o vinho repousa em garrafa por, pelo menos, quatro meses antes de ser comercializado. A fermentação é realizada a uma temperatura entre 130 e 150. A fermentação alcoólica é completada após 12 a 15 dias.O vinho apresenta tonalidade amarelo esverdeado, brilhante. No nariz, destacam-se notas florais, frutadas, como damasco, manga e abacaxi, combinadas com suaves notas de frutas secas, como nozes e amêndoas. Aromas tostados e de baunilha se somam ao conjunto, dando complexidade ao vinho. Tem entrada de boca fresco, untuoso e suave. Apresenta acidez equilibrada, muito bem integrada com o sabor doce de fruta; sua passagem por barrica lhe traz estrutura e grande persistência, com um toque mineral que lhe da caráter e complexidade. Grande persistência aromática. Teor alcoólico de 13,70°GL.É ótimo para acompanhar massas com molhos cremosos, frutos do mar e pescados frescos.Seu potencial de guarda é de três anos.Ruca Malen - Malbec 2016. Esse vinho é feito de 70% de uvas Malbec provenientes de Agrelo (950 metros), plantadas em 1999, e 30% de uvas Malbec do Valle de Uco (1.100 metros), plantadas em 1997. São uvas que cresceram em solos distintos; no Agrelo, o solo é limonoso, rochoso em profundidade, com boa drenagem, enquanto que no Valle de Uco, é arenoso, rochoso com boa drenagem, mas pobre em matéria orgânica. Passa por processo de maceração pré-fermentativa a frio (80C durante cinco dias). Durante este período se realiza um pigeage diário para a extração de aromas e cor. A seguir, a fermentação ocorre a uma temperatura controlada de 260C, em tanques de aço inoxidável, durante oito dias, em média. Durante esse período se realizam três remontagens diárias nos primeiros quatro dias. A fermentação maloláctica se realiza em tanques de aço inoxidável.Este vinho tem cor rubi brilhante. Apresenta aroma de frutas vermelhas, especialmente morangos, acompanhado também com notas de cerejas, combinadas com toque de especiarias. Na boca, é suculento, adocicado e fresco, apresentando excelente equilíbrio entre sua refrescante acidez, taninos suaves e persistência. Tem teor alcoólico de 12,8° (açúcar residual: 4,10gr/l e acidez: 5,62 gr/l). Como todo Malbec, harmoniza bem com carnes assadas; também vai bem com molhos à base de tomates, as famosas empañadas e com risotos. Tem expectativa de guarda de três anos.Ruca Malen - Reserva Malbec 2015. É feito a partir de 55% de uvas provenientes de um vinhedo plantado em 1992, localizado no Valle do Uco (1.100 metros) e 45% provenientes de Agrelo (950 metros), Luján de Cuyo (vinha plantada em 1994), sendo uma área mais arenosa e pobre em matéria orgânica e a outra mais pedregosa em profundidade.O primeiro passa é uma maceração pré-fermentativa a 8°C, durante cinco dias, com duas pigeage diárias. Uma vez concluída a maceração à frio, são adicionadas leveduras selecionadas. A fermentação é conduzida a uma temperatura de 28°C. Sua duração é de aproximadamente 10 dias. O tempo total de maceração é de 21 dias. Como um trabalho de extração, são feitas diariamente quatro a seis remontagens, nos primeiros quatro dias de fermentação, com duas delestagem nesse mesmo período. Finalmente, ele é descoberto e a fermentação maloláctica ocorre nos tanques antes do envelhecimento em barris. O envelhecimento, durante 12 meses, é feito 80% em carvalho francês e 20% em carvalho americano, de segundo e terceiro uso.O vinho apresenta coloração rubi intenso com matizes violetas. No nariz, destacam-se frutas vermelhas e compotas, especialmente ameixa, combinadas com notas de ervas e especiarias que trazem frescor. Sua passagem pelo carvalho adiciona notas sutis de caramelo e baunilha. O paladar é concentrado e intenso, suculento, com uma acidez refrescante e elegante. Muito boa estrutura e persistência na boca. Tem teor alcoólico de 13,9°. Seu tempo potencial de guarda é de sete anos. É um vinho perfeito para acompanhar carnes assadas, cordeiro bem temperado, empanadas e risotos.Kinien Cabernet Sauvignon 2012. Na linguagem Mapuche, Kienen significa "o único". Esse Cabernet Sauvignon é produzido com uvas provenientes de Vista Flores (1.100 metros) e parreiras plantadas em 1999. É um solo franco arenoso, pedregoso, com drenagem muito boa e pobre em matéria orgânica. Na recepção na bodega, os cachos são selecionados, passam por desengaçadeira e são carregados em pequenos tanques de aço inoxidável, por gravidade. Neles, adiciona-se leveduras selecionadas para dar início a fermentação alcoólica, a qual será conduzida a temperatura controlada entre 26°C e 28°C, durante oito a 10 dias. O tempo total de maceração é de 28 dias, com cinco pigeage manuais diárias, combinados com duas delestagem durante os quatro primeiros dias de maceração. Quando a fermentação termina, o tanque é enchido e o chapéu fica submerso até o final da maceração. Após completar 28 dias, a descoberta e a prensagem são realizadas. A fermentação maloláctica é feita em barris. O Kinien Cabernet Sauvignon apresenta cor vermelha escura, com grande intensidade de aromas. São aromas de frutas negras e vermelhas, bem maduras, tais como cerejas e amoras, em excelente harmonia com notas de especiarias. Destacam-se também algumas notas de pimenta e pimentões. Sua passagem em barricas (16 meses, 100% carvalho francês) traz aroma de tostado, o qual em combinação com o seu aroma frutado, confere ao vinho uma grande complexidade aromática. Sua entrada na boca é macia, com meio de boca denso, em combinação com boa acidez. Final de boca persistente, com taninos marcados, trazendo uma boa estrutura. Tem graduação alcoólica de 14,8°.Seu potencial de guarda é de 10 anos. Harmoniza perfeitamente com carnes de caça, carnes condimentadas, queijos de massa dura e molhos ricos em especiarias. Ruca Malen Brut (Método tradicional). É uma assemblage de 75% Pinot Noir e 25% Chardonnay, ambos procedentes de Tupungato (1.200 metros), no Valle do Uco, e de vinhedos plantados em 1998.O mosto é obtido por prensa pneumática dos cachos inteiros. Em seguida, é colocado em tanques de aço inoxidável a 10°C, por 24 horas. Uma vez que o mosto esteja limpo, é transferido para outro tanque de aço inoxidável, onde a fermentação alcoólica é realizada pela adição de levedura selecionada. Essa fermentação é realizada a 15°C e dura entre 10 e 12 dias. A segunda fermentação é feita pelo método tradicional ou champenoise. Fica 12 meses em garrafas, em contato com as leveduras; depois de eliminar a bora e ser tampado com rolha de cortiça, fica mais seis meses antes de ser colocado no mercado.Apresenta tonalidade amarelo dourado, com nuances de cobre. No nariz, é fresco e elegante. Destacam-se notas de frutas ci?tricas e flores brancas. A seguir, toques sutis de amêndoas e pão fresco aparecem, dando maior complexidade ao conjunto. No paladar, é cremoso e fresco, algo frutado, com um fim de boca persistente. É ideal para acompanhar aperitivos, frutos do mar e sushi. Tem produção de 30.000 garrafas e potencial de envelhecimento de cinco anos.Ruca Malen Extra Brut. É um espumante elaborado a partir de uvas Pinot Noir, Chardonnay e Semillon, cultivadas no Valle de Uco. De cor amarela, com tons de cobre, destacam-se aromas cítricos, de frutas brancas e vermelhas, com notas florais. Na boca, é fresco e cremoso, com grande persistência aromática. Tem teor alcoólica de 12,4%. A fermentação é feita em temperatura entre 130 e 150 e a sua fermentação alcoólica termina ao fim de 12 a 15 dias. É um espumante ideal para coquetéis e aperitivos; pode também acompanhar peixes, sushis e frutos do mar.O RESTAURANTE DA RUCA MALEN: SIMPLESMENTE EXCEPCIONAL!Algumas bodegas abrigam bons restaurantes e oferecem a combinação ideal de produtos locais sublimados e os melhores vinhos da região. Outras oferecem almoços gastronômicos, simplesmente excepcionais. É o caso do restaurante da Ruca Malen. Em 2004, a Ruca Malen abriu seu restaurante com o objetivo de oferecer para seus vinhos a melhor harmonização possível, além de desenvolver a identidade de produtos locais, como o excelente azeite de oliva de Lunlunta ou sua grande carne. Seguindo essa filosofia, todos os ingredientes utilizados na cozinha da Bodega Ruca Malen são produzidos em Mendoza.O estabelecimento está em um cenário idílico, entre vinhas e picos cobertos de neve ao fundo.O exigente e criativo jovem chef, Juan Tomas Ventureyra, (aqui botar a foto com o michel) mobiliza todos os seus talentos para oferecer cardápios de almoço excelentes, em vários momentos, que celebram os belos produtos oferecidos pelo terroir e contam com as tradições culinárias da região de Mendoza. Além disso, o chef cultiva vegetais e ervas aromáticas na horta da própria empresa e muda o cardápio de acordo com o que a terra oferece a cada estação. A Ruca Malen foi uma das pioneiras e a primeira vinícola de Mendoza a desenvolver um menu degustação para seus visitantes. Dentro dessa proposta, cada ingrediente da cozinha local tem sua máxima expressão destacada, em grande harmonia com os rótulos locais. O projeto foi tão bem elaborado e concretizado, que levou reconhecimento internacional à casa. Em 2013, a associação Great Wine Capitals concedeu à bodega o prêmio Best Wine Tourism Restaurant of the World, melhor restaurante em vinícola do mundo! O Guide Vert Michelin - Guide des gourmands - também menciona o restaurante da Ruca Malen como um a ser visitado. Na Argentina, é conhecido como um dos restaurantes de vinícolas de maior sucesso. BOX: Chef Juan Ventureyra (foto juanrucamalengrande-50.jpg)Nascido en Buenos Aires, no ano de 1984, esse jovem chef de 34 anos tem experiência em casas nacionais e internacionais de grande renome. Já trabalhou com Antonio Soriano, hoje chef executivo no Palacio Duhau, Park Hyatt Buenos Aires. Atuou no restaurante portenho Crizia, fundado pelo conhecido chef Gabriel Oggero e sua esposa Geraldine, e repertoriado na lista dos Latin America?s 50 Best Restaurants 2017. Também trabalhou junto com o chef italiano Donato de Santis, proprietário e fundador do restaurante Cucina Paradiso, que abriu em 2000, em Buenos Aires. Finalmente, deve-se enfatizar que trabalhou dois anos no Sul da França, no hotel de luxo e restaurante gastronômico La Bastide Saint Antoine, em Grasse; o restaurante possui duas estrelas Michelin e é dirigido pelo grande chef Jacques Chibois.Assim, em meio aos vinhedos com vista para a cordilheira, pode-se desfrutar de um dos melhores menus degustação de Mendoza. O pequeno restaurante da bodega transforma o almoço em uma experiência acolhedora e única. Os pratos do cardápio são harmonizados com vinhos da casa. O chef explica pessoalmente a relação entre as suas criações (os diversos pratos) e a cultura local e como elas se harmonizam com os vinhos; isso torna a visita mais rica, principalmente para quem aprecia a alta cozinha e não se satisfaz em simplesmente comer para satisfazer uma necessidade fisiológica!A refeição pode ocorrer em um dos dois ambientes: uma grande sala envidraçada no meio de um gramado da vinícola ou em um salão interno, mais convencional, com a mesma atmosfera elegante pontuada com toques rurais. Tudo é pensado para harmonizar com a natureza e a cultura do entorno, sendo que os dois ambientes têm paredes de vidro, sem cortinas, com vista para os vinhedos e para a Cordilheira dos Andes.(Jef, Se possível, publicar o cardápio grande, legível, e alguns pratos) O cardápio é alterado a cada estação. Outra curiosidade de alguns pratos é a referência a técnicas de cocção dos antigos povos que habitavam os Andes argentinos.É certo que várias ótimas vinícolas oferecem visitas às instalações, com degustação seguida de almoço. Algumas dessas experiências são boas, muitas são questionáveis e poucas, surpreendentes. Passamos por essas experiências em Mendoza. O churrasco argentino pode ser muito bom com os vinhos Malbec, casando-se muito bem com esse tipo de prato, mas não são refeições gastronômicas e a quantidade jamais derrubará a qualidade. A experiência gastronômica na vinícola Ruca Malen não está ligada à ostentação, luxo e cenários estonteantes para que chefs estrelados brilhem. Nela, trata-se da dedicação, da competência e do desejo em satisfazer os clientes e, principalmente, seus paladares, com criatividade e imaginação.O luxo, no restaurante da vinícola Ruca Malen, se traduz no prato, na taça e na vista, perfeitamente integrados. É, de fato, uma bela experiência gastronômica, que se diferencia de vários outros excelentes restaurantes de vinícolas e passa longe de restaurantes excessivamente turísticos, observados em muitas vinícolas mundo afora.A visita à Bodega Ruca Malen foi, sem sombra de dúvidas, a melhor experiência que tivemos em Mendoza. A recepção impecável, os vinhos degustados e o almoço gastronômico, precedido de uma visita a horta, merecem nota 10. Simplesmente, fantástico!LOGO E MINI BOXBodega Ruca MalenRuta Nacional 7 - km 1.059Agrelo, Mendoza - Argentinamendoza@bodegarucamalen.com
[+ detalhes]
30/10/2018
WINE SOUTH AMERICA CELEBRA RESULTADOS E CONFIRMA SEGUNDA EDIÇÃO PARA SETEMBRO DE 2019
A primeira edição da Wine South America, realizada de 26 a 29 de setembro, em Bento Gonçalves, RS, encerrou com saldo positivo para o setor vinícola brasileiro e consolidou-se como a principal feira de vinhos das Américas. Cerca de 250 marcas expositoras, entre elas 100 vinícolas nacionais, mostraram a qualidade de seus vinhos, espumantes e sucos para um público qualificado, de compradores focados em negócios a winelovers interessados em vivenciar experiências. A Feira Internacional do Vinho registrou seis mil visitantes, provenientes de 25 Estados brasileiros e 16 países, um público qualificado e alinhado às propostas de feira. Oportunizou mais de 400 rodadas de negócios, através do Projeto Comprador, realizado em parceria com o Instituto Brasileiro do Vinho - IBRAVIN, Sebrae - RS e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), além de inúmeros encontros de networking envolvendo empresas vinícolas e varejistas nacionais. Também promoveu cerca de 50 conteúdos técnicos (entre palestras e degustações orientadas, por exemplo), que colaboraram para a promoção do conhecimento sobre o mundo do vinho."Estamos muito satisfeitos com o legado que a Wine South America começa a construir para o setor vinícola brasileiro. Trouxemos uma proposta de valorização da qualidade dos vinhos e espumantes brasileiros, bem como de promoção do potencial enoturístico dessa região. As vinícolas acreditaram na feira, depositaram sua confiança no projeto, trabalharam em conjunto conosco para oferecer um encontro com alto padrão de excelência e o resultado apareceu. Acredito que essa primeira edição da Wine South America terá efeito multiplicador", avalia Alberto Piz, diretor da Milanez & Milaneze, empresa promotora da feira e subsidiária do Grupo VeronaFiere.A chegada de uma feira como a Wine South America à Serra gaúcha, o principal setor produtivo do país, trouxe uma extensa lista de benefícios à cadeia vitivinícola, segundo as principais entidades do segmento. "Além da organização do evento e da presença de um público muito importante para as vinícolas, a Wine acabou reunindo o setor, fazendo com que ele se fortaleça cada vez mais", avalia Oscar Ló, presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN).O público qualificado, compradores, distribuidores, importadores, enólogos, sommeliers e enófilos, também foi destacado pelo presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Edegar Scortegagna. Para ele, esses visitantes não trouxeram apenas possibilidades de negociação, mas também ampliaram a divulgação dos rótulos. "A feira, tranquilamente, superou as expectativas. O público estava 100% focado no universo do vinho. Além de promover o setor, as vinícolas e os produtos, a Feira Internacional do Vinho vendeu a região. Muitos participantes da feira não conheciam a Serra e ficaram admirados com o potencial turístico que tem aqui, então, o enoturismo se beneficiou muito", analisou Ló.Diante dessas percepções, a confirmação da segunda edição para continuar promovendo e desenvolvendo o setor é evidente. "Por parte do IBRAVIN, o apoio está mantido", anunciou Ló. "O maior país da América do Sul, com o maior potencial consumidor, precisava de uma feira assim. Se depender do setor, o apoio está garantido", assegurou Scortegagna.A Wine South America já tem sua próxima edição confirmada: na última semana de setembro de 2019, em Bento Gonçalves, RS. A parceria com a ABE também está renovada e assegurou a combinação da feira culminando, novamente, em seu último dia, com a realização da Avaliação Nacional de Vinhos, promovida pela entidade. winesa.com.br
[+ detalhes]
20/07/2018
A CAMPÂNIA
A Campânia (em italiano: Campania) é uma região do Sul da Itália, com cerca de5,8 milhões de habitantes e área de 13.595 quilômetros quadrados. Sua capital é Nápoles. Tem limites a Oeste e Sudoeste com o mar Tirreno, a Noroeste com o Lácio, ao Norte com Molise, a Nordeste com Apúlia e a Leste com Basilicata. Tem a mais alta densidade populacional das regiões italianas, mas é a segunda, após a Lombardia, em número total de habitantes.Esta região é composta das seguintes províncias: Avelino, Benevento, Caserta, Nápoles e Salerno.Tem 350 km de litoral, que inclui os golfos de Nápoles, Salerno e Policastro. As ilhas de Ischia, Procida, Vivara, Capri e Nisida são também uma parte da Campânia.O nome Campânia é derivado do latim Campania Felix e significado terras fertéis! A região oferece algumas das mais belas paisagens da Itália, como o belo Parque Nacional de Cilento, a Ilha de Capri, a Península de Sorrento e a Costa Amalfitana, que são famosos em todo o mundo.Nápoles, a capital da Campânia, foi o centro do governo Bourbon até a unificação da Itália, em 1860. A região é extremamente rica em cultura e história. Nápoles é famosa por sua comida, vinho, música e arquitetura. O imponente Palácio de Caserta e os locais históricos próximos, como Pompéia, Herculano e Paestum, também são mundialmente conhecidos.A região também ostenta o único vulcão da parte continental da Europa a ter entrado em erupção nos últimos 100 anos. O Vesúvio está ameaçadoramente atrás da cidade de Nápoles.A região tem clima agradável e um litoral extenso e belíssimo. Inicialmente ocupada pelos gregos, que ali estabeleceram diversas colônias, foi logo incorporada ao poderoso Império Romano e, posteriormente, caiu sob o domínio de normandos, espanhóis e franceses até a unificação da Itália.Alguns dos destinos turísticos mais importantes da Itália ficam na Campânia: NápolesCapri IschiaProcida Pompéia Herculano e o Vesúvio Sorrento Positano Costa Amalfitana Amalfi Ravello Salerno Pesto Caserta Pozzuoli.Com todas essas diferentes influências e paisagens de tirar o fôlego, a Campânia é interessantíssima para o viajante. A Baía de Nápoles é linda e seu litoral oferece passeios inesquecíveis, como as ilhas de Capri, Ischia e Procida, e as cidadezinhas de Sorrento, Positano, Amalfi e Ravello, na famosa Costa Amalfitana. A inigualável Pompéia, cidade romana soterrada por uma erupção do vulcão Vesúvio, é o mais importante sítio arqueológico da Europa, mas a Campânia tem outros de grande relevância, como Herculano, também da era romana, Pesto e Pozzuoli, ambos do período grego.Todos esses lugares são tão atraentes que muita gente deixa de conhecer Nápoles, o que pode ser um grande erro, uma vez que a cidade tem não só um museu arqueológico, que é dos mais ricos do mundo, mas também castelos, palácios, charmosos recantos à beira-mar e um centro histórico cheio de jóias do período Barroco. Perto da capital, a Campânia tem, inclusive, um imenso palácio real construído especialmente para concorrer com o de Versailles, do rei Louis franceses: é Caserta, lembrança eterna dos tempos de glória em que Nápoles foi capital do Reino das Duas Sicílias e morada de grandes nomes da arte, da ciência e da história ocidental.QUEIJOS DA CAMPÂNIAGraças as suas terras férteis e clima ameno, a Campânia tornou-se o habitat perfeito para o pastoreio de búfalos, a partir do qual é possível obter vários produtos, como laticínios e queijos. É, de fato, a terra dos búfalos e cerca de 60% a 70% da população bufalina Italiana está na região. Obviamente, essa presença marcante tem uma influência direta sobre os queijos produzidos na região; falar de queijo na Campânia significa, principalmente, falar de mozzarella e, em particular, da famosa Mozzarella di Bufala Campana D.O.P. A relativa abundância de leite de búfalas deu à luz a uma bela variedade de queijos típicos; do leite desses plácidos animais também são obtidos os seguintes queijos: Bocconcini alla panna di bufala P.A.T., Burrini e Burrata di bufala P.A.T., Caciocavallo di bufala P.A.T., Mozzarella nella mortella P.A.T., Provola affumicata di bufala P.A.T. e a Ricotta di Bufala Campana D.O.P. A região ainda é conhecida por outros queijos, sendo os mais notáveis a Mozzarella S.T.G, o Provolone del Monaco D.O.P., o Caciocavallo Irpino di grota P.A.T., o Fiordilatte P.A.T., diversos tipos de Pecorino (particularmente, o Pecorino de Carmasciano, Ricota e Scamorza).Mas, o que significam esses P.A.T., S.T.G. e outras abreviações? D.O.P., I.G.P., P.A.T., S.T.G. ???Tudo corria bem até o início dos anos 2000, quando a palavra do dia se tornou globalização e criou um certo caos nos mercados e na economia, dando vida ao fenômeno da falsificação... global também. A Comunidade Europeia foi praticamente forçada a se proteger por meio da emissão de medidas e regulamentos que protegiam a produção de alimentos; era necessário respeitar o consumidor, as tradições locais e o desenvolvimento da noção de território de origem. Assim, criou-se um sistema único para a proteção de produtos típicos, tanto dentro da própria União como internacionalmente, o que permitiria ao consumidor reconhecer um produto típico de forma clara e simples através de marcas de proteção.Em reconhecimento as culturas e tradições locais, a Comunidade Europeia emitiu três níveis de proteção para produtos típicos.: D.O.P., I.G.P. e S.T.G.D.O.P. ou DOP (Denominazione di Origene Protetta). É uma marca registrada da proteção legal da denominação atribuída pela Comunidade Europeia (CE) a alimentos cujas características específicas dependem essencial ou exclusivamente do território em que são produzidas.O ambiente geográfico inclui fatores naturais (clima, características ambientais) e fatores humanos (técnicas de produção transmitidas ao longo do tempo, artesanato, know-how) que, combinados, tornam possível obter um produto inimitável fora de uma área específica produtiva.Para que um produto seja D.O.P. as fases de produção e processamento devem ocorrer em uma área geográfica definida. Quem faz D.O.P. deve cumprir as regras rigorosas de produção estabelecidas na especificação de produção. O cumprimento dessas regras é garantido por um órgão de controle específico. Com os produtos da marca D.O.P. o elo entre o território e a produção é indissolúvel: se mudasse até mesmo uma característica do lugar de origem, o produto final não seria mais o mesmo.I.G.P. ou IGP (Indicazione Geografica Protetta). Indica uma marca de origem que é atribuída pela Comunidade Europeia aos produtos agrícolas e alimentares para os quais determinada qualidade, reputação ou outras características dependem da origem geográfica e cuja produção, transformação e/ou elaboração se processa em área geográfica determinada. Para obter o I.G.P., portanto, pelo menos uma fase do processo de produção deve ocorrer em uma área particular. Quem produz I.G.P. deve cumprir as regras rigorosas de produção estabelecidas na especificação de produção. O cumprimento dessas regras é garantido por um órgão de controle específico.A marca I.G.P, assim como a D.O.P., implica uma ligação com o território de origem, mas de uma maneira menos rígida e obrigatória. Na verdade, algumas etapas do processamento também podem ser executadas em um local diferente do certificado.S.T.G. ou STG (Specialità Tradizionale Garantita). É uma marca de origem destinada a proteger produções que são caracterizadas por composições tradicionais ou métodos de produção. Esta certificação, regida pelo regulamento CE 2082/92, ao contrário de outras marcas, como D.O.P. e I.G.P., destina-se a produtos agrícolas e produtos alimentícios que possuem uma "especificidade" vinculada ao método de produção ou à composição vinculada à tradição de uma área, mas que não são necessariamente produzidos apenas nessa área.A marca S.T.G., portanto, não se refere tanto a um local específico de produção, mas a um produto obtido através de matérias-primas tradicionais de um território, ou ao uso de técnicas tradicionais de produção / processamento, ligadas a usos ou costumes específicos.Esta categoria inclui muitos queijos italianos, mas não todos. Na realidade, há muitos que são excluídos do registro especial, apesar de serem produzidos de acordo com as antigas tradições leiteiras ou com uma forte ligação territorial.Espaço para produtos de nicho... Após o lançamento desta subdivisão, a agricultura italiana teve de enfrentar o cenário da política agrícola da União Europeia, confrontando-se em condições claramente desfavorecidas. A agricultura moderna, extremamente voltada para a mecanização, requer extensões planas de terra que faltam na Itália, seja para a configuração natural orográfica, seja para a florescente antropização do território. Além disso, produtos de nicho italianos não encontraram espaço. Produções limitadas em termos quantitativos e relativas a áreas muito restritas, tais como não justificar uma D.O.P. ou um I.G.P., encontraram muitas reservas com a União Europeia, que temia que se confundissem. Para reagir a esta situação, o Ministério de Políticas Agrícolas, Alimentares e Florestais decidiu, em 2000, salvaguardar os setores de nicho, melhorando os produtos agrícolas ou pecuários que forem processados de acordo com receitas antigas através de um rótulo específico.P.A.T. (Prodotti Agroalimentari Tradizionali). São uma coisa totalmente italiana, a última categoria de alimentos combinada com uma política de qualidade no campo agroalimentar. Elas refletem novas necessidades e tendências, tanto dos consumidores quanto dos pequenos produtores locais. O "sistema" de produtos tradicionais é regulamentado pelo D.M. de 18 de julho de 2000, publicado no suplemento original n0. 130 do Jornal Oficial n0. 194, de 21 de agosto de 2000, "Lista nacional de produtos agro-alimentares tradicionais". O ministério, no entanto, desistiu de um papel ativo na iniciativa, delegando a tarefa às regiões e preservando apenas um papel oficial.Para produtos tradicionais, entende-se aqueles produtos agro-alimentares típicos e bens, com características tradicionais, cujos procedimentos nos métodos de processamento, preservação e maturação são consolidados ao longo do tempo.O requisito para ser reconhecido como P.A.T. deve ser "obtido com métodos de processamento, preservação e envelhecimento consolidados ao longo do tempo, homogêneos em todo o território em questão, de acordo com as regras tradicionais, por um período não inferior a vinte e cinco anos".Os P.A.T. são produtos incluídos em uma lista especial, elaborada pelo Ministério de Políticas Agrícolas, Alimentares e Florestais com a colaboração das regiões. A lista é regularmente atualizada com base na compilação de fichas técnicas que identificam os novos produtos. Para a identificação: a descrição das características salientes, as metodologias do processamento, a conservação, a maturação.Mozzarella di Bufala Campana D.O.PA mozarela, também grafada muçarela ou mussarela (do italiano, mozzarella) é uma variedade de queijo de massa filada com origem na comuna de Aversa, na região italiana da Campânia. Sua receita tradicional indica o uso exclusivo de leite de búfala, produzindo o queijo em formato de bolotas conservadas em soro, brancas e bem macias. Na Itália, apenas esse tipo de queijo é reconhecido oficialmente como mozzarella, recebendo o selo de certificação de origem. São produzidas, em média, cerca de 35 mil toneladas deste queijo por ano em território italiano.No Brasil, o nome desse queijo foi apenas aportuguesado nas últimas décadas. Até a primeira década do século XXI, no Brasil, era principalmente escrito, popular e comercialmente, mussarela; forma que, embora não dicionarizada, seguia portaria governamental ("Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade", Portaria 364, de 4 de setembro de 1997, que internalizara a Resolução Mercosul GMC 78, de 1996, segundo a qual a denominação poderia ser mozzarella ou mussarela). O dicionário Houaiss, lançado em 2001, trouxe o aportuguesamento "muçarela" que, apesar de sem tradição ou uso, seria a grafia mais correta, de acordo com esse dicionário. A escrita mussarela, porém, ainda é a mais encontrada em supermercados e pizzarias. Além disso, mussarela consta no Dicionário Aulete, no Dicionário de Usos do Português do Brasil, no Dicionário da UNESP e no dicionário português Priberam.Em Portugal, tem mais uso a forma mozarela (igualmente preferida pelo brasileiro Aurélio). O vocabulário da Academia Brasileira de Letras traz ainda a variante muzarela, com pouco uso. O dicionário Priberam também traz a variante moçarela, também com pouco uso.É um dos produtos típicos mais famosos da Campânia, cuja primeira aparição nas crônicas gastronômicas remonta ao século XII, quando os monges do mosteiro de San Lorenzo, em Cápua, criaram um queijo chamado "mozza" ou "provatura" (quando é defumado) e costumavam oferecer a mozza aos peregrinos. Existem vários documentos do século XIV que testemunham a comercialização dos produtos lácteos dos búfalos nos mercados napolitano e de salerno. No entanto, foi preciso esperar até o ano de 1570 antes que a expressão mozzarella aparecesse pela primeira vez no famoso texto de Bartolomeo Scappi, um cozinheiro da corte papal.A fama da mussarela também está ligada à pizza, sendo um dos principais ingredientes.A mozzarella di bufala campana é feita de leite de búfala. Tradicionalmente, os búfalos são criados nos pastos da Campânia e do Lazio e seu leite é usado para produzir este delicioso queijo. O leite é aquecido a baixa temperatura e depois misturado com uma levedura natural. O leite começa a engrossar em cerca de meia hora. Neste ponto, a coalhada é dividida em pequenos pedaços e depois deixada para descansar em um soro quente por cerca de quatro horas ou até que seja criado ácido láctico suficiente para puxar e virar o queijo. A filação do queijo é baseada no calor e no movimento da água. É feito em grandes tanques cheios com partes iguais de coalhada e água a 100°C. A massa filata é, então, picada ou cortada (tritata o mozzata, daí o nome mozzarella) à mão ou com uma máquina. Os produtos obtidos são deixados para resfriar em água durante cerca de vinte minutos. Eles são, então, transferidos para tanques cheios de água salgada, onde são armazenados por diferentes períodos de tempo de acordo com as preferências.Outros queijos mas? não de leite de búfala!Deixando de lado os queijos bufalinos, os outros produtos queijeiros de maior destaque da Campânia são: Mozzarella S.T.G., Fiordilatte P.A.T., Provolone del Monaco D.O.P., Caciocavallo Irpino di grota P.A.T. e diversos tipos de Pecorino (particularmente, o Pecorino de Carmasciano).Mozzarella S.T.G. É um queijo fresco com pasta filada, feito de leite de vaca. Nativo do Centro e Sul da Itália, a mussarela espalhou-se rapidamente pelo mundo inteiro. É produzido em toda a Itália e, também, na Campânia. Geralmente, a mozzarella tem uma forma esférica, mas também pode ter outras formas. As características distintivas deste queijo são a sua suavidade, a superfície branca, lisa, brilhante e leitosa e a fina crosta. Tipicamente, tem uma estrutura fibrosa com camadas sobrepostas que liberam um líquido leitoso no momento do corte ou se pressionadas levemente.A mozzarella (de leite de vaca) e Fior di latte são, basicamente, o mesmo produto, sendo que a maior diferença é no formato.O fior di latte é um queijo fresco com massa fiada; a mais famosa da Campânia é a de Agerola, uma pequena cidade cujo leite foi considerado muito saudável pelo médico grego Galeno. Para produzir um bom fior di latte, é preciso usar leite de vaca de primeira qualidade. O leite deve ser proveniente de mais de uma ordenha e deve ser fornecido imediatamente ao laticínio, geralmente dentro de 24 horas após a primeira ordenha. A produção do fior di latte da Campânia consiste em trabalhar o leite da mesma forma que a mussarela da vaca é trabalhada; a única diferença está na forma e consistência do produto. A forma pode variar; na verdade, pode ser ligeiramente arredondada ou pode ter um pequeno nó ou uma trança. Não tem crosta, é branco como o leite, com algumas nuances amareladas, tem uma pele macia e suave e a sua consistência é tão macia que, quando cortada, libera o líquido leitoso característico; o sabor é fresco e semelhante ao leite levemente ácido.Provolone del Monaco D.O.P. As origens do nome Provolone del Monaco ainda são incertas, tanto que até hoje para a sua interpretação costuma-se recorrer a tradição oral, que tem legado muitas lendas relacionadas à maneira de chamar esse queijo. A lenda mais comum diz que o nome deriva do manto que os pastores usavam para se proteger do frio durante a viagem das colinas de Vico Equense a Nápoles, na época o principal mercado para seus produtosO que é certo é que o autêntico Provolone del Monaco é produzido em Arola, uma aldeia pertencente a comuna de Vico Equense, na província de Napoli, a caminho de Salerno, e é obtido a partir do processamento de leite de vaca Agerolese. É feito de acordo com uma receita passada de geração em geração, desde o século XVIII, quando algumas famílias de pastores de Vomero - um dos bairros situados nas alturas de Napoli - se mudaram para as cordilheira dos Montes Lattari por causa do processo de urbanização. Foi apenas entre os pastos verdes da região de Vico Equense e de Arola, em particular, que eles acharam o lugar ideal para se especializaram no processamento desse tipo particular de Caciocavallo. Embora seja produzido em vários municípios da província de Nápoles, o autêntico Provolone del Monaco é aquele embalado em Arola, a aldeia de Vico Equense, onde o queijo se originou. Desde 2010, o Provolone del Monaco é comercializado com a prestigiada certificação D.O.P. Para poder se gabar dessa marca, cada queijo deve atender a requisitos rigorosos relacionados à forma, às características organolépticas e à área de produção. Em particular, cada um deles deve envelhecer por pelo menos seis meses, tendo a forma de um melão alongado ou uma pêra sem cabeça, pesando entre 2,5 e 8 quilos e ser produzido em um dos 13 municípios da província de Nápoles, indicado no Disciplinar de Produção do Consorzio di Tutela del Provolone del Monaco D.O.P.É um queijo semiduro de massa filada, envelhecido, produzido na área da Península de Sorrento com leite cru de gado Agerolese. É obtido aquecendo o leite para obter uma coalhada mais cozida em comparação com a produção de Caciocavallo tradicional. Sua maturação deve ocorrer lentamente, sem conservantes ou fermentos. Caracteriza-se pelo método particular de maturação, que prevê a suspensão das formas, ligadas aos pares com ligações apropriadas, em ambientes frios e ventilados e longe da luz solar. A superfície de cada Provolone é marcada pelas cordas de ráfia com o qual estão pendurados, subdividindo o produto em seis segmentos mínimos. A casca, dura e lisa, apresenta pequenas rachaduras; a massa é amarela dura e cremosa, caracterizada pelas chamadas lágrimas, que podem ser identificadas nas formas mais temperadas, nos ligeiros olhos de perdiz (pequenos olhos alongados) que os pontilham. Distingue-se pelo sabor doce e aromático que tende a tornar-se cada vez mais determinante e apimentado com a prolongação da maturação, que não deve ser inferior a seis meses. No final do período de maturação, as formas devem manter um peso que respeite as disposições do Disciplinar. Uma vez cortado, deve ser mantido na geladeira por até 90 dias.É um queijo de produção limitada, em torno de 40 toneladas por ano. Metade deles é processada no território de Vico Equense e de Arola; nessas duas áreas o produto é mais valorizado e, frequentemente, vendido com reserva antecipada!Consumido principalmente como um queijo de mesa, é apreciado pelos paladares mais refinados. Pode enriquecer diferentes preparações gastronômicas, mas a combinação clássica com pão caseiro realça as suas características aromáticas e gustativas. Acompanha vinhos tintos muito encorpados e envelhecidos, como por exemplo, o Montevetrano, com o Colli di Salerno IGT.Caciocavallo Irpino di Grotta P.A.T.O Caciocavallo é o queijo mais típico e difundido nas áreas montanhosas e de colinas do Sul da Itália. É quase que omnipresente, porém com diferenças muito sútis, muitas vezes irreconhecíveis pelo consumidor não especializado em queijos! O Caciocavallo Irpino di Grotta P.A.T. é originário da região de Irpinia e, em particular, das zonas de Valle dell?Ufita, Valle dell?Ofanto, Terminio Cervialto e Alta Irpinia. Na realidade, Irpinia é um distrito dos Apeninos, ao redor de Avellino, uma cidade na Campânia cerca de 50 km a Leste de Nápoles. Era o território da antiga tribo Hirpini; sua extensão corresponde a província de hoje de Avellino.Este Caciocavallo Irpino de Gruta P.A.T. (Prodotto Agroalimentare Tipico Tradizionale) é um queijo filado, produzido com leite proveniente de fazendas pequenas e médias e de vacas de cor marrom. A maturação, de 45/60 dias a seis meses, ocorre, tracionalmente em grutas.Durante o período de primavera-verão o gado fica no pasto e a produção de leite é maior. Durante este período, a grande variedade de gramíneas que compõem as pastagens confere ao leite uma grande variedade de aromas, que irão intensificar-se durante o amadurecimento do queijo. Produtos dessa época (abril/maio) são particularmente apreciados. Quando a época do pasto acaba, a comida dos rebanhos é baseada principalmente em forragem e farinha da fazenda (no entanto, a silagem é excluída da alimentação). Os únicos ingredientes que entram na composição desses queijos são: leite integral cru, sal, coalho de vitela, cabrita ou de cordeiro. A forma é esférica e o peso de cerca de 2 a 2,2 kg; no final da maturação terá cerca de 1,8 kg. O amadurecimento vai de 45/60 dias até mais de seis meses. Depois de um primeiro ciclo de secagem, o que pode ocorrer em locais tradicionais, frescos, mas não antes do 45/60 dd, as peças de queijo são levadas para maturar/envelhecer nas típicas grutas de tufo (rochas calcárias porosas), onde desenvolve um microclima e uma microflora propícios para a maturação do queijo em tempos de cura longos, podendo ir até dois anos. Nessas caverna naturais de tufo, os queijos são amarrados em pares e pendurados "a cavalo" em vigas de madeira. A umidade varia entre 80% e 90%, enquanto a temperatura quase constante entre o inverno e o verão varia entre 100C e 150C.A massa é de cor amarelo-palha, que tende a acentuar com o envelhecimento, com buracos raros, semidura ao tato e homogênea. Se pouco maduro, tem um delicado aroma de leite; com maior envelhecimento, destaca-se o cheiro de grama-feno. Muito aromático, agradável, de picante à muito picante nas formas mais temperadas. Apresenta uma persistência gustativa inimitável.No palato, especialmente com maior envelhecimento, todas as características organolépticas sobressaiem: aroma de grama recém cortada, de flores amargas, de baunilha e especiarias e, por vezes, ligeiramente picante. Tem casca fina e lisa, com uma cor palha marcada; é coberto com mofo branco devido ao envelhecimento em grutas.Acompanha bem um vinho tinto bem estruturado, melhor se for um Taurasi DOGC ou um Aglianico Irpiniano, ou com um vinho branco, como um DOGC Greco di Tufo ou Fiano di Avellino DOGC, no tipo doce e ligeiramente picante. Excelente quando servido com acácia ou mel de castanha. O Caciocavallo Irpino di Grotta P.A.T. ganhou o Prêmio Roma 2014 como melhor queijo de leite cru italiano.Como mencionado mais acima, a forte presença de rebanho de búfalos na Campânia contribuiu de forma decisiva no desenvolvimento de outros produtos queijeiros elaborados com leite de búfala, tais como Bocconcini alla panna di bufala P.A.T., Burrini e Burrata di bufala P.A.T., Caciocavallo di bufala P.A.T., Mozzarella nella mortella P.A.T., Provola affumicata di bufala P.A.T.,Ricotta di Bufala Campana D.O.P. e Scamorza di bufala P.A.T. Deixaremos eles de lado, para uma futura oportunidade.
[+ detalhes]
18/07/2018
CASALE DI PIZZA AS DELICIAS DA SABOROSA CUCINA ITALIANA
Elegante e moderna, a forneria italiana Casale di Pizza oferece uma experiência gastronômica tipicamente italiana, em um ambiente confortável e em um cenário perfeito para passar ótimos momentos em família.Valorização da culturaA valorização da cultura italiana é um marco da Casale di Pizza, forneria italiana localizada em Moema, São Paulo, SP, que oferece um local acolhedor e de arquitetura simples para saborear pratos tipicamente italianos, cujos ingredientes selecionados fazem a diferença.A Casale di Pizza reflete o espírito da família Benassi, sempre reunida à mesa, com muita alegria e prazer pela culinária italiana. Suas receitas são preparadas com extrema dedicação e carinho pelo chef pizzaiolo Reinaldo Benassi, o primeiro em São Paulo a ser formado pela tradicional Scuola Italiana Pizzaioli.O amor de Reinaldo Benassi pela gastronomia italiana vem de família e ele nunca mediu esforços para se aperfeiçoar e aprimorar-se na arte de cozinhar com dedicação, carinho e maestria. Com isso, foi o primeiro em São Paulo a formar-se na Academia Italiana de Pizza, o maior ponto de referência para quem deseja se tornar um chef pizzaiolo, em um estreito aprendizado com um mestre que lhe passou os segredos e detalhes para criar uma verdadeira e incomparável pizza italiana.Além de um grande chef pizzaiolo, Reinaldo Benassi também se transformou em um exímio e diferenciado criador de massas. Todo esse know how, permitiu a criação de um cardápio diferenciado, que inclui opções de massas artesanais, pizzas clássicas, especiais e doces, preparados com ingredientes selecionados e em sua grande maioria importados. A Casale di Pizza trabalha para que cada prato seja realmente diferenciado e especial. As pizzas possuem massa crocante, de fino sabor, juntamente com uma seleção dos mais tenros tomates, que dão base a deliciosas coberturas que, levadas ao forno à lenha com temperatura ideal, proporcionam aos mais exigentes paladares uma sensação única de prazer e satisfação.São mais de 40 sabores no menu, destacando-se entre as opções, a Carcamano, que leva fatias de linguiça calabresa artesanal, salsa, cebola roxa, pimenta dedo de moça e erva doce; a Grandíssima, com mussarela, leve toque de gorgonzola, geleia de figos frescos e fatias de presunto cru; e a Quatro Formaggi, feita com queijos mussarela, emmental, mascarpone e parmesão. Para abrir o apetite, a sugestão é a famosa entrada Delicinha, uma massa brotinho fechada e recheada com Catupiry, mascarpone, parmesão, azeite extra virgem, sal grosso e alecrim.Com capacidade para 132 lugares, o espaço também recebe grupos para confraternizações, aniversários e eventos.Além disso, a cada quarenta dias, a casa abre suas portas para o curso ministrado pela Scuola Italiana Pizzaioli, indicado para iniciantes que buscam uma formação profissional de pizzaiolo, profissionais que querem enriquecer seu currículo e proprietários de pizzarias que desejam aprimorar seus conhecimentos.Menu tipicamente italianoA Casale di Pizza é um pedaço da Itália em São Paulo. Os Benassi jamais abrem mão do padrão de qualidade para oferecer o que há de melhor em pizzas, massas e em todas as delícias que compõem seu irresistível cardápio, composto por entradas, saladas, massas e, o carro-chefe da casa, as famosas pizzas! As entradas são compostas por receitas de famílias tradicionais e trazidas da Itália há mais de 100 anos! Entre as opção, estão Berinjela ao Forno (fatias de berinjela cobertas com mussarela, Catupiry, gorgonzola e uma leve pitada de alho); Corniccione Limone (massa fina e crocante com molho de azeite e limão siciliano, levemente apimentado); Corniccione Tradizionale (massa fina e crocante com molho de tomate e parmesão regados com azeite); Delicinha (massa brotinho fechada, com Catupiry, mascarpone, parmesão, azeite extra virgem, sal grosso e alecrim); Focaccia (massa fina de pizza com alecrim e sal grosso regados com azeite); e Rotolina Parma (molho de tomate, mussarela, abobrinha fatiada e parmesão), Rotolina Calabresa (mussarela, calabresa e tomate italiano picado) ou Rotolina Aliche (mussarela, aliche e tomate italiano picado).As saladas oferecidas pela Casale di Pizza são uma combinação perfeita de ingredientes, como a Caprese, que une folhas de rúcula, fatias de tomate-cáqui e mussarela de búfala, com molho genovese; ou a Tuna Salad, que harmoniza alface americana, lascas de atum, mussarela de búfala fresca e tomate-cereja com molho balsâmico; ou, ainda, a Carpaccio Especial, um verdadeiro deleite para o paladar!O cardápio de massas oferece uma opção mais irresistível do que a outra para quem quer degustar as delícias da cozinha italiana! As opções incluem Agnolotti Verde (ricota, nozes e passas); Capeletti di Carne; Caneloni (presunto e queijo); Fusili (ao sugo, calabresa e bolonhesa); Linguine (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); Lasanha ao sugo; Limone integral (cenoura, mussarela, ricota, gengibre, raspas de limão siciliano); Rondeli (requeijão e mussarela); Ravioli (mussarela de búfala e manjericão); Reginete (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); Espaguete (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); Tortelli verde 5 queijos; Tortelloni (mussarela e peperoni); Talharim (ao sugo, calabresa, bolonhesa, branco e ao pesto); e Zuca (abóbora, ricota, requeijão e rúcula).Pizzas especiais, gourmet, clássicas e docesO cardápio de pizzas oferecido pela Casale di Pizza merece um capítulo à parte! A harmonização de ingredientes, a massa crocante e as deliciosas coberturas transformam as pizzas em verdadeiras obras de arte que deliciam os olhos e o paladar! O cardápio de pizzas especiais da casa oferece uma seleção para todos os gostos e paladares. Escolha a de sua preferência entre Abobrinha (fatias frescas de abobrinha italiana sobre cream cheese, parmesão e leve toque de alho); Alcachofra (Catupiry e coração de alcachofra com azeitonas); Argentina (molho de tomate, mussarela e alho frito); Berinjela (mussarela, fatias de berinjela gratinada no azeite e parmesão); Bon Vivant (peito de peru, mussarela de búfala e azeitonas); Brócolis (molho de tomates italianos rústicos, com uma leve camada de mussarela, burrata e pesto de manjericão); Calabria (fatias de calabresa artesanal pré-assadas sobre mussarela); Carpaccio Speciale (fatias de carpaccio, alface americana, folhas de rúcula, palmito e cenoura ralada); Casale (mussarela de búfala, fatias de tomate-caqui e presunto cru); Cremona (molho de tomate italiano, atum especial em pedaços com gotas de gorgonzola); Da Nona (queijo emmental, fatias de berinjela, abobrinhas grelhadas e parmesão); Di Parma (molho de tomates italiano selecionados, finas lascas de Parma coberta com mussarela especial e tomates fatiados); Do Rei (leve toque de mussarela, escarola fresca, calabresa artesanal curtida em ervas de Provence, salpicada com parmesão); Finocchio (linguiça calabresa artesanal, erva doce refogada no azeite e queijo petit suisse); Margherita Gourmet (mussarela, tomate-cereja, parmesão em lascas e folhas de manjericão gigante); Margherita Speciale (mussarela de búfala, fatias de tomate e manjericão); Moema (mussarela de búfala, folhas de rúcula fresca e tomate seco); Pescador (cream cheese, alho poró e salmão defumado); Pesto & Pomodori (molho pesto, mussarela, tomate-cereja, folhas de manjericão e alho refogado); Sorpresa (mussarela, sorpresa veneziana e folhas de rúcula regadas com limão siciliano); Tonno (atum especial em pedaços, tomate picado, azeitonas pretas e alcaparras); Verona (mussarela, abobrinha grelhada, queijo Taleggio, queijo gorgonzola italiano e alho frito, opcional); e Zucchini (mussarela de búfala coberta com abobrinha grelhada e parmesão).Já o cardápio de pizzas gourmet dispõe de opções tentadoras e irresistíveis, como a Azzurra (mussarela de búfala, coração de alcachofra, tomate seco, tomate-caqui e salsinha); Burrata (molho de tomates italianos rústicos, com uma leve camada de mussarela, burrata e pesto de manjericão); Calabresa Especial Apimentada (calabresa artesanal, rodelas de cebola e azeitonas pretas); Caprese (mussarela, tomate-caqui, fatias de mussarela de búfala, pesto de azeitonas pretas e folhas de manjericão); Carbonara (molho de tomate, mussarela, gorgonzola, panceta, confit de tomates cerejas e cebola caramelada); Carcamano (fatias de linguiça calabresa artesanal, salsa, cebola roxa, pimenta dedo de moça e erva doce); Casale (mussarela de búfala, fatias de tomate-caqui e presunto cru); Di Casa (queijo mascarpone, alho-poró, parmesão e tomate seco); Do Pedro (queijo brie derretido, mussarela de búfala, folhas de rúcula fresca e presunto cru); Funghi & Poró (mussarela com deliciosa combinação de shitake e shimeji refogados no azeite e alho-poró); Grandíssima (mussarela, leve toque de gorgonzola, geleia de figos frescos e fatias de presunto cru); Originale (mussarela de búfala, fatias de queijo brie e presunto cru); Putanesca (molho de tomate fresco temperado com alcaparras, atum, anchovas italianas, fatias de tomate, manjericão e fios de queijo parmigiano); Quatro Formaggi (queijos mussarela, emmental, mascarpone e parmesão); e Vero Itália (polpa de tomate, calabresa pré-assada, mussarela de búfala e azeitonas pretas).A Casale di Pizza também oferece pizzas clássicas, mas com um toque especial. Entre as opções: 4 Queijos (Mussarela, gorgonzola, provolone e Catupiry); Aliche (filés de anchova importados sobre molho de tomate e parmesão); Atum (atum especial sobre molho de tomate fresco e cebola); Calabresa (calabresa artesanal, rodelas de cebola e azeitonas pretas); Calzone (tradicional pizza fechada com mussarela, presunto picado, ovos e Catupiry); Catupiry (autêntico catupiry e azeitonas pretas); Escarola (escarola refogada salpicada com filés de anchovas italianas, coberta de mussarela); Frango (autêntico catupiry e peito de frango levemente desfiado e refogado com leve toque de cebola e salsa); Margherita (mussarela, fatias de tomate e folhas de manjericão); Mozzarella (molho de tomate fresco, mussarela e orégano); Napolitana (mussarela coberta com molho de tomate fresco, fatias de tomate e parmesão); Palmito (palmitos selecionados, mussarela e azeitonas pretas); Pepperoni (mussarela, fatias de pepperoni levemente apimentado e toque de alho refogado); Piemontese (lombo canadense fatiado, mussarela e um leve toque de alho frito); Pizzaiolo (calabresa artesanal processada, pimenta cumari, finas fatias de tomate caqui, coberta com parmesão especial); Portuguesa (leve toque de mussarela, presunto Sadia, ovos, cebola e azeitonas pretas); e Sardenha (filés de anchovas italianas sobre mussarela e fatias de tomate).Para a sobremesa, pizzas doces... simplesmente irresistíveis! A de Chocolate, por exemplo, é elaborada sobre um fino disco de pizza, com camadas de chocolate com morangos. Já a de Banana tem como complementos açúcar, canela e rum.E, para acompanhar todas essas saborosas opções do menu, a Casale di Pizza dispõe de carta de vinhos com uma ótima variedade para satisfazer os paladares mais exigentes, além de também contar com o maravilhoso chopp gelado, entre outras bebidas. Tudo preparado com muito cuidado e dedicação; e um atendimento impecável!Casale di Pizzacasaledipizza.com.br
[+ detalhes]
18/07/2018
OS VEGETAIS E HORTALIÇAS NA CULINÁRIA ITALIANA
Quando falamos em culinária italiana, os produtos típicos que vêm à nossa mente são massas, queijos e o famoso gelato. No entanto, ignoramos um dos alimentos mais característicos dessa gastronomia: os vegetais.A culinária italianaQuem não conhece a famosa pizza, o vinho e as massas tradicionais da culinária italiana? País que sediou um dos maiores acontecimentos da história, como o Império Romano e o Renascimento, e trouxe um passado histórico riquíssimo, inclusive, na culinária.Tendo uma tradição culinária vasta, a gastronomia italiana adquiriu uma popularidade impressionante, não somente no país de origem, mas em todo o mundo. O segredo está nas técnicas sofisticadas, originalidade e uma maneira simples de produção, que resultaram em pratos especiais que sobreviveram ao tempo e evoluíram. Sem contar com o clima familiar, pois a culinária italiana está muito relacionada com o cotidiano da população que reside no país; os italianos gostam de sentar-se à mesa e apreciar o momento.A culinária italiana é uma das mais saborosas do mundo, com pratos que envolvem os mais variados tipos de vegetais, carnes e massas.Os vegetais e hortaliças ocupam lugar de destaque nessa gastronomia e é fácil explicar o por que. Harmonização e balanceamento são as palavras chave nos pratos das famílias e dos restaurantes italianos. Os vegetais são fundamentais nesse sentido. Enquanto a maior parte da população mundial não ingere a quantidade recomendada, a Itália é considerada o segundo maior consumidor de vegetais e hortaliças da Europa.O relevo, o clima temperado mediterrâneo, o solo rico em nutrientes e a variedade de espécies, são fatores que favorecem o cultivo de vegetais. Batatas, cenouras, aspargos, berinjelas, tomates e brócolis são os tipos mais populares. Seja em saladas, em acompanhamentos ou na elaboração de caldos, o uso dos vegetais é muito importante para a Dieta Mediterrânea e traz como resultado uma refeição saborosa, harmônica e balanceada, durante o ano todo.A variedade é um ponto importante, já que um prato colorido é sinônimo de saúde. Vegetais e hortaliças são considerados alimentos antioxidantes, que atuam na prevenção de diversos tipos de doenças, combatendo o envelhecimento precoce e fortalecendo o sistema imunológico. Além disso, são boas fontes de vitaminas, minerais e fibras.Paixão por vegetaisA cozinha mediterrânica é a alma de toda a cozinha italiana, já que inclui em quase todos os pratos azeite, vários tipos de vegetais e ervas aromáticas.Os pratos italianos caracterizam-se pela forte presença de carboidratos, representados pela massa e arroz. As massas são sempre conjugadas com molhos e geralmente confeccionadas a partir dos mais diversos vegetais. São estes ingredientes que fazem da gastronomia italiana uma das melhores combinações nutricionais.Na Itália, existem mais de 25 milhões de hectares de terras agrícolas que produzem uma grande variedade de vegetais, incluindo muitos que se tornaram verdadeiros símbolos da culinária italiana. Os exuberantes molhos de tomate devem seu sabor aos tomates italianos, as oliveiras das regiões do Sul fornecem um aperitivo de primeira classe e, claro, se falamos de terra cultivada, temos que mencionar milhões de hectares de vinhas (mesmo que não sejam vegetais), onde nascem os melhores vinhos italianos.Por tudo isso, os vegetais constituem uma grande e importante parte da gastronomia italiana, principalmente pelo aroma e sabor que incorporam às refeições. Os vegetais estão sempre presentes nos pratos italianos. Berinjelas, pimentões, abobrinhas, aspargos, espinafres, abóbora, alcachofra e tomate são ingredientes indispensáveis. Na cozinha tradicional italiana, as receitas modernas incluem vegetais grelhados e salteados, nomeadamente de berinjela, pimentão e abobrinha. Segundo pesquisas, 91% dos italianos adoram vegetais e, o mais impressionante para nós brasileiros, é que os jovens são a força motriz do seu consumo nos últimos 10 anos. As pesquisas mostram, ainda, que dos quase 50 milhões de italianos que gostam de vegetais, sete de dez os consomem porque são saborosos e não apenas porque são saudáveis. O crescimento de vegetarianos e veganos na Itália também contribui para o aumento do consumo de vegetais, os quais não podem mais ser considerados como um acompanhamento nas refeições. Segundo pesquisas, para seis de cada dez italianos, os vegetais são o prato principal do seu cardápio diário. Em média, os italianos consomem vegetais uma vez por dia, embora 20% deles consumam dez porções de vegetais por semana. No ranking de maior consumo, as mulheres estão em primeiro lugar - consomem vegetais com mais frequência do que os homens - e, geograficamente, o Norte da Itália confirma-se como um dos pilares do consumo de vegetais.Ingredientes indispensáveisVegetal é um termo gastronômico/nutricional que se refere a diferentes partes de uma planta (as folhas, os frutos, as raízes, os brotos das hastes jovens) que são usados na nutrição humana. Os vegetais são usados de várias maneiras: como um prato em si, como um acompanhamento para carne, peixe e queijo, como um ingrediente de recheios e, ainda mais raramente, como um ingrediente doce. Dependendo do tipo, 90% a 95% do seu peso consiste em água e contém quantidades elevadas de fibras, que dão saciedade, esvaziamento gástrico lento e melhoram a função intestinal.Como em toda a cozinha mediterrânica, os vegetais estão presentes em muitas receitas e a moderna culinária italiana incorpora, no mínimo, um ou dois vegetais chave para acompanhar quase todos os pratos de uma refeição.Mas quais são os vegetais mais cultivados e consumidos na Itália? A lista é ampla e variada, sendo que muitos deles não são saboreados no Brasil.Abóbora (Zucca)A abóbora é um vegetal típico do outono italiano. Devido a seu sabor que tende para o doce, a abóbora é utilizada no preparo de pratos doces e salgados e, também, para mostardas e compotas. Adequada para aqueles que seguem uma dieta baixa em calorias, possui ainda propriedades diuréticas e depurativas. A abóbora pode ser encontrada em vários tamanhos e formas, bem como sua pele manchada pode ter cores diferentes. Sua polpa é farinhenta e de vários tons de laranja, dependendo da variedade. Possui sabor adocicado e deve ser consumida cozida. Suas flores e sementes podem ser salgadas e torradas, servindo também como alimento. Na Itália, é cultivada sobretudo nas áreas de Mântua, Piacenza e Verona. Este vegetal está presente em vários pratos italianos, sendo ideal em risotos, sopas e como recheio de tortelli. A abóbora assada com uma pitada de óleo é um dos pratos saborosos e de baixa caloria muito utilizado pelos italianos. Mas o mais famoso prato italiano com abóbora é o tortelloni feito com massa de abóbora e ovo, além da mostarda da abóbora de Mantua.Abobrinha (Zucchina) A abobrinha, é uma espécie da família Cucurbitaceae, cujos frutos são utilizados imaturos. A planta que produz a abobrinha é nativa da América Central e do Sul e pertence à mesma família de melões, pepinos e abóboras amarelas.A Itália é um dos principais produtores de abobrinha da Europa e do mundo. Este vegetal não é apenas produzido, mas também consumido de maneira maciça e de diferentes formas. É popular e comumente usada na cozinha italiana. As abobrinhas podem ser verde escura ou verde clara, com formato semelhante ao de um pepino. Quando usadas na culinária, são colhidas com menos de 8 cm, quando as sementes ainda são suaves e imaturas. As abobrinhas são os vegetais perfeitos do verão italiano. Pode ser servida grelhada, cozida, recheada, assada, cozida a vapor, frita ou como parte de outras receitas. São excelentes consumidas cruas e ideais para serem cozidas como acompanhamentos leves de carne, peixe, ovos e queijo. Podem ser fervidas inteiras, picadas ou em pedaços por alguns minutos, cozidas no vapor, grelhadas (fatiadas), amassadas e fritas. É usada como ingrediente de minestrone, macarrão e risoto, sendo também famosa como recheio de pizza ou de omeletes. Um dos tradicionais prato italianos é o quiche de abobrinha, uma torta saborosa em que o ingrediente principal, a abobrinha, pode ser combinada com muitos outros ingredientes, como queijo, camarão e outros vegetais. Acelga da costa (Bietola da costa)Também conhecida na Itália como bieta ou bida ou, simplesmente, costa, é uma variedade da acelga comum. Trata-se de um vegetal da família Chenopodiacee, tendo caule herbáceo e grandes folhas verdes brilhantes, com costelas centrais intensas. Possui sabor adocicado e suas folhas e a parte tenra e carnuda do caroço são comestíveis. Na culinária italiana, a acelga pode ser utilizada como os cardos, ou seja, aproveitando-se apenas as costelas, sem usar a lâmina. A acelga verde é praticamente usada como o espinafre; na verdade, é preferida por ter sabor mais doce. Pode ser usada no preparo da Valtellina pizzoccheri ou ser cozida e refogada ema panela, com tempero à gosto. É amplamente usada como substituto do espinafre. Bem lavadas, são fervidas em água salgada, sem cozinhá-las. Podem ser cobertas com manteiga e parmesão ou colocadas no forno com queijo e bechamel.Agretti (Agretti)De origem italiana, o agretti (não há vegetal similar no Brasil) é uma jovem muda de um vegetal de primavera, rico em sais minerais e propriedades purificantes. Suas folhas, em forma de agulha, são filiformes e lembram a cebolinha, mas se distinguem desta por serem mais finas, mais planas e cheias quando cortadas. São de um verde brilhante, tendo base avermelhada e dura, quase pungente. O sabor é azedo, semelhante ao espinafre.Tradicionalmente, o agretti é cozido e servido com azeite e gotas de limão, que acentuam seu gosto mineral. Também é excelente com alho, tomate e anchovas.Aipo (Sedano)Pertencente à família Umbellifera, o aipo é um alimento amplamente utilizado na culinária italiana. É usado principalmente, juntamente com a cenoura e a cebola, no preparo de refogados, onde é considerado um ingrediente básico.É também um ingrediente importante em caldos de legumes e carne, assados, sopas e saladas. Também pode ser consumido cru, depois de retirado os filamentos, acompanhado de vinagrete.O aipo é um grande aliado para saciar a fome, sendo recomendado para consumo a qualquer hora do dia. Sua parte mais doce é a interna, chamada de coração. Também é muito apreciado como aperitivo e petisco; e pode ser servido como "recipiente" para queijo, preferencialmente tipo faixa azul ou de cabra, acompanhado de nozes.Alcachofra (Carciofo)A alcachofra é uma planta espinhosa cultivada na Itália e em outros países para uso alimentar e, secundariamente, medicinal. Do ponto de vista botânico, a alcachofra é uma inflorescência em forma de cesto, de cor verde acinzentada; existem variedades que tendem para o violeta. As brácteas, ou seja, as escamas compactas que formam a cabeça da flor podem ter ou não espinhos. Também variam dependendo do tamanho. As folhas são grandes, oblongo-lanceoladas, tendo extremidades espinhosas dependendo da variedade. As flores são reunidas em um cesto de forma esferoidal, cônica ou cilíndrica de 5 a 15 cm de diâmetro e são azul-violeta. A parte comestível da alcachofra é a base das brácteas e do receptáculo, este último chamado comumente de coração. Na Itália, as alcachofras e suas receitas são consideradas patrimônio cultural. A relação dos italianos com as alcachofras vem do tempo dos etruscos e romanos, que os exaltavam em deliciosos pratos com mel ou vinagre.As alcachofras, quando muito macias, podem ser comidas cruas, com óleo, limão e hortelã, ou cozidas e temperadas com azeite, sal e pimenta, ou empanadas e fritas. Também são excelentes à sauté, salteados em uma panela com alho, óleo e pimenta. São usadas, ainda, em sopas, massas, omeletes e saladas. As alcachofras maduras recheadas com uma mistura de migalhas de pão, queijo e óleo e assados são um prato italiano clássico.As alcachofras também podem ser comercializadas congelados e prontos para uso, conservadas em vinagre, em óleo, etc.Alho (Aglio)O alho é um vegetal da família Liliacerae, sendo encontrado na forma de raiz; seu bulbo, vulgarmente conhecido como cabeça, é constituído por vários dentes, os quais são empregados como condimento culinário e como medicamento há centenas de anos em todo o mundo. Seu inconfundível sabor e cheiro, encontra uso muito amplo e versátil na culinária como aromatizante ou como ingrediente principal de algumas receitas, como o tradicional pesto genovês. O alho pode ser consumido cozido, cru, seco ou fresco. Este último possui aroma mais intenso e é encontrado nos meses do verão italiano. É especialmente utilizado para fazer conservas de alho marinado. Na culinária italiana, seu principal emprego é como tempero e como ingrediente de molhos. No entanto, algumas receitas clássicas, vêm o alho como ingrediente chave, entre elas a Aioli (maionese de azeite com alho esmagado); o renomado pesto genovês; o pesto alla trapani; a tradicional bagna cauda piemontesa; a agliata, um molho obtido pelo esmagamento de alguns dentes de alho, adicionado de sal e azeite (pimenta à gosto) e misturado com um pouco de pão ralado embebido em vinagre branco até obter um molho cremoso e suave, que pode dar sabor a carnes e peixes cozidos. É também um ingrediente indispensável da saborosa bruschetta, sendo "esfregado" cru no pão torrado.Alho-porró (Porro)O alho-porro (Allium ampeloprasum L.) é uma planta herbácea bienal pertencente à família Liliaceae. Possui gosto muito semelhante à cebola, substituindo-a com frequência. A parte comestível é representada pela parte terminal das folhas (a parte branca), enquanto a parte verde das mesmas folhas é comumente descartada. Além de muito apreciado na culinária, também é usado para fins medicinais. É um vegetal de outono e inverno, cultivado em estufas e em campos abertos.O alho-poró é usado na culinária italiana como vegetal e como erva aromática. É usado cru, como condimento, ou cozido em várias preparações ou, ainda, para refogar, substituindo a cebola. Mais delicado do que a cebola, pode substituí-la também em sopas, caldos, risotos, omeletes, tortas, ensopados, cremes e molhos. Cortado em rodelas finas, pode ser consumido cru em pinzimonio ou usado para enfeitar e aromatizar saladas. O alho-porro também é usado como erva aromática em preparações de carne cozida, sopas de peixe e para aromatizar carne de porco e cordeiro. Também é usado para embalar alimentos durante o cozimento, como peixe, por exemplo peixe. Pode, ainda, ser fervido e gratinado com manteiga e queijo, ou simplesmente temperado, depois de fervido, com azeite e limão.Aspargos (Asparagi) Originários da Antiguidade, os aspargos são a parte comestível de uma planta herbácea perene, primaveril, o Asparagus officinalis. São brotos jovens que surgem na base dos rizomas lenhosos, tendo forma alongada, consistência carnuda e sabor bastante delicado, que se assemelha ao da alcachofra; seu sabor muda ligeiramente dependendo do tipo: verdes, brancos, violetas ou selvagens. Delicados, perfumados e ideais para enriquecer cada prato, os aspargos são um dos símbolos gastronômicos da chegada da primavera na Itália. Várias são as tradicionais receitas italianas de aspargos. Este vegetal de haste suculenta é usado em sopas, saladas, recheios e cozidos ou, ainda, acompanhados por ovos, manteiga, parmesão ou molhos e vinagrete. Os aspargos brancos, verdes e violetas são adequados para todas as preparações; para omeletes e sopas são preferíveis os aspargos selvagens.Seja qual for a forma que forem preparados, possuem sabor característico e são uma grande fonte de fibras e antioxidantes. Para fervê-los, os italianos utilizam um pote especial chamado "asparagiera".Berinjela (Melanzana)A berinjela, é um vegetal de verão. Apresenta grande variedade de formas e cores, de acordo com as variedades da planta da família Solanaceae, a mesma das batatas, tomates e pimentões. As muitas variedades se distinguem pela forma, alongadas, redondas ou ovais, e pela cor. A polpa é carnuda, branco-esverdeada, e seu sabor característico e bastante picante. Deve ser consumida absolutamente cozida.É difícil imaginar a culinária italiana sem a berinjela. A primeira referência à berinjela na Sicília data de 1309; hoje, dezenas de variedades de berinjela são cultivadas na Itália. A beringela possui a propriedade de absorver muito bem gorduras alimentares, incluindo o óleo, o que permite o preparo de pratos muito ricos e saborosos. As berinjelas são usadas na culinária em receitas à parmegiana, siciliana caponata, recheadas, fritas, empanadas ou como ingrediente de molhos para cobertura de massas, ou ainda, cozidas e grelhadas.Borragem (Borragine)A borragem (Borago officinalis L.), é uma planta herbácea anual mediterrânea, nativa do Sul da Europa e do Oeste da Ásia. Também chamada de Borrana pelos italianos, é uma planta muito difundida e que possui muitas propriedades; estudos estão em andamento sobre os seus possíveis efeitos carcinogênicos. As folhas da borragem são consumidas cozidas. É um alimento básico para os tradicionais pansotti, da Ligúria. Seu óleo é extraído das sementes por prensagem a frio.A borragem é uma erva com sabor semelhante ao do pepino. Suas folhas frescas são usadas em saladas para substituir os pepinos. Atualmente, alguns chefs usam as folhas apenas escaldadas em água fervente, como substituto para o espinafre fresco, embora seja sempre recomendado cozê-las. É excelente em sopas, acrescentando um sabor característico, bem como para aromatizar chá gelado. Cardos (Cardo)O cardo (Cynara cardunculus altilis) é um vegetal do inverno italiano semelhante ao aipo, mas pertencente à família das alcachofras. Até mesmo o seu sabor é semelhante ao da alcachofra, característico e amargo, porém com nuances que lembram o aipo. Ao contrário da alcachofra, os cardos são consumidos pelos caules, os quais são muito longos: de 60 a 150 cm.Os cardos podem ser consumidos cozidos, gratinados no forno ou fritos. O primeiro cozimento, de duas a quatro horas, geralmente é feito no leite ou na água.No Piemonte, são acompanhamentos da famosa Bagna cauda. Na Sardenha, os cardos selvagens são utilizados na produção de licores ou produzidos em óleo.Cebola (Cipolla)A cebola (Allium cepa) é uma das mais antigas espécies hortícolas, atualmente cultivada em todas as partes do mundo. É amplamente utilizada na culinária e rica em propriedades terapêuticas como descongestionante para a faringe, desintoxicante para o fígado, para o intestino, para anemia, antibiótico e vermífugo. A parte comestível da planta é o bulbo, do qual as escamas (ou túnicas) são consumidas cruas ou cozidas.A cebola é um dos aromas mais usados na culinária de todos os países. Seu sabor particular proporciona preparações saborosas e realça outros ingredientes utilizados em vários pratos nacionais e internacionais. Na culinária italiana, a cebola é usada como ingrediente no preparo de muitos pratos, tanto como base (frita) para sopas, minestrone e risoto, carne e molhos, como para compor saborosas saladas, ou como protagonista, como é o caso da sopa de cebola, cebolas recheadas, cebolas cozidas e omelete de cebola, ou ainda, os saborosos anéis de cebola fritos.As cebolas também são cada vez mais populares entre os queijos e, as cebolas pequenas, também podem ser preparadas em conserva, para acompanhar aperitivos cozidos ou simples.Cenoura (carota)A cenoura (Daucus carota) é uma das hortaliças mais populares e comuns do mundo. Além de dar cor aos pratos, possui muitas propriedades nutricionais. Na culinária italiana, seu uso é variado, podendo ser um ingredientes no preparo de purê de batatas, sucos, sopas, sobremesas, etc., além de ser consumida crua, em saladas, ou refogada com aipo e cebola. Pode ser cortada de várias formas e se tornar uma bela decoração para qualquer prato. Chicória (Radicchio)A chicória é um dos mais famosos vegetais da gastronomia italiana, pelo seu sabor inconfundível e seus muitos usos em várias receitas. Pode-se encontrar três variedades de chicória: vermelha, verde clara e branca. Do primeiro grupo, as mais famosas são de Treviso, Verona e Chioggia. Além disso, a chicória pode ser mais doce ou amarga, dependendo do período em que é cultivada. A "precoce" é mais doce e a "tardia" mais amarga.Desde os tempos romanos e gregos, este vegetal está associado a propriedades curativas e, até mesmo, soníferas. Mitos à parte, a chicória contém quantidades importantes de potássio, fósforo, sódio, ferro, magnésio, manganês, cálcio, vitaminas e aminoácidos, alem de contribuir com apenas 14 calorias por 100 gramas, o que a torna altamente nutritiva e valorizada nos mais variados tipos de pratos. Na culinária, os vários tipos de chicória são usadas, principalmente, no preparo de saladas cruas e mistas, em pinzimonio, grelhado, sauté ou como ingrediente principal de risotos. Seu uso é cada vez mais ampliado a preparações especiais, como em biscoitos com chicória. Na culinária do Sul da Itália, a chicória é frequentemente combinada com pratos de legumes. A chicória vermelha presta-se muito bem para dar um leve toque de amargor às saladas ou, se cozida, em risotos, como o clássico risoto com gorgonzola e chicória.Couve-flor (Cavolfiore)Vegetal típico do inverno italiano, a couve-flor é uma das variedades mais comuns de repolho. Possui forma arredondada e cor branca, tendo inflorescência compacta, com peso que varia de 1 a 1,5 kg. Graças ao perfeito equilíbrio dos seus componentes, a couve-flor apresenta efeito benéfico para a saúde de todo organismo e contém poucas calorias. O seu suco também é usado para fins terapêuticos.É amplamente consumida na culinária italiana como acompanhamento, sendo fervida e temperada com azeite e vinagre (ou limão); conservada em picles; gratinada com molho bechamel; frita; e como condimento para massas ou sopas.Quando tenra e fresca, é excelente crua, cortada em fatias muito finas e combinada com outros vegetais em saladas. Uma das variedades de couve muito utilizada na culinária italiana é a couve de Bruxelas (Cavolini di Bruxelles) que, apesar do nome, é nativa da Itália, tendo sido introduzida na Bélgica por legionários romanos. Esta couve miniatura possui folhas redondas que formam brotos arredondados, verde-claros, constituindo saborosos pratos.A culinária italiana prepara a couve de Bruxelas de maneira simples e fácil: cozida e temperada como qualquer salada. A maneira italiana mais clássica de prepará-las é assá-las no forno com bechamel, manteiga e parmesão.Couve lombarda (Verza)A couve lombarda é uma variedade de repolho, um vegetal de inverno utilizado em várias receitas da culinária italiana, tanto na forma crua como cozida. É um ingrediente da Casoeula, uma receita típica Lombarda, e de Valtellina Pizzoccheri. Possui folhas enrugadas e encrespadas, com nervuras proeminentes de cor verde intenso; as folhas internas são branco-amareladas. A parte comestívelpode ser esférica ou subesférica, achatada ou cônica. O peso varia de 1 a 2 kg. O sabor é intenso e característico e as folhas são crocantes.A couve lombarda pode ser preparada crua, estufada ou brasa e é ingrediente de muitos tipos de sopas, com macarrão ou arroz, e de preparações como a Cassoeula, prato típico da Lombardia.Dente-de-leão (Tarassaco)O dente-de-leão é uma erva perene, que cresce espontaneamente. É difundida e conhecida na cultura popular italiana por suas propriedades e, na culinária, por seu típico sabor amargo. Todas as partes da planta, desde as folhas, até as raízes e as flores são usadas. Seu suco, ou látex, é muito amargo. O principal uso do dente-de-leão na culinária italiano é no preparo de saladas; oferecendo excelente combinação com o agrião, devido a suas folhas mais tenras. Suas folhas também podem ser cozidas, sendo consumidas com azeite e vinagre ou cozidas em uma panela com azeite e alho. São, também, muito usados como ingrediente principal de sopas e omeletes. Os brotos das flores e os botões podem ser armazenados em salmoura ou em vinagre para serem usados como uma espécie de alcaparras. Uma parte muito boa e pouco conhecida é a raiz do dente-de-leão, que pode ser cozida e temperada com azeite, oferecendo um prato delicioso.Escarola (Scarola)Muitas vezes confundida com a chicória e embora sejam do mesmo gênero, o Cichorium, a escarola é um vegetal com sabor fresco e delicado, do qual as folhas são comestíveis. A variedade belga possui a forma de um grande charuto de cor creme, porque é cultivada no escuro, técnica que permite que as folhas permaneçam brancas e mais doces ao palato. Pode ser consumida crua ou cozida.Espinafre (Spinaci)O espinafre é um vegetal com folhas verdes carnudas, típico do inverno italiano; está entre os vegetais frescos mais usados na culinária italiana. Famosa por seu conteúdo de ferro, fornece excelentes valores nutricionais ao organismo.O espinafre é um alimento precioso na culinária italiana, sendo utilizado no preparo de receitas saborosas e, também, para ser consumido cru, em saladas, utilizando-se espinafres ainda jovens, tenros e com folhas suaves.A culinária italiana utiliza o espinafre como ingrediente de várias receitas. Quando crus, são um dos ingredientes do vinagrete; quando cozidos, são ideais para orecheio de croquetes, tortas salgadas ou massas frescas, como o famoso ravioli de ricota e espinafre, sendo ainda usados para pudins ou flans. Muitas receitas da tradição italiana utilizam o espinafre como ingrediente principal, como o erbazzone, o bolo Pasqualina e o strangolapreti do Trentino.Pepino (Cetriolo)O pepino (Cucumis sativus) é um vegetal pertencente à família Cucurbitaceae, cultivado desde a Antiguidade para fins alimentícios. Composto por 96% de água e quase sem calorias, é um vegetal tipicamente de verão, para ser consumido cru em saladas. É também o ingrediente principal do molho grego feito com iogurte e alho, chamado Tzatziki.Na Itália, os pepinos são consumidos predominantemente crus, em refrescantes saladas de verão.Pimenta (Peperoncino)A pimenta, assim como o pimentão, pertence ao gênero Capsicum L., plantas da família Solanaceae. Existem centenas de espécies de pimentas que podem ser picantes, doces ou ornamentais. A capsaicina contida nelas é o alcaloide que determina sua ardência. É um condimento muito popular e há muitas preparações à base de pimenta, como páprica, tabasco, curry ou chutney. Na culinária italiana, a pimenta pode ser consumida fresca, seca, defumada, cozida ou crua para dar sabor e aromatizar qualquer tipo de prato feito de carne, peixe, macarrão ou molhos. Na Itália, é amplamente utilizada como base de pratos regionais, principalmente em todo o Sul da península. Na Calábria, por exemplo, é ingrediente para a típica nduja; e na Basilicata, é usada no farelo de pimentas. Pelo sabor que dá aos pratos, a pimenta é um "culto" na cozinha italiana. O espaguete temperado simplesmente com alho, óleo e pimenta, é um prato italiano riquíssimo em sabor.Algumas variedades de pimenta são recomendadas para consumo imediato e outras, como a Habanero, por exemplo, podem ser secas e moídas. Desta forma, aumenta a concentração de capsaicina e, portanto, sua ardência. Um excelente tempero para qualquer prato é o óleo de pimenta, que pode ser facilmente preparado em casa. Pimentão (Peperone)O pimentão é um vegetal da família Solanaceae. De todos os vegetais que o verão italiano oferece, os mais coloridos e saborosos são os pimentões. O pimentão italiano é mundialmente conhecido não só pela sua qualidade, mas também pela sua versatilidade em várias receitas, constituindo um ingrediente básico nas receitas da Itália. Um condimento sem igual, superado apenas pelo seu uso como ingrediente principal. A palavra italiana para pimentão é peperone e seu plural é peperoni. O pimentão adiciona cor, textura e doçura e seu sabor distinto combina bem com outros ingredientes italianos. É encontrado nas variedades verde, vermelha, amarela, laranja, branca e roxa. O pimentão verde é menos doces e um pouco mais amargo do que o pimentão vermelho, amarelo ou laranja. Comparado ao pimentão verde, o pimentão vermelho possui mais vitaminas e nutrientes e contêm licopeno. O sabor do pimentão pode variar dependendo do armazenamento e das condições de cultivo.O pimentão pode ser consumido cru, em saladas, no pinzimonio ou no Bagna Caoda, um prato típico do Piemonte à base de anchovas, onde o pimentão e outros vegetais são mergulhados. Outro prato típico italiano feito com pimentão é o Peperonata, no qual todas as variedades são adequadas para o seu preparo, que pode incluir ainda batatas e carne moída, refogados em molho de tomate, doce e azedo. Outra receita tradicional da culinária italiana é o pimentão recheado. Para esta receita, o pimentão arredondado é mais indicado, podendo ser recheado à vontade com carne, salsicha, atum, outros vegetais e assados no forno. O pimentão também é um dos vegetais presentes na caponata, um prato típico da culinária da Sicília, que consiste em beringela salteada em um refogado de tomate e cebola em azeite, temperado com alcaparras, vinagre e açúcar. Refogado, frito ou recheado, as receitas italianas de pimentões oferecem uma experiência gastronômica única.Repolho (Cavolo)Pertencente à família Cruciferous, o repolho (Brassica Oleracea) é um vegetal típico do inverno italiano, tendo folhas ou inflorescências, que ainda não amadureceram, comestíveis. São ideais para uma dieta saudável e equilibrada.Na culinária italiana, o repolho é usado para o preparo de sopas, minestrone e risotos. Pode ser consumido cru, em saladas, ou cozido, como acompanhamento de diversos pratos. Uma das formas mais típicas de consumo é cozido em um pouco de água salgada com adição de vinagre e servido quente com manteiga derretida, pimenta e sal.Existem muitas variedades cultivadas que diferem em forma, cor e sabor. Uma delas é o repolho preto, também chamado de "repolho preto da Toscana" ou "repolho caneta". O repolho preto é um vegetal de inverno com múltiplas propriedades: prevenção de várias formas de câncer, úlcera gástrica e colite ulcerativa, além de apresentar baixas calorias. Esta variedade de repolho, típica da culinária toscana, possui uma folha longa, verde intenso com reflexos quase azuis, tendo sua costela mais clara. A superfície da folha é cheia de bolhas. Seu cheiro é ácido.O repolho preto é um ingrediente fundamental da culinária toscana e da famosa ribollita, uma sopa de feijão com pão amanhecido e vários vegetais. É também excelente para o preparo de sopas e, muitas vezes, é combinado com feijão.Na Toscana, também é usado para o preparo de Cavolo nero con le fette (repolho preto em fatias); e de bruschetta, onde é usado em pão torrado. Ou, ainda, bem cozido e refogado em uma panela com alho e óleo.Outra variedade muito apreciada na culinária italiana é o repolho romanesco (Cavolo romanesco), também conhecido como repolho de brócolis romanesco, repolho romano ou, simplesmente, brócolis. O brócolis surpreende pela perfeição do design de suas florzinhas, que são repetidas como fractais. surpreende pela perfeição do design de suas florzinhas, que se repetem como fractais. É uma das hortaliças de uso mais antigo. Sempre presente na culinária italiana, dependendo da preparação, além das cabeças, também se utilizam as folhas mais tenras, que são excelentes e definitivamente melhoram o sabor de qualquer preparação à base de couve-flor.De cor verde clara brilhante, possui formas muito especiais e sabor doce. O brócolis romano, assim como toda variedade de repolho, pode ser consumido cru, temperado com azeite, sal e limão; ou cozido de várias maneiras: cozido e refogado em uma panela, frito ou usado em sopas.Rúcula (Rucola)A rúcula é conhecida desde a Antiguidade pelo seu perfume aromático e sabor ligeiramente picante e absolutamente inconfundível, bem como por suas propriedades estimulantes, depurativas, digestivas e afrodisíacas. Apreciada por seu sabor picante, as folhas frescas de rúcula são amplamente utilizadas em saladas e molhos; para enriquecer sanduíches e pizzas; realçar alguns queijos macios; e ideais com carpaccio de carne ou bresaola. Quando cozida, combina perfeitamente com macarrão, arroz, ovos cozidos, recheios de carne e sopa de legumes.Suas sementes também podem ser usadas, por exemplo, para substituir sementes de mostarda, ou para fazer óleo. Batida com pinhões e queijo parmesão, é um dos ingredientes básicos da clássica salada misticanza. O pesto de rúcula é um excelente molho para complementar vários tipos de massa, além de ser um ótimo acompanhamento de arroz e batatas. Tomate (Pomodoro)O famoso pomodoro, ou tomate para nós brasileiro, são frutos carnudos de uma planta de solanácea nativa da América Latina. Possuem características muito diferentes dependendo da variedade, em termos de cor, forma, tamanho e características de sabor. Na Europa, foi cultivado por muito tempo apenas para fins ornamentais, uma vez que os frutos não eram considerados comestíveis. Recebeu poderes misteriosos e afrodisíacos e, por essa razão, foi empregado em poções mágicas pelos alquimistas dos séculos XVI e XVII. Hoje, são considerados aliados preciosos da saúde, sendo a base de muitos pratos da cozinha mediterrânea.Dependendo da variedade, o tomate é amplamente usado em saladas, sopas, molhos, condimentos, conservas, sucos e coquetéis, como o famoso Bloody Mary. São saborosos recheados e com mussarela, o chamado "caprese", um dos pratos típicos da gastronomia italiana à base de tomate.A Itália se orgulha de ser o principal produtor de tomates da Europa. O país produz entre seis e sete milhões de toneladas de tomates por ano em suas principais regiões de cultivo: Emilia Romagna e Campagna, no Sul; Puglia, no Norte, e Sicília. A cultura italiana divide os tomates em duas classes: insalata e Pomodori. Insalata são os tomates adequados para uso em saladas, consumidos crus; são arredondados, de superfície lisa e/ou divididos em uma espécie de segmentos. Pomodori são os tomates para cozinhar, incluindo-se uma série de receitas, inclusive, o molho de tomate. Para esta finalidade culinária, os tomates são piriformes (em forma de pedra), alongados, muito carnudos e de uma cor vermelha intensa.Também são usados para fabricação de tomates secos e conservas, sendo os mais adequados os que possuem frutos pequenos, vermelhos ou amarelos, redondos, ovais ou piriformes, muitas vezes agrupados. Um dos tipos mais utilizados na preparação de molhos é o San Marzano. Também chamado depomodoro San Marzano ell'Agro Sarnese-Nocerino, é considerado como o melhor tomate do mundo para o preparo de molhos. É a variedade de tomate que produz um dos molhos de tomate mais apreciados na culinária italiana, particularmente no uso empizzas. O tomate San Marzano apresenta tamanho médio, com formato retangular, muitas vezes terminando-se em ponta. Apresenta baixo conteúdo de glicose e acidez e é o mais adequado para conservação e enlatados.Comparados com os mais conhecidos tomates de Roma, os tomates San Marzano são mais finos e pontiagudos em sua forma. A carne é muito mais grossa, com menos sementes, e o gosto é muito mais forte, mais doce e menos ácido, sendo descrito como agridoce.O tomate é bastante colorido, saboroso e versátil, sendo, portanto, usado em abundância na culinária italiana. O molho de tomate é um pilar da cozinha italiana, saladas de tomate com queijo ou simplesmente tomates em conserva compõem o sabor autêntico da Itália.Usado para temperar massas ou consumido cru em saladas, o tomate deve sempre ser acompanhado por um pouco de azeite extra virgem ou um copo de vinho tinto, ampliando a assimilação pelo organismo das vitaminas lipossolúveis e aumentando a atividade antioxidante do licopeno.Topinambour (Topinambour)Abandonado há anos e atualmente reavaliado pela culinária italiana, o topinambour tem sido, durante décadas, um alimento substituto da batata. É um tubérculo comestível, com polpa carnuda e esbranquiçada, que oferece um sabor delicado e doce, semelhante à alcachofra e próximo ao sabor e consistência da batata. Sem similar conhecido no Brasil, o topinambour pode ser consumi cru, em saladas, cortado em fatias finas e temperado com óleo, salsa e cebola, ou cozido. Assim como as batatas, pode ser frito ou usado, utilizado para fazer panquecas ou purê, com adição de manteiga. Na culinária piemontesa são típicos da bagna cauda e do fondue.Os tubérculos de topinambour mais adequados para uso na culinária devem ser firmes, com casca acastanhada violeta, sem dentes ou lesões. Os melhores são alongados, cor-de-rosa e lisos.Vagem (Fagiolini)Também chamados de Bobis, boby, bobby ou cornetti, são as vagens imaturas do feijão Phaseolus vulgaris, da família Papilionaceae. Na variedade boby, estes grãos possuem cor verde profunda e forma alongada e fina; a semente é branca. Crescem em plantas anãs ou trepadeiras; De alguma dessas plantas são consumidas as vagens (feijão verde) e de outras as sementes (feijão). As vagens e sementes são consumidas em saladas com cebola ou alho, temperadas com azeite e vinagre ou limão. Na Puglia, são encontradas como especialidades em óleo. Quando cozidas em uma panela, com tomate, por exemplo, devem primeiro ser fervidas um pouco al dente (por cerca de 5/8 minutos). Podem ser usadas no preparo de omeletes, tortas salgadas ou servidas como primeiros pratos, acompanhadas de batatas cozidas. A culinária italiana possui muitas elaborações com vegetais e hortaliças. Espinafre, tomate, cardo, aspargo, abobrinha, berinjela e outros citados acima, são apenas alguns deles. Versatilidade é a magia que faz desses vegetais o principal ingrediente da culinária italiana.O tempero certo para cada pratoHá temperos que nos lembram certas gastronomias e o italiano, no qual o sabor, o bom produto e as nuances intensas prevalecem, é um deles. É claro que na culinária italiana, o equilíbrio entre ingredientes é essencial, assim como as suas especiarias, que dão um toque especial a cada prato. As mais utilizadas são orégano, sálvia, manjericão, tomilho, erva-doce, hortelã, estragão, salsa e alecrim. Se há um tempero essencial na culinária italiana, é o manjericão. Seja para o famoso pesto genovês ou como um condimento nas pizzas, o manjericão dá sabor fresco e envolvente que o torna um dos temperos mais usados na culinária italiana. Além das duas elaborações anteriores, o manjericão é perfeito para fazer um óleo que serve para dar sabor a um bom cozido ou a uma salada. O orégano também é um dos temperos mais usados na culinária italiana e serve como um intensificador de sabor para todos os tipos de pratos. Pode ser usado fresco e seco para ser adicionado em molhos, ensopados ou mesmo em saladas. Outro dos usos mais comuns do orégano é para marinar peixes ou aves e, além disso, pode-se adicionar um pouco de orégano a uma sopa ou a um caldo. O alecrim é um tempero muito especial e poderoso, com um toque amargo, por isso, é preciso saber como dosar. E, a culinária italiana o faz perfeitamente, utilizando- o em guisados de carne ou peixe. É, também, uma das especiarias mais utilizadas na culinária italiana para aromatizar os mais variados tipos de arroz.O tomilho é, junto com o orégano, uma das principais especiarias da culinária italiana. Normalmente, é usado em salsichas ou para temperar molhos, aos quais também pode-se acrescentar alecrim ou louro, por exemplo. A culinária italiana o adiciona em caçarolas e caldos de peixe e legumes. Assim como o orégano, amplia o sabor dos outros ingredientes, com um toque especial.A cebolinha, como o próprio nome sugere, lembra a cebola, embora com um sabor mais apurado. Sua aparência em nada lembra a cebola; possui galhos longos e uma poderosa tonalidade verde. A culinária italiana a utiliza em praticamente todos os tipos de elaborações, tanto para temperar, quanto para decorar os pratos. É ideal para peixes com cozimento curto, tortilhas e ovos mexidos, sopas, acompanhamentos de queijo ou para decorar todos os tipos de pratos frios. A salsa também é amplamente utilizada na culinária italiana para acompanhar todos os tipos de pratos, aos quais traz um pequeno toque familiar de frescor. Por esta razão, é o acompanhamento ideal para molhos de peixe e pratos leves de verão, como o linguine a le vongole. É também frequentemente acompanhado de alho.A sálvia é um tempero muito aromático, mas também muito amargo, que deve ser usado em pequenas quantidades e, se possível, fresco. Na cozinha italiana, é usada juntamente com manteiga finamente fatiada para o preparo de molhos ou recheios de massas, especialmente o ravioli. Também pode ser adicionada a guisados de carne, como o saltimbocca alla romana.
