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12/11/2019
Cepêra apresenta nova linha de Vinagres em moderna embalagem que vai direto à mesa
Condimento está disponível em três versões: Tinto, Maçã e Balsâmico Atenta ao paladar e preferência dos seus consumidores, a Cepêra não para de inovar e traz reforços em sua linha de condimentos. Os novos Vinagres da linha Sabores Cepêra chegam ao mercado em três versões: Tinto, Maçã e Balsâmico e com vários diferenciais. O primeiro deles diz respeito à praticidade e beleza de suas embalagens exclusivas, em frascos de 270 ml, que permitem que os vinagres sejam servidos diretamente à mesa. Outro diferencial é a facilidade de aplicação graças ao bico dosador, de fácil manuseio e que permite escolher a dosagem sem deixar resíduos do produto na parte externa, evitando assim, sujeiras e desperdício. Como explica a gerente de marketing da Cepêra, Carolina Penteado, tão importante quanto desenvolver produtos de qualidade, com ingredientes selecionados e receitas cuidadosamente elaboradas, é proporcionar uma experiência de consumo memorável. "A embalagem com tampa spout exclusiva apresenta em sua geometria interna a possibilidade de controle de fluxo, com "click" intermediário para evitar vazamentos e contaminação do produto após aberto", diz. "As embalagens foram projetadas para melhorar a usabilidade do produto e seu processo de fabricação; por ser injetado diretamente dentro da fábrica Cepêra, oferece mais segurança ao processo produtivo", conclui. Sobre a Cepêra: Tradicional e moderna, a Cepêra está presente no mercado desde 1947 com sua linha de condimentos, conservas, molhos e pimentas, com o propósito de prover sabores e experiências àqueles que amam cozinhar, sejam profissionais ou amadores. Uma empresa que pensa no paladar dos brasileiros e que acompanha tendências e traz constantemente novidades aos seus consumidores que buscam experimentações e memórias afetivas de forma simples, democrática e autêntica. Além de presente em restaurantes, lanchonetes e casas do território nacional, a Cepêra exporta seus produtos para países da América Latina, Europa e Estados Unidos. http://www.cepera.com.br
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12/11/2019
Começa hoje em 13 estados o festival Bar em Bar
Festival de bares da Abrasel acontece de 7 a 24 de novembro em 25 cidades; durante o evento, consumidores podem experimentar diversas porções a preços promocionaisBolinho de feijão preto com pernil, pastel de sururu, bolinho de arroz de polvo, disco de costela ao provolone, carne de sol na nata e pasteis veganos. Acabou a espera para experimentar esses e outras centenas de delícias: começa hoje a 13ª edição do Bar em Bar, o festival de bares promovido pela Abrasel. Com patrocínio da Ambev, esse ano o evento acontece em mais de 310 bares de 25 cidades e segue até o dia 24 de novembro. Durante esse período, quem for aos bares participantes pode pedir pelas porções criadas especialmente para o evento, oferecidas a preços promocionais. A ideia é reunir as pessoas e celebrar o melhor da gastronomia dos botecos.Em 2019 o festival traz como tema "Pra namorar, comemorar, saborear, encontrar e ser feliz. É pra todo mundo". O propósito é exaltar a essência inclusiva do bar, espaço que recebe famílias, amigos, casais e onde se discute qualquer assunto - de política, música e religião aos resultados do campeonato brasileiro de futebol. "Destacamos o bar como um espaço democrático, onde celebramos nossas melhores relações", destaca o presidente do Conselho de Administração Nacional da entidade, Paulo Nonaka.Para todos os gostos e bolsosCom o caráter democrático que é a alma dos bares brasileiros, o festival tem petiscos para todos os gostos e bolsos. Tem opção para quem come carne, para quem gosta de queijo, para quem é vegano, para que adora uma fritura, para quem está de dieta. Para acompanhar, cerveja, caipirinha, suco e até água. "É pra todo mundo!". As porções criadas para o Bar em Bar são oferecidas a preços promocionais durante o evento - há opções para todos os gostos e bolsos.Cada região dá um toque especial