[+ detalhes]
22/05/2018
VINDIMA GÓES 2018 - UMA EDIÇÃO ESPECIAL QUE INICIA AS COMEMORAÇÕES DOS 80 ANOS DA VINÍCOLA GÓES
Empresas são como pessoas, traçam planos, compartilham momentos, superam crises, escrevem sua história e evoluem com o tempo. Assim pode ser definida a trajetória da Vinícola Góes, tradicional empresa brasileira, que em 2018 completa 80 anos de história.Desde 1938, de geração em geração, a família de Gumercindo Góes, um dos pioneiros produtores de vinho do Brasil, mantém a dedicação e cuidado na produção das uvas e elaboração de seus vinhos para agradar o paladar brasileiro. Para festejar o octogésimo aniversário, a Vinícola Góes terá diversos momentos de comemoração ao longo do ano, em agradecimento a todos que estão e estiveram compartilhando com a empresa e com seus produtos os bons momentos ao longo de suas vidas.O primeiro destes momentos é a XII Edição da Vindima, a VINDIMA GÓES 2018, evento muito aguardado por visitantes e turistas de todos os Estados que visitam anualmente a vinícola, trazendo família e amigos. A trajetória da Vinícola Góes é contada pelos membros da família e da equipe da Vinícola, dando início ao encontro. Posteriormente, o visitante é levado por um charmoso trenzinho até o vinhedo. Durante o trajeto, é possível se desconectar da cidade grande, aproveitar o clima da região e participar de um bate papo descontraído, onde são apresentadas as curiosidades da região, do plantio e da colheita da uva, reforçando a importância da cultura vitivinícola em São Roque.Chegando aos vinhedos, os participantes podem colher as uvas diretamente das videiras. Em seguida o processo da elaboração do vinho é apresentado no interior da área de produção. O enólogo Fábio Góes é quem revela os segredos da produção de boas safras.Ainda no interior da fábrica, se inicia um dos marcos de todo o evento, a tradicional Pisa da Uva. Todos são guiados para reviver a história da produção do vinho, de forma nostálgica e encantadora, pisando as uvas ao som de músicas típicas, despertando recordações emocionantes, em meio a muita animação e felicidade.Para finalizar o passeio, todos são convidados a fazer um brinde de celebração da farta colheita e desfrutar, em meio ao ambiente das videiras, um almoço típico português, acompanhado de toda a linha de produtos da Vinícola Góes. O retorno à sede conclui o passeio, que sempre reserva algumas surpresas. Referência no setor vitivinícola brasileiroFundada em São Roque, interior de São Paulo, a Vinícola Góes iniciou suas atividades oficialmente em 1938. Localizada na Estrada do Vinho, a empresa atua no setor vitivinícola brasileiro, produzindo os mais variados tipos de vinhos tintos, brancos, finos e frisantes, além do chopp de vinho e sucos de uva. Além disso, mantém ainda um campo experimental, onde são testadas diversas variedades de uvas, desde as europeias, como Cabernet Sauvignon, Merlot Tannat e Chardonnay, até as desenvolvidas no Brasil pela EMBRAPA, como a Lorena, Violeta, entre outras. A Vinícola Góes conta com modernos equipamentos de vinificação e estocagem, com capacidade de produção de 10 milhões de litros/ano. Seus vinhos são distribuídos nas principais capitais brasileiras e estão entre as marcas mais lembradas na produção nacional.Impulsionando ainda mais a vitivinicultura, as festas do vinho, realizadas pela empresa ajudaram a divulgar os produtos da Vinícola Góes por todo o cenário nacional. Todo esse patrimônio empresarial é dirigido pelos filhos e netos de Gumercindo Góes, a terceira e quarta geração do patriarca Nhô Dito Góes, que começou como um simples lavrador e, juntamente com outros pioneiros, transformou Canguera no Vale nas Adegas e a Vinícola Góes em uma das principais vinícolas da cidade. Há cinco anos, a empresa iniciou pesquisas para produzir uvas nobres em São Roque. Já é possível colher as safras e os enólogos estão trabalhando para o desenvolvimento de um novo vinho, feito inteiramente em terras paulistas. Muito antes do enoturismo se transformar em uma alternativa de lazer, Gumercindo Góes, fundador da empresa, já sabia do caráter social do vinho e do prazer que proporcionava. Assim, a Vinícola Góes foi uma das pioneiras a apresentar o tour guiado pela fábrica, oferecendo aos visitantes um passeio no parreiral para conhecer todas as etapas da produção de um vinho, o chamado enoturismo, que vem crescendo consideravelmente a cada ano. Além do agradável passeio, os visitantes podem degustar toda a gama de produtos Góes, recepcionados por enólogos e especialistas da empresa.Atualmente, a Vinícola Góes recebe cerca de dois mil turistas por final de semana, de diversas regiões do Brasil, interessados em conhecer o universo do vinho, resgatando a tradição história e potencializando o comércio na região. Todo o trabalho e qualidade de seus vinho, rendeu à Vinícola Góes várias premiações. Na primeira safra, em 1963, obteve um de seus principais prêmios, em primeiro lugar com seu vinho Rosado Licoroso. Em 1973, ano do último concurso oficial de vinhos realizado, foi o grande premiado, sendo agraciada pelo 1º prêmio de vinho tinto de mesa seco, o mais importante prêmio concedido na festa do Vinho. Na 22ª Avaliação Nacional de Vinhos, o vinho Cabernet Franc, produzido exclusivamente com uvas paulistas, foi escolhido como um dos 16 melhores vinhos do Brasil.A Góes é considerada a marca de vinhos mais conhecida do Estado de São Paulo e por dois anos consecutivos foi prêmio Top of Mind da revista Consumidor Moderno. Além disso, a Vinícola recebeu diversos prêmios em Concursos Nacionais de Vinho. vinicolagoes.com.br
[+ detalhes]
22/05/2018
VINHOS DE VERÃO
É um engano pensar que vinhos são apropriados somente para o inverno, ao redor de uma crepitante lareira. O verão, que tem no sol sua fonte de calor, é também uma estação apropriada para se beber ótimos vinhos.Difícil pensar no consumo de vinhos no verão, uma praia movimentada, com todos em volta bebendo cervejas geladas. Será mesmo?Por que não quebrar paradigmas e levar seu vinho branco ou rosé, tranquilo ou espumante, um baldinho e gelo, para passear na praia? Pode ter certeza que será um sucesso. E não só na praia, como também na piscina, ou na montanha, em síntese, em qualquer lugar. Então, vamos pensar em qual vinho devemos comprar para essa estação do ano, uma vez que nem todos os vinhos brancos são adequados. Claro que em nosso mercado será muito fácil encontrar vinhos chilenos, argentinos e uruguaios em menor proporção, com maior facilidade. Mas seria muito pouco nos prendermos aos Sauvignon Blanc e Chardonnays de que frequentemente nos lembramos. Tem mais opções interessantes para a estação. Começamos por Portugal, cujos vinhos estão disponíveis nos bons supermercados e nas importadoras. Para o verão, a primeira opção será pensar nos refrescantes, deliciosos e frutados Vinhos Verdes. Com baixo teor alcoólico e acidez elevada, são perfeitos para acompanhar petiscos, peixes e frutos do mar. E, além de tudo, são vinhos de ótima relação preço/qualidade. A Espanha nos dá ótimas opções em brancos, com ótima fruta, grande frescor e muita personalidade. Pense nos vinhos da Galícia, mais especificamente, de Rías Baixas, baseados na Alvarinho, uma uva muito interessante, que também tem dado bons vinhos no Brasil e no Uruguai. Ainda na Espanha, em Rueda, a Verdejo é um uva que dá origem a vinhos frutados, herbáceos, frescos e muito saborosos. E não se esqueça da Catalunha, que tem na Xarel.lo sua máxima expressão. É uma uva cujos vinhos são marcados pela elevada acidez, mineralidade, bom corpo e muita expressão. Quando se fala em vinhos brancos, a Riesling é referência obrigatória. Antes restrita à Alemanha, onde, obviamente, grandes exemplares são produzidos, e hoje, felizmente, bastante disponíveis no mercado brasileiro, a Riesling dá vinhos muito interessantes na Nova Zelândia e na Austrália, também encontrados em nosso mercado. Falando de espumantes, tem muita coisa boa disponível. Prefira os espumantes mais simples, em geral produzidos pelo método Charmat, porque são mais frutados, mais frescos e com menor caráter da levedura. Esses espumantes ainda tem a vantagem de serem mais econômicos. Para finalizar, falamos dos rosés, que hoje deixaram de ser discriminados e já fazem parte da mesa dos brasileiros. Pense em Provence, África do Sul e, porque não, no Brasil, cujos rosés frescos e frutados estão cada vez mais interessantes. Um brinde e um 2018 cheio de sucesso, realizações e ótimos vinhos...* Arthur Azevedo é presidente da Associação Brasileira de Sommeliers (SP), consultor e editor do website Artwine. (www.artwine.com.br)
[+ detalhes]
21/05/2018
16ª EDIÇÃO DO CONCURSO MUNDIAL DE BRUXELAS ABRE INSCRIÇÕES NO BRASIL
Destinado a produtores de vinhos e destilados, o Concurso Mundial de Bruxelas dá início à seleção de produtos nacionais.Estão abertas as inscrições para o 16º Concurso Mundial de Bruxelas - Edição Brasil -, um dos mais importantes concursos de vinhos e destilados do mundo. Há 25 anos, a premiação seleciona mundialmente os melhores vinhos e destilados, com o intuito de oferecer ao consumidor final a garantia de um produto de qualidade.Os valores de inscrição com desconto para o primeiro lote estavam disponíveis até o dia 15 de novembro de 2017.Aqui no Brasil, o concurso é organizado pela empresa belga Vinopress, em parceria com a revista Vinho Magazine, e tem como objetivo dar visibilidade para o crescimento da qualidade dos produtos nacionais, aumentando assim suas vendas. De acordo com pesquisas realizadas com os produtores que possuem o selo do concurso, os produtos laureados com a medalha do Concurso Mundial de Bruxelas têm um aumento de até 30% nas vendas.A cada edição, o evento é realizado em um novo local, sempre com o intuito de valorizar diversas regiões produtoras. Em 2018, a 16ª edição será realizada no mês de abril, em Recife, PE, Estado em que se concentram diversos produtores de destilados e grandes vinícolas. ?Nosso objetivo para este ano é atingir o número de 500 rótulos concorrendo, entre vinhos, cachaças e outros destilados. Destes, apenas 30% recebem o selo?, explica Zoraida Lobato, organizadora do concurso no Brasil.O evento tem a coordenação dos jornalistas Eduardo Viotti, do Brasil, e Baudouin Havaux, da Bélgica. Os jurados são especialistas em vinhos e destilados, enólogos, jornalistas e formadores de opinião, que representam diferentes países, entre eles Alemanha, Bélgica e Brasil. Para mais informações: concurso@marketpress.com.br ou facebook.com/concursomundialdebruxelas/
[+ detalhes]
21/05/2018
GEORGES AUBERT MOSCATEL GANHA MEDALHA DE OURO EM CONCURSO DE ESPUMANTES
Em seu relançamento através da CRS Brands, o clássico espumante da Serra Gaúcha, uma das marcas pioneiras da bebida no Brasil, já está de novo entre os melhores do país.O Concurso Espumante Brasileiro 2017, promovido há 10 anos pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), acaba de premiar os melhores produtos da categoria no país. Em evento realizado no município de Garibaldi, RS, entre os dias 18 e 20 de outubro, a marca pioneira de espumante Georges Aubert, relançada pela CRS Brands em junho deste ano, já foi agraciada com medalha de ouro.Entre mais de 300 espumantes de 80 vinícolas diferentes inscritos no concurso deste ano, foi a versão Moscatel que ganhou destaque. Opção para quem prefere uma bebida mais suave e frutada, o espumante tem 7,5% de teor alcoólico e sabor adocicado que se harmoniza com a acidez natural das uvas Moscatel. Ideal para ser saboreado com doces e frutas.Considerado a principal janela para o mundo dos espumantes brasileiros, o X Concurso do Espumante Brasileiro reuniu um júri formado por 53 profissionais entre enólogos, sommeliers e jornalistas especializados. Ao todo, foram 97 espumantes que alcançaram a pontuação máxima correspondente a medalha de ouro, ou seja, de 88 a 91 pontos, conforme normas internacionais.Para o diretor comercial e de marketing da CRS Brands, Lourenço Filho, ser agraciado com tão importante premiação denota que a empresa acertou em relançar a marca Georges Aubert. ?Para a CRS é motivo de orgulho receber a medalha de ouro com um produto que tem apenas poucos meses de mercado?, afirma. "É um importante reconhecimento para o trabalho cuidadoso que a empresa tem feito com esta marca tão importante para a história do espumante brasileiro".O "brasileiro de alma francesa", criado em 1951, pelo francês Georges Aubert, celebra o momento de renovação com a mesma tradição e qualidade em outras três opções de rótulos, além do Moscatel, para brindar com estilo em todos os momentos: Brut, Brut Rosé e Demi Sec.A CRS Brands, que se destaca entre as mais expressivas indústrias brasileiras de bebidas alcoólicas da América Latina, é também detentora de diversas marcas, como Chuva de Prata; vinhos Dom Bosco e Massimiliano; Sidra Cereser; vermute Cortezano; vodcas Kadov e Roskoff; aguardente 88; aperitivo com malte whisky Chanceler e, agora, a grande novidade dos espumantes Georges Aubert. Com unidades fabris em Jundiaí, SP, e em Suape, PE, que juntas somam capacidade para armazenar até 20 milhões de litros, seus produtos são exportados para mais de 40 países na América Latina, África e Ásia. espumantesgeorgesaubert.com.br
[+ detalhes]
21/05/2018
TERRAÇO ITÁLIA CHARME E REQUINTE NO TOPO DA CIDADE
Situado em um dos prédios mais icônicos e imponentes da cidade de São Paulo, o Terraço Itália traz consigo um legado de história e tradição. Um protagonista na cena paulistana que surpreende e encanta clientes e visitantes há quase 50 anos.Um presente para São PauloEm 1948, Evaristo Comolatti desembarcou em Santos, carregando como tantos outros imigrantes, uma bagagem de sonhos. Com seus dotes de grande determinação, inteligência, bom senso e forte espírito empreendedor, iniciou sua caminhada contra os obstáculos de uma terra desconhecida. Dia após dia, ano após ano, trabalhando em ritmo frenético e constante, começaram a surgir sua primeiras empresas, uma após a outra, mas sempre voltadas ao segmento automotivo, constituindo, assim, o Grupo Comolatti.Ainda que realizado e orgulhoso com seus empreendimentos, Evaristo Comolatti sentia que devia algo para a cidade de São Paulo. Certo dia, em visita às obras do edifício Itália, impressionou-se diante das dimensões da estrutura daquele prédio projetado por A. Franz Heep no início da década de 60 e inaugurado em 1965. Considerado um dos marcos da arquitetura brasileira, o Edifício Itália possui 165 metros de altura, distribuídos entre 46 pavimentos, que são servidos por 19 elevadores, atendendo aos andares do escritório, uma galeria com lojas e sobrelojas, teatro e, particularmente, um maravilhoso terraço na cobertura do edifício.Ao chegar ao topo daquele que era o edifício mais alto da cidade, deparou-se com uma vista deslumbrante da cidade que o acolhera e para qual tinha tanta gratidão. No intuito de possibilitar aos visitantes desta cidade a visão do desenvolvimento e a pujança do povo dessa que era a sua segunda pátria, decidiu presentear a cidade instalando ali um luxuoso restaurante. As obras iniciaram imediatamente e em 29 de setembro de 1967, pelas mãos do prefeito Faria Lima, era inaugurada a mais bela vista panorâmica da grande metrópole paulistana: o Terraço Itália Restaurante, cartão de visita da cidade, o mais sofisticado ponto de encontro de celebridades e personalidades.O tempo passou, a cidade de São Paulo cresceu ainda mais e as pessoas tiveram que se adaptar a um novo ritmo. Hoje, após cinco décadas de história, o Terraço Itália Restaurante mantém intacto o alto padrão de seus serviços, se adaptando as novas exigências de mercado e mantendo o título de cartão postal da cidade de São Paulo. Do alto de seus 160 metros de altura e completando 50 anos de história e tradição, o Terraço Itália é um marco da cidade de São Paulo. Servindo com requinte e sofisticação sob os cuidados de uma equipe altamente qualificada, alia o mais concorrido Skyline da cidade à tradicional gastronomia italiana, tornando a experiência única e inesquecível.Dotado de ambientes elegantemente decorados e atmosfera cosmopolita, o Terraço Itália é um complexo de lazer, gastronomia e eventos, com versatilidade para sediar almoços, jantares com piano e música ao vivo, eventos sociais e corporativos. Com adega composta por mais de 200 rótulos selecionados dentre bons produtores do velho e novo mundo, suas salas, restaurante e bar, são cenário perfeito para o entretenimento e o desfrute de bons momentos na cidade de São Paulo.Famoso pelo caráter romântico e tido como um dos melhores lugares para ir a dois em São Paulo, seu Piano Bar é conhecido pela excelente carta de drinks e o serviço atencioso de uma equipe treinada dentro de rigorosos padrões de qualidade. Hoje, o grande charme de se frequentar o Piano Bar é, justamente, a variedade de artistas e repertórios que o espaço oferece. O Trio de Jazz do Terraço se apresenta de quarta a sábado, mantendo a atmosfera musical com a cidade aos seus pés. Seu concorrido almoço, servido na Sala Nobre, que ganhou novos ares em 2015, é uma festa para os olhos e o paladar. Inclua-se aí os almoços aos sábados e o tradicional Buffet Italiano dominical, que atraem muitos visitantes esãoprogramasimperdíveis. A Sala Panorama, por sua vez, reúne em um belo ambiente, boa gastronomia e música ao vivo. E a Sala São Paulo permite a realização de eventos sociais e corporativos com a elegância e experiência de quem entretêm e encanta visitantes e clientes há quase 50 anos. Bodas de Ouro Cinco décadas, cinco chefs, cinco mixologistas, cinco drinks e cinco menus com prato principal em releitura marcam as comemorações dos 50 anos do Terraço Itália e contaram a história do restaurante através de uma série de eventos que começaram em maio e terminaram no final de setembro.Bodas de Ouro mais do que merecidas deste casamento feliz e duradouro com a cidade de São Paulo e que tem ainda muita estrada pela frente a percorrer. Ícone presente no imaginário de quem vive ou visita a capital paulista, o restaurante tornou-se um complexo com intensa vida em suas salas, bar e varanda, permitindo uma das mais belas vistas panorâmicas da cidade. Convidados a interpretar alguns dos clássicos mais pedidos na época em que o Terraço Itália nasceu, os chefs Marco Renzetti (Osteria del Petirosso), Pier Paolo Picchi (Picchi), Roberto Ravioli (Casa Ravioli), Gianpiero Giuliani (Due Cuochi), e a dupla Salvatore Loi & Paulo Barros (Modern Mamma Osteria), assinaram a cada mês um menu em cartaz durante 30 dias no restaurante, incluindo entrada, prato principal e sobremesa, servido apenas no jantar. Para receber a nata da cucina italiana, o chef toscano Pasquale Mancini, do Terraço Itália acompanhou e coordenou a adaptação dos menus criados por estes consagrados chefs durante os cinco meses de comemoração.O prato principal de cada um dos menus trazia uma releitura atual de um clássico do restaurante, adaptado de acordo com a criatividade e percepção do chef convidado. Marco Renzetti abriu as comemorações, no mês de maio, com o primeiro menu, que incluia: de entrada, o Mil Folhas de Legumes da Estação com Redução de Queijo Parmesão; como prato principal, a releitura da famosa Lagosta ao Thermidor; e, de sobremesa, o Fondant de Chocolate com Calda de Figo e Brandy.Na sequência, em junho, Pier Paolo Picchi, apresentou o seu menu: Capellini de Palmito Pupunha, Brotos, Flores e Alici; Ravioli de Truta com Manteiga Noisette de Amêndoas e Redução de Laranja Bahia, revisitando a famosa Truta com Amêndoas da época; e, como sobremesa, Pão, Chocolate e Pera.Roberto Ravioli assinou o cardápio do mês de julho, que incluia como entrada Torre Cruda del Mare (tartar de atum, abacate e lagostim, com tempura de abacate e crisps de quinoa); um remake do Steak Diana com Dry Aged e funghi Porcini; e Suflê ao Cioccolato con Nutella e Crema di Mascarpone.Em agosto foi Gianpiero Giuliani quem assumiu as caçarolas do restaurante, servindo Polenta Cremosa com Taleggio DOP e Mostarda de Cremona; Ravioli Aberto de Pato e Porcini com Redução de Laranja Lima, uma versão moderna do Pato com Laranja; e Duas Texturas de Mascarpone Italiano com Compota de Figo, Mel Trufado e Farofa de Cantucci Toscano.Salvatore Loi e Paulo Barros fecharam a temporada e assinaram o menu em setembro, com Gnocchi Recheado com Espinafre e Molho de Tomate Fresco com Manjericão, seguido de Camarão Rosa com Cebolas Confitadas e Gelatina de Água De Coco Verde, uma releitura do Camarão com Coco; e Crostata de Ricota com Chocolate e Caramelo com Flor de Sal, para a sobremesa.Já no universo etílico, os barman Fábio La Pietra, Spencer Amereno, Marcelo Serrano, Jean Ponce e Laércio Zulu, assinaram a cada mês um drink em cartaz durante 30 dias no restaurante, do mês de maio até o mês de setembro.Após uma pesquisa minuciosa, descobriu-se em cardápios antigos do Terraço Itália uma série de drinks que eram servidos na casa. Uma grande quantidade de anotações de diversas épocas. O mais curioso é que o material estava separado por datas e com anotações manuscritas sobre quantidades com maior saída na casa. Como os arquivos estavam soltos e nas anotações constavam apenas os elementos dos drinks, surgiu a idéia de separar esses elementos por décadas. Foi feita uma contagem manual, a cada dez anos, para encontrar os ingredientes/bebidas que foram mais consumidos. Dessa forma, chegou-se aos drinks que fizeram mais sucesso na história do Terraço Itália em 50 anos. Algo muito particular e que, certamente, trouxe uma memória afetiva aos frequentadores de diferentes épocas.Para prestigiar os novos nomes da mixologia, o Terraço Itália convidou renomados profissionais para fazerem parte dessa homenagem ao grande ícone da cultura italiana de São Paulo. Em maio, Marcelo Serrano apresentou o Drink com Bitter (década de 70); em junho, Zulu Bartender preparou o Drink com Creme ou Licor Cremoso (década de 80); em julho, Spencer Amereno ofereceu o Drink Livre (década de 90); em setembro, Jean Ponce reviveu o Drink com Martini e Gin (década 90); e, em setembro, Fabio La Pietra apresentou o Drink com Prosecco (década de 10). Vários motivos para subir ao 41º andar Além da vista de tirar o fôlego, dos ambientes elegantemente decorados e do serviço impecável, o Terraço Itália oferece alta gastronomia italiana, com a assinatura elegante do Chef toscano Pasquale Mancini, que traduz toda a tradição e simplicidade da culinária toscana nos pratos do seu menu. Ingredientes frescos, selecionados e, muitos deles, originalmente italianos compõe cada criação, tornando a experiência de jantar a 165 metros de altura uma festa aos olhos e ao paladar.Melanzane alla Parmigiana (berinjela a Parmigiana); Insalata Caprese (tomates, mussarela de búfala e folhas de manjericão); Insalata di Stagione (variedade de folhas, palmito, tomate e queijo Brie); Polenta Cremosa con Funghi Trifolati e Pecorino (Polenta cremosa servida com cogumelo e queijo Pecorino); Salmone Marinato con "Mandioquinha" Croccante e Crema di Mascarpone (salmão marinado com mandioquinha crocante e creme de Mascarpone); Insalata di Gamberoni e Quinoa con Olio Profumato alle Herbe (salada de camarão e quinoa ao perfume de azeite de ervas); Mille Foglie di Prosciutto di Parma (presunto de Parma com rúcula, figos e lascas de Parmesão); Carpaccio Tradizionale (carpaccio de filet mignon ao molho mostarda e Parmesão); Tartare di Manzo con Verdure Croccante e Crema di Parmeggiano (tartar de mignon com mix crocante de legumes e creme de Parmesão); Burrata con Pomodori e Prosciutto di Parma Croccante (burrata com tomate e crocante de Parma); e Selezione di Salumi (seleção de frios), são apenas as opções de Entradas... Imaginem os pratos principais, cujo menu inclui diversas opções de massas, risotos, carnes e peixes!No menu de massas... Ravioli di Mozzarella al Pomodoro (massa fresca com mussarela de búfala ao molho de tomate e manjericão); Penne Rigate (senza glutine) al Pomodoro e Basilico (massa seca italiana, sem glúten, ao molho de tomate e manjericão); Tortelli Ripieni di Zucca, Mostarda di Cremona e Amaretti (massa fresca recheada com abóbora cremosa, mostarda de Cremona e crocante de Amaretti); Mezzelune di Burrata in Crema di Pomodorini e Basilico (massa fresca recheada de burrata com creme de tomatinhos e manjericão); Tortelli Ripieni di Brie e Noci con Burro e Pepe Rosa (massa fresca recheada de Brie e nozes na manteiga e pimenta rosa); Ravioli Ripieni di Taleggio in Salsa di Tartufo (massa fresca recheada com queijo Taleggio e manteiga de trufas); Linguine in Salsa di Limone Siciliano e Gamberi (massa seca com molho de limão siciliano e camarão); Penne con Funghi e Gamberi Flambati al Brandy (massa seca com funghi e camarão flambado ao Brandy); Agnolotti ai Frutti di Mare com Bisque di Aragosta (massa fresca com frutos do mar e bisque de lagosta); Spaghetti ai Frutti di Mare (massa seca com frutos do mar); Linguine al Nero di Seppia con Ragù di Aragosta (massa seca com tinta de lula e ragú de lagosta); Pappardelle con Ragu di Anatra in Bianco (massa fresca com ragú branco de pato ao vinho de porto).Já no menu de risotos, as opções são: Risotto di Melanzana e Pecorino con Pinoli Croccante (arroz italiano com berinjela, queijo Pecorino e pinole crocante); Risotto ai Funghi Porcini (arroz italiano com cogumelos); Risotto di Baccalá, Olive Nere e Croccante di Porri (arroz italiano com lascas de bacalhau, azeitona preta e alho poró crocante); Risotto con Limone Siciliano e Gamberi (arroz italiano com raspas de limão siciliano e camarão); Risotto ai Frutti di Mare (arroz italiano com frutos do mar); Risotto con Aragosta e Asparagi Freschi (arroz italiano com lagosta e aspargos frescos); e Risotto con Asparagi, Brie e Parma Croccante (arroz italiano com aspargos, queijo Brie e crocante de Parma).No menu de carnes e aves... Scaloppine di Vitelo al Limone con Risotto ai Funghi Porcini (escalope de vitelo ao limão com risoto de funghi porcini); Saltimbocca alla Romana con Purè di Patate (escalope de filet mignon, sálvia, presunto ao vinho tinto e purê de batata); Costolette di Cinghiale e Miele Tartufato con Patate Gratinate (carré de javali em seu próprio molho com mel trufado e batata gratinada); Contro Filetto Grigliato con Misto Forno (contra filé grelhado ao azeite de alecrim e misto de batata, tomate e cebola ao forno); Filetto di Manzo ai Funghi con Polenta Cremosa (filet mignon ao molho de funghi servido com polenta cremosa); Ossobuco di Vitello con Risotto allo Zafferano e Piselli (ossobuco em seu próprio molho com risoto de açafrão e ervilha); Costolette d'Agnello con Risotto di Radicchio Trevigiano (carré de cordeiro com risoto de radicchio trevigiano); e Filetto di Manzo al Tartufo Sott'olio con Risotto alla Parmigiana (filet mignon com lâminas de trufas negras com risoto à parmegiana).E, entre as opções de peixes e crustáceos, Salmone alla Griglia con Capperi e Risotto al Basilico(salmão grelhado com molho de alcaparrones e risoto de manjericão); Merlano in Crosta di Patate allo Zafferano e Risotto di Porri e Mandorle (filé de badejo com crosta de batata ao molho de açafrão e risoto de alho poro com amêndoas); Sogliola Grigliata in Salsa di Gamberi con Tagliolini di Verdure (linguado grelhado com molho de camarão e tagliolini de legumes); Gamberoni al Prosecco e Risotto allo Zafferano (camarão ao Prosecco servido com risoto de açafrão); Gamberoni Impanati al Profumo di Coco e Risotto di Limone Siciliano (camarão empanado com raspas de coco servido com risoto de limão siciliano e Mascarpone); Grigliata di Mare con Spaghetti alla Pescatora (misto de frutos do mar grelhados servido com espaguete em seu próprio molho); Baccalá Grigliato con Mini Patate, Pupunha e Verdure (bacalhau grelhado com mini batatas, pupunha e legumes); e Aragosta alla Griglia in Salsa di Arancia (lagosta grelhada com molho de laranja e risoto de limão siciliano).Para finalizar, uma completa seleção de doces e frutas como sobremesa. As opções incluem Baba ao Rum; Tiramisù; Doce com Pavesini, Mascarpone, Café e Cacau; Degustazione di Sorbetti (degustação de três sorvetes de frutas artesanais); Meringa al Cioccolato Bianco con Mascarpone e Fragole (merengue ao chocolate branco com Mascarpone e calda de morango); Mille Foglie all'Antica (mil folhas com creme de baunilha, chantilly e morangos); Sfera di Cioccolato con Gelato alla Crema (esfera de chocolate com sorvete de creme e calda de frutas vermelhas); Torta Caprese con Gelato Fior di Latte e Amarena (torta de amêndoas e cacau com sorvete de flor de nata e Amarena); Gelato di Mascarpone in Salsa de Cioccolato al Tartufo con Noccioline (Sorvete de Mascarpone com calda de chocolate trufada e farofa de amendoim); Semifreddo al Cioccolato e Mango (semifredo de chocolate recheada de manga); e Delizie di Cioccolato con Vino "Late Harvest" (torta Fiorentina e semifredo de chocolate com morangos flambados harmonizado com vinho).Para acompanhar a refeição, o Terraço Itália oferece uma completa Carta de Vinhos, composta por mais de 200 rótulos selecionados entre os melhores produtores do velho e novo mundo. O Terraço Itália também oferece Almoço Gourmet, unindo alta gastronomia, atendimento rápido e atencioso, segurança e privacidade em um ambiente aconchegante e sofisticado; bem como o tradicional Almoço com Buffet, composto por uma variedade de antepastos, entradas e sobremesa. Já os pratos quentes contam com um sofisticado serviço empratado com opções à escolha. Para as festas e final de ano, o Terraço Itália preparou um menu especial, que une um cardápio memorável com uma vista inesquecível!Terraço Itália Restauranteterracoitalia.com.br
[+ detalhes]
21/05/2018
VINEXPO VAI LANÇAR UMA VERSÃO PARISIENSE DO EVENTO
A Vinexpo informou as datas para a próxima exposição de Bordeaux e anunciou o lançamento de um novo evento, em Paris, em 2020, como parte da estratégia global de expansão do Grupo.A estratégia do Grupo é fundamentada na criação de soluções e oportunidades de crescimento para clientes, com o objetivo de fortalecer a posição da empresa como líder do mercado global. "Por mais de 30 anos, a marca Vinexpo vem elevando o perfil do setor de vinhos e bebidas espirituosas. Agora, é o início de uma nova era para a Vinexpo e estou convencido de que as decisões estratégicas que estão sendo tomadas hoje farão a bandeira da indústria", afirmou Christophe Navarre, presidente da Vinexpo.Bordeaux é o berço da marca Vinexpo e, como uma das mais famosas regiões vitivinícolas do mundo, ainda é um local de encontro único para profissionais do vinho e bebidas espirituosas. O evento de 2019 foi antecipado e está programado para ocorrer de 13 a 16 de maio, no Centro de Exposições de Bordeaux, o qual está sendo renovado gradualmente, além de iniciativas empresariais apresentadas nos dois últimos shows.Enquanto isso, o Grupo continua a crescer com o lançamento da Vinexpo Paris. A primeira exposição de Paris terá lugar de 13 a 15 de janeiro de 2020, no Centro de Convenções de Paris (Porte de Versailles). Existem algumas vantagens importantes para a realização de uma exposição internacional de vinhos e bebidas espirituosas na capital francesa: a sua atratividade, a sua acessibilidade e a sua imparcialidade.A organização do show em janeiro também significa que o Vinexpo Paris será o primeiro evento na agenda e, portanto, otimizará o potencial de vendas. "Uma exposição no início do ano significa que os profissionais podem planejar com antecedência e agendar as compras", explicou Guillaume Deglise, CEO da Vinexpo. "Este evento fortalecerá nossa marca como parceiro estratégico no setor de vinhos e bebidas espirituosas".Após o seu sucesso na Ásia e o lançamento da Vinexpo New York, prevista para março de 2018, a Vinexpo Paris direcionará os compradores de todo o mundo, e especialmente da Europa, que ainda consome mais de 60% do vinho mundial. O evento também pretende se tornar uma plataforma ativa para a indústria de bebidas espirituosas.A Vinexpo foi criada em 1981, por iniciativa da Câmara de Comércio e Indústria de Bordeaux - Gironde. Organiza eventos de vinhos e bebidas espirituosas para profissionais da indústria e atua como parceiro internacional do setor. Possui mais de 30 anos de experiência no B2B e, portanto, tem uma compreensão aprofundada do mercado, bem como fortes relacionamentos com distribuidores chaves em todo o mundo. Executa exposições em cinco locais estabelecidos (Bordeaux, Hong Kong, Tóquio, Nova York e, em breve, Paris) e um show de turismo (Vinexpo Explorer). Isso significa que a Vinexpo cobre os três continentes com as maiores taxas de consumo e continua a ser o líder do mercado de eventos de vinho. vinexpo.com
[+ detalhes]
21/05/2018
VINHOS RAR CONQUISTAM MEDALHA DE OURO NA GRANDE PROVA VINHOS DO BRASIL 2017
A RAR/Rasip acaba de conquistar Medalha de Ouro em duas das 30 categorias de vinhos na Grande Prova Vinhos do Brasil 2017, uma promoção do Grupo Baco Multimídia em parceria com o Instituto Brasileiro do Vinho (IBRAVIN) e a Wines of Brasil. O RAR Collezione Gewürztraminer 2011 foi o vencedor na categoria "Branco Gewürztraminer" e o RAR Collezione Pinot Noir 2015 conquistou medalha de ouro na "Categoria Tinto Pinot Noir".Trata-se da mais completa e criteriosa prova de vinhos brasileiros, que contou com a participação de rótulos de mais de 120 vinícolas, ultrapassando a marca de 800 amostras (1.600 garrafas), as quais foram degustadas e avaliadas, às cegas, por um grupo de jurados altamente qualificados. O resultado será publicado no início de 2018, no Anuário Vinhos do Brasil 2018, juntamente com o panorama do setor, agora, também em versão digital.A colheita dos cachos de Gewürztraminer realiza-se nas últimas semanas de abril. De aspecto límpido, com tonalidade de cor amarelo-ouro, tem marcante intensidade aromática, com notas de flores e frutas em compota. Os descritores de aroma são rosa branca, abacaxi, pêssego, lichia e mel. Com acidez refrescante, tem boa cremosidade e retrogosto prolongado e doce.O Pinot Noir é uma das variedades que melhor se adaptou à região dos Campos de Cima da Serra, RS, onde são cultivadas as uvas que compõem os vinhos RAR, com vinhedos plantados a 1.000 metros de altitude. Envelhecido durante um ano em barricas novas de carvalho francês, apresenta tonalidade média, com a típica coloração rubi, alta intensidade aromática, com notas frutadas, canela, especiarias e frutas secas.Com 11 diferentes rótulos, além dos premiados RAR Collezione Gewürztraminer eRAR Collezione Pinot Noir, a linha de vinhos RAR é integrada, ainda, pelo Reserva de Família Cabernet Sauvignon/Merlot, pelos outros rótulos da linha RAR Collezione, com as variedades Sauvignon Blanc, Merlot, Viognier, pelos diferenciados espumantes Cuvée RAR Brut e Cuvée Nilva Brut Rosé, além da Linha Reserva, composta pelo Vinho Merlot e pelo Espumante Brut e, ainda, pelo mais recente lançamento RAR Moscatel, com uvas do Vale do São Francisco. Os vinhos RAR acumulam agora 13 premiações nacionais e internacionais, desde 2004. Entre eles, o Challenge International du Vin, na França. rar.ind.br
[+ detalhes]
18/05/2018
VIN DE CONSTANCE, UM VINHO DE MUITA HISTÓRIA
Patrimônio inestimável da África do Sul, o Vin de Constance é um vinho doce natural, cuja longa história começa com as primeiras videiras plantadas no país.O primeiro navegador a colocar os pés na África do Sul foi o português Bartolomeu Dias, em 1488, numa pequena praia ao lado do famoso Cabo da Boa Esperança, um lugar conhecido pelas correntes marítimas indomáveis e pelas tormentas que fustigavam impiedosamente os navios que por ali passavam. Vasco da Gama também esteve ali, mas, assim como Dias, não se interessou em estabelecer uma colônia portuguesa no local.Quem primeiro colonizou a África do Sul foram os holandeses da Cia. Holandesa das Índias Orientais, com a chegada, em 1652, de Jan Van Riebeeck, que plantou as primeiras videiras nos jardins da Companhia, na época um verdadeiro paraíso de beleza inigualável.Segundo anotações do diário de Riebeeck, em 02 de fevereiro de 1659, foi produzido o primeiro vinho com uvas plantadas no Cabo, principalmente com uvas Moscatel, além de outras uvas brancas.Em 1685, o décimo comandante do Cabo, Simon Van de Stel, recebeu sua própria fazenda para morar e antes de se estabelecer realizou um profundo estudo do solo da região, buscando o que fosse mais propício para o cultivo de uvas. O local escolhido foi um vale próximo à Baia Falsa (False Bay), cujo solo era constituído de granito decomposto. Esse local foi por ele chamado de Constantia.Em 1692, se iniciou a produção de vinho em Constantia e desde o início houve um rápido reconhecimento da qualidade do vinho ali produzido; Simon foi fortemente encorajado pelos seus superiores a continuar a produção, o que certamente foi uma decisão muito acertada. Nascia, então, o Vin de Constance, um vinho doce baseado na uva Moscatel, que teria uma trajetória de enorme sucesso em todo o mundo.Após a morte de Van de Stel e uma complexa divisão de seu patrimônio, coube à parte denominada Klein (pequena) Constantia a missão de continuar a produção do Vin de Constance.Em 1726, aconteceu a primeira exportação do vinho e, por causa de uma fusão, além de Klein Constance, a outra propriedade, Groot (grande) Constantia, também passou a produzir o famoso vinho doce, situação que perdurou por mais de 50 anos.A fama do Vin de Constance rapidamente atravessou fronteiras e, em 1777, se tornou o favorito das casas reais europeias, incluindo o Imperador da Prussia, Frederick, o Grande. Também na França o sucesso foi enorme e na adega de Luiz XVI e Maria Antonieta, no Palácio de Versailles, havia 2.634 garrafas do chamado Vin du Cap de Constance.Na América, a situação não foi diferente e o Vin de Constance se tornou o favorito de George Washington e também de John Adams e de Thomas Jeferson, este último um conhecido apreciador de grandes vinhos.Várias obras citaram o Vin de Constance, incluindo Razão e Sensibilidade, de Jane Austen, que disse ser o velho vinho do Cabo um excelente remédio para os corações desapontados.Um dos personagens mais importantes da história, Napoleão Bonaparte, em seu exílio na ilha de Santa Helena, bebia uma garrafa do Vin de Constance diariamente e em seu leito de morte, pediu um copo do vinho como seu último desejo.Lamentavelmente, por uma série de razões, desde doenças no vinhedo até a insolvência das propriedades, em 1872, o Vin de Constance deixou de ser produzido e por mais de um século viveu somente na literatura e na poesia. Depois de várias mudanças de proprietários, Klein Constantia voltou a produzir o lendário Vin de Constance em 1986, a partir do mesmo vinhedo original.Atualmente, o Vin de Constance é produzido somente com a uva Muscat de Frontignan, que é colhida em diferentes momentos de sua maturidade, desde madura a supermadura, garantindo o perfeito equilíbrio entre a acidez e a doçura, fator primordial para a excelência de um vinho doce.O vinho é mantido em barricas de carvalho francês novo (60%), carvalho húngaro e acácia francesa por três anos, com posterior estágio em tanques de aço por seis meses antes do engarrafamento.O resultado é um vinho doce de excepcional qualidade, com aromas e sabores de frutas cítricas caramelizadas, intensa concentração, equilíbrio perfeito e longa persistência. Um grande vinho, clássico, de grande personalidade e muito elegante.O Vin de Constance é trazido para o Brasil pela Grand Cru Importadora.
[+ detalhes]
16/05/2018
A PUGLIA
Puglia, também conhecida como Apúlia, em português, é uma região da Itália meridional com pouco mais de quatro milhões de habitantes e 19.345 km²; sua capital é Bari. Ocupa o ?calcanhar da bota?. A Puglia faz fronteira com as regiões italianas de Molise, ao Norte, Campania, a Oeste, e Basilicata, a Sudoeste. Do outro lado do mar Jônico, para o Leste, encontra-se a Grécia e o Mar Adriático. As províncias que compõem a região de Puglia são Bari, Barletta-Andria-Trani, Brindisi, Foggia, Lecce e Taranto.A Puglia é a região menos montanhosa da Itália, formada por planícies largas e colinas baixas. As únicas áreas montanhosas são o promontório do Gargano e as montanhas Dauni, as quais não ultrapassam os 1.150 metros e estão no Norte da região.As Ilhas Tremiti, no Adriático, também fazem parte da Puglia. Esta é uma região muito quente e seca, mas é uma das maiores e mais produtivas planícies da Itália, onde uma quantidade significativa de vinho e azeite é produzido.A cidade barroca de Lecce, na região de Salento, é um destino favorito para os visitantes. Apelidada de "a Florença do Sul", a cidade está cheia de impressionantes monumentos barrocos. Outra atração da região são as famosas casas trulli, estranhas e cônicas casas brancas que foram construídas tradicionalmente sem usar argamassa, a fim de evitar o pagamento de impostos.Hoje, são as mais amadas pelos turistas e muito procuradas como casas de férias. Alberobello é uma cidade composta quase inteiramente de casas trulli e é possível ver centenas delas juntas. É extraordinário e certamente vale uma visita.Na Puglia há quilômetros e quilômetros de praias intactas, penhascos espetaculares e enseadas rochosas. Isso, junto com o clima magnífico, as lindas cidades e um campo encantador, fazem da Puglia um destino muito popular. A gastronomia é excelente, vale a pena visitar locais que produzem azeites e vinhos. Alongada entre os mares Adriático e Iônio, a antiga Apulia, a extrema região Sul oriental italiana, é uma ponte natural para o Oriente. A região é cercada por praias consideradas as mais lindas da Itália, como Torre dell'Orso, um balneário de pequenas falésias que moldam e encantam as areias de seu litoral. Outro destaque da região é a cidade de Otranto, a maior dessa parte do litoral, que possui sítios históricos que nos remetem a era da Itália medieval e ainda mantém algumas ruínas greco-romanas.Puramente mediterrânea do ponto de vista climático e da vegetação, a região apresenta modestos relevos e um sistema hidrográfico difícil, em alguns pontos tipicamente carsico; só a abertura do aqueduto Pugliese resolveu, em grande parte, a carência de água. A zona Norte de Puglia se distende na bem-servida e fértil planície de Tavoliere, à sombra de um rochoso promontório: o Gargano. A área central é caracterizada pelo amplo planalto de Murge, cortado por profundas incisões torrenciais (mangues e penhascos), e se prolonga pela estreita península salentina.A região de Puglia subdivida-se em 11 sub-regiões: Gargano, Tavoliere di Foggia, Subappennino Dauno, Murge Alte, Premurgia, Cimosa litorânea ou Terra di Bari, Murgia dei Trulli, Anfiteatro Tarantino ou subregione delle Gravine, Salento delle Murge, Tavoliere Salentino ou de Lecce e o Salento delle Serre.AS UVAS E OS VINHOS DA PUGLIAINTRODUÇÃOApesar do grande prestígio de que gozam as regiões mais setentrionais, o Sul da Itália é considerado o verdadeiro berço do vinho italiano. A região da Puglia é considerada a principal delas, não apenas pela enorme produção dos seus vinhedos, mas também pela excelente qualidade encontrada em seus rótulos.A Puglia é tanto calcanhar como salto da bota que é a Itália e se estende por uma faixa de quase 400 km pela costa do Mar Adriático; no total, tem cerca de 860 km de borda costeira. Em termos de terroir, a Puglia tem uma gama impressionante de recursos naturais que auxiliam no cultivo das uvas. O solo da Puglia tem papel fundamental na qualidade dos vinhos:a composição de calcário reflete a luz solar, melhorando a exposição das videiras à luminosidade. Além disso, esse tipo de solo armazena o calor para o período noturno e facilita a penetração das raízes da planta na terra. Os solos são constituídos por uma camada fina de terre rosse, a terra vermelha, e possuem, geralmente, um substrato de calcário com afloramentos rochosos esparsos. A famosa tonalidade vermelha desses solos é derivada de uma intensa presença de óxidos de ferro, resultado de milhares de anos de erosão de rochas basálticas, de origem vulcânica. O clima do terroir é o clássico mediterrânico, com verões muito quentes e secos, invernos moderados e grande aplitude térmica, que tem influência benéfica sobre a qualidade das uvas. Em termos de pluviosidade, a região é muito seca, mas isso não é um problema, tendo em vista que as castas da Puglia foram muito bem escolhidas e estão completamente adaptadas às condições climáticas locais. Seu clima tipicamente mediterrâneo, a composição calcária de seu solo, muito sol e ventos marítimos ocasionais são ideais para o crescimento dos vinhedos. Sua topografia é também muito favorável, sendo em sua maior parte plana. Essa região mediterrânea, graças a sua posição geográfica de proximidade com o Oriente Médio e o Norte da África, sofreu a influência de vários povos e culturas que cruzaram esse mar interior, tendo sido a grega a mais marcante. Essa Itália helenizada era conhecida como Magna Grécia e a influência da cultura grega do vinho sobre ela foi enorme. Quando os gregos estabeleceram ali suas colônias, referiam-se à península italiana como Enotria (Terra dos Vinhos). As regiões de Molise, Campânia, Basilicata, Calábria e Sicília, fazem parte dessa Itália helenizada, mas do ponto de vista vinícola é a Puglia a região mais importante, tanto pela enorme produção de seus vinhedos, quanto pelo destaque recente que seus vinhos vem merecendo.A área coberta por vinhedos atinge 190.000 ha e seu volume de produção só se iguala à do Vêneto- e da Sicília -, chegando a produzir cerca de 17% dos vinhos desse país, que é o maior produtor de vinhos do mundo, com 48,8 milhões de litros. Os outros grandes produtores são a França (41,9 milhões de litros), a Espanha (37,8 milhões de litros), os Estados Unidos (22,5 milhões de litros) e a Austrália (12,5 milhões de litros). Interessante observar que a China, país sem nenhum passado vitivinícola, já está em sexto lugar, frente a países tradicionais, como o Chile, África do Sul, Argentina, Alemanha e Portugal!Uma boa parte do vinho da Puglia ainda não é de grande qualidade, comercializado a granel ou engarrafado, como o Vino da Tavola, sendo também muito grande a parcela utilizada para a produção de vermutes. O sistema de cooperativas é responsável por 60% dos vinhos da Puglia. Nos últimos anos, muitas delas passaram por dificuldades financeiras, mas outras tantas se beneficiaram bastante com a contratação de enólogos experientes do Novo Mundo.Atualmente, existem 25 marcas de vinho que podem exibir o selo DOC, Denominazione di Origine Controllata, e seis denominações IGT (Indicazione Geográfica Típica) nessa região.PRINCIPAIS UVAS CULTIVADAS NA PUGLIAComo acontece em todo o Sul do país, a Puglia tem uma rica variedade de uvas nativas, que fazem o charme de seus vinhos nesses tempos de globalização. As principais uvas encontradas na Puglia são, por ordem meramente alfabético: Bombino Branco, Malvasia Nera, Montepulciano, Negroamaro, Primitivo, Sangiovese, Trebbiano e Uva di Troia.Na parte mais ao Norte da Puglia, próxima a San Severo, predominam as uvas Trebbiano e Sangiovese. A Trebbiano é uma casta de uva branca, originária da Itália e cultivada na maior parte dos países. Notabiliza-se pelas suas produções prodigiosas mais do que pelas suas qualidades intrínsecas. É considerada a uva mais produtiva do mundo, pois rende mais galões do que as demais uvas. Dentre todas as cepas plantadas na Itália, a Trebbiano é a branca mais cultivada! No Sudoeste da França essa uva é chamada de Ugni Blanc, mas tem, de fato, muitos outros nomes, como Albano, Saint Emilion, Lugana, Spoletino, White Hermitage, Thalia, Procanico... Além da Itália e da França, encontramos a Trebbiano na Argentina, na Austrália, em Portugal, nos Estados Unidos, no Brasil... A Trebbiano não é uma uva que desfruta de muito prestígio, apesar de tão cultivada. Mas é possível encontrar exemplares bem complexos de vinhos dessa cepa. Somente na Itália está autorizada para a produção de vinhos de mais de 80 denominações de origem. Nas videiras de Trebbiano, vigorosas e de alto rendimento, os cachos são cilíndricos e os bagos muito resistentes. E os vinhos produzidos à base de Trebbiano são extremamente refrescantes, secos e com alta acidez. Seus aromas mais comuns são cítricos e de amêndoas, com notas florais e um fundo herbáceo. Em cortes, a parceria mais comum para a Trebbiano é a Malvasia, que acrescenta perfume à Trebbiano, em vinhos como o Frascati. A harmonização de vinhos da uva Trebbiano é fácil e ampla. Esse vinho é uma ótima companhia para aperitivos, massas aromatizadas, aves, frutos do mar e peixes. A temperatura ideal de serviço é de 8°C. A uva Trebbiano também é utilizada na produção de Armagnac, Cognac e vinagre balsâmico.A Sangiovese ocupa 10% dos vinhedos italianos e é uma das cepas mais importantes do país. É praticamente um sinônimo dos vinhos tintos da Toscana e está presente em alguns dos vinhos italianos mais famosos, como o Chianti e o Chianti Clássico, o Brunello di Montalcino, o Vino Nobile di Montepulciano, o Rosso di Montepulciano, o Morellino di Scansano e o Montefalco Rosso. Fora da Itália é plantada em pouquíssima quantidade. Cerca de 90% de suas videiras estão na península italiana. Não é fácil encontrar bons resultados no cultivo da Sangiovese, e na produção de bons vinhos com essa cepa, em outros locais. Uma exceção que merece destaque é a Córsega, mas é possível encontrar também alguns bons vinhos produzidos na Califórnia, na Austrália, na Romênia, no Chile, na Argentina, no Brasil e, até mesmo, no Uruguai. Assim como a Pinot Noir, a Sangiovese é uma cepa camaleão, muito influenciável pelo terroir. Dessa forma, tem inúmeros clones (todos de amadurecimento tardio) e, em consequência disso, acaba sendo conhecida por muitos nomes diferentes, como Sangioveto, Nielluccio, Nerino, Brunello, Morellino... As uvas Sangiovese cultivadas na região de Chianti apresentam, na maioria das vezes, bagos pequenos e pele fina, enquanto as de Brunello di Montalcino apresentam tamanho maior e casca mais grossa. E, mesmo que essas diferenças sejam sutis, podem produzir resultados muito
[+ detalhes]
16/05/2018
O TOMATE E SEUS MOLHOS
Consumido cru ou utilizado no preparo de molhos, o tomateé um ingrediente básico em uma infinidade de receitas, não só da culinária italiana, onde seu uso é mais expressivo, mas da gastronomia de muitos países.Origem e expansãoApesar de ser considerado por muitos um legume, o tomate (do Náuatles "tomatl") é uma fruta. Trata-se do fruto do tomateiro (Solanum lycopersicum), uma planta fanerógama, angiosperma e monocotiledônea. Do ponto de vista botânico, é indiscutivelmente um fruto, uma vez que é o produto do desenvolvimento do ovário e do óvulo da flor, formando o pericarpo e as sementes, respectivamente, após a fecundação. Já do ponto de vista culinário, o tomate não possui o mesmo sabor adocicado dos frutos e é, geralmente, servido como legume em preparações salgadas, entradas ou saladas ou, ainda, como acompanhamento de outros pratos principais.O tomate é originário das regiões costeiras dos Andes, no Noroeste da América do Sul, ou seja, Colômbia, Equador, Peru e Norte do Chile. Nessas regiões foram encontradas plantas espontâneas de diversas espécies do antigo gênero Lycopersicum, particularmente, o Solanum lycopersicum cerasiforme, conhecido como tomate cereja.A primeira domesticação do tomate de fruto grande ocorreu, provavelmente, no México, onde foi encontrada pelos conquistadores espanhóis. Em outra versão, os botânicos atribuem a origem do cultivo e consumo do tomate como alimento à civilização Inca do antigo Peru, o que deduzem por ainda persistir naquela região uma grande variedade de tomates selvagens e algumas espécies domesticadas (de cor verde) apenas ali conhecidas. Nesta versão, os botânicos acreditam que o tomate da variedade Lycopersicum cerasiforme, considerado o ancestral da maioria das espécies comerciais atuais, tenha sido levado do Peru e introduzido pelos povos antigos na América Central, posto que este foi encontrado amplamente cultivado no México.O tomate chegou à Europa no início do século XVI, através dos espanhóis, sendo introduzido primeiro na Espanha e depois na Itália, Inglaterra, França, Estados Unidos e outros países, ganhando expansão mundial.Inicialmente, o tomate era tido pelos europeus como venenoso e cultivado apenas para efeitos ornamentais. Como a planta era da mesma família da beladona, espécie rica em alcalóides, que lhes dão propriedades alucinógenas, seus frutos não eram considerados comestíveis e somente usados em medicina. Era, também, associado à mandrágora, espécie de planta herbácea pertencente à família das Solanaceae, cercada por numerosas lendas e usada, inclusive, em feitiçaria. Somente no século XIX é que o tomate passou a ser consumido e cultivado em escala cada vez maior. Se inicialmente havia a supeita de ser venenoso, assim que foi descoberto pela gastronomia o tomate passou a ser indispensável na maioria das civilizações e nas preparações culinárias.Atualmente, o tomate é considerado um legume-fruto muito importante na culinária e faz parte da composição de inúmeras receitas; pode ser consumido cru ou cozido e preparado das mais diversas formas.Um tipo para cada gostoO tomate é cultivado em inúmeros países do mundo e sob condições climáticas diversas, estando, atualmente, disponível em diferentes tipos: caqui, Carmem, cereja ou cherry, chucha, Débora, holandês, italiano ou rasteiro, japonês, kumato, ligúria, raf, San Marzano, sweet grape e vinha. No Brasil, os tipos mais consumidos são o Carmen, caqui, holandês, Débora, italiano, cereja e sweet grape. O tomate Carmem, conhecido também como tomate Longa Vida, é o mais consumido no país, responsável por cerca de 75% da produção. Tem alta durabilidade graças aos genes da composição, mas esses mesmos genes também influenciam no sabor e no aspecto. É um tomate mais aguado e amarelado, ideal para saladas, mas ruim para molhos, que tendem a ficar mais alaranjados e sem sabor. O tomate caqui, ou tomate gaúcho, é um tipo que costuma ser graúdo, alguns chegam a pesar quase 500g. Não é um tomate muito utilizado para molhos, mas é excelente, por exemplo, para fazer vinagrete, já que não é muito adocicado, mas bem fresco. O tomate holandês é mais adocicado e excelente para saladas. Tem esse nome por ser importado da Holanda, mas hoje já é plantado no Brasil. O tomate Débora é um curinga, pois pode ser utilizado tanto em saladas como em molhos. É menos ácido do que o tomate Carmem, mas possui mais sementes. Também é muito indicado para laboração de tomate seco. O tomate cereja é uma espécie cujo tamanho é menor e, normalmente, seu sabor é um pouco mais doce. É usado em saladas, enfeites de pratos sofisticados ou mesmo puro. Seu diâmetro varia entre 3 e 10 cm e seu formato entre a esfera e a elipse. O sweet grape possui formato parecido com o de uma uva, por isso o nome. É o tomate italiano em versão mini e está na moda nos restaurantes vegetarianos ou que focam em saladas. É mais adocicado e carnudo. O tomate italiano possui formato alongado e é considerado o melhor tomate para fazer molhos, já que contém menos sementes e é bem mais carnudo. Competindo com o tomate italiano, está o tomate San Marzano, atualmente, considerado o melhor tomate do mundo para o preparo de molhos.O tomate San Marzano, também chamado em italiano de Pomodoro San Marzano dell'Agro Sarnese-Nocerino, apresenta tamanho médio com formato retangular, muitas vezes terminando-se em ponta. A planta costuma se desenvolver de forma desordenada; tem frutificação tardia, com frutos pequenos e de pouca firmeza. Apresenta baixo conteúdo de glicose e acidez e é o mais adequado para conservação e enlatados. Comparado com os mais conhecidos tomates de Roma (tomate italiano no Brasil) é mais fino e pontiagudo em sua forma. A carne é muito mais grossa, com menos sementes, e o gosto é muito mais forte, mais doce e menos ácido, sendo descrito por muitas pessoas como agridoce. As qualidades organolépticas do tomate, que incluem o aspecto, o gosto e a textura, dependem de diversos parâmetros relacionados à genética, condições de cultivo, de colheita e de conservação. O sabor depende, entre outros fatores, do equilíbrio entre açúcares e ácidos, em especial do teor em ácido málico e em sacarose, e da presença de diversos aromas voláteis. Esse equilíbrio também depende das condições de maturação da fruta.Alguns tomates disponíveis no mercado apresentam falta de sabor. Entre os fatores que levam a perda de sabor pode-se mencionar a seleção das variedades chamadas de "longa conservação", as quais possuem um gene especial, o rin (ripening inhibitor), que induz efeitos negativos sobre a qualidade.Ainda quanto ao sabor do tomate e, em particular, no molho de tomate, vale ressaltar que se encontra presente o quinto sabor fundamental, o umami, ligado a presença de ácido glutâmico no fruto maduro.Propriedades nutricionaisO tomate é um alimento dietético, muito rico em água (93% a 95%), em elementos minerais e em vitaminas A, C e E, porémmuito pobre em calorias (18 a 20 kcal/100g).Os glicídios, 3% a 4%, são constituídos principalmente de frutose e glicose. Os sais minerais, cujo teor depende, também, do solo e dos adubos usados, são compostos em 50% por potássio, cerca de 280mg/100g de tomate. Contém, ainda, cálcio (11mg), cloro (40mg), ferro (0,6mg), magnésio (1mg), sódio (3mg), fósforo (27mg), enxofre (11mg) e zinco (0,24mg).Das vitaminas hidrossolúveis, a principal é a vitamina C, cujo teor de 20 a 40mg/100g presente no tomate cru é fortemente reduzido a 16mg no tomate cozido. Embora as vitaminas (A, B1, B2, B3, B6, E, niacina, ácido fólico e biotina) estejam presentes em uma pequena proporção do total da matéria seca, são importantes do ponto de vista nutricional. O tomate maduro também contém vários pigmentos da família dos carotenóides, sendo os dois mais abundantes o licopeno e o betacaroteno. O licopeno é um pigmento vermelho com ação antioxidante, devido a sua habilidade de sequestrar o oxigênio singleto e capturar radicais livres peroxil. Os tomates e derivados são as maiores fontes de licopeno, sendo que o conteúdo depende de sua variedade e de seu amadurecimento. Por exemplo, tomates muito vermelhos podem conter 50mg de licopeno por quilo, enquanto que uma variedade mais amarela pode conter somente 5mg/quilo. O suco de tomate, catchup, sopas, pizzas com molho de tomate e molho ao sugo para espaguetes são os alimentos que mais contribuem na ingestão de licopeno. Além dos carotenos, os frutos imaturos e maduros de algumas variedades de tomate também contém clorofila, um pigmento verde comum nas folhas e caules. Todos esses pigmentos estão presentes na carne do tomate.Produtos derivados do tomateTomates secos, tomates pelados, molhos, extratos ou concentrados de tomate e suco de tomate, são alguns dos produtos que a indústria coloca à disposição do mercado e que tem no tomate a sua matéria-prima.Os principais e tradicionais produtos derivados do processamento do tomate são o molho e o extrato de tomate. Também são fabricados diversos produtos onde tomates na forma de pedaços ou de massa são as principais matérias-primas, como por exemplo, conservas de molho para macarrão, saladas, temperos e/ou molhos variados, geleias, tomates secos, conservas de tomates secos e as diversas formas de catchup. Além desses produtos, em países onde há escassez de tomate, na época de safra são produzidas conservas de tomates pelados ou tomates sem a pele, normalmente utilizados na substituição do tomate in natura.Molho de tomateO molho de tomate pode ser definido, de acordo com a legislação da ANVISA, Resolução RDC nº 276, de 22 de setembro de 2005, como um condimento feito à base de tomate e, às vezes, acrescido de presunto, cebola, manjericão, sal, óleo, alho e vários outros condimentos para conferir sabor. Assim, surgiram os molhos com variações de sabores e mais sofisticados, que oferecerem maior praticidade e segurança, entre outros atributos.Segundo conta a história, o molho de tomate foi criado pelo chef da corte espanhola Antonio Latine, que usou o fruto misturando tomates, cebolas e óleo de oliva. Na Itália, Antonio Latine escreveu, entre 1692 e 1694, o livro de culinária napolitana "Lo Scalco Alla Moderna", em que uma das suas receitas recomendava levar ao fogo pedaços de tomate, sem pele ou sementes, temperando com salsinha, cebola e alhos picados, salpicados com sal e pimenta, acrescidos de azeite e vinagre, para obter um molho de tomate ?de estilo espanhol?.O molho de tomate é, tradicionalmente, elaborado extraindo-se a polpa dos tomates muito maduros. Porém, a polpa crua é muito líquida para ser utilizada sem ser concentrada e precisa ser evaporada até atingir a consistência desejada, antes de ser enlatada ou usada para a preparação de molhos ou qualquer outro produto à base de tomate. A prática da evaporação para concentrar a polpa de tomate é também uma técnica de conservação, proporcionando maior estabilidade à deterioração microbiana (alcançada pela redução da atividade de água), diminuição de custos de elaboração, armazenamento e transporte decorrentes da grande redução de peso e de volume.Existem vários processos na produção de molhos de tomate. Molhos com pedaços de tomate; em forma de polpa de tomate (conhecido como molho peneirado); e com vários ingredientes (carne, champignon, cenoura, etc.). A sua composição em relação a formulação pode variar no adicionamento dos condimentos, porém a base principal é o tomate. Os tomates destinados à produção de molhos, devem ter cor avermelhada forte e serem bastante firmes, de boa consistência. Ao chegarem às indústrias processadoras, devem sofrer uma lavagem com água clorada e passar por uma seleção manual, onde devem ser descartados os tomates impróprios para o processo. Em seguida, os tomates são transportados inteiros para um equipamento dotado de aquecimento de vapor, cuja finalidade é amolecer a pele dos mesmos. A temperatura nesse processo deve ser de 100ºC e o tempo de permanência dos tomates dentro do equipamento deve variar entre 30 a 50 segundos, dependendo da variedade de tomate utilizado. Após esse processo, os tomates passam por um equipamento chamado de "Trimer", onde barras cilíndricas dotadas de garras, que giram uma ao contrário da outro, retiram a pele dos tomates. Na etapa seguinte, os tomates, já sem a pele, passam por uma fatiadeira e cubetiadeira, provida de facas circulares e facas em forma de "L", que transformam os tomates em tamanhos bem pequenos. Logo após este processo, os tomates em forma de cubinhos são bombeados para se efetuar o seu cozimento, o que ocorre em um equipamento dotado de aquecimento de vapor. Esse equipamento contém uma serpentina de tubos com diâmetros de aproximadamente 2 polegadas, por onde passa o vapor internamente. Essa serpentina de canos efetua um movimento giratório, o que provoca a agitação do tomate e a transferência de calor ao mesmo, rapidamente. A temperatura de cozimento deve ser de 95ºC a 97ºC, sendo o tempo de cozimento de 18 a 25 minutos. Ao mesmo tempo em que se processa o tomate, as cebolas que compõem a formulação devem também serem preparadas.Os molhos de tomate também são concentrados ricos em licopeno. Aliás, uma característica interessante desse pigmento é que ele não perde suas propriedades químicas ou medicinais quando concentrado ou cozido por longo tempo, sendo melhor absorvido pelo organismo humano quando são ingeridos produtos do tomate, como extratos ou massas, tomates secos e molhos diversos, do que o tomate in natura. Assim, recomenda-se uma alimentação diária rica em licopeno na forma de molhos e purês de tomate, catchup e tomate seco.Na gastronomia, o uso dos molhos de tomate se estende desde a preparação básica de alimentos,até seu emprego na elaboração de outros molhos, como à bolonhesa, à carbonara, à espanhola, etc. Algumas gastronomias do mundo empregam o molho de tomate com grande intensidade. A culinária italiana, por exemplo, usa o molho de tomate e suas variantes em massas, como o spaghetti alla napolitana, entre outras deliciosas receitas. Extrato de tomateO extrato de tomate, segundo a Resolução 12/78 da Comissão Nacional de Normas e Padrões de Alimentos (Resolução, 1978), é o produto resultante da concentração da polpa de frutos maduros e sãos do tomateiro Solanum lycoperaicum por processo tecnológico adequado.A mesma Resolução classifica os diversos extratos em purê de tomate, produto que apresenta teor mínimo de 9% p/p para substância seca, excetuando-se o cloreto de sódio; extrato de tomate simples concentrado, contendo o mínimo de 18% p/p de substância seca, excetuando-se o cloreto de sódio; extrato de tomate duplo concentrado, contendo o mínimo de 25% p/p de substância seca, exceto cloreto de sódio; e extrato de tomate triplo concentrado, contendo o mínimo de 33% p/p de substância seca, exceto cloreto de sódio, sendo permitida, ainda, a adição de, no máximo, 1% de açúcar e 5% de cloreto de sódio.Os tomates destinados à produção de extrato devem apresentar boa cor e serem firmes, em ponto de maturação adequado, ou seja, nem verdes e nem excessivamente maduros, bem como devem ser livres de materiais estranhos para assegurar um produto final de boa qualidade.Os tomates ao entrarem nas linhas de processamento sofrem, inicialmente, uma lavagem com água potável e clorada. Para maior eficiência, são realizados dois tipos de lavagem, sendo a primeira com imersão e agitação da água com ar comprimido e, a segunda, efetuada com chuveiros, onde a pressão da água elimina os resíduos aderentes à pele dos tomates.Após a operação de lavagem, os tomates são escolhidos por seleção manual, utilizando-se uma esteira provida de roletes rotativos, os quais fazem com que os tomates girem, facilitando o processo de seleção. Neste processo são retirados os tomates inadequados, ou seja, os verdes, desintegrados, descoloridos, etc.Os tomates selecionados são enviados para um triturador, onde são triturados a um tamanho adequado, com o objetivo de facilitar a extração do suco de sua polpa. O triturador utilizado nesta operação não deve quebrar as sementes dos tomates; as sementes quebradas afetam negativamente a textura do produto final.Para se obter um produto final de boa aparência, os tomates, depois de triturados, devem ser aquecidos rapidamente, sendo esta operação conhecida como inativação enzimática. Quando as células vegetais das enzimas existentes nos tomates se rompem na operação de trituração, entram em contato com as pectinas, transformando-se em ácidos gelatinosos. A enzima mais importante gerada nesse processo é a pectinesterase, a qual deve ser destruída pelo processo de inativação enzimática para se obter uma boa consistência no produto final. A pectinesterase possui resistência térmica maior do que as bactérias, bolores e leveduras encontradas nos sucos de tomate. Neste caso específico, sua inativação é utilizada como parâmetro para a definição do tempo e da temperatura do processamento ao qual o suco do tomate deve ser submetido. Assim, a inativação das enzimas é obtida mediante aquecimento imediato após a trituração.Após a operação de inativação enzimática, o produto é enviado para despolpamento e refinação. Esta fase é realizada em dois estágios e tem a finalidade de separar a pele (primeiro estágio) e as sementes da polpa dos tomates (segundo estágio). O processo de despolpamento e refinação é composto por duas ou três peneiras cilíndricas ou de tronco cônico, com furos cada vez menores colocados em série. A primeira é chamada de despolpamento ou extratora e possui furos da ordem de 1,0mm a 1,5mm, permitindo a remoção das sementes e de boa parte da pele dos tomates triturados. A segunda peneira, semelhante a primeira, é chamada de refinadora, com furos da ordem de 0,7mm, possibilitando a separação de fragmentos de sementes e peles. Quando se opera com três peneiras, a última é chamada de super refinadora e possui, normalmente, furos da ordem de 0,5mm, tendo como principal função a de homogeneizar o suco do tomate.O produto concentrado de tomate qualifica as conservas elaboradas mediante a eliminação de uma parte de água do suco do tomate, podendo ser dividido em purê de tomate (mínimo de 9% de sólidos totais); simples concentrado (mínimo de 18% de sólidos totais); duplo concentrado ( mínimo de 25% de sólidos totais); e triplo concentrado (mínimo de 35% de sólidos totais).O processo de concentração do suco do tomate consiste em retirar parte da água existente através do aquecimento, fazendo com que essa água seja evaporada. Para essa operação utilizam-se evaporadores. Contudo, como o tomate é bastante sensível a danos pelo aquecimento prolongado, os evaporadores operam sob vácuo, fazendo com que o suco do tomate entre em ebulição a uma temperatura de aproximadamente 650C a 750C. Após o suco do tomate atingir o grau de concentração desejado, o mesmo deve ser pasteurizado, processo que consiste no tratamento térmico do produto, elevando sua temperatura rapidamente até 920C a 960C, com a finalidade de eliminar toda a carga bacteriana presente no produto. Esta operação é feita com o uso de trocadores de calor de superfície raspada, equipamento composto por um copo cilíndrico horizontal ou vertical, dotado de uma camisa externa onde circula o vapor de aquecimento. Dentro do corpo cilíndrico há um tambor rotativo provido de paletas raspadoras que passam rente a parede interna do cilindro. O produto é introduzido no cilindro por bombeamento, onde começa a girar através das paletas raspadoras, formando uma fina película e sendo, ao mesmo tempo, aquecido. O produto segue o percurso até o final do cilindro (pasteurizador), sendo descarregado no lado oposto ao da sua entrada. Depois de pasteurizado, o extrato de tomate está pronto para ser envasado.CatchupOutro derivado do tomate na forma de molho bastante utilizado na culinária é o catchup. Segundo a RDC nº 276 de 22 de setembro de 2005, o catchup é o produto elaborado a partir da polpa de frutos maduros do tomateiro (Lycopersicum esculentum L.), podendo ser adicionado de outros ingredientes desde que estes não descaracterizem o produto. Segundo a mesma resolução, ambas as designações, ketchup e catchup, podem ser utilizadas para denominar o produto. Os aditivos alimentares permitidos pela legislação brasileira para a categoria de molhos e condimentos, bem como suas funções e limites máximos de uso, foram estabelecidos pela Resolução nº 382 de 05 de agosto de 1999.O catchup é formulado a partir da polpa do tomate, na forma fresca ou de pasta concentrada, à qual são normalmente adicionados sal, vinagre, condimentos e especiarias e/ou aromatizantes, cebola e/ou alho, sendo o produto geralmente adoçado com sacarose, xaropes de glicose ou misturas destes. Entre as especiarias comumente utilizadas, encontram-se canela, cravo, pimenta, páprica, noz moscada, gengibre e mostarda, que podem ser adicionadas na forma integral, moídas, óleos voláteis ou, ainda, misturas de especiarias, que podem ser encapsuladas ou não. O uso das especiarias tem por objetivo acentuar o sabor típico do produto e não mascará-lo; portanto, deve-se evitar sobredosagens destes componentes. A formulação do catchup varia consideravelmente conforme o fabricante, principalmente no que se refere às quantidades de especiarias e aromatizantes acrescentados à formulação do produto.O catchup é um molho condimentado normalmente utilizado como acompanhamento ou complemento para outros alimentos ou como ingrediente em preparações culinárias, por conferir sabor e/ou realçar o sabor de outros alimentos.Atualmente, a indústria coloca à disposição uma variedade de molhos de tomate, em diferentes formatos e tamanhos de acondicionamento (lata, sachê, vidro, etc.). Além dos atomatados e extratos de tomate tradicionais, a indústria produz molhos de tomate de diversos tipos e sabores. Alguns exemplos são os molhos ao sugo, a parmegiana, azeitona, bolonhesa, calabresa, champignon, ervas finas, manjericão e, inclusive, molho para pizza. Os produtos são fornecidos prontos, basta aquecê-los e misturá-los nos mais variados tipos de receitas.
[+ detalhes]
15/05/2018
GELATO, O FAMOSO SORVETE ITALIANO
O gelato artesanal, tradicional sorvete italiano, é um dos doces mais saborosos e apreciados do mundo. Muitos são os fabricantes que tentam copiar sua receita, mas os mestres italianos guardam zelosamente sua fórmula.Um pouco de históriaEntre os vários tipos de sorvete no mundo, o gelato italiano se distinguiu por manter sua popularidade desde o momento em que surgiu na Itália Renascentista até os dias de hoje, quando pode ser saboreado em todo o mundo. A história do gelato começou na Itália há mais de 2.000 anos, quando os antigos imperadores romanos e os cidadãos de classe alta não poupavam esforços para transportarem blocos de gelo das montanhas congeladas para se refrescarem no intenso verão. Na época, o "sorvete" era elaborado com gelo e neve das montanhas mais altas e conservado no subsolo.A queda do Império Romano levou ao fim da dispendiosa e exclusiva tradição de comer sorvete na Itália. Contudo, essa tradição nunca desapareceu completamente e a nobreza italiana continuou a usar aparas de gelo e coberturas doces como uma das maneiras de proteger-se dos quentes dias de verão. Da Roma Antiga até a forma como conhecemos hoje, passaram-se mais de 1.000 anos antes do gelato chegar à Itália. O responsável por ativar o reinício da indústria de sorvete foi Marco Polo, célebre explorador e historiador, que retornou à sua terra natal levando histórias e registros de sua incrível jornada para a China. Entre suas posses estavam as receitas para a elaboração dos sorvetes chineses, que não eram feitos de gelo raspado, mas usando um ingrediente primário, o leite. Essa inovação iniciou a indústria italiana de sorvete, marcando o início do gelato que conhecemos hoje.No entanto, o gelato italiano não é igual a maioria dos sorvetes. Desde o momento em que chegou na Itália, foi elaborado de uma forma diferente, com pouco ou nenhum ar presente na mistura. Por causa disso, durante muito tempo, o gelato italiano permaneceu único, sobrevivendo durante séculos com pequenas mudanças na sua receita original.Segundo registros históricos, os italianos passaram a consumir o gelato regularmente nos séculos 15 e 16, tornado-se especialmente popular depois que o cozinheiro florentino Bernardo Buontalenti criou uma técnica avançada de refrigeração, em 1565, modernizando a forma de elaborar o sorvete com uma receita melhorada e uma técnica de conservação inovadora. Técnica, aliás, que transformou a indústria italiana de gelato em uma instituição.A tradição de produzir sorvete à base de leite foi transportada para a Europa continental após o casamento de Catherine de Médici com o rei Henrique II, da França. A partir desse momento, o gelato e os segredos dos sorvetes chinês espalharam-se pela Europa, alcançando lentamente os quatro cantos do mundo. Outro momento muito importante na história do gelato italiano, segundo os registros históricos, aconteceu em 1686, quando o pescador siciliano Francesco Procopio dei Coltelli conseguiu aperfeiçoar a primeira máquina para fabricar sorvete. Esses avanços na tecnologia permitiram que o gelato se tornasse cada vez mais disponível para as pessoas comuns, o que finalmente aconteceu nas décadas de 1920 e 1930, quando o gelato começou a ser comercializado pelos vendedores ambulantes.Atualmente, o gelato italiano é um sorvete conhecido mundialmente e um dos raros tipos que ainda é produzido massivamente de forma artesanal. Hoje, a Itália possui 39 mil gelaterias e movimenta um volume de negócios de cerca de 4,5 bilhões de euros, contra um valor de mercado mundial estimado em cerca de 15 bilhões de euros, mostrando a força de um setor que continua a se expandir na Itália.Cultura e tradiçãoUma das experiências mais prazerosas ao visitar a Itália é desfrutar de um gelato artesanal. Apesar do sorvete ser um produto muito popular em todo o mundo, o autêntico gelato italiano é uma instituição, faz parte da cultura italiana e é uma iguaria irresistível. O termo gelato, que deriva do Latin Gelatus (congelado), define um produto artesanal típico da gastronomia italiana, diferente do sorvete de outros países. O gelato é único no mundo, porque possui características próprias, com receitas tradicionais que passam de geração para geração.Se existe algo que define a qualidade do gelato italiano é, sem dúvida, seu caráter artesanal. Os mestres sorveteiros dominam perfeitamente todos os segredos da sua elaboração, graças a um treinamento que começa desde jovem, como aprendiz. Em toda a Itália, pode-se encontrar milhares de gelaterias tradicionais que continuam seu trabalho depois de muitas gerações.Para os italianos, o gelato artesanal é um símbolo da sua cultura. As melhores receitas passam de pai para filho, adaptando-se aos novos tempos, mas sempre mantendo a essência artesanal de sua elaboração e a máxima qualidade de seus ingredientes.O gelato italiano é elaborado de forma artesanal e incorpora menos de 10% de ar, o que faz com que a sua textura seja muito mais cremosa, além de ter uma melhor concentração de sabores, proporcionando ao paladar um prazer incomparável.É também mais saudável, pois possui menos quantidade de gordura e incorpora ingredientes frescos para aumentar seu sabor.Aliás, o sabor do gelato artesanal italiano é famoso em todo o mundo, mas sua receita é um segredo guardado a sete chaves. O conceito de gelato artesanalUltimamente, tem-se falado muito sobre o sorvete artesanal e o gelato italiano. No entanto, quando se questiona sobre as definições exatas desses termos, poucos são capazes de fornecer uma resposta abrangente. Na Itália, berço do gelato artesanal, a falta dessa definição é um problema que se deve, em parte, a uma lacuna legislativa, uma vez que não existe uma regulamentação oficial que distingua entre o gelato artesanal, o semi-acabado e o industrial. Como consequência, muitos fabricantes apelam para este rótulo ao descrever seu produto, porém, muitas vezes, sem realmente atender a todos os requisitos. Mas quais são os requisitos para que o gelato seja reconhecido como artesanal? Não existe uma definição unívoca, mas há alguns pontos reconhecidos por unanimidade e que na Itália são fundamentais. Em primeiro lugar, para ser artesanal um gelato não deve ser produzido com processos industriais. Em segundo lugar, deve ser produzido no mesmo local ou nas proximidades, ou seja, a uma distância que não requer o congelamento da base líquida e o descongelamento no ponto de venda, com posterior congelamento. Quando um gelato acaba de ser preparado, é muito cremoso, porque os cristais de gelo são muito finos. No entanto, ao longo do tempo, os cristais se unem e se tornam maiores, afetando a suavidade do produto; uma boa maneira de retardar esse processo é passar o gelato que acabou de ser produzido para um resfriador, a uma temperatura muito baixa.Os métodos de produção e as distâncias não são os únicos fatores a serem considerados. Na verdade, o mais importante é a naturalidade e a autenticidade dos ingredientes; o uso de frutas frescas e matérias-primas de qualidade é essencial. Portanto, o uso de sabores artificiais, conservantes ou corantes exclui o uso do rótulo de gelato artesanal. O uso de matérias-primas saudáveis e naturais diz respeito não só aos ingredientes que qualificam o sorvete, como por exemplo, limão, chocolate, morango, etc., mas também a base utilizada no preparo do sorvete. No caso das gelaterias artesanais, essa base é muitas vezes preparada com espessantes naturais e saudáveis, como farinha de sementes de guar (emulsionante) e farinha de sementes de alfarroba (espessante). Usados em quantidades limitadas, estes compostos são utilizados para misturar e emulsionar o sorvete, preservando a sua cremosidade ao longo do tempo. Há também uma alternativa adicional, que consiste em preparar gelatos artesanais renunciando totalmente a espessantes e emulsionantes, muitas vezes com excelentes resultados. No entanto, como desvantagem, o produto deve ser consumido dentro de algumas horas, o que raramente é viável quando há uma produção sustentada de gelato.Gelato artesanal italiano, gelato industrial e gelato softMuitas vezes, as diferenças entre gelato artesanal, gelato industrial e gelato soft não são bem conhecidas, embora na Itália, a presença de um grande número de gelaterias artesanais e uma cultura histórica de gelato facilite essa distinção.O gelato artesanal presupõe uma produção de pequena quantidade, em uma área próxima e com venda direta ao consumidor; embora, atualmente, várias gelaterias estejam trabalhando com uma área central que distribui as misturas nos vários estabelecimentos em que o gelato é comercializado, onde um funcionário se encarrega da última fase de produção - o congelamento - antes de oferecer o produto acabado aos seus clientes.O gelato artesanal é um produto destinado ao consumo imediato e não precisa, como no caso do sorvete fabricado industrialmente, ser mantido sob refrigeração até o momento da distribuição e venda. Além dessas características, existem outras diferenças entre o gelato artesanal e o gelato industrial com relação à produção, temperatura e armazenamento do produto.O gelato industrial é produzido em congeladores contínuos, passando, geralmente, por túneis de congelamento, onde a temperatura é de -40°C, e parando nas primeiras células de armazenamento (na planta de produção) por um tempo suficiente para "garantir uma temperatura na base do produto de pelo menos -18°C (limite imposto na Europa pelo Código de Auto-Regulamentação para sorvete industrial). Essa temperatura é tecnicamente necessária tanto para permitir um armazenamento mais longo do produto, como para possibilitar que as outras fases antes da venda sejam realizadas com uma certa tranquilidade (transbordo em caminhões refrigerados até a segunda célula de armazenamento e/ou para a célula de distribuição).O gelado artesanal é produzido em um congelador de lote e imediatamente colocado no balcão de venda ou brevemente armazenado em uma cabine de congelamento (ou em um resfriador com temperatura de -40°C) para preservar um pouco de frio, havendo uma temperatura mais baixa (-15°C) nos balcões de venda em comparação com o gelato na saída do congelador de lote (-12°C).O gelato industrial é produzido em congeladores contínuos; onde o chicoteamento ocorre com entrada contínua de mistura e saída contínua de produto acabado (ciclo contínuo). Nesse caso, o tempo de permanência na cabine de congelamento e a transformação da mistura em sorvete ocorre em algumas dezenas de segundos, em comparação com os 10 a 15 minutos necessários para o gelato artesanal.O gelato industrial, geralmente, apresenta aumento de volume muito maior do que o gelato artesanal, graças a maior quantidade de ar incorporada no sorvete (a regulamentação permite até 100% do seu peso) que, atuando como uma "almofada térmica", o faz derreter muito lentamente. Isso significa que 1.000ml de gelato industrial pode pesar apenas 500g.O gelado artesanal à base de creme de leite é mais "magro", graças a quantidade reduzida de gorduras (6% a 10% nos gelatos artesanais e 8% a 12% nos gelatos industriais).Já o gelato soft é um produto diferente do gelato artesanal e do gelato industrial. É produzido diretamente a partir de uma máquina de produção específica. É assim chamado porque, sendo expelido e depositado diretamente no cone a uma temperatura mais alta do que o gelato artesanal (-4°C a -6°C) e do que o gelato industrial (-13°C a -18°C) parece mais macio, mais cremoso e menos congelado. Em comparação com o gelato artesanal, é mais rico em gorduras e contém menos açúcar, tendo conteúdo de ar superior a 50%.Um produto diferenciadoAtualmente, o sorvete é um alimento cada vez mais comum em países onde a dieta mediterrânea está em vigor. Muitas vezes é consumido como sobremesa no final do almoço, assim como em lanches, ou para substituir uma refeição, especialmente no verão. Embora já mencionado anteriormente, a produção em massa requer uma distinção entre sorvete artesanal e sorvete industrial. O primeiro é preparado com matérias-primas frescas, contém uma maior quantidade de leite e creme e é preparado de acordo com a receita tradicional. O sorvete industrial, por outro lado, é produzido vários meses antes do consumo e, geralmente, é "soprado", uma vez que foi criado com a introdução de ar durante a fase de arrefecimento para torná-lo artificialmente mais suave. Os italianos, no entanto, não têm dúvidas: o sorvete artesanal cobre 55% do mercado, graças à história, à tradição, ao hábito de comer sorvete no cone e ao profissionalismo dos trabalhadores que fazem um excelente produto, verdadeiramente italiano!Quem já provou um autêntico gelato italiano pode comprovar que se trata de um produto diferenciado. Mas o que torna o gelato tão especial? Acima de tudo, o respeito pela tradição e a mais alta qualidade de todos os seus ingredientes, sem adição de aromatizantes ou conservantes.O gelato italiano é fabricado com os mesmos ingredientes que a maioria das sobremesas derivadas de produtos lácteos congelados, ou seja, leite, creme, açúcar e aromas, incluindo frutas e nozes. Quando outros ingredientes são incorporados, estes são adicionados depois de congelar o gelato. Um dos segredos do verdadeiro gelato italiano é o uso somente de produtos naturais, com leite e creme das melhores fazendas locais e ingredientes frescos de alto nível, somente assim se obtém o melhor sabor. O gelato italiano difere dos sorvetes tradicionais devido ao menor teor de gorduras butíricas. Também possui, geralmente, baixo teor de açúcar, entre 16% e 22%, sendo essa quantidade cuidadosamente equilibrada com a água para evitar o congelamento. Os tipos de açúcar utilizados são a sacarose e a dextrose, bem como açúcar invertido para controlar a doçura do produto final. Normalmente, o gelato e o sorbet italianos contêm uma base estabilizadora, que geralmente é a gema de ovo, em sabores com base em creme amarelo, como o zabaione e o flan. A mistura de gelato precisa descansar várias horas após a pasteurização para que as proteínas do leite se hidratem ou se unam à água. Essa hidratação reduz o tamanho dos cristais de gelo, resultando em uma textura suave do produto final.O resultado é um gelato muito cremoso, de textura macia e sabor intenso, totalmente irresistível.Entendendo as diferençasEmbora, à primeira vista, não haja diferença entre o gelato italiano e o sorvete tradicional, com certeza, não são os mesmos. Talvez, a maior das diferenças, seja a procedência dos ingredientes e dos produtos utilizados em sua composição. Diferente dos sorvetes industrializados, o gelato italiano se refere a um produto fresco, produzido com ingredientes e frutas in natura. Com isso, seu sabor, sua textura e o seu aroma se tornam bastante diferentes.Outra característica peculiar do gelato italiano é a sua cremosidade. Parte dessa cremosidade acontece devido a temperatura em que é servido, variando entre -10°C e -12°C, enquanto que os sorvetes tradicionais são mantidos abaixo de -20°C. Esse é um dos fatores que proporciona a diferença na cremosidade e colabora para uma percepção maior do sabor, uma vez que quanto mais gelado estiver o sorvete, mais anestesiadas ficam as papilas gustativas, prejudicando a percepção da intensidade do sabor.Outra importante característica de diferenciação é o equilíbrio entre a água, o açúcar e o leite, o que garante a textura característica do bom gelato italiano. Diferente dos sorvetes tradicionais, o gelato italiano possui teor de açúcar 30% menor. Em cada balanceamento, por meio de um refratômetro, considera-se também o teor de açúcar presente em cada fruta (frutose), para que a quantidade adicionada seja proporcional ao sabor escolhido.A incorporção de ar é outra característica fundamental dos gelatos italianos. Os sorvetes tradicionais possuem injeção de ar programada, podendo atingir até 110% de incorporação no sorvete, conforme permitido pela legislação vigente. A incorporação de ar de um autêntico gelato italiano é obtida de forma natural, por meio do batimento do sorvete enquanto congela. Através desse processo, o produto absorve entre 20% e 40% de ar em sua mistura. Essa diferença para os sorvetes tradicionais confere ao gelato italiano a densidade ideal para degustação, leveza ao derreter na boca e intensidade em seu sabor.Outra característica se refere a incoporação de gordura. Variavelmente, o autêntico gelato italiano possui de 5% a 10% de gordura, pois utiliza apenas gordura láctea em sua composição, variando para mais ou para menos, dependendo do sabor escolhido, já que este também influencia no percentual total de uma receita. Na composição dos sorvetes tradicionais, esse índice varia entre 18% a 25%, com adição, também, de outras fontes de gordura, como a vegetal e a vegetal hidrogenada.Os ingredientes para a fabricação do gelato artesanal são extreamente simples; porém, é incontestável que a apoteose desta humilde mistura, obtida há centenas de anos pelos italianos, tornou o gelato artesanal mundialmente famoso.O bom gelato artesanal Como "processo de produção" do gelato artesanal, entende-se o conjunto de operações que, desde a chegada das matérias-primas, da sua dosagem e processamento com os outros ingredientes, permite a obtenção de um produto acabado pronto para ser consumido.A preparação do gelato artesanal pode ocorrer de muitas maneiras. A principal subdivisão é o preparo à quente ou à frio. Na Itália, o preparo à quente é geralmente utilizado para produtos à base de leite, enquanto que os sabores à base de água, à base de açúcar e à base de frutas são preparados à frio. No entanto, a "Diretiva do leite", da União Europeia, permite o preparo à frio de gelatos à base de leite. Os itens básicos no preparo à quente são: receita/fórmula e dosagem; mistura; pasteurização; emulsificação (se houver); maturação; congelamento; endurecimento (se houver); e armazenamento/exposição.O preparo de um bom gelato artesanal começa a partir do estudo da receita (ou fórmula) com a consequente dosagem de matérias-primas e ingredientes de qualidade.A mistura é a fase que precede o processo de pasteurização. No preparo à quente, o primeiro item a ser colocado no pasteurizador é o ingrediente líquido, ou seja, o leite e, em alguns casos, a água, se for usado leite em pó, no qual são derramados lentamente os açúcares já misturados com aditivos (emulsionantes e estabilizantes). A mistura básica está feita! Na Itália, a adição de outros ingredientes ocorre, na maioria dos casos, quase no final do congelamento.Simultaneamente ao preparo da mistura é iniciada a pasteurização, que consiste em um tratamento térmico para conferir estabilidade biológica ao alimento, eliminando a maior parte da flora bacteriana patogênica, devido à alterações no produto, mas deixando inalteradas as características organolépticas. O processo consiste em aquecer a mistura entre 82°C a 85°C durante três minutos, sob agitação contínua, com posterior arrefecimento a 4°C.Uma vez que a pasteurização é realizada, a temperatura é mantida a 4°C por cerca de 6 a 12 horas, permitindo que todos os ingredientes se misturem bem e que as partes sólidas se hidratem, para que se obtenha um gelato cremoso e com melhor estrutura.O congelamento é a fase que transforma a mistura em sorvete, passando do estado líquido ao estado sólido pastoso, enquanto parte da água, uniformemente distribuída, é congelada. A temperatura positiva passa a negativa em vários graus centígrados, em minutos. É nesta fase que, através da agitação, a mistura incorpora ar, alcançando a consistência pastosa do produto.Com base no equipmento utilizado na saída do congelador de lote, a temperatura do gelato pode ser de aproximadamente -8°C a -10°C. Nessa fase, o produto pode ser colocado em uma câmara frigorífica ou em uma vitrine. Se necessário, antes da exposição, pode ser colocado em refrigeradores que elevam a temperatura do produto a -20°C, mas reduz a quantidade de água não congelada, o que provoca a perda de cremosidade e volume do sorvete.O gelato artesanal é mantido na câmara frigorífica em temperaturas de, no mínimo,-18°C. É necessário manter constantemente a corrente de frio para garantir a boa estrutura e cremosidade do gelato e garantir um produto seguro para o consumidor. Na vitrine, o gelato é exposto à temperatura de -14°C a -15°C.Os ingredientes utilizados na fabricação do gelato artesanal são de grande importância. Como as necessidades de uso são diferentes, os ingredientes são projetados para que o fabricante de gelato artesanal obtenha sempre misturas equilibradas e produtos cremosos, com bom espalhamento. Assim, a oferta de ingredientes específicos para o gelato artesanal é ampla e complexa. Um bom exemplo é a base utilizada no gelato artesanal. Inicialmente, utiliza-se misturas de estabilizantes, aos quais os emulsionantes são posteriormente adicionados. Essa base concentrada estabilizadora é normalmente chamada de "neutro".O desenvolvimento das bases é a continuação natural necessária para tornar os produtos "neutros" mais utilizáveis para o fabricante de gelato, limitando a instabilidade, a variabilidade e a dificuldade de medir pequenas quantidades de produtos extremamente concentrados. Algumas empresas começaram a oferecer, como um serviço aos fabricantes de gelatos artesanais, misturas de leite em pó, dextrose e "neutros", permitindo-lhes trabalhar com mais facilidade, limitando erros e inaugurando um processo de desenvolvimento de ingredientes que levou ao moderno balanceamento do gelato artesanal. Ao longo do tempo, esse caminho passou por uma evolução rápida e absolutamente inovadora, específica para cada empresa de ingredientes para gelato, possibilitando chegar ao gelato artesanal como é apreciado hoje pelo consumidor italiano e mundial. Muitos especialistas afirman, inclusive, que o desenvolvimento do gelato artesanal na Itália e no mundo está fortemente relacionado ao desenvolvimento das bases de gelato.Mas quais as melhores bases para uso no gelato artesanal? A escolha da base a ser usada deve ser feita de forma cuidadosa e prévia, avaliando diferentes aspectos, dos quais os mais importantes são dosagem de uso, cliclo de processamento, tipo de gordura utilizada e sabor.O fabricante de gelato artesanal com menos experiência deve optar por uma base com maior dose de uso (normalmente variando de 50g a 500g por litro). Contudo, ao adquirir mais experiência, poderá optar por bases de dose mais altas, buscando resultados mais satisfatórios e tendo menos necessidade de flexibilidade na receita, uma vez que esta já está estabelecida e consolidada. Com relação ao ciclo de processamento, ou seja, à quente ou à frio, as bases solúveis à frio apresentam nível de tecnologia superior as solúveis à quente, embora estas sejam as mais tradicionais. A gelateria que baseia seu volume de negócios na venda de taças na mesa ou na produção centralizada, certamente precisa de um sorvete que mantenha uma melhor estabilidade às mudanças de temperatura. Por essa razão, mais do que bases sem gorduras ou com gorduras animais, as bases com gorduras vegetais devem ser as preferidas. Em combinação com as gorduras animais, que provêm do creme ou do leite, obtém-se uma temperatura de fusão mais alta e, portanto, uma vida útil em temperatura ambiente mais longa. Além disso, as gorduras vegetais mantêm o gelato artesanal particularmente mais cremoso.O item sabor poderia ser colocado no topo desta lista, mas na realidade, uma vez que os outros pontos estejam satisfatórios, pode-se começar a pensar no sabor da base, que pode ser persistente e intensa, neutra, de baunilha, de creme ou de leite, entre uma infidade de variáveis. Enfim, a abordagem para escolher uma base é, portanto, baseada em alguns pontos, mas que exigem avaliações cuidadosas e não precipitadas. Portanto, mesmo o artesão experiente deve periodicamente se questionar se a base usada ainda corresponde às suas necessidades e à sua evolução. Outro processo fundamental na fabricação do gelato artesanal é a incorporação de ar, ou overrum, como é mais conhecido. O sorvete é um alimento obtido pela incorporação de ar dentro de uma mistura líquida, na fase de chicoteamento, durante o congelamento da mistura. A incorporação equilibrada de ar é um passo fundamental para o sucesso de um gelato artesanal; disso depende a consistência, a suavidade, a aparência e, portanto, a qualidade geral do produto final. É graças a incorporação de ar que o gelato artesanal aparenta ser menos "congelado".No entanto, é necessário conhecer bem a função do overrum, sua dosagem e a forma como a sua incorporação ocorre.O overrum ocorre quando a água começa a passar do estado líquido para o estado sólido e depende de três variáveis: as matérias-primas utilizadas para a preparo do gelato artesanal, uma vez que existem algumas matérias-primas que favorecem a incorporação de ar e outras que a impedem; o seu correto equilíbrio; e a intensidade de rotação do agitador utilizado.Um método simples, porém comumente aplicado para calcular a incorporação de ar no gelato artesanal, permitindo medir o aumento de volume da mistura após congelamento, é obtido usando a seguinte fórmula: peso da mistura - peso do gelato ---------------------------------------- * 100 peso de geladoO número ideal de ar incorporado para um gelato de qualidade é de 35% a 40% em gelatos feitos com leite, creme e ovos; e de 25% a 30% em gelatos de frutas. É importante levar em consideração que existem algumas matérias-primas e fatores que promovem a incorporação de ar. Estes incluem gema e clara de ovo, leite em pó desnatado, alguns sais minerais e dosagem de estabilizantes. Um toque de originalidadeAo passar pelas portas de qualquer gelateria na Itália, pode-se deparar com um problema: é muito difícil escolher um sabor! Tradicionalmente, o gelato italiano é produzido com sabores provenientes de terras itálicas, como Tiramisu, Nocciola (à base de avelãs), Cappuccino, Limone, Fruti di Bosco, entre outros. Mas, hoje em dia, os fabricantes produzem gelatos artesanais em uma variedade inimaginável de sabores. Existem opções para todos os gostos, desde os mais clássicos, como baunilha ou morango, até os mais diferenciados, como tiramisu ou chocolate com biscoitos, além das opções especiais para alérgicos e intolerantes.A dieta mediterrânea também influencia o sabor do gelato artesanal italiano, com uma ampla gama de sabores de frutas, incluindo opções tropicais, como maracujá ou manga. Os milhares de sabores com chocolates de todos os tipos, incluindo guloseimas e caramelos, também é uma opção irresistível.Outras opções incluem os sabores de castanha, coco, pistache, iogurte e limão. Para a fabricação de um bom gelato artesanal de castanha, é necessário conhecer muito bem a matéria-prima, sua função e o seu processo de produção. O castanheiro, típico do Sul da Europa, mas também presente na Ásia e na América do Norte, tem desfrutado desde a Antiguidade de grande sucesso para múltiplos usos, tanto para a produção de madeira como para o uso da fruta como alimento. As castanhas possuem alto teor de amido e, consequentemente, alto valor calórico em comparação com outras frutas (mais de 70% de carboidratos), porém seu sabor permite a elaboração de um excelente gelato artesanal, consumido especialmente no outono e no inverno. O gelato artesanal de castanha pode ser elaborado de várias maneiras: cozinhá-las, descascá-las e colocá-las em uma receita de sorvete ou utilizar produtos semi-acabados, oferecidos aos fabricantes de gelatos artesanais com diferentes características e, muitas vezes, contendo partes inteiras da fruta.O coco oferece um sabor tropical ao gelato artesanal. Fresco, cremoso e refrescante, o gelato artesanal de coco é o sabor perfeito para ser saboreado no verão. O coco é o fruto do coqueiro (Cocos Nucifera), uma planta típica dos países mais quentes, pertencente à família Arecaceae. De forma oval, com uma casca dura e áspera, possui sabor doce e é rico em diferentes propriedades nutricionais, como água, fibras, carboidratos, açúcares e lipídios. Cultivado tipicamente em países tropicais, pode ser encontrado comercialmente na forma de fruta inteira, seca, embebida em leite ou ralada. Na verdade, o coco é o ingrediente perfeito para o preparo de várias receitas, incluindo bolos, semifredos e gelatos artesanais. Particularmente, é um sabor clássico em gelaterias, perfeito para os meses de primavera e verão. Com sabor doce e refrescante, harmoniza perfeitamente com os sabores de chocolate, mas também é delicioso para degustar como gelato artesanal de frutas. Já o pistache imprime um sabor salgado ao gelato artesanal. Cremoso e ligeiramente salgado, o gelato de pistache é excelência nas gelaterias artesanais. Amado por jovens e idosos, este sabor se presta a várias combinações, tanto com cremes, como com gelato de frutas. O pistache (Pistacia Vera) é a planta que pertence à família dos Anacardiaceae, nativo do Oriente Médio e, em particular, da Pérsia. O fruto do pistache é uma fruta seca de cor esverdeada, encerrada em uma casca rígida com aparência lenhosa. Assim como todas as frutas secas, o pistache é rico em propriedades nutricionais, sendo especialmente recomendado para auxiliar na redução do colesterol e prevenir doenças cardiovasculares. Além disso, contém vitamina A, ferro e fósforo, benéficos para o sistema nervoso e para fortalecer o sistema imunológico. Utilizado em inúmeras receitas, o pistache se adequa perfeitamente à elaboração do gelato artesanal. Clássico e saboroso, o gelato artesanal de pistache apresenta uma sabor refinado e delicado, que combina perfeitamente com gelato de frutas, de avelã, amêndoa e chocolate, decorados com grãos ou cobertura.O gelato artesanal de iogurte é outro sabor muito apreciado. Graças ao seu sabor rico e intenso, além de ser natural e leve, o gelato de iogurte provou ser um verdadeiro sucesso nas gelaterias artesanais. O iogurte é um alimento obtido da fermentação do leite, sendo rico em enzimas e proteínas facilmente assimiladas pelo organismo, que ajudam atletas, indivíduos em crescimento ou aqueles que querem manter a silueta. Saboroso e natural, o gelato de iogurte pode ser personalizado com cristais de açúcar, chips de chocolate ou frutas frescas, além de combinar perfeitamente com qualquer outro sabor de gelato. O limão é o fruto da árvore com o mesmo nome, pertencente ao gênero Citrus e à família Rutacea. É uma fruta rica em vitaminas (especialmente vitamina C) e potássio. Oferece um sabor clássico e simples ao gelato artesanal, sendo obrigatório nas gelaterias artesanais. O gelato artesanal de limão combina perfeitamente com todos os sabores de sorvete de frutas e cremes, bem como é um excelente ingrediente para a elaboração de sorvetes, semifredo e bebidas refrescantes.Poucos alimentos no mundo possuem a popularidade do sorvete e quando se trata do gelato artesanal italiano, as opções encontradas atualmente são surpreendentes e inspiradoras. Escolha o seu sabor favorito e se delicie provando il famoso gelato artigianale italiano!
[+ detalhes]
08/05/2018
A VERDADEIRA PIZZA CONTEMPORÂNEA
Inaugurado há menos de três anos com a proposta de ser um serviço de entrega de pizzas contemporâneas italianas, a La Vera Pizzeria expandiu suas atividades e agora tem ambiente sofisticado, aconchegante e de bom gosto para servir la vera pizza italiana contemporanea.De delivery a restauranteAconchegante, sofisticado, familiar... Assim é a La Vera Pizzeria. Inaugurada em janeiro deste ano, em Belo Horizonte, MG, a La Vera Pizzeria é uma "extensão" da La Vera a Casa - que em italiano significa, La Vera em casa, criada há menos de três anos com a proposta de ser um serviço de entrega de pizzas contemporâneas italianas.A La Vera Pizzeria é comandada pelo chef Leonardo Fontanelli, nascido na Toscana, Itália, e que está no Brasil há três anos. Na Itália, o pai era açougueiro e depois abriu um restaurante com sua esposa, onde o chef Léo, como é conhecido hoje, trabalhava com os pais. O primeiro restaurante foi de frutos do mar, depois um restaurante de hotel e, por último, um de cozinha típica Toscana - caça, pesca, praia, montanha. O chef Léo nasceu e cresceu em restaurantes. Em 2004, se casou, na Itália, com Lidiane Fontanelli, brasileira, de Divinópolis, MG. Juntos, trabalhavam nos restaurantes da família. "Aprendi a administrar restaurantes com muitos anos de trabalho, a maior parte do tempo na Itália. Um bom chef e um bom administrador são ingredientes fundamentais para o sucesso de um restaurante", detalha Lidiane. E o chef Léo completa: "Temos cultura gastronômica, paixão pela cozinha, por fazer pizza e estar na cozinha enquanto as pizzas saem".Quando chegaram em Belo Horizonte, o chef Léo e Lidiane fizeram uma pesquisa de mercado e constataram que faltava um delivery de pizza italiana, com qualidade italiana. "A ideia inicial era apenas um delivery, não um restaurante", esclarece Lidiane. Abriram o delivery em outubro de 2015. Mas a ideia original não durou muito tempo, pois, enquanto esperavam suas pizzas ficarem prontas, algumas pessoas começaram a solicitar fatias de pizza e, depois de um tempo, começaram a pedir pizzas inteiras para comer ali mesmo; com isso, o casal começou a colocou algumas mesas e cadeiras simples para acomodar os clientes. Em fevereiro de 2016, o espaço precisou crescer e o chef Léo e Lidiane alugaram a segunda loja vizinha ao delivery. No final de 2016, as duas lojas já estavam pequenas e uma terceira loja ao lado foi alugada. No final de 2017, as três lojas e a calçada não acolhiam a quantidade de pessoas que procuravam a pizzaria. Um novo espaço, para o negócio que já se tornara um restaurante, precisava ser encontrado. E assim foi..., no próprio bairro Anchieta, onde a La Vera nasceu.O tempo de mudança foi bem rápido e em 31 de janeiro de 2018, a La Vera Pizzaria começou a operar normalmente, em novo endereço. Desde essa data, o endereço antigo passou a funcionar exclusivamente como delivery. O novo La Vera tem cadeiras coloridas, ambiente interno climatizado, varanda com vista para a rua, bar, espelhos, texturas divertidas nas paredes e adega para mais de 500 vinhos. Além da decoração sofisticada, a nova casa preserva e reforça o conceito de ambiente familiar. A pizza contemporânea La VeraIngredientes e técnicas vindos de mais de nove mil quilômetros, que se transformam em uma pizza simplesmente maravilhosa! A La Vera Pizzeria Italiana trabalha com um forno de pizza especial, italiano, que tem capacidade para assar até oito pizzas de uma vez. "Como nossa pizza é contemporânea e precisa de uma finalização fora do forno, assamos, no máximo, quatro simultaneamente", explica o chef Léo, que fala das suas pizzas sempre com brilho nos olhos. Para esse tipo de pizza, a farinha possui técnicas de blend, é moída em pedra, biológica, com longa maturação. Aliás, todo o seu preparo exige muita técnica: tudo é pesado por grama, todos os ingredientes têm alta qualidade, inclusive a farinha, o sal e o azeite extra virgem; a massa ganha alta hidratação. É uma pizza que também se come com os olhos, pois tem finalização e apresentação cuidadosas. Uma verdadeira arte. Sem dúvida, a pizza da La Vera é um produto diferenciado. A farinha tem fermentação de seis a oito horas e 48 horas de maturação. "A maturação é muito importante, pois produz e oferece pizzas mais leves, gostosas, crocantes e de fácil digestão", explica o chef. A maioria dos ingredientes vêm da Itália, como farinha, azeite extra virgem, mortadela com pistache, anchova, alcaparra, tomate pelati (molho de tomate) de origem, presunto, salame e azeitona. A farinha é da marca Petra; a La Vera é um partnership da marca, utilizada 100% em todas as pizzas. É produzida no moinho Quaglia, obtida de seleção dos melhores e mais macios trigos 100% italianos moídos em pedra. O recheio é balanceado, com ingredientes especiais e alguns artesanais, produzidos pelo chef Léo. Alguns dos itens são linguiça Toscana, pancetta curada, figo em calda de pimenta, radicchio, bochecha de porco e mel trufado, por exemplo. Todo o processo de preparo das pizzas pode ser acompanhado pelos clientes, já que a cozinha é separada do salão por vidro.Sabores tradicionais e exclusivosCom mais espaço e cozinha planejada, o menu foi ampliado com mais antepastos, drinks, chope e a famosa sobremesa panna cotta. Alguns dos sabores de pizza tradicionais são Margherita, Calabresa e Quatro Queijos. Outras pizzas são exclusivas, como a Etrusca (fatias de bochecha de porco artesanal, mussarela de búfala e molho de tomate, finalizada com redução de salsinha e creme de azeitonas); a Regina (molho de tomate, mussarela de búfala e mascarpone, finalizada com presunto Parma, folhas frescas e redução de manjericão); e a Vignoli, uma homenagem ao artista Fernando Vignoli, que era frequentador da pizzaria, (molho de tomate, mussarela de búfala, linguiça Toscana artesanal, gorgonzola e radicchio). Outra boa opção é a pizza La Vera Degustação, em que o chef Léo oferece três sabores a cada mês. "Exploramos de forma diferente os ingredientes e a apresentação de sabores que já existem em nosso cardápio", conta o chef. A massa é mais alta, a farinha é 100% integral e as fatias vêm separadas. Existe também a opção da tradicional fatia de pizza: uma doce e duas sugestões do chef, uma sem carne, a Margherita (molho de tomate, mussarela de búfala e tomates confitados, finalizada com folhas frescas e redução de manjericão); e outra com carne, sendo que esta última muda diariamente. Ao todo, a La Vera Pizzeria oferece 31 sabores de pizza, quatro antepastos, três focaccias e dois calzones. Entre os antepastos, as opções incluem burrata; tomate seco e presunto Parma; e o misto de frios, com queijos e verduras em conserva. Enquanto aguarda o preparo das pizzas, o cliente pode optar entre 12 drinks e aperitivos, como o Aperol Spritz, o Mojito e o Moscow Mule, além de opções de destilados, cervejas especiais, chopee long neck.Já para acompanhar as saborosas pizzas, a casa dispõe de vinhos selecionados pelo chef Léo, com muitas opções italianas e, também, brasileiras, chilenas, portuguesas, argentinas, uruguaias, entre outras. O novo endereço já é um sucesso, inclusive, com fila de espera. Buon appetito!La Vera Pizzerialaverapizza.com.brObs.: Crédito das fotos: Paulo Cunha/Outra Visão Comunicação
[+ detalhes]
15/02/2018
Promoção da Isabela oferece viagens a Paris, jantar com o chef Jacquin e frigobar
Já pensou em jantar com o chef francês Erik Jacquin, com um menu criado e preparado por ele, ganhar um lindo frigobar retrô e ainda viajar para Paris, a capital mundial da gastronomia, com um acompanhante? A Isabela, marca de massas, biscoitos e torradas da M. Dias Branco lança a promoção "Momento Inesquecível Isabela", que pode te proporcionar tudo isso.Para participar da promoção, basta comprar R$ 10 em produtos da marca, entre eles um pacote de torradas (item obrigatório) nos sabores Tradicional, Integral, Multigrãos ou Light, e cadastrar o número da sorte no website www.promoisabela.com.br. A promoção será iniciada em 15 de fevereiro e terá duração de 3 meses.Serão sorteados 90 frigobares retrô, sendo um por dia. Ao fim da promoção, 15 participantes, sendo cinco de cada um dos estados da região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), serão sorteados para participar de um jantar especial com Jacquin, com menu criado e preparado pelo próprio chef francês. Como serão cinco consumidores de cada estado, isso proporcionará a todos os estados a chance de ter vencedores, de forma igualitária.E será no jantar especial com Erick Jacquin que acontecerá o grand finale: um consumidor de cada estado, entre os 15 finalistas, será sorteado para viajar para Paris, com tudo pago, podendo levar um acompanhante. Ao idealizar a promoção, Isabela teve a preocupação de criar condições igualitárias, elegendo a mesma quantidade de vencedores por estado. Além disso os três ganhadores finais serão duplamente premiados, com o jantar exclusivo e a viagem! A promoção, é válida para os consumidores do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estados nos quais a marca Isabela atua."Isabela sempre foi uma marca que prezou pela tradição da gastronomia. Nossos consumidores são diferenciados, buscam as melhores opções para suas famílias. Ao escolher os prêmios da promoção Momento Inesquecível Isabela, procuramos opções que realmente os encantassem", explica Martim Ibrahim Bernardara, diretor de marketing da M. Dias Branco. Para mais informações sobre a Isabela, acesse www.isabela.com.br.Sobre a IsabelaLíder em vendas na categoria de biscoitos na Região Sul do Brasil, a marca Isabela, que pertence ao portfólio da M. Dias Branco S.A Indústria e Comércio de Alimentos, atua no mercado há mais de 60 anos. A marca é Top of Mind de massas e biscoitos há 26 anos consecutivos segundo a Revista Amanhã (RS) e foi contemplada pela 17ª vez consecutiva como a marca preferida e mais lembrada na categoria Biscoitos do Prêmio Marcas de Quem Decide 2017 segundo o Jornal do Comércio. Com o slogan "A vida é mais com Isabela", possui mais de 70 produtos em seu portfólio, entre eles as crocantes e fresquinhas Torradas e os deliciosos biscoitos Leite sabor Chocolate, Leite Vitamina de Frutas, Maria Chocolate e Wafer Lanchinho - disponível nos sabores chocolate e morango.Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de AlimentosContando com mais de sessenta anos de existência, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado da BM&FBovespa. A Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinha e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks e bolos, mistura para bolos e torradas. Sediada em Eusébio (CE), a empresa é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil, é a sexta maior empresa de massas e a sétima de biscoitos no ranking global por faturamento. Suas operações geram mais de 16,5 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com fatores importantes para o desenvolvimento econômico e social do país. Sua história começou ainda na década de 40 quando o comerciante e imigrante português, Manuel Dias Branco inaugurou a Padaria Imperial, em Fortaleza (CE). Atualmente, a M. Dias Branco possui um moderno parque industrial com equipamentos de última geração, seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade, operando com um modelo de integração vertical que permite a produção de suas mais importantes matérias-primas, a farinha de trigo e a gordura vegetal, utilizadas no processo de produção de biscoitos e massas. Suas marcas são sinônimo de tradição e qualidade, estabelecendo um vínculo de confiança e respeito com o consumidor. A estrutura operacional da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos, com sede no Estado do Ceará, conta com 12 unidades industriais e 29 filiais comerciais distribuídas em diferentes Estados do País, garantindo uma cobertura nacional que possibilita a presença de suas marcas em todo o território nacional.
[+ detalhes]
05/12/2017
Harald Chocolates é reconhecida pela Excelência no Atendimento e cresce 20 pontos percentuais em share
Especialização da equipe de atendimento e cozinha experimental são essenciais para aproximação com consumidorSão Paulo, 05 de dezembro de 2017 - Mais do que uma equipe de atendimento, um time de especialistas em chocolate. Essa foi a base da estratégia responsável por fazer a Harald Chocolates fabricante especializada em soluções e ingredientes para a fabricação de bolos, trufas e outros doces conquistar um aumento de 20 pontos percentuais de share no mercado entre a Páscoa de 2016 e 2017. E ainda ser a vencedora na categoria Atendimento Integrado do XVII PrêmioABT, premiação realizada pela Garrido Marketing e do IBMR - Instituto Brasileiro de Marketing de Relacionamento, que valoriza as melhores práticas de relacionamento com o cliente.Case de sucessoEm um momento de crise econômica, a Harald Chocolates viu na aproximação com o consumidor uma maneira de melhorar suas vendas e aumentar sua participação no mercado. Para isso, além do tradicional serviço de atendimento ao consumidor via telefone, foram incorporados novos canais de comunicação, como o WhatsApp e os Plantões de Atendimento. A empresa já estava presente nas redes sociais, mas com pouca participação do público.Para melhorar a percepção que os clientes tinham sobre a marca e aumentar sua fidelidade foi criado um programa de especialização das equipes de atendimento em diferentes etapas em conjunto com a empresa SC Serviços ao Consumidor. Na estratégia, foi adotada a Cozinha Experimental, para testar receitas, desenvolver novas técnicas e experimentos culinários. A partir disso, a equipe de atendimento foi treinada para aprender sobre o uso dos produtos da empresa, novas receitas e as técnicas culinárias essenciais. Com os conhecimentos adquiridos, eles passaram a fazer parte do Programa de Apoio Técnico, que ensina e esclarece as dúvidas mais frequentes dos consumidores.Houve uma maior aproximação com o consumidor, através da escuta ativa, consulta regular e adequação da comunicação às necessidades dos clientes. Toda a informação recolhida passou a ser aproveitada em novos formatos, como posts de Facebook, dicas presentes nas embalagens dos produtos e aulas na cozinha experimental.Além dos novos meios de comunicação, o 0800 da empresa foi reformulado e, para representar o novo momento no relacionamento com seus clientes, o SAC recebeu um novo nome e passou a ser chamado de Casa do Consumidor. Estamos muito felizes com o resultado do Prêmio e também com a nossa participação no mercado brasileiro, afirma a Gerente de Marketing da Harald Chocolates, Sheila Mattos.Mais de 18 milhões de pessoas impactadasCom isso, a Harald conseguiu mais de 20 pontos percentuais em share no mercado de coberturas entre a Páscoa de 2016 e a de 2017, segundo a KantarWorldpanel. Houve também um aumento de 30% nas menções positivas da marca nas redes sociais. O resultado foi possível com um significativo aumento dos elogios e diminuição de reclamações. No Facebook, houve um crescimento de 1.490% no alcance e de 1.300% no envolvimento da página. Desde o início do projeto, foram mais de 18 milhões de pessoas impactadas pelos conteúdos da Harald, número equivalente à população do Chile.XVII PrêmioABTO evento de premiação aconteceu no dia 23 de novembro e contou com a participação das maiores lideranças do atendimento e relacionamento do Brasil. O PrêmioABT tem como objetivos identificar, reconhecer, valorizar e disseminar as melhores práticas, desenvolvidas por empresas e profissionais que buscam a Excelência no Relacionamento com o Cliente. A ação é uma realização da Garrido Marketing e do IBMR - Instituto Brasileiro de Marketing de Relacionamento. Foram 32 categorias. Mais informações em www.premioabt.com.brSobre a Harald ChocolatesPaixão pelo chocolateApesar de a Harald atuar há 35 anos no mercado, sua essência e paixão pelo chocolate nasceram há mais de 100 anos, em 1888, quando a família Neugebauer imigrou da Alemanha para o Brasil e iniciou negócios em Porto Alegre (RS) abrindo, em 1903, a primeira fábrica de chocolates no País com o sobrenome da família.Fundada em 1982 em São Paulo, a Harald passou a contar com um parque industrial moderno em Santana de Parnaíba, onde 600 colaboradores produzem todos os chocolates da marca, que são exportados para mais de 30 países, além de serem vendidos em todo o Brasil.Atualmente, a Harald conta ainda com 90 representantes comerciais, dois Chefs Chocolatiers, cinco Técnicos Chocolatiers e 60 Instrutores de Culinária, que realizam 3 mil cursos anualmente. Tudo para levar o melhor produto aos seus mais de 8 mil clientes: panificadoras, confeiteiros e aos transformadores de chocolate profissionais autônomos que fazem trufas, bolos e bombons para vender.Em 2015, a Harald passou a fazer parte do grupo japonês Fuji OilGroup, com o objetivo de desenvolver ainda mais sua linha de produção e penetração no mercado nacional e internacional. Com visões semelhantes, ambas companhias têm como valores oferecer segurança e qualidade aos consumidores e ao meio ambiente, comprometimento, inovação e trabalho dedicado às pessoas. Mais informações no site: www.harald.com.brFoto no artigo: Esquerda para direita, executivos da Harald: Taro Takahashi CFO, Sheila Mattos Marketing Manager (segurando o troféu), Ernesto Neugebauer - CEO e Carlos Munhoz Trade MKT Coordinator.
[+ detalhes]
24/11/2017
Descubrimiento más antiguo de la elaboración de vino
Un grupo de científicos descubrieron una de las evidencias más antiguas de la elaboración de vino después de detectar señales químicas de la bebida alcohólica en fragmentos de tarros de barro de casi 8.000 años de antigüedad en dos lugares a unos 50 kilómetros de la capital de Georgia, Tiflis.El hallazgo muestra que este importante hito cultural ocurrió antes de lo previamente conocido en la región del Cáucaso sur, en la frontera de Europa del Este con Asia Occidental. Hasta ahora, la evidencia más antigua de elaboración de vino era cerámica proveniente de las montañas Zagros en el noroeste de Irán que data del 5400-5000 a.C."El alcohol tenía un rol importante en sociedades en el pasado al igual que ahora", dijo el arqueólogo de la Universidad de Toronto Stephen Batiuk, uno de los investigadores del estudio publicado en Proceedings of the National Academy of Sciences."El vino es fundamental para la civilización como la conocemos en Occidente", añadió. "Como una medicina, lubricante social, sustancia que altera la menta y un artículo altamente valorado, el vino se volvió el centro de los cultos religiosos, farmacopeas, cocinas, economías y sociedades en el antiguo Cercano Oriente", explicó.Los investigadores realizaron análisis bioquímicos para hallar componentes residuales del vino que los objetos hubieran absorbido. Patrick McGovern, arqueólogo biomolecular de la Universidad de Pensilvania, halló evidencia de ácido tartárico, un indicio de fabricación relacionada con la uva euroasiática, así como tres ácidos orgánicos asociados: málico, succínico y cítrico.Los objetos fueron hallados en dos poblaciones neolíticas, en las que tal vez vivían unas 60 personas entre ambas, que consistían en pequeñas casas de barro. Los habitantes cosechaban trigo, criaban ovejas, cabras y ganado, y usaban herramientas simples hechas de hueso y vidrio volcánico llamado obsidiana.Los tarros grises, algunos decorados con imágenes simples de racimos de uvas y un hombre bailando, miden 80 centímetros de alto y 40 de ancho. Evidencia de vino fue hallada en ocho tarros, la más antigua del 5980 a.C.De todas formas, este no es el indicio más antiguo de una bebida alcohólica. Previamente se halló evidencia en China de una bebida fermentada que era una mezcla de arroz, miel y fruta y que databa de alrededor del 7000 a.C.Fuente: El país
[+ detalhes]
27/10/2017
Dom Sebastião é a 1ª pizzaria de MT a virar franquia; saiba quanto custa abrir uma
O Dom Sebastião completou dez anos de existência no último dia 23, e para comemorar e continuar trabalhando, os proprietários lançam ainda este ano uma franqueadora do negócio. A primeira franquia abre as portas em meados de novembro, no Pantanal Shopping, e promete ter produtos de mesma qualidade que os da matriz.Durante estes dez anos sempre foi nossa intenção franquear. Não é um projeto novo, é um projeto antigo. Mas precisou de dez anos pra gente amadurecer os conhecimentos do ramo, pra poder finalmente montar a franqueadora, explicou Paulo Leite, pai do chef Paulo Vitor e um dos sócios do Dom Sebastião.A primeira franquia será inaugurada no mês de novembro, no Pantanal Shopping, e na mesma data será lançada a franqueadora. Depois de lá, a intenção é ir para o interior do estado de Mato Grosso e para Rondônia, onde o Dom já conta com vários clientes. Vale lembrar que a empresa será a primeira pizzaria do estado a se tornar uma franquia.Mato Grosso é um estado muito rico, o interior é muito rico, e essas pessoas que produzem essa riqueza estão muito conectadas com o mundo. Não só com Cuiabá, São Paulo, Rio, mas com o mundo, afirma o sócio. Então elas não querem mais comer o produto sem qualidade. Elas querem comer uma boa pizza, um bom prato, um bom sanduíche, um bom salgado. Essas pessoas começam a ficar exigentes no consumo. Não da mais pra ter um alimento amador, garante.A franquiaO Dom Sebastião vai trabalhar com três tipos diferentes de modelo de negócio, com um custo inicial de R$200 mil: o primeiro, com o menor investimento, será o quiosque. Mas com todo o padrão Dom Sebastião. Então, se a gente tem 80 produtos que vendemos aqui, o quiosque vai ter uma quantidade menor?, explica Paulo.O segundo modelo será o de loja para shopping, galeria comercial ou de rua, e o terceiro, para hotel, já que desde 2015 o Dom comanda o restaurante do Hotel Transamérica, e desde 2016 o do Hotel Intercity.De acordo com Paulo, o quiosque inaugurado no Univag em agosto de 2017 foi um protótipo. A gente testou uma série de coisas pra poder chegar nesse ponto de franquiar, explica.Desta forma, o principal objetivo agora é vender franquias similares ao quiosque. Focar em lojas pequenas com todos esses produtos que ele falou. Começando com a pizza, porque nós temos hoje um equipamento que nos permite trabalhar dentro de um shopping, num quiosque, onde a gente não precisa colocar um forno a lenha com exaustão. Os equipamentos são muitos compactos, e temos um portfólio rico dentro de um espaço pequeno, explica o chef Paulo Vitor. Segundo ele, o espaço mínimo para uma loja dessas é de 26 metros quadrados.O empresário que se interessar em comprar a franquia deve entrar em contato com os proprietários do restaurante. Segundo Paulo Leite, é necessário uma conversa para que ambos os lados saiam satisfeitos.A pessoa vai fazer um investimento, colocar recursos dela e é um sonho de ter um negócio, então tem que ter muita responsabilidade dos dois lados, afirma. Por este motivo, antes de fechar qualquer negócio, o Dom precisa disponibilizar aos compradores da franquia uma Circular de Oferta de Franquia (COF), com todo o detalhamento, tendência de mercado, tendência de vendas, legislação tributária sobre o comércio e diversas outras informações.No caso do Dom Sebastião, especificamente, uma das vantagens é que o franqueado não precisa ser chef ou saber cozinhar, já que todos os produtos serão feitos pela matriz e enviados pré-prontos para a franquia. A franquia vende conhecimento. A pessoa que vai comprar vai ter todo o conhecimento adquirido em dez anos repassado para ela. Os riscos dessa pessoa diminuem muito, finaliza o sócio.
[+ detalhes]
26/10/2017
Comer massa pode? Depende dos ingredientes do seu prato. Fique de olho
As massas são um dos grandes vilões da dieta. Isso é verdade, em parte. Segundo especialistas, os verdadeiros carrascos mesmo são os molhos que acompanham o prato. Portanto, na semana em que se comemora o Dia da Massa, o recado é: coma, mas com atenção aos ingredientes e com moderação.As massas são uma fonte de carboidrato, assim como as batatas e o arroz, por exemplo. Existe essa ideia de que devemos cortar o carboidrato para emagrecer, mas ele é a principal fonte de energia do nosso corpo e não devemos excluí-lo totalmente da nossa alimentação. O que torna as massas vilãs são os ingredientes que colocamos nelas, em geral muito calóricos, como molho branco ou quatro queijos, o parmesão ralado e outros ingredientes como bacon ou presunto. Uma massa com um molho simples de tomate, por exemplo, pode perfeitamente ser consumida por quem está tentando perder peso ? diz Gabriella Gachet, nutricionista do Vigilantes do Peso.Além de dar preferência aos molhos menos gordurosos, comer massas integrais também é a saída para quem luta contra a balança.Massas feitas com farinha integral são as mais recomendáveis porque preservam as vitaminas do complexo B e as fibras, que se perdem na massa comum. Para quem apresenta inchaço ou distensão abdominal após consumo de farinha de trigo, pode optar pelas massas feitas de grão de bico ou de quinoa por exemplo ? orienta a nutricionista Larissa Cohen.O ideal é nunca misturar carboidratos e consumir massa com verduras e legumes ou carnes magras.DicasNão deixe o macarrão cozinhar demais, cozinhe sempre um ou dois minutos a menos do tempo indicado na embalagem. Não coloque óleo na água do cozimento.Acrescente cenoura ao molho de tomate. A cenoura não altera o sabor do molho e ainda acrescenta mais fibras e vitaminas.Para os dias mais quentes, opte por uma salada de macarrão fria, com legumes, atum e ovos cozidos.Experimente substituir algumas folhas de massa de lasanha por fatias finas de berinjela ou abobrinha.Já existem muitas receitas de nhoque que substituem a batata por abóbora ou aipim, o que pode tornar seu prato ainda mais nutritivo.Você pode preparar seu próprio molho de tomate em casa e congelar em porções menores para usar sempre que quiser.
[+ detalhes]
25/10/2017
Começou a 6ª Settimana della Cucina Regionale Italiana, em SP
97 espumantes premiados, 97 Medalhas de Ouro. O alto padrão dos espumantes brasileiros mais uma vez foi revelado na principal degustação às cegas do produto no país. O X Concurso do Espumante Brasileiro, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), é o maior da história com 308 amostras de 80 vinícolas. Desta vez, todos os classificados entre os 30% em cada categoria, conforme normas internacionais, alcançaram pontuação correspondente a Medalha de Ouro, ou seja, de 88 a 91 pontos.Depois de 10 anos com um crescimento quase exponencial em número de amostras, atingimos um recorde, superamos as 300 amostras, o que demonstra a importância do espumante para o Brasil e nos coloca com responsabilidade para produzirmos sempre com mais qualidade, safra após safra, destaca o presidente da ABE, Edegar Scortegagna. O enólogo disse que é preciso refletir e, cada vez mais, buscar qualidade. O espumante brasileiro atingiu um alto nível, onde não podemos nos permitir cometer erros. Devemos manter o alto padrão de qualidade reconhecido mundo afora. E para isso, precisamos buscar matéria prima correta e modernizar nossas vinícolas, pois hoje podemos afirmar, sem medo, que o espumante brasileiro está entre os melhores do mundo, enfatiza.Considerado a principal janela para o mundo dos espumantes brasileiros, o X Concurso do Espumante Brasileiro reuniu um júri formado por 53 profissionais entre enólogos, sommeliers e jornalistas especializados. As degustações aconteceram nos dias 18 e 19 de outubro, na Câmara da Indústria e Comércio de Garibaldi (CIC), integrando a programação da Fenachamp 2017. A divulgação dos resultados e entrega das medalhas ocorreu em coquetel realizado na noite do dia 20 de outubro no CTG Sentinela da Serra, no Parque da Fenachamp, em Garibaldi (RS).Participaram espumantes elaborados por vinícolas de sete estados brasileiros, sendo eles: Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, numa demonstração da diversidade da produção nacional. Os espumantes foram degustados às cegas, seguindo normas internacionais, dentro de suas categorias: espumantes de segunda fermentação (charmat e tradicional) e espumantes de primeira fermentação (moscatéis). O concurso seguiu as normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos (UIOE).Prêmio Destaque Cleber AndradeO 10º Concurso do Espumante Brasileiro seguiu o formato da edição anterior, prevendo uma distinção especial concedida a espumantes que se sobressaírem em suas categorias. O objetivo é exaltar ainda mais a produção nacional. Este ano, o prêmio carrega o nome de Cleber Andrade, uma homenagem que a ABE presta ao ex-presidente e um dos enólogos mais marcantes que o Brasil já teve.O Destaque Cleber Andrade foi entregue a seis espumantes, um em cada categoria. Para isso, ao final do concurso, foi realizada uma degustação de preferência entre os produtos que conquistaram Medalha de Ouro e melhores medianas, a fim de destacar a preferência dos jurados.DESTAQUESDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Brut elaborado pelo método charmatPonto Nero Espumante Brut - Domno do Brasil Indústria e Comércio de BebidasDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Brut elaborado pelo método tradicionalMonte Paschoal Dedicato Espumante Champenoise BrutBasso Vinhos e EspumantesDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Brut RoséCave Amadeu Espumante Brut Rosé - Vinícola GeisseDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Nature e Extra-BrutDon Guerino Cuvée Espumante Extra Brut - Don Guerino Vinhos FinosDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante MoscatelMonte Paschoal Dedicato Espumante Moscatel RoséBasso Vinhos e EspumantesDestaque Cleber Andrade - Categoria Espumante Demi-SecConde de Foucauld Espumante Demi-Sec BrancoCooperativa Vinícola Aurora
[+ detalhes]
24/10/2017
Agora é a vez dos vinhos brancos, rosés e espumantes
Com a chegada da primavera, os vinhos tintos não saem completamente de cena, mas cedem o protagonismo para os brancos e rosés, que são mais refrescantes e, portanto, combinam melhor com temperaturas elevadas. As opções presentes no mercado são variadas, o que tende a agradar a todos os paladares. Para facilitar a escolha do consumidor, o sommelier Rogério Santos, do Barbacoa Campinas, e a coordenadora do Empório Giovannetti, instalado na unidade Cambuí da rede de choperias homônima, Ivonete Castro, dão dicas de rótulos com preços de até R$ 200, que são ideais para serem degustados em dias e noites de calor, de preferência acompanhados de refeições mais leves.Uma das boas sugestões para a primavera e também para o verão, segundo Ivonete, é o Cambridge Ice, um vinho do Porto branco que deve ser degustado bem gelado ou, para surpresa de muitos, até com uma pedra de gelo. Trata-se de uma bebida para ser apreciada nas mesmas ocasiões em que abrimos um espumante. Como esse vinho tem um grau de doçura um pouco maior que os outros tipos de Porto, a pedra de gelo ajuda a atenuar o dulçor, tornando a bebida mais agradável ao paladar, explica. O vinho tem preço de R$ 175 (garrafa) e R$ 30 (taça), e pode ser adquirido no Empório para ser degustado no local ou levado para casa.Outra boa opção para brindar às estações mais quentes do ano é o espumante português Terras do Demo Malvasia Fina Bruto, produzido na região de Távora-Varos. Ivonete destaca que a bebida, bastante fresca e frutada, deve ser servida a uma temperatura em torno de 5°C, para que suas características sejam valorizadas. Nada influi tanto na apreciação de um vinho quanto a sua temperatura. Quanto mais adequada esta for, melhor será a experiência gustativa do consumidor, ensina. O branco Terras do Demo Malvasia Fina Bruto, acrescenta Ivonete, harmoniza muito bem com peixes, mariscos, ostras ? como, por exemplo, o prato de frutos do mar grelhados presente no cardápio da casa ? e carnes de aves, como a isca de frango empanado. O preço da garrafa é R$ 139,90.De Portugal também vem o espumante rosé Terras do Demo Touriga Nacional Bruto, da mesma região de Távora-Varos. Este apresenta igualmente paladar fresco e frutado, mas com algumas notas florais. Deve ser servido a uma temperatura próxima de 5ºC, preferencialmente na companhia de peixes, mariscos, ostras e carnes de aves. Preço: R$ 139,90.Viva a acidez!Uma das propriedades mais apreciadas no vinho branco é a sua acidez. Quando bem equilibrada, essa característica torna a bebida ainda mais especial, contribuindo desse modo para a construção de excelentes momentos. De acordo com o sommelier do Barbacoa, duas uvas bem conhecidas dos brasileiros apresentam esse atributo: a Chardonnay e a Sauvignon Blanc, variedades originárias da França, mas que se adaptaram perfeitamente ao Chile, país vizinho que nos fornecesse ótimos exemplares.A Chardonnay, detalha Rogério Santos, normalmente proporciona bebidas mais untuosas, frutadas e com acidez moderada. ?Já a Sauvignon Blanc costuma gerar vinhos mais frescos, frutados e com acidez mais elevada?. Para acompanhar saladas e carpaccio ? ambas opções encontradas no buffet de saladas do Barbacoa ? e também camarão grelhado, o sommelier recomenda o ?Nimbus Single Vineyard Sauvignon Blanc?, um chileno do Vale de Casablanca. Além de rica acidez, a bebida oferece delicadas notas minerais. O preço, tanto para consumo no local como para viagem é R$ 140.Do Chile vem, ainda, o Ventisquero Reserva Chardonnay, um branco com acidez muito amigável e que harmoniza à perfeição com peixes, frutos do mar, carnes brancas e queijos não curados. O preço é R$ 89. Por fim, o sommelier do Barbacoa recomenda um vinho rosé, o Berne IGP Esprit Méditerranée, um francês originário da Provance. Durante muito tempo, nós brasileiros tínhamos um pouco de preconceito com o vinho rosé. Havia a ideia equivocada de que se tratava de uma bebida feminina. Hoje, sabemos que não é nada disso. Esse vinho é leve, refrescante e eclético. É uma ótima companhia para um dia quente e harmoniza muito bem com filé de peixe grelhado, como os presentes no cardápio do Barbacoa ? linguado, pintado, bacalhau e salmão, pontua Rogério Santos. Preço: R$ 99.Giovannetti CambuíA casa, localizada no Cambuí, bairro boêmio de Campinas, foi fundada em 1997. Ocupa um imóvel histórico de 1,7 mil m², que foi restaurado pelo Grupo Giovannetti. O bar e restaurante tem capacidade para 700 pessoas e conta com salão principal, onde está instalado o Empório, áreas ao ar livre e espaço para recreação infantil. O almoço, diariamente, é em sistema de buffet, com cobrança por peso ou por pessoa. A partir das 16h, o cliente tem à escolha pratos boêmios, executivos e triviais, além de pizzas, salgados ? como o Milionário (kibe) e o Portuga (bolinho de bacalhau), lanches e porções. A happy hour conta com uma mesa de frios com mais de 20 itens selecionados, além de chope com preço promocional, de segunda a quinta-feira, das 16h às 20h.ServiçoEndereço: Rua Padre Vieira, 1277, Cambuí ? Campinas/SPTelefone: (19) 3234-9510Horário de funcionamento: Todos os dias, das 11h até o último clienteSite: www.giovannetti.com.brBarbacoa CampinasO Barbacoa Campinas opera com serviço à la carte no almoço e no jantar. No cardápio estão mais de 15 cortes exclusivos de carnes nobres entre os quais o Carré de Cordeiro e o T-bone, e também pescados e outras opções, além de sobremesas e uma carta de vinhos com mais de 200 rótulos. As carnes acompanham uma guarnição à escolha do cliente e o pedido dá direito ao buffet de saladas, com mais de 30 itens. Com capacidade para 150 pessoas, o restaurante conta com três ambientes intimistas ? Adega Barbacoa, Salão Principal e Espaço Gourmet. Na Adega, o cliente encontra vinhos da mais alta procedência para degustar no local ou para viagem. Já o Espaço Gourmet, é uma área privativa ideal para a realização de eventos sociais ou corporativos.ServiçoEndereço: Avenida Guilherme Campos, 500, Parque D. Pedro Shopping (Entrada das Águas) ? Campinas/SPTelefone: (19) 3209-1641Horário de funcionamento: Todos os dias, das 10h até o último clienteSite: www.barbacoa.com.br
[+ detalhes]
23/10/2017
Dia do Enólogo: descubra as peculiaridades da profissão
O Enólogo é figura responsável por todo o processo de fabricação do vinho. Sabe qual a diferença entre enólogo, enófilo e sommelier?um caminho demo­rado e cheio de com­plexidades. Começa no plantio, cultivo e colheita, passa por pro­cessos de esmagamento, fermentação e filtração, chegando ao tão cultuado envelhecimento em barris de madeira selecionada até chegar ao engarrafamento para consumo.A descrição é do pro­cesso de produção do vi­nho, mas ontem (22 de Outubro), foi o dia dedicado a uma figura importante na fabricação do alcoólico: o enólogo, responsável pela elaboração do vinho. Mas para quem aprecia a bebi­da, algumas dúvidas quan­to a nomenclaturas podem surgir.Por exemplo: um enó­logo faz a mesma coisa que um sommelier? É a mesma profissão? E onde entra a figura do enófilo? O Imparcial foi atrás das respostas para essas dúvi­das e mostra as diferenças entre os termos e seus re­ais significados.EnólogoPouco conhecida, a palavra Enólogo (do grego ?oinos?, que significa vinho e ?logia?, que significa estudo ou aprofundamento) conceitua o responsável por acompanhar todo o processo ? desde o plantio ao armazenamento -, de fabricação do vinho.É ele quem gerencia e administra a análise do solo e seus métodos de irrigação, escolhe as mudas e determina o plantio, a poda e a colheita. Feita a colheita, é ele quem define a mistura das uvas, o tempo de amadurecimento e a hora de colocar o vinho no mercado.SommelierA palavra sommelier tem origem francesa, do termo sommier. Assim era chamada a pessoa responsável pelos animais de carga, que puxavam os carros que transportavam comidas e bebidas, entre outros elementos. Com o tempo, o termo foi sendo destinada às pessoas que trabalhavam a serviço do produto vendido, nesse caso, o vinho.A atividade essencial do sommelier é dentro de estabelecimentos como restaurantes e bistrôs. Eles são responsáveis pela escolha e compra do vinho, pelo armazenamento da bebida e também por criar as cartas, que são basicamente, os cardápios de alcoólicos. O profissional também recomenda aos clientes qual vinho melhor harmoniza com o prato escolhido, se tornando parte importante do negócio gastronômico.EnófiloBastante confundida com o enólogo, a figura do enófilo é fácil de ser encontrada, pois é a ponta final de toda a produção do vinho. Se você, que está lendo essa matéria, consome regularmente a bebida, em restaurante e até mesmo em casa, e conhece um pouco sobre os processos de produção do alcoólico, você já pode se considerar um enófilo.Do grego (?eno? que significa ?vinho? e ?phylo?, que significa ?proximidade?, ?admiração?), enófilo significa apreciador de vinhos. De forma simplificada, enófilo são todos aqueles que gostam de consumir, que fazem anotações sobre os vinhos que tomam ou que frequentam confrarias e encontros, mas que não têm responsabilidade alguma sobre sua elaboração.
[+ detalhes]
20/10/2017
SP consumiu 1,24 mi toneladas de macarrão em 2016, aponta pesquisa
Para comemorar o Dia Mundial do Macarrão, celebrado em 25 de outubro, a Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) divulgou um estudo realizado pela Kantar WorldPanel a respeito dos hábitos de consumo de macarrão no País. De acordo com a pesquisa, o estado de São Paulo é responsável por 20,5% do volume total de macarrões (1,24 milhão de toneladas) consumidos em 2016, o que corresponde a 252,9 mil toneladas.Das 130,2 mil toneladas consumidas em 2016 na Grande São Paulo, 60% foram do tipo espaguete; em segundo lugar ficou o fusilli, com 24%, seguido pelo penne, com 8%. No interior do Estado, das 122,7 mil toneladas, 47,7% foram de espaguete, 26% de fusilli e 2,2% lasanha.O estudo analisou, durante o último ano, uma mostra de 11,3 mil lares que retratam um universo de 53 milhões de famílias espalhadas por sete macrorregiões. No ranking nacional de consumo aparecem em primeiro lugar o Norte e Nordeste (37%), seguidos do Sul, Leste e interior do Rio de Janeiro (13%), grande São Paulo (10,5%), Interior de São Paulo (10%), grande Rio de Janeiro (8,2%) e, por fim, Centro-Oeste (6,2%).?Apesar de o macarrão estar presente em 99,5% dos lares brasileiros, ainda existe uma barreira cultural que tende a restringir seu consumo aos finais de semana, à macarronada de domingo com a família?, afirma Claudio Zanão, presidente-executivo da Abimapi.Segundo a pesquisa, na Grande São Paulo o macarrão à bolonhesa é o tipo preparado em 78% das ocasiões em que as massas são servidas e 11% ao modo alho e óleo. ?Mas as massas são muito versáteis, podem ser preparadas de diversas maneiras e complementadas com vários ingredientes, além de serem práticas e baratas. O macarrão é um produto que tem todas as condições de ocupar lugar na mesa do brasileiro diariamente?, pontua Zanão.Sobre o Dia Mundial do MacarrãoO Dia Mundial do Macarrão foi instituído em 25 de outubro de 1995 em Roma, durante o I World Pasta Congress (Congresso Mundial de Macarrão), que reuniu os principais fabricantes em todo o mundo. O Brasil é o 3º maior produtor e consumidor mundial. Em 2016, o mercado brasileiro de massas alimentícias faturou mais de R$ 8,7 bilhões e foram consumidos quase 1,2 milhão de tonelada. Nosso consumo per capita é de 6,02 kg por ano.No próximo dia 25 (quarta-feira), a indústria mundial de massas alimentícias se reunirá pela primeira vez em São Paulo (SP) para a celebração do World Pasta Day (WPD). Os destaques do evento serão a assinatura de um consenso científico sobre os benefícios nutricionais do macarrão e a presença do prefeito da cidade de São Paulo João Dória Jr para o recebimento da doação de 20 toneladas do alimento para as creches municipais.
[+ detalhes]
19/10/2017
Rua do Espinheiro ganha nova pizzaria nesta sexta (20)
Conhecida de muitos moradores da Zona Norte pela unidade do Garage Food Trucks, um dos primeiros food parks do Recife, a Hasta La Pizza está se expandindo e abre as portas, nesta sexta-feira (20), da sua primeira unidade fixa. A casa da Rua do Espinheiro vai ter um novo cardápio, que reúne mais de 40 sabores com opções tradicionais e até pizzas veganas.A pizzaria terá uma decoração vintage assinada pela designer Lu Maia e menu elaborado pelo empresário Marcelo Carneiro Leão em parceria com o chef argentino Marcelo Ludeña. Entre os destaques, sabores inusitados que a casa oferece como queijo parma e geleia de pimenta e queijo brie com geleia de damasco.Além disso, as pizzas veganas da Pizzalize agora não serão tão exclusivas, porque a nova casa tratá também alternativas veganas. Das opções oferecidas, os destaques vão para a maçã verde caramelizada com gorgonzola, compota de berinjela e shitake.Resolvemos nos especializar ainda mais e agregar um diferencial, renovando o cardápio e trazendo sabores exclusivos que a região ainda não conhece, destaca o empresário Marcelo Carneiro Leão. Com administração familiar, além do ponto fixo, a Hasta La Pizza possui trailers nos food parks: Nas Ubaias, Villa Cardeal, Garage Food Trucks e no estacionamento do Shopping Recife.Inauguração Hasta La PizzaSexta (20), às 18hRua do Espinheiro, 533, EspinheiroTerça a quinta, das 18h às 23h.Sexta, sábado 18h às 0hDomingo, das 18h às 23h.
[+ detalhes]
18/10/2017
Chef Luiz Filipe, do Evvai, o próximo Salvatore Loi
Anote esse nome: chef Luiz Filipe de Azevedo e Souza. Com apenas 28 anos, é ele quem comanda a cozinha e arranca suspiros que se ouvem pelo salão do Evvai, restaurante italiano aberto em julho, em São Paulo, e responsável por servir pratos que chamam atenção tanto pela aparência quanto pelo sabor nada monótono. Dada a cozinha autoral que tem praticado com muita técnica e também criatividade, apesar da pouca idade, o chef Luiz Filipe revelou-se o ponto fora do curva. Um talento lapidado pelo grande chef sardenho Salvatore Loi, Luiz tem tudo para ser o? próximo Loi. Loi, para quem ainda não o conhece, é provavelmente o melhor chef italiano da atualidade do Brasil. Cozinheiro daqueles que causam comoção nos paladares ávidos por pratos de alta qualidade e exímia execução. Loi passou anos à frente das caçarolas do Fasano antes de partir para carreira solo. Hoje, ele está à frente do imperdível Modern Mamma Osteria, que vive com filas na porta e encanta com suas foccacias e pastas. Dentre eles, o irresistível nhoque de espinafre com recheio de queijo.Como todo mestre, Loi teve um assistente que o acompanhou por anos, da pia à boca do fogão. E quem foi seu aprendiz? Luiz Filipe, hoje o chef do Evvai. Indiscutivelmente talentoso e promissor, o chef Luiz Filipe, formado em Gastronomia pela Anhembi Morumbi e ICC de Nova York, concedeu a entrevista abaixo ao PRAZERICES. Leia os principais trechos: PRIMEIRO EMPREGOSou formado em Gastronomia pela Anhembi Morumbi e pelo ICC de Nova York. Meu primeiro emprego na área foi ao lado do Loi, no Fasano. Depois eu trabalhei com ele no Girarrosto, Mozza Bar, Ristorantino e Salvatore Loi. No Fasano comecei como estagiário, depois passei para pia na parte da manhã e auxiliava na produção e açougue, garde manger em logo depois da saída dele, passei pelo fogão. No Girarrosto trabalhava nas carnes. Minha primeira posição de gestão foi no Mozza Bar, como sub-chef. Depois veio o Ristorantino e Salvatore Loi. Ele me proporcionou todas as plataformas possíveis para o meu aprendizado. Conheci a cultura italiana e me aproximei dela através dele. O Loi me ensinou todas as bases da cozinha clássica italiana, que ele domina perfeitamente. COZINHA AUTORALExiste muita licença poética na minha cozinha. Eu não sou italiano. Sou um brasileiro apaixonado pela cozinha italiana. De certa forma, acabei quebrando certas leis da cozinha italiana para proporcionar outros resultados. Me dou o luxo de usar ingredientes locais, não usuais, sempre inspirado na tradição e base que aprendi com o Loi. Eu procuro muito explorar os contrastes. Temperaturas diferentes, amargos e ácidos, texturas. A comida não pode ser entediante na boca e tem que transgredir apenas o sensorial do sabor.ENTENDA O EVVAIO Evvai foi concebido para atender diversos públicos. O cardápio possui apenas receitas autorais. Da já famosa (e deliciosa) polenta taragna com ovo mollet defumado e bacalhau até o belíssimo risotto al nero. Algumas bem complexas em sabor e outras bem simples. Ainda que com personalidade, tenho uma massa com molho de tomate no cardápio. Não existe ao brasileiro um prato tão confortável ao paladar quanto uma massa ao molho de tomate. A proposta em si é aproximar o cliente do fine dining com uma abordagem menos complicada.UM DELÍRIO DE ALHO PORÓAcho que o alho poró confitado consegue transmitir bastante do que eu acredito. Aparentemente simples, é extremamente complexo em sabor e técnica. Partindo apenas do vegetal, juntei dois resultados extremamente divergentes entre si em um prato só. A textura do legume confitado e macio pelo longo cozimento e baixa temperatura acrescido de extrato do legume queimado na brasa. O extrato do legume, além das notas defumadas da grelha, traz certa acidez.SOBREMESAS ITALIANAS REVISTADASA panacotta que sirva vem com diferentes géis feitos a partir do extrato de variadas frutas por cima. A ideia é que cada garfada traga algo diferente. A ideia é ter vários pontos de sabores distintos. Já a zeppole, doce típico italiano, bem comum em Nápoles e tradicionalmente servido no dia de San Giuseppe, com creme de confeiteiro e amarena, foi revisitado na cozinha do Evvai. Parti então da massa, que é a alma da receita, e fui buscar outro sabor. Chegamos ao chocolate e avelã.CARTA DE DRINKSSe chegar ao Evvai sem reserva, um conselho é aproveitar a espera para experimentar um dos drinks do bartender Jean Da´laqua, a exemplo dos Negroni e Americano da foto abaixo.EVVAI ? Rua Joaquim Antunes, 108, São Paulo, 11-3062-1160. É recomendado fazer reserva. Horários: de segunda a quinta, das 12h às 15h e das 19h à meia-noite; sexta-feira das 12h às 15h e das 19h à 01h; sábado das 12h às 16h e das 19h à 01h; domingo das 12h às 17h. Mais informações pelo site.
[+ detalhes]
16/10/2017
Sabor italiano em mãos madeirenses
Mãos madeirenses que compõem verdadeiras receitas italianas é o que a empresa Supremo Guloso, Unipessoal, Lda decidiu fazer através da criação do Ratatouille - Ristorante & Pizzeria, localizado no Funchal.Marta Andrade é a mentora do negócio que tem quase três anos de existência, no qual depositou todos conhecimentos que absorveu quando trabalhou no ramo de hotelaria durante 9 anos.Com o microcrédito do Millennium BCP aprovado, a empreendedora conseguiu avançar com a ideia e foi à procura do espaço ideal para o projecto que idealizava: um restaurante de comida típica italiana. Fizemos um estudo de mercado e encontrámos este lugar por mero acaso, vimos o espaço e achámos apropriado para aquilo que pretendíamos porque também tinha uma renda acessível, conta. O serviço de financiamento do banco rondou os 16 mil euros, no entanto, a empresária refere que o investimento para as obras do espaço rondou os 120 mil euros que foram aplicados faseadamente, atendendo a que as remodelações foram feitas à medida que a empresa ia obtendo alguma disponibilidade financeira.Antes, a rua era morta. O Ratatouille voltou a pôr a Rua da Ponta Nova no? mapa?. Agora, rua tem um movimento incomparável em relação ao que era há três anos.RatatouilleA escolha do nome do restaurante foi um dos processos mais marcantes da empresa, isto porque partiu da ideia de uma criança, o filho de Marta. Tínhamos tudo: o espaço, o conceito, os fornecedores italianos, mas não tínhamos nome para dar ao restaurante. E, durante uma das muitas noites em que estive acordada para projectar tudo isto, o meu filho pergunta: Por que não chamamos de Ratatouille?. Então, fiz uma pesquisa intensa na Internet e descobri a verdadeira origem deste nome. Acabei por descobrir que tem uma origem grega e depois passa para Itália, em que é transformado num prato típico. Depois, só em França é que houve o bom por causa do filme de animação.Além disso, o nome também foi aceite devido ao próprio prato típico italiano Ratatouille, uma refeição que foi naturalmente inserida no menu. É um prato que dá muito trabalho a fazer, o preço que a gente vende esse prato hoje em dia não paga a mão de obra necessária para o fazer. É muito requintando, mas tem apenas um custo de 6,90 euros.Uma das nossas opções foi nós próprios formarmos. Buscamos pessoas que já tenham uma base. Na nossa sala, todas as pessoas foram formadas pela Marta. Todas as bases foram dadas por ela, são 9 anos de experiência na hotelaria.Actualmente, o restaurante conta com 10 funcionários, mas no início abriu as portas ao público apenas com duas: a empresária, que atendia os clientes, e o chef de cozinha Rui Rodrigues. Mas, duas semanas depois, houve a necessidade de se ter mais staff e contratamos mais duas pessoas, uma para a sala e outra para a cozinha. Neste momento, estamos novamente a recrutar para duas pessoas para a sala e uma para a cozinha, vamos passar para 13 pessoas a nível de staff, desvenda.Com um horário de funcionamento das 10 às 23 horas, sem interrupções, o Ratatouille apresenta aos clientes um espaço com 190 metros quadrados, divididos em restaurante e esplanada coberta, que também está decorada com uma pequena horta com ervas aromáticas e algumas hortaliças. 90% dos produtos que trabalhamos são provenientes de Itália?, diz Marta.A exigência na qualidade dos produtos repercute-se no tipo de cliente que chega ao espaço. Temos um tipo de clientes de classe média/alta, que acabam por ser mais exigentes e então o nosso segredo foi estar sempre a evoluir, tanto na cozinha como na decoração, no serviço de sala, nos vinhos. Fomos aprendendo com os nossos fornecedores, clientes e tentamos sempre evoluir. O tipo de serviço de sala que o cliente tem cá não é um serviço de um restaurante italiano, é mais que isso. É o cuidado em sentar o cliente, é perguntar se está tudo o bem, é o degustar do vinho, é um tipo de serviço que não se encontra num restaurante italiano comum. É por isso que o nosso cliente não olha ao preço mas sim à qualidade daquilo que come e do atendimento.As entregas ao domicílio são limitadas apenas à zona do Funchal por uma simples razão: Não posso deixar que o cliente tenha a primeira experiência com uma pizza nossa que esteja fria. Se pagamos balúrdios pelos ingredientes, não podemos deixar que uma entrega que atrase meia hora acabe por chegar fria e não satisfaça o cliente. Então optámos por fazer só na zona do Funchal.Frescura é um dos mandamentos deste espaço de restauração. Não trabalhamos com enlatados, tudo o que temos é fresco e temos muito cuidado com a saúde dos nossos clientes. Como tal, substituímos os óleos alimentares por azeite, sublinha Marta Andrade. E para dar um gosto ainda mais saboroso à comida, a equipa dispõe de vários produtos da pequena horta que oferece produtos que nem sempre os fornecedores possuem durante o ano todo. Por exemplo, a rúcula no Inverno é muito difícil de conseguir. E como tenho a minha própria plantação, guardo-a para esta altura. Isto acaba por ser uma boa poupança, além de que tudo o que temos na horta é biológico, não tem qualquer tipo de químicos. Só leva água e sol e deixamos crescer, esclarece.O cuidado com a qualidade dos produtos e confecção dos pratos é trabalhado permanentemente. O mais recente passo dado pelo restaurante foi a contratação do chef Avelino Freitas, que irá intervir na elaboração de um novo menu de refeições, já no final deste mês. Decidimos mudar de menu porque os nossos clientes querem mais e é aqui que entra a parte da evolução. Temos de ser mais e melhores todos os anos que passam. Posso dizer que o novo menu vai dar uma grande reviravolta ao nosso espaço, revela a empresária, salvaguardando os pratos que deverão sofrer alterações. O conceito italiano continuará presente, no entanto, será mais sofisticado. É nesse sentido que vamos apostar, sempre com produtos cada vez mais frescos, com mais qualidade, com pratos inovadores. Ainda vamos testar alguns pratos e algumas sobremesas muito inovadoras. O nosso objectivo é ser diferente dos outros e está a dar certo.
[+ detalhes]
16/10/2017
Startup capta US$ 48 milhões para automatizar a construção de pizzas!
Empresa que automatiza produção de pizzas planeja expandir a área de atuação e CEO deseja no futuro ser a "Amazon da comida"Em uma rodada de investimentos da série B, a Zume captou US$48 milhões que segundo a fundadora e CEO Julia Collins, foi fechada para investir em novas contratações e para crescer. Esse dinheiro permite que a empresa, que faz um robô pizzaiolo, cresça.A empresa que automatiza o processo de produção de pizza planeja no futuro ser a "Amazon da comida" e permitir que as pessoas foquem em criar novas receitas e realizar atividades mais criativas, enquanto os robôs fazem a parte chata e repetitiva.A companhia que já atua em partes da baía de São Francisco, com este novo investimento também deve expandir e cobrir o restante da área em todo o Vale do Silício. A nova avaliação da Zume não foi revelada após essa rodada.Acreditamos que a startup leva o espírito do Vale para o mundo! Automatizar trabalhos manuais é um excelente jeito de crescer a economia. Esse tipo de inovação só podia surgir no Vale, onde a mentalidade é justamente essa.
[+ detalhes]
10/10/2017
Cidade recebe evento de Gastronomia Italiana
Uma pizza ou quem sabe um bom espaguete, pratos tradicionais na Itália, mas que já se tornaram comuns em terras brasileiras. Com o intuito de buscar um resgate da culinária italiana, bem como de suas manifestações culturais, acontece em São João del-Rei, o 2º Festival de Gastronomia Italiana ? Colônia Viva, que começa na próxima quinta-feira, 12, e segue até o domingo,15. O evento que acontecerá no Aeroporto Municipal, contará com a presença de chefs de destaque em âmbito nacional como Mário Tacconi, Felipe Leroy, Martinho Caetano e Renâ Souza. A programação contemplará ainda, oficinas, feira italiana com pratos típicos do país e apresentações musicais. Há espaço também para as artes plásticas, onde o artista italiano Guido Boletti, irá realizar nos dias, a exposição intitulada Nel Blu Dipinto di Blu, cuja inspiração foram as canções compostas pelo músico também italiano, Domenico Modugno.De acordo com um dos organizadores, Ronildo Oliveira, a intenção é que o festival seja inserido no calendário cultural de eventos da cidade, fortalecendo também a identidade do povo italiano que chegou em São João no ano de 1888. O evento visa reforçar a importância dos imigrantes italianos como construtores de uma história. Promover a interação gastronômica e cultural da cidade. Assim como divulgar o roteiro agroturístico Colônia Viva, que inclui as propriedades rurais típicas das colônias: Felizardo, Recondengo, Marçal, Giarola e Bengo não somente em âmbito local, mas nacional. Ainda segundo Oliveira, na 1ª edição que aconteceu em 2015, o público estimado foi de 5 mil pessoas, e a expectativa é que nesse ano o número seja ainda mais expressivo.ProgramaçãoNa quinta-feira, 12, as atividades têm início às 9h, com a oficina de Boas práticas de fabricação e manipulação de alimentos, que será ministrada pela chef Érika Timponi. Às 10h, André Gonzaga será o responsável pela oficina de Cerveja Artesanal. O público poderá prestigiar a partir das 11h, a feira italiana, que contará com os produtos típicos da culinária do país europeu, como massas, pizzas e vinhos. Já à noite, às 20h, tem início a apresentação da banda Sinfônica do Santuário do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.Na sexta-feira,13, começa às 9h, a oficina de Sustentabilidade e reaproveitamento de alimentos, apresentada por Stelamare Ferreira. Às 10h, Aline Timponi irá transmitir seus conhecimentos culinários na oficina Brigadeiros de abóbora, café e cachaça. No período da tarde haverá o concurso de ?Melhor receita de pizza?, às 13h, onde o preparo acontecerá na presença de um júri técnico que escolherá a melhor receita e o três primeiros colocados irão conquistar troféus. A partir das 17h, os presentes poderão degustar o melhor da comida italiana. Às 20h, tem início o show da banda são-joanense Clube da Seresta.No sábado, 14, haverá as duas últimas oficinas que são as de Plantas alimentícias não convencionais, às 9h, com Cristina Schittini e a de Pizzas Clássicas, às 10h, com o chef Martinho Caetano, seguida pela feira italiana, às 11h. Já as apresentações musicais ficam à cargo da Banda Salesiana meninos e meninas do Dom Bosco, às 18h, e com a banda Magnata?s Show que sobe ao palco às 20h.No domingo, dia de encerramento do evento, a programação começa às 9h com a Feira Italiana e, às 17h, tem a apresentação do espetáculo de dança ?Tarantella Folclórica? com a Cia. de dança Sabrina Margotti. A tarantela é um ícone da cultura da Itália, caracterizada por ser uma dança festiva e animada.InscriçõesAs oficinas são gratuitas e possuem 30 vagas cada uma. As inscrições podem ser feitas até a quarta-feira,11, através do e-mail vertentesculturaleventos@gmail.com, onde devem ser informados o nome da oficina almejada, nome completo e CPF.
[+ detalhes]
09/10/2017
De passagem por Manaus, especialista português desmistifica a bebida tradicional
Enólogo Português Mario Neves possui quase cinquenta anos de carreira viajando pelas principais vinícolas ao redor do mundo.Um dos principais especialistas no mundo dos vinhos está em Manaus. O português Mario Neves carrega na bagagem quase cinco décadas viajando pelas principais vinícolas ao redor do planeta. De passagem pela capital amazonense onde participou do Amazonas Wine Meeting, evento que reuniu amantes da bebida na Galeria Cristal do Manauara Shopping na última sexta-feira (6), ele aproveita para desmistificar algumas dúvidas sobre os vinhos e dá dicas de como harmonizar a bebida com pratos na nossa região.Tida como uma das mais tradicionais e prestigiadas bebidas do mundo, o vinho tem em sua história registros que datam de pelo menos seis mil anos. Segundo Neves, os vinhos eram batizados com o nome do local onde eram produzidos e sua produção tinha como objetivo servir de acompanhamento para as refeições. Essa característica é também um dos principais fatores para a existência de uma rica variedade da bebida.Qualquer refeição, almoço ou jantar, as pessoas bebiam vinho. Uma coisa interessante é que em regiões como Portugal, Espanha, França e Itália, há centenas de anos, as pessoas não podiam comer sem beber vinho e uma das partes interessantes é que nessas regiões há uma diversidade de vinho muito grande, isso por que quando os vinhos surgiram eram para acompanhar os pratos típicos de cada região, conta Neves.Com o passar dos anos, a enocultura passou a se espalhar pelos quatro cantos do globo. Na América do Sul, as regiões mais frias como Argentina, Chile e Sul do Brasil passaram a produzir a bebida, que nesse momento deixou de ser mera acompanhante para ser a protagonista. Nos países do novo mundo, entre os quais a Argentina está incluída, o grande crescimento do vinho se deu por encararem a bebida não como acompanhamento da comida, mas como bebida prazer, para se beber sem comida. O estilo de vinho para ser acompanhado com comida é substancialmente diferente do estilo de vinho feito para ser bebido só, esclarece. Isso, aliado as condições geográficas, impactam diretamente no sabor do produto final. Apesar dessas diferenças, o enólogo esclarece o mito de que vinhos europeus seriam superiores aos produzidos por aqui. O que pode diferenciar a qualidade dos vinhos europeus para os produzidos nos países do novo mundo é a questão geográfica. Às vezes pode chover na altura da safra e isso é o pior inimigo para qualidade do vinho, explica o especialista.Vinho bom é vinho caro?O principal mito que cerca o universo dos vinhos é o de que vinho bom é vinho caro. A ideia parte de que o valor está diretamente associado a qualidade do produto final, o que segundo Neves, não se justifica. O enólogo derruba o mito, explicando que os critérios usados hoje em dia para avaliação não se baseiam apenas no preço.Hoje em dia, os vinhos no mundo são avaliados pela relação preço-qualidade. Pode ver que há vinhos melhores avaliados com preços menores. Eu mesmo tive a experiência de provar um dos vinhos mais caros do mundo, o Chateau Petrus, em encontro com os amigos, onde estávamos fazendo uma prova dele e comparando com um vinho tinto português que custava algo em torno de 50 vezes menos e gostamos mais do vinho português.
[+ detalhes]
06/10/2017
Segundo informações, exportação de vinhos brasileiros teve um crescimento de 37% no primeiro semestre
O Brasil vem se firmando como um país importante na exportação de vinhos. Prova disso é o aumento substancial na quantidade de vendas que o país apresentou nos 6 primeiros meses de 2017, que foi de 37%.Além do aumento do volume de vendas, a receita também aumentou em 24%. Esses dados englobam tanto a exportação de vinhos quanto de espumantes para vários países.Expectativas para o futuroO Wines of Brasil é um projeto desenvolvido em conjunto pelo Ibravin (Instituto Brasileiro do Vinho) e pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). O propósito é fortalecer os vinhos e espumantes brasileiros para que eles sejam mais reconhecidos mundialmente.O projeto contava com 30 vinícolas de todo o Brasil, mas esse número aumentou para 40 entre os meses de abril a agosto, o que deve alavancar ainda mais as exportações.Exportação em númerosNos 6 primeiros meses de 2017, foram comercializados 1,14 milhão de litros de vinhos e espumantes, o que gerou uma receita de US$ 2,74 milhões. A presença da Wines of Brasil fora do país já é bem grande, já que 90% de todo o vinho exportado é de empresas que participam do projeto.Nos 6 primeiros meses de 2016, foram vendidos 765.864 litros de vinho e 69.651 litros de espumante. Os vinhos renderam US$ 1.947.472, enquanto os espumantes renderam US$ 265.571, totalizando US$ 2.213.043.Já no mesmo período de 2017, foram 1.055.249 litros de vinho e 88.601 litros de espumante. Porém, a receita, respectivamente, foi de US$ 2.255.359 e de US$ 488.779, totalizando US$ 2.744.138.Dirceu Scottá, presidente do Instituto Brasileiro do Vinho, comemorou os dados obtidos, ainda que estes sejam gerados apenas por uma pequena parte da produção brasileira da bebida. Ainda assim, é possível ver que o setor está amadurecendo e que a qualidade dos produtos brasileiros está sendo reconhecida em outros países.A lista dos 15 países que mais adquiriram o vinho brasileiro é liderada por Paraguai, Estados Unidos e Japão, consecutivamente. Outros países também presentes são China, Angola, França, Alemanha e Uruguai.É interessante destacar que, dos 40 integrantes do Wines of Brasil, 33 deles são do estado do Rio Grande do Sul, que é um produtor já historicamente conhecido no Brasil. Os outros estados são Santa Catarina, Paraná e São Paulo.Produto em DestaqueO aumento exponencial na receita obtida pelos espumantes chamou bastante a atenção. Embora eles tenham representado apenas 18% do total de vendas, seu valor aumentou em 84%, o que ajudou a alavancar ainda mais a receita obtida.Esse aumento, porém, não foi à toa. Alguns rótulos de alta categoria foram comercializados para países como Estados Unidos, Japão e China, consequentemente aumentando a receita.Muitas empresas foram motivadas pelo aumento das exportações dos vinhos brasileiros e também se interessaram em exportar seus produtos. Com base nisso é que foi lançado o Programa Primeira Exportação (PPE), também pelo projeto Wines of Brasil, para auxiliar essas empresas a terem as condições necessárias para a exportação.Essa decisão é benéfica tanto para as vinícolas quanto para o Wines of Brasil, que se consolida internacionalmente e faz com que os vinhos e espumantes brasileiros sejam mais conhecidos mundo afora.O vinho do Porto e todos os outros tipos de vinho de Portugal também são bastante apreciados e conhecidos mundialmente. Várias informações e curiosidades sobre o vinho português podem ser vistas no blog Eno Gourmet Premium, que é perfeito para quem quer conhecer mais sobre essas bebidas.
[+ detalhes]
05/10/2017
Camelo oferece oficina de pizzas no Dia das Crianças
Diversão número um dos pequenos que frequentam a Camelo, brincar com massa de pizza entretém crianças de todas as idades. Para celebrar o dia deles, a pizzaria Camelo criou uma oficina para ensinar a arte de fazer esta tradicional receita italiana, que vai ocorrer entre 12h e 17h, no dia 12 de outubro.Os participantes vão aprender algumas etapas de produção das famosas pizzas de massa fina e crocante da tradicional pizzaria, que acaba de completar 60 anos.Crianças de 3 a 10 anos vão descobrir como abrir uma massa perfeita e terão à disposição os deliciosos e selecionados ingredientes da casa para cobrir a redonda. A ideia é garantir a diversão da criançada com o manuseio de insumos como muzzarela, molho de tomate, cebola, azeitona, calabresa, ovo cozido, entre outros. Na ala doce, banana e chocolate.Das tradicionais Marguerita e Portuguesa até misturas mais mirabolantes elaboradas pela criançada, as mini-pizzas serão saboreadas após cada fornada.Serviço - Oficina de pizza para criançasData: 12 de outubroHorário: entre 12h e 17hLocal: Pizzaria CameloAv. Henrique Dumont, 57 ? Ipanema ? Rio de Janeiro ? RJTelefone: (21) 2274-2303Número de lugares: 200
[+ detalhes]
05/10/2017
Cocipa e Vinícola Pizzato promovem degustação de vinhos em Adamantina
Dirigentes da vinícola gaúcha ampliam ao público as informações sobre vinhos e espumantes.Uma ação promovida em parceria pela Cocipa (Cooperativa de Consumo de Inúbia Paulista) e a Pizzato Vinhas e Vinhos, de Bento Gonçalves (RS), propiciou uma noite especial aos apreciadores de vinhos, na loja de conveniência do Auto Posto Cocipa, em Adamantina, nesta terça-feira (3).A Pizzato Vinhas e Vinhos ampliou ao público local as informações sobre seus vinhos e espumantes, que integram a carta de bebidas da Adega Cocipa, em Inúbia Paulista. A exposição detalhada sobre os vinhos e espumantes com os rótulos Pizzato e Fausto foi realizada pela diretora comercial da vinícola, Jane Pizzato.Márcio Eduardo Cavalaro, gerente administrativo da Cocipa, foi o anfitrião da noite. Agradeço a vinda da Jane Pizzato, possibilitando estreitar essa relação com a Cocipa e o nosso público consumidor, em especial junto aos apreciadores de vinho, disse. Agradeço também a participação do público, para quem dirigimos essa ação e assim pôde conhecer um pouco mais sobre vinhos e espumantes, completou.A mobilização local, que reuniu os apreciadores de vinhos, foi articulada pelo advogado Sílvio Graboski, de Adamantina, que se dedica ao estudo dessas bebidas e publica em sua fanpage, O Santo Vinho. Agradeço a oportunidade dada pela Cocipa e espero que essa reunião realizada em Adamantina possa ser o início de uma confraria, destacou. Que a gente possa, ao tomar vinho celebrar a amizade, reforçou Graboski.Saberes e prazeresJane Pizzato, diretora comercial da Pizzato Vinhas e Vinhos, fez uma ampla exposição sobre os vinhos e espumantes Pizzato e Fausto, detalhando um lote especial de sete rótulos produzidos na Serra Gaúcha, com informações sobre as uvas predominantes em cada formulação, as notas de degustação possíveis de serem identificadas em cada bebida e as sugestões de harmonização, entre pratos diversos, carnes, frios, queijos e outros acompanhamentos.Na noite de degustação, o público apreciou as sete sugestões, acompanhadas de queijos, salame e uma massa ao sugo especialmente produzida para o evento, servidos no espaço da loja de conveniência do Auto Posto Cocipa, em Adamantina. Ao final foi realizado um sorteio de brindes aos presentes.Segundo Jane, as bebidas sob o rótulo Pizzato são concentradas, complexas e com boa capacidade de amadurecimento. São produzidas a partir dos vinhedos mais antigos, de propriedade da Família Pizzato, permitindo que se explore a máxima de que os vinhos melhoram com o amadurecimento.Os vinhedos do rótulo Pizzato estão localizados em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, em uma região turística conhecida como Vale dos Vinhedos. Lá, estão as instalações da vinícola e a Família Pizzato, com vinhedos desde 1968. Os vinhos são elaborados a partir de uvas de algumas variedades selecionadas, comprovadamente provenientes dessa região, e que passam por critérios de qualificação analítica e sensorial, e podem ostentar um selo identificador de origem e de parâmetros de qualidade, o selo da D.O.V.V. (Denominação de Origem Vale dos Vinhedos).Já os vinhos do rótulo Fausto se originam do vinhedo instalado na localidade de Doutor Fausto de Castro, em Dois Lajeados, também na Serra Gaúcha, existente desde 1985. As condições gerais de clima nessa região, em especial, são um misto entre os climas da Serra Gaúcha e do Planalto Gaúcho, com topografia de relevo menos acidentado, com maior circulação de ar.Segundo Jane Pizzato, essas características de clima e geografia se refletem na personalidade das bebidas Fausto. As características das bebidas Fausto tendem mais para o frutado, jovem e de corpo médio, elaboradas com as uvas deste vinhedo, disse. O processo de vinificação prioriza a coleta de estrutura e manutenção de aromas secundários frutados provenientes de uvas de baixa produção por planta, explicou.Ampliação da Adega CocipaA Adega instalada no Supermercado Cocipa, em Inúbia Paulista, está passando por melhorias, com ampliação e modernização da estrutura. Os investimentos estão em andamento e seguem o programa de expansão e modernização da loja, que tem permitido criar novas áreas de vendas e ampliar os fatores de conforto, mobilidade e diversidade, para o público regional que realiza suas compras na Cocipa.Mesmo com a intervenção no espaço, a Adega mantém seu funcionamento e atendimento ao público. Em breve o espaço totalmente reformulado deverá ser apresentado ao público consumidor, reforçando o compromisso da Cocipa com a qualidade dos seus produtos e serviços, e sua relação com o cliente cooperado.
[+ detalhes]
04/10/2017
EMPRESA TRAZ PIZZA "HI-TECH" PARA O BRASIL
Oca de Savóia faturou R$ 10 milhões em 2016 vendendo fatias de pizza Depois de trabalhar por 17 anos em uma empresa do setor petrolífero, onde foi de analista a diretor de planejamento, Fábio Xavier decidiu dar um novo rumo para sua carreira. ?Eu estava em um ano sabático, saindo do mundo executivo. A Oca de Savóia, na época uma rede familiar com 6 pizzarias, estava à venda. Adquiri a marca em 2013 com minha sócia, a Mariana Abend Pires, e a transformamos em uma rede de franquias?, afirma o CEO da empresa.Ao longo de cinco anos, Fábio e sua equipe receberam consultorias, viajaram para os Estados Unidos e Canadá, e investiram R$ 3 milhões. Tudo isso para conseguir produzir a chamada pizza hi-tech. É um produto sem aditivos e conservantes que pode ser conservado por até três meses, diz Xavier. Isso é possível graças a um sistema de ultracongelamento com hidrogênio, que leva o produto a 40 graus negativos.Foi com essa tecnologia que as fatias de pizza da empresa consquistaram os gaúchos, chegando a lojas de rua, shoppings e estádios como Beira-Rio e Arena do Grêmio. O maior volume de vendas é das lojas de rua. Mas a venda nos estádios já representa entre 15% e 20% do total, diz o CEO da Oca de Savóia. Com mais de 70 sabores de fatias de pizza, vendidas a partir de R$ 6,90, a previsão de faturamento da empresa para 2017 é de R$ 16 milhões. Números que poderão ser ainda maiores até o final de 2018, quando Fábio e seu time pretender agregar 12 unidades em São Paulo e 12 no Rio de Janeiro. Embora seja um produto milenar, o que estamos entregando é realmente novo. As pessoas hoje buscam refeições rápida e é exatamente o que estamos oferecendo, conclui o executivo.