ao Festival. No Ceará, por exemplo, o Bar em Bar funciona em formato de concurso, elegendo o melhor petisco dentre as casas participantes com direito a voto popular. "Funciona como um incentivo à participação dos empresários. Ano passado, todos os três ganhadores destacaram em seus cardápios o petisco participante do Bar em Bar, e fizeram muito sucesso", diz Taiene Righetto, diretor-executivo da Abrasel no Ceará. No estado, 63 estabelecimentos participam do evento.Em Belo Horizonte, as porções criadas para o Bar em Bar homenageiam importantes pontos turísticos da cidade. Lugares conhecidos dos belo-horizontinos, como o Viaduto Santa Tereza, o Museu Abílio Barreto, o Mineirão, o Parque Municipal e a igrejinha da Pampulha serviram de inspiração para os chefs criarem as delícias que farão parte do circuito. Segundo o presidente da Abrasel em Minas Gerais, Ricardo Rodrigues, além de trazer à tona temas que sempre vão de encontro à identidade cultural e gastronômica dos belo-horizontinos, o festival é, também, uma oportunidade para que o empresário do setor aumente o movimento e faturamento do seu estabelecimento. "Ele pode aproveitar este circuito para fidelizar clientes, atrair novo público, testar uma nova receita e aumentar a visibilidade do negócio".Conheça os participantes em www.barembar.com.brServiço:Bar em Bar 2019"Pra namorar, comemorar, saborear, encontrar e ser feliz. É pra todo mundo"7 a 24 de novembro311 bares13 estados | 25 cidadesMais informações em: barembar.com.br
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12/11/2019
Como são (e quem come) os hambúrgueres de plantas do Burger King e do Bob?s
Hambúrguer "plant-based" (à base de plantas) pegou. De uma hora para a outra, foi um tal de hambúrguer vegetal nas plateleiras do mercado, nas lanchonetes mais bombadinhas de São Paulo, nas redes sociais dos chefs? (Paolla Carosella, por sinal, foi um dos profissionais que desaprovou totalmente a invenção).Fiquei curiosa para provar a carne que parece carne, mas não é. E me chamou atenção especialmente que redes populaes de fast-food -no caso, Burger King e Bob?s-, resolveram investir no produto feito à base de soja e vegetais. Não seria arriscado apostar em algo desconhecido pela população?Desde setembro, o Burger King oferece o Rebel Whopper, uma releitura do Whopper, com hambúrguer de plantas produzido pela Marfrig. No Bob?s, a opção é o Tentador Zero Beef, com "carne" desenvolvida pela Fazenda Futuro, no menu desde agosto.E por que provar Burger King e Bob?s? Porque é mais fácil uma "carne" de plantas ficar gostosa quando é envolta por maionese artesanal de páprica, pão de fermentação natural, ketchup caseiro defumado? e outras coisas que hamburguerias mais sofisticadas da capital paulista oferecem. Mas, e no bom e velho fast-food, como é que fica?À primeira vista fica muito bem, obrigado. O sanduíches são gostosos e, no contexto geral -com seus respectivos acompanhamentos e tudo mais-, lembram bem as versões com carne bovina.O Rebel Whopper (R$ 29,90, no combo), do Burger King, leva alface, tomate, picles, queijo e maionese (que podem ser retirados na versão vegana). Preserva o gostinho de grelhado (como churrasco), típico da rede. A fatia da "carne" vegetal é um pouco tímida, fininha, mas é suculenta e cai bem.O Tentador Zero Beef (R$ 28, no combo) traz um hambúrguer vegetal mais gordinho dentro do pão brioche, com maionese, alface e tomate. Ali, até pela espessura, é possível identificar com mais clareza que -opa!- não se trata de carne. Mas tudo bem, ele engana e é saboroso.O que achei inusitado é que os hambúrgueres são gordurosos. Não que eles tenham uma camada de gordura aparente, como teria um pedaço de picanha. Mas dá para notar que são oleosos (para tirar a prova, é só encostar um guardanapo). E devem ter uma quantia elevada de sódio, já que, depois de comer, tive muita sede.Outro ponto: lembram carne, mas não são. Dificilmente um carnívoro trocaria seu hambúrguer bovino por um vegetal com prazer. E vice-versa: o vegetariano, que já se adaptou a viver sem carne, não vai procurar um produto que traz à boca o gosto de boi.É aí que está a resposta: os hambúrgueres "plant-based" focam no público flexitariano, ou seja, pessoas que comem carne, mas buscam reduzir o consumo da proteína animal. Com essa pegada, o Burger King já vendeu 100 mil unidades desde seu lançamento, e acaba de levar o produto, antes restrito a Rio e São Paulo, a todas as unidades da rede.De acordo com Antonio Detsi, diretor geral do Bob?s, o hambúrguer vegetal -que está em fase de análise nas lojas de São Paulo e do Rio- também teve boa recepção e deve chegar a toda a rede gradativamente.O fato é que eu, autora deste blog, ainda prefiro apostar nos hambúrgueres tradicionais ou nos naturebas, feitos com cogumelos e grão-de-bico. Mas não nego que os "plant-based" são uma opção interessante. Mais interessante ainda por estarem inseridos em redes de fast-food, próximos a um grande público, e não restritos aos nichos de restaurantes em bairros frequentados só pela classe média-alta.Seria um passo para a democratização da alimentação livre de crueldade? A gente teria que falar não só de endereço, mas também de preços. E, aí, já é uma outra história.
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12/11/2019
Os vinhos de François-Louis Vuitton
François-Louis Vuitton, tataraneto de Louis Vuitton, criador da famosa grife, seguiu o talento natural do seu ancestral no quesito requinte e bom gosto. Seu antigo sonho de infância e a paixão pelos vinhos motivou a criação de uma Coleção Pessoal de Vinhos, desenvolvida com Patrick e Jacques Bouey, da Maison Bouey. Assim, teve início uma parceria de sucesso materializada por dez vinhos de Cuvée Privé - elaborados pelos mais célebres chateaux classificados como Grand Cru Classé de Bordeaux em 1855, e por grandes nomes de Saint-Émilion. No Brasil, os vinhos são representados pela Tag Luxury Brands, que disponibilizará, inicialmente, ao mercado três dos dez rótulos da coleção, todos elaborados ao estilo FLV, como ficou conhecido em Bordeaux. O preço sugerido de cada uma das garrafas para o lançamento, em São Paulo e no Rio de Janeiro, será de R$ 2,5 mil.
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12/11/2019
Um festival de espumantes, brancos e rosés para aplacar o calor carioca
Companheiros ideais para as altas temperaturas, espumantes, brancos e rosés entrarão em cena no Sparkling Festival, que vai ocupar a Marina da Glória nos dias 23 e 24 deste mês. Com a Baía de Guanabara como pano de fundo, cerca de 30 espaços de vinícolas brasileiras e de importadoras vão oferecer 350 rótulos, além de opções de gastronomia e atrações culturais.Quem quiser uma garrafa para chamar de sua pode recorrer ao winebar compartilhado na área aberta do evento. Será possível comprar mais de 150 opções de vinhos. Já confirmaram presença as vinícolas nacionais e estrangeiras, como as catarinenses Hiragami e Vale do Goethe; as gaúchas Cão Perdigueiro, Don Guerino, Lidio Carraro, Luiz Argenta, Marzarotto, Miolo e Valmarino; a australiana Barokes Wine; a francesa Cuvée Sidoine; a portuguesa 1808; a italiana Ionis, entre outras.Para acompanhar os vinhos, o visitante terá à disposição restaurantes premium, foodbikes e produtores artesanais com pães, queijos e outras delícias.Como trilha sonora para o evento, jazz e blues. Haverá ainda projeção de filmes ao ar livre, sob a curadoria da cineasta Malu de Martino. Na telona, apenas filmes sobre o universo dos espumantes e champanhes.O festival é aberto ao público para todas as atrações e expositores de gastronomia. Só o acesso à área de degustação é cobrado. O visitante ganhará uma taça de cristal oficial do evento e uma pulseira que dará direito a três horas de degustação.Sparkling FestivalEndereço: Marina da Gloria - Avenida Infante Dom Henrique, GlóriaData: Dia 23, sábado, das 11h às 22h, e dia 24, domingo, 11h às 21h.Ingressos: R$55, compra pelo site
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11/11/2019
"Restaurante muda a cor da massa em apoio ao "Novembro Azul"