[+ detalhes]
04/10/2017
Peterlongo dá voz ao consumidor
Público avaliará produtos da vinícola. Degustação será comandada por Pascal Marty, criador do Opus One.Ao invés de salas fechadas, um ambiente aberto, descontraído, agradável. No lugar de um curso, uma avaliação de seis produtos da Peterlongo em uma degustação às cegas conduzida pelo winemaker da vinícola, o enólogo francês Pascal Marty. O Tasting Peterlongo acontecerá no sábado, 14 de outubro, das 16h às 18h, em frente ao Castelo Peterlongo, em Garibaldi (RS), a Capital Brasileira do Espumante. Ao término, todos receberão certificado de participação. Ingressos já podem ser adquiridos no varejo da vinícola ou pelo site Sympla. O investimento é de R$ 50 por participante.O objetivo é gerar uma experiência diferenciada ao público apreciador de vinhos (sommeliers, enólogos, enófilos, membros de confrarias etc) ou leigos no assunto. Vamos reunir pessoas que têm em comum o gosto pela bebida, mas que estão dispostas a compartilhar uma vivência que foge o tradicional e que valoriza o trabalho do enólogo. Ou seja, vamos unir a técnica da degustação com a socialização do vinho, porém de um jeito leve e até divertido, destaca Marty, que terá a companhia da enóloga da Peterlongo, Deise Tempass.Cada um dos produtos será degustado às cegas por todos os participantes ao mesmo tempo. As notas serão registradas por cada degustador em uma ficha que segue os padrões da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Ao final, as fichas serão recolhidas e as notas computadas. Queremos saber qual é a opinião do consumidor. Tenho certeza que o resultado será motivo para novos encontros, afirma Luiz Carlos Sella, sócio diretor da vinícola. Os rótulos somente serão divulgados ao final da avaliação. Entre os seis produtos, um será exclusivo, escolhido especialmente para o Tasting Peterlongo. Cepas & Cifras opinaA experiência que será protagonizada pela Peterlongo deveria ter adesão de outras vinícolas. Ou mesmo de concursos que têm a pretensão de escolher a melhor bebida. Uma falha desses tastings é a formação do júri onde, na maior parte das vezes, são convidados apenas enólogos ou técnicos. O ideal seria ter uma mescla dos dois públicos reunindo, sim, os especialistas, mas também consumidores. Com isso, a nota alcançada por um vinho seria uma média mais próxima do que o mercado espera. Sei de alguns estabelecimentos no Sul que também testam as bebidas com diferentes tipos de público. Eis aí, quem sabe, uma forma de o Brasil conseguir desenvolver mais rapidamente o bom hábito de beber vinho e fazer com que todo o mercado avance.
[+ detalhes]
03/10/2017
Os Prouvot ampliam casa no Parnamirim
Bistrô e pizzaria, agora juntos, na unidade da Zona Norte.Inquietude poderia ser muito bem sobrenome dos irmãos Hugo e Júlio. A dupla Prouvot não para de experimentar: formatos de cardápio, conceitos gastronômicos, endereços. O que não muda de CEP, no entanto, é o talento nato dos cozinheiros, atualmente utilizado em prol da junção da cozinha de bistrô, já exercitada há anos pelos chefs, aos processos da pizza artesanal, um terreno recente para os profissionais. O resultado é um espaço com dupla identidade. No endereço do Parnamirim, onde funcionava apenas o Prouvot Bistrô, agora também acomoda harmonicamente a grife DOC, que já funciona no bairro do Pina e é especializado em pizzas de fermentação lenta. Mas as novidades da família não param por aí. Hugo e Júlio enfatizam a necessidade de vender uma comida menos amarrada com os formalismos gastronômicos, tornar as refeições mais descontraídas e menos caras. Um verdadeiro xeque mate da dupla. O cardápio sustenta valores mais atraentes, está mais dinâmico com sugestões semanais exclusivas e com menus secretos com preço de oportunidade. A equação não dispensa, porém, o padrão de qualidade afamada dos Prouvot. E o 'segredo' para manter o alto nível dos produtos, e também rentabilizar é fazer comida simples bem feita. Com classe. Legumes em sua maioria orgânicos. Ingredientes adquiridos na feira diretamente ao produtor, como é o caso do doce de leite usado em sobremesas. Neste momento, o super forno da pizzaria tem servido bastante para os experimentos nessa linha. Legumes ganham um up grade no sabor ao serem forneados a mais de 400ºC, casados com creme azedo e servidos com pães feitos na casa, quem vai sentir falta de excessos como foie gras? Não saia sem comer o brioche, é uma das coisas mais saborosas na categoria de entradas para dividir. A porção de cogumelo portobello na manteiga e sal grosso completa a diversão.Na lousa ao fundo do bistrô, o menu "Hoje eu quero" sugere opções sazonais, trocadas de dias em dias, como o dadinho de tapioca - delicioso, crocante por fora, sem excesso de óleo, e macio por dentro -, enriquecido com camarão, molho aïoli e molho bravo (R$ 22). Ainda na trilha da informalidade pensada de forma estratégica, dois hambúrgueres foram acrescentados. À noite, é possível ainda escolher um menu degustação de três etapas, com criações do dia, a R$ 68 por pessoa, ou o combo para duas pessoas, incluindo garrafa de vinho, a R$ 168. DOCUm salão independente, com ar descontraído, indica que ali também opera a DOC, a marca de pizzas dos irmãos, que mantêm o modelo da matriz na Zona Sul. Massa oriunda de fermentação natural e lenta, a massa passa em média 16 horas fermentando, e levam cerca de 10 a 15 minutos até chegar à mesa. O forno de pedra aquece a mais de 400ºC. Nele, também são assadas as empanadas de queijo e tomate marinado, e de carne com pimentas brasileiras, os pães da casa e os legumes de algumas entradas. A tábua de empanadas com conservas e molhos sai a R$ 42.Os xodós são a praia do sancho, uma cobertura à moda carbonara, com ovo caipira, bacon, queijo granda padano e pimenta-do-reino (R$ 36 e R$ 59), a porto de galinhas, montada com cogumelo shimeji, tomate pelado, queijos muçarela e Catupiry, mais cebolinho, a R$ 39 e R$ 64, além da praia do pina, que é a pizza de camarão, tomate pelado, muçarela, palmito, alho-poró e Catupiry (R$ 46 e R4 76). Entradinha para ficar na memória gustativa é a polpetta gratinada aos quatro queijos, mais tomate e pão italiano (R$ 36), servida em panela de cobre que é uim charme só. Os cardápios circulam pelos dois espaços a critério do cliente. É possível pedir itens de bistrô na pizzaria e vice-versa. Em tempo. Pratos clássicos de Hugo e Júlio, como o peixe do dia, geralmente cioba fresca, com molho de moqueca, banana da terra, arroz vermelho e farofa de cebola permanece no menu. Esse sai a R$ 68. O steak tartare também está firme e forte (R$ 45). A casa não cobra taxa de rolha.
[+ detalhes]
02/10/2017
Bella Capri Pizzaria oferece quatro modelos de negócios para empreendedor
Não basta fazer pizza boa, para ter sucesso neste segmento, tem que inovar, treinar constantemente e oferecer suporte ?full time? para atrair empreendedores interessados em abrir uma franquia. Com esta estratégia, a rede de pizzarias Bella Capri vem se tornando a queridinha do mercado e atrai cada vez mais interessados para a rede.A empresa trabalha com quatro modelos de negócios: Restaurante (salão+ retirada e delivery), Express (retirada + delivery), Restaurante Drive (salão + retirada + delivery + entrega no carro) e Express Drive (delivery + retirada + entrega no carro). Este último formato é o grande diferencial rede. Desde que foi inaugurado em 2013, como sistema experimental numa das primeiras unidades, em São José do Rio Preto, a novidade tornou-se sucesso imediato, com a entrega de pizza em até 10 minutos, enquanto o motorista aguarda no carro, como um drive thru, assim como acontece normalmente em lanchonetes. Na retirada das pizzas no balcão o tempo de espera também é de 10 minutos.Grande divisor de águas, na história da rede, o modelo é um dos preferidos por quem quer empreender no segmento, pois a agilidade atrai o público pelo diferencial do serviço e pela qualidade do produto, além de encher os olhos de quem procura por uma franquia rentável e com modelo de sucesso comprovado. Sempre fizemos sucesso com nossas pizzas, mas o sistema de drive thru, que aprimoramos ao longo dos anos, até chegar ao sistema eficiente que temos hoje, chama muita atenção pela agilidade, qualidade do produto e sabor inalterado das pizzas em relação ao que oferecemos nos restaurantes, afirma Guto Covizzi, diretor da Bella Capri Pizzaria.A empresa também investiu em tecnologia, com o desenvolvimento de um aplicativo próprio. Além da praticidade, quem fizer a compra pelo meio eletrônico ganha desconto em 14 tipos de pizzas. O sucesso do aplicativo é tão grande, que em apenas quatro meses atingimos o número de 10 mil pedidos. Nossa loja virtual é hoje responsável por 25% de tudo o que é vendido na rede, conta Covizzi.Para garantir o sucesso do modelo nos mais variados lugares, a rede inicialmente abriu unidades em todas as regiões de São José do Rio Preto (a 450 km da cidade de São Paulo). De acordo com Covizzi, conhecer diferentes públicos, em áreas mais sofisticadas e em outras menos desenvolvidas foi importante para nos adaptarmos às necessidades e expectativas de cada um, e garantir o sucesso da expansão em outras regiões do país.A rede atualmente conta com 18 unidades e vai abrir mais cinco até o final de 2017. A meta é alcançar 118 lojas em 2021.
[+ detalhes]
02/10/2017
Brasil tem vocação para os vinhos
A safra deste ano já foi avaliada! O resultado mostra que a produção vitivinícola está mais madura do que nuncaA jovem trajetória do vinho nacional faz dele um dos produtos que mais se assemelha ao seu próprio criador. Adaptável e persistente soam como adjetivos de quem disputa um lugar ao sol num País de clima e hábitos tão tropicais. Por isso, não se espante ao saber que a produção vive dias de fortalecimento de cultivo e valorização das suas uvas mais competitivas no mercado. É cenário que tem na safra 2017 a chardonnay como uva branca de potencial para vinhos leves e refrescantes. Tão importante quanto o merlot, considerado um forte representante nacional entre os tintos, segundo análises da 25ª Avaliação Nacional de Vinhos, realizada semana passada, no Rio Grande do Sul.Essas variedades se adaptaram muito bem ao solo e clima de diversas regiões brasileiras, assim como outras tantas. Este ano, ambas (chardonnay e merlot) classificaram mais de uma amostra, mas isso não significa que se sobressaem às demais?, resume o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Edegar Scortegagna, antes de citar as demais produções que deverão chegar com força ao mercado no próximo ano. ?Entre as 16 amostras se destacam quatro variedades brancas: riesling itálico, chardonnay, sauvignon blanc e moscato giallo; e seis tintas: cabernet franc, petit syrah, merlot, malbec, cabernet sauvignon e tannat?, completa.O evento é um dos indicativos de que o tema movimenta a economia, principalmente no Sul do País - de onde saíram todos os ganhadores desta edição. Em números, foram 327 amostras inscritas por 59 vinícolas de seis Estados, sendo Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Entre eles saiu o ranking dos 30% mais representativos direto para a avaliação. E foi lá que a reportagem de Sabores se misturou aos quase mil degustadores e encerrou a estada de cinco dias na Serra Gaúcha a convite do Instituto Brasileiro de Vinhos (Ibravin), com apoio da ABE, para conhecer o lado mais verde e amarelo da bebida. Produto de origemNos dados apresentados pelo Ibravin, 90% da produção nacional está no Rio Grande do Sul e suas 15 mil propriedades vitivinícolas. Segundo o diretor técnico do Instituto, Leocir Bottega, ainda assim esse cenário não é visto pela sua potencialidade econômica, sendo mais um motivo para ações de reconhecimento no mercado. Eis que entra um processo cauteloso rumo à chamada Indicação Geográfica (I.G.), que vincula a qualidade de um produto ou serviço ao seu território de origem, reconhecida pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).Mapa do Para você entender o que isso significa é como ter a certeza de que um presunto italiano veio mesmo de Parma ou o Champanhe da mesma região que o denomina na França. ?Os produtores se organizam em associações que fazem esse pedido e passam a ser também o órgão gestor da Indicação Geográfica. A partir de então, eles seguem um regulamento de uso que estabelece os requisitos para esse produtor ganhar o selo e atestar a qualidade dos seus produtos?, explica o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Jorge Tonietto, ao sinalizar a classificação para Indicação de Procedência (I.P.) e Denominação de Origem (D.O.). Independentes, a primeira reúne exigências mais flexíveis e que abriga maior variedade de produtos, por isso é mais fácil encontrá-lo em várias outras regiões do Brasil, inclusive em referência para queijo, arroz e outros itens. Já no segundo, a área geográfica precisa ser mais bem delimitada e envolver tradições e estruturações ainda mais técnicas.Segundo Tonietto, o Brasil tem seis regiões vinícolas com Indicação Geográfica. Cinco delas com I.P. Uma em Santa Catarina: Vales da Uva Goethe; e as outras quatro no Rio Grande do Sul: Altos Montes, Monte Belo, Pinto Bandeira e Farroupilha. Ainda na Serra Gaúcha, o Vale dos Vinhedos trabalha atualmente a D.O. Já as regiões do Vale do São Francisco, no Nordeste, da Campanha Gaúcha e da Serra Catarinense, ambas no Sul, a fase é de estruturação rumo ao I.P. ?E isso pode durar em torno de 12 meses para se ter uma resposta do INPI?, completa o pesquisador.Aqui vale uma ressalva para Pinto Bandeira. A região, já conhecida pelos espumantes, está em estruturação para uma D.O. da bebida entre as quatro das seis vinícolas da localidade: Cave Geisse, Don Giovanni, Valmarino e Aurora. ?Essa é mais uma forma de preservação da nossa identidade territorial?, defende a secretária executiva da Asprovinho, Arlete De Cesaro. Se tudo der certo, no fim de 2018 sai o resultado da avaliação que, sendo positiva, reforça a fabricação tradicional champenoise e até interferências na identidade visual com número de rastreamento de cada garrafa. A cultura do vinhoSe for comemorar ou não: erga uma taça de vinho! Esse hábito de referência europeia pede calma para você apreciar. Um convite para o enoturismo abocanhar fatias generosas de consumo em que boa parte dos produtos escoa por ali mesmo no Sul, como nos rótulos da Almaúnica, do Vale dos Vinhedos. ?A maioria das vendas surge na própria vinícola e se junta aos pedidos da internet?, solta o proprietário Márcio Brandelli.Na rota da bebida de Baco é fácil notar a vocação para vinhos brancos e espumantes. ?Perfeitos para o clima do Nordeste?, divulga Pablo Onzi Perini, marketing da Casa Perini. Em Farroupilha, o presidente da Afavin, João Carlos Taffarel, reforçou o foco na variação das uvas moscato. ?É quase certo que ela só exista aqui no Brasil, pois até agora não foi encontrada em nenhum outro lugar do mundo?, atestou. Na taça, ela expressa notas florais e boa sensação de acidez - qualidades marcantes do solo brasileiro. Já na região dos Altos Montes, o diretor da Goes e Venturini e presidente da Apromontes, José Virgilio Venturini, disse que muito em breve vai se ouvir falar ainda mais na uva cabernet franc, variação originária na França com toque mais suave em relação ao cabernet sauvignon. É que há tempos essa uva foi sendo deixada de lado, mas retomada às plantações graças à boa adaptação.Dentro de um estilo nacional, também é fácil encontrar ofertas de uvas americanas com os chamados vinhos de mesa. É para paladares mais doces. Na Adega Chesini, em Farroupilha, o cultivo inclui as uvas bordô e isabel, consideradas as melhores nessa finalidade. Esta última, aliás, está no vinho canônico ou de missa, ?que corresponde a 10% de faturamento?, segundo o proprietário da vinícola Ricardo Chesini.
[+ detalhes]
29/09/2017
Consumo de vinho aumenta entre os 'millennials', diz estudo
Plataforma monitorou consumo da bebida ao redor do mundo.Não é novidade que o vinho é apreciado por diversas pessoas ao redor do mundo - não importando o sexo e nem a idade. Mas, segundo uma análise da empresa de comunicação Maxfone divulgada nesta quinta-feira (28/09), o consumo da bebida aumentou entre jovens de 18 a 35 anos nos últimos meses.Através de um processo de monitoramento de dados, a plataforma SocialMetters Analysis apontou uma evolução no mercado de vinho entre junho e setembro deste ano e, grande parte desta crescente, foi causada pelo aumento do consumo de pessoas da geração "millenial" - nascidas entre as décadas de 1980 e 1990.A análise mostrou também que atualmente as mulheres são as que mais compram vinhos em todo o mundo, representando 51% do mercado. No entanto, a escolha de tipos diferentes da bebida muda entre as consumidoras femininas.Os dados em nossa posse, decorrentes do histórico de compras dos nossos 60.000 clientes, mostra que a tipologia de vinho difere entre homens e mulheres entre os millennials. É ainda evidente que elas consomem mais espumantes do que vinho tinto, por exemplo, explica Marco Magnocavallo, fundador da Tannico - empresa que comercializa vinhos.Ele ainda cita que os jovens da geração "millenial" consomem bebidas de marcas que inovam na forma de veiculação. Os millenials são mais sensíveis aos vinhos que estão trabalhando com uma comunicação transversal e que não só se comunicam com o estereótipos clássicos do mundo do vinho. A análise é uma imagem da atual situação, concluiu.
[+ detalhes]
27/09/2017
Brasil faz a maior degustação de vinhos do planeta
Na 25ª Avaliação Nacional de Vinhos foram degustadas as 16 amostras mais representativas da safra 2017Foi realizada no último final de semana. em Bento Gonçalves (RS), a 25ª Avaliação Nacional de Vinhos. O evento, reconhecido como a maior degustação de vinhos de uma safra do mundo, é organizado pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). Neste ano foram inscritas 327 amostras por 59 vinícolas dos estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. ?Sabemos que todo vinho tem uma marca. Assim é a Avaliação Nacional de Vinhos: um evento que carrega a marca do vinho brasileiro?, ressaltou o enólogo Edegar Scortegagna, presidente da ABE.Para avaliar as amostras foram convidados 118 enólogos, que durante oito dias degustaram, às cegas, os vinhos brasileiros. As degustações, que seguiram as normas internacionais, foram realizadas, em agosto, em Bento Gonçalves, no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Uva e Vinho, responsável pela coordenação técnica do evento. Os enólogos foram divididos em oito grupos. Cada grupo degustou por dois dias amostras em todas as categorias: branco fino seco aromático, branco fino seco não aromático, tinto fino seco, tinto fino seco jovem e base para espumante.Como resultado dessa avaliação foram selecionadas 30% das amostras (103 variedades) mais representativas da safra 2017. Desse grupo, 16 vinhos foram escolhidos para serem degustados por comentaristas e pelo grande público, formado por 850 pessoas no dia 23 de setembro. As degustações também foram às cegas e ao final do evento o presidente da ABE revelou os 16 vinhos degustados.A cada safra a expectativa é sempre muito grande. O evento é reconhecido por sua proximidade com a cadeia produtiva da uva e do vinho, de modo que contribui para que a produção do vinho brasileiro evolua em qualidade, tecnologia e reconhecimento. Portanto, um dos legados da Avaliação é nortear produtores e enólogos na escolha de variedades de uvas, técnicas de elaboração e lançamento de produtos. ?O que o público degustou na taça é a antecipação do que estará no mercado a partir do próximo ano?, salienta Scortegagna.16 amostras degustadasCategoria Vinho Base para EspumanteChardonnay/Riesling Itálico ? Chandon (Garibaldi ? RS) ? Flávio ZílioChardonnay ? Casa Valduga (Bento Gonçalves ? RS) ? Junko IwamotoChardonnay ? Domno do Brasil (Garibaldi ? RS) ? Álvaro Cézar GalvãoCategoria Branco Fino Seco Não AromáticoRiesling Itálico ? Cooperativa Vinícola Aurora (Bento Gonçalves ? RS) ? Fabiana Gonçalves MignotChardonnay ? Vinícola Almadén (Santana do Livramento ? RS) ? Danio BragaChardonnay ? Vinícola Cave de Pedra (Bento Gonçalves ? RS) ? Maria Regina Ferreto FloresCategoria Branco Fino Seco AromáticoSauvignon Blanc ? Vinícola Fazenda Santa Rita (Vacaria ? RS) ? Alessandra KianekMoscato Giallo ? Cooperativa Vinícola São João (Farroupilha ? RS) ? Odila Armbruster de MoraesCategoria Tinto Fino Seco JovemCabernet Franc ? Vinícola Salton (Bento Gonçalves ? RS) ? Márcia MonteiroCategoria Tinto Fino SecoPetit Syrah ? Luiz Argenta Vinhos Finos (Flores da Cunha ? RS) ? Paulo BrammerMerlot ? Casa Perini (Farroupilha ? RS) ? Ivane Maria Remus FáveroMerlot ? Miolo Wine Group (Bento Gonçalves ? RS) ? Daniel ScolaCabernet Franc ? Giacomin Indústria de Bebidas (Flores da Cunha ? RS) ? Giuseppina Paola ParpinelloMalbec ? Vinícola Almaúnica (Bento Gonçalves ? RS) ? Cecília AldazCabernet Sauvignon ? Guatambu Estância do Vinho (Dom Pedrito ? RS) ? Protásio Lemos da LuzTannat ? Don Guerino Vinhos e Espumantes (Alto Feliz ? RS) ? Mauro Celso Zanus
[+ detalhes]
26/09/2017
Ação em sua 3ª edição distribui picolés gratuitamente, em comemoração ao Dia Nacional do Sorvete
Picolés de chocolate sem adição de sacarose e com apenas 87 calorias despertou a atenção para o consumo do sorvete em sua forma mais saudável.Para estimular o consumo de sorvetes saudáveis, a Alibra, fornecedora de ingredientes para indústrias de alimentos e de bebidas, promoveu em parceria com uma indústria de sorvetes, a distribuição de 4 mil picolés em diferentes instituições da cidade de Campinas, para celebrar o Dia Nacional do Sorvete, dia 23 de Setembro. A ação, em sua 3ª edição, tem como objetivo despertar a atenção para o consumo do produto em sua forma mais saudável, sem reduzir a alegria, a diversão e a indulgência. Pelo segundo ano a Alibra repete a parceria com a Pavê & Comê, empresa fabricante de sorvetes que atua na grande São Paulo. ??Como fornecedores de ingredientes, desenvolvemos muitas soluções para nossos clientes, fabricantes de sorvetes, inclusive com perfis nutricionais mais saudáveis, sem alterar as consagradas características sensoriais que tanto agradam o público consumidor. A ação, para nós, é o momento de fazer nossa parte, junto da Pavê & Comê, para fomentar o hábito do consumo e, ao mesmo tempo, mostrarmos que sorvete é algo que pode ser saudável?, afirma Marcus Lima, Gerente Técnico de Gelados Comestíveis da Alibra.Pesquisa do Ministério da Saúde realizada em 2016 aponta que um em cada cinco brasileiros consome doces em excesso, cinco vezes ou mais na semana. O índice é ainda maior entre os jovens: 28,5% da população de 18 a 24 anos possui alimentação com excesso de açúcar. Esses hábitos preocupam diante do avanço de doenças crônicas no país, em especial o diabetes. Alinhada com as tendências de mercado que focam na saudabilidade, a Alibra desenvolveu uma fórmula para picolé sabor chocolate, com apenas 87 calorias. O produto não é adoçado com sacarose, o que contribui para a melhoria de sua composição nutricional. Os picolés foram entregues para pacientes do Centro Infantil Boldrini, hospital filantrópico que cuida de crianças, adolescentes e adultos portadores de doenças sanguíneas ou de câncer, e também para pacientes do hospital SOBRAPAR ? Crânio e Face, instituto privado, de natureza filantrópica que promove o tratamento cirúrgico e reabilitação de pacientes com deformidades craniofaciais congênitas ou adquiridas.Outras instituições de Campinas também receberam os picolés, como Mãe Maria Rosa ? entidade beneficente de amparo a crianças e adolescentes carentes, e alunos das escolas próximas à região onde está instalada a fábrica da Alibra, como EE Caustinata de Barros Albuquerque, EE Maria de Lourdes Bordini e Centro de Educação Infantil nave Mãe Prof.ª Amélia Pires Palermo.Além da questão da Saudabilidade e do compromisso social, por meio do estreitamento dos laços com a população e comunidades locais, o evento do Dia do Sorvete tem como objetivo transmitir uma mensagem que vai ao encontro dos ideais da Alibra: aliar sabor e saúde. ?? A Alibra sempre teve uma postura de contribuir de alguma forma com a comunidade em que está inserida. A distribuição dos picolés é uma das ações que realizamos. Aproveitamos a data que marca o início da primavera para levar um pouquinho de alegria e descontração às crianças e adultos e, ao mesmo tempo, mostrar que o sorvete é um alimento que pode ser saudável??, conclui Liliana Couto Bem-Haja, Coordenadora de Marketing da Alibra.A Alibra IngredientesHá 17 anos a Alibra Ingredientes, empresa 100% nacional, iniciou suas operações na Região Metropolitana de Campinas, SP, e dois anos depois se expandiu para Marechal Cândido Rondon, PR, onde foi instalada uma moderna fábrica que conta hoje com quatro torres de secagem de última geração.A empresa atende segmentos distintos, tais como: Indústrias de Alimentos - fornecimento de ingredientes para laticínios, indústrias de sorvetes, panificação, doces, chocolates, sopas, suplementos, nutracêuticos, entre outros segmentos. Food Service - fornecimento de ingredientes para o mercado de Alimentação Fora do Lar.Supermercados, atacadistas e montadoras de cestas básicas - fornecimento de compostos lácteos, achocolatados, farinha láctea e mingaus em pó.Editado pela revista Globo Rural em parceria com a revista Serasa Experian, a publicação do Anuário Melhores do Agronegócio 2016 ? em sua 12ª edição ? classificou a Alibra entre as 500 Maiores Empresas do Agronegócio do Brasil. No segmento Laticínios, está entre as 10 Melhores, ocupando a 1ª posição em Margem de Atividade, 2ª posição em Rentabilidade do Patrimônio Líquido, 4ª posição em Evolução do Ativo, 5ª posição em Margem Líquida e 9ª posição em Liquidez Corrente.Resultado de uma sólida formação técnica dos sócios com know-how adquirido em grandes multinacionais no setor de alimentos, a empresa distribui os produtos para todo o território nacional. Além de exportar a diversos países, participa também das principais feiras e rodadas de negócios nacionais e internacionais do setor.
[+ detalhes]
25/09/2017
Vinícola da Croácia armazena garrafas nas profundezas do mar Adriático
Na península croata de Peljesac, a Edivo Vina armazena seus vinhos de uma forma incomum: em espaços subaquáticos que podem ser visitados pelos turistas em mergulhos acompanhados por guiasNada de caves com temperatura controlada artificialmente . Na Croácia, um dos melhores vinhos do país envelhece é no fundo do Mar Adriático, onde o ambiente marinho se encarrega de personalizar as garrafas com conchas, resultando produto para lá de exclusivo. E saboroso! Essa maravilha fica próxima à capital Dubrovnik, em Drace, na Edivo Vina que está aberta a visitantes. Atualmente, além de atrair os apreciadores de vinhos, a vinícola também oferece tours para que os turistas mergulhem para buscar a garrafa que será degustada. Quem preferir, claro, pode apenas passear pelas praias belíssimas da região antes de erguer um brinde. Os especialistas da Edivo Vina, explicam que a produção do vinho segue o processo tradicional nas primeiras etapas. Só após três meses de envelhecimento, a bebida é colocada em jarros de barro (chamados ânforas) que são depositados no fundo do mar, em gaiolas, e permanecem na água por um ou dois anos.Outros cuidados são necessários para garantir que o vinho mantenha o padrão de qualidade. Além de uma rolha e do jarro de argila, as garrafas têm duas camadas ou ficam envolvidas em borracha a fim de evitar vazamentos. Ao final, o vinho único, com aroma de pinho, é vendido por nada menos que 270 euros.
[+ detalhes]
22/09/2017
A rede de cozinhas Rational: ainda mais possibilidades no mundo digital com ConnectedCooking 2.0
São Paulo, 18/10/2017 ? ConnectedCooking e o Club Rational juntaram suas forças para criar um dos maiores portais online para chefs e cozinheiros profissionais, oferecendo muito mais conveniência, segurança e inspiração. As duas plataformas se complementam perfeitamente e oferecem muitos serviços para cozinhas profissionais e para os equipamentos Rational em apenas um clique."Cozinhas conectadas são o maior foco da Rational para o futuro," diz Erhard Weber, Manager Director da Rational Brasil, sobre a junção. "Acreditamos ser importante permitir o acesso o mais direto possível para nossos clientes." Dessa maneira, todos os dados de entrada já existentes serão mantidos, permitindo que membros antigos e novos possam se registrar uma vez e usar todas as ferramentas. Serviços como uma extensa biblioteca de receitas, vídeos de como fazer e dicas e truques dados por chefs de todo o mundo também podem ser usados sem precisar se conectar a outros equipamentos. "O ConnectedCooking já vem recebendo elogios de nossos clientes e se provando um ótimo auxiliar no dia a dia das cozinhas. Uma vez que você se habitua com uma cozinha conectada,Page 1of 2RATIONAL Brasil Rua Cincinato Braga, 500 ? 1o andar 01333-010 São Paulo Tel. +55 11 3372-3000 info@rational-online.com.br é difícil ficar sem isso?, comenta Weber. Afinal, uma das maiores plataformas para chefs oferece uma grande variedade de benefícios. Programas personalizados de cocção e milhares de receitas em uma base de dados internacional podem ser transferidos diretamente do seu PC, Tablet ou Smartphone para seus equipamentos e gerenciados centralmente. Isto torna o processo muito fácil e ao mesmo tempo garante que todos os equipamentos Rational estão trabalhando com os mesmos padrões e programas. As atualizações também são feitas automaticamente e sem custo, eliminando a necessidade de complicadas transferências através de pen drives. Além disso, os usuários do ConnectedCooking recebem mensagens de notificação em tempo real do último status do equipamento, informando o que está acontecendo. É ideal para qualquer um que esteja trabalhando com vários restaurantes. Tão importante também é o gerenciamento de perfil de usuário que disponibiliza apenas as funções e tarefas autorizadas para cada funcionário do estabelecimento, o que garante consistência na qualidade das preparações, independentemente do nível de treinamento do funcionário. A documentação de HACCP é gerada automaticamente para cada um dos equipamentos e se algum dos equipamentos necessita de ajuda do serviço técnico, a assistência técnica pode ser informada automaticamente e tomar as providências necessárias rapidamente com base na informação recebida. Para uma olhada, muita inspiração e mais informações sobre a plataforma de alta performance, vá para connectedcooking.com. Contato: RATIONAL Brasil Carla Bartels ou Gabriela Baiochi Marketing Tel. 11 3372-3000 c.bartels@rational-online.com ou g.baiochi@rational-online.com rational-online.com facebook http://facebook.com/RATIONAL.AG twitter http://twitter.com/RATIONAL_AG Youtube http://www.youtube.com/User/RATIONALAG Sobre a RATIONAL O Grupo RATIONAL é o líder de Mercado e em tecnologia na área de alimentos quentes em cozinhas profissionais. Fundado em 1973, a companhia emprega mais de 900 pessoas na Alemanha e mais de 1.800 no mundo. Desde seu IPO em 2000, a RATIONAL tem sido listada como Prime Standard na Bolsa de Valores Alemã e está incluída no MDAX. O principal objetivo da companhia é sempre oferecer o máximo benefício a seus clientes. Internamente a RATIONAL está comprometida com o princípio de sustentabilidade, expresso através de políticas de proteção ambiental, liderança e responsabilidade social. Ano após ano, vários prêmios internacionais demonstram a qualidade excepcional do trabalho da RATIONAL.
[+ detalhes]
22/09/2017
Pizzaria sem glúten é aposta de empresários na Asa Norte
Pinoli Pizzas Saudáveis inaugura esta semana tendo a mandioca como ingrediente base das redondas apostam na produção 100% acessível para os intolerantes ao glúten e celíacosA ideia é dos jovens empresários Bruno Lameira e Thiago Lucas. Com a proposta de oferecer ao público uma experiência leve, mas com sabor. A Pinoli Pizzas Saudáveis abre sua primeira loja física hoje sexta feira (22), prometendo versões clássicas e criações próprias.Há um ano funcionando apenas como delivery, a marca tem como ingrediente principal a mandioca, carboidrato de lenta absorção, e segue o princípio de produção 100% acessível para celíacos e intolerantes ao componente do trigo. Com massa fina e crocante, acompanhada por molho de tomate artesanal produzido na própria casa, as pizzas salgadas saem em oito sabores, somados a dois doces.Entre os destaques de sabores estão o shitake com alho poró (R$ 52), o de frango cremoso (R$ 45) e a doce de maçã com melado orgânico (R$ 40). Além disso, o estabelecimento oferece ainda opções sem lactose e veganos. Compõem este último grupo o molho branco feito com leite de castanha e o chocolate com cacau 100%.Uma das opções da marca é a pizza de carne seca com rúcula,Pizza marguerita da Pinoli: com massa fina e crocante, acompanhada por molho de tomate artesanal produzido pela marcaA Pinoli está localizada na comercial da 307 Norte e fica voltada para a residencial com luminárias coloridas, feitas de cano de PVC, fazendo parte da decoração.Pinoli Pizzas SaudáveisCLN 307 BL E Loja 34Funcionamento de terça a domingo de 18h às 22hContato e entregas: (61) 3532 9914http://www.pinolipizza.com/https://www.facebook.com/pinolipizza/
[+ detalhes]
20/09/2017
Pizza Hut Praia Grande lança rodízio de pizzas
Por R$ 29,90, consumidores têm direito a entradas, pizzas salgadas e docesA partir de agora, os consumidores da Praia Grande contam com mais uma novidade para saborear as delícias do cardápio da Pizza Hut, maior rede de pizzaria do mundo. Devido a grande procura dos clientes, a unidade da marca localizada no Litoral Plaza Shopping passa a oferecer o rodízio de pizzas de segunda a quinta-feira (exceto feriados), das 18h às 22h.Por apenas R$ 29,90, os clientes têm o direito a oito sabores de pizzas salgadas e, como sobremesa, quatro opções de pizzas doces. O rodízio também inclui como entrada os deliciosos breadsticks, as Hut Fries e Hut Wings.Atualmente a Pizza Hut está presente em 100 países com aproximadamente 16 mil restaurantes. No Brasil, são mais de 150 unidades distribuídas em 22 estados.ServiçoPizza Hut Litoral Plaza ShoppingEndereço: Av. Ayrton Senna da Silva, 1511, Praia Grande/SPHorário de funcionamento da loja: todos os dias, das 11h às 23hRodízio: de segunda a quinta-feira, das 18h às 22hSobre a Pizza HutA Pizza Hut, maior rede de pizzaria do mundo, faz parte do Grupo Yum! Brands e está presente em 100 países com mais de 16 mil restaurantes distribuídos pelos cinco continentes. A marca emprega mais de 250 mil funcionários anualmente. Por dia, 11,5 milhões de pizzas são vendidas para mais de 4 milhões de consumidores da Pizza Hut no mundo. No Brasil, presente desde 1989, são mais de 150 restaurantes distribuídos em 22 estados, atingindo o número de 1 milhão de pessoas consumindo Pizza Hut por mês.
[+ detalhes]
19/09/2017
Dom Sebastião faz promoção de pizzas com preços de R$41,90 a R$49,90 durante a semana
O restaurante Dom Sebastião começou, na última sexta-feira, uma nova promoção. De segunda a sexta-feira, de três a quatros sabores de pizzas estarão com preços especiais: de R$41,90 a R$49,90. A oferta é válida tanto para o delivery quanto para venda no salão.O Dom Sebastião abriu as portas há mais de dez anos. O chef Paulo Vitor Lara Leite, hoje formado em gastronomia pela Universidade de Cuiabá (Unic), sempre buscou inovar no atendimento. No início, a casa era conhecida por suas pizzas. Aos poucos, ganhou espaço com outros produtos e para outros públicos.Apesar disso, elas continuam sendo o carro-chefe da casa, e foi como pizzaria, inclusive, que o Dom entrou no Guia da Veja. Segundo Paulo Vitor, a promoção começou na última sexta-feira (15), e o resultado foi ótimo.?Outra novidade é o funcionamento do delivery todos os dias a noite, onde fica a rotisseria, para retirar o pedido no balcão com preço menor, pois não tem taxa de entrega?, explica o chef e proprietário. A partir desta segunda-feira (18), também, o Dom Sebastião passa a vender pelo iFood, maior plataforma de delivery de comida do Brasil. O Dom Sebastião fica na Av. São Sebastião, n°2937, e atende todos os dias das 11h às 14h e das 19h às 22h30. Reservas e informações pelo telefone (65) 3321-0007. O evento nesta quinta (7) começa às 20h, e as caipirinhas de 400ml serão vendidas por R$19,90
[+ detalhes]
18/09/2017
25ª Expo São Roque Vinhos e Alcachofras traz gastronomia, arte, cultura e lazer ao interior
Com o tema - Tempos e Ritmos. A festa promoverá um mergulho nos hits clássicos que marcaram épocaCentenas de milhares de pessoas já conheceram a tradição dos vinhos de São Roque/SP e os pratos deliciosos feitos com alcachofra. O clima serrano da cidade, a apenas 60 km de São Paulo, é convidativo e a Expo São Roque Vinhos e Alcachofras, que chega em 2017 à 25ª edição, é a oportunidade para se encontrar (ou reencontrar) com estes sabores. Além disso, a festa conta com muita arte, cultura e lazer.Entre os dias 6 de outubro e 5 de novembro (sempre às sextas, sábados, domingos e nos feriados dos dias 12/10 e 02/11), o Recanto da Cascata em São Roque, local do evento, deve receber cerca de 80 mil pessoas, segundo as estimativas da organização. O tema da festa neste ano é ?Tempos e Ritmos?, um mergulho nos anos 50, 60, 70 e 80, dos anos dourados até o pop dançante.Uma das estrelas da festa, é claro, é o vinho, que terá destaque em workshops. O enólogo Fábio Goés vai contar um pouco sobre a história da bebida, as harmonizações perfeitas com os mais variados pratos e como degustar os melhores vinhos.A outra estrela da festa, é claro, é a alcachofra. A culinária com base na mais famosa das flores comestíveis estará nos restaurantes dentro do recinto, que servirão alcachofra recheada, à milanesa, no yakissoba, no pastel, na salada, e em diversos outros pratos. O visitante também poderá participar de workshops gratuitos de gastronomia com o chef Osley José, especialista na iguaria.Outra atração de destaque da Expo São Roque é a Pisa da Uva, essa é uma outra viagem no tempo que remete à tradição de pisar nas uvas, um dos primeiros processos para a elaboração e produção do vinho. O público será convidado todos os dias a colocar os pés em enormes tinas cheias de uvas.Quem puder visitar a Expo São Roque nas sextas-feiras, terá ainda mais atrações. Às 14 horas um bingo gratuito vai distribuir vários brindes. Logo depois, é a vez de do famoso Baile da Saudade, relembrando os hits que marcaram gerações.Celebrando São RoquePromovida pelo Sindicato da Indústria do Vinho de São Roque com o apoio da Prefeitura da Estância Turística, a Expo São Roque reúne enogastronomia, diversão, compras, shows e manifestações artísticas. O passeio fica ainda mais interessante pela presença de diversas vinícolas da cidade, que terão estandes onde será possível conhecer mais sobre o vinho e fazer algumas degustações.De acordo com o presidente do Sidusvinho Fernando Pereira Leite, o foco da Expo São Roque é divulgar o potencial turístico da cidade, com destaque às vinícolas e a gastronomia à base de alcachofras. Nossa região possui um grande potencial turístico, com restaurantes de renome nacional, hotéis, vinícolas e o artesanato. Nosso objetivo é fomentar o turismo, apresentando ao público o melhor da nossa cidade, conhecida nacionalmente como a Terra do Vinho, ressalta o presidente.Serviço25ª Expo São Roque Vinhos e AlcachofrasData: 06 de outubro a 05 de novembro (todas as sextas, sábados e domingo feriados), das 10 às 20h Local: Recanto da Cascata - Av. Antônio Maria Picena, 34 - Vila Junqueira, São RoqueIngressos: Sextas-feiras, R$ 10,00; Sábados, domingos e feriados (12/10 e 02/11), R$ 28,00 (após as 16h R$ 10,00) Mais informações: Telefone - 11-4712-3231Site - www.exposaoroque.com.brFacebook - https://www.facebook.com/exposaoroque/
[+ detalhes]
18/09/2017
Pizzaria César inaugurou sua primeira unidade no Gama
Nessa sexta (15/09) a Pizzaria César inaugurou sua oitava unidade em Brasília e a primeira na cidade do Gama. A loja fica no Setor Central do Gama, quadra 55 lote 08 loja 02, ao lado do Mcdonalds. Assim como em outras unidades, há a opção de pizzas a lá carte ou o rodízio com mais de 60 sabores disponíveis. O rodízio estará a R$ 32,90 de sexta a domingo e em feriados. De segunda a quinta o valor cai para R$ 29,90.O cardápio da rede oferece mais de 60 sabores de pizzas, desde sabores mais tradicionais como portuguesa e calabresa até criações exclusivas como a Cléopatra, homenagem à rainha egípcia que dividiu a atenção dos comandantes romanos Marco Antônio e Júlio César.Cléopatra, a pizza, é recheada com molho de tomate, muçarela, frango, milho e creme de leite. Quem preferir pode provar a pizza Júlios (molho de tomate, muçarela, atum, alcaparras, cebola, azeitonas e catupiry) ou um pedacinho da Marcus Antonius, feita com molho de tomate, muçarela, presunto, calabresa, palmito, champignon, cebola, azeitonas e catupiry.
[+ detalhes]
15/09/2017
Ciência leva produção de vinhos para o agreste pernambucano
Desenvolver a vitivinicultura em regiões turísticas, como ocorre no Sul, pode ser uma alternativa de novos negóciosA degustação dos primeiros vinhos elaborados a partir de uvas colhidas em uma área experimental deixa o Agreste pernambucano no limiar de se constituir em uma nova região vinícola do país. Apreciadas em um evento que reuniu cerca de 70 pessoas na Chácara Vale das Colinas, em Garanhuns (PE), as garrafas que iam sendo esvaziadas eram, na expressão do bioquímico Milson Maurício de Macedo, um anúncio de ?harmonizar? Garanhuns e uma nova possiblidade de desenvolvimento econômico e social.A boa qualidade da bebida apresentada serve como indicador do potencial da região para a produção de vinhos finos, vocação que está sendo desenvolvida com o auxílio do trabalho científico. O evento fez parte de um projeto que reuniu pesquisadores e professores da Embrapa Semiárido, do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), com o objetivo de avaliar o comportamento agronômico, a qualidade da uva e implementar o processamento de vinhos em regiões vitivinícolas não tradicionais. Para tanto, foram testadas dez variedades de uvas europeias, e, em pouco mais de três anos de pesquisa no campo, foi possível identificar as que melhor se adaptam às condições de solo e clima do local. Entre elas estão três brancas: Muscat Petit Grain, Sauvignon Blanc e Viognier; e três tintas: Malbec, Cabernet Sauvignon e Syrah.Com a pesquisa ainda em andamento, a equipe busca agora ajustes no sistema de manejo das videiras. Eles focam aspectos como aumento da produção, práticas de poda e a identificação do momento certo de realizar a colheita, a fim de dispor de frutos com os compostos fenólicos equilibrados na vinificação. ?Grande parte da qualidade do vinho depende do manejo das plantas no campo?, explica Patrícia Coelho de Souza Leão, pesquisadora da Embrapa Semiárido, que lidera o projeto. As uvas das variedades selecionadas foram cultivadas e colhidas no Campo Experimental do IPA, em Brejão, na microrregião de Garanhuns. Depois, foram levadas para vinificação no Laboratório de Enologia da Embrapa Semiárido, em Petrolina (PE), utilizando o método tradicional para vinhos jovens e em escala experimental (na foto a Fazenda Milano da cidade de Santa Maria da Boa Vista , localizada no Vale do Rio São Francisco. A vinícola produziu o primeiro vinho do vale, em 1985, atualmente conhecido como Vinho Botticelli). De acordo com Aline Telles Biasoto Marques, a pesquisadora responsável pela vinificação, os resultados mostraram que os vinhos elaborados a partir das uvas da região possuem potencial para a produção em escala comercial. ?Eles se enquadraram dentro dos limites da legislação brasileira para vinho fino seco em todos os parâmetros avaliados: teor alcóolico, teor de açúcares, acidez total e volátil e dióxido de enxofre total?, afirma. Também foram realizadas análises sensoriais pela equipe da Escola do Vinho, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE). Somadas à opinião das pessoas que participaram da degustação, elas mostraram que os vinhos de Garanhuns são bastante promissores.?Os tintos se mostraram fiéis às características varietais e exaltaram a personalidade de vinhos tintos jovens?, avalia Ana Paula André Barros, enóloga e professora do IF Sertão (PE). ?Os brancos, por sua vez, são marcantes como varietais e apresentaram sensações visuais, olfativas e gustativas que podem indicar uma tipicidade do terroir do local?. Potencial também para espumantes?Isto é uma possibilidade porque algumas das variedades analisadas mostraram descritores sensoriais que não são comuns para elas, então podem ser comuns naquele terroir onde foram cultivadas?, enfatiza Ana Barros, que acrescenta: ?Arriscaria a dizer que as uvas brancas, além de vinhos tranquilos, também teriam potencial para elaboração de espumantes naquela região.?Durante a degustação, a sequência de elogios a cada taça servida era concluída com exclamações de surpresa por ser um vinho local, ou com afirmações de que, se fossem comercializados, sem dúvida iriam adquirir o produto. O corretor de seguros Cristóvão Valença de Vasconcelos já antevê a superação da atual falta de referências vinícolas na cidade. ?Acho que Garanhuns vai dar um salto, vai ser aquela história de mudar da água para o vinho?, comemora. É no que acredita Clebson Nunes, técnico da Secretaria de Turismo e Cultura de Garanhuns. Para ele, uma ?iguaria? como vinhos elaborados localmente é uma atração a mais para a região montanhosa de clima ameno e com uma extensa programação anual de eventos promovidos pela prefeitura e que costuma encher de reservas os hotéis da cidade. Nunes informa que apenas o Festival de Inverno de Garanhuns deste ano trouxe mais de um milhão de pessoas ao município pernambucano que possui pouco mais de 140 mil habitantes.Novos negóciosGaranhuns está localizada a quase 900 metros acima do nível do mar, com temperatura média anual de 20,6º C. As características climáticas estão em uma transição entre aquelas registradas nas regiões vinícolas do Semiárido brasileiro (Submédio do Vale do São Francisco) e as do Sul e Sudeste. É o que aponta o engenheiro-agrônomo Rodrigo Leite de Sousa em sua dissertação de mestrado ?Aptidão de cultivares de videira para produção de vinhos finos na microrregião de Garanhuns-PE: Estudos iniciais?, defendida na UFRPE. Ele identificou, ainda, semelhanças de clima com, ao menos, oito tradicionais produtores de vinhos de cinco países: Espanha (Málaga e Tenerife), Israel (Haifa), Itália (Lecce e Trapani), Tunísia (Bizerte e Nabeul) e Turquia (Izmir).A pesquisadora da Embrapa Semiárido Patrícia Coelho de Souza Leão considera que desenvolver a vitivinicultura em regiões de vocação natural para o turismo, associado ao clima ameno e invernos mais rigorosos, poderá vir a ser uma nova alternativa de cultivo para pequenos agricultores familiares organizados ou médios empresários. É o que já ocorre com sucesso na Serra Gaúcha, ao integrar cultivo da videira, enoturismo, e setores de serviços como hotelaria e gastronomia. E, para a pesquisadora, pode vir a acontecer também em Garanhuns, o que seria importante para instaurar um segmento econômico forte, capaz de promover desenvolvimento e gerar emprego.Avanços alcançados pela pesquisa da Embrapa, UFRPE e IPA têm sido acompanhados de perto pelo empresário e médico oftalmologista Michel Moreira Leite. Cearense de nascimento, residindo em Garanhuns há 14 anos, está no processo de construção de uma vinícola com a implantação de 3,5 hectares com três das variedades de melhor desempenho produtivo e enológico: 40% da área com Muscat Petit Grain e o restante dividido entre Cabernet Sauvignon (30%) e Malbec (30%). Segundo Leite, o plano é trabalhar com enoturismo, sem a pretensão comercial de ver os vinhos que irá produzir em prateleiras de supermercados. ?Com esse pontapé inicial, quem sabe não virão outros investidores??, sonha ele, já imaginando a abertura de outras vinícolas, que podem se agregar à produção de queijos especiais e de outros derivados das uvas, como geleias, doces, cosméticos, uvas passas, sucos e espumantes. Ciente do caminho pioneiro que empreendia e da entusiasmada receptividade a cada vinho degustado, assim como da diversidade de sabores e aromas percebidos pelos enólogos e seus convidados, Michel brindou aos pesquisadores e professores da Embrapa, da UFRPE, do IPA e do IF-Sertão com o reconhecimento: ?vocês estão fazendo história.?
[+ detalhes]
14/09/2017
Vezpa Pizzas e Lev realizam pedalada noturna pelo Dia Mundial sem Carro
Na próxima quinta, 21 de setembro, véspera do #DiaMundialSemCarro, os VezpaLovers e os apaixonados por pedaladas têm um encontro marcado, com o objetivo de estimular a reflexão sobre o uso excessivo do automóvel e experimentar outra alternativa de mobilidade. A Pedalada Noturna Vezpa Lev terá concentração às 19h, na Praia de Botafogo, ao lado do Clube Guanabara, e a largada será às 20h. O circuito vai até o Centro da cidade, passando pela Zona Portuária, point carioca desde a revitalização para os Jogos Olímpicos.O evento é uma iniciativa da Vezpa Pizzas que se uniu à Lev, líder em bikes elétricas no país, e ao movimento ?Respeite um Carro a Menos?, para estimular o uso da magrela na rotina diária e proporcionar um olhar diferente e uma nova perspectiva da cidade para todos os bike lovers ? atletas de verdade ou de fim de semana, sedentários ou fits, ciclistas ou pedaleiros de feriado.O trajeto terá quatro pontos de parada, cada um com a sua vista única e admirável da Cidade Maravilhosa. A Pedalada Noturna vai seguir pela praia de Botafogo, Aterro do Flamengo e Centro da cidade, passando pelo Museu do Amanhã, MAR e a famosíssima Escadaria Selarón.Para finalizar a pedalada, o descanso dos ciclistas será na Vezpa da Lapa. A loja estará recheada de fatias deliciosas de pizza, famosas geladinhas da marca e DJ Rádio Ibiza comandando as pick-ups.
[+ detalhes]
14/09/2017
Vinícola Castanho lança Tour do Vinho no dia 23 de setembro
A partir do dia 23 de setembro (sábado), às 11h, quando será lançado o Tour do Vinho da Vinícola Castanho, os amantes de vinhos e espumantes poderão conhecer em detalhes como é o cultivo de uva e a produção artesanal da bebida da tradicional empresa jundiaiense. Para finalizar o passeio, uma imperdível degustação dos produtos da casa.As vagas são limitadas e, para participar, é necessário comprar o ingresso pelo site: https://goo.gl/j8TPwy. O valor é R$ 45 por pessoa.A partir de setembro, sempre no terceiro sábado de cada mês, os visitantes farão um tour guiado durante o qual visitarão os vinhedos, a adega e a produção dos vinhos. Além disso, conhecerão um pouco mais da história da família Leme da Silva, que fundou a Vinícola Castanho e há quase 50 anos contribui com a economia e o turismo de Jundiaí.O administrador da empresa, Ricardo Leme da Silva, terceira geração a trabalhar com a bebida, explica que a ideia de criar o Tour do Vinho surgiu da vontade de promover o produto jundiaiense e ensinar os apreciadores, principalmente os iniciantes, a harmonizá-lo corretamente com as refeições. ?Nosso objetivo é contribuir com quem está começando a consumir vinho, fortalecer o turismo no nosso bairro, o Castanho, e valorizar a região como produtora?, comenta.Programação:- passeio nos vinhedos e adega, com o guia João Leme da Silva, proprietário e enólogo da Vinícola Castanho- produção do vinho e história da propriedade- degustação e harmonização de vinhos e espumantes: Serra dos Cristais Brut, Luar Moscato, Bordô Seco, Luar Merlot Tannat, Luar Cabernet Sauvignon e Espumante Serra dos Cristais MoscatelRota Turística - A Vinícola faz parte da Rota do Castanho, que fica ao sul de Jundiaí e integra as atrações da Rodovia Tancredo de Almeida Neves, conhecida como Estrada Velha de São Paulo. Os turistas e moradores locais que fazem a rota podem conhecer a propriedade, seus vinhedos e produção de vinho e ainda outros lugares, como um sítio de produção de orgânicos e um espaço de lazer com 52 mil m2.Para Silva, Jundiaí tem bastante potencial a ser explorado no âmbito do turismo rural, já que grande parte das 1200 pessoas que a Vinícola recebe por final de semana vem de São Paulo e Região Metropolitana. ?Os turistas vêm em família e, geralmente, passam o dia inteiro na cidade, conhecem vários pontos turísticos e apreciam este contato com a zona rural, bem-diferente de sua realidade.?A VinícolaHoje, a Vinícola Castanho é conhecida pela produção de vinhos, mas foi com a tradicional cachaça Ponte Torta ? relançada há um ano -, que a empresa teve início. Em 1961, Aristides Leme da Silva trabalhava em uma fábrica de bebidas, onde aprendeu as técnicas de produção de vinhos, licores e destilados.Trabalhar como empregado não bastava para ele. O sonho de Aristides era abrir seu próprio negócio e, em um impulso em busca de concretizar seu objetivo, saiu do emprego. Em sociedade com um amigo, passou a fabricar a cachaça.A produção era distribuída em bares e a tradição oral da família conta que toda cidade conhecia e gostava da bebida. Em 1968, Aristides deixou a sociedade e fundou a Vinícola Castanho, com a intenção de revisitar suas origens, e passou a produzir vinhos também.Desde então, a empresa produz e comercializa vinhos tintos, secos e brancos, licores, cachaças, espumantes, entre outros produtos
[+ detalhes]
13/09/2017
Crítica: vinhos Quinta do Quetzal para partilhar no verão
Se é verdade que os bons vinhos se fazem na vinha, a Quinta do Quetzal é berço de vinhos únicos e inconfundíveis. Complementados pelas duas mais inefáveis aplicações do talento humano, as artes e a gastronomia.Depois da inauguração em 2002 da que ainda hoje é uma das mais originais e inovadoras adegas do Alentejo, a Quinta do Quetzal não parou de se desenvolver e crescer de forma sustentada e orgânica. Propriedade da família holandesa De Bruijn, tudo ali é fruto da paixão e de um certo amor à primeira vista que na primeira visita ao terreno aconteceu.Os investimentos em arte em todo o mundo conduziram à criação do Centro de Arte Quetzal e recentemente ao restaurante Quetzal, batuta feliz do chef Pedro Mendes que tem feito as alegrias de muitos passantes. Vinho, arte e gastronomia estão disponíveis em modo pleno de partilha, cada um gere as interações entre os domínios a seu gosto e contento. Os vinhos refletem a um tempo o perfil do terroirúnico do Quetzal e o desejo da família de exprimir o compromisso com o belo.Coube a Rui Reguinga a supervisão enológica, o que tem feito de forma criativa e segura. Alinhámos alguns dos vinhos adequados para o verão e para a reunião familiar à volta da mesa. Em 15 anos de produção contínua, pode dizer-se que o projeto atingiu a maturidade. Parabéns à Quinta do Quetzal.
[+ detalhes]
13/09/2017
Domino's Pizza inova em suas redes sociais com fotos sem produção
As fotos postadas nas redes sociais das contas americanas da rede de fast food Domino?s Pizza estão indo na contramão das imagens de comida que circulam na rede. Enquanto seus rivais postam fotos superproduzidas, em estúdio, tiradas por fotógrafos profissionais, a marca tem divulgado imagens que parecem ter sido tiradas por quem não entende muito sobre como ser cool na internet. São fotos da vida real, daquela pizza que realmente chega à sua casa.A estratégia de ser o mais fiel possível à realidade começou em 2010, quando a Domino?s começou a criticar seu próprio produto por meio de uma série de reformulações e pedidos de desculpas aos seus clientes. A empresa admitiu que sua comida falhava em testes de sabor e deixava seus consumidores decepcionados. Por esse motivo, prometeu adotar melhores ingredientes em suas receitas.Quando se compara o perfil americano do Instagram da Domino?s e da Pizza Hut, sua principal concorrente, o que se vê destoa bastante. O feed da primeira é, num primeiro momento, estranho para quem está acostumado com imagens de alimentos produzidas, mas começa a ficar natural com o tempo. Já as fotos dos rivais passam a parecer um tanto falsas.Esse tipo de abordagem mais verdadeira em seus perfis começou em 2012, quando a Domino?s lançou a campanha Show Us Your Pizza (Mostre-nos Sua Pizza) e compartilhou as imagens do alimento (muitas vezes feias) tiradas por seus clientes. Atualmente, a rede de restaurantes tira suas fotos para divulgação nas redes sociais em cozinhas de teste ou enquanto as pizzas saem para entrega no delivery, sem nenhuma ajuda de um estilista de comida."Mesmo que seja um pouco pegajoso, engordurado e haja um pouco de queimado, essa é a pizza que você recebe", disse Dennis Maloney, diretor digital da Domino?s, em entrevista à revista Fast Company. "E te faz pensar em como foi bom da última vez que você comeu isso".Esta abordagem não apenas vai contra uma tendência das mídias sociais, como é totalmente diferente do que tem sido feito até agora pelas redes de fast food. Considere como o McDonald?s fotografou seus Big Macs ao longo dos anos. O pão é uma montanha dourada. As sementes sobre eles são gemas de alabastro. E, de alguma forma, é possível distinguir os picles, a carne bovina, a alface e o molho especial na sua pilha perfeitamente equilibrada. Esses alimentos sempre foram fotografados como ícones, tão cuidadosamente apresentados que nenhum funcionário conseguiria fazer algo parecido durante seu horário de almoço.Nos Estados Unidos, as vendas da Domino?s não param de subir, enquanto as da Pizza Hut estão em queda. E a previsão é de que até o final do ano a dona do perfil #nofilter conquiste o primeiro lugar do setor.
[+ detalhes]
12/09/2017
Pesquisas reforçam que vinho faz, sim, muito bem à saúde
Bebida tem sido estudada há décadas, e os resultados são otimistas quanto aos benefíciosPode pegar a taça e brindar: cada vez mais pesquisas indicam que beber vinho moderadamente faz bem para a saúde. A bebida feita a partir da fermentação da uva tem sido estudada ao longo das décadas e seu fator de proteção ao coração tem ficado mais evidente. Mas, apesar dos resultados otimistas, ainda é preciso uma dose de parcimônia por parte dos consumidores para não passar do limite sutil entre benefício e prejuízo.O primeiro estudo a impactar o mundo com informações sobre as vantagens do vinho foi feito na década de 1980. Intitulada Paradoxo Francês, a pesquisa relacionou o consumo da bebida à menor taxa de mortalidade por problemas cardiovasculares entre a população da França. Os estudiosos buscaram entender por que os franceses, mesmo consumindo muita gordura, tinham índice de morte por fatores cardíacos semelhante ao de países mediterrâneos, nos quais a dieta é rica em vinho ? e a ingestão da bebida foi apontada como resposta.Mas o levantamento foi alvo de muitas críticas: por tratar-se de um estudo de observação não controlado ? no qual uma determinada população foi observada por um período para apontar as diferenças entre o começo e o fim da pesquisa ?, ele tem algumas limitações. Estilo de vida, menos estresse e prática de atividades físicas podem coincidir com o hábito de consumir vinho, interferindo no resultado final.Apesar da controvérsia, o Paradoxo Francês foi o ponto de partida para diversos cientistas investigarem e conhecerem mais a fundo as propriedades da bebida. No Brasil, embora o consumo não seja comparável ao francês ? aqui, bebe-se 350 milhões de litros ao ano contra 2,7 bilhões no país europeu, segundo dados de 2015 da instituição Wine Institute, dos Estados Unidos ?, não faltam iniciativas de pesquisa que apuram os benefícios do vinho e do suco de uva.Coração protegidoPesquisador do tema há 18 anos, o professor do Instituto do Coração (Incor) de São Paulo Protásio Lemos da Luz desenvolveu diversos experimentos com o vinho. Um deles, feito com coelhos, mostrou que os animais submetidos a uma dieta rica em colesterol e que ingeriram vinho ou suco de uva tiveram menos placas de gordura na aorta, fator de risco para desencadear um acidente vascular cerebral (AVC) e outros problemas cardíacos, como infarto.Outra pesquisa, desta vez realizada com humanos, analisou uma amostra composta por um grupo de jovens com colesterol aumentado. Os efeitos do consumo também foram bons.? Por 15 dias, demos alternadamente para as mesmas pessoas 250 ml de vinho e 500 ml de suco de uva. Concluímos que as duas bebidas aumentam a dilatação arterial, que é extremamente importante ? descreve Da Luz.Bebedores de vinho também demonstraram HDL (colesterol bom) maior e glicemia mais baixa em relação aos abstêmios, de acordo com a conclusão de mais uma investigação que Da Luz coordenou. A pesquisa confrontou o aspecto das coronárias de apreciadores da bebida versus pessoas que não bebiam. Além disso, o vinho consegue barrar o acúmulo das plaquetas, componentes do sangue que ajudam a interromper o sangramento. O chamado poder antiagregante plaquetário é fundamental para pessoas com doença coronariana, pois evita a acumulação de plaquetas, o que pode levar ao infarto.De acordo com a biomédica Caroline Dani, que estuda a bebida há mais de 13 anos, o segredo da proteção reside nos polifenois da uva, compostos químicos que funcionam como sistema de defesa das plantas contra os fatores externos, como as intempéries. No processo de elaboração dos derivados da fruta, esses agentes, que ficam na casca e na semente, são transferidos para o produto. Como tem álcool, o vinho mantém mais os polifenois do que o suco, extraído a partir do calor. Essas substâncias têm poder anti-inflamatório, antioxidante e antimicrobiano.Não bastasse a proteção ao coração, a bebida também parece agir contra a obesidade: testes feitos na China e publicados em 2015 no International Journal of Obesity sugeriram que o resveratrol, um dos componentes da uva, impulsiona a perda de peso.
[+ detalhes]
11/09/2017
Sparkling Wine Fair - Festival de vinhos e espumantes em Brasília
Sparkling Wine Fair reúne na próxima sexta-feira 32 vinícolas, que vão apresentar seu trabalho ao público que poderá degustar mais de 100 rótulos nos dias 15 e 16 de setembro, no Pontão do Lago Sul em Brasília. A Sparkling Wine Fair se prepara para uma edição ainda maior que a estreia feita em 2016, quando levou, em dois dias de evento, mais de duas mil pessoas ao Pontão do Lago Sul. O público pôde provar 100 rótulos de 20 vinícolas do mundo inteiro. Já para esta edição de 2017, a feira reunirá 32 vinícolas ? um crescimento de mais de 50% ? que passeiam entre os espumantes do Brasil e do mundo, como a Santa Augusta, Aurora, Perini, Vidigal Wines, Terra Serena e Bodega Dante Rabino.Os parceiros também chegam em maior número este ano, com o ParkShopping sendo o centro comercial oficial, assim como o Quality Hotel & Suites Brasília, como hotel do evento. O número de expositores também passa dos 25, trazendo nomes que são destaques na cidade em diversos segmentos.A feira também reforça seu conceito de trazer lançamentos exclusivos e novidades, como a vinícola Santa Augusta, que participa pela primeira vez com rótulos Brut branco e rosé, Demi Sec Branco e Rosé, Moscatel, além do vinho Mestria e o grande destaque, o Rosé Nature, composto das uvas Cabernet Suavignon, Merlot, Malbec, Montepulciano e Cabernet Franc. A importadora Segala & Perini traz com exclusividade para a SWF, os rótulos da espanhola Bodegas Lopez Morenas. Os rótulos são o Poderío Brut, Branco e Rosé; e o Faena Brut e Branco.Já a vinícola Aurora apresentará sua linha de espumantes Procedências, ressaltando a qualidades das uvas locais, remetendo às comunidades gaúchas e seus produtores associados. O selo conta com três opções, elaboradas pelo método Charmat longo, que consiste em um processo de maior contato com as leveduras na segunda fermentação.São eles o Chadornnay Brut, elaborado com uvas Chardonnay cultivadas na comunidade de Lajeadinho; Pinot Noir Branco Brut, feito com castas Pinot Noir das famílias estabelecidas em Tuiuty; e o Aurora Procedências Rosé Brut, produzido pelo corte Pinot Noir vinificada em rosé, de Tuiuty e de Riesling Itálico, vindo de Monte Belo do Sul.Os espumantes da espanhola Bodega Lopez Morenas, importados pela Segala & Perini, também chegam com exclusividade com três rótulos do Faena/Poderio: Moscatel Branco e Rose e Brut Branco. Os primeiros são elaborados com uva Moscatel, fermentação natural, aroma frutado e um sabor único que os fazem diferentes com graduação alcoólica de 7%. Já o Faena/Poderio Brut Branco traz uvas Pardina e Eva, e mais presença no paladar. Sua graduação alcoólica é de 11.5%.GASTRONOMIAEntre as principais novidades na gastronomia, a dupla de empresários César Santos e Betta Doelinger traz grandes restaurantes, o Nikkei Ceviche e Sushi e o Sallva Bar & Restaurante como expositores. A casa nipo-peruana oferecerá o clássico Ceviche Peruano (R$ 25,00), Sashimi de Salmão Trufado (R$ 30,00) e o exclusivo Tartar de salmão SWF, feito com salmão molho especial de azeite trufado e chips de banana da terra (R$ 25,00), assinados pelo chef Marcelo Fugita e executados pelo chef Miguel Ojeda.O Sallva Bar & Restaurante marca presença com um lounge, onde convidados serão recepcionados pelo sócio proprietário Christiann Silva com o carro-chefe da casa, Bolinho de arroz com grana padano e geleia de pimenta. Além disso, o espaço também promoverá o espumante Sallva, feito em parceria com a vinícola Zanella.Pelo segundo ano consecutivo, o Empório Leninha Camargo entra com um mega estande, trazendo um cardápio especial para a feira. Entre os destaques estão o Tarte de presunto Ementhal, o Tarte de frango e requeijão cremoso, a Trilogia de tomates ao pesto genovês o Duo de azeitonas marinadas em ervas, além do lançamento da linha e doces do empório. ?Teremos o lançamento da linha de doces do tempo da vovó,remodelados, com o doce de limão galego com doce de leite, figos recheados e rosas com fita de côco?, destaca.Se juntam ainda ao time a La Panière Pães Artesanais, Dona Osmá Produtos Gourmet, Haciendas, Congeladin, Aqui Tem Doce, Renata Mandelli Art&Food, Crepe de Paris, Grand Cru, Sweet Chic, Lalé Pocket Cakes, Pura e Tarsitano ? Sabor de Origem, que faz sua estreia com uma seleção de queijos artesanais de Minas Gerais, vendidos em peças de vários tamanhos e em bandejas para consumo durante o evento.ESTRUTURANos espaços, a SWF 2017 se mostra mais ligada também à moda de Brasília, com os lounges exclusivos do Estilozzo e do Comunidade VIP, veículos especializados do ramo e que levarão para dentro do projeto, ativações surpresas durante os dois dias. A editora Caras também traz um peso maior para a edição com cobertura nacional para o evento e um ambiente dentro da feira.De olho no público jovem que tem cada vez mais aprendido e apreciado espumantes do mundo inteiro, a iFly Brasília também entra como parceira dessa segunda SWF com um estande voltado para o simulador de voo, na outra margem do Lago Paranoá.Para agregar tanta novidade, o arquiteto Beto Carril assina um novo formato para a feira, visando o conforto para o público e visibilidade para os participantes. ?Visamos espaços acolhedores tanto na circulação em composição com os espaços dos estandes e aconchego para quem estará circulando?, explica ele adiantando também que a comodidade para a área de alimentação ganhou uma atenção especial: ?Colocamos a área concentrada em duas extremidades, deixando assim o ambiente bem ventilado, e o amplo visual do Lago livre para ser apreciado?.Os ingressos estão à venda por R$ 90,00 na Scotch House da 403 Sul, Loja Raia 3 da 205 Sul, Prime Vinho & Cultura no Brasil 21, Estação dos Vinhos na 413 Norte. Nos dias do evento, que espera reunir três mil pessoas, elas custarão R$ 120,00, sujeito à disponibilidade.A SWF 2017 é apresentada pelo Pontão do Lago Sul, Terracap, Editora Caras, Rio Quente Resorts e Jaguar. Como patrocinadores estão a Saccaro, que assinará os lounges do Estilozzo e da Caras, BierFass, Sallva ? Bar & Ristorante e novamente a Eletromec, loja especializada em adegas, que patrocina a Sparkling desde a primeira edição.As empresas apoiadoras de 2017 são a Loja Líder (assinando os espaços da Eletromec e Comunidade VIP), iFly Brasília, Grupo César Serra, Luxo de Festa, Prime Vinho & Cultura, Weppa ? Marketing Promocional, MaisX Consultoria, Virgínia D?arc Decorações e Eventos, Fauzi ? Marketing Esportivo, Renata Mandelli ? Art& Food, Inbrasília e Embassy Brasília.Os principais apoios institucionais são da escola de idiomas Cultura Francesa, Brasil Espumantes, IBRAVIN (Instituto Brasileiro do Vinho), do Governo de Estado do Rio Grande do Su,l da Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer do Distrito Federal, do Governo de Brasília e da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).
[+ detalhes]
08/09/2017
Bares trocam a cerveja pelo vinho e faturam alto em BH
O conceito de sair para tomar uma cerveja no boteco ganhou novo significado em Belo Horizonte. A capital dos bares acolhe, ano a ano, estabelecimentos cujo protagonismo não é mais a cevada, mas o vinho. A ideia é a inclusão da bebida em ambientes informais em que o jantar é substituído pelo tira-gosto.O Cabernet Butiquim, que fica na Savassi, ampliou o espaço para atender à demanda. Inaugurado há pouco mais de dois anos, em março de 2015, o sucesso foi tanto que os proprietários alugaram a loja ao lado e dobraram o tamanho do salão.Ao entrar em operação, a casa tinha capacidade para atender a pouco mais de 50 pessoas sentadas. Hoje, cabem no local 100 clientes. Desde a abertura da loja, a demanda aumentou em mais de dez vezes.?Eu trabalhava com vinhos há uma década, e percebia que faltava esse espaço na cidade, que trazia o universo do boteco para o mundo do vinho. E a gente percebeu que tinha essa demanda das pessoas interessadas em tomar vinho dessa forma. A proposta da casa é de tirar essa coisa formal de consumir vinho?, explica o sócio Pablo Teixeira, que divide o comando com a irmã, Maria Cláudia Teixeira.Ele conta que abriu espaço no cardápio para petiscos tradicionais dos bares mineiros, como a carne de sol, a linguiça, o peixe frito e a mandioca.No Cabernet Butiquim é possível encontrar rótulos de vários cantos do mundo, mas os que têm mais saída são os argentinos e chilenos, que apresentam boa relação de preço e qualidade.Já no Mon Caviste a proposta é semelhante, mas há a mistura de espaço para happy hour e também um salão para jantar. O restaurante trabalha apenas com vinhos da França, e a proposta é desmistificar o senso comum de que vinho francês, para ser bom, tem que ser caro.O Mon Caviste trabalha também com a venda de vinhos em lojas próprias, distribuídas por três shoppings centers da capital. Segundo o proprietário, Felipe Lins, os valores praticados no restaurante são os mesmos da venda à varejo, por isso o preço fica mais atrativo. Outro diferencial é uma máquina que armazena garrafas abertas da bebida. Por isso, há sempre ao menos dez variedades de vinhos para serem comercializados em taças.A primeira loja foi aberta há três anos. As outras duas, em 2015, e o restaurante começou a funcionar no ano passado. ? O preço do vinho na loja e no restaurante é o mesmo. Começamos a receber muitos clientes novos, buscando esse perfil, de happy hour, migrando dos espetinhos para tomar um vinho?, explica Lins.De acordo com o proprietário do Mon Caviste, a proposta era trabalhar com um pouco mais de liberdade, o que o shopping às vezes não proporciona. Consequentemente, a demanda pelo espaço de vinhos também foi sofrendo mudanças.?No restaurante, começamos a receber clientes que saíam de casa para tomar um vinho, em um bar de vinhos tradicionalmente francês. Mas, como o mineiro tem o costume de sair de casa para comer, então, aos poucos, tivemos que transformar o bar em restaurante?, explica Lins.
[+ detalhes]
06/09/2017
Semana da pátria é celebrada com vinhos brasileiros no Exterior
Wines of Brasil aproveita comemorações da Independência do país para promover produtos nos Estados Unidos e Chile. Agenda do mês também inclui participação em eventos comercias de maior porte nos dois paísesA comemoração da Independência do Brasil será mote de inúmeros brindes feitos com vinhos e espumantes brasileiros nos Estados Unidos e Chile em setembro. A agenda do mês do projeto Wines of Brasil conta com uma série de atividades que envolvem desde recepções articuladas com embaixadas, missões técnicas e participação em eventos voltados para trade, imprensa e formadores de opinião. Realizado em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o Wines of Brasil atua na promoção dos vinhos brasileiros no mercado internacional.Os eventos festivos, como o Brinde à bandeira e o Jantar da Independência, a serem realizados em San Francisco e Washington, respectivamente, e a Festa da Independência, em Santiago, foram articulados com os Setores de Promoção Comercial, Investimentos e Turismo (Secom), ligados ao Ministério das Relações Exteriores (MRE). Entre os convidados, estarão representantes comerciais de empreendimentos localizados em mercados de interesse para os rótulos brasileiros, além de imprensa e formadores de opinião. Cerca de 950 pessoas serão impactadas diretamente por essas ações (confira agenda completa abaixo).?Estamos fazendo parcerias com o Ministério de Relações Exteriores, que está fornecendo apoio por meio dos postos diplomáticos para atuarem como escritórios promocionais do vinho brasileiro. Esse apoio é estratégico e amplia nossa capacidade de atuação?, explica o gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini.Southern Hemisfere, agendado para ocorrer entre os dias 5 e 7 de setembro, em San Francisco, e o Sparkling Brasil, com programação entre os dias 12 e 14 do mesmo mês, em Santiago, são eventos de maior porte, com objetivos técnicos, de formação de imagem junto à consumidores finais, assim como prospecção comercial e envolvem uma extensa programação.As vinícolas Casa Perini, Cave Geisse, Pizzato e Salton estarão representando o Wines of Brasil no evento nos Estados Unidos que, segundo os organizadores, receberá cerca de 700 participantes, sendo restrito a compradores, lojistas, imprensa e profissionais da área. Já a ação no Chile visa potencializar a imagem dos espumantes brasileiros naquele mercado. ?Notamos que há uma demanda por espumantes no mercado chileno que, por não ter tradição na elaboração desse produto, vem importando Prosseco e Cavas. E, inegavelmente, somos competitivos justamente nesse segmento?, observa Bertolini.Entre os destaques da programação estão as palestras sobre a evolução dos espumantes brasileiros proferidas por Mario Geisse, produtor chileno que possui uma vinícola no Brasil, e Patricio Tapia, editor do Guia Descorchados, um dos mais respeitados anuários de vinhos da América do Sul.Eventos programados para a semana da Independência:Brinde à bandeiraQuando: 7 de setembroOnde: San Francisco, Estados UnidosProgramação: A convite do consulado do Brasil em San Francisco, a Salton servirá seus produtos em um coquetel na prefeitura da cidadeJantar da Independência do BrasilQuando: 7 de setembroOnde: Washington D.C, Estados UnidosProgramação: Cerca de 350 pessoas participarão de uma recepção feita na residência do embaixador brasileiro na capital federal dos Estados Unidos, onde serão fornecidos materiais sobre o Wines of Brasil e servidos vinhos das vinícolas Miolo e Salton, participantes do projetoFesta da IndependênciaQuando: 7 de setembroOnde: Santiago, ChileProgramação: Com articulação da embaixada brasileira em Santiago, cerca de 300 pessoas participarão de uma celebração em homenagem à independência do Brasil no Hotel W. No evento serão servidos vinhos e espumantes das vinícolas Miolo e SaltonFull Circle Bevcon 2017 ? Southern HemisfereQuando: 5 a 7 de setembroOnde: San Francisco, Estados UnidosProgramação: Uma grande conferência com três dias de duração, onde serão realizadas master classes, seminários, degustações dirigidas, almoços harmonizados e circuitos de degustação entre outras ações. O evento é dirigido à imprensa especializada e profissionais da área de alimentação e bebidas dos principais mercados nos Estados Unidos, mas também possui programação para consumidores finais. Por meio do projeto Wines of Brasil, estarão participando as vinícolas Casa Perini, Cave Geisse, Pizzato e SaltonSparkling BrasilQuando: 12 a 14 de setembroOnde: Santiago, ChileProgramação: Uma ampla agenda que congrega seminários, palestras, missão técnica à feira Food&Service, visita técnica à vinícola Viña Casas del Bosque e a pontos comerciais, rodadas de negócio, palestras e jantar harmonizado organizado em conjunto entre o projeto Wines of Brasil e a embaixada brasileira no Chile. Estarão participando as empresas Casa Perini, Famiglia Valduga, Garibaldi, Miolo, Pizzato e Salton
[+ detalhes]
05/09/2017
Febre na Europa e proibido no Brasil, vinho azul vai ser lançado em breve nos EUA
Um dos grandes hits do verão europeu em 2016 e proibido no Brasil desde o início deste ano, o vinho azul produzido pela vinícola espanhola Gik vai começar a ser vendido em breve nos Estados Unidos, o maior mercado consumidor de vinhos do mundo. Pra quem está por fora da nova tendência no segmento de bebidas alcoólicas fermentadas, a gente explica: lançado no ano passado pela Gik, o Gik Blue é feito com uvas brancas e tintas produzidas na região de Castilla-La Mancha, no centro da Espanha, e leva em sua composição outras plantas que soltam pigmentos azuis e adoçantes.Criado com a ideia de atrair os mais jovens e para ser servido gelado, a fim de pegar carona na febre dos espumantes feitos sob medida para serem bebidos com uma ou mais pedrinhas de gelo, o Gik Blue atraiu a ira de especialistas que o consideram uma aberração estritamente comercial e de outros produtores do setor vitivinícola espanhol, principalmente aqueles que atuam na terra de Dom Quixote há séculos e prezam pela tradição, e chegou a ser temporariamente barrado das prateleiras por lá.Para evitar maiores transtornos, a solução encontrada pelo pessoal da vinícola foi focar no mercado americano, que hoje responde pela maioria maciça de suas exportações. Se o plano der certo, a Gik espera usar o status que pode conquistar nos Estados Unidos para tentar entrar novamente em outros países onde já teve ou ainda naqueles em que pode vir a ter dificuldades. Lembrando que por aqui o vinho azul foi barrado em janeiro pelo Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento por conter corante. (Por Anderson Antunes)
[+ detalhes]
31/08/2017
Conheça os vinhos do melhor enólogo português do ano
Jorge Serôdio Borges faz, no Douro, vinhos inspirados na Borgonha Demorou para Jorge Serôdio Borges ocupar este espaço. Ele foi eleito o enólogo do ano (neste mesmo, da graça de 2017) pela prestigiosa Revista de Vinhos portuguesa e já estamos em fins de agosto. E, como é de se esperar de um enólogo do ano, faz vinhos incríveis no Douro, onde sua família vive há gerações. Vem de uma linhagem de produtores de Porto, mas saiu da faculdade bem quando a revolução dos tranquilos surgiu por ali. Entrou na onda.Poucos anos depois de tomar um empréstimo para montar a Wine & Soul, sua própria vinícola, com a mulher, a também enóloga Sandra Tavares, já co-assinava um ícone contemporâneo, o Pintas, que homenageia o primeiro cachorro do casal. A safra 2013 deste vinho (R$ 775, na Adega Alentejana), feito com mais de 20 castas típicas, explica bem seu sucesso: gire a taça e sinta fruta negra madura, aroma de especiarias e de caixa de charuto. Ponha na boca e sinta os taninos finíssimos e abundantes, a alta adstringência, a concentração e a duração longuíssima. E uma fruta discreta, que não assusta, mas instiga. Esse já é unanimidade, então vale mais a pena falar de outro. Ou melhor, outros, que exemplificam bem os microclimas durienses, com nuances e variações de estilo.Vide o Manoella Vinhas Velhas 2012 (R$ 775), um fenômeno e um ?incompreendido?, como afirma Borges. ?Pensa-se na região e espera-se fruta madura, concentração.? Mas o que ele entrega mesmo é flor, jasmim para ser mais preciso, e chá verde. Delicado e elegante, é desses que fala baixinho com precisão, há de se prestar atenção e certamente haverá recompensa. Suas uvas vêm de um vinhedo que está na propriedade da família desde 1838 e que é cercado por florestas, o que dá um caráter totalmente distinto da pungência do Pintas, um Douro clássico. E, por isso mesmo, vem na garrafa de Borgonha.Na mesma linha, o Guru Douro White 2014 (R$ 374), um corte criado para ser um branco que se diferenciasse como (mais uma vez) os Borgonha, para envelhecer. Seu aroma de pavê de abacaxi não denúncia a acidez que dará o ar da graça na boca.Mas, como o preço das belezuras descritas acima não ajuda muito, sugiro que se dê uma chance ao caçula da Quinta da Manoella, o Manoella Tinto (R$ 184), feito à moda do Douro com pisa a pé em lagares, que traz a cereja como estandarte. Ou ainda o rótulo de entrada da Wine & Soul, o Passa Douro 2014 (R$ 114), que é alegre e fácil, frutinha negra no nariz, veludinho na boca.
[+ detalhes]
30/08/2017
Pizzaria começa a testar suas entregas com um carro autônomo nos EUA
A pizzaria Domino's vai ser um dos primeiros estabelecimentos a testar a realização de suas entregas com um carro autônomo em sua filial em Michigan, nos EUA. Numa parceria com a Ford, um Fusion completamente autônomo vai levar as pizzas aos clientes, que pegam as pizzas eles mesmos diretamente pela janela do veículo.Na hora de fazer o pedido, os clientes vão optar ou não por participar do teste. Quando o Fusion chega na casa de um dos participantes, ele não toca a campainha. A pessoa recebe uma mensagem da Domino's e desce para pegar a própria pizza. Há um teclado do lado da janela dos bancos de trás do veículo, onde o cliente precisa digitar os 4 últimos números do seu telefone para abrir o vidro e pegar seu pedidoO interessante da experiência é que, enquanto a Ford está testando seu carro autônomo, a Domino's, na verdade, está testando seus clientes. O carro vai se dirigir sozinho, mas vai ser acompanhado de uma pessoa "escondida" no banco da frente que vai avaliar o comportamento das pessoas que recebem a pizza. A ideia é ver que tipo de resposta as pessoas têm com um carro autônomo. O "espião" da Domino's vai ver se os clientes enfrentam qualquer dificuldade durante o processo de retirada da entrega e também se alguém se sente tentado em tocar o delicado e caro sistema LIDAR que vai instalado em cima do carro.
[+ detalhes]
30/08/2017
Sommelier esclarece as principais características presentes nos rótulos dos vinhos
Região produtora, graduação alcoólica, DOC, Reserva, são várias as informações que valem a pena ser entendidasAlguns curtem beber um bom vinho em boa companhia. Outros levam à sério a bebida e gostam de buscar informações para "decifrar" tudo que está escrito no rótulo do produto. O sommelier Rodrigo Bertin, criador do projeto Vinho Mais, conta que bastam algumas dicas para aprender a analisar o rótulo de um vinho. "O primeiro passo é verificar se é um vinho do velho mundo, ou seja, da Europa, ou do que chamamos de Novo Mundo, que são todos os outros continentes, incluindo Ásia e Oceania", esclarece o especialista. No entanto, ele destaca que as regras apontadas são apenas convenções, e podem variar conforme a marca. "Um produtor de vinho pode criar o rótulo que achar melhor, mas, a maioria, segue um determinado padrão", completa o sommelier.Independentemente da origem, do tipo e da qualidade do vinho, existem algumas informações comuns a todos os rótulos. "A primeira delas é a safra, que mostra de que ano é o vinho", explica Rodrigo Bertin, alertando que 80% de tudo o que é produzido deve ser consumido ainda jovem. "Nem sempre o vinho mais antigo é o melhor, salvo raras exceções. Por isso, dizemos que na maioria dos casos, o vinho branco deve ser consumido em até três anos, e o vinho tinto, em até cinco".A graduação alcoólica e o volume da garrafa também são informações obrigatórias em todos os rótulos da bebida. "A graduação alcoólica dá uma ideia do quanto encorpado é o vinho. São mais leves quando com menos de 12,5% de graduação, e mais encorpados quando com mais de 13,5%. O volume padrão das garrafas é de 750 ml, mas há as meias garrafas, com 375ml, e as opções de 1,5 l, mais incomuns", diz o sommelier.Velho Mundo x Novo MundoSegundo o especialista, os vinhos franceses, italianos, e de outros países da Europa, trazem o nome da vinícola em destaque. "Os rótulos dos vinhos dos continentes americano e africano, por exemplo, geralmente nomeiam o vinho e o usam como marca, deixando o nome da vinícola em menor destaque, mais embaixo, enquanto os europeus apenas se orgulham do nome da vinícola", comenta Rodrigo. O especialista ainda ressalta que a região de produção, indicada abaixo do nome da vinícola, é característica dos vinhos europeus. "Normalmente, os rótulos do Velho Mundo não colocam nem mesmo a uva utilizada, pressupondo que o consumidor vai saber qual é só de ver a região, diferente dos rótulos do Novo Mundo, que sempre indicam se é merlot, cabernet sauvignon, malbec, entre outras", afirma o sommelier.Ele ensina também que os vinhos da Europa costumam ter uma sigla que funciona como Apelação de Origem. "A sigla DOCG, por exemplo, significa Denominação de Origem Controlada e Garantida, e indica uma qualidade criteriosa de avaliação do vinho", explica o especialista, destacando que as bebidas de fora do Velho Mundo costumam não ter a sigla, que também pode ser IGT (ou IGP) e DOC (ou DOP).O sommelier conta ainda que tanto os vinhos do Velho Mundo quanto os do novo podem apresentar classificação de qualidade, como Reservado (usado apenas no Novo Mundo), Varietal, Roble, Crianza, Reserva (ou Riserva em italiano), Gran Reserva e, por último, a classificação Premium ou Reserva Especial. "Os rótulos do Velho Mundo seguem regras muito rígidas do governo dos países, que controlam a qualidade do vinho que consta essas classificações, mas, no caso do Novo Mundo, o padrão é menos rígido e pode haver variação na qualidade apesar do nome", esclarece Rodrigo Bertin.Questionado se o maior controle e tradição dos vinhos europeus faz deles melhores, o especialista não hesita. "Existem vinhos melhores ou piores em todos os continentes, de todas as uvas e estilos", conta, reforçando que a definição de qual vinho é melhor deve ser feita por quem bebe. "No fim das contas, é você quem define pelo seu paladar qual vinho prefere", explica o sommelier.
[+ detalhes]
29/08/2017
Vender vinhos pede uma boa dose de poesia
Da primeira vez que Muito esteve com Marcelo Papa, o renomado enólogo da vinícola chilena Concha Y Toro, responsável pela assinatura dos vinhos das linhas mais conceituadas da empresa, a Casillero Del Diablo e a top Marques de Casa Concha, a Bahia ? mais precisamente a praça de Salvador ? figurava entre as apostas da empresa em relação aos rótulos que têm sua digital. Passados quase dois anos, algumas coisas mudaram, e para melhor. Papa foi alçado ao cargo de diretor técnico da empresa ? orienta mais de 11 enólogos ? e tem sido chamado na imprensa e entre os colegas de ?o enólogo mais poderoso do Chile?. Celebridade? Ele diz que não ? modesto e reservado, prefere falar de vinhos do que de holofotes. Não só isso, seus vinhos têm ganhado mercado em vários países, inclusive no Brasil, onde, em plena retração, aumentaram as vendas. A aposta em Salvador deu certo e representa hoje o quarto maior mercado no país ? em 2015 estava em quinto no ranking. Papa esteve em São Paulo e Salvador no início deste mês para falar de seus vinhos e apresentar sua mais nova criação: a edição limitada da linha super premium Marques de Casa Concha. Trata-se de um chardonnay e um pinot noir produzidos com uvas da região do Vale do Biobío, uma experiência inovadora no terroir específico da região homônima ao rio que corta a área, com uvas escolhidas a dedo. Papa recebeu a Muito para uma entrevista exclusiva durante almoço no restaurante Lafayette, que mais pode ser chamada de uma aula. A dinâmica desta conversa você confere a seguir.O que o traz novamente ao Brasil e a Salvador?O Brasil é um mercado muito importante para o Marques de Casa Concha. Para que fique mais claro: hoje em dia, o Chile é responsável por 27% do mercado (da produção da vinícola) ? das 150 mil caixas, 33 mil vendemos em Chile. O mercado número dois nos últimos anos é a Ásia, temos crescido bastante na Ásia, fundamentalmente na China. Em terceiro lugar se mantém o Canadá. E o Brasil, hoje em dia, passou os EUA na comercialização, está em quarto lugar. O Marques é uma marca madura em vários mercados. E as pessoas, os consumidores, têm muita confiança na marca. É uma marca que, além da confiança da boa qualidade, tem bom custo-benefício, e tentamos entregar o melhor. Portanto, aqui no Brasil é um trabalho que fazemos ano a ano. Nos últimos 30 anos! (risos). Ao final, tudo vai somando e transformando o Marques em uma marca muito reconhecida. E Salvador, que há um ano era o quinto mercado no Brasil, agora está em quarto lugar. Cresceu 10% em dois anos. Na frente, só São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.O que você acha que explica esse aumento de consumo aqui na Bahia?Há dois anos, quando vim à Bahia, fizemos várias degustações com clientes [empresários, distribuidores], demos treinamento aos vendedores em supermercados. Tudo isso soma e entrega mais confiança ao consumidor. Mas há trabalhos de promoção da marca durante todo o tempo. O vinho é reconhecido como de qualidade. Tudo soma um pouco. [É servido um vinho branco, Marques de Casa Concha chardonnay].Como você descreve esse vinho, Marcelo?Esse é um chardonnay 2016 do Vale do Limarí. No Vale do Limarí fazemos o chardonnay e o pinot noir. É uma zona muito fresca, brisas que vêm do mar, incidência de luz matinal. A temperatura é baixa e o solo é calcário. É um terroir de boa qualidade para chardonnay e pinot noir. Este é um chardonnay que não é tropical, de solo calcário, temperatura fria, me encanta. Muito complexo, muito bom. Aqui você não vai encontrar muita fruta [no nariz e na boca] porque não é uma área para isso. No chardonnay de alta complexidade você vai encontrar aromas mais minerais. É 100% fermentado na barrica. Em comparação aos da Califórnia, por exemplo, que são muito opulentos, frutados, doces. Esse é um chardonnay seco, para comer. Harmonizaria com o que quiser: com frutos do mar, praticamente com todos, exceto com ceviche, que é muito ácido ? e que seria melhor com sauvignon blanc. Mas, se deixar o ceviche de lado, com frutos de mar funciona espetacularmente.Mas e frutos do mar mais picantes, como o que muitas vezes temos na Bahia?Para mim, com uma comida muito picante prefiro a cerveja. Quando falo em picante, penso em curry, algo parecido. Este [chardonnay] se come com um risoto de frutos do mar, com polvo grelhado, com camarões, pescados de um modo geral... com polenta. Funciona extraordinariamente com um queijo camembert [faz expressão de satisfação], assim esse vinho é top. É um vinho superversátil. No Japão vendemos muito esse chardonnay porque a comida japonesa funciona muito bem com chardonnay e também com pinot noir ? mas fundamentalmente com chardonnay. Não com sauvignon blanc, que é muito ácido.Quando se elabora um vinho, há um pouco de poesia ou é estritamente técnico?Eu penso que é estritamente técnico. Fazer vinho é estritamente técnico. Mas vendê-lo e promovê-lo tem um pouco mais de poesia, de ideias, criatividade... Nós, enólogos, temos paladar muito treinado, muito técnico. Mas quando entregamos uma ideia a um consumidor queremos somente que ele desfrute esse vinho. Não se trata de que ele identifique que tem esse aroma, que seja fruta tal... O que importa é entregar um vinho rico e bom! E, no caso do Marques, que tenha o caráter do lugar onde foi elaborado. Por exemplo: este vinho é um chardonnay de Limarí? Sim, então tem que ser um chardonnay de Limarí, tem que ter as características do local. Solo calcário, não tropical. E que o consumidor o desfrute, perceba isso.Você é daqueles que acreditam que a maior parte do vinho está no vinhedo ou que 50% estão no vinhedo e 50% na vinícola?Oitenta por cento estão no vinhedo. Na bodega (vinícola), 20%, com sorte, não mais que isso. Mas o mais importante é a cabeça do enólogo, quando descobre ou decide como enfrentar um determinado vinhedo para vinificar. Poderia ser um chardonnay de Casa Blanca, Leyda, Limarí, Maipo... [regiões vitivinícolas do Chile] de qualquer lugar. Mas, vamos dizer, eu decido ir a Limarí, neste vinhedo, que tem condições específicas, porque meu conceito é o de que eu quero fazer um vinho calcário, mineral, salino, fresco. Por isso que eu digo que 80% estão nas parreiras que estão no vinhedo.Você está falando de terroir, que é o que dá a identidade do vinho. Mas hoje se fala muito em tendência de produção e consumo de vinho e as adaptações das vinícolas a isso...Tendência vai haver sempre. É como a moda, uma hora tem cós largo, antes era mais curto, uma hora é contrária... moda. No vinho: mais barrica, menos barrica, mais madeira, menos madeira. Mas o que importa é a qualidade. Há 15 anos a moda era mais madeira. Bem, agora estamos com menos madeira. Com o tempo tem que adaptar, mudar. Por exemplo, há 15 anos esse vinho teria 30% de barricas novas, teria mais madeira. Agora temos 20%. Não é que não tenha madeira, que a moda agora é menos madeira e não tem nada. Não: sempre será 100% fermentado em barrica e 100% de Limarí deste vinhedo. Mas mudamos um pouco a porcentagem, para irmos um pouco com a moda. O que importa é a qualidade. A tendência pode ser mais madeira, menos madeira, corta mais tarde, corta mais cedo... mas a tendência eternamente na Concha y Toro é a de que somos capacitados para produzir vinho de qualidade. Para nós, é a qualidade do vinhedo e do vinho. Mais madeira e menos madeira passa a ser secundário.Quais são as principais tendências hoje?Há três tendências: uma é a do uso de menor quantidade de madeira nova, no fundo tem um vinho mais equilibrado. Dois, a colheita um pouco mais cedo, para conseguir legar um álcool ligeiramente mais baixo, não adentrando na madureza da fruta ? colhe um pouco antes, mais com boa madureza. E, por fim, a terceira tendência é respeitar a origem da melhor forma possível, porque o vinho reflete o lugar. Essa é, na minha opinião, a tendência mais importante. [São servidos entrada, camarões cozidos. Marcelo prova com chardonnay e exclama: ótimo! E pede então um peixe robalo para almoço].Você trabalha com vinhos elaborados, de alta qualidade. Mas há também o processo de estandardização do vinho, produzido em larga escala. Os vinhos mais populares da Concha Y Toro são o Reservado e o Frontera. Qual a diferença?São vinhos com que eu pessoalmente não trabalho. Eu vinifico Casillero del Diablo e Marques de Casa Concha. Frontera e Reservado não tenho tanta afinidade para falar. Mas entendo que Frontera é uma ligeira melhor seleção de uva do que o Reservado. Mas eu prefiro não comentar porque não sou o responsável pela linha. Frontera e Reservado são mesclas [variedade de uvas misturadas] bastante grandes. Então é muito difícil encontrar um caráter de um determinado lugar [terroir] ou uva porque são mesclas de muitos lugares. Portanto, são mais fáceis, redondos, frutosos, para as pessoas que estão começando. [Marcelo pede para que o pessoal que o acompanha fale um pouco sobre a diferença entre Frontera e Reservado. É dito que são diferenças bem sutis, que estes são vinhos de entrada, mais fáceis de tomar, não passam por barrica, não têm seleção de uva, como acontece com a linha Marques].Uma curiosidade: você acha que a carmenère é realmente a uva emblemática do Chile?Não necessariamente. Carmenère é uma variedade que está no Chile há mais de 130 anos e que, em alguns lugares, produz vinhos de grande qualidade. Porém, quando afora carmenères de impacto nessas zonas de boa qualidade, se foi plantando em distintas zonas não tão boas. Então, nos últimos anos se teve uma oferta de tinto carmenère e, assim, um pouco não tão controlada, nem tão consistente. Alguns muito verdes e alguns muito maduros. Mas é porque foi exitoso o começo e os produtores começaram a plantar carmenère em lugares que não necessariamente eram tão bons. Hoje estamos [o Chile] correndo atrás e estamos plantando carmenère novamente em uma zona top, específica. Portanto, devemos encontrar nos próximos anos uma qualidade de carmenère mais consistente no Chile. Esperamos, como país, entregar uma qualidade mais consistente, estamos trabalhando nisso.Outra curiosidade sobre enólogos: você tem ideia de quantas garrafas de vinho você bebe por ano?Muitas [risos]. Em uma semana, umas quatro garrafas de vinho... Mas sempre com comida. Vinho é para comida. [Os pratos são servidos e a entrevista é brevemente interrompida. Pergunto qual seu vinho preferido, ele diz que gosta muito dos vinhos do Limarí. Em bate-papo coletivo à mesa, fala-se sobre seu trabalho como diretor técnico da vinícola, de futebol ? ele torce para o Audax. A entrevista finalmente é retomada ainda durante o almoço, quando também é servido o Marques de Casa Concha tinto cabernet sauvignon].Agora você pode descrever esse tinto?Esta é a marca Marques de Casa Concha que nasce no começo dos anos 70, 73, 74, por aí. Como um vinho somente tinto. Foi um cabernet sauvignon de Maipo ? que nesse tempo só tinha Marques de Casa Concha em Maipo na etiqueta [rótulo]. Em 1976, 1977, agregou na etiqueta o nome da uva cabernet sauvignon. Esse é um vinho original da marca, é como a alma mater. Se fala de Marques, se pensa: cabernet sauvignon. O cabernet sauvignon representa cerca de 45% a 50% da totalidade da produção do Maipo. É um vinho muito importante, o mais importante do Marques, do Vale do Maipo, o mais relevante. Os melhores tintos cabernet do Chile se produzem em Maipo. É um típico cabernet sauvignon de Maipo. Tem que pensar o seguinte: influência forte da Cordilheira dos Andes, altura, solo é aluvial com muita pedra e muita areia. Um vinho muito suave, fresco e com muito cassis, o 2015 [cheira a bebida na taça]. Muito licor de cassis, que é típico de Maipo. Mas os taninos são firmes e suaves [pausa para prova]. Ótimo! Vinho redondo, suave, de muito caráter. É um vinho que, para mim, o mais importante é que é predominantemente seco.Em sua opinião, provar bem um vinho e entendê-lo é algo que se pode aprender ou é um talento da pessoa, algo que nasce com ela?Se aprende. Se aprende, mas para ter talento tem que gostar. Quando alguém gosta muito de algo, adquire talento. Quando há essa pessoa que se diz que ?tem muito talento para algo? é porque gosta muito daquilo que faz.O que você diz para quem está iniciando no mundo dos vinhos? O que se deve considerar quando se vai provar a bebida?Interessante. Se alguém deseja se iniciar no mundo do vinho, no caso da Concha Y Toro, ele deve começar com Frontera e Reservado. Deve ser. Mas aí não vai encontrar a precisão do mundo dos vinhos, porque aí são vinhos todos muito parecidos. Não se encontra um terroir. Então, após um período, tem que dar um passo acima ? se é que se gosta realmente de vinho. Tem que ir um passo acima e buscar o vinho por origem. Por exemplo: provou um chardonnay do Limarí. ?Ah, gostei?. Depois prova um chardonnay de Casablanca [região produtora do Chile], que é mais tropical, mais aromático. ?Gostei mais do Casablanca do que Limarí?. Então, o que o consumidor tem que buscar é a origem do vinho que ele está provando, para poder então conseguir comparar. Isso é muito importante. [A sobremesa já está no final, assim como esta entrevista].E os vinhos da edição limitada que você estará lançando em São Paulo este ano? Qual é a principal inovação desses rótulos?O Marques tem vinhos clássicos, superclássicos, em estilo e em tipicidade. Mas deixamos um espaço da linha Marques para explorar. Há cinco anos, havia cabernet sauvignon cortado muito cedo, cerca de 200 mil garrafas. Há três anos, fizemos um vinho de mescla, de maceração carbônica. Fizemos também 200 mil garrafas. Agora, estamos fazendo um de Biobío, a 600 km ao sul de Santiago. Limarí fica 400 km ao norte de Santiago, para fazer chardonnay e pinot noir. Então, vamos fazer essa comparação de Limarí com Biobío: o Biobío é frio continental versus frio costeiro de Limarí. E também Limarí é calcário e Biobío é basalto. Vamos fazer um ?cara a cara?. Uma experiência de terroir. [A equipe da Muito se despede do enólogo, não sem antes o fotógrafo ganhar uma garrafa de chardonnay autografada por Marcelo Papa. Ele diz que pretende voltar à cidade, que considera ?muito linda?. Na Bahia, a edição limitada do Marques de Casa Concha do Biobío está à venda no e-commerce www.conchaytoro.com.br].
[+ detalhes]
22/08/2017
Santo André terá novo restaurante italiano do chef Arthur Sauer
Os amantes da gastronomia da região, mais precisamente da cozinha italiana, vão ganhar mais uma opção para saborear boas receitas da culinária em Santo André. Está previsto para começar a funcionar em outubro, no bairro Jardim, o restaurante Capo, do renomado chef Arthur Sauer, que falou sobre a novidade, em primeira mão, nesta segunda-feira (21), durante entrevista ao RDtv.O empreendimento será o primeiro do ramo em sua cidade natal e deve gerar pelo menos 15 empregos diretos. O espaço, que conta com a participação de mais dois sócios, funcionará nas esquinas das ruas das Paineiras e Caneleiras. Será o quarto estabelecimento de Sauer, que também é proprietário de hamburgueria nos Jardins, e duas unidades de restaurante italiano, em Perdizes e Pinheiros, todos em São Paulo.?A cozinha é italiana, mas é para ser um gastrobar, onde a pessoa pode fazer um happy houer e depois jantar?, diz o chef, que ficou famoso ao vencer a primeira temporada do programa de culinária do SBT, Cozinha Sob Pressão, em 2015.Sauer revela que já era conhecido dentro do meio gastronômico antes de participar do reality show, de uma forma mais interna, junto aos profissionais do setor. Não foi à toa que trabalhou em restaurantes famosos como o Cantaloup, Le Vin, La Tambouille e grupo Fasano (Parigi, Gero Rio e Fasano Al Mare). No entanto, ao vencer o desafio da TV, o reconhecimento foi ampliado permitindo contato mais direto com os clientes e abriu novas projeções de negócios.?Hoje eu cozinho muito mais em eventos do que em meus próprios restaurantes. Mas claro, sempre acerto uma receita ou outra, tento melhorar alguns pratos e ouço muito a opinião dos meus cozinheiros?, ressalta, ao acrescentar algumas agendas com sua participação, entre elas, o 1º Gourmet Solidário de Santo André, na qual preparou sopa de abóbora.Além disso, também assinou recentemente jantar promovido pelo prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, para os chefes do Executivo da região com presença do gestor da capital, João Doria. Na TV gazeta, por exemplo, participa todas as segundas-feiras do Cozinha Amiga, onde sempre prepara uma receita de chef, na qual o objetivo é que as pessoas possam executar o prato em casa. ?Eu pego muita técnica e procuro usar ingredientes simples?, aponta.Atualmente também participa todas as sextas-feiras, da 2ª edição do Clube ABC Gourmet, no Shopping ABC, evento que teve início em março e se estenderá até 15 de dezembro. No espaço funciona uma cozinha compartilhada onde as pessoas preparam, com orientação do chef, os próprios pratos. São 60 pessoas a cada sexta-feira, das 19h30 às 20h30.?Eu gosto que eles façam a massa, os recheios e os molhos, tudo do zero. Eu não quero deixar fácil pra eles?, afirma. Para participar as pessoas precisam gastar R$ 300 no shopping, que dão direito a troca de dois ingressos.Na oportunidade Sauer também esclareceu que o ramo gastronômico é amplo e envolve um conjunto de pessoas para a realização da atividade e não apenas o chef de cozinha. ?Tem de 25 a 30 profissões ligadas a gastronomia, indiretamente. O design de roupa, a pessoa que desenha o prato, tem o crítico, o jornalista. Todas elas são profissões que não necessariamente precisam trabalhar diretamente com comida?.
[+ detalhes]
21/08/2017
Já experimentou a pizza do Alex Atala?
Sim, agora você pode experimentar a pizza do Alex Atala, que não leva molho de tomate, mas surpreende pela harmonização de ingredientes que surgem sobre uma massa napolitana. Não, o chef por trás do D.O.M, Dalva & Dito, Instituto ATA, BIO e, no futuro, de um hotel que levará sua assinatura em São Paulo, não abriu uma pizzaria. Na verdade, ele foi convidado pelos donos da Napoli Centrale, a imperdível e acessível pizzaria napolitana aberta no Mercado Municipal de Pinheiros (SP), a criar um sabor em celebração ao aniversário de um ano da casa.Até 20 de setembro, será possível degustar a pizza do Alex Atala, que leva queijos artesanais serrano e colonial, folhas de mostarda, espinafre, tomatinhos, pinhão (sim, e ficou ótimo!) e mostarda de butiá ? coquinho tipicamente gaúcho. O chef quis, como já é de praxe, valorizar ingredientes nacionais em sua redonda fumegante.Alex Atala com o sócio Gil Guimarães da Napoli CentraleE quanto custa a pizza do Alex Atala? R$ 33. Pelo tamanho, ela pode ser tranquilamente dividida, embora dada a leveza de sua massa e ótima cobertura seja bem fácil devorá-la sozinha ou sozinho.3 CHEFS, 3 SABORESO chef Marcos Livi e o pizzaiolo Gil Guimarães, sócios da Napoli Centrale, convidaram chefs vizinhos de box do Mercado de Pinheiros para assinar três sabores de pizzas especiais em celebração ao 1º ano da casa. Além de Alex Atala, Rodrigo Oliveira (Mocotó) e Checho Gonzales (Comedoria Gonzales) aceitaram o desafio.Batizada de ?Napoli Invita?, a ação inicia-se com a criação do chef do D.O.M. Na sequência, de 21 de setembro a 21 de outubro, será a vez de degustar a criação do chef Rodrigo Oliveira, do Mocotó, que elaborou uma cobertura de excelente harmonia e sabor. Ele combinou carne seca na nata com abóbora cabotiá, pesto de coentro com beldroega e pimenta biquinho.A redonda fumegante do Rodrigo OliveiraPara fechar a ação, o vizinho direto do Mercado, o cozinheiro boliviano da disputada Comedoria Gonzeles, levou diversos ingredientes tipicamente andinos à pizza como queijo meia cura, lâminas de batatas, favas, milho verde e salsa llawja (à base de tomate, hortelã e pimenta). De 23 de outubro a 23 de novembro.?Convidamos os três não só por serem grandes chefs, mas porque somos vizinhos no Mercado e temos interesse em torná-lo cada vez mais vivo e atraente?, diz Marcos Livi. Vale dizer que sua Napoli Centrale abriu as portas há um ano, lançando um modelo inovador na capital paulista: uma pizzaria dentro de um mercado que estava sendo revitalizado, com serviço informal e pizzas para serem comidas com as mãos, durante o almoço e o dia inteiro, até as 20h.No entanto, a casa conquistou a clientela com um bom produto (certificado pela Associazione Verace Pizza Napoletana) e preços justos. ?O segredo da pizza napolitana é a soma da farinha 00, que mantém as bolhas e a leveza da massa, com o fogo altíssimo, os melhores insumos e o tamanho individual, de quatro fatias generosas a serem comidas com as mãos?, explica o especialista, Gil Guimarães.Onde encontrar a pizza do Alex Atala, do Rodrigo Oliveira e do Checho GonzalesNapoli Centrale ? Rua Pedro Cristi, 89, boxes 83 e 84 ? Pinheiros, São Paulo ? SP. Tel.: (11) 3031-1689.
[+ detalhes]
15/08/2017
COMENDO MACARRÃO E PIZZA, ITÁLIA CONSEGUE SER O 3° PAÍS MAIS MAGRO DO MUNDO!
Tá tudo liberado! Pizza, macarrão, até o sorvete, o vinho, a lasanha e o nhoque! A Itália, segundo dados da OBESITY UPDATE 2017 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é o 3° país com menor taxa de obesidade do mundo, ficando atrás apenas da Corea e do Japão. Pode isso, minha gente?Pode! Para se ter uma ideia dos relatórios os Estados Unidos, é o país com maior taxa de obesos adultos, 38,2%, em contraposição ao seu oposto na lista, o Japão, que tem apenas 3,7%.Na Itália, 9,8% das pessoas adultas estão obesas. No Brasil, temos 20% mas, mais de 50% da população, embora não obesa, está acima do peso.Como se explica que o país que exportou suas receitas mundo afora se manteve magro?A resposta é simples: para seguir a dieta italiana tem que por as mãos na massa! Ou seja, tem que cozinhar. A diferença da pizza brasileira ou da norte-americana com relação à pizza italiana, está nos ingredientes e no modo de fazer. Veja bem:PizzaNa Itália, embora haja pizza congelada no supermercado, é difícil que alguém prefira comprá-la em vez de ir à pizzaria da esquina que vende pizza al taglio(cortada) ou tonda (redonda) feitas no local de venda, várias vezes ao dia - no caso da pizza al taglio - ou ao momento do pedido - no caso da tonda.E que pizza é essa? Não é aquela coisa absurdamente calórica brasileira, com borda de catupiry, cheddar, (aliás o italiano médio provavelmente nunca ouviu falar em catupiry e cheddar). Eles não exageram na quantidade de queijo (mozzarella) nem no tamanho da pizza. Os ingredientes são poucos e são frescos, não é aquela coisa cheia de coisa (X Tudo) industrializada (milho, ervilha, tudo enlatado e tudo o mais que possa ser conservado).Claro que há pizzas e pizzas no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo. Na Itália, em casa se faz focaccia, que é uma espécie de pizza alta, geralmente temperada somente com azeite e alecrim (a focacciabranca) ou com azeite, orégano e tomate-cereja (a focaccia vermelha). Embora o italiano não faça a pizza, propriamente dita, em casa, ele não compra pizza congelada e suas pizzas são menos calóricas, tem menos queijo e ingredientes industrializados que as nossas.CarneRepare no quão fácil é comer carne no Brasil:* de manhã misto quente,* almoço se não tiver carne não é almoço: para o brasileiro até no feijão colocam bacon!* merenda da tarde, coxinha ou qualquer outro salgado, até na mais simples das pizzas de padaria colocam presunto!* jantar não pode faltar bife, salsicha, salame, mortadela ou qualquer coisinha light com carne moída!Pobre brasileiro! Na Itália, os mais carnívoros dos italianos deve comer carne umas 4 vezes na semana, em uma ou outra refeição. E serão estes os mais gordos, não porque a carne engorde (embora há quem diga que sim, que engorda) mas porque é mais fácil ou prática de cozinhar. E o segredo da ?magreza? italiana é justamente o cozinhar. Ao preferir comer carne, principalmente a processada, semi-pronta, rápida e prática, em vez de cozinhá-la, perde-se em saúde em detrimento de tempo ou preguiça.MacarrãoMuuuuiiiito macarrão mas saiba que esse é considerado um ?primo? prato, ou seja, depois do macarrão viria um segundo prato, geralmente uma verdura da estação, uma frittata (omelete), um queijo local (mozzarella, ricotta, parmigiano) ou uma carne mas, não todos os dias. O macarrão é temperado com ingredientes frescos, nunca com molhos comprados (com exceção do pesto ainda que seja fácil fazê-lo em casa) e a quantidade não deve ser enorme (100 gr aproximadamente) para que se possa degustar o segundo prato e às vezes o ?contorno?, ou seja verduras, saladas que acompanham o segundo prato.Cultura de cozinharEmbora haja muita gente acima do peso, assim como uma grande preocupação com o aumento de crianças obesas na Itália, o que salva ali é a cultura culinária que se passa de geração em geração. O italiano é um povo que ama cozinhar, tem sempre uma nova receita pra dar e adora falar sobre alimentação. Infelizmente com a correria do dia a dia muita gente está deixando de lado esse hábito e preferindo comprar coisas prontas ou semi-prontas no supermercado: um peito de frango empanado para fritar em casa, um risotto semi-pronto e por aí vai.Isso é exatamente o que se faz nos países onde as pessoas não tem o hábito de cozinhar. Compram coisas prontas e semi-prontas. Na Itália porém, pelo menos em uma refeição (geralmente o jantar) tem comida caseira, feita com ingredientes frescos, genuínos e de estação. Muito macarrão com molho de tomate caseiro, não pronto, comprado. Macarrão com feijão ou outras leguminosas como lentilhas e grão de bico; risotos com ingredientes da estação, alcachofras, aspargos, abóbora, sopas no inverno e saladas no verão.Vinho sempre, coca-cola nuncaVinho sim e todo dia, mas pouco e sempre durante as refeições. Vinho vermelho no inverno, cerveja e vinho branco ou rosado no verão. É raro ver um italiano que come e bebe coca-cola. Crianças ou abstêmios bebem simplesmente água. Essa é a cultura italiana, é água ou vinho sem meios termos de sucos e refrigerantes. Infelizmente famílias menos interessadas em saúde estão dando a seus filhos refrigerantes para acompanhar as refeições, um erro grave.SorvetesAté os sorvetes italianos - não é a toa que são uma delícia - são feitos com ingredientes genuínos e naturais. Pipocam nas esquinas das cidades, e não apenas nas grandes Roma e Milão, as famosas gelaterie artigianali ou seja, sorveterias que fazem seus próprios sorvetes com ingredientes locais, frescos e saudáveis.Um povo que preza por sua agriculturaO italiano médio só compra alimento genuíno italiano não obstante encontre-se nos supermercados, frutas e verduras do mundo inteiro, não apenas da União Europeia. O italiano médio olha a etiqueta e compra quando vê escrito "somente ingrediente italiano" na embalagem porque preza sua agricultura, refuta o OGM, prefere o orgânico e sabe que as leis de produção alimentícia na Itália são rigorosas e prezam a agricultura local. O italiano também busca variedade de alimentos, valoriza a sua origem bem como a sua sazonalidade. Não por acaso o movimento Slow Food nasceu naquele país.Obesidade mata mais que a fomeIsso já é sabido hoje em dia. A oferta por comida barata e de péssima qualidade está levando mais gente à morte por diabetes e doenças relacionadas ao excesso de peso do que a própria fome.O exemplo italiano é ótimo e diz bem assim: pode tudo, para manter a saúde e o peso em forma tá liberado o macarrão, pode comer sorvete, pode beber vinho, basta estar atento a comer comida de qualidade, feita em casa, variar o cardápio e evitar o tanto quanto possível, os enlatados, os industrializados, os prontos e os semi-rontos.Mãos à massa :)
[+ detalhes]
08/08/2017
Amor aos Pedaços apresenta nova linha de sobremesas congeladas
Marca aposta em mercado de produtos congelados com qualidade, oferecendo quatro opções de bolosA Amor aos Pedaços acaba de trazer mais uma novidade para o mercado brasileiro: uma deliciosa linha de sobremesas congeladas. A partir de agosto, será possível encontrar quatro diferentes opções de naked cakes, com recheios saborosos e coberturas de dar água na boca!A nova linha de sobremesas da marca é uma excelente opção para incrementar o almoço ou jantar da família, ajudar em uma emergência no fim de semana ou até mesmo para levar durante uma viagem à praia ou campo. É uma excelente sugestão para ter sempre na geladeira. A sobremesa tem 550g de muito sabor e pode servir até 10 pessoas. Está disponível em quatro deliciosos sabores: Bolo Dois Mousses, Frutas Vermelhas, Limão e Pão de mel.A ideia de criar a nova linha de bolos congelados surgiu para atender a demanda desse tipo de produto no mercado brasileiro. ?Esse é um mercado pouco explorado no Brasil?, diz Silvana Marmonti, sócia da rede. ?Hoje, existem poucas opções de sobremesas congeladas disponíveis. Queremos atender esse público que não abre mão de saborear um produto de qualidade e aprecia soluções práticas?, finaliza.A novidade da Amor aos Pedaços pode ser encontrada em breve em todas as lojas da doçaria e também na rede de supermercados Pão de Açúcar e Carrefour. O preço sugerido do produto é de R$43.Sobre a Amor aos Pedaços: Fundada em 1982, a rede de doçarias Amor aos Pedaços conta hoje com mais de 50 lojas no País. Comandada por Ivani Calarezi e Silvana Abramovay Marmonti, é reconhecida pelo seu método de fabricação, que confere um sabor delicioso e único a cada um dos produtos criados. Nas vitrines são mais de 130 produtos oferecidos aos clientes entre doces, bolos, tortas, pavês, mousses, sorvetes e salgados. Uma das criações mais famosas foi o doce cor-de-rosa batizado ? e REGISTRADO- como Bicho de Pé® além de ser inovadora na venda de bolo vendido por fatias.REDE AMOR AOS PEDAÇOS: SAC SÃO PAULO E GRANDE SÃO PAULO: (11) 4003-5030OUTRAS LOCALIDADES: 0800 878 3111Informações para a imprensa:Approach - (11) 3846-5787Mirella Miranda ? mirella.miranda@approach.com.br / Ramal 24Giovanna Nicoleto ? giovanna.nicoleto@approach.com.br/ Ramal 23 Daniela Bertoldo - daniela.bertoldo@approach.com.br / Ramal 18Sala de imprensaApproach - SPEmpresaAPPROACH COMUNICAÇÃO E EVENTOS LTDAContatoMirella Miranda E-mailmirella.miranda@approach.com.br Fone(11) 38465787Editoria (s)Lançamentos
[+ detalhes]
08/08/2017
Chegou CHOCO TODDY® Cookie Malhado, o primeiro com gotas brancas e pretas
A marca vai 'cowzar' nos pontos-de-venda com a novidade que junta pela primeira vez gotas brancas e gotas pretas no cookie mais delicioso do mercadoAs Vacas de TODDY® têm um convite especial para todos os TODDY® Choco-Lovers: uma chocoexperiência deliciosa com o novo CHOCO TODDY® Cookie Malhado. Esta novidade incrível chega aos pontos de venda no mês de julho e é o único do mercado ?shippa?* gotas brancas e gotas pretas em um único cookie. Agora, os fãs da marca de achocolatado mais tradicional do Brasil têm quatro opções de sabor nos deliciosos cookies: a novidade CHOCO TODDY® Cookie Malhado e os sabores Original e Chocobase, que já são conhecidos e amados por todos. O sucesso de CHOCO TODDY® não é por acaso: os cookies que os consumidores adoram são produzidos pela PepsiCo, que é especialista em biscoitos e líder dessa categoria na América Latina. O segredo para o sabor incrível de CHOCO TODDY® Cookie está nos mais de 80 anos de tradição da marca no Brasil - que é sinônimo de qualidade quando o assunto é o sabor de chocolate. Segundo o gerente de marketing de TODDY®, Daniel Camillo, o novo sabor Malhado é a grande novidade da marca para 2017 e chega para conquistar ainda mais TODDY® Choco-Lovers. ?CHOCO TODDY® Cookie Malhado chegou para acabar com a dúvida de quem não sabe se prefere gotas brancas ou gotas pretas. Agora, os TODDY® Choco-Lovers podem ter tudo isso em um único biscoito!?. Além do novo sabor, os biscoitos ganharam também novas embalagens que destacam ainda mais a marca e as grandes estrelas de TODDY® - as Vacas - que têm levado fãs da marca para muita cowzação. Nos pontos-de-venda, a marca terá ativações para destacar o lançamento e também todo o portfolio de biscoitos TODDY®, que vem com novo visual na embalagem e traz, ainda, o novo sabor CHOCO TODDY® Recheado Morango.*shippa: verbo shippar, que expressa o desejo de uma pessoa para que um casal fique junto. Vem da palavra ?relationship?. Nesse caso, torcemos para que as gotas brancas e gotas pretas ficassem junto.SOBRE PEPSICOOs produtos da PepsiCo são apreciados pelos consumidores mais de um bilhão de vezes por dia em mais de 200 países e territórios ao redor do mundo. A PepsiCo teve receita líquida de mais de US$ 63 bilhões em 2015, impulsionada por um portfólio complementar de alimentos e bebidas, que inclui as marcas FRITO?LAY®, GATORADE®, PEPSI-COLA®, QUAKER® e TROPICANA®. O portfólio de produtos PepsiCo inclui uma variedade de alimentos e bebidas, incluindo 22 marcas que geram mais de US$ 1 bilhão cada em vendas estimadas anualmente no varejo. No Brasil desde 1953, a PepsiCo é uma das principais empresas de alimentos e bebidas do país e atua no mercado por meio de marcas preferidas e reconhecidas como QUAKER® (cereais, barras de cereais e biscoitos), TODDY® (achocolatado em pó, achocolatado pronto para beber e biscoitos), MÁGICO® (achocolatado em pó), TODDYNHO® (achocolatado pronto para beber),ELMA CHIPS® (pipoca, amendoins, snacks a base de trigo) , LUCKY®, TORCIDA®, RUFFLES®, DORITOS®, CHEETOS®, FANDANGOS® e FOFURA® (snacks), EQILIBRI®? e MABEL® (biscoitos), GATORADE® (bebidas esportivas), LIPTON® Ice Tea (chá pronto, em parceria com a Unilever), KERO COCO® e TROP COCO® (água de coco), H2OH!®, MOUNTAIN DEW® e PEPSI-COLA® (bebidas com gás), e DRINKFINITY® (sistema de bebidas portátil e pessoal).A companhia conta com 15 plantas e cerca de 100 filiais de vendas localizadas em todo território brasileiro e com o talento de mais de 13 mil funcionários. Desde 1997, a empresa mantém estreita parceria com a Ambev ? Companhia de Bebidas das Américas ? para a produção, comercialização e distribuição de PEPSI®, H2OH!®, GATORADE®, LIPTON® Ice Tea e MOUNTAIN DEW®, aos mais de um milhão de pontos de venda pelo país.No coração da PepsiCo está a visão de Performance com Propósito - a nossa crença fundamental de que o sucesso da empresa está indissoluvelmente ligado à sustentabilidade do mundo ao seu redor. Acreditamos que melhorar continuamente os produtos que vendemos, operando de forma responsável para proteger o nosso planeta e empoderar as pessoas em todo o mundo, é o que permite à PepsiCo ser uma empresa global de sucesso, que cria valor a longo prazo para a sociedade e para seus acionistas. Para saber mais sobre a PepsiCo Brasil, acesse www.pepsico.com.br ou acompanhe:Twitter | @PepsicoBrasilFacebook | http://www.facebook.com/PepsiCoBrasilPepsiCo Press Releases | http://www.pepsico.com.br/releases/PepsiCo Vídeos | http://www.youtube.com/user/pepsicobrPara saber mais sobre a PepsiCo no mundo, acesse www.pepsico.com ou acompanhe:Twitter | @PepsiCoFacebook | http://www.facebook.com/PepsiCoPepsiCo Blogs | http://pepsicoblogs.com/PepsiCo Press Releases | http://www.pepsico.com/Media/Press-Releases.htmlPepsiCo Multimedia | http://multimedia.pepsico.com/PepsiCo Videos | http://www.youtube.com/user/PepsiCoVideoEmpresaIN PRESS ASS. DE IMP. E PROMOÇÕES LTDA.ContatoVinicius Ribeiro E-mailvinicius.ribeiro@inpresspni.com.brFone(11) 33231631Editoria (s)Lançamentos
[+ detalhes]
24/07/2017
Napolitano Rossopomodoro abre casa em SP fora do Eataly
Há uma frase popular atribuída aos habitantes de Nápoles, a cidade italiana reconhecida mundialmente por suas redondas fumegantes, que diz o seguinte: ?Vivemos em um sociedade onde a pizza chega na sua casa mais rápido que a polícia.? Verdade ou não, ela define a sensação de se pedir uma pizza no Rossopomodoro, casa fundada em Nápoles há cerca de 30 anos e hoje com 150 unidades espalhadas pelo mundo ? muitas delas dentro do Eataly. Seja em Milão, Nova York ou São Paulo, ela é servida poucos minutos após o pedido. E sempre chega à mesa com massa leve e fina. Isso sem falar na quantidade (e qualidade) satisfatória de molho de tomate.Para a maioria das pessoas, o Rossopomodoro é a pizzaria napolitana do Eataly, em qualquer que seja o lugar do mundo. No entanto, o napolitano Rossopomodoro é mais que uma pizzeria. Há massas variadas e ótimos petiscos no menu. E mais: ele não pertence (pasmem!) ao complexo gastronômico italiano. Marca do Grupo Sebeto SPA-Italia, o Rossopomodoro simplesmente opera dentro da Disney dos apaixonados pela cucina italiana.Eis que hoje, sexta-feira (21/07), o Rossopomodoro inaugura sua segunda unidade no Brasil e primeira fora dos muros do Eataly São Paulo. Localizada na Rua Pedroso Alvarenga 909, no Itaim Bibi (SP), a autêntica casa napolitana estreia com ingredientes certificados da região de Nápoles e garantidos pelo DOP, DOC e DOCG. Ou seja, eles têm denominação de origem garantida, controlada ou protegida ou todas as alternativas combinadas.Rossopomodoro tem mais de 150 unidades pelo mundoNa prática, isso garante que as criações são feitas com ingredientes italianos de alta qualidade. Por conta desta premissa, a cada estação, novidades exclusivas com sabores típicos serão lançadas. Outra boa notícia é que dá para comer pizza e pasta em qualquer horário entre meio-dia e 23h.Antepasto, salada e massa revelam um Rossopomodoro além da pizzaBEBIDASDa carta de bebidas, além de clássicos como Bellini, Aperol Spritz, Negroni e Campari, há ainda requintadas Caipirinhas Fusion preparadas pelo barman napolitano Enzo de Angelis. Entre brancos e tintos, a carta de vinhos abraça todo o território italiano.MASSASMassas fazem parte do cardápio do RossopomodoroDas panelas para a mesa, o cardápio do Rossopomodoro traz o Spaguetto al Pomodoro que leva pasta de gragnano com molho cremoso de tomate fresco. Há também o La Parmigianella de berinjela gratinada. Para começar, vá de La Tiella ? fritura típica napolitana de terra e mar.PIZZAAndrea Conte, sub-chef pizzaiolo do Rossopomodoro em SP e a pizza Margherita VeraceA pizza napolitana é uma unanimidade no mundo todo e no Brasil não é diferente. Por aqui, elas são preparadas pelo maestro pizzaiolo Rosario Minucci e sua equipe. A massa é feita artesanalmente, com fermentação de pelo menos 24 horas. Essa espera permite que os amidos se transformem em açúcares simples perfeitamente digestíveis, tornando a pizza macia e suave.Entre as mais pedidas, destaque para a imperdível Margherita Verace (receita responsável pelo sucesso da pizza Rossopomodoro na Itália e no mundo). Para compartilhar, vá de foccacia. Os preços variam de R$ 35 a R$ 55.Durante a semana, é possível experimentar o almoço-executivo que conta com antipasto e prato principal.SOBREMESANada de petit gâteau. Na casa napolitana, o dolce surge na forma de Torta Caprese de Chocolate e Amêndoas com Sorvete ao Leite de Búfala. Há ainda a Calda-Calda, uma espécie de bolinho de chuva com Nutella.Rossomopomodoro Cucina e Pizzeria NapoletanaRua: Pedroso de Alvarenga, 909 ? Itaim ? São PauloCapacidade: 110 pessoas. Possui acesso a deficiente físico. Aceita todos os cartões de crédito, débito. Estacionamento com manobrista R$25. Horário de funcionamento (incluindo feriados): das 12 às 23hs (segunda a domingo). Não é necessário fazer reserva. Possui Wi-Fi. Cadeirões e fraldário.
[+ detalhes]
14/07/2017
Os vinhos da marca Rive Della Chiesa
Chegam ao Brasil, os vinhos da marca Rive Della Chiesa, com a proposta de ganhar terreno no mercado premium.A JJ Food Solutions, líder em importação e exportação no setor alimentício, traz ao Brasil pela primeira vez nove rótulos da vinícola italiana Rive Della Chiesa. A empresa, que existe desde 1960 em uma propriedade familiar de 27 hectares de vinhedos, na área de Montello, no nordeste da Itália, é conhecida mundialmente por produzir vinhos venezianos. Atualmente, a marca produz 1.125.000 litros de vinho por ano e importa seus produtos para 18 países, entre os quais se destacam: Estados Unidos, China, Nova Zelândia, Japão, Reino Unido e Holanda.Essa é a primeira aposta da JJ Food Solutions no mercado de vinhos, iniciando a operação com a importação de 5.400 litros. A empreitada acontece no momento em que o cenário é positivo para o setor. Segundo dados da Euromonitor, a previsão é de que o consumo do vinho aumente até 2019, quando deverá chegar aos 400,1 milhões de litros no Brasil, registrando crescimento de 4,9%, e ultrapasse a marca dos 30 bilhões de litros na análise global. A projeção para daqui a dois anos é de que este mercado no Brasil alcance um valor total de R$ 7,7 bilhões.A empresa já investe no comércio e distribuição de máquinas para café, produção de churros, pão de queijo, café e arroz, além de uma franquia de pretzels. Além dos vinhos e proseccos da Rive Della Chiesa, a JJ Food aposta desde 2016 no portfólio gourmet com a marca própria Orela Premium Food. Dentro da linha de importados, a marca deve trazer, até o final do ano de 2018, azeites e molhos italianos das marcas Valbona, Victoria e Casa Rinaldi.?Estamos sempre investindo em nosso mix de produtos para que possamos abrir as portas do Brasil para produtos já consagrados e de qualidade comprovada mundialmente. No caso da Rive Della Chiesa, levamos em conta todo o processo cuidadoso na produção de suas bebidas e a abertura de informações sobre a qualidade dos produtos?, afirma Joseph Fadida, CEO da JJ Food Solutions.Com a proposta de ganhar terreno no mercado premium e conquistar os apreciadores de vinhos de nível médio a elevado, a JJ Food Solutions vai concentrar a distribuição no segmento B2B com foco para revendedores on-line, empórios e empresas de eventos. ?Cerca de 80% do mercado de vinhos importados estão concentrados no varejo, o que faz o segmento B2B ainda mais importante?, diz Joseph Fadida.Para conhecer toda a linha de produtos Rive Della Chiesa, acesse o link: http://bit.ly/rótulos-made-in-Italy-arquivoSobre a JJ Food Solutions: com mais de 10 anos de experiência, tem posição de destaque no ranking do setor alimentício. Atua como representante exclusiva das marcas globais Franke Coffee Systems (Suiça) e Ditsch (Alemanha) e possui marcas próprias como Orela, Riva, Espetáculo, Natucaf, Brown. Participando de diversas feiras e eventos importantes, foi patrocinadora oficial da FISPAL 2015 e fornecedora oficial da Arena Olímpica nas Olimpíadas Rio 2016.
[+ detalhes]
13/07/2017
Rompendo Barreiras
Atacadão Estreia no Município de Patos (PB)O Atacadão inaugura, nesta quinta-feira (13), sua primeira unidade no município de Patos (PB). Hoje, a rede possui quatro unidades de autosserviço no Estado, além de um atacado de entrega. A nova loja possui 7.000 m² de área de vendas, 26 check-outs e estacionamento com 406 vagas para carros. Além disso, oferece mais de 10.000 opções de produtos, que podem ser adquiridos em embalagens fechadas e fracionadas, de acordo com a necessidade do cliente. A operação está localizada na Rod. BR 230 KM 334, Sete Casa - Patos (PB). O horário de funcionamento é de segunda-feira a sábado, das 7h às 21h; domingos e feriados das 7h às 14h
[+ detalhes]
10/07/2017
A Família Cresceu. Santa Helena Lança Novas Versões de Paçoquita Cremosa.
Que a Paçoquita é sucesso de público e vendas todos já sabem, a novidade é que a família da Paçoquita Cremosa não para de crescer. Depois das versões tradicionais de 180g, 350g e 1,010kg, a Santa Helena inovou no mercado de cremes doces apresentando as versões Zero Adição de Açúcares e com Chocolate.O sabor, a textura e qualidade são conhecidos de longa data do público. Desde 1986, a Paçoquita vem se firmando como a marca de Paçoca mais poderosa em apelo emocional ao consumidor. A categoria é geradora de ganhos importantes para os pontos de venda, mesmo diante do complicado cenário econômico do país. Agregar chocolate ao consagrado creme de Paçoquita foi uma ideia que partiu dos próprios consumidores, que demonstram através das redes sociais da marca um engajamento fora do comum! Paçoquita e Chocolate são dois sabores que já fazem parte do dia a dia do brasileiro e, não por acaso, são uma combinação perfeita para os amantes de doces. Sob o aspecto mercadológico, atualmente pastas doces sabor Chocolate representam aproximadamente 81% do share, sinalizando o cacau como um ingrediente de altíssima penetração neste mercado que cresce em volume e valor, ano após ano.
[+ detalhes]
10/07/2017
Cobos o vinho mais caro da Argentina
17 julho, 2017 fterzian 0 comentários malbec, paul hobbs, Viña Cobos, vinho, vinho argentino, vinho mais caroO enólogo americano Paulo Hobbs acaba de adicionar uma nova estrela ao seu currículo. Conhecido por produzir grandes rótulos para mais de 30 vinícolas ao redor do mundo, ele também é o autor do vinho mais caro da Argentina. Trata-se do Cobos Chañares Vineyard Malbec 2014, um 100% Malbec produzido pela Viña Cobos, fundada por ele em Mendoza, em 1998. Envelhecido em casco de carvalho francês e com edição limitada de 2.160 garrafas, o exclusivo tinto acaba de desembarcar no Brasil. Algumas garrafas deste que ocupa hoje a posição de vinho mais caro da Argentina foram trazidas pelas mãos da Grand Cru por R$ 2.349.O vinho mais caro da ArgentinaHobbs é, mais do que um apaixonado pela viticultura, um curioso pela exploração dos diversos terroir de Mendoza, o que o levou a procurar as regiões mais destacadas dentro de Luján de Cuyo e do Vale de Uco, para a elaboração de vinhos únicos.E foi assim que, após muita curiosidade, estudos, testes e ousadia, ele criou o Cobos Chañares Vineyard Malbec 2014, o vinho mais caro da Argentina. Ele visitou São Paulo na semana passada e, após apresentação e degustação de algumas de suas criações da Viña Cobos, Hobbs conversou com PRAZERICES. Veja abaixo os principais trechos do papo com este simpático e detalhista enólogo:O que você achou do resultado do Cobos Chañares Vineyard Malbec 2014?Eu adorei o resultado. Foi um grande desafio trabalhar na região, que é um lugar único, com bosques, vegetação nativa. Elaborar vinhos é realizar inúmeras tentativas, erros. É uma aposta a partir de experimentos. Mas estou feliz em trabalhar em uma região única com um 100% Malbec.Você falou durante sua apresentação que para vinhos argentinos não é muito adepto do uso de barricas de carvalho americano. Qual casco usou no processo de elaboração do Cobos Chañares Malbec 2014?Usei o casco francês de árvores de sementes pequenas de florestas de alta densidade. Elas são, na verdade, fazendas de árvores controladas pelo estado francês. O vinho repousou por 17 meses de barricas de carvalho novas da tanoaria francesa Taransaud.E você optou pelo carvalho francês pelas notas que ele poderia imprimir ao vinho ou pelo fato de ele não interferir muito no vinho?As duas coisas. Essas são as características que se busca em um carvalho. O desejo é que ele traga boas notas e, ao mesmo tempo, não interfira no resultado desejado ao vinho. Ele é sutil, delicado e, realmente, não interferiu negativamente no vinho.Quem não entende de vinho não compreende esse preço. Como você costuma explicar o valor do Cobos Chañares Vineyard Malbec 2014?Trabalhamos pesado para não desapontar o cliente. Esse vinho é único e com uma importante característica, que é ser limitado. Não há outro Malbec como esse no mundo. Ele é singular, excepcional, harmonioso e de grande complexidade. Elaborar um vinho é como pintar um quadro. Você tem uma tela, algumas tintas e quando começa a criar não sabe direito para onde vai. Essa é a parte mais bonita de se criar um vinho.
[+ detalhes]
10/07/2017
Refrigerante em Excesso
Ministério da Saúde Quer o Fim do Refil em Fast Foods O Jornal Giro News publicou que o Ministério da Saúde planejava um acordo para tentar banir o refil de refrigerantes em redes de Fast Food, e que, se o acordo com as companhias não se concretizasse, o governo enviaria um projeto de lei ao Congresso. O argumento dado pelo Ministério da Saúde na ocasião é de que o refil é maléfico no combate a obesidade no país. Segundo dados do Ministério da Saúde, a estimativa é que o país tem mil lojas que permite a "recarga" do refil e que esse tipo de serviço aumenta em 35% o consumo de refrigerantes.
[+ detalhes]
04/07/2017
Kitano diminui em 50% o sódio dos Sopões Carne e Galinha
Novidade trará mais equilíbrio e naturalidade para a alimentação dos consumidoresAtenta e alinhada aos consumidores que se preocupam em manter um estilo de vida mais saudável e bons hábitos alimentares, a Kitano lança as novas versões dos Sopões Kitano, 50% menos sódio, nos sabores Carne e Galinha. A reformulação nos dois principais itens da categoria tem a missão de oferecer maior equilíbrio para o prato do consumidor, que vem sinalizando incômodo com a quantidade da substância que atualmente é encontrada nos produtos industrializados.Para realçar o sabor sem prejudicar a saúde, a Kitano também adicionou em ambas versões 80% a mais de ervas e especiarias, resultando em uma combinação de sabores agradável e balanceada.?Nossas últimas ações e lançamentos são voltadas para quem procura por praticidade e um estilo de vida mais balanceado. Esse é um trabalho contínuo, e a mudança nos dois sabores mais populares do Sopão é um importante passo não apenas para a marca, mas também para toda a categoria?, acredita Manuel Garabato, Diretor de Marketing LATAM.Os novos Sopões Kitano Carne e Galinha chegam às redes varejistas de todo o país, à disposição dos consumidores, a partir deste mês.Sobre a General MillsCriada em 1866, nos Estados Unidos, a General Mills é uma das maiores empresas de alimentos no mundo presente em mais de 100 países com marcas como Fiber One, Yoplait e Old El Paso. No Brasil desde 1996, a empresa possui portfólio formado por produtos Yoki, Kitano, Häagen-Dazs, Mais Vita e Betty Crocker.Informações à imprensa:Máquina Cohn&Wolfe| General Mills BrasilWanessa Miranda - wanessa.miranda@maquinacohnwolfe.com - (11) 3147-7383Mariana Barbosa - mariana.barbosa@maquinacohnwolfe.com - (11) 3147-7261
[+ detalhes]
04/07/2017
Nova Pizzaria Domino´s Estreia em Londrina (PR)
A rede de pizzaria delivery Domino´s anuncia sua chegada à zona norte de Londrina. O restaurante será inaugurado nesta quarta-feira (05 de julho) no Londrina Norte Shopping. "Contamos com uma unidade na zona sul e percebemos uma grande demanda de clientes das zonas norte e leste de Londrina. Por isso a abertura da segunda pizzaria da marca, agora no Londrina Norte Shopping.", diz Elaine Rezende, franqueada da rede em Londrina. Hoje, a marca possui mais de 180 unidades pelo País. No Paraná, há franquias em Curitiba, Londrina e Campo Mourão. Entre as novidades da rede está o horário de funcionamento. A partir de agora, a pizzaria funcionará todos os dias até a meia-noite.
[+ detalhes]
26/06/2017
6ª Marca Mais Comprada
Italac Se Destaca Em Ranking da Kantar Sempre em busca de inovação, a Italac comemora o 6ª lugar no ranking do estudo Brand Footprint 2016, desenvolvido pela Kantar Worldpanel. A marca já havia se destacado em 2015 após alcançar a 8ª posição do top 10 do ranking das marcas mais compradas no Brasil, lançando uma nova identidade, modificando as embalagens e expandindo o portfólio. No total, foram 249,3 milhões de consumidores em 2016 com uma penetração de 75,4% dos lares. Já a frequência de compra ficou em 6,3%. A Italac agradece a preferência, também na sua gôndola!(Informe Publicitário
[+ detalhes]
26/06/2017
Pegando Gosto
Johnny Rockets Projeta Alta de 22% no Faturamento26/06/2017 A rede de franquia de restaurantes Johnny Rockets projeta encerrar o ano de 2017 com um faturamento 22% superior ao do ano de 2016, no Brasil. Em entrevista exclusiva ao Jornal Giro News, Álan Torres, Diretor Geral da rede no Brasil, disse que essa confiança se deve ao maior entendimento do brasileiro quanto ao negócio da Johnny Rockets. "Nós não somos um Fast Food. Não é só pegar e levar. Somos um Fast Casual. A grande diferença do Johnny Rockets é que, mesmo tendo o formato Express, oferecemos serviços e um ambiente para se confraternizar em família". Os bons resultados já podem ser notados, visto que a rede faturou no primeiro trimestre desse ano, 7% mais do que o mesmo período do ano anterior, enquanto que na comparação anual do segundo trimestre, a alta é de 17%.Novos Formatos e Praças Com os novos formatos apresentados no início do ano (Express, Drive Thru e Quiosque) a rede anuncia crescimento, também, em número de lojas. "Esse ano nós devemos abrir mais sete lojas no segundo semestre. A principal delas ficará localizada no Shopping Metrô Itaquera. Vai ser a primeira loja com um conceito Fast Casual com Express do Johnny Rockets", informa Álan. Além disso, a rede se prepara para entrar em duas novas praças do Brasil: Curitiba, no Paraná e Fortaleza, no Ceará. Outa informação passada pelo diretor da rede, é que em breve a Johnny Rockets, que atualmente só opera em shoppings centers, deverá ter alguma loja de rua. "Já existe prospecção para loja de rua", afirma
[+ detalhes]
31/05/2017
Dificuldades na Gestão de Pessoas no Setor de Alimentação
A base mais difícil numa gestão dentro da Área de Alimentação é com certeza a equipe de funcionários, ter uma equipe bem entrosada, motivada e aplicada é uma missão desafiadora para todo administrador.Cada Serviço de Alimentação procura sempre desenvolver o seu próprio modelo de gestão, muitos profissionais conseguem desenvolver este processo com mais facilidade, outros tendem a demorar um pouco mais de acordo com suas experiências e habilidades pessoais.Quando estudamos o comportamento humano conseguimos ver além do que nos é solicitado, um bom modelo para isso é sabermos o como e o quando o nosso colaborador se sente motivado em estar ali naquele local trabalhando conosco.O quanto o funcionário se sente a vontade em estar no restaurante, e o quanto ele se mostra motivado a indicar, até mesmo promover este restaurante onde ele é parte da equipe que faz o trabalho acontecer. As etapas e processos da formação de um eficiente quadro de mão de obra devem ser realizados com base de como o serviço funciona e de quais são os objetivos ou o propósito do Restaurante.Uma boa prática é estar sempre consciente que funcionários são seus colaboradores e são pessoas com necessidades particulares e diferentes. Esta parte é a mais exigente pelo fato de não levarmos em conta que as pessoas têm manias, hábitos e que muitas vezes são difíceis de abandonar. Em analise realizada junto ao setor, verificamos práticas que podem auxiliar no desenvolvimento de uma boa gestão de pessoal Setor de Alimentação: - Fale com a equipe! Comunique-se para garantir ao grupo a assimilação dos objetivos e o propósito do Restaurante. É muito importante também ouvir o que cada um tem a dizer . Estabeleça uma relação de confiança entre o gestor e a equipe, mantenha canais de comunicação entre o Restaurante e os colaboradores, sempre procurando manter relações de confiança e respeito;- Procure identificar os fatores que afetam o bem-estar, a motivação e a satisfação dos seus funcionários. O completo entendimento do seu quadro de colaboradores é fundamental para que sejam desenvolvidas atividades, projetos que estejam de acordo com as necessidades do colaborador e que possam efetivamente auxiliar no aumento da produtividade, criando forças na busca por bons resultados;.- Invista nas habilidades e nos conhecimentos dos seus funcionários. Entender as suas competências auxilia no desenvolvimento de suas atividades diárias como forma de garantir a eficiência e o bom trabalho em equipe; - Promova programas de capacitação com base em um plano de carreiras e nas metas estipuladas pelo Restaurante. E por fim mas não menos importante, incentive a busca pela constante capacitação e reciclagem do seu colaborador
[+ detalhes]
26/05/2017
EXPOVINIS 2017
EXPOVINIS 2017 - Única feira de vinhos no Brasil reconhecida mundialmente mostra panorama do mercado em 2017Principal portal de contato entre o mundo do vinho e a América do Sul, o ExpoVinis Brasil 2017 persiste em meio ao atual cenário econômico e confirma sua 21ª edição, que será realizada entre 6 e 8 de junho no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo (SP).Entre as empresas participantes estão vinícolas do Brasil reunidas pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) - Casa Venturini, Peterlongo, Rasip/RAR, Don Guerino, Vinícola Batalha, Vinícola Aracuri, Capoani, Zanella, Don Candido, Cavalleri, Sanjo, Lucano, Campos de Cima, Marco Luigi e Dom Pedrito -, além de Pericó e Laurentia, que participam com espaços próprios.Também já confirmaram presença produtores de Portugal (AEP), Chile (Wines of Chile), Itália (Câmara do Comércio Ítalo-Basileira), Eslovênia, Reino Unido, Argentina e Espanha, e as importadoras Premium, Casa Flora, Adega Alentejana, Bodegas Selecionadores de Vinhos, Vino Italia, Vinissimo e Galeria dos Vinhos.O ExpoVinis é a única feira de vinhos realizada no Brasil que integra o calendário mundial de eventos dedicados aos tintos, brancos, rosés e espumantes; reúne, anualmente, empresários e produtores dos principais países da indústria vitivinícola. Recebeu, em sua última edição, um público formado 95% por profissionais do setor. Dos mais de 8 mil visitantes em 2016, 75% eram influenciadores ou responsáveis diretos pela compra em seus estabelecimentos. É também o único evento do País a promover discussões sobre o setor, encabeçadas por importantes nomes do mundo do vinho.Reforçando esse protagonismo no desenvolvimento e qualificação do segmento, o ExpoVinis 2017 vai montar o ?Terroir do Conhecimento?, um ?wine lounge? onde serão ministrados conteúdos relevantes e de interesse do público visitante (restaurantes, sommeliers, varejo), que poderá participar gratuitamente (as inscrições serão realizadas previamente).Entre as novidades de sua 21ª edição, a feira atende a uma demanda do público e traz a Loja ExpoVinis: os visitantes poderão comprar vinhos na saída do evento, de forma que estendam a experiência vivida no ExpoVinis. Na loja, os apreciadores encontrarão até 5 rótulos diferentes de cada expositor.Também novo é o Wine Bar ExpoVinis, espaço onde o público poderá adquirir vinhos em taças para degustações mais completas, ampliando seu contato com o vinho e, ao mesmo tempo, reduzindo, para o expositor, o volume de degustações em seu stand, otimizando os contatos que a feira promove e a movimentação do público nos espaços das marcas. Cada expositor terá direito a expor 1 rótulo para comercialização em taça no Wine Bar.As aguardadas degustações gratuitas voltam a ser realizadas em 2017 e serão comandadas pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP) e a Enocultura. A grade de temas e horários será divulgada em breve em www.expovinis.com.br.?Acreditamos que essas implementações estejam alinhadas com as características e interesses do setor brasileiro de vinho e contribuirão para que o ExpoVinis se consolide, cada vez mais, como o principal evento brasileiro do segmento vitivinícola e cumpra o seu compromisso com o mercado divulgando o vinho, aproximando pessoas e potencializando a realização de negócios?, resume Clélia Iwaki, diretora do evento, que organizado pela Informa Exhibitions.O acesso à feira também traz novidades: a partir deste ano, os visitantes que são profissionais do setor devem adquirir o ticket para participar do evento, preferencialmente entre 13 e 16 horas. O consumidor final terá acesso à feira exclusivamente mediante aquisição de convites e em horário estrategicamente definido após a visitação dos profissionais: a partir das 16 horas.Os valores são:- profissionais do setor: R$ 30,00;- consumidor final: entre R$100,00 e R$ 130,00 nos lotes antecipados e R$ 150,00 na feira.Todos os visitantes pagantes terão direito a uma taça para degustação e 10% de desconto nas compras realizadas na Loja ExpoVinis. TOP TEN EXPOVINIS BRASILUm dos concursos mais aguardados e respeitados no Brasil, o TOP TEN ExpoVinis é outra atração com novidades. Este ano, o resultado será anunciado no segundo dia do evento, 7 de junho, e os expositores terão a possibilidade de inscrever amostras de acordo com a metragem de seu espaço na feira: a cada 10m², dois vinhos poderão ser inscritos em qualquer uma das categorias que formam o TOP TEN.São elas: Espumantes nacionais, Espumantes Importados, Brancos Nacionais, Brancos Importados, Rosados, Tintos Nacionais, Tintos Novo Mundo, Tintos Velho Mundo I (Portugal e Espanha), Tintos Velho Mundo II (Itália, França e outros) e Fortificados e Doces.Como tradicionalmente acontece, o júri será capitaneado pelo especialista Jorge Lucki, único membro brasileiro da tradicional Académie Internationale du Vin. SERVIÇO:ExpoVinis Brasil 2017 | 21º Salão Internacional do Vinho6 a 8 de junhoDias 6 e 7, das 13 às 21 horas. Dia 8, das 13 às 20 horas.O evento é aberto ao consumidor final nos 3 dias de realização, a partir das 16 horas.Expo Center Norte - Rua José Bernardo Pinto, nº 333, Vila Guilherme / São Paulo - Pavilhão BrancoInformações sobre horários do Fórum ExpoVinis, palestras e degustações, acesse: www.expovinis.com.brDivulgação: CH2A Comunicação
[+ detalhes]
25/05/2017
Fispal Food Service - A tendência é o autoatendimento: feira apresenta tecnologias que trazem mais autonomia para bares, restaurantes e clientes
Conectadas às novidades tecnológicas, as feiras Fispal Food Service, Fispal Sorvetes e Fispal Café, levarão aos visitantes de sua 33ª edição uma série de soluções não apenas para restaurantes, cafés, bares, sorveterias e demais estabelecimentos dedicados à alimentação, como também para os clientes, cada vez mais antenados em opções modernas.Com criações como o WonderFi, inovação em serviço de internet inteligente, e o Robô Cube, máquina automatizada de sorvete que faz todo o serviço ao toque de uma tela, o evento traduz sua aposta em uma das tendências do segmento para os próximos anos: a autonomia compartilhada entre consumidores e estabelecimentos. Para atender a quem está do outro lado do balcão, a Fispal Food Service irá apresentar uma série de lançamentos em ?autoatendimento? através de dispositivos touch. Um deles é o FACILITE, sistema que estará disponível para pizzarias, padarias, lanchonetes, restaurantes e bares, e com o qual o cliente poderá realizar o pedido de forma rápida e conveniente: diretamente do Smartphone. É de forma semelhante que funciona o Goomer (foto à esquerda), um tablet que fica na mesa para que o cliente visualize o cardápio do estabelecimento e faça o pedido quando quiser e da forma que mais gosta. Na prática, é um garçom dedicado e disponível 100% do tempo. Isso reduz atrasos de atendimento, melhora a qualidade do serviço e aumenta as vendas. Ainda na onda do ?ao toque de uma tela?, outros destaques da edição prometem conquistar os consumidores diretamente pelo estômago. É o caso do Robô Cube (foto à direita), que traz um sistema altamente tecnológico para (auto)servir guloseimas como sorvete, açaí e frozen yogurt. O cliente faz o pedido no painel, selecionando tamanho, estilo (mesclado ou em camadas), sabores e cobertura, e, após efetuar o pagamento, recebe a sobremesa em copos colecionáveis. Dos doces para os salgados, os amantes da culinária japonesa também serão surpreendidos pelas Sushitops, máquinas para a produção rápida de sushis e nigiris, duas das especialidades nipônicas mais adoradas pelos brasileiros. ?Como mais importante evento do segmento de alimentação, a Fispal Food Service busca antecipar as tendências que atendam às demandas de empreendedores e clientes. Nosso compromisso será sempre com a expansão do setor, por meio de novidades que acompanham o movimento de modernização dos processos e, claro, da relação dos participantes deste amplo universo do food service?, comenta Clélia Iwaki, Group Director da feira.Outro lançamento superaguardado é o WonderFi, uma poderosa ferramenta para promover ações de marketing em estabelecimentos que disponibilizam o ? sempre! ? almejado serviço de WiFi. Ao ser conectado no celular do cliente, o software capta informações e automatiza a comunicação com o consumidor. Um dos pontos fortes do serviço é o incentivo da avaliação do estabelecimento pelo cliente no site Tripadvisor, com o objetivo de manter sua posição em crescimento no ranking avaliativo. Além disso, o WonderFi registra as visitas dos clientes e envia convites ou alertas sobre promoções via e-mail, funcionando como um serviço de pós-venda automatizado. Compra coletivaEntre os destaques trazidos pela feira, está a primeira plataforma online direcionada às compras coletivas Business to Business: a Ganhejunto, desenvolvida para reunir e tornar mais vantajosas as operações de pequenas e médias empresas, com um processo aprimorado que oferece diversas vantagens. Por meio de um serviço de geolocalização, o sistema cria grupos formados pelas empresas compradoras ? por critérios como volume de compra e perímetro logístico ? que, por sua vez, convidam fornecedores cadastrados na plataforma para participar da Ordem de Compra, formando um cenário de compra coletiva que permite a obtenção de melhores condições comerciais. Cada cliente tem autonomia para negociar forma de pagamento, data de entrega e quantidade do pedido com o fornecedor individualmente. Com o serviço, os benefícios tornam-se amplos para todos os participantes: compradores adquirem alto poder de negociação e conquistam preços mais competitivos; fornecedores reduzem os custos com logística, distribuição e comissões de venda. Fispal Food Service | Fispal Sorvetes | Fispal CaféA Fispal Food Service, Fispal Sorvetes e Fispal Café acontecem paralelamente e ao ExpoVinis Brasil ? principal evento de vinhos na América Latina. As feiras são complementares e formam um panorama completo do setor, trazendo um amplo cenário das inovações e tendências em produção, insumos, maquinário e acessórios. O salão internacional do vinho complementa o calendário de feiras voltadas à cadeia produtiva de alimentos e bebidas, apresentando os destaques do promissor mercado vitivinícola aos profissionais já envolvidos na cadeia de food service, ampliando, assim, os intercâmbios que as feiras promovem.Sobre a Informa ExhibitionsA Informa Exhibitions é uma unidade negócios do Grupo Informa, maior organizador de eventos, conferências e treinamentos do mundo, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. O grupo possui 100 escritórios espalhados por 40 países, empregando cerca de 9000 funcionários em todo o mundo. Nos últimos quatro anos, a Informa Exhibitions investiu cerca de R$ 400 milhões no Brasil em aquisições de eventos, marcas e títulos no segmento de exposições e feiras de negócios. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 230 profissionais, a empresa possui em seu portfólio eventos como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, FutureCom, ABF Franchising Expo, Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, Feimec, ExpoMafe, Plástico Brasil, High Design Expo, entre outros, perfazendo um total de 23 feiras setoriais. www.informaexhibitions.com.br SERVIÇOFispal Food Service | Fispal Sorvetes | Fispal Café6 a 9 de junho de 2017De 6 a 8, das 13 às 21 horas; dia 9, das 13 às 20 horasExpo Center - Norte Rua José Bernardo Pinto, nº 333, Vila Guilherme / São PauloInformações, credenciamento e novidades: www.fispalfoodservice.com.br E-mail: fispalfoodservice@informa.comA feira tem entrada franca e é exclusiva para os profissionais do setor(necessário apresentar identidade e comprovante profissional).
[+ detalhes]
23/05/2017
A POLÊMICA SOBRE A LEI DA GORJETA NOS RESTAURANTES
Por Percival Maricato.O ato de conceder gorjeta é muito antigo, utilizado em várias atividades com o propósito de gratificar um prestador de serviço, com um valor não incluído no preço estipulado pelo produto.Nos bares e restaurantes, espontânea ou sugerida como ?taxa de serviço não obrigatória?, a gorjeta vinha provocando inúmeras polêmicas.O principal motor de incompreensão esteve no fato da Justiça do Trabalho interpretar a gorjeta dada pelo cliente ao garçom, como remuneração paga pelo estabelecimento. Em muitos casos o empresário sequer tinha ciência do total de gorjetas recebidas por seus funcionários. Uma vez que o juiz considerava gorjeta como sendo remuneração, sobre o total recebido pelo funcionário, a empresa era condenada a pagar encargos: FGTS, INSS, férias acrescidas de 1/3 e 13º salário, em alguns casos horas extras e adicional noturno.Portanto, o empresário combinava de pagar um salário ao funcionário ou pagava conforme a convenção coletiva de trabalho (CCT), mas na reclamação o juiz decidia que esse salário era o dobro ou bem mais. A exemplo, se o garçom recebesse R$ 1.000,00 por mês como gorjeta com repasse total, a empresa ainda teria que pagar valores expressivos de encargos sobre essa verba. Se o garçom ganhasse por vários anos a gorjeta sem que a empresa lhe pagasse os encargos, ao final este reclamava e a empresa sofria condenações difíceis de serem cumpridas, devido ao valor acumulado e sobre o qual incidia correção monetária, juros, multas e verbas previdenciárias. A maioria das empresas sempre concordou em repassar a totalidade das gorjetas para os funcionários, mas jamais em pagar sobre o valor da gorjeta, dada voluntariamente pelo cliente. No sentido de evitar divergências e manter a harmonia, imprescindível para criar um clima de paz e tranquilidade, os empresários e trabalhadores fizeram um acordo: as empresas reteriam da receita da gorjeta valores suficientes para pagar os encargos: férias, 13°, FGTS e INSS.O INSS é pago diretamente a União, mas beneficia o trabalhador com melhor aposentadoria no futuro. Trata-se de proposta com a qual todos os sindicatos laborais concordaram; fizeram-se convenções coletivas com essa cláusula em todo o país.No entanto, essa fórmula foi mal compreendida, trabalhadores e clientes nem sempre entendiam, acabando por acusar os empresários do setor de apropriação de parte da gorjeta dos funcionários. Claro que há maus empresários, como em qualquer setor de atividade, mas a maioria preferia seguir a convenção, para não ter problemas com a equipe, de quem dependia o bom atendimento ao cliente, e para evitar problemas com as fiscalizações dos sindicatos, promotores, fiscais do Ministério do Trabalho e Justiça do Trabalho ou mesmo passivo trabalhista.As denúncias continuaram e também as condenações da Justiça do Trabalho, que não aceitava as convenções coletivas. Para resolver a questão, empresários (no caso da ABRASEL com votação favorável de presidentes das 27 seccionais existentes pelo país), e trabalhadores representados (sindicatos, federações e confederações) por suas entidades, se mobilizaram para apoiar uma lei que regulamentasse a gorjeta.O resultado após muitos anos de debate foi a Lei nº 13.419, que entrou em vigor dia 13 de maio deste ano, com o propósito de regulamentar a distribuição da gorjeta.Com conteúdo muito semelhante às convenções coletivas existentes, a lei permite que as empresas que estão no SIMPLES retenham 20% e as que estão fora desse sistema de tributação (lucro real e lucro presumido), retenham 33% da receita da gorjeta para pagar os encargos referidos. O percentual destas últimas é maior por terem elas que pagar INSS, que no SIMPLES já é recolhido com percentual único sobre faturamento. Ou seja, todo o valor arrecadado como gorjeta será pago ao trabalhador ou encargos em seu benefício.Vale ressaltar, que a lei é genérica e não especifica certos detalhes:· Não informa se no período atual prevalece a convenção ou a lei, ambas em vigor.· Divisão - não esclarece quanto da gorjeta será deferida a cozinha e quanto ao salão, e como será distribuída entre os funcionários, se proporcional ao saláriofixo pago pela empresa (chefs/maítres ganham mais) ou de forma igualitária.Para disciplinar esta distribuição a lei previu a possibilidade de se ter assembleias de funcionários. Haverá ainda comissões de empregados para fiscalizar a aplicação das regras. A União foi a mais beneficiada, pois passa a receber 8% de INSS do trabalhador sobre o montante arrecadado como gorjeta e também receberá INSS das empresas que estão fora do simples; incluindo imposto de renda de muitos trabalhadores cuja remuneração ultrapassa o teto de isenção. Será recolhido FGTS, verba controlada pela União e que será disponibilizada ao trabalhador somente no caso de demissão sem justa causa, na aposentadoria ou em situações específicas.A gorjeta continua voluntária; pode até ser sugerida como taxa de serviço, mas continua não obrigatória, fica a critério do cliente, que pode deixar 10%, mais ou menos. O estabelecimento insere essa sugestão na nota de consumo (como consta na lei), a que é entregue para ser conferida pelo cliente. O cliente, mesmo pagando a gorjeta, tem direito à nota fiscal, mas sem o valor da gorjeta, pois este não conta como faturamento do estabelecimento, é totalmente entregue ao funcionário ou pago como encargos.Após a adequação à lei certamente haverá mais harmonia, empresários e funcionários terão mais segurança jurídica. A União deve dar-se por satisfeita, por receber FGTS, INSS e imposto de renda, além de aumentar a arrecadação do FGTS, dessa imensa massa salarial. O cliente também pode ficar mais tranquilo, por saber que a gorjeta vai beneficiar o trabalhador. ABRASEL-SP - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes ? São PauloPercival Maricato ? Presidente e advogado especialista no setor
[+ detalhes]
18/05/2017
Tablet-garçom e Mesa educativa
A Fispal Food Service, principal evento direcionado ao setor da alimentação fora do lar na América Latina, anuncia a programação do espaço Tendências Tecnológicas, dedicado a inovações para atualização e modernização dos estabelecimentos comerciais.O objetivo é apresentar, por meio de palestras e encontros, produtos e soluções inovadores que já são realidade pelo Brasil, de forma que ampliem a competitividade no mercado através de experiências positivas para o consumidor, economia para os estabelecimentos, informações estratégicas sobre o público, fidelização, sustentabilidade e otimização nos processos de atendimento e produção.É o caso do Goomer, um tablet que fica na mesa para que o cliente visualize o cardápio do estabelecimento e faça o pedido quando quiser e da forma que mais gosta. Na prática, é um garçom dedicado e disponível 100% do tempo. Isso reduz atrasos de atendimento, melhora a qualidade do serviço e aumenta as vendas. De acordo com dados da empresa responsável pela programação do Goomer, ele já conseguiu impulsionar os resultados de muitos negócios de food service e torná-los mais eficientes: as casas reduziram custos e aumentaram as vendas em até 40%, dando mais autonomia para seus clientes fazerem os pedidos. Outra solução inovadora que será apresentada no espaço Tendências Tecnológicas é o WiFire, cujo objetivo é estreitar o relacionamento entre os estabelecimentos e seus clientes, personalizando o atendimento para oferecer uma experiência de consumo diferenciada. O WiFire coleta os dados dos usuários no ambiente do estabelecimento e os cruza com feedbacks vindos de pesquisas de satisfação e informações das redes sociais, por exemplo, fornecendo ao proprietário da casa o maior número possível de detalhes sobre os clientes que estão presentes no local.Restaurantes, pizzarias e bares que recebem muitas famílias com seus pequenos já têm a solução ideal: a Play Table, uma mesa digital, interativa e multidisciplinar para educar e divertir crianças a partir de 3 anos de idade. Colorida, ela possui design moderno, cantos arredondados e combina com qualquer ambiente, além de ser segura e resistente. Quem traz a novidade à Fispal Food Service é a empresa PlayMove, criada por dois empreendedores das áreas de tecnologia e brinquedos educativos.Para evitar filas, aumentar a agilidade no atendimento e não acumular pessoas no caixa, a Winfood criou o aplicativo Fura-Fila, que permite que o consumidor faça o pedido no estabelecimento através de seu smartphone. Assim, ele fica confortável para escolher o que deseja e paga sua conta sem precisar ficar de pé e enfrentar filas, dando mais autonomia e liberdade para o consumidor.?A Fispal Food Service é o principal ponto de encontro de toda a cadeia de alimentação fora do lar e único evento que reúne todo o segmento. Anualmente, apresentamos as mais recentes tendências e inovações para os estabelecimentos, pois nosso compromisso é com o desenvolvimento, modernização e crescimento do setor através do contato que promovemos entre os expositores e os profissionais que visitam a feira?, resume Clélia Iwaki, diretora da Fispal Food Service.Todos os detalhes da programação do espaço Tendências Tecnológicas serão divulgados em breve em www.fispalfoodservice.com.br. As atividades são gratuitas e vão acontecer entre 6 e 9 de junho, das 14 às 20 horas.Fispal Food Service | Fispal Sorvetes | Fispal CaféA Fispal Food Service, Fispal Sorvetes e Fispal Café acontecem paralelamente e ao ExpoVinis Brasil ? principal evento de vinhos na América Latina. As feiras são complementares e formam um panorama completo do setor, trazendo um amplo cenário das inovações e tendências em produção, insumos, maquinário e acessórios. O salão internacional do vinho complementa o calendário de feiras voltadas à cadeia produtiva de alimentos e bebidas, apresentando os destaques do promissor mercado vitivinícola aos profissionais já envolvidos na cadeia de food service, ampliando, assim, os intercâmbios que as feiras promovem.Sobre a Informa ExhibitionsA Informa Exhibitions é uma unidade negócios do Grupo Informa, maior organizador de eventos, conferências e treinamentos do mundo, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. O grupo possui 100 escritórios espalhados por 40 países, empregando cerca de 9000 funcionários em todo o mundo. Nos últimos quatro anos, a Informa Exhibitions investiu cerca de R$ 400 milhões no Brasil em aquisições de eventos, marcas e títulos no segmento de exposições e feiras de negócios. Com escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba e cerca de 230 profissionais, a empresa possui em seu portfólio eventos como Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, FutureCom, ABF Franchising Expo, Serigrafia SIGN FutureTEXTIL, Feimec, ExpoMafe, Plástico Brasil, High Design Expo, entre outros, perfazendo um total de 23 feiras setoriais. www.informaexhibitions.com.br SERVIÇOFispal Food Service | Fispal Sorvetes | Fispal Café6 a 9 de junho de 2017De 6 a 8, das 13 às 21 horas; dia 9, das 13 às 20 horasExpo Center - Norte Rua José Bernardo Pinto, nº 333, Vila Guilherme / São PauloInformações, credenciamento e novidades: www.fispalfoodservice.com.br E-mail: fispalfoodservice@informa.comA feira tem entrada franca e é exclusiva para os profissionais do setor(necessário apresentar identidade e comprovante profissional). Mais informações para a imprensa: CH2A ComunicaçãoDireção: Alessandra Casolato ? alessandra.casolato@ch2a.com.brCoordenação: Magaly Corgosinho ? coordenadoria@ch2a.com.brAtendimento: Débora Rodrigues ? atendimento2@ch2a.com.br Tel. +55 11 3253.7052 | Cel. +55 11 9 7641-7472Assessoria de imprensa | Eventos | Textos & Conteúdo
[+ detalhes]
17/05/2017
Adria Plus Life
Produzida com cereais integrais, nova linha conta com biscoitos doces, salgados, cookies e uma grande novidade: Bits de CereaisA Adria, uma das principais marcas de massas, biscoitos e torradas do país, chega à Apas 2017 com uma grande novidade no portfólio: a linha Adria Plus Life, uma linha de biscoitos integrais, desenvolvida para quem busca uma vida com mais bem-estar e equilíbrio sem abrir mão de muito sabor e de praticidade. A nova linha utiliza com primeiro ingrediente cereais integrais, atendendo à principal demanda dos consumidores para este tipo de produto.A linha Adria Plus Life engloba biscoitos doces e salgados, cookies e uma inovação criada pela empresa e que representa uma nova categoria nas gôndolas do país: os Bits de Cereais, snacks feitos com flocos de arroz integral adicionados de frutas e castanhas. A nova linha terá distribuição nacional e estará disponível na região Sudeste e no Distrito Federal já no primeiro semestre e, no segundo semestre, nas demais regiões do Brasil.Rodrigo Mainieri, gerente de marketing da M. Dias Branco, destaca que a linha Adria Plus Life tem como primeiro ingrediente da lista cereais integrais, o que é de extrema importância para os consumidores, de acordo com pesquisa realizada pelo IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). Além disso os biscoitos são fonte de fibras e toda a linha possui fonte de vitaminas A, D e E. ?Desenvolvemos um portfólio completo, entregando aos consumidores produtos verdadeiramente integrais. Todos os itens contêm cereal integral como primeiro ingrediente da lista. Além dos benefícios funcionais, conseguimos entregar produtos muito saborosos?, afirma.Todos os produtos têm opções de embalagens em porções individuais. ?Sabemos que, em boa parte das ocasiões, o consumo desse tipo de produto acontece em refeições fora do lar. Ter embalagens individuais é fundamental para entregar essa praticidade ao consumidor?, explica Rodrigo. O executivo ainda destaca que o projeto Adria Plus Life foi desenvolvido em parceria com uma assessoria nutricional, que também ajudou a traduzir os benefícios funcionais dos produtos em argumentos de vendas para a equipe comercial.Na categoria de biscoitos doces integrais, serão oferecidos pacotes de 130g, nos sabores Aveia e Mel, Leite e Cereais, Frutas Vermelhas e Cacau e Cereais. Os mesmos sabores serão oferecidos também em pacotes multipack de 120g, com 4 pacotes individuais de 30g cada, para o consumidor levar aonde quiser.Já os biscoitos salgados integrais, Adria Plus Life oferecerão as opções Biscoito Integral e Biscoito Integral Multigrãos. A embalagem, de 156g, contém 6 pacotinhos de 26g cada, com porções ideais para o lanche, no formado de bolso.Haverá ainda três opções de cookies integrais, em embalagens individuais de 40g, com os sabores Aveia e Passas; Cacau e Cereais; e Granola e Mel.Já os Bits de Cereais vão reinventar a maneira de se consumir cereais. Há três deliciosas versões: Cacau e Castanhas; Maçã e Banana; e Castanha do Pará e Coco. O produto tem formato inédito de ?esferas? e também virá em pacotes individuais de 60g cada.Para o lançamento da nova linha, a empresa vai investir muito em PDV com materiais exclusivos e degustação de produto. Também está prevista uma ação com nutricionistas formadoras de opinião, ações de sampling em academias, salões de beleza e lojas de departamentos. Conheça a linha completa Adria Plus Life:Biscoitos Doces (130g):Biscoitos Doces Multipack (4 pacotes 30g, com 6 biscoitos cada):Biscoito Salgado Multipack (6 pacotes de 26g, com 9 biscoitos cada):Cookies Integrais (Display com 12 pacotes de 40g, com 4 cookies cada)Bits de Cereais (Bag Display com 6 pacotes de 60g)Sobre a AdriaA Adria é uma das principais marcas de massas, biscoitos e torradas do país e está entre as ?50 marcas mais valiosas do Brasil?, de acordo com o ranking promovido pela revista IstoÉ Dinheiro em parceria com a consultoria de negócios Kantar Vermeer e entre as ?Marcas Memoráveis do Brasil?, de acordo com o Grupo Meio & Mensagem. A Adria pertence ao portfólio de marcas da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos e atua principalmente na região Sudeste do país. Presente no mercado brasileiro desde 1951, possui mais de 80 tipos de produtos (massas, biscoitos e torradas) e linhas reconhecidas pelo consumidor final como Grano Duro, Tortinhas e Plugados.Sobre M.Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de AlimentosContando com mais de sessenta anos de existência, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado da BM&FBovespa. A Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinha e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks e bolos, mistura para bolos e torradas. Sediada em Eusébio (CE), a empresa é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil, é a sexta maior empresa de massas e a sétima de biscoitos no ranking global por faturamento. Suas operações geram mais de 16 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com fatores importantes para o desenvolvimento econômico e social do país.Sua história começou ainda na década de 40 quando o comerciante e imigrante português, Manuel Dias Branco inaugurou a Padaria Imperial, em Fortaleza (CE). Atualmente, a M.Dias Branco possui um moderno parque industrial com equipamentos de última geração, segundo os mais rigorosos padrões de qualidade, operando com um modelo de integração vertical que permite a produção de suas mais importantes matérias-primas, a farinha de trigo e a gordura vegetal, utilizadas no processo de produção de biscoitos e massas. Suas marcas são sinônimo de tradição e qualidade, estabelecendo um vínculo de confiança e respeito com o consumidor. A estrutura operacional da M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos, com sede no Estado do Ceará, conta com 12 unidades industriais e 29 filiais comerciais distribuídas em diferentes Estados do País, garantindo uma cobertura nacional que possibilita a presença de suas marcas em todo o território nacional.Fonte: Press à Porter
[+ detalhes]
17/05/2017
Glúten não é o vilão! Restringir a alimentação indiscriminadamente é muito mais perigoso!
Maio é o mês da conscientização sobre a doença celíaca (DC), uma disfunção autoimune desencadeada pela ingestão de cereais que contêm glúten em indivíduos geneticamente predispostos. Sabemos que não há dados estatísticos oficiais, mas de acordo com a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra) num universo de 214 brasileiros, um possui a condição. Estima-se que 1% da população é celíaca.Nós, da ABIMAPI, como representantes da indústria alimentícia, nos esforçamos continuamente para transmitir informações de responsabilidade em todos os nossos canais de comunicação, principalmente quando notamos que muitas pessoas aderiram ao modismo injustificado de banir o glúten da dieta sem prescrição médica, devido a tendência de medicalização dos alimentos. Com a força e a rapidez das mídias digitais e dos influenciadores de opinião, este comportamento ganhou proporções incalculáveis, com uma falsa ideia de saudabilidade. Mas esta restrição pode trazer graves problemas à saúde, e é nosso dever combater estes mitos.Fomos pela primeira vez à imprensa com nossa equipe de consultoras em nutrição para falar a respeito dos riscos das dietas gluten-free para pessoas saudáveis em fevereiro de 2010. Nestes mais de sete anos, já produzimos cerca de 80 conteúdos ligados ao tema, seja como releases e sugestões de fonte para jornalistas, entrevistas, posts no Facebook e palestras em congressos e fóruns voltados aos profissionais da saúde. Acompanhamos o trabalho de cientistas dos mais conceituados centros de pesquisas e utilizamos estas informações para chancelar nossa mensagem.Em outubro de 2015 nos reunimos com a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (ABIP) e SAMPAPÃO em apoio à plataforma digital Glúten: Contém Informação, iniciativa desenvolvida pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (ABITRIGO). Atualmente, a Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN) também é nossa parceira, e já emitiu um posicionamento oficial sobre as questões que envolvem o glúten.O trabalho desenvolvido em conjunto por todos começou a surtir efeito e a própria mídia mudou o comportamento agressivo que no passado transformou este nutriente no vilão da alimentação. Diversos estudos constataram os perigos de restringir alimentos injustificadamente e hoje o alerta é claro: não pode consumir glúten apenas os portadores de doença celíaca. As pessoas que sentem algum tipo de desconforto após a ingestão dos derivados de trigo, cevada ou centeio devem procurar auxilio médico para diagnóstico assertivo e tratamento.Ressaltamos, mais uma vez, uma das nossas mensagens mais importantes: ninguém precisa abrir mão dos carboidratos e/ou do glúten para ser saudável. O importante é manter uma dieta equilibrada com todos os grupos alimentares, em quantidade adequada. Disponibilizamos mais informações em www.abimapi.com.br.Claudio Zanão - Presidente da Abimapi.
[+ detalhes]
09/05/2017
Fidelizar para o sucesso
Há poucos dias, foi divulgado o resultado da mais recente sondagem do Open Table (a maior plataforma de reservas dos Estados Unidos) sobre fidelização, o que me inspirou para este artigo.Simples: o consumidor está disposto a entregar sua fidelidade em troca de cuidado, atenção e, sim, mimos!Às vezes, acho que a gente agrega complexidade a determinados assuntos nas nossas empresas justamente para fugir deles: se algo é muito mais complicado do que podemos resolver, então, o negócio é não resolver e pronto!Aí, a gente se depara com um dos mais importantes desafios de um restaurante fidelizar clientes e descobre que alguns pequenos itens free, reservar as mesas melhores, dar uns brindes no aniversário e interagir com o cliente fazem toda a diferença!Então, se algo tão importante tem respostas razoavelmente simples, onde está o pulo do gato?Certamente, a resposta está em, ao menos, dois pontos: conhecer o cliente muito mais intensamente do que conhecemos, executar muito mais eficientemente do que executamos e praticar a empatia muito mais do que praticamos.Por mais que pareça contraditório, o contato com milhares de estabelecimentos ao longo dos anos nos mostra que esses três fundamentos não estão entre os pontos fortes de donos, gestores e Chefs no Brasil.Em tempos de experiência de consumo acima de tudo, este certamente é um dos caminhos mais prováveis para o sucesso!