"A rede de restaurantes La Pasta Gialla, que pertence do chef Sergio Arno, muda o tom de suas famosas massas e busca no anis a coloração para o prato especial criado para o "Novembro Azul", campanha que reforça mundialmente a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata.Para se integrar e apoiar o movimento, a casa desenvolveu uma massa azul (com anis) e uma receita muito especial: Taglieatelle azul, ao ragu de costela assada e lascas de grana padano. Também está disponível a massa crua (como é tradicional no Pasta Gialla) para ser feita em casa. Custa R$ 35 o pacote de 500g.Este prato custa R$ 62, será servido durante todo o mês e novembro e parte da renda gerada com as vendas da massa e do prato especial será destinada à AMIGOSH.""Criada em maio de 2012, a AMIGOH é parte da diretoria de responsabilidade social do hospital Israelita Albert Einstein, destinada (com o apoio do portal de urologia) à prospectar, selecionar e viabilizar projetos de assistência, educação e pesquisa nas oncologia e hematologia que beneficiam toda a sociedade brasileira.Em Curitiba funcionam duas unidades do Pasta Gialla, franquia administrada pelo restaurateur Sérgio Fisbein: uma no ParkShopping Barigui e outra no Shopping Pátio Batel.Ambos os restaurantes estão abertos todos os dias da semana, nos horários de funcionamento dos shoppings."
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11/11/2019
Colorado lança cerveja com adição de castanha-de-baru
Colorado possui a linha "Brasil com s", com rótulos especiais utilizando ingredientes tipicamente brasileiros. A oitava edição traz uma castanha bem conhecida do Cerrado, o baru, na cerveja Ambaru. A delícia pode ser encontrada em lojas e mercados que comercializam a marca.É uma amber lager, com um sabor maltado, bem tradicional ao estilo. O adocicado do malte se equilibra a castanha-de-baru, promovendo a experiência desejada dos rótulos desta linha. De corpo leve, conta com 4,8% de teor alcoólico e 11 IBU.
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11/11/2019
Conheça o vinho laranja: técnica milenar em ânforas de barro
m vinho tão antigo que não envelhece em barris de carvalho, mas em ânforas de barro enterradas: o vinho laranja é uma bebida muito tradicional da Geórgia - o país no Leste europeu é considerado o berço da viticultura - que ganhou o continente nas últimas décadas. No Mundo Novo, a bebida ainda tem ares de novidade e, embora seja encontrada nas principais lojas de Brasília, não é a maior oferta da bebida alcoólica na cidade."O vinho laranja é o branco que tem contato com as cascas da uva na hora da fermentação. O tinto tem aquela cor escura porque também tem contato com as cascas, ao contrário do branco. Tanto é que você pode fazer o branco com uva tinta. O laranja é uma técnica milenar da Geórgia: eles fazem o vinho branco com a vinificação do tinto. Ele tem essa cor que varia do dourado ao âmbar, tanto é que tem gente que nem gosta de chamar de vinho laranja, chama de vinho âmbar para não confundir o consumidor", define a sommelière Etiene Carvalho.O sabor, diferentemente do que o nome sugere, não tem nada de cítrico. "Quando tem gosto de laranja, é o sabor da fruta confitada. São vinhos complexos, que misturam notas de frutas secas, cristalizadas e mel, e tem leves toques oxidados", define a especialista, que acredita que este é um vinho para um consumidor mais versado na degustação da bebida. "Não que a pessoa não possa beber, mas são notas muito complexas e uma bebida cara. Às vezes, o iniciante não consegue captar tudo que o vinho tem a oferecer", explica.O sommelier Frederico Benjamin concorda com a colega: esta é uma bebida muito complexa e leva algum estudo para ser apreciada. "Ele foge muito da rotina de quem toma vinhos brancos frescos, é muito interessante. É um estilo que ainda tem que ser descoberto e conhecido", defende.Por se tratar de um método muito tradicional, a fermentação da bebida geralmente é feita com as chamadas leveduras selvagens, ou seja, da própria uva. Não se adicionam sulfitos e o vinho pode ter tanino.Para harmonizar, carnes brancas e muito tempero. "Vai bem com pratos mais complexos, comida com especiarias como curry. Pode também se relacionar com uma boa moqueca, que é mais carregada no sabor", aconselha Frederico.