[+ detalhes]
04/05/2017
BRF APRESENTA NOVIDADES NA 33ª EDIÇÃO DA APAS SHOW
São Paulo, maio de 2017 - A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo e dona das marcas Sadia, Perdigão e Qualy, apresenta na APAS SHOW 2017 novidades em seu portfólio de produtos. O evento, reconhecido como a principal feira supermercadista do mundo, acontece em São Paulo, de 2 a 5 de maio.As novidades, além de expostas, poderão ser experimentadas pelos visitantes da feira no stand de 348m² da BRF. Conheça mais sobre os lançamentos apresentados no evento:Perdigão ? A marca do coração dos brasileiros, apresenta na APAS SHOW 2017 a sua nova identidade visual. Desde logotipo até o design das embalagens, o novo key visual da marca tem como objetivo garantir maior visibilidade dos produtos a partir de uma linguagem moderna e que cria conexão com o cotidiano dos consumidores. Além disso, as novas embalagens terão dicas e sugestões de como dar um toque especial na preparação dos alimentos.Além da nova identidade visual, a Perdigão traz três lançamentos para o varejo brasileiro:Mortadela Ouro Gran Bologna PerdigãoA Nova Mortadela Ouro Gran Bologna Perdigão é inspirada nas receitas italianas, feita com diferentes especiarias e carnes nobres e selecionadas (100% suína), com processo lento de cozimento e a garantia de Qualidade Ouro Perdigão. Cuidadosamente temperada com um toque de especiarias, a Mortadela Ouro Gran Bologna permite que os consumidores tenham uma experiência única a cada fatia.Linha Na Brasa PerdigãoA linha Na Brasa Perdigão, traz novidades para que o churrasco entre amigos e família fique ainda mais delicioso. São 4 novos sabores de linguiças: Alho e Ervas, Pimenta Biquinho, Frango com Bacon, e a exclusiva linguiça com Queijo Coalho; além de novidades em cortes de frango marinados ? Coxinha da asa com molho de mostarda e Sobrecoxa com molho chimichurri ? que garantem sabor e praticidade para os consumidores, pois já vêm temperados. Na Brasa Perdigão iniciou também as vendas do tradicional coração marinado em uma versão especial ao molho shoyu. Com esses lançamentos especiais, Perdigão leva ainda mais praticidade e sabor aos churrascos dos brasileiros.Mini Chicken Minions PerdigãoEm parceria com a Universal Pictures, Perdigão lança no mercado de empanados a exclusiva linha de produtos Minions Mini Chicken. Em formato dos Minions, a linha está disponível em três sabores: Tradicional, Queijo e Cenoura. Os produtos são feitos com peito de frango e enriquecidos com vitaminas, ferro e zinco. O lançamento do produto contará com uma ação exclusiva nos cinemas da rede Cinemark de todo o Brasil, em que os espectadores poderão comprar e saborear os produtos da linha Minions Mini Chicken enquanto assistem ao Meu Malvado Favorito 3, a mais nova animação da Universal Pictures.Sadia ? A marca Sadia chega à APAS SHOW 2017 com novidades em suas embalagens e lançamentos exclusivos na linha Frango Fácil. As novidades levam mais praticidade e sabor ao cotidiano dos consumidores.Embalagens plásticasA BRF iniciou um projeto para substituir as embalagens de modelo cartucho, fabricadas em papel, para embalagens plásticas. A retirada do cartucho permite maior otimização de espaço na cadeia: estocagem e transporte. As novas embalagens, já disponíveis nas categorias empanados e pratos prontos da Sadia, garantem mais facilidade para o varejista na reposição e distribuição dos produtos na gôndola e otimização do espaço. Para o consumidor, essa inovação atende as necessidades de manter o produto mais protegido, sem risco de molhar como a embalagem de papelão, e facilita o armazenamento no freezer, ocupando menos espaço em relação às caixas.Frango Fácil com Legumes SadiaEste lançamento vem para complementar a linha Frango Fácil da Sadia e trazer ainda mais praticidade para o dia a dia do consumidor brasileiro, com uma refeição que une o frango aos legumes, acompanhamento comumente preparado na casa dos consumidores. O produto conta com 800g de frango, acompanhado de 300g de legumes (batata e cenoura). No preparo, não é preciso descongelar o produto, basta colocar o frango no forno e, próximo ao fim do cozimento, acrescentar os legumes.Frango Fácil de Panela SadiaEste lançamento chega para complementar a linha Frango Fácil da Sadia, trazendo o modo de preparo mais comum para frango, que é o de panela. Disponível nas opções coxa e sobrecoxa, o produto conta com 800g de frango, acompanhado de um sachê com molho especial (tomate, cebola, salsa e alho) de 150g. Não precisa descongelar, basta colocar o frango, o molho e um pouco de água na panela de pressão e esperar aproximadamente 40 minutos para que a refeição fique pronta. O Frango de Panela Sadia chegará ao mercado ainda este ano.Qualy ? Líder absoluta da categoria e presente em sete de cada dez lares brasileiros, Qualy é uma das marcas mais lembradas pelos consumidores.Qualy MultigrãosA marca aposta em uma nova linha que combina o sabor original de Qualy com os benefícios de seis grãos integrais: linhaça, aveia, chia, quinoa, girassol e gergelim. Fontes de fibras e proteínas, os grãos são adicionados inteiros, o que garante uma textura agradável e mantém as propriedades de cada um. O lançamento tem como objetivo democratizar o acesso aos grãos e tornar o café da manhã do brasileiro mais nutritivo e saudável.Serviço:Local: Expo Center Norte - Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila GuilhermeDatas e Horários: de 02 a 04/05, das 14h às 22h e dia 05/05, das 13h às 19h.Congresso: de 03 a 05/05, das 8h às 14h.Stand BRF: Pavilhão Branco, Rua H/ 16 ? Estande 440.Sobre a BRFA BRF é uma das maiores companhias de alimentos do mundo, com mais de 30 marcas em seu portfólio, entre elas, Sadia, Perdigão, Qualy, Paty, Dánica, Bocatti e Vienissima. Seus produtos são comercializados em mais de 150 países, nos cinco continentes. Mais de 105 mil funcionários trabalham na companhia, que mantém 54 fábricas em sete países (Argentina, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Holanda, Malásia, Reino Unido e Tailândia).Contatos ImprensaGuilherme CabreraE-mail: guilherme.cabrera.ext@brf-br.comTelefone: (11) 2322-4431Bruna RassiE-mail: bruna.rassi.ext@brf-br.comTelefone: (11) 2322-4431Fernanda DapráE-mail: fernanda.dapra.ext@brf-br.comTelefone: (11) 2322-5217­
[+ detalhes]
04/05/2017
É possível recuperar o sabor original do tomate?
Muitos consumidores reclamam que os tomates perderam o gosto e estão cada vez mais sem graça. Uma capa recente da prestigiada revista americana Science levantou essa questão, apontando alterações genéticas industriais como as principais culpadas.A boa notícia é que cientistas estão se empenhando para reverter esse quadro, com o apoio de produtores que buscam distribuir, em larga escala, frutos tão apetitosos quanto os tomates do passado, cujo gosto se caracterizava por compostos com sabores amargos, doces e ácidos - uma mistura que tornou a iguaria tão popular durante séculos.A Trebeschi (www.trebeschi.com.br) investe em pesquisa e tecnologia para cultivar frutos de qualidade, ressaltando os sabores mais marcantes do alimento, como a doçura do sweet grape, entre outros. É incrível observar a variedade de opções de tomates ? e como os sabores podem variar!Edson Trebeschi, presidente da empresa, considera que essa ?cruzada pelo sabor? deve ser encarada como prioridade por todos os produtores. Ele está disponível para entrevistas no estande da marca (Rua 10/H, estande 351 ? Pavilhão Branco), nas quais pode abordar os pontos abaixo:- Quais são os tipos de tomate comercializados no Brasil e o que diferencia cada um deles?- Como era o sabor original do tomate? Por que ele sofreu alterações ao longo dos anos? Outros alimentos também passam por isso?- O que os produtores estão fazendo para retomar esse sabor? Quais avanços já foram feitos no Brasil e em outros países?- Como o fruto é produzido atualmente? Quais componentes são utilizados para garantir o sabor e a segurança do alimento?- Quais os principais nutrientes do tomate e por que ele é importante na dieta?Entre outras questões.Sobre a TrebeschiA Trebeschi é uma das principais produtoras e distribuidoras de tomates do Brasil. Com plantações em 20 municípios do Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, assegura o abastecimento de alimentos de qualidade o ano inteiro às principais capitais e a diversos países da América do Sul, já que a diversificação geográfica impede que o clima afete a produção. Há 22 anos, a empresa investe nas mais inovadoras tecnologias do campo para levar às prateleiras produtos que unem sabor, sustentabilidade e segurança.Presente nas maiores redes de varejo do país, a Trebeschi é licenciada para comercializar os Minitomates Turma da Mônica, os Tomates Ana Maria Braga e tem parte dos alimentos destinada às marcas próprias, que adquirem produtos da empresa e os revendem com outras embalagens. Além disso, produz milho, pimentão, sweet palermo, minipepino e batata-doce.Mais informações: www.trebeschi.com.brTREBESCHI N0 APAS SHOW 2017 - Rua 10/H, estande 351 ? Pavilhão Branco
[+ detalhes]
04/05/2017
Índice GS1 de Atividade Industrial apresenta forte alta em abril
O Índice GS1 de Atividade Industrial, que mede a intenção de lançamento de novos produtos pela indústria nacional, apresentou forte alta em abril, com avanço de 28,6% relativo a março, para o dado livre de efeito sazonal. Na comparação com o mesmo período de 2016, o dado é 2,6% menor, queda muito mais branda do que a acumulada no primeiro trimestre de 2017 para a mesma base de comparação (-19,8%). Abril/17 comparado a Março/17 Abril/17 comparado a Abril/16 Acumulado no ano até Abril/17 ORIGINAL 2,3% -2,6% -15,6% DESSAZONALIZADO 28,6% - - ?O forte desempenho do Índice em abril é um sinal de que setores industriais importantes estão se preparando para alguma recuperação de demanda. Neste sentido, é possível que passemos a observar resultados mais fortes para a produção industrial brasileira nos próximos meses?, aponta Virginia Vaamonde, CEO da GS1 Brasil.Entenda o Índice GS1Índice antecedente de produção industrial que mede a intenção de lançamento de novos produtos no Brasil, por meio dos pedidos de códigos barras pelas empresas. ORIGINAL ? dado bruto reflete as solicitações de GTIN mês a mês. DESSAZONALIZADO ? série livre de efeito sazonal, exclui efeitos típicos de meses específicos e permite uma avaliação mais intuitiva de tendência do crescimento da série entre os meses (ex. comportamento histórico de aumento de pedidos por conta de datas comemorativas). O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial será divulgado: Todo 1º dia útil do mês Primeiro indicador antecedente de Indústria a ser divulgado Poder explicativo adicional ? não direto ? com significância estatística Relacionado com Inovação ? portfólio de produtos das empresas Setores relacionados com CNAE ? Divisão 10 a 33 Número Índice (Base: média de 2012 = 100) [if !supportLists]·[endif]Saiba mais em: https://www.gs1br.org/educacao-e-pratica/Paginas/indice.aspxSobre a Associação Brasileira de Automação-GS1 BrasilA Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados. Mais informações em www.gs1br.org.
[+ detalhes]
27/04/2017
'Vinho na Vila' aporta pela primeira vez no Rio com 200 rótulos de vinícolas nacionais
Festival terá degustações, gastronomia, música e palestras sobre o universo da bebidaSucesso em duas edições em São Paulo e uma em Florianópolis, o 'Vinho na Vila' acontece pela primeira vez no Rio de Janeiro, de 19 a 21 de maio, no Píer Mauá.Durante o festival, os visitantes terão a oportunidade de conhecer cerca de 200 rótulos de vinhos e espumantes brasileiros diretamente com os produtores.O ingresso custa a partir de R$50 e dá direito a uma taçaoficial do evento e degustação em todos os stands, além de atrações musicais e palestras com especialistas do Instituto Brasileiro do Vinho - Ibravin. O público terá ainda a chance de comprar garrafas com preços especiais de quem compra direto do produtor, com desconto de até 20%.?Hoje, os cariocas estão bebendo vinho o ano inteiro, o mercado está crescendo muito no Rio. Fora que é uma cidade despojada, o que tem tudo a ver com a nossa proposta que é acabar com essa ideia de que vinho é uma coisa formal, elitista?, diz Larissa Fin, idealizadora do Vinho na Vila. ?Outro tabu que queremos quebrar é de que os vinhos brasileiros não são bons. No evento, levaremos vários rótulos premiados e ainda desconhecidos. As pessoas terão a oportunidade de conhecer o que há de melhor no Brasil e, ainda, aprender com os produtores, saber a história e particularidade de cada vinho, o que faz toda a diferença na experiência.?Entre as vinícolas confirmadas até o momento, estão Vinícola Fin, Dal Pizzol, Casa Perini, Rio Sol e Bueno Wines.São esperadas 10 mil pessoas durante os três dias do eventoNa sexta, sábado e domingo, bandas cariocas de MPB, jazz e blues farão a trilha sonora do evento, que terá como cenário o novo ponto turístico do Rio de Janeiro: a revitalizada Praça Mauá, no Prédio do Touring, com vista para a Baía de Guanabara e Museu do Amanhã. O acesso ao Vinho na Vila pode ser feito pelo VLT, estação Parada dos Museus.Como bons vinhos pedem boa gastronomia, para harmonizar, entre uma taça e outra, os visitantes poderão contar com a feira com produtos artesanais. O Sud Dog, da chef Roberta Sudbrack; Los Paderos, de pães artesanais; e Dona Sebastiana, com sanduíches; e Devorarte, de hambúrgueres, são alguns dos nomes confirmados.Apreciadores, tanto amadores quanto experientes, que quiserem aprofundar seus conhecimentos sobre a produção nacional de vinhos poderão participar das palestras com especialistas, entre eles, a Silvia Mascella Rosa, sommelier do Ibravin. No 'Momento Vinho na Vila' haverá harmonização e bate-papo sobre o universo do vinho.Outra atração para adultos e crianças será a 'Pisa na Uva', experiência que revive a técnica artesanal de produção de vinhos dos imigrantes italianos.SERVIÇO: Vinho na VilaDatas: 19 a 21 de maio, de sexta a domingo, das 14h às 22hLocal: Praça Mauá, s/n ? Região Portuária, Rio de JaneiroIngressos: R$50 (500 primeiros); R$70 após; R$100 no dia do evento.*Menores de 15 anos acompanhados de um responsável não pagam ingresso. A entrada sem a degustação custa R$20.Mais informações: www.vinhonavila.com.br
[+ detalhes]
19/04/2017
Cardápio energizante: como vencer o cansaço e a fraqueza causados pela má alimentação
Dieta reforçada é fundamental para combater o esgotamento provocado pela rotinaSe existe uma sensação que acompanha a vida moderna ela é, sem dúvidas, a falta de tempo. Mal acabamos de nos despedir da sexta feira e logo temos que encarar uma nova semana. Em meio a tantas obrigações a cumprir, não é incomum termos a impressão de que apenas dois dias não foram suficientes para recarregar as energias. Embora esse efeito seja relativamente normal e a segunda feira acabe gerando certo desânimo em muitas pessoas, existe uma linha tênue que separa o cansaço eventual da fadiga crônica. Ironicamente, um dos fatores mais determinantes nessa questão é justamente um dos mais negligenciados atualmente: a qualidade da alimentação.Mal nutrido, o corpo fica sem energia e passa a dar sinais de alerta que, muitas vezes, são banalizados por quem enfrenta o problema. Resultado: stress, indisposição para cumprir as atividades do dia a dia, má qualidade do sono, fome exacerbada ou falta de apetite e diversos outros sintomas que, se ignorados, podem acarretar em sérios problemas de saúde. Quer saber se essa é a razão por trás do seu cansaço constante e o que fazer para contornar tal situação? Saiba mais agora:Sinais do descompassoCom o ritmo de vida moderno é extremamente comum termos que nos dividir entre diversas tarefas. Casa, trabalho, estudo, filhos... Tamanha correria requer, naturalmente, mais energia do corpo. Porém, em virtude do próprio estilo de vida acelerado, nem sempre essa demanda é suprida pela dieta. Quem nunca deixou de tomar o café da manhã para não se atrasar ou trocou o almoço por um lanche para ir ao banco, por exemplo? Apesar de parecerem atitudes inofensivas, quando as más escolhas da dieta se tornam constantes, a oferta de combustível para o organismo pode ficar baixa, resultado em sintomas como cansaço, fraqueza e dificuldade de concentração. Porém, com distinguir a falta de energia ocasional de uma deficiência nutricional mais severa?De acordo com a nutricionista Joanna Carollo, existem alguns sinais que podem sugerir um distúrbio dessa ordem ?Embora a fadiga crônica possa ter varias causas, quando o problema está relacionado à alimentação desbalanceada, o corpo emite sinais bem evidentes: além do cansaço físico, cãibras e dores musculares, o indivíduo pode apresentar unhas e cabelos quebradiços, pele seca, tremores, tontura, entre outros. Isso porque nutrientes essenciais como vitaminas e sais minerais podem estar em falta, comprometendo o bom funcionamento do organismo. Se o indivíduo se sente frequentemente esgotado, mesmo após uma boa noite de sono, por exemplo, é importante buscar ajuda médica para investigar o problema?. Além disso, a especialista da Nova Nutrii pondera que o individuo pode fazer uma análise sobre seus hábitos alimentares ?Refletir se as escolhas do dia a dia são suficientemente boas, ou seja, nutritivas e condizentes com o estilo de vida. Não basta apenas ?comer para matar a fome?, é preciso ver se as refeições estão de fato suprindo a necessidade energética e vitamínica. O curioso é que nós costumamos ter consciência de que nosso desempenho não é o mesmo quando não nos alimentamos bem. Ainda assim, muitas pessoas sacrificam a alimentação saudável em virtude da rotina?.Forneça ?combustível? de qualidadeCarollo explica que a fadiga crônica ligada à deficiência nutricional não significa, necessariamente, uma alimentação insuficiente, mas, muitas vezes, pouco qualificada. ?Como sabemos, os alimentos são a nossa fonte majoritária de energia. Porém, assim como um carro, precisamos de um combustível de qualidade. Se você não coloca uma boa gasolina e não cuida da manutenção, por mais que o veiculo esteja ?abastecido?, uma hora vai apresentar um problema mais grave, capaz de prejudicar seu funcionamento. Nosso organismo trabalha da mesma forma, mesmo que nos alimentemos frequentemente, se essas refeições não suprirem determinados nutrientes, o corpo vai perdendo ?potência??. A nutricionista lista alguns desses itens essenciais para o organismo e sua relação com o cansaço crônico:Minerais que afugentam a fraqueza:A deficiência de minerais como o Magnésio, Ferro e Potássio pode desencadear sintomas como fraqueza, tremores, alterações no ritmo cardíaco, cãibras, náuseas, vômitos, perda do apetite, dificuldade de concentração e aprendizado, sonolência, enfraquecimentos das unhas e cabelos (inclusive a queda), irritabilidade, palidez, inapetência, baixa na imunidade e, em casos mais severos, problemas de saúde como a anemia. Isso porque esses minerais são responsáveis, dentre outras coisas, pela produção de energia, contração muscular, oxigenação das células, formação dos glóbulos vermelhos, e fortalecimento do sistema imune.Onde encontrar: ?Sementes de abóbora, espinafre, couve, arroz integral e amêndoas são ricas em Magnésio. Já o Ferro está presente, sobretudo, nas proteínas animas como fígado bovino. Também é possível encontra-lo nos vegetais, como leguminosas e hortaliças verde-escuras, porém, o Ferro presentes nas carnes é melhor absorvido pelo organismo. Já o Potássio pode ser obtido através do consumo de bananas, beterraba, feijão e alguns peixes, como o salmão e o atum.?Vitaminas que turbinam a energiaGanham destaque a Vitamina A, as Vitaminas do complexo B (em especial a B12), a Vitamina C e a Vitamina D. Dentre outras funções, essas vitaminas são responsáveis pelo bom funcionamento neurológico, produção de glóbulos vermelhos, regulação da suprarrenal (glândula responsável pela resposta ao stress), manutenção do bom humor e ação imuno-moduladora. A deficiência de algum desses nutrientes pode levar a insônia, depressão, irritabilidade, dores de cabeça frequentes, problemas gastrointestinais, problemas de equilíbrio, enfraquecimento da memória, fraqueza muscular e inflamações frequentes. Onde encontrar: ?Proteínas animais como fígado, ovos e peixes são boas fontes tanto de Vitamina A, quanto de Vitaminas do complexo B. Porém, também é possível encontrar esses nutrientes em fontes vegetais como a cenoura, a abóbora e vegetais folhosos como a couve. A Vitamina C pode ser encontrada em abundância em cítricos como a acerola, a laranja e o morango, mas também está presente em vegetais como o brócolis e o pimentão. Apesar de poder ser encontrada em peixes gordos (salmão, atum, etc.), o aporte de Vitamina D merece mais atenção, já que é um pouco mais difícil de ser suprido somente através da alimentação normal. Justamente por isso, em alguns casos, a suplementação desse nutriente é bem vinda. Ainda assim, para que o organismo seja capaz de produzir a vitamina, é essencial tomar sol moderadamente e com frequência.?Hábitos que roubam energiaAlém de apostar numa alimentação rica nesses nutrientes, é importante afastar alguns hábitos que podem sabotar a energia. Muitos deles estão ligados, inclusive, ao estilo de vida moderno e que devem ser combatidos tanto em prol do desempenho, quanto da saúde. Portanto, evite:Abusar do café: bebidas estimulantes podem ser uma alternativa naqueles dias nos quais nos sentimos menos motivados. Porém, se você se sente ?dependente? do café (ou de outra bebida rica em cafeína) para encarar uma atividade, pode estar ?mascarando? um problema maior. Embora a bebida ajude a manter a mente alerta, é preciso investigar qual problema está relacionado à falta de energia e concentração;Trocar refeições por lanches industrializados: o mesmo vale para o abuso de alimentos altamente processados e refinados. Além de serem pobres em nutrientes, estes alimentos são rapidamente absorvidos pelo organismo, provocando picos de glicose que favorecem a fome exagerada, ganho de peso e inchaço;Ficar muitas horas sem comer: Dificulta o controle da ingestão calórica, pois com poucas refeições, o indivíduo tende a comer mais. Com isso, ele corre o risco de comer além da conta e fazer escolhas pouco saudáveis. Resultado: digestão ?pesada?, sonolência e indisposição;Consumir poucas fibras: As fibras possuem um papel importante para boa digestão e tem total relação com a oferta de energia. Como são absorvidas lentamente, controlam a liberação de glicose, evitando picos e mantendo a energia estável. Porém, é fundamental lembrar que a hidratação adequada é indispensável para que este benefício seja alcançado.Pessoas muito ativas precisam de suplementação?Quando a dieta é balanceada, dificilmente um indivíduo sofrerá da fadiga crônica motivada por uma deficiência nutricional. E embora seja relativamente simples afastar essa possibilidade, muitas pessoas tem dificuldade de seguir uma alimentação saudável e natural no dia a dia, seja pela impossibilidade de preparar as próprias refeições, seja pela falta de tempo para procurar opções mais adequadas. O grande problema é que quanto mais ativa for uma pessoa, maior será sua demanda nutricional. Justamente por isso, muitos podem questionar se é necessário (e válido) apostar na suplementação.Joanna enfatiza que o melhor caminho é sempre a alimentação balanceada, mas considera que esses produtos podem ter um papel importante na vida de pessoas que não conseguem obter esses nutrientes unicamente por meio da dieta ?Não só pela oferta de energia, mas principalmente pelo aporte de vitaminas e sais minerais que muitas vezes não podem ser totalmente supridos ao longo do dia pelo cardápio. Suplementos alimentares podem ser uma alternativa para facilitar a rotina dessas pessoas. Porém, como essa questão é totalmente individual, é fundamental buscar orientação profissional para verificar quais nutrientes devem ser suplementados e em quais quantidades.?Fonte: Nova NutriiDivulgação: Agência Carti
[+ detalhes]
19/04/2017
Mudança de Comando
iFood Anuncia Novo CEO04/04/2017 O iFood, plataforma de delivery online de comida, anuncia Carlos Eduardo Moyses como o novo CEO. O executivo assume o posto com o desafio de manter o crescimento anual de mais de 100%, resultado registrado pela empresa nos últimos anos. Moyses trabalha há cinco anos no mercado de delivery online, atuando três anos como CEO da Just Eat no Brasil e os últimos dois anos como CFO do iFood, após a fusão das duas empresas, em 2014. "Estou extremamente animado e confiante com o desafio. Vamos trabalhar cada vez mais para entregar valor agregado aos restaurantes, parceiros fundamentais no nosso negócio, e nossos usuários podem esperar grandes inovações", afirma Carlos
[+ detalhes]
17/04/2017
Dia Mundial do Malbec com dicas de harmonização
Uva icônica argentina é sedosa, doce e profunda, perfeita com carnes vermelhas, churrasco e até feijoadaNo dia 17 de abril é comemorado o Dia Mundial do Malbec, por essa ocasião, a marca Trivento ? da VCT filial e distribuidora da Vinícola Concha y Toro no Brasil ? presta homenagem à uva extremamente apreciada pelo paladar brasileiro. Segundo recente estudo da Wine Intelligence, a uva Malbec é a preferida dos brasileiros, seguida por Cabernet Sauvignon e Merlot.A uva mais icônica e tradicional da Argentina está presente nos vinhos da Trivento, vinícola de Mendoza representada no país pela VCT Brasil. Ela é responsável por 44% dos vinhos exportados pela Argentina. De 2011 para 2015, houve um aumento de 38% nos volumes de caixa do vinho Trivento, o que significa um resultado extremamente positivo frente ao mercado internacional.?Para nós, da Trivento, o Dia Mundial de Malbec no Brasil reforça a presença da marca no país e reconhece a qualidade e sabor inigualável desta uva, de origem francesa, com notas de baunilha provenientes do carvalho?, diz Lucas Ribeiro, gerente de Marketing da Trivento.Tradição MalbecA origem do Malbec é proveniente da região de Bordeaux, no sul da França. Os vinhos desta variedade alcançaram o reconhecimento desde os tempos do Império Romano e logo se consolidaram na Idade Média. Quando a praga filoxera destruiu a viticultura francesa, no final do século XIX, o Malbec foi uma das uvas afetadas.Na segunda metade do século XIX, surgiu uma praga chamada Filoxera que destruiu grande parte dos vinhos da França e outros países da Europa. No mesmo período, o presidente Domingo Faustino Sarmiento contratou o agrônomo francês Michel Aimé Pouget para ajudar a resolver o problema.Seguindo o modelo da França, a Quinta Normal se propôs a incorporar novas variedades de cepas como forma de melhorar a indústria vitinícola nacional. No dia 17 de abril de 1853, a iniciativa foi recebida pelo governador de Mendoza, por meio de um projeto de lei, com o objetivo de fundar uma Escola de Agricultura de Mendoza.Pouget chegou a Mendoza em 1853, com 32 anos de idade, trazendo plantas francesas, sementes e cepas de vários tipos, como Malbec, Cabernet Sauvignon e Pinot Noir.No final do século XIX e nas mãos dos imigrantes italianos e franceses, a vitivinicultura se desenvolveu exponencialmente e, com ela, o Malbec, que se adaptou rapidamente aos diversos solos da geografia argentina. Hoje, Malbec é a uva que simboliza a Argentina.HarmonizaçãoMalbec é uma uva que combina com churrasco e carnes vermelhas ? tente uma costela de boi, por exemplo, ou um bife de chorizo, tradicional Argentino. É ideal para pessoas clássicas e que buscam um vinho bom sem medo de errar. Outra opção é com feijoada, um dos pratos típicos brasileiros mais famosos.Ficha técnica ? Trivento Golden Reserve MalbecOrigem do vinhedo: Vistalba, las Compuertas, Agrelo e Pedriel (Lujan de Cuyo), MendozaEnvelhecimento: 12 meses em barrica de carvalho francês e 12 meses em garrafaDetalhes da colheita: Colheita manual em caixasCor: Vermelho vivo com tons violáceos e toques negrosAroma: Frutos vermelhos como ameixas e cerejas ao licor combinadas com a elegância e a doçura do carvalho.Boca: Sedoso, doce e profundo. Sumarento no final.Graduação Alcóolica: 14,5% volAcidez total: 5,77 g/lAçúcar residual: 2,8 g/lServir entre: 16-18ºC
[+ detalhes]
24/03/2017
Basilicata - Pão, Empório e Restaurante: tradicional padaria paulista abre novo empreendimento no coração do Bixiga
Família italiana radicada em São Paulo expande tradição e inaugura restauranteUm cheirinho de pão fresco sai do nº614 da conhecida Rua Treze de Maio, localizado no coração do Bixiga, bairro tradicional da cidade de São Paulo. Pudera! As deliciosas receitas da padaria Basilicata ainda fazem fama entre os vizinhos e o público cativo, que há 103 anos são clientes fiéis da família de imigrantes italianos que domina a arte de fazer pães. A fachada e o logotipo preservam a escolha de Filippo Ponzio, fundador da padaria. Lá dentro, o clima é de uma verdadeira viagem ao tempo: balança antiga, o ?pendura? (onde literalmente se penduravam as contas), cartazes escritos à mão e fotografias que contam a história da família que saiu de Basilicata, sul da Itália, para expandir na crescente São Paulo.Daqueles tempos para cá muito pão se assou e a padaria Basilicata ganhou novos sócios da família, os Lorenti-Laurenti. Hoje o empreendimento é comandado pelos sucessores dessa quarta geração: Nicola, Toninho, Vittorio e Angelo. Com formações diferentes, os primos e irmãos se dedicam ao mais novo passo da família: o restaurante Basilicata, inaugurado em 16 de março! É pelas portas da padaria que os clientes têm acesso agora ao novo ambiente: Basilicata ? Pão, Empório e Restaurante.Logo na entrada, os clientes continuam a desfrutar dos serviços da padaria e do empório. Um amplo balcão e mesas-bistrô estão à disposição para lanches rápidos. No andar superior ? que também pode ser acessado por um elevador, instalado para garantir a acessibilidade de todos os clientes - está a grande novidade: o chef Rafael Lorenti prova que a cucina italiana está no DNA e prepara um menu enxuto, tipicamente do sul da Itália, com cerca de 30 opções de pratos.Como entrada se destacam as famosas ?Bruschettas?, em 4 variações: Caprese (a mais tradicional feita com tomate, mozzarela e manjericão), Capra (com queijo de cabra e cebola roxa no vinho tinto), Alice (que inova pelo contraste do mascarpone e lardo) e a Pancetta (ingrediente que não falta a mesa dos meridionais da Itália) e a ?Insalata Basilicata? (Pane Raffermo, alice e vegetais regado a azeite extra virgem, compõem um prato típico ?Dei Contandini? ? dos camponeses). Difícil escolher o prato principal, mas entre as opções há o ?Fusilli Palmarino? (com molica e nozes), o ?Mare Di Maratea? (com polvo, frutos do mar, vegetais grelhados e Pasta Fredda Di Nero Di Seppia) - prato para ser compartilhado por até quatro pessoas. O ?Bucconotti Ripieno? (pasteizinhos doces recheados de castanha e especiarias, acompanha sorvete) e a ?Torta Delle Rose? (massa fermentada em forma de rosas com recheio de limão, acompanhada de sorvete de café) são as sugestões de sobremesas.Todas essas delícias são degustadas em um ambiente exclusivo, que leva a assinatura do já conhecido SuperLimão Studio, com inspiração na antiga Itália, tão querida e guardada nas lembranças da família. Na nova casa os detalhes podem ser observados por toda parte, dos ladrilhos e vitrais originais até as vigas dos tetos, que deixam à mostra as tradicionais pás de forno a lenha. Um aconchegante terraço lateral complementa o ambiente! Na saída, uma pequena viela de paralelepípedo foi incorporada para somar ainda mais charme a casa - difícil é querer sair de lá!A história da Basilicata está registrada no livro ?Padaria Basilicata - Cent'anni di Storia?, da editora Senac, 2014, que também pode ser encontrado na casa italiana.Serviço:Basilicata ? Pão, Empório e RestauranteEndereço: Rua 13 de Maio, 596, Bixiga ? São Paulo/SPTelefone: (11) 3289-3111Divulgação: Lilica Cesar de Mattos - Assessoria de Imprensa
[+ detalhes]
23/03/2017
PROWEIN 2017 - Vinícola Aurora atrai compradores na feira de Dusseldorf
Qualidade dos vinhos e liderança da Aurora no mercado brasileiro chamam a atenção dos compradores internacionaisNo primeiro dia da Prowein Düsseldorf - a maior feira de vinhos do mundo, que abriu neste domingo e segue até terça-feira - a Vinícola Aurora confirma suas expectativas de ampliar suas exportações. Esta é a nona participação da Aurora nesta feira. "A qualidade de nossos vinhos surpreende mais a cada ano", afirma a gerente de exportação e importação da Vinícola, Rosana Pasini, presente no evento e animada com a grande possibilidade de bons negócios. "O Brasil ainda é visto como novo na produção de vinhos e isso chama a atenção dos compradores, que experimentam nossos produtos e se encantam com a qualidade", pondera Rosana. "Além disso, todos que passam pelo estande têm interesse em falar com a Vinícola Aurora por ser a maior do Brasil", conclui a gerente de exportações, informando que já nesse primeiro dia foram realizadas reuniões com compradores de 11 países.A Vinícola Aurora integra o estande do Projeto Wines of Brasil, organizado pelo Instituto Brasileiro do Vinho - Ibravin com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Nesta 23ª edição da Prowein Düsseldorf, a Vinícola lança vinhos que completam a sua linha de exportações Brazilian Soul: Brazilian Soul Premium Selection Chardonnay, Brazilian Soul Premium Selection Merlot e Brazilian Soul Cabernet Sauvignon. ?Lançamos os Brazilian Soul aqui na Prowein, em 2013 e, em poucos meses, tínhamos essa linha distribuída em diversos países da Europa", lembra Rosana. Os vinhos tintos, brancos e espumantes da marca Aurora, inclusive o Aurora Pinto Bandeira Extra Brut Método Tradicional com Indicação de Procedência, reforçam a participação da maior vinícola brasileira nessa feira.Cooperativa Vinícola Aurora Visite o site: www.vinicolaaurora.com.brSAC: 0800 701 4555Matriz Bento Gonçalves (RS): (54) 3455-2000Filial São Paulo: (11) 3051-6124DIvulgação: ECO de Informação - assessoria e projetos em comunicação
[+ detalhes]
06/02/2017
Mozarela de búfala, excelência garantida
A Mozarela de búfala se originou na Campania e seu consórcio foi criado em 1981. Essa Mozarela italiana recebeu a certificação DOP em 1996. O queijo Mozarela inicialmente era consumido apenas pelas famílias produtoras, sendo considerado inadequado às classes dominantes. Mas com a evolução dos transportes sua difusão foi cada vez maior e logo ganhou espaço.Sua criação foi favorecida pela presença de búfalos na região mencionada acima desde o século VI, no início possuíam o papel de animais de carga, mas com o tempo o seu leite passou a ser utilizado na produção de ricotas e mozarelas.Esta Mozarela italiana pode ser elaborada somente com leite de búfala integral, coalho e sal. Comparada com o queijo mozarela feito com leite de vacas ela é mais rica em proteínas, sais minerais e gordura.O Consorzio della Mozzarella di Bufala Campana DOP monitora constantemente os produtores por meio de análises laboratoriais com o fim de garantir qualidade absoluta. Só produtos que possuem padrões rigorosos e seguem regras rígidas recebem o selo DOP.
[+ detalhes]
06/02/2017
Origem do leite no rótulo, a indicação é obrigatória
A origem do leite, vendido como tal ou empregado como ingrediente em produtos derivados, deve ser indicada no rótulo. Prevê um decreto interministerial em fase de aprovação. A novidade diz respeito aos itens produzidos na Itália e permite o conhecimento da origem, ou seja, da proveniência do leite usado em queijos e laticínios como iogurte, manteiga, compotas, cremes, soro, coalhada.A origem do leite (de vaca, de búfala, de cabra, de burra e de outros animais, fresco e de longa conservação) precisa ser informada no rótulo com dupla menção do país de ordenha e embalagem ou transformação. Se elaborado em diversas nações, pode-se usar "mistura de leite de países UE" (ou "não UE") ou "leite embalado ou transformado em países UE" (ou "não UE"). Se o local de produção principal e o de transformação coincidirem, é possível citar a "origem", seguida do nome do País.Excluem-se da nova regulamentação os alimentos registrados DOP, IGP, STG e os orgânicos, que são, pelo menos em parte, já sujeitos à declaração de informação sobre a origem das matérias-primas.- See more at: http://www.greatitalianfoodtrade.com.br/not%C3%ADcias-gift/origem-leite#sthash.ZulsmONz.dpuf
[+ detalhes]
21/09/2016
Pizzarias ao Redor do Mundo - Cuba
Cuba, oficialmente Repu?blica de Cuba, e? um pai?s insular localizado no mar do Caribe, na Ame?rica Central e Caribe. O arquipe?lago cubano consiste na ilha prin- cipal de Cuba, ale?m da Ilha da Juventude e de va?rias ilhas menores. Havana e? a maior cidade de Cuba e a capital do pai?s, sendo Santiago de Cuba a segunda maior cidade. Cuba e? o lar de mais de 11 milho?es de pessoas e e? a nac?a?o-ilha mais populosa do Caribe. Politicamente, Cuba e? o u?nico pai?s socialista da Ame?rica na atualidade. Em todo o mundo, apenas a China, o Laos, o Vietna? e a Coreia do Norte seguem adotando essa forma de governo falida. Cuba tem uma taxa de alfabetizac?a?o de 99,8%, uma taxa de mortalidade infantil inferior, ate? mesmo, a? de alguns pai?ses desenvolvidos e uma expectativa de vida me?dia de 77,64. Apesar do sucesso nas a?reas de sau?de, igualdade social, educac?a?o e pesquisa cienti?fica, houve fracasso no campo das liberdades individuais; ale?m disso, o governo de Castro tambe?m foi um fracasso no campo econo?mico. Na?o conseguiu diversificar a agricultura do pai?s e tampouco estimular a industrializac?a?o. A economia segue dependente da exportac?a?o de ac?u?car e de fumo! Em marc?o passado, Obama - presidente dos Estados Unidos - deu os primeiros passos para ume reaproxi- mac?a?o entre os dois pai?ses, o que devera? faci- litar o desenvolvimento econo?mico de Cuba. O embargo americano na?o e? a raiz da pobreza cubana. De fato, os cubanos podem comprar produtos americanos pelo Me?xico. Podem comprar carros do Japa?o, eletrodome?sticos da Alemanha, brinquedos da China ou ate? cosme?ticos do Brasil. Por que na?o compram? Porque na?o te?m com o que comprar. O governo cubano emite moeda sem lastro. Cuba oferece poucas coi- sas de valor para o resto do mundo. Cuba e? pobre porque o trabalho dos cubanos na?o e? produtivo. Faltam ferramentas e ma?quinas para trabalhar a terra. A importac?a?o de bens de capital e? restrita pelo governo. Faltam caminho?es para transportar alimentos e os poucos que existem esta?o velhos e passam grande parte do tempo sendo consertados. Dizem que Cuba tem medicina e educac?a?o de ponta. Ainda que fosse verdade, isso seria bom apenas para o pesquisador de ponta. E, triste para o resto da populac?a?o que vive longe da ponta, sem acesso a in- formac?a?o aberta ou aos medicamentos mais ba?sicos, como analge?sicos e antite?rmicos. E? como na saudosa Unia?o Sovie?tica. A engenharia era de ponta. Colocava gente no espac?o e tanques na avenida. So? na?o era capaz de colocar carros nas garagens, nem ma?quina de lavar nas casas.Ao atravessar a capital, a impressa?o e? de desolac?a?o e pobreza. Parece que, recen- temente, houve uma guerra, de tanto que as casas parecem estar caindo aos pedac?os! A grande atrac?a?o sa?o os carros americanos antigos, velhos Pontiac e Cadillac dos anos 40, 50 e 60 do se?culo XX. Os turistas nor- malmente na?o param (e nem passam por Havana) e sa?o diretamente encaminhados do aeroporto para as zonas praianas, prin- cipalmente Varadero, Cayo Coco e Cayo Largo, e seus hote?is all inclusive, ficando assim com uma visa?o distorcido da realidade cubana. Uma das pizzarias mais recomendadas da capitale?a5EsquinasTrattoria.Localizadano bairro de Habana Vieja, o seu nome vem do simples fato do estabelecimento estar situada em uma das esquinas de uma encruzilhada de 5 ruas. A noite, a vizinhanc?a pode pare- cer um pouco assustadora, mas, de novo, essa impressa?o vem mais do mau estado de conservac?a?o geral das casas do que das pessoas que povoam o lugar. O restaurante e? bem pequeno, com mobi?lia simples (para na?o dizer pobre) e algumas mesas externas colocadas na rua lateral, sem passagem. O importante e? a comida! O carda?pio na?o e? extenso; oferece algumas variedades de pizzas, massas e pescados. Feitos com ingredientes de qualidade e um certo capricho, todos os pratos, embora simples, sa?o muito bons. As pizzas tem massa fina, levemente crocante e um bom recheio. Experimentamos a de frutos do mar e a de frios; ambas estavam perfeitas, na medida. Para passar o tempo, iniciamos com uma porc?a?o de frios, generosa em prosciutto de Parma, e alguns mojitos bem preparados. As massas frescas sa?o saborosas. No conjunto, a 5Esquinas Trattoria, com seu pessoal atencioso e sua boa comida e?, com certeza, um excelente lugar para se comer na Habana Vieja. Tivemos va?rias experie?ncias bem negativas em lugares recomendados e considerados como fini?ssimos pelos guias locais!
[+ detalhes]
29/08/2016
Domino's cria robô entregador de pizzas
São Paulo - A cadeia de restaurantes Domino?s Pizza já vem mostrando há algum tempo que seu negócio, além de servir o prato italiano, é inovar.Depois um cartaz feito com massa de pizza e um pedido feito com emojis vencedor de um GP no último festival de Cannes, agora é a vez de a empresa investir em tecnologias para o processo de entregas.Em parceria com a Australian Marathon Targets, a rede desenvolveu robôs que cumprem a função de entregador de pizza.Batizado de "DRU" (Domino?s Robotic Unit), a invenção nada mais é que uma espécie de veículo autônomo e segundo os criadores ainda está em fase de testes.O Departamento de Trânsito de Queenland, na Austrália, participou do projeto mapeando as principais estradas do estado, que será o primeiro a receber a tecnologia.O DRU usa um recurso parecido com o do carro autônomo do Google, o LIDAR, que identifica o ambiente percorrido e tem um sistema de GPS conectado ao Maps.O robô está sendo testado na Austrália e pode começar a operar por lá em breve, mas deve demorar pelo menos mais dois anos até que isso aconteça em outros países. Por enquanto, a marca articula parceiros globais para a empreitada.
[+ detalhes]
29/08/2016
IFOOD E TICKET - AUMENTOS ABUSIVOS DEVEM SER COMBATIDOS
Em épocas de crise, é justo que as empresas se defendam, mas há que se ter limites. No entendimento da ABRASEL SP, as repetidas reclamações contra as empresas IFOOD e Ticket podem configurar práticas abusivas. A IFOOD aumentou de 6% para 12% sua taxa de intermediação em Delivery (aumento de 100%). É abuso em si mesmo, e também porque sabidamente essa empresa adquiriu diversas outras e se colocou na chamada ?posição econômica dominante?, a tal ponto que impõe valores e só por isso não é deixada de lado pelos estabelecimentos. Por sua vez, a Ticket, além de ameaçar com mais aumentos na taxa, também tem cobrado outras administrativas que nunca foram cobradas e são abusivas, mesmo que haja contratos. Também essa empresa tem posição econômica dominante no mercado, impossível para o pequeno empresário ficar sem receber seus vales. Quanto ao IFOOD, a ABRASEL SP está exigindo a abertura de processo já existente no CADE, apontando essas práticas abusivas e no qual irá intervir se examinado os autos, elas se confirmarem. Também pode atuar contra a Ticket, mas em qualquer situação deste tipo, onde é grande a responsabilidade da entidade e do advogado, é preciso provas, carta informando aumento valores, cobranças, recibos de pagamento, ameaças de rescisão de contrato, etc. Informações repassadas a ABRASEL e seus advogados são mantidas em sigilo e jamais usadas sem autorização de quem às fornece. Os empresários do setor, conforme conclusão das reuniões feitas na Fispal deste ano tem que ter preocupação de impedir aumento de custos, já que é muito difícil repassá-los aos preços, isto tem reduzido o número de clientes. Ao final, práticas abusivas de fornecedores ou quem quer que seja inclusive aumento de impostos, acaba reduzindo todo o mercado e prejudicando empresários, trabalhadores, fisco, fornecedores, consumidores e o país. Devemos, pois lutar contra essas distorções apontadas. Informe a ABRASEL.
[+ detalhes]
23/08/2016
Mega Evento dia 28/11/2016 Clube Hebraica
Um Mega Evento para você, inscreva-se!Encontro anual gratuito para clientes ativos.Dia 28/11/2016 ? segunda-feiradas 10:30h às 18:30hLocal: Clube Hebraica (mapa abaixo)Entrada: 1 pacote de fraldas geriátricas (Mega Ação do Bem)Um dia especial para você se atualizar e se divertir com:? Exposição de parceiros? Degustações e almoço? Atividades interativas? Arena com Mega Chefs? Ciclo de palestras? Distribuição de kits de produtos? Sorteios de prêmios no final do eventoE muito mais, não perca tempo!
[+ detalhes]
18/07/2016
Quinta da Oliva
QUALIDADE E TRADIÇÃO EM CADA INGREDIENTEPizzas originais em um ambiente descontraído, resgatando o jeito simples e gostoso de comer pizza.Autenticidade com muito charmeFoi em 2010 que a Quinta da Oliva chegou a Cascavel, no Paraná, levando um pouquinho de charme à noite da capital do Oeste. Na casa, tudo é pensado para que o cliente tenha a melhor e mais autêntica experiência de saborear uma verdadeira pizza com a família e os amigos. Isso inclui a criteriosa escolha dos ingredientes, como o delicioso tomate pelado importado da Itália, a mussarela especial que possui uma textura e sabor superior, a tradicional receita da massa de fermentação lenta, feita com farinha especial - que deve ter exatos 450 gramas e 35 cm de diâmetro - e o forno à lenha construído como se deve, pois chega aos 400 ou 450 graus, sobremesas como o petit gateau, morangos ao creme, o sempre pudim de leite e dentre outras, especial destaque a banana flambada servida acompanhada de sorvete de creme.Ambiente fiel a tradiçãoOs imponentes fornos, móveis em madeira, quatro ambientes diferentes, sendo dois deles para festas e eventos, adega climatizada com mais de 600 garrafas, a decoração simples, o jeito de apresentar o cardápio, as roupas dos garçons, tudo remete às antigas cantinas do saudoso bairro do Brás, o berço da imigração italiana em São Paulo. Receitas preparadas e servidas com muito esmero pela equipe e que conquistaram os cascavelenses, reforçando mais uma vez a relação de AMOR da Quinta da Oliva com a cidade e região.A casa conta com quatro ambientes, sendo dois deles para festas e eventos com capacidade até 30 e 80 pessoas. Olhando a fachada da Quinta da Oliva, a primeira impressão é de um ambiente criteriosamente planejado para oferecer conforto aos clientes. A casa aposta em detalhes harmônicos, para o cliente ter uma excelente refeição em um ambiente agradável e confortável.O projeto arquitetônico priorizou, com vidros transparentes, a iluminação natural e o visual panorâmico, além de oferecer um ambiente confortável e aconchegante para se desfrutar das delícias gastronômicas oferecidas pela casa.No deck, pode-se desfrutar de um ambiente romântico a luz de velas e aproveite o por do sol durante o happy hour. A paisagem ao ar livre cria um ambiente harmônico, original e confortável. Um verdadeiro convite ao lazer.O mezanino é ideal para os amantes da boa mesa e apreciadores de um ambiente harmônico. A área oferece uma vista agradável e inspiradora através dos detalhes, decoração e temperatura.A Quinta da Oliva dispõe, ainda, de uma brinquedoteca, um espaço adaptado para o entretenimento das crianças, onde elas se sintam à vontade e seguras. Surpreenda seu paladar O cardápio da Quinta da Oliva sempre inova em sabores e opções. E as surpresas já começam pelo menu de Entradas: Pão de Calabresa, preparado com linguiça artesanal assado no forno à lenha; Beringela ao Forno, fatias de berinjela e abobrinha marinadas no alho, tomate caqui, hortelã seca e mussarela gratinada com parmesão; Corniccione de Alecrim, feito com massa fina coberta com azeite, alecrim e sal grosso; Corniccione de Alho, com a mesma massa fina coberta com molho de tomate, alho, azeite e parmesão; e Pique-Nique, um rolinho com massa de pizza bem fininha, gratinado com parmesão, que pode ser recheado com mussarela, cubinhos de tomate e orégano, ou com filés de aliche italiano e mussarela, ou com calabresa moída, mussarela e alecrim, ou ainda, com mortadela moída, mussarela e azeitonas pretas fatiadas.Se você quiser uma salada antes de saborear as deliciosas pizzas da Quinta da Oliva, vale a pena experimentar uma destas opções: Duo, com folhas verdes, figo em calda e gorgonzola; Petto di Tacchino, composta por folhas verdes, peito de peru defumado e palmitos; Quinta da Oliva, que harmoniza fatias de mussarela de búfala, tomates com pesto de azeitonas pretas e folhas de manjericão sobre leito de folhas verdes; e Rosas de Parma, que inclui folhas verdes, rosas de Parma e palmito. As saladas são acompanhadas dos molhos Italiano, parmesão ou limão. O cardápio de pizzas é bem variado e dá água na boca só de ler as opções! Entre as pizzas especiais estão a Zucchina (fatias de abobrinha refogadas em alho e azeite de oliva, salpicadas de mussarela especial, gratinada com parmesão ralado); a Quinta da Oliva (mussarela especial, mussarela de búfala, tomate caqui, manjericão gigante e pesto de azeitonas pretas); Berinjela à Moda (fatias de berinjela refogada em alho e azeite de oliva, salpicada de mussarela especial, gratinada com parmesão ralado); Lisboa (presunto cozido, ovos, mussarela e azeitonas pretas fatiadas); Vesúvio (atum e gorgonzola); Gorgonzola (molho de tomate e gorgonzola); Carcamana (escarola refogada em alho e azeite de oliva, mussarela especial e pinoli); Berlim (presunto alemão defumado com Catupiry e mussarela); Basílica (mussarela especial coberta com pesto de rúcula e tomates cereja); e Provençal (Rodelas interpostas de tomate, berinjela e abobrinha marinadas em alho e azeite de oliva, sobre mussarela especial, perfumada com tomilho fresco ). Se você pensa que as opções acabaram... está enganado! O cardápio de pizzas especiais da Quinta da Oliva reserva mais algumas deliciosas surpresas, como a Tacchino (fatias de peito de peru defumado, catupiry e alho poró); Toscana (mussarela especial com linguiça artesanal moída e sementes de erva doce); Margherita Especial (mussarela especial e manjericão); Carbonara (pedacinhos de pancetta sobre mussarela, coberta com ovos cozidos espremidos, uma pitada de pimenta do reino moída e uma mistura dos queijos Grana Padano e Pecorino ralados); Matriciana (mussarela, tomates cereja semi secos, pancetta fatiada mesclada com cebola roxa refogada e finalizada com uma fina camada de pecorino romano ralado); Perúgia (mussarela especial, cubos de Parma e alho poró); Capri (mussarela especial, fatias de queijo de cabra e folhas frescas de sálvia); Paranaense (mussarela especial, parmesão, pedaços de tomares frescos e lascas de azeitonas pretas); Shitake (mussarela especial, cogumelos shitake, grossas fatias de cebola roxa e salsinha fresca); Parma (rodelas de tomate caqui, mussarela especial e fatias de presunto tipo Parma); Geórgia (presunto cozido, azeitonas verdes fatiadas e mussarela); Obelix (mussarela coberta com linguiça de javali fatiada, perfumada com alecrim fresco); Alcachofrinha (alcachofrinhas italianas em conserva sobre mussarela); Romana (mussarela e filés de aliche importado); Bacalhau (bacalhau, ovos, cebola, azeitona pretas e mussarela); Lombo Canadense (mussarela especial, lombo canadense e catupiry); Primavera (mussarela especial, rúcula, mussarela de búfala bolinha e tomate cereja); Pomodorine (mussarela especial, tomate cereja e parmesão); e Lampião (mussarela, carne seca desfiada, cebola roxa fatiada e pimenta biquinho).Quem não quiser experimentar os sabores diferenciados, a Quinta da Oliva também dispõe das pizzas tradicionais: Alho e óleo (gratinada com molho de tomate e alho refogado no azeite e parmesão ralado); Rúcula (rúcula, tomate seco sobre mussarela especial); Catupiry; Duo (mussarela coberta com calabresa especial); Pepperoni (mussarela coberta com pepperoni); Quatro Queijos (mussarela, gorgonzola, parmesão e catupiry); Margherita (mussarela e folhas frescas de manjericão); Mussarela; Napolitana (alho cru fatiado, finalizada com parmesão ralado e folhas frescas de manjericão); e Linguiça Calabresa (mussarela coberta com linguiça calabresa).A casa também oferece pizzas sem lactose, nos sabores Portuguesa (presunto cozido, ovos cozidos, cebola e azeitonas pretas); Atum (atum e molho de tomate); e Apimentada (linguicinhas defumadas, pimenta e cebola).Um dos destaques da Quinta da Oliva são as Mezzalunas, disponíveis nas opções Atum (mussarela especial, atum e cebola); Abobrinha (mussarela especial, abobrinha marinada no alho e fatias de tomate caqui); Presunto Cozido (mussarela especial, presunto cozido e Catupiry); Berinjela (mussarela especial, berinjela marinada no alho e tomate seco); Ricota (mussarela especial, ricota caseira, tomate cereja e manjericão); Calabresa Moída (mussarela especial, calabresa moída, ricota caseira e azeitonas pretas fatiadas); Presunto Defumado (mussarela especial, presunto alemão defumado e ovos cozidos); Quatro Queijos (mussarela especial, catupiry, gorgonzola e parmesão ralado); e Peito de Peru (mussarela especial, peito de peru e alho poró).Vale a pena também experimentar os calzones, disponíveis nos sabores Tradicional (mussarela, presunto cozido, catupiry); e do Mercatto (mussarela, mortadela moída, ricota, azeitonas pretas fatiadas e cebolinhas frescas).A sobremesa é um capítulo à parte! o destaque é a banana flambada servida acompanhada de sorvete de creme... imperdível! Mas a casa oferece outras opções, como o petit gateau de doce de leite com sorvete de creme ou de chocolate com sorvete de creme; brownie com sorvete de creme; creme de mamão papaia com cassis; mousse de chocolate; mini churros com doce de leite; morangos ao creme de chocolate branco e ao leite; Dois Amores (brigadeiro branco e preto); e pudim de leite. A Quinta da Oliva oferece uma carta de vinhos com rótulos italianos, franceses, portugueses, espanhóis, argentinos, chilenos, americanos e brasileiros que, com certeza, complementarão sua refeição com sabores harmônicos, texturas envolventes e cores que ressaltam o paladar.A Quinta da Oliva abre de segunda a segunda a partir das 18hs. Vale a pena conhecer a casa e provar as saborosas pizzas que ela oferece!LOGO DA QUINTA DA OLIVAwww.quintadaoliva.com.br
[+ detalhes]
01/07/2016
A Dita Pizza
VERDADEIRAS OBRAS DE ARTE... COSMETÍVEISA Dita Pizza transforma o trigo e ingredientes especiais em deliciosas pizzas. Convidamos você a vivenciar esta experiência.Do engenho à pizzariaEm uma charmosa casa de pedra, funcionava um antigo engenho. Hoje, 100 anos depois, A Dita Pizza ocupa este ambiente diferenciado, trabalhando a arte de transformar o trigo e ingredientes especiais em deliciosas pizzas, verdadeiras obras de arte.Criada em 2008, A Dita Pizza está localizada no morro da Lagoa, em Florianópolis, SC, em uma área de muita vegetação nativa! A casa, é um antigo moinho de pedra de uma fazenda, e hoje o imóvel é patrimônio tombado.Massa crocante, ingredientes selecionados, ambiente charmoso e requintado, estacionamento amplo e localização privilegiada fazem da A Dita Pizza uma ótima opção para as noites de Florianópolis, a ilha da magia.Além de deliciosas pizzas, A Dita Pizza possui o elemento perfeito para eventos ou confraternizações de pequeno porte: exclusividade em cada detalhe! Ao reservar uma das salas que compõe o ambiente para a realização de eventos, confraternizações ou happy hour, A Dita Pizza formata um modelo que atende perfeitamente as necessidades de cada tipo de evento, com opção de serviço a la carte ou coquetel. A Dita Pizza proporciona um ar intimista em cada detalhe: montagem de um bar exclusivo, entrada privativa para os participantes, etc., e tudo acompanhado de deliciosas pizzas, é claro. Ambiente aconchegante e familiarImagine uma charmosa e requintada casa de pedra totalmente decorada para seus convidados. Este é o ambiente da A Dita Pizza: uma casa muito aconchegante e ideal para casais e famílias que queiram comer uma boa pizza e comemorar momentos especiais!A Dita Pizza possui capacidade para 70 pessoas em ambiente climatizado e estacionamento próprio. As duas salas que compõem o ambiente, conseguem proporcionar diferentes toques nas quatro estações do ano, seja por sua lareira, que é acesa nos dias mais frios, ou pelo salão de vidro e salas climatizadas, que funcionam perfeitamente para o clima mais quente. Um deck na área externa deixa a noite muito mais agradável ao ar livre. Outra particularidade da A Dita Pizza é poder contar com a oportunidade de estar sentado e compartilhar das receitas junto ao principal membro do time: o pizzaiollo. Isso porque o forno que assa as pizzas a 400 graus fica exposto aos convidados. Assim como as belas praias de Florianópolis parecem pinturas, as pizzas da A Dita Pizza são verdadeiras obras de arte.Experiência gastronômicaAs receitas da A Dita Pizza utilizam produtos de primeira linha combinados a alta temperatura do forno, que deixam a massa mais leve, saborosa e crocante. São diversas opções de sabores, desde entradas especiais, pizzas elaboradas e sobremesas que finalizam essa experiência gastronômica com chave de ouro. Das pizzas especiais, as mais famosas são a de Peito de peru e alho poró (molho de tomate, mussarela, peito de peru, catupiry, alho poró e orégano); Marguerita Especial (molho de tomate, mussarela de búfala, tomate cereja e manjericão); e Parma (molho de tomate, mussarela, presunto Parma e orégano).Das pizzas gourmets, as preferidas são a Ney Fagundes (molho de tomate, mussarela, rúcula, presunto Parma, mussarela de búfala, parmesão e orégano); San Arnau (molho de tomate, abobrinha, mussarela, 01 polenguinho gratinado por fatia, parmesão e orégano); Florianópolis (molho de tomate, mussarela, Catupiry, camarões flambados em conhaque e um toque de salsinha); Roxá (molho de tomate, queijo gouda, cebola roxa caramelizada e pedacinhos de gorgonzola); e Queijo brie com aspargos (molho de tomate, queijo brie, aspargos verdes in natura e orégano).Mas o cardápio da A Dita Pizza inclui muito mais. Para iniciar esta experiência gastronômica, as entradas são imperdíveis. A escolha fica entre os deliciosos Rotolos de três queijos e azeitonas, ou de Parma; o Panini de calabresa e mussarela; o Shitaki na manteiga; o Corniccione ao alho e óleo, ou de queijo brie com geleia de pimenta; e a Burrata; sem esquecermos, é lógico, da tradicional Bruschetta.Se preferir, a casa oferece uma variedade de saladas: Caprese, com rodelas de tomate caqui, queijo de búfala, pesto de azeitona e manjericão; Burrata, que inclui rúcula, tomate cereja, presunto Parma e burrata em pedaços; Dita, composta por rúcula, alcachofra, tomate seco, mussarela de búfala e damasco; e Campeche, que combina rúcula, alface, azeitona preta, queijo brie e bacon.Difícil decidir... Mas, com certeza, qualquer uma das opções superará suas expectativas!Pizzas tradicionais e especiaisNa A Dita Pizza, até os sabores já conhecidos recebem um toque especial. A pizza de Aliche, por exemplo, composta por molho de tomate, mussarela e aliche, tem o seu sabor complementado pelo orégano. A de Escarola (molho de tomate, mussarela, escarola refogada, azeitonas pretas e orégano), se diferencia pela inclusão de ricota; e a Napolitana (molho de tomate, mussarela, parmesão e manjericão) inclui ainda um outro ingrediente: uma pasta de alho cru.As inovações são inúmeras. A pizza Abobrinha, inclui molho de tomate, laminas de abobrinha in natura, parmesão, alho, mussarela e manjericão. A de Alcachofra, leva molho de tomate, mussarela, pétalas de alcachofra e filetes de tomate seco. A Atum especial é composta por molho de tomate, gorgonzola, atum e cebola; e a Vegetariana inclui o Catupiry aos demais ingredientes, que são molho de tomate, brócolis, palmito, mussarela, tomate seco e manjericão. A Don Pepperoni inclui pedaços de gorgonzola, misturados ao molho de tomate, mussarela, pepperoni e orégano. E, a Hawaiana, que tem como componentes molho de tomate, mussarela, presunto, abacaxi, azeitonas pretas e orégano, acrescentou o bacon magro.As demais opções incluem: Argentina (molho de tomate, mussarela, Catupiry original e alho frito); Atum (molho de tomate, mussarela, atum, cebola e orégano); Portuguesa (molho de tomate, mussarela, presunto, ovos, azeitonas e orégano); Parma (molho de tomate, mussarela, presunto Parma e orégano); Mussarela (molho de tomate, mussarela especial e orégano); Calabria (molho de tomate, calabresa moída, ricota, azeitonas pretas e orégano); Calabria II (molho de tomate, calabresa moída, pimenta calabresa e Catupiry); Do Irmäo Josep (molho de tomate, mussarela, presunto, ovos e orégano); Pepperoni (molho de tomate, mussarela, pepperoni e orégano); Marguerita (molho de tomate, mussarela, tomate, parmesão, manjericão e orégano); Espinafre (molho de tomate, espinafre, ricota, mussarela, alcaparras e orégano); Do Josep (molho de tomate, presunto Parma e azeite de oliva); Pesto de rúcula (molho de tomate, mussarela de búfala, tomate cereja e pesto de rúcula); e Berinjela com abobrinha (molho de tomate, berinjela, lâminas de abobrinha in natura, parmesão, alho, mussarela e manjericão); entre outras.Pizzas GourmetIngredientes exclusivos e sabores únicos, fazem das pizzas gourmets da A Dita Pizza verdadeiras obras de arte em sabor, em uma mistura única de ingredientes.A que leva o nome da casa, ou seja, a pizza A Dita Pizza, mistura molho de tomate, queijo brie e damasco com alho poró flambado no conhaque. A Mediterrânea é composta por molho de tomate, berinjela, presunto Parma e parmesão. A Burrata mistura molho de tomate, pouca mussarela, tomatinhos cereja temperados, azeitonas pretas fatiadas e pedaços de queijo Burrata. Na Caprese, o molho de tomate se mistura a mussarela, tomate caqui, pesto de azeitonas Azapa, mussarela de búfala e manjericão. A Gran pesto oferece os sabores de molho de tomate, mussarela, tomate caqui, mussarela de búfala, pesto de rúcula e manjericão. A Panceta Affumicatta é uma combinação de molho de tomate, mussarela, bacon magro, catupiry, tomate caqui e manjericão. Molho de tomate, queijo tipo gruyère, cogumelos eryngui levemente temperados com shoyu e um toque de alho poró, são os componentes da pizza Eryngui. Outra composição inusitada é apresentada pela Salmon (molho de tomate, mussarela pedaços de salmão preparado em forno à lenha, lâminas de abobrinha e cream cheese. As combinações de ingredientes são inúmeras e em cada uma delas o sabor é diferenciado: Shimeji ao molho de ostras (molho de tomate, mussarela, cogumelos shimeji e molho de ostras); Shitake (molho de tomate, mussarela, cogumelos shitake na manteiga e orégano); Trifolati (molho de tomate, mussarela, cogumelos shimeji, shitake e paris); Açoriana (molho de tomate, mussarela, presunto, ovos, cebola crocante e orégano); Parma Dijon (molho de tomate, mussarela, presunto finíssimo tipo Parma, fios de mostarda Dijon e orégano); Parma crocante (molho de tomate, mussarela, presunto Parma crocante, rúcula, parmesão e orégano); Uruguaia (molho de tomate, mussarela, Catupiry, provolone, gorgonzola e cebola crocante); Minas (molho de tomate, pasta de alho, mussarela, ricota de búfala, couve, bacon e tomate cereja); Ponto Chic (rodelas de tomate, pedacinhos de pepinos em conserva, rosbife preparado em forno à lenha, queijos tipo gouda, gruyère e mussarela); Serrana (molho de tomate, presunto finíssimo tipo Parma e um pedaço de queijo brie por fatia); Liblu (molho de tomate, queijo tipo gruyère, pedacinhos de linguicinha Blumenau, um leve toque de mostarda Dijon e salsinha salpicada); San Pieter (molho de tomate, mussarela de búfala, shitake, cebola roxa e orégano); e Três queijos europeia (molho de tomate, queijo gruyère, gouda, gorgonzola e orégano).A Dita Pizza oferece uma cardápio completo de bebidas, e sobremesas que finalizam essa experiência gastronômica com chave de ouro. A Dita Pizzawww.aditapizza.com.br
[+ detalhes]
01/07/2016
A guerra dos fornos
FORNOS - O QUE O MERCADO OFERECE?A pizza é um alimento heterogêneo, cujas condições ideais de cocção dependem tanto de fatores inerentes ao alimento, quanto de fatores relacionados ao forno, já que as condições de operação do forno, durante o processo de cocção, influenciarão diretamente na qualidade do produto final e também no custo. Os melhores fornos são aqueles que permitem assar pizzas crocantes com rapidez e agilidade, sem perder o sabor dos produtos. Na hora de escolher o melhor forno para pizzaria é preciso estar atento às condições de operação, pois estas influenciarão diretamente no custo e na qualidade do produto final, bem como nos custos de manutenção. Existem três tipos de forno: à lenha, a gás e elétrico. Atualmente, a tendência é de fornos flex, ou seja, a gás e à lenha, sendo esta última in natura ou na forma de briquetes ecológicos e similares.Conheça, a seguir, as opções disponíveis no mercado.ALBERMAQ - FORNOS PARA SEIS E DUAS PIZZASA Albermaq é uma empresa especializada na fabricação de máquinas e equipamentos gastronômicos. A empresa possui uma variedade de opções e, entre elas, os fornos de pizza, uma especialidade da Albermaq.Com tecnologia 100% brasileira, o forno Albermaq foi desenvolvido exclusivamente para pizzas, esfihas (abertas e fechadas) e calzones. Possui exclusivo sistema giratório, pedra refratária redonda e cocção perfeita, sem precisar fornear. Pode assar seis pizzas.Outra opção é o forno 2 pizzas com estufa. Um forno compacto, refratário, com alta temperatura (3800C), queimadores infravermelhos na parte superior e queimadores com chamas na parte inferior. Prático em seu uso, contém botões dos queimadores individuais e chave liga/desliga da rotação da pedra. O forno quase não possui manutenção. Funciona a gás, muito mais econômico. Permite o preparo de pizzas com qualidade e rapidez.Vantagens dos fornosTempo de pré-aquecimento: 15 a 20 minutos, o que permite aos colaboradores mais dedicação no preparo dos insumos ligados ao processo de fabricação das pizzas. O forno não faz fumaça.Não faz fuligem, evitando a reclamação dos vizinhos mais próximos.Forno a gás: ecologicamente correto, não polui e não colabora com o desmatamento, além de ser econômico e prático.Assa pizzas, calzones e esfihas abertas e fechadas. Não altera o sabor, consistência e aroma.Cocção perfeita em diversas receitas de massas, sem precisar fornear, facilitando a mão de obra do profissional.Cocção recheio: queimadores infravermelhos. Cocção massa: queimadores de chamas abaixo da pedra refratária.Tempo aproximado de cocção massa crua: 2 a 3 minutos.Tempo aproximado de cocção massa pré-assada: 1 a 2 minutos.Contém pedras refratárias nas laterais, fundo e base. Não tem perda de calor.Pedra refratária giratória de 0,45 cm, 0,50 cm e 0,60 cm.Controle de temperatura individual (massa e recheio).Temperatura do forno: 3800C.Tipo de controle: termômetro analógico.Matéria-prima: aço inoxidável escovado.É higiênico e seu abastecimento é feito entre 2 a 3 vezes na semana (troca de gás), não precisa de reabastecimento contínuo, como no caso da lenha. www.albermac.com.brECOFORNOS - CONCEITO DE TECNOLOGIA E ECOLOGIA PARA PIZZARIASHá 8 anos no mercado, o Grupo EcoEnergia, detentor das marcas registradas EcoForno, MiniLenha e Lenha Ecológica, desenvolveu o queimador de MiniLenha chamado EcoForno, um conceito de tecnologia e ecologia associados, que mantém a tradição da pizza assada no forno à lenha, trazendo diversos benefícios financeiros e operacionais para as pizzarias, como a padronização da cocção da pizza, eliminando bordas queimadas.O que é MiniLenha ?É o melhor da madeira, feita em granulados cilíndricos de 6 mm de largura e 10 mm de comprimento, compostos por 100% de madeira de reflorestamento, sendo, portanto, um combustível ecologicamente correto.O Grupo EcoEnergia se especializou em pizzas. Alguns itens que os diferenciam no mercado são o controle do estoque e do consumo da MiniLenha em cada cliente, através de software específico e suporte presencial e telefônico, 365 dias por ano, dentro do horário de funcionamento das pizzarias.Por que usar a MiniLenha? Porque o queimador é cedido sem custos para a pizzaria e porque a MiniLenha é mais barata que os outros combustíveis, direta ou indiretamente. Não bastassem esses motivos, a MiniLenha traz pouca fumaça, não da abrigo a pragas, não suja a mão do operador, faz dois abastecimentos por noite, não suja o chão na descarga, é embalado em sacos de 15 kg, prático, seguro e limpo, aumenta o espaço e a luminosidade interna, controla a chama e a temperatura, atóxico e não explosivo, dentro das normas de ergonometria do Ministério do Trabalho, totalmente automatizado e ecologicamente correto.Analise de quantidade de kcal necessária para seis horas de cocção de pizza, padronizada de 300 a 350 graus, no lastro refratário no forno de alvenaria A sigla kcal significa quilocaloria. Caloria (cal) é uma unidade de medida de energia utilizada para definir o valor energético. Independente do combustível usado no forno, esse estudo parametriza o volume de combustível necessário para assar a pizza corretamente durante um dia. O objetivo do estudo é dar o padrão do consumo de kcal que uma pizzaria deve consumir para manter o forno em condição de assar perfeitamente as pizzas. O custo de kcal para assar a pizza é pequeno em relação a todos os outros custos da pizzaria, porém, ele impacta na qualidade do produto final. Os custos com recheios e profissionais que preparam a pizza é alto, porém tudo isso pode ser posto a perder se a pizza não assar corretamente. A qualidade, sabor, crocância e aparência ficarão fora de um padrão de qualidade ideal. Para ajudar nesse sentido, a empresa fez um estudo detalhado e com muito conteúdo para chegar ao resultado final. O parâmetro para o estudo de consumo esta baseado em 250 clientes que consomem MiniLenha a pelo menos dois anos. A base para o estudo foi feita em uma média de fornos com lastro de 1,30 metros, variando até 15%. A altura média da cúpula foi de 0,60 metros, variando até 15%. A temperatura base foi de 300 até 350 graus. A quantidade de pizzas assadas por mês é de 700 a 1.500. A quantidade média de horas de queima é de 6 horas. www.ecoforno.com.brIDEAL FORNOS - ESPECIALIZADA EM FORNOS PARA PIZZARIASA Ideal Fornos, com sede em São Paulo (Capital), fundada em 2003, tem como especialidade a fabricação de fornos para pizzarias, confeitarias, padarias, esfiharias e restaurantes. Todos os produtos possuem assistência técnica, treinamento, pós venda e garantia de fábrica. Com atendimento em todo território nacional, a empresa tem como objetivo oferecer aos clientes produtos de alta qualidade, tecnologia e durabilidade, que possam atender e superar as expectativas do mercado, aliados a um excelente custo-benefício. A Ideal Fornos construiu ao longo dos anos uma relação sólida, baseada em confiança e transparência, preservando a parceria com seus clientes.A empresa fabrica fornos de esteira e fornos elétricos; o grande lançamento são os fornos de duas esteiras a gás, com ligações independentes, sendo que uma pode ser usada para esfiha e a outra para pizza.O forno de esteira contínuo tem como principais caracteristicas:Tecnologia 100% nacional. Forno de alta produtividade, tecnologia e qualidade. Fabricado em aço inox e utiliza gás natural ou GLP. Aquecimento uniforme, usando ar quente sob pressão, permitindo, assim, um aquecimento rápido. Velocidade da esteira com ajuste e inversão da direção. Painel digital e de fácil manuseio.Quais as vantagens em adquirir um forno IdealDispensa forneiro, ou seja, economia de mão de obra. Redução de 50% nos custos operacionais. Higiene e qualidade. Clientes satisfeiros, clientes fiéis. Economia no tempo. Baixo consumo de energia. Padroniza a pizza ou a esfiha. Economia de espaço, os fornos são empilháveis, sua pizzaria crescendo, você consegue comprar outro forno e colocar para uso no mesmo local. Sem demora no atendimento. 1ª pizza pronta em 2 minutos e as demais saíndo em sequência.Para São Paulo e Grande SP a empresa oferece instalação e treinamento gratuito. A equipe técnica é altamente treinada, realizando as instalações e ajustes necessários ao tipo de comércio.www.idealfornos.com.br LARROYD - FORNOS ELÉTRICOS COM ALTO DESEMPENHOCom alto desempenho, o forno Larroyd surgiu com uma proposta diferente, assar as pizzas com a mesma qualidade de um forno à lenha, com praticidade, rapidez e economia.É possível assar pizzas tradicionais ou napolitanas com altíssima qualidade, graças a sua alta temperatura de até 932ºF (500ºC) em seu lastro de pedra refratária.Os fornos elétricos Larroyd tem vantagens em relação a outros fornos.O controle de temperatura é feito por controladores inteligentes que ajustam a potência necessária para cada operação, garantindo máxima eficácia. Além disso, possui controles independentes para o lastro e para a câmara, garantindo um controle preciso e constante, mesmo em alta produção.O forno é todo feito em aço inox 304 escovado, garantindo alta durabilidade, higiene e acabamento.O forno possui lastro de pedra refratária, uma pedra porosa que faz com que a pizza seja assada perfeitamente, dando sabor e aparência de um legitimo forno à lenha.A pedra refratária é feita de material especial natural, que é cuidadosamente fabricada para se tornar ideal e porosa, de modo que absorva e armazene exatamente a quantidade certa de calor. O resultado é um lastro que deixa a pizza crocante e com excelente qualidade, semelhante a do forno à lenha.Para facilitar a visualização das pizzas, a porta possui um visor de vidro temperado e, no interior da câmara do forno, duas lâmpadas halógenas, facilitando sua visibilidade e eliminando o risco de se trabalhar no escuro.A sensação que temos quando chegamos próximos a um forno Larroyd em funcionamento, a 400ºC, é de que a temperatura ambiente quase não é alterada, não temos aquela sensação de calor demasiado.Após cinco anos de ensaios utilizando protótipos de vários modelos de fornos, e como laboratório na pizzaria Via Pizza, de propriedade da Larroyd, que utilizava forno à lenha há mais de 20 anos, foi desenvolvido o forno Larroyd para produzir pizzas com as mesmas qualidades de um forno à lenha, com economia, praticidade e eficiência.A opção por utilizar energia elétrica se justifica pela praticidade e eficiência no aquecimento, alta temperatura e rápida recuperação do calor.Mesmo sendo um equipamento elétrico, é um produto muito econômico devido a sua alta performance, além do fato da energia ser renovável e limpa, cerca de 76% da eletricidade produzida no país vem de usinas hidrelétricas. Para se ter uma ideia, este forno pode ser ligado em uma simples tomada monofásica.E, além do mais, utiliza energia limpa, contribuindo para o nosso meio ambiente.www.larroyd.ind.brFORNOS DE ESTEIRA MCI - PRATICIDADE E EFICIÊNCIAA MCI é considerada uma das maiores empresas de tecnologia para a indústria de alimentos do mercado. Com 25 anos de experiência no setor, a empresa, situada no interior de São Paulo, na cidade de Itu, conta com uma ampla variedade de produtos dos mais variados segmentos. Com produção e tecnologia totalmente nacionais, todos os equipamentos para a indústria de salgados, doces e snacks, são fabricados para atender às necessidades de pequenas, médias e grandes empresas, com adaptações constantes ao mercado - todas as máquinas são de fácil operação - e às exigências de segurança. São mais de 20 mil equipamentos entregues, o que confirma a sua versatilidade no ramo. Entre eles, está a Mini Festa, a nova máquina lançada pela empresa para entregar o que há de mais inovador no segmento e oferecer um rápido retorno a quem pretende mudar de ramo e tem pouco a investir. A MCI desenvolve todos os testes necessários para garantir que sua tecnologia inovadora e qualidade dos serviços prestados sejam alguns dos diferenciais da marca, além de contar com equipes de assistência técnica em todo o território nacional, cerca de 150 colaboradores no país. Fornos de esteiraOs fornos de esteira MCI são ideais para quem busca produtividade, qualidade e eficiência em seu negócio. Entre as vantagens, está o fácil manuseio dos equipamentos, o que permite que não seja necessária mão de obra especializada.Os equipamentos ocupam um espaço menor que o necessário para a adaptação de um forno à lenha, além de poderem ser empilhados, o que permite que a produção seja dobrada ou até mesmo estendida a mais de um tipo de produto.Se tem um aspecto que faz toda a diferença é a padronização do que é oferecido ao consumidor. Por isso, os fornos de esteira MCI possibilitam a homogeneidade no resultado dos produtos entregues, como no caso de uma pizzaria, que oferecerá aos seus clientes durante todo o expediente pizzas bem assadas, isto é, no ponto ideal para consumo. A agilidade do equipamento também permite assar uma maior quantidade de produtos por hora, quando comparado aos fornos convencionais, o que auxilia na redução do tempo de espera do cliente. Além disso, a temperatura ideal com que o alimento é preparado é fator indispensável: com os fornos de esteira, há rápida resposta para atingi-la, além de se manter constante durante todo o preparo, independente da quantidade de pedidos. Outra vantagem fundamental quando comparados aos fornos à lenha, é que com os equipamentos não há a emissão de fuligem no ambiente e no produto.www.mci.ind.brMULTI PIZZAS - TECNOLOGIA DE PONTA MOVIDA À LENHAAs opiniões e preferências sobre os diferentes tipos de fornos são muito particulares. Não sobram argumentos razoáveis e, ao mesmo tempo, questionáveis. A aceitação do interlocutor para cada argumento depende de suas crenças e experiências. Assim, podemos concluir que não existe o melhor ou pior forno. Existe sim, o mais adequado para cada necessidade e expectativa.Há defensores ferrenhos dos fornos à lenha, gás, briquetes, pellets ou MiniLenha, argumentando que o sabor e as características da verdadeira pizza artesanal são feitas com estes tipos de fornos e combustíveis... Também encontramos quem defenda os fornos de esteira ou plataforma, elétricos ou a gás, por oferecerem a independência em relação a mão de obra especializada (forneiro), padronização da qualidade da pizza e boa produtividade.Profissionais mais antenados buscam soluções e inovações que conciliam os melhores atributos de cada tipo de forno e combustível... E acabam encontrando o Multi Pizzas e o EcoForno. Equipamentos que aliam Tecnologia, Ecologia e Tradição.O Multi Pizzas é uma máquina com engrenagens e pedras refratárias. Instalada no interior dos fornos construídos em alvenaria, promove o movimento de rotação e translação da pizza? como a terra em torno do sol. Estes movimentos combinados resultam na padronização da qualidade da pizza, na independência do forneiro especializado e no aumento da produtividade.O EcoForno é outra máquina que alimenta o forno automaticamente com a MiniLenha, uma lenha de eucalipto em miniatura (pellets) e possui um reservatório externo ao forno, onde a MiniLenha é armazenada. Uma rosca sem fim é responsável pela condução dela a um queimador instalado no interior do forno. O soprador de ar proporciona a combustão instantânea da MiniLenha no queimador. Ligado ao motor que aciona a rosca sem fim, há um termômetro ?lendo? a temperatura do forno que, por sua vez, está conectado a um painel de controle. Neste painel há domínio sobre a quantidade de lenha e ar, resultando em um controle absoluto da temperatura dentro do forno. Em função do processo de desidratação da MiniLenha, ela não gera fumaça ao ser queimada, um dos grandes atributos deste combustível, além de ser ecologicamente correta.Resumidamente, o Multi Pizzas promove a cocção uniforme da pizza e o EcoForno, com a MiniLenha, promovem o controle absoluto da temperatura dos fornos em alvenaria, além de não gerar fumaça. Embora atuem independentemente um do outro, ambos propõem uma solução mais completa em termos de ?automação? dos fornos à lenha, padronizando a qualidade da pizza, diminuindo a dependência da mão de obra especializada e aumentando a produtividade da pizzaria. Somados a estes atributos, vale destacar que as características da tradicional pizza feita nos fornos à lenha são mantidas.O ditado é claro... ?em terra de cego, quem tem um olho é rei?. Neste momento político/econômico brasileiro, o combo Multi Pizzas e EcoForno é percebido pelos empresários de visão como boa parte da solução de seus problemas. Os equipamentos são instalados em questão de horas, então, estes empresários não pensam duas vezes para resolver de imediato alguns de seus problemas, como a fumaça, frequentes rasgos e furos das pizzas, perdas por queima ou pizzas mal assadas, dependência da mão de obra especializada e baixa produtividade da pizzaria. Eles sabem que o retorno sobre o investimento é rápido, líquido e certo.A Pizzaria & Tecnologia desenvolveu e patenteou o Multi Pizzas. O Ecoforno e a MiniLenha foram desenvolvidos e patenteados pelo Grupo EcoEnergia.www.pizzariaetecnologia.com.brEQUIPAMENTOS RATIONAL EM PIZZARIASO Rational SelfCookingCenter® 5 Senses se tornou um forte aliado das pizzarias no que diz respeito à produção eficiente e econômica. Os proprietários encontraram uma ótima solução para desafios como espaço, altos custos e mão de obra em seus estabelecimentos.A flexibilidade dos equipamentos Rational ofereceu também às pizzarias uma solução perfeita - e completa para a operação. O SelfCookingCenter® 5 Senses pode ser usado desde o mise en place, para o preparo de uma grande diversidade de recheios, como frango e ovos cozidos, brócolis e escarola no vapor, carnes e bacon grelhados, até a finalização da pizza.As pizzarias de todo o país estão descobrindo como tornar sua produção eficiente, economizando recursos e fidelizando clientes por meio de produtos padronizados e de alta qualidade. As pizzas podem ser preparadas com massas frescas ou congeladas e finalizadas nos equipamentos. Em média, o tempo de finalização de cada pizza é de 3 minutos e não há necessidade de monitorar ou virar as pizzas como nos equipamentos tradicionais. É só montar, carregar, pressionar um botão e pronto! O SelfCookingCenter® 5 Senses irá avisar quando a pizza estiver pronta. Benefícios dos equipamentos Rational em pizzariasAumento da produção: prepare 10 pizzas ao mesmo tempo, em apenas 3 minutos. Padronização: todas as pizzas ficam com a mesma coloração e corânica. O gratinado do queijo é perfeitamente dourado, com aparência apetitosa.Pré-aquecimento: em apenas 5 minutos o equipamento está pré-aquecido. Em fornos à lenha são necessários 40 minutos e para fornos de esteira 15 minutos somente para o pré-aquecimento.Matéria-prima: maior aproveitamento das matérias-primas e diminuição da perda. Sem pizzas queimadas ou fora do padrão. Mão de obra e operação: não requer mão de obra especializada com altos custos, pois o manuseio é muito simples. Sem risco de acidentes e contaminação. Comparado ao tradicional forno à lenha: a cozinha não fica quente, não ocupa tanto espaço (em média os equipamentos ocupam 1 m2), não demanda espaço para armazenagem de lenha. Processo de limpeza automático garante higiene. Sustentabilidade: não demanda tantos recursos naturais, já que não há necessidade de lenha. Processo de limpeza automático que utiliza somente os recursos necessários para a lavagem, além de realizar a constante conservação do equipamento, descalcificando o gerador de vapor a cada lavagem.A Rational oferece eventos especiais gratuitos para pizzarias em sua filial em São Paulo. O próximo evento será realizado dia 31 de maio de 2016. As inscrições podem ser feitas através do telefone (11) 3372-3000 ou pelo e-mail info@rational-online.com.br. www.rational-online.com REIMAGINANDO O FORNO DE PEDRA PARA PIZZAA startup britânica Roccbox criou uma versão minimalista e portátil do tradicional forno de pedra, a chave para fazer uma pizza napolitana perfeita. Até agora, essas peças importantes da cozinha italiana rústica estavam disponíveis apenas para os restaurantes premium e um nicho de mercado muito limitado dos "foodies". O dispositivo de mesmo nome, criado para revolucionar a experiência de comer pizza em casa, estreou com uma campanha de financiamento coletivo no site IndieGoGo no início de março, sendo vendido por cerca de US$ 500. Em apenas nove horas, a empresa atingiu seu objetivo de US$ 100.000 e arrecadou mais de 1 milhão de dólares no mês seguinte.O forno de pizza Roccbox recebeu um montante de financiamento sem precedentes. Isso acontece em grande parte devido à popularidade da comfort food no mercado ocidental - a pizza é a comfort food mais amada dos Estados Unidos e a oitava favorita da Grã-Bretanha. Além disso, os fornos tradicionais de 500 graus Celsius costumavam ser acessíveis apenas para as pessoas com US$ 1.000 dólares para gastar e um espaço ao ar livre permanente.A principal vantagem do forno Roccbox é que ele assa uma pizza de 30 centímetros em apenas 90 segundos, assim como os fornos tradicionais de pizza de uma tonelada. O dispositivo, que se assemelha visualmente a um recipiente oval ultra elegante de armazenar pão, apresenta um corpo inovador, com multicamadas de aço e uma base de pedra cordierita, sendo todo à prova de calor e protegido por um revestimento externo de silicone.O Roccbox atinge 500 graus Celsius em apenas 15 minutos e sua base de pedra isolada absorve a umidade, imitando o calor extremamente seco dos fornos de pedra convencionais. Ele vem com um queimador a gás e um à lenha, bem como uma pá de forno profissional para pizza. Um mostrador no dispositivo, que também exibe a temperatura, permite o controle fácil do calor e a obtenção de resultados consistentes.Apesar de seu tamanho pequeno, o Roccbox não é um utensílio de cozinha e só deve ser usado ao ar livre. No entanto, além de fazer pizza de dar água na boca com a cobiçada crosta oca crocante, o forno também é adequado para assar pães artesanais, peixes, carnes e vegetais, bem como defumar a quente e a frio. O forno pesa apenas 20 kg, o que significa que ele é leve o suficiente para uma pessoa transportá-lo, tornando-se uma solução perfeita para pátios e passeios de fim de semana.A startup sediada em Hampshire foi criada pelo empresário dos fornos de pizza comerciais Tom Gozney, que viu o recente aumento de restaurantes que usam pedras artesanais como uma brecha oportuna no mercado de fornos de pizza de pedra acessíveis.O Roccbox levou dois anos para ser desenvolvido e está atualmente disponível através do serviço de pedidos InDemand do IndieGoGo pelo preço de US$ 529, duas vezes mais barato do que seus primos convencionais. Os primeiros envios estão programados para junho, assim os amantes da pizza mais ansiosos vão poder desfrutar de pizzas com qualidade de restaurante, preparadas em 90 segundos, durante todo o verão do Hemisfério Norte. www.roccbox.comTECNOPIZZA - FORNOS DE ESTEIRA DUPLOS ELÉTRICOSO que antes era um sinônimo de status, hoje, é equipamento obrigatório dentro das pizzarias que buscam principalmente reduzir mão de obra especializada. Existem vários tipos de fornos e, na categoria dos esteiras, eles podem ser alimentados por gás ou eletricidade. Os fornos de esteira a gás possuem como fonte de calor um maçarico, e esse calor produzido é empurrado por uma turbina de ar, ou seja, sua pizza acaba sendo assada pelo ar quente produzido. Já os fornos de esteira elétricos possuem resistências que podem ser ajustadas individualmente, proporcionando mais ou menos calor na parte superior ou inferior, ou seja, a pizza é assada diretamente pelo calor produzido pelas resistências e isso faz com que o sabor se aproxime mais do forno à lenha do que o forno de esteira a gás.Outro mito é dizer que os fornos de esteira a gás são mais econômicos do que o forno de esteira elétrico. Vale lembrar que todas as partes eletrônicas, como controladores de temperaturas, controladores de velocidades da esteira, ou até mesmo o motor da esteira, são os mesmos, ou seja, tem o mesmo consumo; a diferença, então, fica pela alimentação da fonte de calor.Outro diferencial do forno de esteira elétrico é a dispensa da vistoria do laudo de bombeiros, pois não existe o risco de explosões com o uso de gás, dispensando também o laudo de estanqueidade, além do que nem todos os locais estão aptos a receberem os bujões de gás.Atualmente, existem vários modelos e tamanhos de fornos de esteira elétricos, inclusive, com o único forno de esteira do Brasil com dupla esteira. A visão da Empresa Tecnopizza é adequar o melhor produto a necessidade do cliente, muitas vezes, indicando a compra de fornos menores, que além de serem de baixo consumo, possuem produção suficiente para atender a demanda do cliente, assim o equipamento não fica ocioso durante a semana, onde a produção não é tão alta. Além de existir a possibilidade do cliente poder empilhar outro forno quando suas vendas aumentarem.www.tecnopizza.com.brTOMASI - FORNO DE PIZZA COM LASTRO DUPLO Modelos FPT-1300LD e FPT-600LD - Pizza pronta em 2 minutos!Os fornos de lastro duplo Tomasi foram desenvolvidos para assar com rapidez e facilidade diversos tipos de assados. Este forno, que possui câmara de cozimento de alto rendimento e é fabricado em aço inox com base desmontável, usa gás GLP, é de fácil manuseio e proporciona ótimo desempenho ao assar os alimentos. Tem porta com isolamento térmico e alimentador do gás individual para o queimador inferior e superior. O modelo FPT-600LD possui três queimadores tubulares no compartimento inferior e um infra no compartimento superior. Já o modelo FPT-1300LD possui sete queimadores no compartimento inferior e três infra no compartimento superior.Possuem dois lastros para assar. Assim, são especialmente indicados para o preparo de pizzas, onde a combinação do aquecimento dos lastros e o aquecimento superior com queimadores tipo ?infra?, resultam na temperatura ideal para o preparo das pizzas. Além de trabalharem com a porta aberta, assam a pizza, conforme a espessura da massa, em média em apenas 2 minutos!Forno Elétrico Tomasi - Modelos FE-40 e FE-40CO forno elétrico Tomasi foi projetado para assar com rapidez e praticidade pizzas e, também, assados em geral, como pães, bolos, cucas, biscoitos e, também, carnes, com a utilização da grade opcional. Indicado para a utilização em padarias, supermercados, lojas de conveniência, restaurantes, hotéis, etc., e devido ao seu tamanho compacto, também pode ser de uso residencial. O sistema de aquecimento por resistências elétricas apresenta ótimos resultados, dando à pizza aquele toque especial no sabor, por utilizar pedra refratária Cordierita de 40x40cm. O painel de comando eletrônico possui controles independentes, inferior e superior, proporcionando condições de controlar as temperaturas para o melhor assado das pizzas, tanto na massa quanto nos ingredientes. O forno é revestido em aço inox AISI 430, escovado interno e externo, com acabamento externo opcional na cor vermelha. Cavalete em aço inox com porta bandejas para pizzas (somente no modelo FE-40C), possui dispositivo de transporte e lâmpada interna para visualizar os assados com facilidade. Pesa cerca de 20 kg e mede 0,605 x 0,630 x 0,350 m (largura x profundidade x altura). www.tomasi.com.brULTRAGÁS - PIZZA ASSADA EM FORNO A GÁS OFERECE MAIOR PRODUTIVIDADE E CONQUISTA A PREFERÊNCIA DO PÚBLICOO uso de energia limpa para assar pizzas, com a substituição da lenha por GLP, está movimentando o mercado não apenas de empresários, mas também de consumidores. Prova disso, é que, além dos benefícios que a solução oferece para os estabelecimentos do setor, o resultado de testes recentes mostra que, em aparência e sabor, a pizza assada em forno a gás mereceu a preferência dos provadores.O teste cego que aconteceu no Instituto Mauá de Tecnologia para identificar se há diferença entre o resultado do preparo no forno a GLP ou no forno à lenha resultou em ligeira vantagem para as pizzas assadas em forno a gás. Na análise sensorial comparativa, da qual participaram 120 consumidores, os fornos usados foram iguais e a única diferença foi a fonte energética: gás e lenha.Solução UltragazA solução desenvolvida pela Ultragaz oferece maior produtividade devido ao fornecimento contínuo de GLP e ao controle de temperatura. Destacam-se a redução no tempo de pré-aquecimento, a uniformidade alcançada no produto final (massas cruas ou pré-cozidas) e o melhor aproveitamento do espaço interno do forno. Além disso, há maior eficiência do sistema, aumentando a vida útil do forno.Vale destacar que, com a nova aplicação, os efeitos nocivos da combustão da lenha, como a emissão de gases poluentes e resíduos tóxicos (fuligem, fumaça e cinzas), que sujam o forno, a pizza, e afetam a saúde humana, são anulados. O uso de energia limpa evita também riscos operacionais causados pela presença de pragas urbanas nos estoques de lenha, como insetos e roedores, e desestimula o desmatamento ilegal.A versatilidade da solução é outro ponto positivo: é possível tanto a conversão do forno de alvenaria como o uso do GLP em fornos individuais ou de esteira. No caso da conversão, que é simples e rápida, a instalação fica pronta em apenas algumas horas. Diferentes negócios, como pizzarias, padarias, restaurantes e buffets, podem, assim, com o forno a GLP, dispensar mão-de-obra de especializada, mantendo a garantia de alta produtividade.consulta.tecnica@ultragaz.com.brFORNO À LENHA NAPOLITANOComentários do Chef Wilson Ferreira, especialista em pizzas (napolitana, clássica italiana, paulistana e americana ) e construtor de forno à lenha Napolitano.O forno Napolitano é o mais completo equipamento de assar pizzas do mundo. O chef comenta que no entra e sai de tecnologias, nenhum outro equipamento substitui a altura o forno à lenha Napolitano, pois é o único forno que tem condições em assar a verdadeira pizza napolitana, que hoje está em uma crescente no mercado mundial devido a exigência das pessoas que optam por uma alimentação saudável. A exemplo disso, a pizza Margherita Napolitana tem entre 540 a 560 calorias e é rica em sais minerais, carboidratos, vitamina C, antioxidantes e cálcio, sendo um alimento completo para o consumo do ser humano no dia a dia. A pizza está dentro da alimentação mediterrânea, considerada uma das melhores do mundo.O forno Napolitano, construído nas dimensões corretas, torna-se muito mais eficiente, resistente, econômico e funcional, podendo chegar a altas temperaturas, como 480 graus no lastro, exigidos pela AVPN - Associazione Verace Pizza Napoletana - e, com isso, assar as pizzas entre 60 a 90 segundos.Na parte de consumo, o forno Napolitano é o mais econômico de todos os fornos, ou seja, o elétrico, a gás ou do próprio forno tradicional à lenha com a chaminé na frente.O consumo médio do forno Napolitano é de 1 metro cúbico de lenha por semana, trabalhando todos os dias (em média paga-se R$ 80,00 o metro cúbico de lenha, portanto, tendo um gasto médio de R$ 350,00/mês); com certeza é o mais econômico de todos os fornos. O forno Napolitano reaproveita 100% do seu ar-calórico gerado pela lenha, pois tem um sistema de duas cúpulas, onde o ar quente (fumaça) é sugado entre as duas cúpulas e expelido pela chaminé (duto) no fundo do forno, e não na frente como nos tradicionais à lenha. O forno Napolitano permite três tipos de cocção ao mesmo tempo, o primeiro através do lastro, onde a pizza é assada por calor de condução (com ajuda da brasa gerada pela lenha); a segunda pela irradiação, através dos tijolos quentes pelas laterais do forno; e a terceira por convecção, pela circulação do fogo (ar quente), por isso uma pizza de alta qualidade tem que ser assada com fogo dentro do forno.Além de ter um bom termômetro a laser, que chega a 600 graus, a dica do chef é usar o método medieval, ou seja, somente assar as pizzas quando os tijolos internos do forno estiverem totalmente brancos e, como consequência, estará na temperatura ideal para se assar uma boa pizza. Este tipo de cocção (assar) só existe no forno à lenha, onde naturalmente estes três elementos (condução, irradiação e convecção) estão presentes. Por esse motivo, e de acordo com o chef André Guidonn, representante da AVPN - Associazione Verace Pizza Napoletana - no Brasil, que um dos quesitos obrigatórios para se obter um certificado é ter um forno Napolitano que chegue até os 480 graus de temperatura.O forno à lenha é o coração de uma pizzaria; sem um forno equilibrado é impossível servir com velocidade uma pizza de qualidade. O chef Wilson Ferreira comenta que não existe leis que proíbam o forno à lenha, até porque o consumo é muito baixo, e com relação a degradação da natureza, tanto o forno elétrico como o a gás também degradam a natureza. Hoje, temos no mercado, além da lenha sustentável, as lenhas ecologicamente corretas, sendo os briquetes e os pellets (mini-lenha) que substituem a altura a lenha tradicional e, caso tenha reclamações dos vizinhos com relação a fumaça, usamos filtros ou o equipamentos Eco-Forno, que não gera fumaça.Só para refletir: quando entro em uma pizzaria que não seja de forno à lenha, parece que não existe romantismo no lugar, parece que estamos em uma fábrica de fazer pizza em uma linha de produção/montagem. O fogo da lenha hipnotiza e faz com que as pessoas se unam... Não vamos deixar esta magia jamais acabar, está na essência da vida.www.sitioclubedapizza.com.br
[+ detalhes]
01/07/2016
ABBRACCIO CUCINA ITALIANA .
TRANSFORMANDO O COMUM EM EXTRAORDINÁRIOUm restaurante único. Um lugar que recebe seus clientes sempre de braços abertos, com mesa farta e o carinho típico italiano.Benvenuto al Abbraccio! Com três unidades no Brasil, sendo a primeira no Shopping Vila Olímpia e segunda no Shopping Market Place, as duas na capital paulista , e uma unidade em Campinas, interior de São Paulo, o Brasil foi o primeiro país a receber o Abbraccio Cucina Italiana no mundo. A rede traz o que há de melhor na culinária italiana, com receitas consagradas que unem tradição e modernidade em uma experiência sensorial que envolve o paladar de forma vibrante. O conceito, inspirado na rede americana Carraba's, chegou ao Brasil em 2015 com a proposta de transformar o comum em extraordinário, trazendo uma cozinha aberta que permite que os clientes acompanhem a preparação de seus pratos. A proximidade entre o cliente e a cozinha possibilita sentir a energia do local e acompanhar a combinação de cores e aromas durante o preparo dos pratos. O nome Abbraccio (abraço, em italiano) é resultado de 10 meses de pesquisas realizadas em território brasileiro e foi pensado de maneira que, em qualquer lugar do mundo, aconteça uma identificação entre a marca e o tipo de culinária oferecida. Apesar da temática italiana, trata-se de uma rede do grupo norte-americano Bloomin? Brands. Foram cerca de R$ 1 milhão investidos em estudos de design, menu, ambiente e nome da nova marca. Praticamente todos os detalhes deste conceito foram testados para entender a aderência ao perfil do brasileiro. O Abbraccio Cucina Italiana não é franquia. O seu setor de atuação é conhecido no mercado como casual dining. É um perfil bastante agradável aos costumes brasileiros. O conceito apresenta um estilo jovial e é conhecido por ter um serviço de excelente qualidade, mas de abordagem informal, com proximidade entre atendimento e clientes. É um conceito muito apreciado por pessoas que gostam do fato de se sentir em casa e estar em um ambiente com amigos ou familiares, confraternizando, saboreando bons pratos e, somado a isso, sendo bem servidas. Tradição e modernidade A personalidade do sabor é a alma do restaurante. Por isso, as tradicionais receitas da família italiana fundadora da rede nos Estados Unidos estão presentes no cardápio e são apresentadas com um toque inovador e moderno, preparadas com os mais puros e frescos ingredientes. Todos os clientes do Abbraccio são recebidos pelos Amici, como são chamados os atendentes, e ao serem acomodados, recebem como boas-vindas o tradicional pão da família italiana, acompanhado de um azeite extra virgem. O pão, servido quentinho, apresenta crocância exterior e textura interna macia. O azeite, que é misturado com oito ervas e temperos especiais, é um deleite para o paladar. Massas, bruschettas, pizza estilo romana, linguiça tipo italiana, além dos clássicos molhos Pomodoro e Alfredo são algumas das delícias encontradas no cardápio. Ingredientes selecionados garantem um sabor rico e balanceado aos pratos, além de ervas frescas que, combinadas com molhos à base de vinhos e com azeite extra virgem, imprimem personalidade. Entre os carros-chefes do cardápio está o Fettuccine Abbraccio, composto por tiras de frango grelhadas, molho Alfredo, cogumelos salteados e ervilha. Também há o Pollo Brianni e Filetto Brianni, opção de frango ou filet mignon cobertos com queijo de cabra, tomates secos e o molho Specialità Burro al Limone com manjericão. Além disso, alguns ingredientes surpreendem o paladar dos clientes, pois não são comuns no mercado brasileiro. Vieiras, mexilhões e alguns dos queijos utilizados nas receitas são importados para garantir o sabor único dos pratos. Também é apresentado aos clientes um molho de manteiga com limão siciliano que garante um sabor muito autêntico às receitas. Mas o cardápio do Abbraccio tem muito mais a oferecer... As sopas e saladas são preparadas com os melhores e mais frescos ingredientes para um sabor surpreendente. As opções incluem Pollo di Sicilia (receita da casa com frango, caldo rico de legumes frescos e massa mezzi tubetti); Zuppa di Lenticchia con Salsiccia (sopa de lentilhas e linguiça tipo italiana especial); Insalata Caesar (alface romana, croutons de ciabatta com ervas finas, queijo parmigiano, ao molho Caesar); Insalata di Spinaci (espinafre com camarões grelhados, prosciutto assado, pinolis e molho vinagrete de vinho Xerez); e Insalata di Casa (alface romana, cenoura, tomate cereja, azeitonas kalamatas e molho da casa).Entre os antipastos, Mozzarella Marinara (mozzarella empanada, acompanhada de um dos molhos clássicos da casa, o Marinara); Cozze in Bianco (mexilhões cozidos no vapor de vinho branco, manjericão, alho e cebola, servidos com molho Specialitá ?Burro al Limone?); Calamari (cortes de lula empanados à mão, acompanhados do clássico molho Marinara da casa); Arancini (bolinhos empanados de risoto com linguiça tipo italiana e pimentões, servidos com o clássico molho Marinara da casa); e Bruschetta al Formaggio di Capra (queijo de cabra gratinado com molho pomodoro, servido com ciabattas crocantes ao forno), são algumas das deliciosas opções. As massas são indescritíveis. Selecionadas pela sua qualidade e textura, são preparadas à perfeição na hora do pedido. Além do Fettuccine Abbraccio, já citado anteriormente, as oções incluem Conchiglie ai Formaggi (massa conchiglie ao molho Alfredo com queijos de cabra, pecorino romano, mozzarella e fontina); Ravioli al Funghi (raviólis recheados com creme de cogumelo Porcini ao molho de vinho Marsala com cebola caramelizada); Gnocchi al Pesto (gnocchi ao molho pesto cremoso com pinolis); Carbonara di Roma (spaghetti ao molho cremoso de pecorino romano e pancetta); Ravioli di Aragosta (raviólis recheados com creme de lagosta ao molho de vinho Chardonnay cremoso, finalizado com pedacinhos de tomate); Linguine con Gamberi e Vieiras alla Vodka (linguine salteado com vieiras e camarões ao molho sugo rosa com toque de vodka); Conchiglie con Salsiccia Italiana (massa conchiglie ao molho sugo rosa com linguiça tipo italiana, cogumelos grelhados e ervilhas); e Lasagna alla Bolognese (preparada em camadas com o nosso molho pomodoro, recheada com ragu de carne e queijos especiais). As carnes são um show a parte: grelhadas, com o tempero exclusivo da casa, possuem textura e sabor diferenciado. O cardápio oferece Filetto Marsala (filet mignon grelhado com prosciutto e cogumelos, ao nosso molho à base de vinho Marsala); Filetto Fiorentina (corte de 230g do miolo do filet mignon, grelhado ao nosso tempero à base de azeite de oliva, balsâmico e ervas finas); Filetto Brianni (filet mignon grelhado, coberto com queijo de cabra e tomates secos e nosso molho Specialitá ?Burro al Limone? com manjericão); Brasato al Chianti (nobre corte de costela desossada lentamente assada, coberta com molho Chianti e acompanhada da exclusiva combinação de purê de batatas e aspargos grelhados); e Brasato con Risotto (risoto com queijo pecorino romano acompanhado de nobre corte de costela desossada lentamente assada e coberta com um rico molho de vegetais e vinho tinto).Se você prefere um peixe, não deixe de experimentar uma destas opções: Spiedino di Mare (camarões e vieiras levemente empanados e grelhados, cobertos com o nosso molho Specialitá ?Burro al Limone?); Risotto di Gamberi (risoto de camarão com tomate seco, manjericão e molho Specialitá da casa ?Burro al Limone?); Salmone alla Griglia (posta de salmão grelhado com vinagrete de tomate, cereja e manjericão); ou Tilapia alla Griglia (filé de Tilápia levemente empanado e grelhado, com vinagrete de tomate cereja e manjericão).Para finalizar, o cardápio de sobremesas é um deleite para o paladar: Tiramisu (biscoitos tipo italiano embebidos em café com licor de Amaretto, camadas de creme de mascarpone com rum e licor de café, cobertos com raspas de chocolate meio amargo); Zabaglione con Frutti di Bosco (uma seleção de frutas vermelhas cobertas com creme de vinho Marsala e biscoito Amaretto); Torta Zuccoto al chocolate (bolo de chocolate com camadas de mousse de chocolate, com cobertura de chocolate e cacau em pó); Budino di pane Limoncello (pudim de brioche com limoncello, servido aquecido com sorvete de creme e calda de licor de limoncello); Dolci Selezioni (uma seleção dos exclusivos Dolci Abbraccio: Tiramisu, Mini Cannoli e Torta Zuccoto); e Mini Cannoli (tradicional massa italiana crocante, recheados com creme de queijo ricota e gotas de chocolate, polvilhados com açúcar de confeiteiro e pistache).Para acompanhar a refeição, o Abbraccio Cucina Italiana dispõe de La Carta Del Vinni que, além das melhores opções de rótulos italianos, dispõe também de vinhos argentinos, chilenos e brasileiros.Spazio AbbraccioA sala Spazio Abbraccio permite acomodar grupos pequenos ou montar uma única grande mesa no melhor estilo família italiana.O espaço reservado comporta entre 15 e 35 pessoas que são recebidas pelos Amici, que, como boas-vindas e por conta da casa, oferecem o tradicional pão da família italiana, quentinho, crocante por fora, macio por dentro, acompanhado de um azeite com oito ervas e temperos especiais. O espaço oferece dois menus fechados, que ficam à escolha do cliente.www.abbracciorestaurante.com.br
[+ detalhes]
01/07/2016
Acessórios para pizzas
Para se obter uma boa pizza, não basta usar os melhores fornos e nem as melhores matérias-primas: é preciso pensar também nos acessórios. Mas como escolher os melhores? Qual o melhor material? Quais utilizar? O diretor da GI. Metal Brasil, Henrique Cavazotti Coelho, responde a estas e outras perguntas que podem fazer a diferença na hora de escolher os acessórios para a sua pizzaria!Como escolher os melhores acessórios para uma pizzaria? Primeiro de tudo è necessário conhecer bem os detalhes da operação, tais como tipo de forno, medidas internas do forno, espaço disponível para manusear as pás de pizza, área de abertura de massa e preparação da pizza, tamanho das pizzas vendidas etc. Ciente desses fatores, a escolha dos acessórios é mais assertivo e valoriza o investimento. Para satisfazer as diferentes necessidades do maior número possível de pizzarias, a GI.Metal fabrica uma ampla seleção de pás para enfornar a pizza, pazinhas de fornear e escovas de limpeza, de diferentes formatos, diâmetros e comprimentos de cabo. Por exemplo, o diâmetro das pás variam de 32 cm a 50 cm, enquanto que o cabo começa com 30 cm e pode chegar a 2 metros.As pizzarias devem sempre buscar acessórios que estejam em conformidade com as normas da ANVISA. Ainda è amplamente comercializado pás de enfornar pizza feitas em madeira, o que infringe o item 4.1.15 da resolução 216 (15/09/2004) da ANVISA, podendo acarretar em multas para a pizzaria. Qual é a lista de acessórios essenciais para esse tipo de negócio? Toda pizzaria precisa fundamentalmente: levar a pizza ao forno, assá-la corretamente e retirá-la do forno. Por fim, limpar o forno! Sendo assim, é necessário pás para enfornar a pizza; pazinhas para movimentar a pizza dentro do forno e retirá-la uma vez assada; e escovas de limpeza do forno. E também, bandejas, cortadores de pizza, conchas para molho, caixas especificas para fermentação da massa, furadores para massas doce ou sem molho de tomate (evitam que a pizza faça bolhas enquanto assa), espátulas para cortar a massa, espátulas para servir a pizza, bolsas térmicas para delivery, caixas térmicas para delivery, entre outros? E qual é o investimento inicial de uma pizzaria com essa parte das compras? Comprando utensílios GI.Metal, para uma operação enxuta, com um forno e pizzas montadas na bancada e não sobre a pá, gasta-se entre R$ 2.000 e R$ 2.500 com pá, pazinha, escova, suporte, cortadores, espátulas, bandejas, concha, furador e caixas de fermentação. Se as pizzas forem montadas em cima da pá, será necessário adquirir mais pás. Algum material, como alumínio, inox, vidro, etc., é mais indicado quando falamos sobre esses acessórios? O alumínio e o inox são ambos ótimas soluções. A GI.Metal usa alumínio nas suas pás de enfornar e aplica um tratamento chamado anodizacão, para que a superfície fique mais deslizante, além de impedir a deterioração natural do alumínio. Nas pazinhas de forno, a GI.Metal usa aço inox de alta qualidade e, diferentemente do inox padrão, optamos por uma liga com uma quantidade mínima de níquel para mitigar a migração desse metal para os alimentos, pois pode gerar alergia nos consumidores, problema já detectado na Europa e que está sendo tratado pelos órgãos de saúde de competência. Na escova de limpeza do forno da GI.Metal, as cerdas são feitas de latão, pois é um metal maleável e limpa o lastro do forno sem agredir.Nos acessórios menores, como cortadores e espátulas, a GI.Metal fabrica produtos utilizando inox de alta qualidade nas lâminas e um polímero ultra resistente a calor e impacto no plástico dos cabos. Como deve ser a higienização desses acessórios? Os produtos GI.Metal permitem uma higienização rápida e eficiente. Levamos em conta esse quesito na hora de projetar nossos acessórios e buscamos soluções que ofereçam elevados níveis de higiene com pouco esforço. Temos uma linha especial em relação a isso. Trata-se da GHA, um tratamento dado ao alumínio que além de torná-lo tão resistente à abrasão e ao calor como o inox, todos os microporos são vedados com íons de prata, criando uma superfície completamente asséptica. Quais são os ganhos com o uso de acessórios específicos para pizzarias? O acessório correto valoriza o investimento e traz os resultados esperados na operação. As pazinhas de forno da GI.Metal são muito leves, pesando em média 1 kg, enquanto que há no mercado pás de cerca de 10 kg. Um pizzaiolo que faz um turno de 4 horas na frente de um forno e assa cerca de 200 pizzas precisa de uma pá leve e eficiente! Existem acessórios para pizzaria que ainda não são muito usados, mas que podem trazer grande ganho de tempo para os pizzaiolos? No Brasil, ainda prevalece a montagem da pizza em cima da pá. Já o estilo italiano prevê a montagem das pizzas diretamente sobre a bancada, o que permite maior velocidade de montagem das pizzas, colocação no forno e cocção. As pás GI.Metal funcionam perfeitamente com o estilo italiano, pois são finas o suficiente e possuem uma borda rebaixada para pegar melhor a pizza da bancada. Tendo em vista pizzarias que adotam esse processo - pizza na bancada - desenvolvemos pás de enfornar perfuradas, que são mais leves do que as lisas e resolvem o problema da farinha. Ou seja, aquela farinha usada na manipulação da massa, durante a montagem da pizza, invariavelmente acaba indo para o forno, queima e gruda na pizza, conferindo um sabor amargo. Isso além de consumir mais farinha e sujar mais o forno! As pás perfuradas da GI.Metal acabam com esse problema, pois toda a farinha em excesso escoa pelos furos e fica na bancada.Novamente citando as pazinhas de forno, as pizzarias que usam outras pazinhas, aquelas de 10 kg, tem dificuldade em fornear mais do que uma ou duas pizzas no forno ao mesmo tempo. Já com uma pazinha de 1 kg da GI.Metal, é possível fornear quantas pizzas couberem no forno, ou seja, 5, 6 ou 8?Ainda são poucas as pizzarias que se beneficiam dessas evoluções! É necessário fazer a troca desses instrumentos depois de muito tempo de uso? Os clientes GI.Metal compram nossos produtos pois sabem que duram muito tempo. Resistência e robustez são requisitos importantes para nós e estão presentes em todos os produtos! Se usados da forma correta e com os cuidados normais, os acessórios GI.Metal podem durar anos. Como identificar a hora certa de trocar? Quando não estão proporcionando o mesmo rendimento que deveriam. No caso dos cortadores, quando a lâmina perde completamente o fio e o pizzaiolo corta fazendo muita força. Como saber se o fornecedor oferece qualidade nos seus produtos? A GI.Metal possui certificados europeus que atestam que os seus produtos estão aptos ao contato com alimento humano. Também, a fábrica, na Itália, possui o certificado ISO9001 de produção.A matéria-prima utilizada determina em grande parte a qualidade do acessório. Os produtos GI.Metal são visivelmente de qualidade, pois as ligas metálicas e os polímeros plásticos são cuidadosamente selecionados e posteriormente trabalhados em máquinas de alta tecnologia de produção. Não apresentam falhas, pesos incoerentes ou resistência abaixo da necessária. Qual a garantia dos materiais comprados? Comprando o produto correto para a operação, a garantia é de satisfação e melhoria do trabalho! Como administrar a quantidade de acessórios que será necessária na hora da compra? Os produtos GI.Metal são de confiança, ou seja, não quebram e não se desgastam de uma hora para outra. A pizzaria pode, tranquilamente, comprar somente o necessário, sem ter que se preocupar em comprar a mais, caso o acessório quebre de repente.
[+ detalhes]
01/07/2016
ARTIGOS ESPECIAIS - SOBREMESAS
[+ detalhes]
01/07/2016
Baco Pizzaria
A MELHOR PIZZA DE BRASÍLIAQuem conhece a Baco Pizzaria sabe por que a casa faz jus à menção de melhor pizza da cidade. Conquistando espaçosFoi em 1999, em um box de três metros quadrados na Quituarte, feira fundada por artesãos e cozinheiros do Lago Norte, em Brasília, que foi montado o primeiro Baco, ainda com o nome Baco Bar a Vin. O local trazia uma proposta ousada, com ingredientes caros, importados, alguns quase desconhecidos do público. Azeites, queijos e presuntos especiais, o pão Ciabatta, uma carta de vinhos com mais de 80 rótulos, cervejas e cafés. As experiências começaram com poucas pizzas, algumas tradicionais, como a Margherita, e novidades, como gorgonzola com pêra. ?O sucesso foi rápido e a pizza era o que mais atraia os clientes?, conta o chef e pizzaiolo Gil Guimarães.Um ano depois, o Baco acabou deixando a Quituarte para se instalar na Asa Norte. O novo espaço era uma pizzaria de verdade, com o grande reforço do forno à lenha. Aos poucos, surgiram novas pizzas, agora consideradas a razão principal da existência da casa. Em 2003, o Baco se tornou oficialmente pizzaria. ?A localização em frente a uma bela e pacata pracinha também ajudou a encantar os clientes com o seu ambiente descontraído e agradável?, acredita Gil.Logo a famosa pizza atravessou a cidade e uma nova casa foi inaugurada, desta vez na Asa Sul. Super charmosa, a Baco Pizzaria da 408 sul é inspirada nos bares e restaurantes do início do século XX da Itália e do Brasil. O piso de ladrilho hidráulico traz uma atmosfera retrô ao ambiente, que é bem despojado. A casa tem uma área climatizada e outra no jardim, arejada e agradável.Ao longo dos anos, a Baco, conhecida por seus sabores clássicos e criações próprias, conquistou fama, prêmios e, principalmente, a confiança de quem aprecia a boa gastronomia.Pizza premiadaCom 16 anos de tradição na Capital Federal, o Baco já recebeu diversas premiações como a melhor pizzaria da cidade. Este ano, a casa do chef Gil Guimarães está concorrendo ao título de Melhor Pizzaria do Brasil pelo Prêmio Melhores do Ano, já sendo considerada pela revista especializada uma das cinco mais tops do país. O Baco faz parte do seleto grupo da ?Associazione Verace Pizza Napoletana?, que tem como objetivo preservar a tradição da verdadeira pizza de Nápoles, na Itália. A casa é a única de Brasília a conquistar o famoso selo incentivado pelo governo italiano que certifica aquelas pizzarias que oferecem um produto que carrega mais de 300 anos de tradição. Para merecer o selo, o estabelecimento precisa provar que oferece a seus clientes a Vera Pizza Napoletana, feita com técnicas estudadas durante anos até chegar ao modelo ideal de receita. ?A massa da pizza Napoletana leva cinco ingredientes: água, farinha 00, fermento, sal e paixão?, explica Gil Guimarães. Além disso, é necessária toda uma técnica que leva tempo ideal de fermentação, jeito de abrir a massa, forno diferenciado, que atinge 485ºC, e só pode assar a pizza por 90 segundos. Sabores incomparáveisAlém da massa Napoletana, o Baco oferece também no cardápio a massa Romana. As duas opções são combinadas com sabores clássicos e criações assinadas pelo chef e pizzaiolo Gil Guimarães. O uso de ingredientes frescos e selecionados, além de alguns inusitados, como ovo caipira, azeite trufado, aspargos verdes e pera com gorgonzola, renderam ao Baco a confiança de quem aprecia a boa gastronomia. Destaque para a Burrata servida como entrada, que é produzida de forma artesanal.Dentre as criações do chef, vale provar a pizza Brava, feita com mozzarella de búfala, alho confit, pancetta, alcaparras, pimenta dedo de moça, tomates frescos em cubos e pomodoro pelati; a Trufada, que traz aspargos frescos, presunto cru, mozzarella de búfala, gema de ovo mole e azeite trufado; e a Caprina com alecrim, feita com queijo de cabra, mozzarella de búfala, pancetta, tomate cereja, alecrim e pomodoro pelati. Outras criações do chef Gil Guimarães incluem a Margherita Premium, com Burrata, sweet grape sem pele aromatizado com basílico, mozzarella e pomodoro pelati; a Calabresa Bêbada, que inclui mozzarella de búfala, calabresa moída ao vinho Marsala, rúcula e pomodoro pelati; a Linguiça, que combina como ingredientes mozzarella, linguiça, cebola e pomodoro pelati; a Lombo Defumado com Catupiry, composta por mozzarella, Catupiry, lombo defumado, gotas de limão e pomodoro pelati; a Parma, feita com presunto cru, pomodoro pelati, rúcula e parmesão; a Gorgonzola com Pêra, que leva como ingredientes gorgonzola, mozzarella, pêra, agrião fresco e pomodoro pelati; a Shimeji com Alho Poró, com mozzarella, mozzarella de búfala, shimeji puxado na manteiga, alho poró, gergelim e pomodoro pelati; a Capriciosa, composta por mozzarella, presunto, gorgonzola, tomate seco, ovo e pomodoro pelati; a Mediterrânea, que mistura os sabores da mozzarella com berinjela, parmesão, pimentões e abobrinha, preparados no forno à lenha; a Parmegiana, uma combinação de mozzarella de búfala, berinjela no forno à lenha, parmesão e pomodoro pelati; a Brie com Aspargos Frescos, composta por mozzarella de búfala, brie, aspargos frescos e presunto cru; e a Burrata & Parma, que combina Burrata, presunto cru, pomodoro pelati e raspas de limão siciliano.O cardápio de pizzas inclui ainda as opções Vera Pizza Margherita (mozzarella de búfala, pomodoro pelati, parmesão e basílico); Vera Pizza Marinara (pomodoro pelati, orégano, azeite e alho); Atum Espanhol (mozzarella, atum espanhol, alcaparras, cebolas e pomodoro pelati); Tomate Seco (mozzarella de búfala, tomate seco, pomodoro pelati e rúcula); Caprese (mozzarella, tomate caqui, mozzarella de búfala, tapenade de azeitonas e basílico); Alcachofra (mozzarella, coração de alcachofra, alcaparras e pomodoro pelati); e Filetto Carnevalle (mozzarella de búfala, tomate sweet grape, parmesão, basílico e um toque de alho). Esta pizza tem como destaque o seu formato: é servida em forma de estrela e as pontas são recheadas com ricota.As pizzas tradicionais também fazem sucesso na casa, como a Margherita, Calabresa e Portuguesa.Os calzones também fazem parte do cardápio do Bacio. A Vera Pizza Napoletana, como é chamado pela casa, pode ser saboreado nas opções Presunto (presunto, mozzarella, pomodoro pelati e orégano); Margherita (mozzarella, parmesão, pomodoro pelati e basílico); Calabresa com Marsala (mozzarella, calabresa moída ao vinho Marsala e rúcula); e Grazie Napoli (mozzarella de búfala, creme de ricota, presunto, cogumelos e parmesão).Além das deliciosas e premiadas pizzas, o cardápio da Baco inclui entradas, saladas e sanduiches. Como entrada, além da já mencionada Burrata, as escolhas incluem Pão de Alho; Cesta de Focaccia; Pão Recheado da Casa (calabresa, mozzarella, azeitonas e tomate fresco); Linguiça Artesanal, assada no forno à lenha; Bruschetas (tomate sweet grape, azeite e basílico); e Berinjela à Parmegiana (berinjela, pomodoro pelati, mozzarella de búfala e parmesão, gratinados no forno à lenha).O Baco oferece quatro opções de saladas: Presunto Cru com Mostarda Dijon (folhas orgânicas, presunto cru, pêra, uva, molho de mostarda Dijon e um toque de laranja); Queijo de Cabra (folhas orgânicas, tomate sweet grape, queijo de cabra, azeitonas, molho de vinagre tinto e orégano); Atum (folhas orgânicas, atum espanhol, mozzarella de búfala, tomate cereja, croutons e molho de ervas); e Caprese (tomate italiano, mozzarella de búfala, basílico e tapenade de azeitonas).Os sanduiches também são de dar água na boca. Entre as opções, estão o de Linguiça (linguiça, alface e mostarda Dijon); Sanduiche 402 (mozzarella de búfala, tomate seco, berinjela e pimenta-do-reino); e Presunto Cru (presunto cru italiano, mozzarella de búfala, tomate seco e rúcula). Todos servidos no pão ciabata natural ou integral.Agora é só escolher entre as inúmeras opções de entradas, saladas, sanduíches e pizzas... e bom apetite!LOGO BACO PIZZARIAwww.bacopizzaria.com.br
[+ detalhes]
01/07/2016
BELGRANO PIZZARIA
TRADIZIONE D' ITALIA, À MODA BRASILEIRADesde 2008, a Pizzaria Belgrano prima pela qualidade e pela exclusividade em seus sabores, tanto nas suas pizzas como em massas e saladas, em suas duas unidades na cidade de Caxias do Sul, RS.Gastronomia diferenciadaPor ser uma cidade com forte cultura italiana, Caxias do Sul, RS, tem na pizza um dos seus principais pratos típicos. Uma das casas de sucesso da cidade é a Pizzaria Belgrano, cujo nome faz referência ao vapor Belgrano, um navio que partiu do porto de Havre, na França, em 1872. A bordo estavam imigrantes de diferentes nacionalidades, que desembarcaram apenas em outubro de 1875, no porto do Rio de Janeiro.Seja na unidade instalada no bairro de Santa Catarina ou na unidade de São Leopoldo, ambas na cidade de Caxias do Sul, a Belgrano Pizzaria apresenta alta qualidade gastronômica em seu cardápio, composto por uma grande variedade de pizzas para todos os gostos, desde as tradicionais até exclusividades da casa, no rodízio ou ?a la carte?, além de deliciosas massas.Local diferenciado, ingredientes selecionados na produção das pizzas e pessoal treinado e capacitado é o segredo do sucesso da Pizzaria Belgrano. Sabores exclusivosCom um cardápio composto por mais de 70 sabores de pizzas, preparadas artesanalmente e levadas ao forno à lenha, a Pizzaria Belgrano oferece uma experiência gastronômica única.O cardápio inclui pizzas com vegetais e cereais, com carnes, com queijos, condimentas e com frios, com peixes, e pizzas doces.Com certeza, você vai se surpreender!Pizzas com vegetais e cereaisAs opções são variadas e diversificadas. A novidade é a que leva o nome casa, ou seja, a Belgrano, composta por mussarela, tomate em rodelas, manjericão, tomate seco, catupiry e parmesão. Outras opções incluem a Alho e óleo (mussarela, alho frito, catupiry, parmesão e salsa); Aspargos (mussarela, aspargos, tomate picado e salsa); Brócolis (mussarela, brócolis e catupiry); Calzone de espinafre (mussarela, espinafre, molho branco e parmesão); Champignon com manjericão (mussarela, champignon, tomate picado e manjericão); Espinafre (mussarela, espinafre, molho branco e parmesão); Jardineira (mussarela, milho, ervilha, palmito, pimentão, tomate picado e cebola); Mafiosa (mussarela, gorgonzola, catupiry e cebola); Milho ao molho branco (mussarela, milho, molho branco e parmesão); Palmito ao molho branco (mussarela, molho branco, palmito e parmesão); Tomate seco com rúcula (mussarela, tomate seco, catupiry e rúcula); e Vegetariana (mussarela, milho, ervilha, brócolis, palmito, tomate, azeitona e catupiry).Destaque para as pizzas com massa integral, como a Champignon na massa integral (mussarela, champignon, tomate picado e salsa); Escarola na massa integral (mussarela, escarola, palmito e catupiry); e Marguerita na massa integral (mussarela, rodelas de tomate, manjericão, catupiry e parmesão).Pizzas com carneO cardápio oferece opções diferenciadas e inusitadas! Uma delas é a Fricassê de filé novo sabor da casa, composta por mussarela, filé, creme de leite e batata-palha. Mas as surpresas não param por aí! Experimente a pizza À moda do chefe, que leva mussarela, filé mignon, champignon, alcaparras e cebola; ou a de Bacon aos quatro queijos, com mussarela, bacon, catupiry, provolone e parmesão; ou a Canelone, que tem como ingredientes mussarela, frango desfiado, molho branco, milho e parmesão; ou, ainda, a Coração, composta por mussarela e coração de frango. Outras opções que surpreendem o paladar são a Costela com cheddar (mussarela, costela em fatias, cheddar e parmesão); Escarola com bacon (mussarela, escarola, bacon, azeitonas e tomate picado); Filé com aspargos (mussarela, filé e aspargos); Filé com batata palha (mussarela, filé, champignon e batata palha); Filé com champignon (mussarela, filé e champignon); Filé com gorgonzola (mussarela, gorgonzola e tiras de filé); Filé com mostarda (mussarela, filé e molho de mostarda); Fricassê de frango (mussarela, frango, creme de leite e batata palha); Picanha ao alho e óleo (mussarela e picanha ao alho e óleo); Strogonoff de filé (mussarela, champignon e tiras de filé ao molho de strogonoff); e Strogonoff de frango com brócolis (mussarela, strogonoff de frango e brócolis).Pizzas com queijoAs opções deste tipo de pizza são mais tradicionais, com exceção da pizza de Strogonoff de queijo, que mistura os sabores da mussarela, com molho de strogonoff e cubos de queijo. No cardápio, as tradicionais pizzas de Mussarela e Quatro Queijos (mussarela, catupiry, provolone e parmesão); e as mais diferenciadas, como a Cinco queijos (mussarela, catupiry, provolone, gorgonzola e parmesão); a Sete queijos (mussarela, catupiry, parmesão, provolone, cheddar, ricota e gorgonzola); e a Três queijos na massa integral (ricota, mussarela e parmesão).Pizzas condimentadas e com friosOpções variadas, mas que não surpreendem tanto por seus ingredientes, integram este cardápio. As tradicionais incluem a Baiana (mussarela, calabresa moída, pimenta vermelha e pimentão); Calabresa (mussarela e calabresa); Calabresa com cebola (mussarela, calabresa, cebola e azeitona verde); Lombo (mussarela, lombo canadense e catupiry); Moda da Casa (mussarela, presunto, tomate picado, palmito, champignon e catupiry); Nona Itália (mussarela, calabresa moída, catupiry e parmesão); Portuguesa (mussarela, presunto, cebola, azeitona, ovo picado e ervilha); Romana (mussarela, presunto, tomate e parmesão); Tropical (mussarela, calabresa moída, palmito e catupiry); Italiana (mussarela, salame colonial, cebola, catupiry e parmesão); Presunto de Parma (mussarela, presunto de Parma e tomate seco); Bacon com milho (mussarela, bacon e milho); Bela Itália (mussarela, salame colonial, ricota, tomate picado, parmesão, salsa e catupiry); e Toscana (mussarela, calabresa moída, cebola e alho).Mas, se você preferir sabores mais exóticos, experimente a Lombo com damasco (mussarela, lombo canadense, damasco e catupiry); a Salame italiano (mussarela, salame italiano e parmesão); a Vitaminada (mussarela, calabresa moída, ovos, bacon e tomate); a Chester ao Catupiry (mussarela, chester e catupiry); ou, ainda, a Lombo com rúcula e cheddar (mussarela, rúcula picada, lombo e cheddar).Pizzas com peixeAqui, as opções... e os sabores, se misturam entre as tradicionais e as mais diferenciadas. A novidade é a Navio Belgrano, composta por mussarela, camarão, tomate seco e rúcula, que integra o cardápio com os sabores: Anchovas (mussarela, anchovas, rodelas de tomate e catupiry); Atum (mussarela, atum, tomate picado e salsa); Calzone de camarão com palmito (mussarela, camarão, palmito e catupiry); Camarão (mussarela, camarão e catupiry); Peruana (mussarela, atum, cebola e azeitona); e Salmão (mussarela, salmão defumado, catupiry e rodelas de tomate). Pizzas docesAs pizzas doces preparadas pela Pizzaria Belgrano não fogem à regra da casa, ou seja, surpreendem pelos ingredientes e pela mistura de sabores! A Charge, por exemplo, é composta por cobertura de chocolate com amendoim torrado e leite condensado. Já a Pé de moleque, leva leite condensado, doce de leite, amendoim e açúcar mascavo. E, a Abacaxi com creme, que tem como ingredientes creme de baunilha com pedaços de abacaxi e canela em pó. O cardápio inclui ainda as opções Frutas vermelhas (massa integral, doce de leite, chocolate meio amargo, morango, framboesa e amora); Frutas vermelhas com chocolate branco (doce de leite, chocolate branco, amora, framboesa e morango); pizza de Sorvete (Negresco, sorvete e leite condensado); pizza de M&Ms (doce de leite, chocolate preto e M&Ms); pizza de Amora (doce de leite, chocolate branco, amora e creme de leite); Banana com canela (mussarela, leite condensado, chocolate branco, banana e canela); Branca de neve (doce de leite e chocolate branco); Califórnia (mussarela, leite condensado, pêssego, figo, abacaxi e canela); Cassata de bombom (creme de baunilha, bombom picado e cobertura de chocolate); Choquito branco (doce de leite, chocolate branco, flocos de arroz e leite condensado); Choquito preto (doce de leite, chocolate preto, flocos de arroz e leite condensado); Fios de ovos (creme de ovos, fios de ovos e cereja); Framboesa (doce de leite, chocolate branco, framboesa e creme de leite); Morango branco (doce de leite, chocolate branco, morango e creme de leite); Morango moreno (doce de leite, chocolate preto, morango e creme de leite); Mousse de chocolate (mousse de chocolate e creme de leite); Mousse de limão (mousse de limão, creme de leite e raspas de limão); Mousse de maracujá (mousse de maracujá e calda de chocolate); Nega maluca (doce de leite e chocolate preto); Nozes (doce de leite, chocolate branco, nozes e leite condensado); Nozes com queijo (mussarela, leite condensado, chocolate branco e nozes); Prestígio preto (mussarela, doce de leite, chocolate preto, leite condensado e coco ralado); Prestígio branco (mussarela, doce de leite, chocolate branco, leite condensado e coco ralado); Romeu & Julieta (mussarela, goiabada e creme de leite); e Sete anões (doce de leite, chocolate branco e chocolate preto).Outras opçõesAlém das pizzas, a Belgrano dispõe de uma variedade de massas, como a Alho e óleo, Carbonara, Espaguetti ao molho de mostarda, Macarrão ao molho de strogonoff, Espaguetti com frango e nozes, Talharim de espinafre ao molho de quatro queijos, Espaguetti ao molho de tomate seco, bem como de uma elaborada salada com ingredientes selecionados.www.pizzariabelgrano.com.br
[+ detalhes]
01/07/2016
CANELA PIZZA SHOW
[+ detalhes]
01/07/2016
Cantina Di Bernardi
UM PEDACINHO DA ITÁLIA NO CORAÇÃO DE SANTA CATARINAVariedade, dedicação e compromisso. Saborear Di Bernardi torna seu momento muito mais especial.Sonho realizadoComo tudo que é importante nasce de um sonho, não foi diferente com a Di Bernardi. Um desejo de fazer cada vez melhor, aprimorar os conhecimentos adquiridos com 40 anos de experiência no ramo gastronômico e o amor pela culinária italiana. Assim deu início a Cantina Di Bernardi, em agosto de 2004.Com o mesmo carinho que prepara a massa, com o mesmo cuidado que seleciona os melhores ingredientes e com o mesmo compromisso que foi buscar nas origens das receitas italianas boa parte dos pratos do seu cardápio, a casa quer receber seus clientes como se a fosse deles. Esse é o espírito da Di Bernardi, uma casa acolhedora e focada no cliente, o seu maior patrimônio.Para a Di Bernardi, não importa quanto tempo está no mercado e sim, quanto tempo se manterá nele, trazendo novidades culinárias, servindo produtos qualificados, buscando aprimorar sua equipe e, principalmente, conquistando clientes, os quais são a razão de buscar sempre o seu melhor.Ambiente aconcheganteLocalizada no centro de Florianópolis,SC, em frente a charmosa e agradável Av. Hercílio Luz, a Cantina Di Bernardi possui um espaço amplo para receber os clientes e sua família e amigos. Culinária tipicamente italiana, com massas e pizzas artesanais assadas em forno à lenha, e com atendimento acolhedor. Possui ambiente indiscutivelmente único, sendo totalmente climatizada, aconchegante e decorada com o charme de peças antigas. A Cantina Di Bernardi possui em seu ambiente uma decoração que trás partes do passado, com objetos e móveis antigos, além de clássicos da música que o tempo não apaga; filmes antigos também fazem parte do cotidiano da casa. A iluminação baixa proporciona à casa um clima tranquilo para uma boa conversa e um jantar tranquilo.A casa possui em seu interior um espaço infantil, permitindo que as crianças se distraiam, enquanto os adultos desfrutam dos pratos preparados com todo o carinho pelo chef da Cantina Di Bernardi.Além do ambiente acolhedor, a Cantina Di Bernardi oferece como diferenciais o já tradicional Gnhocci da Fortuna, servido todo dia 29 de cada mês, composto por um buffet de vários tipos de nhoques produzidos na casa, juntamente com saladas e sobremesas.Na Cantina Di Bernardi o cliente é recebido como se você da família.Culinária tipicamente italianaCom uma culinária tipicamente italiana, feita artesanalmente em forno à lenha, a Cantina Di Bernardi oferece pizzas, paninos, massas e especialidades à base de carnes, peixes e camarões.Para começar, que tal um antipasti ou insalata? As opções são variadas e incluem, entre os antipasti, Schiaccina (massa finíssima, assada em forno à lenha, alho, queijo grana padano, azeite, alecrim e sal grosso); cesta de mini pães italianos (pãezinhos variados acompanhados de caponata, pasta de tomate seco e manteiga); e Di Bernardi (pasta de azeitonas, tomates secos e pesto genovês, que acompanham triângulos de Schiaccina); além de sopa Cappelletti; Provoleta; Carpaccio Milano; e Focaccia Margherita. Já no cardápio de insalatas, o destaque é a Insalata de Parma com Nozes, composta por folhas de alface americana, rúcula, salsão, roquefort, presunto Parma e nozes caramelizadas, acompanhada de molho pesto. Mas o cliente ainda pode escolher entre a Di Bernardi (folhas de alface americana, rúcula e alface roxa, guarnecidas de fatias de tomates secos e frescos, palmito, mussarela de búfala, berinjela e abobrinha grelhada, com folhas de manjericão e queijo grano padano, acompanhada de molho pesto); a Caprese (seleção de tomates guarnecidos com fatias de mussarela de búfala, temperados com folhas de manjericão, pimenta do reino, azeite de oliva, vinagre balsâmico e folhas de rúcula, regada ao molho pesto); a Paisano (folhas de rúcula, alface americana e alface roxa, guarnecidas por finas fatias de carpaccio, temperadas com tradicional vinagrete francesa e cobertas com queijo parmesão ralado e acompanhadas de triângulos de Schiaccina); ou ainda a Toscana (folhas de alface americana, rúcula e manjericão, temperadas com azeite de oliva, sal e pimenta do reino, finalizadas com cenoura temperadacom amêndoas e passas, e queijo parmesão, e decorada com tomates cereja e azeitonas).No cardápio de massas, as opções são muitas e variadas. Gnocchi, Fettucine, Penne, Spaghetti e Agnolotti, acompanhados de molho à bolonhesa, ragú, quatro formagio, al sugo, e panna e funghi, ou lasanhas, que tem como destaque a lasanha Di Carni Secca (carne seca desfiada e refogada com cebola ao molho sugo e mussarela). Na Cantina Di Bernardi, o cliente também encontra pratos diferenciados. São os Specialies Di Bernardi, que inclui entre as opções o Spaghetti Gamberetti (camarões ao azeite extra virgem, azeitonas, tomates, alcaparras e manjericão); o Fettuccine al Mare (congrio rosa em cubos, camarão, temperado com pimenta do reino, sal, alcaparras, pimentões vermelhos e amarelos ao azeite extra virgem, tomates e manjericão); a Paleta de Cordeiro, servida apenas sob encomenda, e composta por cordeiro assado em forno à lenha por 15 horas, acompanhado de batata assada com alecrim e mini cenoura, alho assado e brócolis; a Carni Arrosto e Nhoque (carne assada ao molho ferrugem e nhoque de batata); a Polenta com Ragú (molho ragú com polenta ao roquefort, carne cozida em panela de barro no forno à lenha por 18 horas, com vinho, tomate, cenoura e especiarias); e o Sorrentino Verde de Gruyère ao Molho Romana (massa artesanal de espinafre com grano duro, recheado com queijo gruyère e manjericão, envolvida em molho de tomates italianos flambados e azeitonas Azapas).Outras delícias do cardápio da Di Bernardi são o Filet com Parma (medalhão de filet mignon, assado em nosso forno à lenha, envolvido em presunto Parma e gratinado ao molho quatro queijos e molho ao sugo, e queijo grana padano, acompanhado por nhoque de batata Barôa artesanal); e Posta de Salmão (salmão temperado com pimenta do reino, sal, alecrim, alcaparras, assada em nosso forno à lenha); sem falar das consagradas pizzas Di Bernardi.Cardápio sem glútenA Cantina Di Bernardi dispõe de um cardápio para celíacos, muito procurado por quem possui essa restrição alimentar. As opções incluem Gnocchi de batata, Fusili ou Penne, que podem ser acompanhados por molho a bolonhesa (carne moída refogada tomate, cebola, cenoura, especiarias e vinho); ragú (carne cozida em panela de barro no forno à lenha por 18 horas, com vinho tinto, tomate, cenoura e especiarias); al sugo (tomates sem pele e sem sementes, finas ervas e azeite extra virgem); Carni arrosto (carne assada ao molho ferrugem); Gamberetti (camarões ao azeite extra virgem, azeitonas, tomates, alcaparras e manjericão); Fileto (filet mignon filetado ao molho branco e champignon); ou Romana (tomates italianos refogados no azeite e alho, com molho de tomate e azeitonas).O cardápio oferece também pizzas sem glúten. Programação semanalA Cantina Di Bernardi também trabalha com uma programação semanal. Confira!Segunda da Pizza - Pizzas promocionais com 30% de desconto.Terça do Cheff - sugestão do Chef Di Bernardi de um prato para duas pessoas com preço promocional.Quarta da Espumante - ao pedir uma espumante selecionada pela Di Bernardi, ganha outra igual.Quinta do Vinho - desconto especial para vinhos selecionados da Adega Di Bernardi.Domingo da Tele-Entrega - Ao pedir uma pizza Famiglia para entrega, ganha uma mini pizza de banana.Gnhocci da Fortuna - todo dia 29 de cada mês a Cantina Di Bernardi trás a tradição do nhoque para você!As refeições podem ser harmonizadas com vinho de qualidade da adega climatizada e adoçadas, ao final, com uma das deliciosas sobremesas oferecidas pela Di Bernardi. Cantina Di Bernardiwww.cantinadibernardi.com.br
[+ detalhes]
01/07/2016
DIA DA PIZZA
[+ detalhes]
01/07/2016
ENTREVISTA - GIULIO ADRIANI
A ARTE DE CRIAR PIZZASGiulio Adriani foi apresentado a mim pelo grande Jonathan Goldsmith como um dos mais criativos Pizzamakers dos EUA (é como se denomina por lá um pizzaiolo com formação, habilidades e, principalmente, que tem um enorme prazer em repassar seus conhecimentos e técnicas). Criou uma pizza que movimentou o mercado de NY e é um dos maiores especialistas em fazer focaccia, produto ainda pouco conhecido no Brasil. Italiano criado entre Roma e Nápole, aprendeu a fazer pizzas com os mestres pizzaiolos mais renomados da Itália e foi um dos responsáveis pela influência da pizza napolitana nos EUA, segundo Pete Lachapelle, movimento que devolveu à pizza americana valores que estavam desaparecendo com a revolução do fast food. Mas antes vamos falar da sua inspiração, origem e formação.Giulio, hoje você é muito conhecido em todos os países que amam a arte de fazer pizza. Como foi para você o primeiro contato com a pizza e o que te fez pensar em estudar e fazer dela o seu ofício?Quando eu era criança, visitava uma pequena e incrível pizzaria em Ostia (Roma) onde o dono, Salvatore Corridore, era um velho mestre da pizza Napolitana. Eu ficava fascinado pelo movimento das mãos e um dia eu pedi a ele para tentar!Foi amor a primeira vista. Então, eu pedi ao meu pai (que era seu contador) para pedir-lhe se eu poderia trabalhar nos finais de semana. Meu pai disse ok, mas você tem que estudar... eu continuei trabalhando durante todo o tempo na universidade usando isso para financiar minhas férias de surfe... Então quando eu terminei a universidade, decidi que pizza era o meu trabalho e fui aperfeiçoar meu ofício em Nápoles com o Gaetano Fazio e, mais recentemente, Antonio Starita.Para quem nasceu na Itália e viveu em Nápoles, supõe-se que não seria difícil encontrar mestres para ensinar as melhores técnicas e receitas para fazer uma pizza. Quais foram os seus mestres e o que você procurava neles?Minha família é de Nápoles e eu cresci entre Nápoles e Roma, mas achar um mestre foi muito difícil. Pizzaiolos da velha guarda não querem muito entregar seus segredos e aprender o ofício era um longo processo normalmente passado de pai para filho. A maior parte do tempo devíamos ?roubar? segredos com nossos olhos.Mas eu tive sorte, porque encontrei Salvatore. Ele me preparou fantasticamente. Mas quando eu conheci Gaetano Fazio, tive uma explosão! O Gaetano é um "livro de pizza" com muitas histórias. Outro mestre influente foi Alfredo Folliero e recentemente Antonio Starita, que definitivamente levou-me a um novo patamar. Todos eles têm muita experiência e podem criar produtos consistentes em qualquer lugar. Isto é o que me impressiona. Poder ser consistente em todo lugar.O que você destaca neste aprendizado que fez a diferença na sua trajetória?A dedicação e atenção a detalhes. Cada pizza é uma peça de arte e você tem que amá-la e nunca comprometer a qualidade. Todos os meus mestres disseram-me a mesma coisa, mesmo que eles usassem técnicas levemente diferentes.Na época em que você se mudou para os EUA e conhecendo o mercado americano de pizzas, qual foi sua impressão?Quando cheguei em NY havia a explosão da pizza Napolitana. Foi um momento incrível onde todas as TVs e jornais estavam fascinados por este "novo" estilo (para eles). As pessoas faziam fila em minha pizzaria para prová-la e compará-la com as boas pizzas que apareciam em filmes de cinema e todo mundo escolhia sua favorita. Eu imediatamente entendi que era um bom momento para viajar pelos Estados Unidos. E que o futuro seria brilhante.Uma das suas especialidades é a Pizza Napolitana, qual a diferença dela em relação as pizzas de outras regiões da Itália?A Pizza Napolitana é a mãe de todas as pizzas. Mas na Itália nós também temos outros estilos normalmente mais crocantes. A pizza Napolitana deve ser macia e suculenta e esta é a maior diferença. O tempo de cozimento que deixa uma pizza Napolitana fresca é de apenas 60 segundos.Já vi algumas reportagens americanas sobre uma pizza chamada Montanara, conte-nos sobre este sucesso?Isto foi o ponto mais importante da minha carreira. A massa é levemente frita e, então, coberta e finalizada em um forno à lenha para absorver e evaporar o excesso de óleo. Quando eu criei esta pizza tive fila na porta por três meses, foi votada a melhor pizza de NY e copiada por muitos outros. Eu também recebi o Green Card por isso!Em Las Vegas, na Pizza Expo, sua focaccia foi eleita entre os brasileiros, inclusive eu, e vários americanos como a melhor. Sabemos que você virá para o São Paulo Pizza Show, nos dias 28 e 29 de setembro, vamos prová-la aqui?É claro que farei! Aquela pizza é chamada Pizza al Metro. É uma peça de um metro de comprimento cozida diretamente na pedra do forno e não em uma fôrma. A massa é muito hidratada e tem um fundo crocante, o topo também é crocante e macio, como um travesseiro, e muito saboroso, muito leve para digerir!!Você já veio para o Brasil para atestar algumas pizzarias com o selo da AVPN. O que achou das pizzarias daqui e qual comparação você faz entre os mercados Italiano, americano e brasileiro?Eu amo a pizza brasileira. Fiquei impressionado ao ver todos estes antigos imigrantes Italianos, que transformaram a pizza Italiana e que usaram fornos à lenha e antigas técnicas Italianas. São Paulo é o mais excitante mercado de pizza no mundo e acho que está totalmente pronto para a explosão da pizza Napolitana. (A pizza aqui é muito melhor do que o estilo de NY, mas não conte isso aos americanos).Quais as sugestões que você daria para as pessoas que já trabalham ou querem entrar nesse mercado de pizzarias?Ame sua pizza, ame seu ofício, acredite nele e nunca comprometa a qualidade. Pizza é um negócio muito lucrativo, porém os clientes são muito sensíveis a falta de qualidade.
[+ detalhes]
01/07/2016
ESPECIAL: O LADO SAUDÁVEL DAS MASSAS
[+ detalhes]
01/07/2016
FRANQUIAS EM PIZZARIAS
FRANQUIAS DE PIZZARIASVocê planeja trabalhar com um negócio no ramo da alimentação? Se a sua intenção é investir em um negócio que seja estável no mercado e que ofereça bons lucros financeiros, uma das alternativas mais interessantes são as pizzarias, as quais comercializam um produto que é bem aceito em todas as regiões do Brasil, logo, se forem bem administradas e oferecerem pizzas de qualidade são garantia de sucesso. Começar um negócio do zero é muito mais trabalhoso, pois o empresário terá que cuidar de todos os detalhes que envolvem a sua abertura, desde a criação da estrutura física até o desenvolvimento de um modo de operação que seja eficaz para atender as necessidades do seu público consumidor. Você quer pular esta etapa?Neste caso, pode-se optar pelas franquias de pizzarias, que oferecem praticidade para os empresários, pois permite trabalhar com uma marca que já está estabelecida no mercado e tem um método de operação funcional e definido, além de ter o público-alvo determinado. As franquias são tipos de negócios que estão cada vez mais ganhando o mercado, deixando de ser um ?sonho? e se tornando realidade para alguns empreendedores. Isso acontece porque as empresas que estão conseguindo bons resultados começam a trabalhar na modalidade franquia, o que permite que os interessados consigam trabalhar com a marca por uma taxa de franquia mais baixa. Para trabalhar com franquias de pizzarias é recomendado fazer uma pesquisa para descobrir quais são as marcas que estão em harmonia com o seu capital de investimento e habilidades profissionais. Mas, o que é franquia?Conceitos básicosFranquia, franchising ou franchise é uma estratégia utilizada em administração que tem, como propósito, um sistema de venda de licença na qual o franqueador (o detentor da marca) cede ao franqueado (o autorizado a explorar a marca) o direito de uso da sua marca, patente, infraestrutura, know how e direito de distribuição exclusiva ou semi exclusiva de produtos ou serviços. O franqueado, por sua vez, investe e trabalha na franquia e paga parte do faturamento ao franqueador sob a forma de royalties. Eventualmente, o franqueador também cede ao franqueado o direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistemas desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem ficar caracterizado vínculo empregatício.É obrigatória a apresentação de uma circular de franquia pelo franqueador, indicando as condições gerais do negócio jurídico. Embora possibilite retorno mais rápido, a compra de uma franquia geralmente exige um investimento inicial alto, pois é preciso prever custos com local de instalação, equipamentos e pessoal.A primeira empresa a implementar o sistema de franchising no Brasil foi o Yázigi, em 1950, atualmente Yázigi Internexus, uma rede de escolas de idiomas.De acordo com a Lei 8.955/94, o conceito de franquia é definido da seguinte forma: ?Franquia empresarial é o sistema pelo qual um franqueador cede ao franqueado o direito de uso da marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semi exclusiva de produtos ou serviços e, eventualmente, também ao direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistema operacional desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante a remuneração direta ou indireta, sem que, no entanto, fique caracterizado vínculo empregatício.?Os principais termos que são encontrados quando se aborda o tema de franquia são:Franqueador: pessoa jurídica que autoriza terceiros (os franqueados) a fazerem uso restrito de uma marca cujos direitos são próprios. Nos sistemas mais avançados também são transmitidos padrões e conhecimentos necessários para a operação bem sucedida do negócio. O conhecimento transmitido permite a um franqueado implantar, operar e administrar seu próprio negócioFranqueado: pessoa física ou jurídica que adquire uma franquia.Franquia: pessoa jurídica que participa de determinada rede, utilizando-se do sistema de franquias de um franqueador. O termo ainda designa sistema ou contrato de franquias.Território: área de atuação de uma franquia, determinada em contrato firmado entre as partes, com garantia de exclusividade ou preferência do franqueado.Royalties: remuneração do franqueador em contra partida à cessão e manutenção dos direitos da franquia ao franqueado.Fundo de propaganda: fundo cooperado, administrado pelo franqueador, podendo ter também a participação de franqueados, constituído especificamente para viabilização de ações de marketing e publicidade da rede.Circular de oferta de franquia: documento obrigatório por lei de franquias 8.955, que contém todos os dados e informações necessárias para o candidato a franqueado poder analisar a oportunidade de investimento em determinada franquia.Existem três tipos básicos de franchising: de distribuição (o franqueado comercializa um produto fabricado pelo franqueador, sob a marca do qual é titular o último, beneficiando-se de assistência técnica e comercial); de serviços (o franqueado presta um serviço, através de uma marca ou nome comercial licenciados pelo franqueador, com base nas diretrizes estipuladas pelo último); e de indústria (o franqueado fabrica, ele próprio, o produto a comercializar, sob uma marca ou nome comercial, segundo as indicações do franqueador).Optar por uma franquia apresenta várias vantagens, bem como também alguns inconvenientes! sendo as principais as seguintes: Possibilidade de abertura de negócio sem necessidade de experiência empresarial no setor. Redução do risco envolvido, face a utilização de conceito de negócio já experimentado e com sucesso. Benefício e aproveitamento de marca já com notoriedade no mercado. Formação inicial e de forma contínua. Existência de ferramentas de gestão, informação disponível sobre volume de vendas, número de clientes, percentagem de lucros obtida, percepção das preferências, hábitos de consumo, gestão do ciclo de rotação dos estoques e das necessidades de reposição. Aproveitamento dos canais de distribuição e logística existentes, permitindo a adoção de preços competitivos e com ganhos de escala nas encomendas. Os estudos de mercado elaborados são compartilhados na rede existente, permitindo investimentos em publicidade financeiramente sustentáveis. Melhor acesso na compra, ou aluguel de espaço, em resultado da existência de marca reconhecida. Apoio técnico, administrativo e de gestão, inclusive na seleção do espaço, de acordo com critérios de área, localização e acessibilidades. Sinergias na resolução de problemas que em outras unidades da rede já tenham ocorrido. Aproveitamento do recrutamento de recursos humanos, pois é mais acessível trabalhar em rede conhecida, do que em unidade do mesmo ramo, mas com pouca notoriedade. Para o franqueador, operar com franquias é, antes de mais nada, uma possibilidade de expandir os seus negócios, sua imagem de marca e seus lucros, sem quase nenhum investimento. Por isso, nascem muitas franquias regionais que não vão para frente! O franqueado financia grande parte da expansão, não necessitando o franqueador de capital avultado. Concentra-se na produção e desenvolvimento de novos produtos e serviços. Os franqueados atingem resultados superiores aos obtidos por unidade própria, sendo parceiros altamente moralizados e motivados. Existe a criação de um canal de distribuição fluido, eficiente e diferenciado. A imagem da marca sai cada vez mais reforçada, pois é associada ao know how, à força do trabalho e aos relacionamentos locais do franqueado. Existe uma descentralização da estrutura, gerando benefícios em termos de custos fixos menores do que com unidades próprias. Possibilita ganhos acrescidos em economias de escala. O sistema possibilita expansão de mercado de forma rápida, pois a abertura de novos espaços é célere. Viabiliza ações de promoção e de marketing de forma conjunta e coordenada. Lembre-se que toda franquia disponibiliza a famosa COF (Circular de Oferta de Franquia), nela estarão contidas as informações mais importantes para o franqueado, desde a forma de atuar no mercado, divulgação, taxas de franquia, tempo que existirá o vínculo, dentre outras considerações importantes. Por isso, o ideal é que você leve o documento para casa e estude por alguns dias, obtendo total certeza de que o empreendimento é o que você deseja e precisa.Antes de mencionar as principais franquias de pizzarias/pizzas existentes é bom salientar que existem franquias regionais, nacionais e multinacionais. É evidente que optar por uma marca de sucesso e projeção internacional é uma garantia de sucesso, enquanto que escolher uma marca genuinamente regional apresenta um risco maior. Uma franquia da Domino's Pizza deve apresentar maior retorno do que uma franquia da Pizzaria Adalberto, de Chuí, RS! Existem ótimas alternativas entre esses dois opostos.As grandes franquias mundiaisAs três maiores franquias de pizzas a nível mundial são a Pizza Hut, a Domino's Pizza e a Papa John?s Pizza. As duas primeiras já são bem conhecidas no Brasil, enquanto que a terceira ainda não apareceu de fato, embora a sua entrada tenha sida anunciada diversas vezes em Belo Horizonte, BH.Pizza Hut. Yum! Brands é a maior empresa de restaurantes do mundo, com mais de 40.000 restaurantes em mais de 130 países. Suas marcas KFC®, Pizza Hut® e Taco Bell® são líderes globais em alimentação nas categorias de frango, de pizza e de comida mexicana. A empresa está empenhada em acelerar o crescimento da marca no país. Como a Pizza Hut® é uma marca muito forte da empresa na América Latina, a expectativa é que o Brasil se torne um dos maiores mercados de Pizza Hut® no mundo, a exemplo da China e da Índia e dos demais mercados emergentes nos quais a marca está presente. O foco é o desenvolvimento por meio das lojas Express nos principais shoppings e lojas Delivery nas principais regiões de sua cidade. A meta é triplicar de tamanho nos próximos anos.Para se tornar um franqueado Pizza Hut, nove passos devem ser seguidos.1- O candidato deverá fazer uma apresentação em Power Point, em inglês e em português, que deve conter os seguintes dados: currículo dos sócios, plano de disponibilidade financeira (cada loja possui um valor de investimento aproximado de R$ 1.000.000,00), plano de crescimento na cidade e região nos próximos cinco anos, contendo o mínimo de cinco lojas (lembrando que nesse plano podem ser incluídos os modelos Express (shopping center) e lojas Delivery (rua). Esse mínimo de lojas por região pode ser superior quando se trata de uma cidade com mais de 1.000.000 de habitantes.2 - Será apresentado o perfil do candidato no comitê de diretoria YUM! com a sua defesa sobre a cidade e região para expansão. Em caso positivo, prossegue o fluxo normal do processo.3 - O candidato assinará um contrato de confidencialidade de troca de informações entre as partes e, posteriormente, é contratada uma empresa terceirizada para análise geral do perfil do candidato. Essa avaliação é feita para todos os sócios que constarão no contrato. Nessa etapa, o candidato terá um desembolso financeiro e esse valor pode variar de acordo com o perfil dos candidatos. O candidato será avisado do valor e o processo só prosseguirá com o OK via e-mail.4 - Todos os sócios deverão passar por uma entrevista com o comitê de diretores YUM! no Brasil.5 - É enviado ao comitê internacional do Grupo YUM! todo o material do candidato para sua homologação como novo franqueado Pizza Hut na devida região pretendida (prazo de resposta de 30 dias).6 - O candidato receberá uma carta de aprovação como novo franqueado Pizza Hut.7 - O candidato receberá uma circular de ofertas de franquia via correio, com prazo de assinatura e de reenvio para a empresa de 10 dias úteis.8 - Após o envio da circular de ofertas de franquia com as devidas assinaturas para a central, será emitido o contrato de franquia definitivo.9 - Previsão da data de inauguração da loja. As opções em termos de investimento dependem do tipo de unidade a ser montada: Delco (restaurante com entrega em domicílio e venda para viagem, geralmente sem mesas e serviços) cerca de R$ 780 mil, Delco com mesas (restaurante com entrega em domicílio e venda para viagem, com mesas) cerca de R$ 850 mil, Pizza Hut Red Roof (restaurante com assentos, serviço na mesa, sem entrega em domicílio) R$ 1,6 milhão e Food Court/Express (restaurantes localizados em praça de alimentação de shopping centers ou centros comerciais, sem assentos privativos, com menu limitado) cerca de R$ 630 mil.A Pizza Hut começou com franchising em 1959, possui pouco menos de 500 unidades próprias e mais de 5.500 unidades franqueadas, ou seja, possui tanto um pleno domínio do negócio pizza quanto do sistema de franchising. É um nome conhecido no mundo inteiro.Domino's Pizza. A Franquia Domino's Pizza figura entre as mais populares dos Estados Unidos, estando no mercado há mais de 30 anos. A empresa foi fundada na década de 1960, mas se tornou uma rede franqueadora apenas no início dos anos 1980. Ficou conhecida e muito bem quista pelos consumidores em razão da velocidade que produz e entrega as pizzas em, no máximo, 30 minutos. É a maior rede de pizzaria delivery do mundo. A marca Domino's está baseada em cinco pilares que norteiam o posicionamento da marca no Brasil e no mundo: sabor, preço, velocidade, delivery e promoção. Isto quer dizer que, mesmo sendo uma marca conhecida mundialmente, a Domino's sabe da importância de agir localmente, de acordo com a particularidade de cada lugar. Esse formato testado e aprovado em mais de 12.000 lojas em 75 países faz da Domino's um dos maiores cases de sucesso do mundo. A Domino's tem um compromisso: entregar uma pizza de qualidade, feita com uma massa especial que retém o calor por muito mais tempo e que chega rápido na casa do cliente. A qualidade dos produtos, a experiência e a constante busca por excelência é o que faz a rede crescer ano após ano.No Brasil, a tradicional massa aberta a mão ganhou recheios com ingredientes locais - como o requeijão e a banana. Sempre seguindo os padrões e a certificação da matriz internacional. O segredo de todo esse sucesso está na qualidade e na agilidade do preparo e da entrega. Este é o know how de quem entrega pizzas quentinhas há mais de 50 anos. Mas esse sucesso só acontece porque usa sua experiência mundial para promover ações locais, com promoções que enchem os olhos e o paladar dos clientes. Para quem está pensando em abrir uma franquia de pizzaria delivery, a franquia Domino's pode ser uma opção lucrativa, mas não muito barata. O preço total da instalação para uma loja padrão de rua, de 150m², está na faixa de R$ 700.000, sem taxa e sem custo de ponto. A taxa de franquia minima é de R$ 20.000 e a taxa de royalties a ser paga é de 6% do faturamento bruto. Pode-se esperar um faturamento médio mensal em torno de R$ 115/145.000, com uma margem de lucro entre 15% e 18%. Para funcionar a franquia Domino?s requer uma média de 10 pessoas por loja e de um capital de giro de, no mínimo, R$ 20.000. A taxa de propaganda é de 4% do faturamento bruto.Com o objetivo de manter o seu padrão de qualidade, a empresa oferece treinamento para a produção das pizzas, uso dos equipamentos, atendimento aos clientes, gestão de negócios e financeira, gestão da qualidade, implantação de loja, informática (internet, extranet e intranet), marketing, produtividade, RH e seleção, treinamento e motivação da equipe de vendas.Oferece também amplo apoio aos seus franqueados, tais como: assistência na avaliação e na negociação do ponto, loja-escola para treinamento operacional e gerencial, consultoria de negócios para a melhoria do ponto de venda e a manutenção dos padrões exigidos pela vigilância sanitária, distribuidora e fábricas próprias, parceria com grandes empresas, associação de franqueados para gerenciar a verba da propaganda nacional e apoio nas ações de marketing de ponto de venda. Ela realmente oferece todo o suporte para instruir o franqueado desde a documentação contratual, passando pela construção, planejamento, abertura, acompanhamento mensal e marketing local.www.dominos.com.br/franquiaAs grandes franquias nacionaisAs três grandes franquias brasileiras são a Babbo Giovanni, a Dídio Pizza e a Patroni. Ao lado dessas três marcas mais famosas existem muitas outras, porém de atuação quase que exclusivamente regional, sendo a maioria delas micro franquias, i.e. de empresários que tiveram sucesso com um só estabelecimento e querem angariar franqueados baseando-se nessa única experiência.Babbo Giovanni. Você quer trabalhar com uma marca tradicional no mercado? Então, o negócio certo para você pode ser a franquia de pizzaria Babbo Giovanni, que tem praticamente 100 anos de história. A empresa foi criada pela família italiana Tussatos, tendo sido fundada em 1917, mas se tornou uma rede de franquias apenas em 2015, contando com mais de 60 unidades franqueadas em todo o Brasil. A marca tem o objetivo de expandir os seus negócios em todo o território nacional. A Babbo Giovanni admite que um grupo de pessoas invista no negócio, desde que um dos sócios tenha dedicação exclusiva ao restaurante.Para montar uma franquia de pizzaria Babbo Giovanni é necessário arcar com um valor de R$ 500.000. Estima-se que o rendimento médio mensal de cada unidade é de R$ 100.000. O retorno do capital empregado no negócio acontece em um prazo de 24 meses de atividade. A empresa apóia o franqueado na escolha do ponto comercial, oferece treinamento para a produção dos alimentos, administração e gestão do sistema online.Os valores servem como base de cálculo, uma vez que para uma ideia real do total de investimentos necessários é preciso levar em conta fatores variáveis, como o estado que se encontra o imóvel da futura franquia, o valor da reforma do prédio, entre outros. Caso o restaurante opte por também servir almoço, deve-se incorporar aos investimentos uma ampliação da cozinha e mais alguns refrigeradores, em torno de 30 mil. O custo do estoque inicial também é variável e depende do tamanho do restaurante, oscilando entre R$ 25 a R$ 45 mil, com prazo de pagamento de até 21 dias, dependendo do fornecedor.Quer começar de forma mais simples? Com R$ 160 mil pode-se ter um Babbo Giovanni Delivery, incluso todos os investimentos. É uma ótima maneira para começar um negócio de sucesso. Pode funcionar com quatro funcionários e em apenas 75 m², com baixo aluguel, pois por definição é o delivery que vai ao cliente, raramente alguém vai para o ponto. O delivery irá entregar pizzas e outros produtos. Só precisa trabalhar à noite, custo muito baixo, administração informatizada, fácil de tocar após a sedimentação do negócio. Com isso, o franqueado iniciante pode ambientar-se ao ramo, solidificando a pizzaria e em dois anos poderá abrir uma unidade com salão para 120 pessoas, sendo que 80% poderão ser financiados. E tem chance de começar a funcionar em 45 dias!À título de royalties, os franqueados Babbo Giovanni pagam mensalmente 4% do faturamento bruto do restaurante. Esse valor remunera o uso e manutenção do nome, acesso a tecnologia e sua evolução, suporte total ao funcionamento do franqueado e treinamento a novos funcionários dos mesmos.A Babbo Giovanni tem um fundo de publicidade para o qual cada franqueado colabora mensalmente com 2% de seu faturamento. Esse valor pode ser abatido, desde que o franqueado gaste comprovadamente em publicidade em sua região e com a autorização prévia do franqueador Babbo Giovanni®.Os franqueados têm a liberdade de compra de equipamentos e insumos, desde que, por razões de higiene e legislação, sejam aprovados pelo Departamento Técnico do franqueador. Pode acontecer que os franqueados sejam obrigados a aderir a contratos master de fornecimento e marketing, previstos no contrato de franquia.A Babbo Giovanni trabalha com territórios exclusivos e fornece toda a assistência para obtenção do melhor ponto comercial. Também há manuais para suporte rápido e dúvidas à disposição dos franqueados.Devido a preocupação com o meio ambiente, as pizzarias franqueadas utilizam como combustível para alimentação dos fornos um produto conhecido como ?briquete?, que é uma lenha ecologicamente correta, feita de biomassa de madeira, de fácil manipulação, baixa umidade, grande capacidade de armazenamento e alta densidade energética. O ?briquete? apresenta alto poder calorífico e regularidade térmica, gerando menos fumaça e maior eficiência durante a combustão. Usar "briquetes" como combustível é uma forma de preservar o meio ambiente, pois cada metro cúbico de "briquetes" representa menos árvores cortadas; aproveita e recicla os resíduos agroindústrias; podem substituir combustíveis fósseis; poluem menos, geram menos fumaça e são mais eficientes na combustão.Contando com um sistema de ultima geração, abrangendo Frente de Caixa e Retaguarda online, com controle de estoque, contas a pagar e receber, além de todos os relatórios necessários para uma ótima gestão do negócio. O acesso a estas informações é feito de qualquer lugar com internet, seja ele de casa, escritório ou, até mesmo, a partir um notebook quando em férias, dando muito mais flexibilidade na administração e acompanhamento do investimento.www.babbogiovanni.com.br/franquia.phpDídio Pizza. A Dídio Pizza é uma rede de pizzarias delivery fundada pelo empresário Elídio Biazini, em 1994, que começou a operar como franquia em 2006. Atualmente, a rede conta com mais de 30 unidades franqueadas, principalmente na região Sudeste, tendo interesse em levar os seus serviços para o Sul, Centro-Oeste e Nordeste. A Dídio Pizza não exige nenhuma experiência anterior no mercado de alimentação ou varejo. O franqueado e sua equipe terminam o treinamento de 45 dias totalmente aptos a trabalhar como verdadeiros profissionais do ramo. Enquanto ocorre o treinamento, a equipe da Dídio Pizza buscar e aprova o ponto comercial, negocia o contrato de aluguel do imóvel, desenvolve o projeto arquitetônico, solicita alvarás de funcionamento e abertura da empresa, equipa a loja com todo mobiliário e matérias-primas e cuida do visual e merchandising.Para iniciar uma unidade da franquia Dídio Pizza, o franqueado deve contar com um investimento inicial de cerca de R$ 300.000, para uma loja de 85 (mínimo) a 100m2. A taxa de franquia é de R$ 45.000, os royalties são de 9% sobre o faturamento bruto e tem uma taxa de propaganda de 2% (sobre o bruto). O ticket médio de uma franquia Dídio Pizza gira em torno de R$ 65 e projeta-se um faturamento de R$ 890 mil para o primeiro ano de atividade. Uma unidade opera, normalmente, com cerca de 12 funcionários. O prazo estimado para retorno do investimento inicial é de 26 a 30 meses.Como já mencionado, a empresa oferece orientação para o empresário escolher o melhor ponto comercial, treinamento de atendimento aos clientes, produção dos alimentos, contratação de funcionários, além de auxílio na gestão financeira.www.didio.com.br/franquia/Patroni Pizza. O sucesso da primeira loja no bairro do Paraíso, em São Paulo, em 1984, levou a Patroni Pizza ao bairro do Itaim Bibi, também localizado na capital paulista, porém com uma operação baseada no sistema de rodízio de pizzas. A marca foi ficando cada vez mais conhecida e o sucesso motivou, em 1997, a ampliação da Patroni Pizza para o setor de fast food em shopping centers. Os resultados superaram as expectativas e, em 2003, começou a trabalhar com franchising. Fundada há 30 anos, a Patroni é a maior rede de franquia do segmento de pizzarias no Brasil. Em 2008, a rede criou o personagem Don Patroni, que representa toda a credibilidade, tradição e história da marca. Ele assina os produtos exclusivos da rede e, também, as plataformas de oferta em campanhas nacionais e locais, além de produtos criados em parcerias co-branding, que oferecem ao consumidor uma experiência de consumo exclusiva de pizzas artesanais, carnes e massas gratinadas em forno à lenha.A Patroni está presente em 18 Estados brasileiros, em todas as regiões demográficas do Brasil, com um total de 192 lojas. Neste cenário, a Patroni mantém uma base sólida de produtos exclusivos, trabalhados com grande desempenho nos três Days Parts - almoço, happy hour e jantar - em função de seu mix avantajado (pizzas, massas, carnes e petiscos), além de preços competitivos e um patamar de rentabilidade da operação vantajosa para seus franqueados. A Patroni possui sua própria central de produção e logística. As lojas recebem os produtos já processados e embalados. O fato de produzir em grandes quantidades permite controlar o custo médio dos insumos, assim as lojas Patroni possuem grande poder de competitividade nas praças de alimentação e excelente margem de lucratividade. A Patroni possui mais de 20 prêmios conquistados. Tricampeã da Melhor Franquia de Alimentação do Brasil, eleita pela PEGN - Editora Globo -, Melhor Culinária Rápida do Brasil - Hours Concours pela Alshop, selo de excelência em franchising desde 2005, entre outros. De forma conservadora e oferecendo treinamento e apoio operacional, além de acompanhamento de performance com método exclusivo de diagnóstico Patroni, a rede pretende atingir, em 2017, um total de 400 lojas.A Patroni Pizza é uma das empresas mais tradicionais do segmento no Brasil e estabeleceu as suas bases em dois pilares, que são as pizzas de boa qualidade e bom atendimento ao público consumidor, oferecendo os seus serviços no próprio estabelecimento comercial e também pelo sistema delivery. O cardápio da empresa é variado, contando com os sabores tradicionais italianos, até as versões brasileiras de pizza.A abertura de lojas da rede gera, em média, 15 empregos diretos por cada ponto inaugurado. Buscando interessados para investir neste espaço, a marca disponibiliza três modelos de negócios: o Patroni Classic, destinado ao público das classes C e D, com investimento inicial mínimo de R$ 400 mil; o Patroni Premium, com foco nas classes A e B (R$ 450 mil); e o modelo compacto, Patroni Expresso, perfeito para ser implantado em locais com alta movimentação de pessoas, requerendo um investimento inicial de R$ 150 mil. Para Rubens Augusto Júnior, presidente da rede, a Patroni Expresso surgiu para ser uma opção de franquia mais acessível para quem quer investir no setor de alimentação. Ele afirma que um dos fatores que levou à criação do modelo foi a procura de empreendedores com interesse na marca, mas com capital muito aquém do necessário para abrir um restaurante (Classic ou Premium). As unidades da Patroni Expresso vendem pedaços de pizza, sanduíches e salgados, além de bebidas e sobremesas. Refeições completas, como as oferecidas nos modelos Classic e Premium, não estão no cardápio. A Patroni Expresso também foi a alternativa encontrada pela franqueadora para abrir unidades fora dos shopping centers. A meta da Patroni é implantar operações compactas em estádios de futebol, estações de metrô, centros empresariais e casas de show, entre outros locais.A taxa de franquia é de R$ 45.000, os royalties a serem pagas são de 6% (5% no modelo Patroni Expresso) sobre o faturamento bruto e a taxa de propaganda é de somente 1%. O faturamento médio e a previsão de retorno do investimento dependem, obviamente, do modelo de franquia escolhido; no caso da opção Patroni Expresso deve se considerar um faturamento médio de R$ 60.000 e uma previsão de retorno de cerca de 18 meses.Hoje, com 192 unidades espalhadas pelo país e faturamento anual de R$ 335 milhões, a Patroni Pizza pode ser considerada como um investimento seguro para qualquer candidato a franqueado, que ainda poderá contar com um total apoio nos mais variados tópicos, bem como um amplo treinamento em todas as atividades ligadas ao ramo. www.patronifranquias.com.brAo lado dessas grandes franquias, mais conhecidas, existem dezenas de outras opções, normalmente com atuação mais regional. No site da Franquia Agora (O franchising em tempo real), os interessados poderão encontrar várias informações sobre todos os tipos de franquias, nos mais diversos ramos de atividades, com destaque para 30 franquias de pizzarias. ­ (www.franquiaagora.com.br/tipos-de-franquias/franquias-de-pizzarias-81)
[+ detalhes]
01/07/2016
FRIOS EM PIZZAS
OS FRIOS MAIS UTILIZADOS EM PIZZASAtualmente, há disponível no mercado uma grande quantidade de frios, cozidos, defumados, crus, etc. Entre eles, o pepperoni, o presunto, a linguiça calabresa, o lombo canadense e o peito de peru são os mais conhecidos, principalmente quando o assunto é o preparo de pizzas.A pizza é uma preparação culinária que consiste em um disco de massa fermentada de farinha de trigo, regado com molho de tomate e coberto com ingredientes variados que, normalmente, incluem algum tipo de queijo, carnes preparadas ou defumadas e ervas, como orégano ou manjericão, tudo assado em forno.A primeira pizza foi criada por Rafaelle Esposito, em 1889, para ser servida à rainha Margherita, da Itália, e foi enfeitada com as cores da bandeira italiana: queijo (branco), manjericão (verde) e tomate (vermelho). O encantamento da rainha pela pizza acabou determinando o nome de ?Margherita? para aquele tipo de recheio.De 1889 até o dias de hoje, a pizza ganhou centenas de coberturas e de recheios! De sabores variados, ganha uma identidade diferente em cada local, graças aos ingredientes que complementam sua massa. Entre os tipos de ingredientes utilizados no seu preparo estão os frios, que auxiliam na criação de pizzas cada vez mais especiais. Pepperoni, presunto, linguiça calabresa, lombo canadense e peito de peru são alguns dos mais utilizados, produzindo pizzas desde as mais tradicionais até as mais sofisticadas e exóticas!Cada um desses frios possui características, que harmonizadas com outros ingredientes, tornam a pizza mais saborosa e cada vez mais apreciada e consumida mundialmente.Pepperoni - Uma criação genuinamente norte-americanaCom esse belo nome de consonância italiana pode-se considerar como natural acreditar que o pepperoni é um produto tipicamente italiano, una specialitá della terra! Não é, não! O pepperoni é uma genuína criação norte-americana, designando uma versão apimentada do salame seco, feita de carne de porco e bovina, incluindo algumas vezes toucinho, deixando, assim, o produto rico em gorduras saturadas. O pepperoni é descendente dos salames apimentados italianos, tais como o picante napolitano (salsiccia napoletana piccante), uma salsicha de carne de porco seco picante de Nápoles. O pepperoni é muito usado como cobertura em pizza de estilo americano. É a cobertura mais popular das pizzas na América do Norte, presente ao menos em 36% de todas as pizzas.A palavra pepperoni deriva de peperoni, o plural italiano de peperone. No entanto, em italiano, peperone designa o pimentão, enquanto que para designar pepperoni se usa salame ou salamino piccante. A pizza de pepperoni requisitada na Itália é frequentemente uma surpresa não bem vinda para turistas! Na Itália, a equivalente a pizza de pepperoni é designada como pizza alla diavola.A primeira utilização da palavra pepperoni para descrever esse produto data de 1919. Dependendo das variedades, o pepperoni pode apresentar diferentes tamanhos tanto no comprimento quanto no diâmetro. Normalmente, são fabricados em dois tamanhos padrão; de uma polegada (mais ou menos) para o uso fatiado, para pizzas, e duas ou três polegadas de diâmetro, para confecção de sanduiches. É um produto que pode ser facilmente encontrado em todas as lojas de delicatessen dos Estados Unidos, inteiro, fatiado ou picado!Para evitar que o pepperoni solte muita gordura durante o cozimento da pizza, é aconselhado pré cozê-lo em forno microondas durante cerca de 30 segundos e colocar em papel absorvente; o excesso de gordura será retido pelo papel absorvente.Conforme as normas nacionais brasileiras, entende-se por pepperoni o produto cárneo industrializado, elaborado de carnes suínas ou de carnes suínas e bovinas, toucinho, adicionado de ingredientes, com granulometria média entre 3 e 6 mm, embutido em envoltórios naturais ou artificiais, apimentado, curado, fermentado, maturado, dessecado por tempo indicado pelo processo de fabricação, defumado ou não.Porque o pepperoni é tão vermelho? Como já mencionado, o pepperoni é normalmente feito a partir de uma mistura de carne de porco e bovina. A carne de peru é comumente usada como substituto, mas, nesse caso, nos Estados Unidos, essa substituição deve ser claramente indicada no rótulo do produto. Nas ilhas do Caribe e outras partes do mundo, burro e carne de cavalo são ingredientes comuns. O nitrito de sódio (ou, por vezes, salitre), é usado como fixador de cor e conservante, protegendo o produto contra o botulismo e outras formas de deterioração microbiológica. O nitrito de sódio, quando puro, é um pó cristalino branco e reage com o heme (ou hemo) na mioglobina da carne, dando ao pepperoni sua cor avermelhada. O uso de páprica, colorau e pimenta de caiena também contribui para a sua cor avermelhada.Presunto - Diversidade de tipos e saboresO presunto foi por muito tempo um prato dos reis ou reservado para ocasiões especiais. Altamente considerado no Império Romano, estava nas mesas dos imperadores. O presunto é a coxa inteira de um animal a ser preparada crua (depois da salga, secagem e, por vezes, defumação) ou cozida (assado, grelhado, estufado ou como o presunto mais comum, cozido). Na maioria das vezes, usa-se o porco nessa preparação, mas existe também presunto de javalis, de ursos ou até mesmo de renas. Comercializado inteiro ou fatiado, o presunto é uma das principais especialidades dos deli e suas preparações alimentícias e até gastronômicas são muitas e variadas.Na Europa, muitas regiões têm as suas próprias tradições para preparar o presunto. Os pesos variam e os sabores são distintos. Os mais conhecidos, na Itália, são o presunto de Parma (porcos obrigatoriamente do Norte da Itália e que receberem lacto soro de parmesão) e de San Daniele. Na Alemanha, os presuntos de Mogúncia (Mainz), de Vestfália e da Floresta Negra. Quem também não conhece os famosos jamón serrano e jamón ibérico, da Espanha. Na Inglaterra, existe o famoso presunto de York , na Bélgica o jambon d?Ardennes e, na França, vários tipos regionais (de Bayonne, de l'Ardèche, de Vendée, etc., etc.). A quase totalidade dos presuntos acima mencionados são presuntos crus.As quantidades de sal adicionado (salga) e os tempos de salga são variáveis, dependem e seguem as tradições locais. A secagem irá trazer o toque final e a qualidade característica do presunto cru: no mínimo 18 a 24 meses para os jamones serranos, 14 meses, no mínimo, mas muitas vezes muito mais, para o presunto de Parma. Todos esses presuntos crus são de alto valor unitário. Devem ser fatiados de forma extremamente fina, caso contrário, ficam de difícil mastigação. Nas pizzarias, podem ser as vezes encontradas pizzas de presunto de Parma, pizza de mussarela e presunto de Parma, pizza de Parma com rúcula, etc. Geralmente, são pizzas com presunto tipo Parma, uma versão nacional com preço bem mais acessível.O presunto mais conhecido e usado na pizza Portuguesa - uma invenção brasileira! - e em dezenas de outras, não é um presunto cru, mas sim, um presunto cozido. Na França ele é, tradicionalmente, conhecido como jambon de Paris. Novamente aqui existe uma certa variedade, dependendo da matéria-prima utilizada, se ela for congelado ou não, do uso ou não de polifosfatos, etc. Não é como no Brasil, tudo igual!O presunto é um presunto desossado, colocado em forma e cozido. Um presunto de qualidade superior é produzido a partir de pernas frescas não congeladas, sem adição de polifosfatos. Os presuntos artesanais e certos presuntos industriais se distinguem pela presença de polifosfatos. Após o amassamento do presunto na salmoura (mistura de água e sal) de modo a fazer penetrá-la na carne, os presuntos são cozidos. Cozinhar o presunto vai derreter as gorduras e dar-lhe o seu sabor. De acordo com um chefe açougueiro, especialista em presuntos e similares, colocar aditivos, tais como polifosfatos, permite reter toda a salmoura no interior da carne durante o seu cozimento. O resultado é claro, poder vender um presunto de peso maior!Felizmente, na Europa, esse não é o caso de todos os fabricantes. Alguns artesãos e pequenos produtores se esforçam para usar os métodos tradicionais e aceitar que um presunto tenha um desempenho inferior; um presunto cozido, sem a adição de polifosfatos, pode perder mais de 30% do seu peso original depois de cozido. É claro que isso terá repercussão direta no preço de venda do produto, bem como, obviamente, na sua qualidade e sabor.Para se obter um bom presunto, de qualidade, vários fatores entram em conta; o primeiro e mais óbvio é a seleção de um belo presunto fresco e a origem do animal. Quanto mais o porco é maduro (5 a 6 meses), mais seu presunto será belo e encorpado. Quanto maior o presunto, mais saboroso ele será. Quanto mais a carne for recheada de pequenos filamentos de gordura, mais o presunto será tenro e saboroso. O nível do pH da carne influencia fortemente o sabor e a textura do presunto após seu cozimento.BOX: FUNÇÃO DOS FOSFATOS NOS ALIMENTOSOs compostos de fosfato sa?o constituintes naturais de quase todos os alimentos, sendo impossi?vel o consumo de qualquer tipo de alimento sem que esses compostos estejam presentes. Os fosfatos te?m por func?a?o aumentar a capacidade de retenc?a?o da a?gua e proteger contra a rancidez oxidativa, o que se traduz por melhoria na qualidade do produto final, garantindo uma sensi?vel melhora no sabor. Possuem, ainda, capacidade de sequuestrar i?ons de metais polivalentes, como o Fe+3, importante catalisador das reac?o?es de rancidez, e i?ons ca?lcio, presentes nas ligac?o?es corpo-casca do camara?o, facilitando as operac?o?es de descasque pelo enfraquecimento de tais ligac?o?es.Na fabricac?a?o de carnes curadas, os fosfatos e polifosfatos te?m por finalidade ba?sica contribuir para manter a estabilidade desses alimentos. Atribui-se tambe?m aos fosfatos ac?o?es coagulantes e gelatinizantes sobre as protei?nas e dispersantes, e emulsionantes sobre as gorduras, ale?m de seu efeito sequestrante ao reagirem com os metais polivalentes, inativando-os e, com isso, impedindo-os de participar da oxidac?a?o das gorduras, que causa rancificac?a?o, e tambe?m como nutrientes no metabolismo microbiano. Estudos realizados com crusta?ceos, peixes e aves te?m demonstrado que os polifosfatos e alguns sais inorga?nicos aumentam a hidratac?a?o da carne, com consequente melhora na textura desta. Os fosfatos permitidos para uso em carnes incluem: fosfato monosso?dico, fosfato monopota?ssico, fosfato disso?dico, fosfato dipota?ssico, pirofosfato a?cido de so?dio, pirofosfato tetrasso?dico, piro- fosfato tetrapota?ssico, hexametafosfato de so?dio e suas misturas. A capacidade de retenção de água é altamente valorizada uma vez que aumento o peso do produto acabado e, consequentemente, seu preço de venda por quilo!Linguiça calabresa - Um produto genuinamente brasileiroA calabresa é um produto nacional, genuinamente brasileiro, e parece ter sido criada sob influência de imigrantes italianos; embora não haja similar na Itália, essa linguiça é muito apreciada como cobertura para pizzas. Tem o nome da pimenta usada em sua composição, uma pimenta do gênero capsicum que, na sua forma desidratada, em flocos com sementes, recebe o nome de pimenta calabresa. De início, continha muita pimenta, mas com o tempo o teor diminuiu. Feita com carne e gordura suínas, moídas ou picadas, recebe também sal, especiarias e conservantes. A mistura é embutida em tripas ou envoltórios comestíveis. Um tratamento térmico faz com que as curadas percam água e fiquem mais compactas. Antes da comercialização, podem ser defumadas. Todos os tipos conferem sabor e aroma especiais a muitos pratos. As curadas tornam mais apetitosas quaisquer receitas com feijões, ervilhas e lentilhas e fazem ótimas sopas, coberturas para pizza e cozidos com outras carnes. A fresca, quando frita e acebolada, compõe um irresistível aperitivo para acompanhar cerveja e chopp. Esmigalhada, rende molhos para massas e recheios de tortas e fritadas. Inteira, não pode faltar no churrasco. No Brasil, a Instrução Normativa N.º 4/2000, do Ministério da Agricultura, definiu a classificação em algumas variedades de linguiça, dentre as quais as calabresa.Entende-se por linguiça o produto cárneo industrializado, obtido de carnes de animais de açougue, adicionados ou não de tecidos adiposos, ingredientes, embutido em envoltório natural ou artificial, e submetido ao processo tecnológico adequado.A classificação dos diversos tipos de linguiças é variável, de acordo com a tecnologia de fabricação; assim, pode se tratar de um produto fresco, de um produto seco, curado e/ou maturado, de um produto cozido e... outros.A linguiça calabresa é o produto obtido exclusivamente de carne suína, curado, adicionado de ingredientes, devendo ter o sabor picante característico da pimenta calabresa, submetida ou não ao processo de estufagem ou similar para desidratação e/ou cozimento, sendo o processo de defumação opcional.Nas linguiças denominadas tipo calabresa, tipo portuguesa e paio, que são submetidas ao processo de cozimento, é permitido a utilização de até 20% de CMS - Carne Mecanicamente Separada -, desde que seja declarado no rótulo de forma clara ao consumidor a expressão ?carne mecanicamente separada de...? (espécie animal), além da obrigatoriedade de constar na relação de ingredientes a expressão ?contém...? ou ?com CMS (espécie animal)?. A CMS utilizada poderá ser substituída por carne de diferentes espécies de animais de açougue, até o limite máximo de 20%.Lombo canadense - Menor índice de gorduraO lombo canadense é definido como o produto obtido a partir do corte de suínos denominado de lombo, em peça íntegra ou parcial, adicionado de ingredientes, embutido em envoltórios naturais e/ou artificiais e submetido ao processo tecnológico adequado, defumado ou não.É considerado a mais nobre carne do porco e se caracteriza por conter menos gordura do que os outros frios.Consumido no Brasil basicamente sobre discos de massa cobertos com mussarela, sob o nome de ?pizza de lombo canadense?, é conhecido no Canadá como Back bacon e nos Estados Unidos como Canadian Bacon. Quando defumado, tem a vantagem de manter o mesmo gosto com muito menos gordura. O seu processo de fabricação no Brasil foi sendo modificado para atender melhor ao paladar dos brasileiros. Hoje, o seu sabor está próximo ao do presunto cozido. Essa, porém, é a única semelhança entre esses dois frios, já que o lombo canadense é feito a partir do lombo do porco, enquanto o presunto é feito de partes específicas da perna, coxa ou garupa do porco.Para melhorar a qualidade do lombo defumado, é importante manter uma fina camada de gordura que cobre uma de suas superfícies, o que lhe dá sabor agradável e um bonito aspecto após a defumação.Conhecida desde o antigo Egito, a defumação é um processo fundamentado no efeito conservante da fumaça mais o calor. Além disso, desenvolve sabor e aparência nos produtos, sendo um dos processos mais antigos de conservação dos alimentos. Hoje, com vários meios modernos de conservação dos alimentos, a defumação é mais usada para conferir cor e sabor às carnes do que para conservar.O que confere ao alimento a característica de produto defumado são os componentes da fumaça. A mais indicada para o processo é aquela produzida pela combustão incompleta da madeira e, por isso, deve ser seca, dura, de alta densidade, descascada e não resinosa. Sendo assim, a cor e o sabor do produto defumado estão diretamente ligados ao tipo de madeira ou serragem que se usa durante a defumação.Para deixar o lombo defumado ainda mais suculento, podem ser utilizados como ingredientes sal, alho, pimenta malagueta, pimenta-do-reino, noz moscada e colorau. No caso de uma produção industrial em maior escala, pode-se adicionar sal de cura e antioxidante. De excelente sabor, o lombo canadense atende aos padrões gastronômicos de inúmeros pratos requintados e, como já mencionado, é o principal ingrediente da pizza que leva seu nome, ou seja, a pizza de lombo canadense, composta por molho, mussarela, tomate, parmesão, orégano e, logicamente, lombo canadense. Peito de peru - Propriedades nutricionais benéficas à saúdeMuito apreciado em pizzas e tradicional no cardápio light de muitas pizzarias, o peito de peru é um produto cárneo feito a partir dos músculos do peito de peru, desossado e sem pele, ao qual são adicionados condimentos, especiarias e aditivos. A designação de peito de peru inclui tanto os cortes de carne cozidos como os frios produzidos a partir de sua carne. O peito de peru é considerado um alimento saudável. Sua carne possui teor de gordura muito baixo, com apenas 1 grama de gordura por grama de carne. É também conhecido por seu alto teor de proteína e por ser uma boa fonte de niacina, vitamina B6 e selênio, nutrientes que ajudam na produção de energia. O selênio também é conhecido por seu poder antioxidante e por ajudar a aumentar a imunidade. A carne de peru também contém potássio, fósforo, zinco e ferro. Dois outros importantes nutrientes encontrados na carne de peru incluem o triptofano e a serotonina, que ajuda no aumento da imunidade. Cada 100 gramas de peru contém 160 calorias, sendo que 72 dessas calorias estão contidos na gordura. Uma porção de carne de peru também contém vitamina B6, B12, niacina, riboflavina e ácido pantotênico, além dos minerais ferro, zinco, potássio, fósforo e selênio, que também estão presentes nesse tipo de carne.Por possuir vários nutrientes, a carne de peru é benéfica para a saúde de várias maneiras. Muitos especialistas recomendam seu consumo para quem faz musculação, especialmente os hambúrgueres de peru, que são ricos em proteínas e contêm uma pequena quantidade de carboidratos e gordura. Um hambúrguer de peru apresenta cerca de 200 a 250 calorias e 30 gramas de proteína, que ajuda a construir e manter a massa muscular magra. Isso ajuda a cumprir as necessidades diárias de calorias e proteínas para os atleta ou praticantes. Alguns especialistas em saúde também recomendam a carne de peru para os diabéticos, pois ajuda no controle dos níveis de açúcar no sangue.A quantidade de colesterol na carne de peru depende da escuridão da carne. O peito de peru, que é carne branca, contém um menor nível de colesterol, em comparação com a carne escura. Portanto, a recomendação é evitar a carne de peru escura para quem tem colesterol elevado. A carne de peru também é indicada para insônia. O triptofano, que é encontrado na carne de peru, é utilizado pelo cérebro para produzir serotonina. A serotonina é um neurotransmissor que transmite uma sensação de bem-estar, o que é benéfico para aqueles que sofrem de insônia. O selênio, outro nutriente encontrado na carne de peru, promove o sono e aumenta a imunidade. As vitaminas B3 e B6, presentes na carne de peru, também ajudam a controlar a insônia.A carne de peru é, ainda, frequentemente indicada para perda de peso, pois é rica em proteínas. A proteína retarda a digestão, provocando a sensação de saciedade por muito tempo após a refeição. A recomendação é optar pela carne branca do peru, que apresenta baixo nível de calorias. O peito de peru sem pele também é uma boa opção. Como já mencionado, as opções são muitas e variadas e cada uma delas possui a particularidade. Faça sua escolha e bom apetite!