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11/11/2019
Marca de SP lança gim azul que muda de cor
O Modern&Tropical da Beg Gin é feito a base de ervilha azul, que confere cor ao novo destilado. Em contato com ácido, fica cor de rosaA fabricante brasileira Beg Gin lançou mais um destilado e ele promete pela originalidade: o Modern&Tropical é feito com infusão da ervilha azul por 24 horas, o que confere uma cor azulada à bebida. O tom se mantém enquanto o líquido está em meio alcalino, mas quando em contato com substâncias ácidas - boa parte dos drinques com gim levam toques de acidez -, adquire uma coloração rosada."Fazia um tempo que nós queríamos criar um gim floral, com este dulçor acentuado, agradável ao paladar de pessoas que buscam um aroma mais adocicado. Claro que não abrimos mão da receita tradicional, mas durante o processo esticamos o tempo de destilação, encurtamos o corte da cabeça e alongamos a cauda, ou seja: trazemos um cítrico mais intenso no início e um dulçor mais intenso no final, principalmente por conta da canela e da flor de sabugueiro que acompanham a receita", conta Arthur Flosi, mestre destilador da marca.Segundo o fabricante, o novo gim é ideal com o drinque Tom Collins, que leva água com gás, suco de limão siciliano, xarope simples e grapefruit.
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11/11/2019
São Joaquim terá nova opção de enoturismo em 2020
O empresário Vicente Donini, presidente do conselho da Marisol, que entrou no negócio de vinhos de altitude em 2015 com a vinícola Vivalti, em São Joaquim, informa que segue investindo para que o empreendimento se torne uma opção de enoturismo já no ano que vem. Segundo ele, o receptivo da viníciola estará pronto para a próxima Vindima de Altitude, em março.Donini informa também que está ampliando os vinhedos e pretende instalar um setor de vinificação provisório no local. A vinícola oficial será construída posteriormente. Como adquiriu empresa com áreas de vinhedos, ele já iniciou a elaboração de vinhos e espumantes. Conta com cinco rótulos, dos quais quatro são vinhos e um espumante. Vale destacar que o espumante e um vinho foram premiados no primeiro concurso em que foram apresentados, o Encontro de Vinhos de Campinas 2019. Os dois filhos de Donini, Giuliano, que preside a Marisol, e Giorgio, que está à frente da Santinvest, afirmam que o "brinquedo" do pai, a vinícola, evolui bem.Principal polo de vinhos de altitude de SC, São Joaquim conta com quatro vinícolas com receptivo a turistas: Vila Francioni, Leone di Venezia, Monte Agudo e Villaggio Bassetti. O município sedia outras vinícolas que têm projetos para enoturismo em andamenteo. Há, também, as que preferem somente produzir e comercializar. A região de altitude do Estado conta com cerca de 40 vinícolas.
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