[+ detalhes]
01/07/2016
INGREDIENTES: MANJERICÃO
MANJERICÃO: OCIMUM BASILICUM OU BASÍLICO!O manjericão pertence ao gênero Ocimum, da família Lamiaceae (antiga Labiatae, Adanson - ou Labiadas). O gênero Ocimum compreende aproximadamente 30 espécies de ervas e subarbustos dispersos das regiões tropicais e subtropicais da Ásia, África, Américas Central e do Sul, sendo a África considerada o principal centro de diversidade deste gênero. Este gênero tem despertado a atenção de pesquisadores por apresentar espécies que são fontes de óleos essenciais com mais de 20 componentes, entre eles metil-chavicol, metil-cinamato, eugenol, citral, linalol, timol, cânfora e taninos.Entre as principais espécies de manjericão cultivadas no Nordeste brasileiro destacam-se os seguintes: Ocimum gratissimum, L., cujo nome comum é alfavaca cravo; Ocimum micranthum, L., cujos nomes comuns são alfavaca de galinha/alfavaca miúda; Ocimum selloi, Benth., cujos nomes comuns são elixir paregórico, atroveran, alfavaquinha, alfavaca cheiro de anis; Ocimum basilicum, L. (cultivar basilicão), cujos nomes comuns são manjericão toscano, manjericão italiano, basilicão; Ocimum basilicum, L., cujos nomes comuns são manjericão branco, alfavaca, alfavaca-doce, manjericão-doce, remédio-de-vaqueiro, segurelha, alfavaca-d'américa, erva-real, basílico-grande, manjericão-de-folha-larga, alfavaca-cheirosa; Ocimum tenuiflorum, L., cujos nomes comuns são alfavaca da Índia, manjericão santo. Assim, é claro que o uso de nomes populares para designar as plantas pode gerar confusões. Pois, dependendo da cidade, da região e do país que ela se encontra seu nome popular pode variar muito. Por isso, o correto é tratá-las pelo nome científico.Desta forma, não é incorreto chamarmos o Ocimum basilicum ou o Ocimum minimum (um manjericão de folhas miúdas) de manjericão. Nos Estados Unidos e na Europa o povo foi mais lógico e as palavras foram diretamente derivadas do nome científico Ocimum basilicum. Por isso, nos Estados Unidos é chamado de basil, na França de basilic, na Alemanha de basilikum, na Itália de basilico e assim por diante. Aqui, ficou manjericão!O Ocimum basilicum é originário do Sul da Ásia ou... da África Central. Foi importado a mais de 4.000 anos no Egito. Do Egito ele foi para Roma e, de forma mais ampla, para todo o Sul da Europa. Somente chegou na Inglaterra no século XIV e na América do Norte com os primeiros imigrantes. Atualmente, é difundido no mundo todo, mas está mais profundamente enraizado na culinária do Sul da Ásia (Taiwan, Tailândia, Vietnam, Camboja e Laos) e na gastronomia mediterrânea.Já foi mencionado que existem muitos tipos de manjericão, que variam de tamanho, cor e aroma, mas todos podem ser usados para fins culinários. O manjericão é, às vezes, chamado ?erva de tomate?, porque casa perfeitamente com receitas que utilizam tomates. O aroma natural da folha realça o sabor dos tomates e outros legumes frescos, bem como o sabor das massas. Também é muito usado na preparação de recheios, molho para macarrão, arroz, assado de carne de vaca, lagosta, camarão, carneiro, molho de churrasco e... pizzas.Uma das aplicações mais específicas dessa erva é o famoso pesto alla genovese e até existe um Consorzio del pesto genovese!Pesto é um molho italiano, originário de Gênova, na Ligúria, Norte da Itália. É composto, tradicionalmente, de folhas de manjericão moídas com pinhões, alho e sal, queijo parmesão e/ou pecorino ralados e no fim misturados com azeite extra virgem e temperado com pimenta preta. A receita oficial do pesto alla genovese do Consorzio del pesto genovese é mais restrita, mas apenas no que diz respeito à qualidade e origem dos ingredientes e à forma de o preparar: o basílico deve ser da Riviera Ligure e muito fresco, utilizando-se apenas as folhas mais novas; o azeite deve ser extra virgem, de preferência também daquela região; já o queijo deve ser, de preferência, o Parmigiano Reggiano DOP, e um Pecorino DOP (Fiore Sardo), na proporção de ¾ e ¼, respectivamente; os pinhões podem ser substituídos por nozes (Juglans regia, L.) . O mais importante é que os ingredientes devem ser moídos em um pilão de mármore com socador de madeira, começando por moer o manjericão com sal grosso marinho e juntando depois os outros ingredientes; esta é a origem do nome do molho - moer, em língua italiana, diz-se pestare. No Sul da França existe um molho chamado de pistou que é o equivalente provençal do... pesto. A grande diferença é que é preparado sem pinhões e o uso de queijo é facultativo. A famosa pizza Margherita, criada no ano de 1889, pelo pizzaiolo Rafaelle Esposito, para homenagear a rainha Margherita di Savoia durante sua visita à cidade de Nápoles, usa manjericão, perdão, basílico! Os ingredientes usados foram escolhidos de forma que as cores fizessem referência a bandeira da Itália: branco representado pela mussarela de búfala, verde pelo manjericão e vermelho pelo tomate.Existem centenas de receitas que utilizam basílico... ou manjericão, muitos delas oriundas da culinária italiana. Algumas delas são bastante diferentes, como por exemplo, creme de chocolate e manjericão, mousse de manjericão, purê de batatas com manjericão, lascas de manga sobre folhas de manjericão, etc., mas nada melhor do que um belo fettuccine ao pesto!
[+ detalhes]
01/07/2016
ISRAEL - PIZZARIAS AO REDOR DO MUNDO
COM CERTEZA NÃO É O MELHOR LUGAR PARA SE COMER PIZZA ... NEM QUALQUER OUTRA COISA!Com certeza, Israel não é um país onde a gastronomia ocupa um lugar de destaque. As normas Kosher e outras crenças ancestrais, para não dizer medievais, impedem o florescimento de uma culinária de destaque. Segundo o próprio Haaretz, um jornal diário israelense, fundado em 1919 e publicado em hebraico, o famoso Guide Michelin, referência mundial em termos de culinária, só teria uma chance ínfima de um dia existir em Israel... o número de páginas apresentando restaurantes dignos de figurar nele não passaria de quatro! Somente três restaurantes de Tel-aviv (quatro a cinco em todo o país) poderiam, eventualmente, ser merecedores de uma estrela, segundo os rigorosos critérios do Guide Michelin. O restaurante Mul Yam, do chefe Yoram Nitzan, o qual trabalhou com grandes chefes franceses, mereceria, sim, ao menos uma estrela no conceituado guia; os ingredientes usados são selecionados e oriundos das melhores fontes. O homard (homard não é lagosta!) é importado do Canadá, as vieiras e as ostras vêm da França, etc., etc.Experimentamos duas pizzarias em Jerusalém, nada de extraordinário, ao contrário, a Pizza Flora e a Pizzeria P2. A segunda, trabalhava exclusivamente com matérias-primas importadas da Itália e, felizmente, não seguia as normas Kosher!A Pizza Flora é um lugar acanhado, desconfortável e com pouquíssimas mesas. Parece mais um bar de estudantes que outra coisa. Nada de decoração lembrando nem sequer de longe a Itália, aliás, nem decoração tem. O cardápio é tão minimalista quanto o ambiente e a limpeza da cozinha, a vista dos clientes, não convence. Aqui nenhuma pizza tem recheio contendo alguma carne, ou seja, nada de calabresa, pepperoni ou similar. As pizzas são todas derivadas da tradicional Margherita. Não recomendo, porque a decepção seria total, desde a entrada até a saída. A pizza? Muita gente faz melhor em casa!O segundo estabelecimento visitado foi a Pizzaria P2. Mais uma vez, o conforto dos clientes não faz parte das preocupações dos proprietários. Um lugar pequeno, com três mesinhas altas na parede e um dúzia de lugares no balcão, onde se pode ser melhor atendido e ver diretamente toda a elaboração dos produtos. O cardápio é um pouco mais variado e inclui alguns pratos de massas.Os ingredientes são importados da Itália e, segundo o diário Haaretz, trata-se da melhor pizza de Jerusalém. Uma massa fina e crocante e um recheio satisfatório, mas não chegando a ser generoso. Os ingredientes são realmente de primeira qualidade e a casa não segue a risca as normas kosher, ou seja, oferece diversos tipos de recheios que não obedecem ipsis litris a lei judaica. Uma das mais conhecidas regras nessa dieta é a proibição de misturar, na mesma comida ou refeição, alimentos de carne ou frango com alimentos de leite e derivados. Por exemplo, se alguém está ingerindo um frango em sua refeição, este não poderá ter como acompanhamento uma lasanha de queijo, bem como um chocolate ao leite de sobremesa. Quando se fala em não misturar leite e carne, os judeus praticantes separam panelas, talheres, louças e até a pia para cada um desses grupos de alimentos. Um judeu ortodoxo não consome queijo até 3 horas depois de comer carne, por exemplo, visto que este é preparado com leite (em outros costumes ainda espera-se 6 horas)! Para os apreciadores de pizzas, adeus farto recheio de mussarela derretida em cima de qualquer carne! Camarões, frutos do mar ou qualquer embutido derivado do porco, nem pensar! Na Pizzeria P2 eles se permitem alguns pecados e os clientes tem opções de pizza com pepperoni ou com um excelente presunto italiano.A massa é boa! Se você estiver em Jerusalém e não aguentar mais a comida judaica, comer uma pizza na P2 pode ser uma boa alternativa.O Guide Michelin, muitas vezes apelidado de Guide Rouge, é um anuário/diretório gastronômico, hoteleiro e turístico, lançado no início do século XX, pela empresa de pneus Michelin. Ele seleciona a cada ano, de acordo com seus critérios, hotéis (mais de 4.650 em 2010), restaurantes (mais de 3.400) e localidades que oferecem alojamento e alimentação, sobre os quais fornece informações e avaliações (textos curtos, três linhas no máximo). É um dos mais antigos e mais famosos guias de restaurantes do mundo. Foi vendido, de acordo com o editor, cerca de 30 milhões de cópias entre 1900 e 2004. A cada ano, os seus avaliadores, mais ou menos anônimos, atribuem as celebres estrelas Michelin (uma, duas ou três) aos melhores restaurantes do país. Ganhar ou perder uma estrela tem consequências diretas, benéficas ou desastrosas, sobre os negócios de cada restaurante avaliado.
[+ detalhes]
01/07/2016
LOPPIANO PIZZA
DIVERSIDADE DE SABORES E EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTOAberta em 1994, a Loppiano Pizza é uma tradicional pizzaria de Manaus, AM, que oferece mais de 70 sabores de pizzas e variadas massas caseiras. A origemLoppiano é uma cidade secular, estabelecida no cume de um monte, situada na Itália, próximo a Florença, região da Toscana, onde a lei fundamental é o "amor recíproco" e, ainda, como quase todas as cidades italianas, guarda antigos segredos culinários e muito calor humano.A palavra Loppiano significa cidade da fraternidade e, por isso, foi escolhida pelos proprietários da Loppiano Pizza, pois expressa seu sentimento em relação ao local que gostariam de oferecer aos clientes.O espírito de fraternidade se converteu para o interior da pizzaria e se transformou na arte de fazer pizza aliada ao prazer incomparável de saboreá-la. Nesse contexto surgiu o primeiro slogan do restaurante: "O mundo unido numa cidade".A Loppiano Pizza é um restaurante especializado em pizzas dos mais diversos sabores, tendo como grande diferencial no ramo, o tempero e sabor amazônico conferido a sua deliciosa massa.A pizzaria é fruto de uma iniciativa empreendedora do casal Rogério e Lourdinha Cunha, que em 1991, deram início a realização de um sonho que se consolidaria em um dos mais consagrados ambientes de Manaus para apreciar a famosa iguaria italiana.Da concepção do projeto até a consagrada inauguração havia um longo caminho a ser percorrido. E foi então que a união, fé, companheirismo e amizade do casal ultrapassou barreiras e superou as adversidades em busca da montagem do próprio negócio. O ramo alimentício já era do conhecimento de Rogério, que adquiriu experiência com os pais, que foram proprietários do Ziza's, uma das primeiras lanchonetes fast food da cidade.Inicialmente, a proposta era montar uma franquia, mas nada na vida acontece por acaso e após um período de estágio em uma renomada pizzaria de São Paulo, o casal teve a ideia de levar para Manaus o conceito da pizza assada no forno à lenha, que seria uma grande inovação na cidade e o principal atrativo do restaurante.Desse momento em diante foi a hora de "meter a mão na massa". Rogério e Lourdinha, imbuídos de um espírito empreendedor, reuniram suas economias e esforços para inaugurar a pizzaria e foram apoiados pelos amigos que sempre acreditaram no seu sucesso. O primeiro passo foi alugar um imóvel onde funcionava uma autopeças e investir no sonho de trazer para a degustação dos manauenses o sabor inigualável da pizza produzida no forno à lenha.Em março de 1994, as obras foram concluídas. Um pizzaiolo paulista foi levado pelos proprietários a Manaus para treinar por dois meses os então 18 funcionários da Loppiano Pizza.No dia 6 de abril do mesmo ano, um excepcional e inovador Open House abriu, literalmente, as portas do restaurante para a sociedade amazonense, o que garantiu casa cheia e valorizou a propaganda boca a boca feita pelos clientes que provaram e aprovaram o sabor da pizzaria.Hoje, a Loppiano Pizza, a casa de pizzas mais aconchegante de Manaus, fica situada na rua Major Gabriel e oferece aos clientes e amigos um cardápio com sabores variados e serviços a la carte, rodízio e delivery.Pizzas de qualidade e muito saborosasA Loppiano oferece mais de 70 sabores de pizzas, das tradicionais as mais diversificadas. O cardápio de pizzas da Loppiano se divide em Tradicionais, Regionais, Light e Doces, sendo que cada um desses itens abre um amplo leque de opções de sabores. No item das pizzas Tradicionais, por exemplo, estão as opções Formaggio, que inclui a pizza de Mussarela (molho de tomate, mussarela, orégano e azeitonas); Mamma Mia, que inclui os sabores Calabresa (molho de tomate, mussarela, calabresa fatiada, cebola, orégano e azeitonas), Caprichosa (molho de tomate, catupiry, calabresa de frango, mussarela, orégano e azeitonas), Carne de sol (molho de tomate, carne de sol, mussarela, orégano e azeitonas), Garantida (molho de tomate, catupiry, calabresa moída, mussarela, orégano e azeitonas), Frango com alho (molho de tomate, peito de frango desfiado, alho, salsinha, cebola, orégano e azeitonas), Marguerita (bastante molho de tomate, mussarela, manjericão, parmesão,tomate, orégano e azeitonas), Mussarela com alho (molho de tomate, mussarela, alho frito, orégano e azeitonas), Napolitana (molho de tomate, mussarela, rodelas de tomate, salsinha, parmesão, orégano e azeitonas), Portuguesa (molho de tomate, mussarela, calabresa fatiada, presunto, ovos, cebola, orégano e azeitonas), Presunto (Molho de tomate, mussarela, presunto, orégano e azeitonas) e Estrogonofe de frango (estrogonofe de frango, mussarela, orégano e azeitonas); Saporito, com as opções de pizza de Atum (molho de tomate, mussarela, atum, cebola, orégano e azeitonas), Caboca Pávula (mussarela, tucumã em fatias, queijo coalho e banana pacovã frita), Catupiry com atum (molho de tomate, catupiry, atum, cebola, orégano e azeitonas), Catupiry com calabresa (molho de tomate, catupiry, calabresa fatiada, cebola, orégano e azeitonas), Catupiry com frango (molho de tomate, catupiry, peito de frango desfiado, orégano e azeitonas), Catupiry com presunto (molho de tomate, catupiry, presunto, parmesão, orégano e azeitonas), Estrogonofe de carne (estrogonofe de carne, mussarela, orégano e azeitonas), Frango com mussarela (,olho de tomate, peito de frango desfiado, mussarela, orégano e azeitonas), Loppicante (molho de tomate, calabresa moída, pimenta calabresa, mussarela, rodelas de tomate, salsinha, cebola, orégano e azeitonas) e Quatro queijos (molho de tomate, mussarela, catupiry, provolone, parmesão, orégano e azeitonas); Speciale, composta pelas pizzas de Bacon (molho de tomate, mussarela, bacon, alho, salsinha, cebola, orégano e azeitonas), Berinjela (massa crocante Loppiano, gergelim, molho de tomate, mussarela, berinjela Santé, salsinha, orégano e azeitonas), Catupiry com palmito (molho de tomate, catupiry, palmito, parmesão, orégano e azeitonas), Catupiry com bacon (molho de tomate, catupiry, bacon, parmesão, orégano e azeitonas), Champignon (molho de tomate, champignon, alho, mussarela, salsinha, cebola, orégano e azeitonas), Frango com champignon (molho de tomate, peito de frango desfiado, champignon, mussarela, salsinha, orégano e azeitonas), Loppiano (molho de tomate, frango, champignon, milho verde, mussarela, rodelas de tomate, parmesão, salsinha, orégano e azeitonas), Palmito (molho de tomate, mussarela, palmito, alho, salsinha, cebola, orégano e azeitonas), Rúcula com tomate seco (massa crocante Loppiano, gergelim, molho de tomate, mussarela de búfala, tomate seco e rúcula fresca, orégano e azeitonas) e Tomate Seco (molho de tomate, mussarela, tomate seco, cebolinha, manjericão, orégano e azeitonas); e Pú che Speciale, que oferece os sabores Camarão (molho de tomate, mussarela, camarão, salsinha, cebola, orégano e azeitonas), Catupiry com camarão (molho de tomate, catupiry, camarão, salsinha, orégano e azeitonas), Creme de camarão (mussarela, creme de camarão, orégano e azeitonas), Tacacá (molho de tomate, mussarela, jambú, camarão, orégano e azeitonas, sendo o tucupi a parte), Siciliana (molho de tomate, champignon, bacon, mussarela, salsinha, orégano e azeitonas).Já no cardápio de pizzas regionais, a Loppiano oferece os sabores Amazônica (molho de tomate, alho frito, mussarela, cebolinha, manjericão, salsinha, cebola, sal, orégano e azeitonas), Caboquinha (mussarela, queijo coalho especial, tucumã em fatias), Cupuaçu (uma pizza doce composta por doce de cupuaçu, mussarela e creme de cupuaçu), Tambaquipizza (molho de tomate, mussarela, picadinho de tambaqui, cebolinha, cheiro-verde, cebola, orégano e azeitonas), Tacacá (molho de tomate, mussarela, jambú, camarão, orégano e azeitonas, sendo o Tucupi a parte), Caboca Pávula (mussarela, tucumã em fatias, queijo coalho, banana pacovã frita) e Uaçaí (doce de Cupuaçu, mussarela,creme de açaí e castanha do Brasil em fatias). Para quem optar por uma pizza também na sobremesa, a Loppiano dispõe dos sabores Abacaxi (abacaxi em pedaços, leite condensado e mussarela), Banana (calda doce, mussarela, banana, canela e açúcar), Banana frita (leite condensado, mussarela, banana frita, açúcar e canela), Brigadeiro (massa crocante Loppiano, licor de cacau, mussarela, brigadeiro Loppiano, chocolate granulado), Chocolate (leite condensado, mussarela e chocolate), Chocoball (leite condensado, mussarela, chocolate branco com bolas de chocolate preto), Chocolate branco (leite condensado, mussarela, chocolate branco), Chocolate M&M (leite condensado, mussarela, chocolate preto e M&M), Doce de leite (doce de leite e catupiry) e Romeu e Julieta (Doce de goiabada e catupiry), além das já citadas Cupuaçu e Uaçaí. O destaque é a Pizza de Sorvete (massa crocante Loppiano, licor de cacau, creme de leite, chocolate, sorvete de creme e cereja).A novidade no cardápio da Loppiano são as pizzas lights. Feitas com ingredientes selecionados e sob a supervisão de um nutricionista, inclui os sabores Atum light (massa integral, molho de tomate, mussarela de búfala, atum, cebola fatiada, tomate em rodelas, azeitona, orégano e quinoa), Banana light (massa integral, requeijão light, banana prata fatiada e canela com adoçante), Brócolis (massa integral, molho de tomate, mussarela de búfala, brócolis, queijo ricota, alho frito, azeitona, orégano e quinoa) e Rúcula com tomate cereja (massa integral, molho de tomate, mussarela búfala, rúcula, tomate cereja, queijo ricota, azeitona, orégano e quinoa).Entre os acompanhamentos oferecidos pela Loppiano, o cliente pode optar pelas coberturas Catupiry, Mussarela, Mussarela de búfala, Palmito e Chocolate, ou ainda, pelas bordas recheadas de Catupiry, Catupiry com bacon, Mussarela, Provolone, Doce de leite, Chocolate ou Romeu e Julieta.Para quem não quiser saborear as deliciosas pizzas da Loppiano, a casa oferece Lasanha a Bolonhesa e Lasanha de Frango.A Loppiano disponibiliza uma carta de vinhos com opções de espumantes e frisantes italianos, vinhos brancos brasileiros e chilenos, vinhos tintos do Brasil, Chile, Espanha, Estados Unidos, França e Portugal. Requinte, bom gosto e qualidade Servir com qualidade e inovação, propiciando um relacionamento alegre e saudável, contribuindo para uma sociedade mais fraterna.O espaço amplo e arejado da Loppiano Pizza possui dois ambientes, sendo um aberto e outro climatizado para toda família. Dispõe, ainda, de playground com monitoras para diversão e segurança das crianças. As pizzas são feitas com a melhor farinha existente no mercado, bem como utiliza as melhores marcas de queijos e embutidos e os vegetais são escolhidos um a um.A qualidade e o sabor das pizzas, bem como o atendimento da equipe da Loppiano Pizza é, sem dúvida, o maior orgulho e a razão de uma clientela amiga e cativa que acompanha a casa por todos esses anos.www.loppiano.com.br
[+ detalhes]
01/07/2016
MADAGASCAR - PIZZARIA AO REDOR DO MUNDO
UM PARAÍSO... MAS NÃO DE PIZZAS!Madagáscar (português europeu) ou Madagascar (português brasileiro), oficialmente República de Madagáscar (ou de Madagascar) e, anteriormente, conhecida como República Malgaxe, é um país insular no Oceano Índico, ao largo da costa Sudeste da África. A nação compreende a ilha de Madagascar (de longe a maior ilha da África e a quarta maior do mundo), bem como numerosas ilhas periféricas menores. Após o desmembramento pré-histórico do supercontinente do Sul Gondwana, Madagascar se desmembrou da Índia cerca de 88 milhões de anos atrás, permitindo que plantas e animais nativos evoluíssem em relativo isolamento. Consequentemente, Madagascar é um hotspot da biodiversidade; mais de 90 por cento de sua vida selvagem não é encontrada em nenhum outro lugar na Terra. É a terra dos lêmures (vejam o filme Madagascar) e dos baobabs!Até o final do século XVIII, a ilha de Madagascar foi governada por uma variedade de alianças sócio-políticas. A partir do início do século XIX, a maior parte da ilha foi unida e governada como o Reino de Madagascar por uma série de nobres de Merina. A monarquia entrou em colapso em 1897, quando a ilha foi absorvido pelo império colonial francês. A ilha se tornou independente em 1960. O Estado autônomo de Madagascar, desde então, passou por quatro grandes períodos constitucionais, denominadas repúblicas. Desde 1992, o país é oficialmente governado como uma democracia constitucional a partir de sua capital em Antananarivo. Em 2012, a população de Madagascar foi estimada em pouco mais de 22 milhões, 90 por cento dos quais vivem com menos de dois dólares por dia. Malgaxe e francês são ambas línguas oficiais do Estado. A gastronomiaLa Gastronomie Pizza é a maior rede de fast food de Madagascar, com 16 lojas nas principais cidades da ilha. A empresa foi fundada por Randrianaivo Arson Ambinintsoa, ou Chefe Mbinina, em 2001. Na época, as pizzas não faziam nem um pouco parte dos hábitos alimentares dos habitantes da ilha. No início vendia somente 10 pizzas por dia; hoje, consome mais de 120 toneladas de queijo por ano! O chefe Mbinina, PDG do Grupo, começou com lavador de pratos em um restaurante de sua cidade natal, cresceu no meio até ser Chefe de Cozinha em grandes estabelecimentos de Antananarivo. Hoje, é conhecido em toda a ilha como a pessoa que conseguiu fazer entrar a pizza nos hábitos de consumo da ilha. Claro, as pizzas foram adaptadas aos gostos, com a utilização de ingredientes locais. Hoje, a empresa conta com 650 empregados diretos. A Gastronomie Pizza investiu na cadeia produtiva e produz sorvetes, casquinhas e sucos naturais. Possui granja própria e fazenda de criação de porcos, bem como produção própria de queijos. É líder absoluto em fast food e venda de pizzas do mercado malgaxe.Sendo isto dito, não pensem que parando em algum dos pontos do La Gastronomie Pizza irão saborear uma redonda inesquecível. Não é bem assim! O cardápio é, por problema de crenças, curiosamente dividido em duas partes: 15 pizzas com carne de porco (presunto, pedaços de bacon, linguiça, etc.) e 17 pizzas sem carne de porco. Todas, sem exceções, levam molho de tomate e queijo - um tipo de mozzarella de fabricação própria. Quase todas as pizzas ?com porco? levam presunto. As pizzas podem ser pequenas (23cm) ou grandes (33cm) e os preços variam entre R$ 5,60 a R$ 7,50, para as pequenas, e R$ 9,50 a R$ 13,00, para as grandes, dependendo do recheio. A pizza mais cara é a Pizza Trio, com um terço 4 queijos, um terço presunto e frango e um terço frutos do mar! Para os pedidos de pizzas de forma quadrada tem um suplemento de... alguns centavos! Em quase todas as pizzas os ingredientes são picados - o que faz que a primeira vista parecem todas iguais! - e quase sempre são decoradas com uma pimenta tipo jalapeña bem verdinha.Não vale a pena ir até Madagascar para comer pizza, mas... já comi coisas piores.
[+ detalhes]
01/07/2016
MASSAS RECHEADAS
AS MASSAS RECHEADAS Segundo os conhecedores existiria, na Itália, pelo menos 600 formatos de macarrão! E, para cada um há uma finalidade. Imagine que cada detalhe da massa foi estudado para propiciar as mais diversas sensações. De forma geral, as massas são divididas em massas longas, massas curtas e massas recheadas.As massas longasO espaguete é o maior representante. De modo geral, os longos pedem molhos mais líquidos. Para acompanhar o espaguete, uma receita à base de tomates frescos e manjericão é perfeita.As massas longas ainda podem ser divididas em função de sua seção (redonda, perfurada, retangular, larga, etc.) e as principais são o spaghetti (da região de Nápoles), fettucine ou talharim (da Sicília), vermicelli, bucatini, ziti, canalini, tagliatelle, capellini e maccheroncini, entre tantos outros.As massas curtasElas são ideais para saladas e casam melhor com molhos mais rústicos, já que são cheias de curvas e buracos capazes de capturar os pedaços e o suco do tempero. Existe uma infinidade delas. No Brasil, as mais conhecidas são o farfalle (a gravatinha, da região do Piemonte), o fusilli (parafuso, da Lombardia), o penne (da Toscana) e outros tantos, tais como rigatoni, sedani, tortiglioni, farfalle, garganelli, pipe, conchiglie, ditali e orecchiette, para citar algumas.Nessa mesma categoria encontram-se também as massas tradicionalmente usadas em sopas, como conchigliette, (conchinha), anelli (argolinha), alfabeto (letrinhas), stelletinne (estrelinhas), entre outras.As massas recheadasA combinação da massa para macarrão bem esticadinha com recheios, sempre muito diferentes e cheios de sabor, resultam em diversos formatos de massas recheadas: caneloni, capeletti, conchiglie/conchiglione, ravioli/raviolone, rondelli, e tortelline/tortellone. Cada um tem a sua preferência, mas, com certeza, toda essa variedade se dá por conta da criatividade dos cozinheiros.O importante é saber que para um belo almoço em família, em qualquer ocasião que seja, as massas recheadas sempre fazem o maior sucesso!Uma das mais conhecidas no mundo inteiro é o famoso ravioli. Ravioli e Raviolone. O ravioli é um produto típico da culinária italiana, mas sua origem é persa, e não chinesa como muitos pensam. A arte de rechear folhas de massa já existia na Mesopotâmia. As mais antigas receitas constam da literatura culinária árabe do século X, no livro "Kitab al-Tabikh" ou "Kitab al-?ab??" (em árabe ???? ???????, The Book of Dishes), escrito por Ibn Sayyar al-Warraq. Nele, descreve-se o sambusaj (hoje samosa), que é provavelmente a mais antiga pasta ripiena conhecida. É o ancestral do ravioli!Os raviolis existem também na Ásia. Eles fazem parte da cozinha chinesa, onde são conhecidos como jiaozi (??), ainda chamados de ravioli pequinês ou raviolis chinês. Segundo os historiadores, eles são comidos na China a mais de 1.800 anos. O mesmo prato é igualmente popular em todo o Nordeste Asiático, sendo conhecido no Japão como gyoza e, na Coréia, como mandu. Na Polônia, ele aparece sob o nome de pierogi (no singular pieróg), na Hungria é chamado de derelye, na Romênia de col?una?i e, na Rússia, são os famosos varéniki (????????) ou pel?méni (????????).O recheio dos raviolis pode ser composto de toda e qualquer coisa, salgados ou doces. Pode-se usar verduras (espinafre, por exemplo), queijos (geralmente ricota), carnes (normalmente restos de carne cozida, moídos), camarões, lagostas, pesto, abóbora, carne seca, etc., etc.Os raviolis são cozidos em água fervente até subirem à superfície. São servidos tradicionalmente com molho de tomate e parmesão ralado, mas existem inúmeras criações que transformam esse prato relativamente simples em um prato realmente gastronômico.Os raviolones são ravioli maiores, simplesmente.Cannelloni. Cannelloni (ou canelone) é um formato de macarrão cilíndrico tipicamente italiano. O produto é consumido comumente com recheio salgado, que pode incluir queijo, ricota, vegetais, como espinafre e carne moída. Depois é coberto por um molho, que pode ser de tomate clássico ou béchamel, e gratinado ao forno.Esse tipo de macarrão é vendido tanto nas versões pré-cozida quanto na que necessita de um pré-cozimento antes de ser recheado. As dimensões são aproximadamente de 8 a 10 cm de comprimento por cerca de 2 cm de diâmetro.Na Itália, o mais tradicional é de carne; normalmente, usa-se para o recheio restos de carne cozida, moída e temperada. O uso de carne de vitela é muito comum. No Brasil, os cannellonis de ricotta são mais comuns, mas, na realidade, tal como os ravioli, existem dezenas de alternativas de recheio.Tortellini e Tortelone. Os tortellinis são uns pastelinhos de massa de farinha de trigo e gemas de ovos que, depois de estendida bem fina, é cortada em quadrados, que são recheados com uma mistura de carnes, e dobrados sobre si próprios e com um dedo para formarem umas rodelas com a forma do umbigo, ou ?capeletti?. Fazem parte das massas alimentícias típicas da Itália, especificamente dentro dos ?Prodotti agroalimentari tradizionali dell? Emilia Romagna? e, mais especificamente, das províncias de Bologna e Modena. Segundo a "Irmandade do Tortellino", estes pastelinhos devem ser exclusivamente comidos em um caldo de galinha ou de carne de vaca. Ainda segundo a ?Ordem do Tortellino?, o recheio deve ser composto de lombo de porco, presunto, mortadela de Bolonha, Parmigiano-Reggiano, ovos e noz moscada. No entanto, encontrou-se uma outra receita, especificamente sob a denominação ?Tortellini all?Emiliana?, segundo a qual se deve saltear em um pouco de óleo uma porção de vitela com cenoura, cebola, aipo, vinho branco, ?guanciale? e salsicha picados; separadamente, cozem-se em água de galinha, carne de vaca e língua, e guarda-se o caldo do cozimento da galinha para depois cozer os tortellinis. As carnes já cozidas são moídas e temperadas com sal, noz moscada, parmigiano e pecorino. Capeletti e... tortellini, de novo!. Ambas as massas recheadas são típicas da Emília-Romanha, na região setentrional da Itália. O tortellini é menor, possui massa mais fina e menos recheio. Quando cru, cabem 10 em uma colher de sopa e 12 após o cozimento. Bolonha e Modena disputam há séculos sua paternidade e até registraram as receitas em cartório. São bastante parecidas, mas as duas cidades não pensam assim.Em Bolonha, a carne de porco usada no recheio do tortellini marina dois dias em alho, alecrim, sal e pimenta. A seguir, é transformada em um composto de presunto cru, mortadela, queijo parmesão, ovo, manteiga e noz-moscada. Isso ocorre 24 horas antes da colocação na massa e desta ser moldada no seu formato característico. Cozinha em caldo de frango capão ou de boi, com um osso dentro. Em Modena, a carne de porco fica pouco tempo no fogo, para conservar os sucos. No recheio, também entram presunto cru, mortadela, queijo parmesão, ovo, noz-moscada, pimenta-branca e sal. A massa recheada cozinha em caldo de galinha. Já o capeletti é a preparação típica da sub-região da Romanha, cuja capital é Ravenna, e da cidade de Reggio Emília. O recheio também varia. Na Romanha, combina-se três tipos de queijo. O capeletti de Reggio Emília pode ser feito com três diferentes recheios, possuindo como denominador comum o queijo grana padano, o ovo e a noz-moscada. A receita mais pobre usa miolo de pão embebido no toucinho derretido.Tortellini e capeletti são heranças da culinária medieval. Debutaram oficialmente na cozinha como sopa, ao lado do anolini - outra massa recheada italiana -, em formato redondo ou de meia lua, característica das cidades de Parma e Piacenza. O trio foi mencionado na obra "Crônica", escrita no século 13, pelo frade franciscano Salimbene de Adam, natural da Emília-Romanha.Alguns estudiosos, levando em conta a etimologia da palavra, sustentam que o tortellini existe desde o século 12. O nome viria de "turtellus" (alimento difundido nos antigos monastérios) que, por sua vez, derivaria de "tortula", pão rústico salgado e recheado, conhecido desde os primeiros tempos do cristianismo. Segundo o imaginário popular, entretanto, seria mais antigo.BOXMuitos italianos acreditam que o tortellini nasceu em tempos mitológicos. No fim do século 18, um engenheiro chamado Giuseppe Ceri ajudou a consolidar essa lenda. Disse que a massa nasceu na localidade de Castelfranco Emilia, na estrada que liga Bolonha a Modena, inspirada no umbigo de Vênus, deusa do amor e da beleza. Após uma noite de amor a três, da qual participaram Baco, deus do vinho e da embriaguez, e Marte, deus da guerra, ela acordou sozinha. Acreditando ter sido abandonada, chamou o dono da hospedagem para saber se os parceiros haviam partido. Sua nudez extasiou o homem, que desceu à cozinha e fez uma massa reproduzindo o divino umbigo. Uma história parecida, com outros personagens, fala de um taverneiro que espiou uma bela mulher pelo buraco da fechadura. Igualmente deslumbrado, homenageou o umbigo feminino com uma massa recheada.A história do capeletti é menos imaginosa, mas igualmente expressiva. O nome da massa vem de um chapéu medieval, que possuía em volta uma faixa acolchoada, com um lado mais alto. Cappello, em italiano, significa chapéu.Capeletti é seu diminutivo. Essas informações testemunham a antiguidade da massa. Tortellini, capeletti e anolini dão sopas esplêndidas. Mas também vão bem com vários molhos, sobretudo à base de tomate, ou apenas pulverizados com queijo parmesão. Devem ser cozidos em caldo especial que, não sendo usado em sopa, enriquece saborosamente o risoto. Conchiglie e Conchiglione. O nome dessa massa é derivado da palavra italiana conchiglia, em português concha. A concha da qual ela se inspira é a erosaria , um tipo de gasterópodes, de aspecto liso e brilhante.Normalmente, são usadas as conchiglione, maiores que as conchiglie, e podem ser recheadas ao gosto do chefe. Algumas opções de recheio mais comumente encontradas são: al gorgonzola, com brócolis e linguiça, de ricota e salame, de abobrinha e carne seca e, o prato tradicional, mariscos no conchiglione. Existem muitas outras alternativas.Rondelli. Apesar de parecer um nome Italiano, o termo ou a palavra, como prato é inexistente no território italiano. Assim, não procure rondelli em nenhum cardápio de restaurante, que você não achará; em contrapartida, nas listas telefônicas encontrará muita gente com esse nome de família!O termo em italiano para o rocambole de massa, que no Brasil foi batizado de rondelli, é rotoli ou rotolini. O termo rondelli foi criado no Brasil e o prato apareceu mais precisamente nas cantinas de São Paulo, no final dos anos 80.Tal como as outras massas recheadas, é possível rechear o rondelli com os mais diversos ingredientes, os mais comuns são de presunto e mussarela, ou de ricota e espinafre.Bom apetite!
[+ detalhes]
01/07/2016
MERCEARIA BRESSER
EXCELÊNCIA NO PREPARO DE PIZZASEleita ?Melhor Pizzaria de Curitiba? por três vezes pela revista Veja Comer & Beber, a Mercearia Bresser convida para saborear, em Curitiba, a tradicional pizza paulistana.Qualidade e tradiçãoPizza sempre é uma boa pedida para diversos momentos. Inaugurada em 2005, no nobre bairro do Batel, a Mercearia Bresser ganhou nova sede em 2010, no elegante bairro do Cabral, ambos em Curitiba, PR. O nome ?Mercearia Bresser? tem sua origem em um dos famoso bairros italianos de São Paulo. Bresser é o nome de uma famosa rua do bairro paulistano do Brás. Nesse local, próximo à rua Bresser existe, desde meados do século XIX, a ?Casa do Imigrante?, hoje totalmente preservada e rebatizada ?Museu do Imigrante?. Por ali passou, seguramente, a maior parte de todos os imigrantes europeus que chegavam ao Brasil vindos predominantemente da Itália e da Espanha.Após a triagem dos recém chegados, os que não seguiam para as fazendas de café permaneciam ao redor da ?Casa do Imigrante?, pois ali dispunham de alguma infraestrutura para viver. Com o passar do tempo, os imigrantes que conseguiram se estabelecer iniciaram, sem saber, a colonização desse bairro que, por si só, conta a história do forte desenvolvimento econômico da região e, por consequência, da própria cidade de São Paulo. Suas tradições e costumes foram influenciando o restante da população, que logo se rendeu as delícias de sua cozinha, principalmente, a italiana.Assim foi introduzida a mais apreciada iguaria dessa cozinha europeia, a pizza. Os novos ristorantes, as tratorias, os bares, as mercearias, enfim, todos os que se dedicavam ao comércio alimentício, trataram de incluir em seu cardápio aquela nova moda.Foi nessa rua que no ano de 1946, em uma de suas bucólicas e pacatas vilas, denominada Vila Judite, nasceu um dos idealizadores da ?Mercearia Bresser?.Frequentando essas casas e convivendo com esses povos, ouvindo suas aventuras, histórias e sonhos, iniciou o aprendizado dos segredos do preparo da pizza, sempre acreditando que um dia seria o principal prato servido aos paulistanos. Só não previa esse estrondoso sucesso, extrapolando não só o bairro do Brás, como a cidade de São Paulo e os demais Estados do Brasil.Adequando-se aos novos tempos, esse pioneiro que participa ativamente do corpo diretivo da ?Mercearia Bresser?, em homenagem aos curitibanos, apreciadores por excelência da boa mesa, decide fundar a primeira casa na cidade de Curitiba. Exatamente na Avenida Sete de Setembro, caminho natural das caravanas de tropeiros quando cruzavam Curitiba, transportando o gado desde o Rio Grande do Sul até a baixada paulista e os campos de Minas Gerais. Essas comitivas impulsionaram o comércio da região, tornando Curitiba a sede da Comarca em 1812.Hoje, a Mercearia Bresser, que tem como proprietários Eduardo Vivacqua e Glauco Barranco, oferece a seus clientes os melhores e mais exclusivos ingredientes, em um ambiente que reproduz fielmente os armazéns e mercearias do Brás antigo, convidando-os a saborear a tradicional pizza paulistana.Cardápio criativoDos fornos à lenha da Mercearia Bresser saem mais de 30 sabores para experimentar em qualquer ocasião, seja com a família, amigos, em um jantar romântico ou em uma reunião informal de trabalho. Uma das especialidades da Mercearia Bresser é o pão de linguiça (pão artesanal preparado com linguiça calabresa), servido como entrada. Mas o cliente também pode optar pelo Torradinho Joli (azeite de oliva, sal grosso e alecrim sobre fina massa de pizza); Torradinho Silva Teles (parmesão, alho, azeite de oliva e molho de tomates sobre fina massa de pizza); ou o Torradinho Rangel Pestana (aliche italiano, tomate longa vida e cebola sobre fina massa de pizza); ou ainda, pelo aperitivo Tradição, feito com a mesma massa da pizza, com recheio de tomate, mossarela e manjericão; aperitivo Barigui, uma opção de entrada com massa integral, composta por rúcula, tomates secos, mussarela de búfala e presunto de Parma, envolvidos pela deliciosa massa integral crocante; ou pela Bufalotta, especialíssima mussarela de búfala com o interior cremoso e sabor levemente amanteigado, temperada com azeite de oliva extravirgem e pimenta branca moída, acompanhada de fina massa de pizza crocante. Outras opções de entrada são o Tomates do Dinho, uma receita em homenagem ao inesquecível Dinho, composta de aliche italiano em filés sobre fatias grossas de tomates maduros e um toque de orégano, acompanhado de fina massa de pizza crocante; a Berinjela ao Forno, composta por berinjelas e abobrinhas fatiadas, marinadas ao alho, azeite de oliva e hortelã., cobertas por mussarela e assados no forno à lenha, acompanhada de fina massa de pizza crocante; a Berinjela da Casa, que inclui berinjelas e abobrinhas fatiadas, marinadas ao alho, azeite de oliva e hortelã, com molho de tomates, peito de peru e mussarela tradição, gratinada com queijo gorgonzola, acompanhada de fina massa de pizza crocante; e a Bresáola, com finas fatias de Bresáola (carne bovina curada), recobertas com rúcula e lascas de parmesão, temperada com limão e pimenta do reino branca, acompanhada de fina massa de pizza crocante.No cardápio de saladas, a Sete de Setembro (tomate longa vida, rúcula, mussarela de búfala, tomate seco, azeitonas pretas e manjericão, regado por fino azeite) e a Caprese Herculano (mussarela de búfala e manjericão sobre fatias de tomate longa vida) são imperdíveis.Além das pizzas tradicionais (Marguerita, Mussarela, Aliche, Catupiry, Atum, Calabresa, Quatro queijos, Napolitana, Portuguesa, Alho, e Gorgonzola), o cardápio inclui as pizzas da casa, sendo que grande parte dessas pizzas leva nomes de pessoas e lugares especiais.. Uma das pizzas mais pedidas é a Bresser, feita com mussarela tradição, rodelas de mussarela de búfala especial sobre fatias de tomate longa vida, com folhas de manjericão gigante e pesto de azeitonas pretas. Mas as outras opções também são de dar água na boca. A Concórdia é feita com berinjela fatiada e refogada no alho e azeite de oliva, sobreposta por pedacinhos de mussarela especial e gratinada com parmesão; a Lampião de Gás leva abobrinha fatiada e refogada no alho e azeite de oliva, sobreposta por pedacinhos de mussarela especial e gratinada com parmesão; a Almirante Barroso inclui tomate cereja e pesto de rúcula, sobre mussarela especial; a Finocchio é coposta por mussarela, calabresa moída e sementes de erva doce; e a Zola e Funghi é recheada com toque de mussarela, fatias de cogumelos paris refogados no alho, óleo e vinho branco e coberta por especialíssimo queijo gorgonzola.O cardápio das pizzas da casa inclui ainda a Celso Garcia (berinjela e abobrinha marinadas no alho e azeite de oliva sobre mussarela tradição, tomates frescos em fatias sobrepostas por pequenas folhas de tomilho fresco); a Piratininga (mussarela especial, azeitonas pretas em lascas, mussarela de búfala defumada ralada e pedaços de tomates frescos); a Germino (presunto de Parma, tomates longa vida em rodelas sobrepostas por mussarela especial); a Marcolina (mussarela tradição coberta por especialíssima linguiça calabresa); a Classe A (peito de peru defumado, catupiry e alho poro); a Juventus (molho de tomate italiano, mussarela especial, tiras de pimentão assado e lascas de azeitonas verdes); a Vila Judite (presunto defumado alemão, catupiry, com cobertura de mussarela tradição); a Peixão (sobreposto por exclusivíssimo queijo gorgonzola); a Mendes Junior (mussarela especial, escarola refogada no alho e azeite de oliva pinoli); a Braseiro (pedacinhos de linguiça defumada, pimenta e rodelas de cebola); a Florita (mussarela especial adornada com manjericão gigante); a Oriente (mussarela, funghi shitake, cebola roxa e salsinha fresca) ; a Rubino (mussarela especial coberta com rúcula e tomates secos); a Albina (mussarela especial); a Alcachofra (mussarela tradição e especialíssimos fundos de alcachofra); a Caetano Pinto (presunto moído, mussarela tradição e lascas de azeitona verdes); a Balila (aliche italiano em filés sobre mussarela tradição); e a Argentina (mussarela tradição coberta por alho dourado crocante).A Mercearia Bresser também serve calzones. As opções incluem a Padre Lima (mussarela tradição especial, catupiry e presunto); e a Padre Bento (mussarela tradição especial, escarola, ricota, filés de aliche, pinolis e azeitonas pretas).Para acompanhar esses sabores deliciosos, uma boa opção é o tradicional Chopp Brahma, servido estupidamente gelado nas versões claro ou escuro. Outra sugestão é algum dos 140 rótulos de vinhos da Adega Bresser.Para encerrar a refeição, a Mercearia Bresser como sobremesa o Vino Cotto (deliciosa calda de vinho cozido sobre duas bolas de sorvete de creme); o Bistrelo (palitos crocantes de massa de pizza espetados sobre doce de leite argentino ?La Salamandra?); ou o Cuque de Banana (Cuque de banana com pedaços cobertos com uma farofa crocante especial, desenvolvida artesanalmente, servida com sorvete de creme. Outra recomendação da casa é a Goiabada com Catupiry (especialíssima goiabada caseira acompanhada de catupiry).O cardápio de sobremesas inclui ainda Manjar Branco (o clássico da cozinha brasileira com calda de ameixas pretas e com toque especial da Mercearia Bresser); Pudim de Leite (pudim preparado com ingredientes artesanais); Mousse de Casa (mousse ICAB de chocolate cremoso com raspas de chocolate ao leite), entre outras.Ambiente fielCom capacidade para mais de 200 pessoas em cada uma das casas, a Mercearia Bresser oferece um ambiente amplo e aconchegante, decorado tal como as antigas mercearias e armazéns italianos. As prateleiras são carregadas de latas de azeite, molho de tomate, vinhos, filés de alici, como as antigas mercearias italianas. Artistas locais também são destaque na decoração. No Batel, há uma réplica do antigo quadro ?Mercado Municipal?, de 1907, pintada pelo artista Czeslaw Lewandowski (acervo do Museu Paranaense). No Cabral, a contemporaneidade do artista plástico curitibano André Mendes é vista no painel ?Oriundi?, feito em pintura sobre cerâmica, no qual são retratados os hábitos e costumes deixados como herança pelos imigrantes italianos que colonizaram o Brasil.De qualquer mesa do salão principal é possível acompanhar as mãos ágeis do pizzaiolo Francisco Moraes, mais conhecido como Nenê, separando o queijo, recheando a massa e salpicando temperos. A massa é utiliza a mesma receita há anos, e para as novas criações, como a integral, é utilizado um padrão de qualidade bem rígido que segue a tradição da casa.Para assar as pizzas, é utilizada uma lenha ecológica, chamada de briquete, que não libera fuligem negra e, também, não interfere no cheiro e no sabor da pizza.Na unidade Batel, Vovô é maitre desde a abertura e conhece tudo da casa. É ele quem recepciona os clientes e coordena os garçons. Segundo Vovô, a melhor companhia de um bom pedaço de pizza, além dos amigos, é claro, são os vinhos da Adega Bresser, que tem algumas das melhores uvas do mundo. São garrafas de nove países: África do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Chile, Espanha, França, Itália e Portugal.PrêmiosAo longo destes anos de história diversos prêmios foram conquistados pela Mercearia Bresser. Entre os principais estão o de "Melhor Pizza" pela revista Gula 2006 e pela revista Veja Comer & Beber 2009, 2011 e 2012 e, ainda, Prêmio Gula em 2005, 2007, 2008 e 2009; destaque gastronômico indicado na revista Veja Comer & Beber 2006, 2007, 2008 e 2010; título de Especialista em Chopp pela Real Academia do Chopp em 2006, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012.TurismoA tradição da Mercearia Bresser em receber bem não se limita apenas aos seus fiéis clientes, mas visa também os mais de três milhões de turistas que visitam anualmente o Estado do Paraná. Pensando nisso, a Bresser se tornou parceira do serviço Leva & Traz Grátis, que oferece transporte gratuito aos turistas hospedados nos hotéis conveniados.Além disso, é parceira dos programas de fidelização e milhagens aéreas Multiplus e Smiles, nos quais é possível juntar pontos e trocá-los por prêmios e passagens aéreas. A cada real gasto em qualquer um dos dois endereços da Mercearia Bresser (Batel ou Cabral) ou nas entregas em domicílio, o cliente ganha um ponto ou uma milha.www.merceariabresser.com.br
[+ detalhes]
01/07/2016
NEZ BISTRO
VINHOS E GASTRONOMIA EM UM COMBINAÇÃO PERFEITAConhecido pela culinária franco-italiana e pela excelência na carta de vinhos, o Nez Bistrô é um dos pontos de referência da boa gastronomia do Recife.Boa gastronômiaLocalizado na charmosa Praça de Casa Forte, primeiro projeto de jardim público do arquiteto Burle Marx, o Nez Bistrô é conhecido pela culinária de influência franco-italiana e pela excelência na carta de vinhos. A casa, que pertence aos empresários Marcelo Valença e Mônica Mello, tornou-se um dos pontos de referência da boa gastronomia do Recife, oferecendo uma comida cuidadosa, privilegiando a qualidade dos produtos utilizados, o bom atendimento e um ambiente acolhedor. Inaugurado em dezembro de 2007, o Nez Bistrô está localizado em um sobrado do século 17, tombado pelo patrimônio histórico, que funcionou como senzala do engenho pertencente à Ana Paes, na antiga campina de Casa Forte.A expressão Casa Forte é proveniente do conflito ocorrido em 17 de agosto de 1645 entre pernambucanos e holandeses. Casa Forte era o nome do histórico engenho pertencente a Anna Paes, uma senhora avançada em relação à sociedade do século XVII, que notabilizou-se pela liberdade de pensamento e coragem pessoal. O referido engenho foi um dos últimos redutos da resistência flamenga, por ocasião da Insurreição Pernambucana.A casa-grande do engenho passou a ser conhecida como Casa Forte, nome que foi estendido a toda a propriedade, ao povoado e, posteriormente, ao bairro. As casas do engenho, por sua vez, estavam situadas em uma grande praça chamada Campina de Casa Forte.A Igreja de Casa Forte foi reformada e construída somente em outubro de 1911. Na ocasião, foi consagrada também como Igreja Matriz de Casa Forte, sob a invocação do Sagrado Coração de Jesus.No ano de 1933, graças à intervenção do prefeito Antônio de Góes, que revitalizou o pátio em frente à Igreja, a praça tornou-se uma das mais belas do Recife. Quatro anos depois, em 1937, o prefeito Novaes Filho transformou esse logradouro em um espaço de lazer, colocando-o à disposição da população pernambucana.No projeto da arquiteta Juliana Monteiro, os ambientes do Nez Bistrô remetem à cultura e a história do bairro, desde a recuperação da estrutura original do imóvel ao uso de materiais típicos da época de sua construção.Pensando na comodidade do cliente, a casa, que tem capacidade para atender 75 pessoas, conta com dois espaços: o térreo, onde funciona o salão do restaurante e o primeiro andar, onde está localizada a loja de vinhos Zahil, que inclui em seu ambiente mesas para grandes e pequenos grupos.A decoração é sóbria e atemporal, com revestimentos em madeira, tijolos descascados e piso em tijolo cerâmico, pensada para proporcionar um ambiente confortável e muito charmoso.Nas paredes, obras de arte de Romero Andrade Lima e Alan Carlos, além de uma bela coleção de espelhos antigos, adquiridos em antiquários.Para garantir um ambiente ainda mais aconchegante, ideal para degustar bons vinhos e ter uma refeição inesquecível, a arquiteta utilizou uma iluminação âmbar, dimerizada, que realça os detalhes do sobrado do Nez Bistrô.Entre os diferenciais do Nez Bistrô está a dedicação ao vinho, que aparece harmonizado pelo sommelier da casa, Barros, em todas as sugestões.Opções diferentes e criativasComposto por entradas, saladas, massas, peixes e crustáceos, carnes e aves, risotos e sobremesas, os pratos servidos pelo Nez Bistrô são um deleite para os olhos e, principalmente, para o paladar.O cardápio 2015, com criações assinadas pelas chefs Taciana Teti e Lícia Maranhão, incluiu dezesseis novas opções no menu, entre entradas, pratos principais e sobremesas, mas com o cuidado de manter na carta pratos considerados "clássicos da casa". As entradas concentram o maior número de novidades deste novo cardápio, com cinco diferentes e criativas opções. Entre as novidades estão o Bombom de Philo, preparado com massa philo crocante em duas versões: Mix de Funghi e Mignon, com sabor levemente picante, e o Mil Folhas de Mignon, lâminas de filé mignon intercaladas com shitake grelhado e molho due de mostardas. As opções para iniciar a refeição ainda incluem as Trufas Cremosas de Pato (bolinhas de pato confit servidas com redução cítrica), o Camembert em Crosta Crocante e o Salmão Folheado. Neste quesito foram mantidas as entradas que já conquistaram o paladar dos clientes e se tornaram tradicionais na casa, como o Carpaccio Clássico (finas lâminas de carne regadas com azeite extravirgem, aromatizadas com mostarda de Dijon, alcaparras e lascas de grana padano, acompanhado de torradas crocantes), o Gratin de Prima Donna (nacos de queijo Prima Donna com uma leve crosta de açúcar caramelado no maçarico) e o Pan Cook (Nacos de filé salteados ao suave molho de gorgonzola, acompanhado de pão italiano). Mas ainda há mais opções, como o Potinho de Mandioquinha (potinho de mandioquinha acompanhado de ragu de ossobuco perfumado com azeite de trufas), o Brandade de Bacalhau (creme de bacalhau e batata sobre cebola confit), os Minipastéis Trufados de Funghi (pastéis fritos, recheados com ragu de cogumelo, acompanhados de creme de grana padano com azeite de trufas), e o Terrine de Foie e Geleia de Frutas do Bosque (patê de fígado de aves flambado no conhaque e perfumado com alecrim, acompanhado de geleia de frutas do bosque e torradas crocantes).Para aqueles que buscam uma alimentação mais leve, mas com muito sabor, duas novas saladas foram incorporadas ao menu. Além das opções clássicas da casa, que incluem a Salada de Folhas com Cítricos e Camarão (mix de folhas regado com vinagrete de frutas cítricas e camarões grelhados no azeite extravirgem) e a Parma e Nocci, somam-se opções como a Salada Oriental, composta de folhas nobre, rolinho de salmão recheado com cream cheese queimado no maçarico, molho oriental e gergelim, e a Salada de Carpaccio, com folhas sobre lâmina de carpaccio de vitela ao molho Dijon, com fitas de queijo grana padano, tomates cereja e amêndoas torradas. Para os pratos principais, as novas receitas prometem atender aos paladares mais exigentes. Para os apreciadores de massa, a dica é o Ravióli à Pan Cook, com raviólis recheados com queijo Gruyére, cobertos com nacos de filé mignon salteados ao molho suave de gorgonzola. Mantiveram-se no cardápio pratos reconhecidos pela clientela do Nez, como o Noque ao Ragú de Ossobuco, sem dúvida um clássico!; o Penne com Camarão; e o Ravióli Basílico. As opções de massas ainda incluem Camarão ao Champanhe (camarão com mousseline de champanhe acompanhado de ravióli recheado com Gruyère), Rigatoni com Lagosta e Grana Padano (massa típica siciliana gratinada com lagosta cavaquinha, bechamel elaborado a partir do seu próprio coral e grana padano), Ravióli à Pan Cook (ravióli recheado de queijo Gruyère coberto com nacos de filé salteados ao molho suave de gorgonzola), Linguini al Mare (linguini com molho pomodoro, lula, camarão e lagosta grelhada), Raviolloni de Queijo de Cabra ao Molho Pomodoro (raviolloni recheado com queijo de cabra e molho pomodoro com perfume de manjericão), Mezzaluna de Vitello (involtini de vitelo em confit ao vinho do Porto com massa fresca ao grana padano), e Penne a Carbonara com Zuchine e Camarão (penne ao molho carbonara com camarões e perfume defumados).Aqueles que optam pelos risotos também vão poder degustar novas opções, como o Risoto de Agnelo, elaborado com nacos de pernil de cordeiro e funghi com telha de batata doce; e o Risoto Tricolore, preparado com queijo Camembert, Parma e rúcula fresca. Mas a casa manteve os pratos antigos, como o Risoto de Aspargos Frescos, com arroz arbóreo, aspargos salteados, grana padano e azeite de trufas; o Risoto de Camarão com Fonduta de Queijos, preparado com arroz arbóreo com camarão em fonduta de queijos gratinados; o Risoto de Pato Confit, composto por arroz arbóreo cozido no vinho tinto com lascas de pato confit; e o Risoto de Bacalhau, elaborado com arroz arbóreo com lascas de bacalhau do Porto, oliva negra, cebola confitada, tomate e pimentões coloridos.Nas receitas elaboradas com carnes e aves, três novos pratos fazem parte do cardápio: um cordeiro, um pato e um frango. O Pernil de Cordeiro à Moda do Chef, é elaborado com pernil assado lentamente em panela de ferro, servido com seu próprio molho, acompanhado de couscous marroquino com frutos secos. Este prato é, sem dúvida, uma opção tentadora. Mantendo sua tradição franco-italiana, o Nez passou a oferecer o Magret de Canard, feito com peito de pato rosado em cama de redução de vinho do Porto, servido com risoto de funghi. Ainda como opção, o Poulet da Praça, peito de frango recheado com tomate seco da casa e mussarela de búfala, acompanhado de penne au gratin. Dando continuidade ao menu, a novidade feita com peixes e frutos do mar é o Bracciola de Linguado, preparado com filé de linguado recheado com camarão e servido com risoto de abobrinha e hortelã fresca. Para finalizar a refeição em alto estilo, as chefs criaram mais duas opções: o Espumone, uma taça de espuma de queijo com calda de frutas do bosque e farofa crocante; e o Mille-Feuille, preparado com mil folhas recheadas com sorvete de doce de leite e brigadeiro de toffee. Ficam no cardápio doces que fizeram fama, como a Panelinha de Brigadeiro, a Torta Crocante de Maça e a Chiquita Bacana. Tudo isso devidamente harmonizado com vinho, para fazer da refeição um momento mais que inesquecível. Além das opções sugeridas, o Nez Bistrô disponibiliza uma carta de vinhos selecionada, com opções de rótulos brancos, tintos e espumantes do velho e novo mundo, uma das especialidades da casa.LOGO NEZ BISTRÔ
[+ detalhes]
01/07/2016
OS CALZONES
O calzone é um prato da culinária italiana, muitas vezes referido como uma pizza recheada ou uma pizza dobrada ao meio. Consiste em um disco de pizza com tamanho da pizza normal, dobrada ao meio, formando uma meia-lua, como um pastel assado, e recheado com queijo mussarela, parmesão ou ricota, molho de tomates, verduras ou legumes e carnes processadas, como linguiça, presunto ou lombo defumado.O calzone é originário, primariamente, da região italiana de Puglia e, mais especificamente, da zona de Salento. Alguns já consideram que ele seja da cidade de Canosa di Puglia, vilarejo entre Bari e Foggia, na província de Barletta-Andria-Trani.A variante original é preparada com a mesma massa da pizza normal, sendo também chamada panzerotto em outras regiões italianas, para a distinguir dos outros numerosos tipos de calzones. Em Nápole, por exemplo, é simplesmente chamado de pizza fritta.O típico calzone salentino é recheado com tomate e queijo mussarela, podendo ser cozido no forno ou frito em azeite. Para ser devidamente apreciado, deve ser consumido quente, como se consome o pastel frito. Existem inúmeras variantes do recheio original do calzone de Salento, sendo de salientar o recheio feito com azeitona, anchova, cebola e alcaparra. O calzone nasceu nas tradições da cozinha dos mais pobres do Salento, quando com as sobras da massa do pão se formavam meias-luas, que se coziam com pequenos pedaços de queijo e tomate. Hoje, é possível encontrá-lo nos bares e nos menus das pizzarias e dos restaurantes.Puglia & SalentoA região chamada de Puglia está no Sul da Itália, é o salto da bota na península italiana. Em português é chamada de Apúlia. Possui pouco mais de quatro milhões de habitantes, área de 19.358 km2 e sua capital é Bári. É composta pelas províncias de Bári, Barletta-Andria-Trani, Brindisi, Lecce, Foggia e Táranto. Faz fronteira com três outras regiões: Molise, Campania e Basilicata.A região de Salento - Salentu, no dialeto Salentino - é a ponta da bota. É composta das províncias de Lecce, grande parte da província de Brindisi e parte de Táranto. Essa subpenínsula ainda é conhecida como Terra d?Otranto e, no passado, era chamada de Messapia.Nas poucas linhas acima encontramos dois outros nomes associados a palavra calzone, o panzerotto e a pizza frita. Se pesquisarmos mais um pouco, dezenas de alternativas irão surgir. Basicamente, três pontos fundamentais devem ser observados: a massa, o tamanho e o modo de preparo, i.e. assada em frigideira, forneada, etc. Curiosamente, o recheio não é dos mais importantes, pode ser doce ou salgado.No verdadeiro e autêntico calzone usa-se massa de pizza, forno e o tamanho equivale a... uma meia pizza. Fugindo disso, entramos em um rico mundo de alternativas, particularmente se levarmos em consideração tamanhos menores.No Brasil, pela diferença de cultura e de língua, costumamos, inúmeras vezes, confundir as coisas, ou generalizar ou, ainda, interpretar erroneamente. Um exemplo disso é o famoso croissant, uma iguaria tipicamente francesa. O croissant não é um simples pão em forma de meia-lua como é encontrado na maioria de nossas padarias! Ele é feito de massa folhada, uma massa leve, não fermentada, feita em várias camadas com copiosa adição de manteiga; com margarina ou gordura vegetal o sabor é diferente. Se for elaborado conforme manda o figurino, é um produto trabalhoso e caro, mas de sabor inigualável.Voltemos aos panzerotti! São versões menores dos calzone (pizza fechada) e a massa não é mais uma massa de pizza, mas uma massa mais macia. Eles são fritos e, por isso, em algumas cidades são chamados de fritelle ou fritelli. Os panzerotti são originários das regiões Central e Sul da Itália e, hoje, são também muito populares no Canadá e nos Estados Unidos. Na América o nome foi adaptado para panzarotti! Também são semicirculares, podendo ter de 10 a 30cm, e foram trazidos pelos imigrantes do Sul da Itália, no início do século XIX. Os recheios são compostos de mussarela, molho de tomates e outros ingredientes possíveis. São, então, mergulhados em banho de óleo e/ou gordura; durante o processo eles enchem, criando um bolsão com considerável quantidade de vapor, a qual deverá ser, pelo menos, parcialmente eliminada antes de comer. Lembra o pastel, não é?Desde meados dos anos 60 se tornaram um fast food bastante comum no Canadá, onde voltaram a se chamar panzerotti.Hoje, o produto existe de forma congelado e comercializado com os nomes de Pizza Pockets (McCain Foods Limited), Pizza Pops (Pillsbury/General Mills) ou Hot Pockets (Nestlé).E a pizza frita?Vem de Nápoli e consiste simplesmente em fritar, na frigideira, um disco de massa de pizza, antes de colocar o recheio e servir. Outra alternativa é colocar o recheio dentro de um bolsão de massa (... como um calzone!) e fritar. E assim temos, novamente, um panzerotto! Mas porque toda essa complicação? Simples, fritar é uma alternativa para se fazer uma pizza sem possuir um forno!No mundo, ainda, pode-se encontrar dezenas de variações, como o stromboli nos Estados Unidos; o pasty, na Cornualha; o mpanatigghi, típico da cidade de Módica, na Sicília; ou o samosa, da Ásia central. Se entrarmos no campo dos derivados de menor dimensão, podemos citar as empanadas dos nossos hermanos latinos, os rissoles, pastéis, börek, chamuça, haliva, khachapuri, khuushuur, qutab, etc., etc.Bom apetite!
[+ detalhes]
01/07/2016
PARIS, FRANÇA - PIZZARIAS AO REDOR DO MUNDO
NO BERÇO DA ALTA GASTRONOMIA, AS PIZZAS SÃO UMA EXCESSÃOA culinária francesa é considerada o berço da alta gastronomia, possuindo a mais tradicional das cozinhas do mundo! Em 2010, a UNESCO estendeu sua proteção à refeição gastronômica à moda francesa, que passou a figurar ao lado de 212 outras práticas e tradições culturais no panteão do patrimônio mundial imaterial da humanidade.Diferentemente do patrimônio material - que inclui lugares e monumentos -, o patrimônio imaterial engloba processos culturais que "inspiram as comunidades vivas com um sentimento de continuidade em relação às gerações precedentes e são de uma importância crucial para a identidade cultural, bem como a salvaguarda da diversidade cultural e da criatividade da humanidade".A UNESCO não destacou nenhuma receita francesa em particular. No país de Gargântua e Pantagruel, tratou-se mais de reconhecer o ritual de identidade "destinado a celebrar os momentos mais importantes da vida das pessoas e dos grupos". Uma mistura original de convivialidade e gastronomia, que reúne os franceses ao redor de uma mesa bem colocada, para dividir pratos de qualidade acompanhados de um vinho adequado.No que se refere ao mundo da pizza, a realidade francesa é bem diferente! Embora os franceses tenham comido, em 2014, 809 milhões de pizzas, não se pode dizer que a qualidade das mesmas rivaliza com os quitutes tradicionais da gastronomia local.Em Paris, experimentamos dois estabelecimentos. Consultamos o site Tripadvisor e, atraído por comentários, tais como: ?Nápoles em Paris!?, ?Um autêntico italiano?, ?Verdadeiros sabores italianos!?, ?Especialidades italianas suculentas!?, etc., etc., decidimos visitar o Mipi estabelecido entre o Ópera e o Louvres. Para nossa segunda escolha, pegamos inspiração no próprio material do evento Parizza, onde a Parizza Academy (os melhores conceitos de restauração italiana!) recomendava a Bottega Romana, pelo estilo e gosto da pizza... como em Roma!Mipi (11, rue Danielle Casanova, 75001, Paris).Um estabelecimento acanhado! Uma sala comprida, com menos de três metros de largura e um espaço similar no andar de cima. A decoração não tem nada de italiana e em nada lembra uma cantina ou ristorante; minimalista, com paredes e tetos pintados de branco, quem achou o ambiente autêntico, com certeza, nunca foi à Itália. O único toque ?italiano? é uma Vespa verde estacionada na sala, ocupando o espaço precioso de duas mesas. O cardápio é simples, com poucas alternativas. De entrada fomos de bruschetta; boa, com um prosciutto de qualidade e escassas lascas de Parmigiano-Reggiano. Escolhemos a seguir uma pizza Napule, molho de tomate, mozzarella Fiordilatte, anchovas e alcaparras. Infelizmente, esquecemos de ler a definição de mipi dada pelo estabelecimento, ou seja, una mipi è una vera "pizzetta" Napoletana: 100gr, 18cm di diametro. Buona. Preparata all'istante con i migliori ingredienti italiani selezionati meticolosamente per garantire freschezza e qualità: farina certificata, i migliori pomodori, prodotti lattieri sempre freschi e olio extravergine d'oliva.Nessa mini pizza de, no máximo 18cm, os ingredientes italianos foram tão bem selecionados que... poucos sobraram: uma folha de manjericão, duas anchovas, seis alcaparras e um ralo molho de tomate! Se não acreditam, é só contar comigo na imagem ao lado. Pequenas porções, grande qualidade? Pode ser, mas não recomendo, devem existir melhores alternativas de pizza na Cidade Luz!Bottega Romana (60, rue de La Boétie, 75008, Paris).Nessa rua tradicional de Paris, que acaba nos Champs Élysées, está localizada a Bottega Romana. Aqui, novamente, nada de romano! A mobília é típica de um fast food e as pizzas, uma verdadeira heresia. O estabelecimento funciona como um self service. As pizzas de formato retangular esperam, prontas e pré-cortadas em pedaços de 10x20 cm, em um grande balcão. Os clientes escolhem os pedaços que são apetitosos, e devem ser bons... na origem, e os mesmos são requentados! Um empregado do estabelecimento então leva a iguaria à sua mesa. Escolhi dois sabores: Tonno e Regina. A primeira fatia veio com molho de tomate, atum em óleo extra virgem, alcaparras de Pantelleria (pequena ilha de origem vulcânica ao Sul da Sicília, e azeitonas Taggiasca, típicas da Ligúria. Bonito, não? O segundo pedaço, chamado Regina, levava como ingredientes molho de tomate, mozzarella Fiordilatte, presunto cozido com ervas, cogumelos, perdão, champignons de Paris, e azeitonas Taggiasca. Mais bonito ainda, não é?Achei um crime estragar ingredientes de qualidade, servindo os mesmos em pizzas requentadas! Na primeira facada, a massa quebra e esfarela (vide foto)! Não tive coragem de continuar e cometi outro crime, raspei o recheio para não perder tudo e deixei a massa queimada, devidamente virada para cima, na inútil esperança de alguém se tocar. Ainda bem que cada um desses pedacinhos custou somente ? 4,90!Quando eu penso que um estabelecimento desses é indicado pela Parizza Academy sob a bandeira de melhores conceitos em restauração italiana, fico deveras preocupado. Não é possível, no berço da alta gastronomia, massacrar de tal forma uma tradicional receita italiana. Ei de continuar procurando algum lugar na França que saiba fazer pizzas, afinal os 809 milhões de pizzas que eles comeram o ano passado não podem ser todos tão ruins!
[+ detalhes]
01/07/2016
PIAZZA 8
ESPECIALIZADA EM PIZZAS RÚSTICAS E ARTESANAISRepresentando a gastronomia italiana, o Piazza 8 chegou em Brasília com um cardápio repleto de pizzas especiais.Oportunidade de negócioInaugurado em novembro de 2015, o Piazza 8 é um restaurante e pizzaria especializado na gastronomia italiana, localizado na Quadra 8 do Setor de Indústrias Gráficas (SIG), em Brasília. O nome surgiu como uma referência ao endereço que ocupa e uma alusão às famosas praças italianas: Piazza 8. Os sócios do restaurante, Nícolas Fujimoto, Rafael Lago, Renato Muniz e Tiago Muniz, atuam também em outros dois restaurantes de Brasília: Nazo Sushi Bar e DuoO. Até meados de 2015, as duas casas dividiam o mesmo espaço, separados apenas por uma parede. ?A especialidade do DuoO é a gastronomia funcional, com refeições livre de glúten, por exemplo. Optamos por transferir o DuoO de endereço para garantir aos clientes que todos os pratos estivessem livres de qualquer traço de contaminação com alergênicos?, explica Fujimoto. O Piazza surgiu então como uma oportunidade de negócio. ?Queríamos inovar com massas mais rústicas, seguindo a linha artesanal, com o mínimo de interferência de máquinas?, acrescenta Fujimoto. Para isso, houve a contratação do chef consultor Beto Fonseca. No quesito qualidade, o Piazza 8 está entre as melhores pizzas de Brasília, com bordas diferenciadas e sabores especiais criados na casa. Além disso, o restaurante também serve pratos requintados da gastronomia italiana. Cardápio variado e diferenciadoA casa conta com mais de 40 tipos de pizzas, entre tradicionais e especiais, algumas com acabamentos mais rústicos e sabores mais acentuados. A pizza Rústica, disponível nos tamanhos pequena e gigante, leva molho de tomate, mussarela de búfala, linguiça e parmesão e borda recheada com creme de cogumelos. Também é possível encontrar no menu pizza com borda vulcão. Este nome é dado à massa finalizada com recheio na borda, fechada em um formato diferente do tradicional. A Piazza 8, por exemplo, com molho de tomate, mussarela, calabresa especial e alho poró, tem a borda vulcânica, recheada com creme branco da casa.Uma das prediletas do chef Beto é a Fonduta, com molho de tomate pomodori pelati, mussarela e presunto de Parma. O diferencial fica por conta de um fondue de queijo no recheio da pizza. Mas as opções não param por aí. Além das pizzas tradicionais de Mussarela (molho de tomate pomodori pelati, mussarela e orégano), Margherita (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, tomate, parmesão ralado e manjericão); Quatro Queijos (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, catupiry, gorgonzola, parmesão e orégano); Portuguesa (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, presunto, pimentão, cebola, ovos, azeitonas pretas e orégano); Calabresa (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, linguiça calabresa fatiada, cebola, azeitonas pretas e orégano); Frango com Catupiry (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, frango, catupiry e orégano); e Pepperoni (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, peperone, manjericão e orégano); a casa dispõe de pizzas especiais, como a Parma (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, presunto de Parma, rúcula, parmesão salpicado e orégano); Linguicinha (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, linguiça picante, azeitona, mussarela de búfala, cebola e orégano); Tomate Seco e Rúcula (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, tomate seco, rúcula e orégano); Camarão Flambado (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, catupiry, camarão flambado na cachaça, alho e orégano); Estrogonofe de Filé (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, estrogonofe de filé, batata palha e orégano); Parma Especial (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, presunto Parma, aspargos, mussarela de búfala, tomate italiano e orégano); Estrogonofe de Camarão (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, estrogonofe de camarão e batata palha); Vegetariana (molho de tomate pomodori pelati, mussarela de búfala, beringela grelhada, abobrinha, tomate cereja e manjericão); Carpaccio (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, carpaccio de filé, mostarda, alcaparras, queijo parmesão ralado e rúcula); Abobrinha (molho de tomate pomodori pelati, abobrinha grelhada, mussarela de búfala, queijo parmesão e orégano); Pizza do Chef (molho de tomate pomodori pelati, alcachofra, mussarela de búfala, tomate picado, presunto de Parma, azeitonas pretas e manjericão); Maçã Verde e Gorgonzola (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, gorgonzola, maçã verde e orégano); Paulista (molho de tomate pomodori pelati, mussarela, presunto, calabresa, palmito, milho, bacon, azeitona e orégano); e Itália (molho de tomate pomodori pelati, burrata, parmesão e manjericão).Entre os sabores doces está a Ferrero Rocher, feita com queijo, Nutella e bombons de Ferrero Rocher. Outra que chama atenção é a Paçoquita, com massa crocante, queijo, paçoca, doce de leite e sorvete.Além dos mais de 40 tipos de pizzas, entre tradicionais e especiais, o Piazza 8 oferece ainda Entradas e Saladas, como a Pizza Branca à Pizzaiolo (finíssima massa da pizza ao lemon pepper); Pupunha (palmito de pupunha fresco grelhado com manteiga de ervas e alcaparras); Carpaccio de Rosbife (carpaccio de rosbife com molho tradicional de mostarda com alcaparras e parmesão, acompanhado de tostadas); Pizza de Bruscheta (bruscheta em massa de pizza, tomate fresco, mussarela de búfala e manjericão); Burrata Gratinada (burrata gratinada no molho pomodoro e basílico, acompanhada de pizza branca à pizzaiolo); Salada Carpaccio (carpaccio tradicional temperado sobre salada de mix de folhas com mussarela de búfala e tomate cereja); e Salada Juliana (mix de folhas, tomate, palmito, cenoura, batata palha, parmesão e molho de casa).O cardápio também inclui carnes, aves, peixes e massas: Brasato ao Vinho Tinto (brasato ao vinho tinto gratinado com batatas ao alecrim e parmesão); Tornedor com Pasta Sfoglia (tornedor de filé com creme de cogumelos em massa folheada acompanhado de arroz cremoso de queijos); Bombom se Alcatra ao Molho de Cerveja Preta (bombom de alcatra ao molho de cerveja preta e mostarda, acompanhado de batatas e alho assados); Filé de Peito de Frango Grelhado com Manteiga de Poró (filé de peito de frango grelhado com manteiga de poró, acompanhado de salada caprese); Baccala de Lenha (lascas de bacalhau com creme de leite fresco e purê rústico de batatas assadas ao forno); e Anchova Negra em Crosta de Panini (anchova negra em crosta de panini sobre legumes à moda mediterrânea, acompanhada de arroz de açafrão). Criações especiais do chef As criações do experiente chef Beto Fonseca são produzidas com massas artesanais e ingredientes típicos da culinária rústica da Itália.Oferecendo opções que trazem uma ousada harmonia de sabores, a casa conta agora com seis novidades no cardápio. As mudanças trouxeram acabamentos mais rústicos e sabores mais acentuados. Algumas pizzas, como a de salmão e a fonduta, são muito diferentes e quase uma exclusividade na cidade.Criação da casa, a pizza de Salmão fresco é feita com o peixe temperado ao shoyo e conta com uma borda recheada de alho poró. Também com borda recheada, mas com um creme de cogumelos, a Rústica leva molho de tomate, mussarela de búfala, linguiça e parmesão.Entre as novidades é possível encontrar no menu até pizza com borda vulcão. Este nome é dado a massa finalizada com recheio na borda, fechada em um formato diferente do tradicional